Ontem eu fiquei o dia inteiro fazendo a mesma coisa que na quinta: vendo o vídeo da câmera fixa da gravação de quarta e anotando o que estava acontecendo e o tempo gasto com cada tarefa. Só que ao contrário da câmera móvel esta estava pegando 4 colaboradores e tinha mais um monte de bicão na área. Resultado: muito mais trabalho.
Esta fita ainda tinha uma hora e meia de duração, contra os 50 minutos do video de quinta. E a gravação estava mais "longe" dificultado ver o que diabos as pessoas estavam fazendo e onde estão indo.
Lá fui eu para a sala de video conferência da empresa, ligo o vídeo e não funciona. Ótimo. Chamo a menina responsável para me ajudar (vê lá se eu vou mexer naquele equipamento que vale mais que meu carro). Ela faz exatamente as mesmas coisas que eu tinha feito (tentar trocar de Video 1 para Videos 2 e 3). Depois fuçou nos cabos lá, mas sem saber muito bem o que estava fazendo.
Ela já estava desistindo e indo chamar o responsável quando eu pedi para olhar melhor. Se podia mexer nos cabos assim, conferir a ligação não custava muito. Realmente estava tudo ligado errado. arrumei e funcionou. Nisso quase uma hora foi embora e já eram umas 9:30.
Comecei a ver a fita, anotar as tarefas e tempo, indo e voltando a fita, mas tendo uma dificuldade incrível de distiguir um equipamento do outro. Lá para as 11:30 descubro que estava fazendo tudo errado. Eram 6 máquinas e estava contando errado. Tive que começar do zero.
Comecei novamente e 13:20 estava no minuto 15 (de um total de 90). "Fantástico", pensei. E saí correndo para almoçar antes que o bandeco fechasse. Desmontei tudo e saí correndo para comer.
Engoli a comida e quando estava saíndo para buscar os equipamentos começa a cair um dilúvio. Não tinha a menor condição de eu sair naquela chuva com notebook e câmera de video. Por sorte, o lugar onde deixo o meu material tem uma sala de reuniões com TV.
Pedi para usar a sala e a mulher falou que não tinha problema. Só que não tinha video. Pensei em ligar a câmera direto na TV, mas o controle da TV não funcionava e não tinha como colocar em "Video".
Aí lembrei que lá tinha um data show. Pedi emprestado, liguei e comecei a ver o video novamente. Só que estava novamente perdido. Já não sabia qual equipamento era qual. Como estava projetando em um quadro branco, comecei a desenhar e anotar o que era o que. Tá certo que gastei uma hora fazendo isso (tive que começar a fita do zero), mas valeu a pena.
Depois disso ficou tudo mais fácil. Em duas horas consegui ver até o minuto 40. Mas tive que sair correndo para pegar o balaio de volta para BH. O resto dos 50 minutos faltantes eu vou assitir aqui em casa, para naõ queimar o filme com o N3 Gente Boa.
Só que vai ser na miinha TV 14". Vai ser foda ver o que está acontecendo, mas vamos lá... E vou ter que terminar rápido, pois hoje tenho eventos a tarde/noite (se o povo não me der bolo).
Ah, e ontem descobri que a minha mochila de acampar e carregar notebook é a prova d'água! Minha mala também. Mas minha roupa não...
23 de set. de 2006
22 de set. de 2006
Botina Assassina
Já deve ter mais ou menos um mês que eu tenho a botina que uso para trabalhar. Na primeira semana foi foda. Ela estava nova e toda "dura" e cortou o meu calcanhar perto do tendão de aquiles. cada vez que eu tinha que usar era um suplício. E como dois dias não são suficientes para "regenerar" o buraco feito nesta época, até hoje ele está tentando fechar.
Como eu sou um pouco esperto, estou colocando esparadrapo nos lugares onde ela pega. Só que isso atrapalha na regeneração. Mas se eu não fizer isso, aí abre novamente. Até aí, tudo bem, porque algum dia ele fecha.
O problema é que começou a aparecer um novo "efeito" do uso das botinas: as bolhas. Na verdade, não é nem bolha, porque não dói e nem tem líquido dentro. É mais um "descolamento de pele". A pele descola, sai e tem outra por baixo, já pronta para o uso, como se fossse uma cobra.
Inicialmente isto estava acontecendo com o meu dedão esquerdo. No dedão eu até entendi, porque ele fica roçando na biqueira de aço. E a cada duas semanas ele troca de pele. Como não dói (só não é muito bonito), não liguei.
Só que ontem a noite, estava eu deitado na cama após o banho (aliás, antes que eu esqueça: dividir quarto é osso) quando senti alguma coisa no meu calcanhar do pé esquerdo. Comecei a coçar e ví que era um pedaço de pele que estava descamando. Como criança pequena não consegue deixar o treco lá parado, comecei a puxar a pele.
Saiu a pele do meu calcanhar inteiro, praticamente. Como já tinha visto isso no dedão, não estranhei. estranhei quando ví que por baixo desta pele que saiu estava saindo OUTRA CAMADA de pele. Isso eu nunca tinha visto.
Essa "segunda camada" era mais fina que a primeira que saiu e por baixo dela estava uma (que não saiu) um pouco "crua", parecendo aquelas debaixo de bolha. Também não estava doendo, mas ví que estava muito frágil. Como hoje de manhã já estava um pouco mais "resistente", naõ liguei e calcei a botina novamente.
Agora não me pergunte porque diabos isso aconteceu. Muito menos como eu consegui descamar duas vezes sem nem ter visto a primeira camada saindo.
Como eu sou um pouco esperto, estou colocando esparadrapo nos lugares onde ela pega. Só que isso atrapalha na regeneração. Mas se eu não fizer isso, aí abre novamente. Até aí, tudo bem, porque algum dia ele fecha.
O problema é que começou a aparecer um novo "efeito" do uso das botinas: as bolhas. Na verdade, não é nem bolha, porque não dói e nem tem líquido dentro. É mais um "descolamento de pele". A pele descola, sai e tem outra por baixo, já pronta para o uso, como se fossse uma cobra.
Inicialmente isto estava acontecendo com o meu dedão esquerdo. No dedão eu até entendi, porque ele fica roçando na biqueira de aço. E a cada duas semanas ele troca de pele. Como não dói (só não é muito bonito), não liguei.
Só que ontem a noite, estava eu deitado na cama após o banho (aliás, antes que eu esqueça: dividir quarto é osso) quando senti alguma coisa no meu calcanhar do pé esquerdo. Comecei a coçar e ví que era um pedaço de pele que estava descamando. Como criança pequena não consegue deixar o treco lá parado, comecei a puxar a pele.
Saiu a pele do meu calcanhar inteiro, praticamente. Como já tinha visto isso no dedão, não estranhei. estranhei quando ví que por baixo desta pele que saiu estava saindo OUTRA CAMADA de pele. Isso eu nunca tinha visto.
Essa "segunda camada" era mais fina que a primeira que saiu e por baixo dela estava uma (que não saiu) um pouco "crua", parecendo aquelas debaixo de bolha. Também não estava doendo, mas ví que estava muito frágil. Como hoje de manhã já estava um pouco mais "resistente", naõ liguei e calcei a botina novamente.
Agora não me pergunte porque diabos isso aconteceu. Muito menos como eu consegui descamar duas vezes sem nem ter visto a primeira camada saindo.
21 de set. de 2006
Brincando de Edição
O dia hoje foi basicamente trabalhar os dados e discutir os resultados do trabalho de ontem. Na parte da manhã eu fiquei vendo o vídeo da câmera móvel, observando algumas coisas e verificando os tempos de algumas tarefas.
Para isso eu avançava e voltava "a fita" toda hora. Era mais ou menos uma hora de gravação. Eu demorei quase duas horas e meia para conseguir ver tudo. Ou seja, praticamente ví cada minuto mais de duas vezes. E acabei anotando os minutos que interessavam da gravação, para algum dia cortar o que não interessa.
Na parte da tarde rolou a discussão dos resultados entre os "coletadores de tempo". A idéia era compilar os dados de todos os "coletadores", mas um dos caras fez umas coisas erradas e tivemos que ver a fita da câmera fixa para ver o que ele tinha errado. Mais uma vez eu digo: sorte que estavam filmando a brincadeira.
Já me passaram tarefas para amanhã: ver a fita da Câmera fixa e fazer a mesma coisa que fiz com a câmera móvel. Só que em vez de 3 postos de trabalho esta câmera pegou 5. Conclusão: vou passar a manhã inteira avançando e voltando fita (desta vez é fita mesmo).
Fatos rápidos:
Um tripé faz muita falta em uma gravação. Principalmente para filmagens de longe; Um vidro sujo avacalha muito uma filmagem; O pessoal falando ao fundo durante a gravação é muito cômico. É cada coisa que se escuta... O N3 Gente Boa chegou a atender o celular enquanto gravava; Um dos coletores ficou jogando tetrix no celular durante a reunião, mas como o celular estava embaixo da mesa o pessoal achou que ele estava dormindo (não sei o que é pior); O N3 Mané vai me passar mais uma tarefa. Ou seja: vou dividir meu tempo entre três projetos, sendo que, teoricamente, ficaria full time no projeto do N3 Gente Boa (lá se vão as minhas noites de sono); Lembra daquela rua que falei que era a mais lamenta da cidade? Pois é, imagina como ficou com o dilúvio que caiu aqui durante a madrugada. E agora o bônus: aquela é a rua do meu hotel; Falando no dilúvio, imagina como ficou a empresa após a queda de tanta água. O que era pó virou uma borra preta; Ontem sujei a minha calça quando agachei EM UMA SALA para guardar meu notebook. O processo durou menos de 5 segundos, mas a mancha vai durar anos (era graxa); A minha luta para conseguir uma senha não acabou. Ela foi bloqueada novamente (não me pergunte...); Agora a tecla Control esquerda do eu notebook também faz barulhos estranhos quando é pressionada. Já são duas (Ctrl e Tab); Já comentei que parece que voltei à adolescência? Por conta do capacete estou suando horrores na testa e ela está enchendo de espinhas; O meu nariz também está sofrendo com a poeira/suadeira. Nunca esteve tão oleoso. Eu passo a mão e ela sai brilhando. Passo novamente e sai brilhando mais ainda. E como no caso da testa, lavar não adianta nada; Dividir o quarto é osso (Sim, eu sei que já falei isso); Essa semana está foda. Tô sem paciência para nada. VEM NI MIM, SEXTA-FEIRA!
Para isso eu avançava e voltava "a fita" toda hora. Era mais ou menos uma hora de gravação. Eu demorei quase duas horas e meia para conseguir ver tudo. Ou seja, praticamente ví cada minuto mais de duas vezes. E acabei anotando os minutos que interessavam da gravação, para algum dia cortar o que não interessa.
Na parte da tarde rolou a discussão dos resultados entre os "coletadores de tempo". A idéia era compilar os dados de todos os "coletadores", mas um dos caras fez umas coisas erradas e tivemos que ver a fita da câmera fixa para ver o que ele tinha errado. Mais uma vez eu digo: sorte que estavam filmando a brincadeira.
Já me passaram tarefas para amanhã: ver a fita da Câmera fixa e fazer a mesma coisa que fiz com a câmera móvel. Só que em vez de 3 postos de trabalho esta câmera pegou 5. Conclusão: vou passar a manhã inteira avançando e voltando fita (desta vez é fita mesmo).
Fatos rápidos:
20 de set. de 2006
Luz, Câmera e Ação
Hoje estava marcado que acompanharíamos uma tarefa que é razoavelmente demorada e envolve um bocado de colaboradores. A minha função seria acompanhar um dos colaboradores e anotar tudo o que o cara fez, marcando o tempo que ele demorou (algo do tipo: "coçou o nariz: 1' 30").
Isso eu e mais quatro iríamos fazer, cada um acompanhando um dos colaboradores. O N3 Gente Boa iria FILMAR todo mundo. Ele levou uma Câmera normal, que ficou fixa em um tripé, e usou a câmera fotográfica digital dele para acompanhar o pessoal, como câmera móvel. Só que ele ficou num lugar mais alto, que pegava toda a movimentação.
Todo mundo com prancheta, papel, caneta e cronômetro na mão, rola uma explicação rápida de como e o que fazer e vem a parte "SWAT" da brincadeira. O N3 Gente Boa para, olha para todo mundo e fala: "Senhores, no três sincronizem os cronômetros". E depois do três, vários bips e ele diz: "Senhores, boa sorte". Parecia filme.
E lá fomos nós acompanhar o pessoal. Foi bem legal. Deu para entender um pouco mais como funcionam as coisas aqui. E os caras não paravam por nada, estavam dando sangue para fazer no menor tempo possível. E enquanto eles esperavam alguma coisa, falavam: "Ó, anota aí que eu estou esperando num sei quem vir aqui", ou então "A culpa não é minha, a máquina travou. Anota aí".
Depois tivemos que passar o que escrevemos a limpo, no excel. E para entender a letra e/ou o que aquilo significava? Sorte que foi filmado. E mais sorte ainda que o cara que eu estava acomanhando era fácil de achar, pois era o único com capacete de cor diferente (vermelho, por ser brigadista).
Fatos rápidos diversos:
Eu devia ter feito Engenharia de Produção. Seria muito mais útil para o que eu estou fazendo hoje; O cara que eu estava acompanhando (que é operador) faz engenharia de produção na Unipac; Existe uma filial da Unipac EM BARÃO DE COCAIS (que por sinal ganhou um terreno da prefeitura para constrição das suas novas instalações); Aqui também tem uma unidade do Pitágoras, mas é só colégio; ; O Faixa Verde virou o queridinho do N3 Mané; O N3 Mané está puto com o N6 (problemas nos RDV's e trabalhos não-feitos ou mal feitos); Por mais que eu insistisse para que me chamassem pelo sobrenome todos estão me chamando pelo nome, até mesmo o N3 Gente Boa, que estava me chamando pelo sobrenome e do napa parou; Pior do que me chamar pelo nome, o N3 Gente Boa está me chamando pelo diminutivo do meu nome. Ele não faz idéia do quanto eu odeio isso; Falando nele, ontem descobri que ele é ANGOLANO. Mas o sotaque é de paulista (ele já tem uns 20 anos de Brasil); O assunto do dia foi o tal filme da Cicarelli "fazendo amor" com o namorado numa praia da espanha. Segundo o pessoal aqui da empresa é só procurar no Pornotube (e eu que nem sabia que isso existia!); Dividir o quarto é osso; Hoje fui "jantar" na "Lanchonete Coisas Gostosas". É bom, mas ainda prefiro a padaria (que é mais barata, "excrusive").
Isso eu e mais quatro iríamos fazer, cada um acompanhando um dos colaboradores. O N3 Gente Boa iria FILMAR todo mundo. Ele levou uma Câmera normal, que ficou fixa em um tripé, e usou a câmera fotográfica digital dele para acompanhar o pessoal, como câmera móvel. Só que ele ficou num lugar mais alto, que pegava toda a movimentação.
Todo mundo com prancheta, papel, caneta e cronômetro na mão, rola uma explicação rápida de como e o que fazer e vem a parte "SWAT" da brincadeira. O N3 Gente Boa para, olha para todo mundo e fala: "Senhores, no três sincronizem os cronômetros". E depois do três, vários bips e ele diz: "Senhores, boa sorte". Parecia filme.
E lá fomos nós acompanhar o pessoal. Foi bem legal. Deu para entender um pouco mais como funcionam as coisas aqui. E os caras não paravam por nada, estavam dando sangue para fazer no menor tempo possível. E enquanto eles esperavam alguma coisa, falavam: "Ó, anota aí que eu estou esperando num sei quem vir aqui", ou então "A culpa não é minha, a máquina travou. Anota aí".
Depois tivemos que passar o que escrevemos a limpo, no excel. E para entender a letra e/ou o que aquilo significava? Sorte que foi filmado. E mais sorte ainda que o cara que eu estava acomanhando era fácil de achar, pois era o único com capacete de cor diferente (vermelho, por ser brigadista).
Fatos rápidos diversos:
19 de set. de 2006
Lá Vem o Menino do Cronômetro
Hoje cheguei na empresa, peguei as minhas ferramentas de trabalho (planilha, papel, caneta e cronômetro) e já fui correndo fazer uma sauna. Isso porque um dos processos que estou pegando tepo está intermitente, do tipo: roda 2 minutos e para uns 45. Por conta disso, todo minuto é um minuto em que ele pode estar funcionando e não posso perder a oportunidade, tipo aqueles geiseres de filme.
Cheguei e ele estava funcionando que era uma beleza. Foi só eu entrar na sala e olhar para a máquina que ele parou. Não deu tempo de medir nem uma vez. Como só daqui a 40 minutos ele voltaria a funcionar, fui para o outro lugar que tenho que medir tempos (o que significa uns 5 minutos de caminhada em ritmo acelerado).
Neste outro lugar eu tenho que medir tempo de gente trabalhando. E medir tempo de gente trabalhando é foda. Os caras fazem corpo mole, ficam enrolando, param toda hora... Só para ter uma idéia: quando eles não sabiam que eu estava medindo tempo a tarefa era feita em uns 7 minutos. Depois que eles descobriram, ela passou a demorar 17. Isso de tempo trabalhando, fora quando eles paravam, que eu também parava o cronômetro. Resultado: em um dia de trabalho consegui medir 7 vezes o tempo (ontem).
Hoje, quando um dos operadores me viu chegando com as ferramentas de trabalho comentou com a dupla dele: "Lá vem o menino do cronômetro". E a partir daí ví que eles começaram a enrolar.
Só que como sou um rapaz esperto, comecei a medir o tempo de um outro posto de trabalho. E este tinha o ritmo ditado por uma máquina, então não tinha como enrolar. Só que máquinas estragam, principalmente quendo você está medindo tempo delas.
Reparei que os caras enroladores voltaram ao ritmo normal quando viram que eu estava olhando outra coisa. Aproveitei e medi os tempos deles despistadamente, usando o meu celular (ainda aumentei a produtividade! Duas medições ao mesmo tempo!).
Mas aí ó primeiro posto voltou a funcionar e como ele era mais prioritário, lá fui eu para lá. 5 minutos que demorei para chegar lá e o diabo do treco parou novamente. E isso aconteceu mais umas três ou quatro vezes durante o dia.
Resultado da brincadeira: estou com três medições no meio. Uma porque o processo para. A outra porque a máquina para. E a terceira porque os colaboradores param!
Além disso, o dia não rende porque, tirando o primeiro processo, que são vários pontos a serem medidos mas todos rápidos, passo entre 25 e 30 minutos olhando para o teto e andando em círculos, esperando o povo terminar a tarefa.
Desesperado, fui atrás de uma mulher que está devendo uns dados. Ela disse que ia mandar ainda hoje. E depois de uma hora, mais ou menos, falou que tinha mandado. Parei as medições (estava tudo parado mesmo) e fui trabalhar os dados. Abro meu email e...Cadê? Quem disse que ela mandou os emails... Fui atrás dela e falei que não tinha chegado. Ela disse que ia olhar e me mandar novamente. Isso foi às 4 da tarde, mais ou menos.
Estou esperando até agora... Já são mais de 6.
Em tempo: arrumaram um hotel para mim. Não vou ter que ficar indo e voltando para BH esta semana. Mas em troca ganhei um companheiro de quarto. O Faixa Verde também vai ficar aqui na Megalópole até o fim do ano, como já tinha dito....
Ah é. E hoje levei o meu segundo torra por estar em área que não poderia estar. Só que nos dois casos eu não sabia que não podia estar lá, então o povo pegou leve. A partir de agora não vou em lugar nenhum que não conheça mais.
Cheguei e ele estava funcionando que era uma beleza. Foi só eu entrar na sala e olhar para a máquina que ele parou. Não deu tempo de medir nem uma vez. Como só daqui a 40 minutos ele voltaria a funcionar, fui para o outro lugar que tenho que medir tempos (o que significa uns 5 minutos de caminhada em ritmo acelerado).
Neste outro lugar eu tenho que medir tempo de gente trabalhando. E medir tempo de gente trabalhando é foda. Os caras fazem corpo mole, ficam enrolando, param toda hora... Só para ter uma idéia: quando eles não sabiam que eu estava medindo tempo a tarefa era feita em uns 7 minutos. Depois que eles descobriram, ela passou a demorar 17. Isso de tempo trabalhando, fora quando eles paravam, que eu também parava o cronômetro. Resultado: em um dia de trabalho consegui medir 7 vezes o tempo (ontem).
Hoje, quando um dos operadores me viu chegando com as ferramentas de trabalho comentou com a dupla dele: "Lá vem o menino do cronômetro". E a partir daí ví que eles começaram a enrolar.
Só que como sou um rapaz esperto, comecei a medir o tempo de um outro posto de trabalho. E este tinha o ritmo ditado por uma máquina, então não tinha como enrolar. Só que máquinas estragam, principalmente quendo você está medindo tempo delas.
Reparei que os caras enroladores voltaram ao ritmo normal quando viram que eu estava olhando outra coisa. Aproveitei e medi os tempos deles despistadamente, usando o meu celular (ainda aumentei a produtividade! Duas medições ao mesmo tempo!).
Mas aí ó primeiro posto voltou a funcionar e como ele era mais prioritário, lá fui eu para lá. 5 minutos que demorei para chegar lá e o diabo do treco parou novamente. E isso aconteceu mais umas três ou quatro vezes durante o dia.
Resultado da brincadeira: estou com três medições no meio. Uma porque o processo para. A outra porque a máquina para. E a terceira porque os colaboradores param!
Além disso, o dia não rende porque, tirando o primeiro processo, que são vários pontos a serem medidos mas todos rápidos, passo entre 25 e 30 minutos olhando para o teto e andando em círculos, esperando o povo terminar a tarefa.
Desesperado, fui atrás de uma mulher que está devendo uns dados. Ela disse que ia mandar ainda hoje. E depois de uma hora, mais ou menos, falou que tinha mandado. Parei as medições (estava tudo parado mesmo) e fui trabalhar os dados. Abro meu email e...Cadê? Quem disse que ela mandou os emails... Fui atrás dela e falei que não tinha chegado. Ela disse que ia olhar e me mandar novamente. Isso foi às 4 da tarde, mais ou menos.
Estou esperando até agora... Já são mais de 6.
Em tempo: arrumaram um hotel para mim. Não vou ter que ficar indo e voltando para BH esta semana. Mas em troca ganhei um companheiro de quarto. O Faixa Verde também vai ficar aqui na Megalópole até o fim do ano, como já tinha dito....
Ah é. E hoje levei o meu segundo torra por estar em área que não poderia estar. Só que nos dois casos eu não sabia que não podia estar lá, então o povo pegou leve. A partir de agora não vou em lugar nenhum que não conheça mais.
18 de set. de 2006
Vem ni mim, 17:30
Hoje o dia foi osso. Depois de três dias dormindo só 4 horas, peguei o balaio para a Megalópole e mesmo fazendo força para ficar acordado (por causa do meu notebook), não aguentei e dormi. A viagem foi até rápida por conta disso. Quando acordei já estava na estrada de acesso à cidade.
Cheguei na empresa e comecei o meu fantástico trabalho de tomar tempo. Só que fiquei tomando tempo de coisas que duravam 25, 30 minutos. Durante este tempo eu ficava em pé, sem fazer absolutamente nada. Juro que se estivesse sentado eu teria dormido.
Lá para as 4 da tarde os colaboradores fizeram uma pausa e resolvi aproveitar para olhar meu email. Abro o email e para minha surpresa descubro que não tem hotel para mim. Imagina se eu não olho meu email! Ia ficar "sem teto". Ligo para a minha empresa e o cara fala para eu "tentar achar um hotel aqui".
A minha sorte é que tinha lugar na Van que leva o pessoal para BH. Senão teria que voltar para BH no balaio das 7, chegando em casa lá pras 10 da noite. Só preciso saber se vou ter que fazer isso no resto da semana...
A volta na van foi divertida, apesar de eu ter chagado em casa mais de 8:30, porque ela deixou todo mundo em casa (menos eu, que não estou no escopo do projeto). O povo veio jogando um joguinho no notebook de um dos caras. Não sei como o HD do cara sobreviveu, mas tudo bem.
Isso tudo só aconteceu porque eu estou babando de sono e já tinha planejado chegar no hotel, tomar banho e dormir... Tem coisa que só acontece comigo!
Ah, 17:30, como esperei por você ansiosamente hoje!
Cheguei na empresa e comecei o meu fantástico trabalho de tomar tempo. Só que fiquei tomando tempo de coisas que duravam 25, 30 minutos. Durante este tempo eu ficava em pé, sem fazer absolutamente nada. Juro que se estivesse sentado eu teria dormido.
Lá para as 4 da tarde os colaboradores fizeram uma pausa e resolvi aproveitar para olhar meu email. Abro o email e para minha surpresa descubro que não tem hotel para mim. Imagina se eu não olho meu email! Ia ficar "sem teto". Ligo para a minha empresa e o cara fala para eu "tentar achar um hotel aqui".
A minha sorte é que tinha lugar na Van que leva o pessoal para BH. Senão teria que voltar para BH no balaio das 7, chegando em casa lá pras 10 da noite. Só preciso saber se vou ter que fazer isso no resto da semana...
A volta na van foi divertida, apesar de eu ter chagado em casa mais de 8:30, porque ela deixou todo mundo em casa (menos eu, que não estou no escopo do projeto). O povo veio jogando um joguinho no notebook de um dos caras. Não sei como o HD do cara sobreviveu, mas tudo bem.
Isso tudo só aconteceu porque eu estou babando de sono e já tinha planejado chegar no hotel, tomar banho e dormir... Tem coisa que só acontece comigo!
Ah, 17:30, como esperei por você ansiosamente hoje!
Cinema de Ressaca
Ontem fui ao cinema com a Consultora e a Advogada Maluca ver Miami Vice. Chegamos ao shopping, compramos os ingressos numa promoção bacana da Tim e depois de uma rápida passada pelo Carrefour fomos para a sala. Sério, fazia tempo que não ia ao cinema do BH. A sala é muito pequena. Até assustei quando entrei.
O filme em sí não é dos melhores. Tá certo que eu não esperava que fosse digno de Oscar, mas também não esperava que fosse tão ruim. Com dois atores principais, eu esperava que eles dessem mais ênfase ao Jamie Foxx, que é um excelente ator, mas grande parte do filme as câmeras estão no Colin Farrel, que é péssimo. Fora o bigodinho ridículo dele e o cabelo ensebado.
O filme tem muitas cenas que poderiam ser encurtadas ou até mesmo cortadas. Uma enrolação sem sentido que só serviu para alongar o filme. Mas nas cenas de ação o filme se paga (se for meia, hehe).
O final é bem fraquinho, dando a entender que vai ter uma continuação. Mas sinceramente poderia terminar MUITO melhor do que terminou. Pelo menos eu estava muito bem acompanhado e a tarde/noite foi agradável. Mesmo estando numa ressaca sinistra...
Fatos Rápidos:
A Advogada Maluca está com uma tatoo nova. É bem bacana; Ela também vai dar uma "turbinada", só não lembro a data; Semana que vem vai ter a "inauguração" da nova mansão dela; Pringles é extremamente salgada; Os cães da Consultora são frescos. Só comem Pedigree Champ; Encontrei o Médico e a Médica ontem; Fazer a mala não é tão rápido quanto eu imaginava (mesmo com as roupas já separadas).
O filme em sí não é dos melhores. Tá certo que eu não esperava que fosse digno de Oscar, mas também não esperava que fosse tão ruim. Com dois atores principais, eu esperava que eles dessem mais ênfase ao Jamie Foxx, que é um excelente ator, mas grande parte do filme as câmeras estão no Colin Farrel, que é péssimo. Fora o bigodinho ridículo dele e o cabelo ensebado.
O filme tem muitas cenas que poderiam ser encurtadas ou até mesmo cortadas. Uma enrolação sem sentido que só serviu para alongar o filme. Mas nas cenas de ação o filme se paga (se for meia, hehe).
O final é bem fraquinho, dando a entender que vai ter uma continuação. Mas sinceramente poderia terminar MUITO melhor do que terminou. Pelo menos eu estava muito bem acompanhado e a tarde/noite foi agradável. Mesmo estando numa ressaca sinistra...
Fatos Rápidos:
17 de set. de 2006
Pessoas São Más
Foi difícil escolher o título deste post. Poderia ter sido "Esparoman em Ação", "Ex-Nerd em ação", "Boa Sorte Ex-Nerd", entre outros. Mas eu preferi colocar este aí, porque foi a parte que me atingiu.
Mas vamos começar do começo. Ontem o Ex-Nerd deu uma festa de despedida, já que ele está mudando para São José dos Campos. Ele tinha marcado para "qualquer hora a tarde". Estava imaginando que o pessoal ia chegar tipo 2, para terminar mais cedo. ah, doce ilusão.
O Joselito e a Bebinha iam chegar as 3. Isso quer dizer que provavelmente lá pelas 5 eles estariam lá. Errei um pouco, foi às 6. O Tio e a Ex-Mudinha falaram que iam chegar às 5. Só que chegaram as 7. Só o trouxa aqui que chegou cedo: 3:30.
Quando cheguei (depois de pegar um engarrafamento sinistro no anel e ter dado uma volta gigantesca para fugir dele), já tinha um cara lá. Era um dos semi-chefes do Ex-Nerd lá na antiga empresa. Passou um pouco e chegou outro chefe, este com a filha. Dá para imaginar como estava animado, né?
O povo foi chegando bem aos poucos mesmo. Só ficou realmente cheio lá pras 8 da noite. Nesta hora eu já tinha bebido um bocado. Eu e o Ex-Nerd. O Cabeça Dura apareceu por lá e como somos dois ex-funcionários da mesma empresa, ficamos discutindo as coisas ruins de lá.
E aí Esparroman entrou em ação, falando mal do Chefinho Querido. E fiquei falando MUITO mal dele, do tanto que fiquei puto quando ele levou toda a glória por uma coisa que eu tinha feito, e blábláblá. Como ele não trabalha mais na antiga empresa e eu muito menos, o estrago não foi tão grande.
Menos de 20 minutos depois foi a vez do Ex-Nerd falar basicamente as mesmas coisas que eu, só que para o meu antigo gerente, que ainda trabalha lá! Mas o legal foi que deu para perceber que o meu ex-gerente concorda que o Chefinho Querido não faz nada,só que ele não falou isso, claro.
No meio dessas brincadeiras, ainda comentei com o Cabeça Dura que se ele estivesse precisando de mão de obra na nova empresa dele que sondasse o pessoal da antiga empresa. Sei que tem muita gente que não está satisfeita lá, mas também não corre atrás. Como gosto dos meus amigos e quero que todos sejam felizes, não custa dar uma mãozinha. Afinal, posso ter saído da empresa, mas continuo sendo um "líder sindical".
Já completamente bêbado, depois de beber quase 12 horas, resolvi voltar para casa. Eu realmente não gosto de dirigir bêbado, mas ontem passei da conta na bebida e peguei meu carro para voltar para casa. Para minha sorte não tinha trânsito e cheguei em casa inteiro. Deitei as 4 e pouco e mais ou menos 9 da matina ja estava acordado, com uma ressaca sinistra...
Aí o aluno pergunta: "E que que esta história toda tem a ver com o título?". Eu respondo. Estava conversando com a Ex-Mudinha durante um tempo e por algum motivo alguém fez uma brincadeira falando que o Tio não gostava dela, que ele gostava era de homem (o Joselito, para ser mais exato).
Ela responde então para a pessoa que fez a brincadeira (que realmente não lembro quem foi) que não precisa do Tio, porque "o Esparroman me ama", e me abraçou. O problema é que eu realmente gostava dela e ela sabe disso. Mesmo hoje eu gostando de outra pessoa, aquilo não foi muito legal e fiquei bem chateado.
Por essas e outras que eu digo: pessoas são más. Quando elas querem, elas sabem exatamente o que falar para machucar os outros. E eu sei que eu também sou assim. Isso que me deixa mais triste.
Mas vamos começar do começo. Ontem o Ex-Nerd deu uma festa de despedida, já que ele está mudando para São José dos Campos. Ele tinha marcado para "qualquer hora a tarde". Estava imaginando que o pessoal ia chegar tipo 2, para terminar mais cedo. ah, doce ilusão.
O Joselito e a Bebinha iam chegar as 3. Isso quer dizer que provavelmente lá pelas 5 eles estariam lá. Errei um pouco, foi às 6. O Tio e a Ex-Mudinha falaram que iam chegar às 5. Só que chegaram as 7. Só o trouxa aqui que chegou cedo: 3:30.
Quando cheguei (depois de pegar um engarrafamento sinistro no anel e ter dado uma volta gigantesca para fugir dele), já tinha um cara lá. Era um dos semi-chefes do Ex-Nerd lá na antiga empresa. Passou um pouco e chegou outro chefe, este com a filha. Dá para imaginar como estava animado, né?
O povo foi chegando bem aos poucos mesmo. Só ficou realmente cheio lá pras 8 da noite. Nesta hora eu já tinha bebido um bocado. Eu e o Ex-Nerd. O Cabeça Dura apareceu por lá e como somos dois ex-funcionários da mesma empresa, ficamos discutindo as coisas ruins de lá.
E aí Esparroman entrou em ação, falando mal do Chefinho Querido. E fiquei falando MUITO mal dele, do tanto que fiquei puto quando ele levou toda a glória por uma coisa que eu tinha feito, e blábláblá. Como ele não trabalha mais na antiga empresa e eu muito menos, o estrago não foi tão grande.
Menos de 20 minutos depois foi a vez do Ex-Nerd falar basicamente as mesmas coisas que eu, só que para o meu antigo gerente, que ainda trabalha lá! Mas o legal foi que deu para perceber que o meu ex-gerente concorda que o Chefinho Querido não faz nada,só que ele não falou isso, claro.
No meio dessas brincadeiras, ainda comentei com o Cabeça Dura que se ele estivesse precisando de mão de obra na nova empresa dele que sondasse o pessoal da antiga empresa. Sei que tem muita gente que não está satisfeita lá, mas também não corre atrás. Como gosto dos meus amigos e quero que todos sejam felizes, não custa dar uma mãozinha. Afinal, posso ter saído da empresa, mas continuo sendo um "líder sindical".
Já completamente bêbado, depois de beber quase 12 horas, resolvi voltar para casa. Eu realmente não gosto de dirigir bêbado, mas ontem passei da conta na bebida e peguei meu carro para voltar para casa. Para minha sorte não tinha trânsito e cheguei em casa inteiro. Deitei as 4 e pouco e mais ou menos 9 da matina ja estava acordado, com uma ressaca sinistra...
Aí o aluno pergunta: "E que que esta história toda tem a ver com o título?". Eu respondo. Estava conversando com a Ex-Mudinha durante um tempo e por algum motivo alguém fez uma brincadeira falando que o Tio não gostava dela, que ele gostava era de homem (o Joselito, para ser mais exato).
Ela responde então para a pessoa que fez a brincadeira (que realmente não lembro quem foi) que não precisa do Tio, porque "o Esparroman me ama", e me abraçou. O problema é que eu realmente gostava dela e ela sabe disso. Mesmo hoje eu gostando de outra pessoa, aquilo não foi muito legal e fiquei bem chateado.
Por essas e outras que eu digo: pessoas são más. Quando elas querem, elas sabem exatamente o que falar para machucar os outros. E eu sei que eu também sou assim. Isso que me deixa mais triste.
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