Inhotim é um museu moderno e arrojado que fica na cidade de Brumadinho, há mais ou menos 80 km de Belo Horizonte. O mapa que é oferecido por eles para chegar lá é meio tosco, mas dá pra chegar mais ou menos tranquilo, se perdendo só uma ou duas vezes.
O lugar é gigantesco e absurdamente bem cuidado. Tem projeto paisagístico muito bacana e as edificações já são obras de arte. São 10 pavilhões com exposições (algumas permanentes) e outras obras que ficam ao ar livre.
A entrada é paga (se não me engano 10 ronaldos por pessoa), mas o estacionamento é "de grátis". TUDO lá dentro é MUITO caro, então recomendo levar uns lanches mocados na mochila (mas não fale pra ninguém que tem rango na mochila). Na entrada eles dão uma mapa que costuma ajudar a andar lá dentro (que não é tão difícil assim). Além disso tem umas visitas guiadas, gratuitas, com horários marcados. Não sei se é bom, porque não utilizei esse serviço.
Uma coisa bem legal (a primeira vista) é que se você não tem câmera par tirar fotos eles emprestam uma pra você, mediante um cheque cueca de 500 ronaldos. Só que pra tirar as fotos da câmera você paga 18 ronalds (segundo eles é pelo CD que vai junto. CDzinho caro esse). E por ser aberto, em todos os lugares tem guarda-chuvas para você usar (esse sim é totalmente livre de taxas para uso).
Fui com Xuxu e o resto da família dela inteira. E como Murphy é meu melhor amigo, choveu no dia que fomos, óbvio. Com isso as fotos externas não ficaram grandes coisas. E as fotos internas, bem, não existem, porque não pode fotografar dentro das galerias. Achei meio páia isso, mas tudo bem. Não tem foto de todos os prédios porque meu telefone deu alguma zica no dia e as fotos não estavam sendo salvas. Fora que as exposições mais legais não estão mais lá ou estavam em obra. Mas chega de bláblábla e vamos às fotos.
Esse primeiro lugar que nós fomos tem essas obras gigantes na parede que me lembraram o episódio de Friends que a Phoebe herda os quadros de uns parentes. O treco é em auto relevo e algumas pessoas são absurdamente bem feitas e realistas, como o guarda aí pra baixo (que na foto não ficou tão realista assim).



Esse outro lugar me lembrou Brasólia. Devo ter sido pelo espelho d'água (MUITO bem feito) e por ser quase todo de concreto.



Uma coisa legal é que em vários lugares tem uns bancos gigantes feitos de árvores mortas (espero). E pra não torrar no sol eles colocam guarda-sol muderno.


E junto desses bancos tem barracas de comida, claro. Essa aí embaixo não tava funcionando, mas tem 2 coisas legais: a corrente na porta da geladeira e a pia bonitona em cima de um troco rústico de madeira.

Apesar de ser proibido, em alguns casos a gente consegue tirar fotos de dentro das galerias, em lugares com bastante vidro. Tipo essa que tirei de um carro todo de madeira (não sei se funciona)

Essas caderinhas aí são bem confortáveis e ficam debaixo de umas árvores, o qu deixa o ambiente fresco. Depois de andar muito, não dá vontade de levantar.

Essa bola aí é uma das mais legais de Inhotim. Dentro é um chafariz que fica jogando água pra cima em pulsos, descompassado com uma luz estroboscópica (essa deu pra tirar foto de dentro). Não recomendo para quem tem epilepsia...

Esse outro lugar tem um caleidoscópio gigante, bem atrás do menino aparecido que pulou na foto. É bem bacana. tem também uns videos muito loucos que não tive paciência para ver.

O próximo prédio parece coisa de Niemeyer (como tudo o que tem umas curvas a mais) e na verdade não tem muita graça. Mas o lugar onde ele fica é muito bacana.


Essa é a ÚNICA galeria que lembro o nome. Mas é porque é tão ruim, mas tão ruim, que não tem como esquecer. Essa e uma outra que nem tirei foto. Pra quem quiser não ir, é a Marcenaria (a outra é a Salcedo)

As esculturas ao ar livre são bem...diferentes. Dá pra ver por essas fotos que tirei.




Como eu disse no começo, o lugar é cheio de plantinhas e natureza. As fotos estão toscas, mas ao vivo é bem bacana...




Nessa foto repara no cano tosco que leva a água para o lago



Nessa foto repara no tamanho da fruta que tem do lado esquerdo. Não sei o que era, mas era mais ou menos do tamanho de uma bola de futebol de salão
O que eu não consegui entender foi por que diabos tem uma Igreja lá dentro. É, uma IGREJA. Será que dá pra casar lá?

Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).





