4 de jun. de 2009
LOLada, meu!
Outro dia, voltando da casa de Xuxu, parei no sinal e, quando olhei pro carro da frente comecei a rir. Não aguentei e tirei uma foto. Olha só:
2 de jun. de 2009
Fiesta Bahia Hotel (Salvador, BA)
No dia 14 eu estive em Salvador. Cheguei 1 e pouco da matina no hotel e não deu pra aproveitar muito, mas não podia deixar de fazer a cobertura do local. O Fiesta Bahia Hotel, dizem, é o mais bacana da cidade. Se isso é verdade, bem, Salvador tá fraca de hotel...
Não que o hotel seja ruim, muito pelo contrário. A entrada do hotel é MUITO bacana (não consegui tirar foto da recepção), mas pela sala de TV dá pra ver o altíssimo nível.

O quarto é bem grande, muito espaçoso e confortável, mas não tem nada de anormal, como o melhor hotel que já fiquei. Aliás, me lembrou bastante os hotéis que fiquei em Ponta Grossa. Dá uma olhada no quarto.


O que eu achei estranho foi que ao entrar, de cara, vemos o frigobar, que fica separado do resto do quarto e ao lado do banheiro. Vai entender...

O banheiro é normal. Tamanho regular e tudo mais. Mas o chuveiro, meu amigo, minha amiga... se não é o melhor chuveiro do mundo (não lembro mais como era o de Divinópolis) é o segundo melhor. Sério. A água é muita, com uma pressão cabulosa e numa temperatura regulável. Se eu não tivesse que ir pra reunião (ou se fosse passar mais uma noite), certamente ficaria uma hora em baixo do chuveiro.

Ainda tem uma varandinha bacanuda, que espanca a minha querida varanda do 1413 do Sonesta (que, curiosamente, não achei foto). Olha a vista dela pela manhã.


A piscina é muito bacana e fica ao lado do café da manhã. Não deu pra aproveitar, mas com o calor que estava às 7 da manhã me deu muita vontade.

O café da manhã é coisa de hotel 5 estrelas. São umas 4 bancadas grandes, abarrotadas de comida. Até carne de sol tinha! Claro que não comi, mas deu vontade.
Sem dúvida, dos hotéis que já fiquei, este é o segundo melhor. Apesar de não ter muito luxo no quarto, todo o resto compensa. Só que ainda não ganha do Paulista Wall Street, que tinha uma banheira de hidromassagem...
Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).
Não que o hotel seja ruim, muito pelo contrário. A entrada do hotel é MUITO bacana (não consegui tirar foto da recepção), mas pela sala de TV dá pra ver o altíssimo nível.

O quarto é bem grande, muito espaçoso e confortável, mas não tem nada de anormal, como o melhor hotel que já fiquei. Aliás, me lembrou bastante os hotéis que fiquei em Ponta Grossa. Dá uma olhada no quarto.


O que eu achei estranho foi que ao entrar, de cara, vemos o frigobar, que fica separado do resto do quarto e ao lado do banheiro. Vai entender...

O banheiro é normal. Tamanho regular e tudo mais. Mas o chuveiro, meu amigo, minha amiga... se não é o melhor chuveiro do mundo (não lembro mais como era o de Divinópolis) é o segundo melhor. Sério. A água é muita, com uma pressão cabulosa e numa temperatura regulável. Se eu não tivesse que ir pra reunião (ou se fosse passar mais uma noite), certamente ficaria uma hora em baixo do chuveiro.

Ainda tem uma varandinha bacanuda, que espanca a minha querida varanda do 1413 do Sonesta (que, curiosamente, não achei foto). Olha a vista dela pela manhã.


A piscina é muito bacana e fica ao lado do café da manhã. Não deu pra aproveitar, mas com o calor que estava às 7 da manhã me deu muita vontade.

O café da manhã é coisa de hotel 5 estrelas. São umas 4 bancadas grandes, abarrotadas de comida. Até carne de sol tinha! Claro que não comi, mas deu vontade.
Sem dúvida, dos hotéis que já fiquei, este é o segundo melhor. Apesar de não ter muito luxo no quarto, todo o resto compensa. Só que ainda não ganha do Paulista Wall Street, que tinha uma banheira de hidromassagem...
Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).
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