Eu sei, não teve post esse ano. Mas eu ainda não desisti do blog, só não estou com tempo (e saco, para ser sincero) de ligar computador a noite para escrever. No celular, dá trabalho demais escrever texto grande.
Esse foi um ano de muitas mudanças. Mudei de emprego, mudei de cidade, pela primeira vez tive que alugar um apartamento e fazer mudança.
O começo do ano foi divertido. Eu estava meio puto com meu antigo trabalho e resolvi fazer algumas coisas que não eram meu trabalho, mas que me davam pequenas alegrias. Um exemplo? Ajudei a minha equipe a fazer o front end de uma aplicação de um cliente.
Mais ou menos em março aceitei a proposta do pessoal de Juiz de Fora e avisei meu antigo chefe que estava saindo. Fiquei até o final de abril na antiga empresa e, dia 2 de Maio, comecei a trabalhar na nova empresa. Fazia muito tempo que eu não trocava de emprego, então foi curioso passar por toda aquela adaptação novamente.
Como era uma cidade nova, teria que passar pelo perrengue de procurar apartamento. Eu não sabia o quão difícil isso era. E mesmo depois que achei o apartamento (não era perfeito, mas foi um bom apartamento), começou o perrengue da mudança e da adaptação à nova realidade de não ter tudo à mão em uma casa nova.
Um ponto interessante: pela primeira vez em alguns anos eu não tirei férias (e consequentemente não viajei). É estranho isso: eu demorei a tirar férias no meu antigo emprego, mas como acumulou, eu sempre era obrigado a tirar. E aí, esse ano, não tirei. Por outro lado, esse ano viajei bastante. Estrada toda semana e vez ou outra um avião para São Paulo e Curitiba.
Largando um pouco o trabalho de lado, minha avó fez 100 anos. E pelo jeito vai chegar no 101. Minha sobrinha veio para a festa dos 100, mas pelo jeito não vem mais no Brasil tão cedo.
Castrei meu cachorro (com muita dor no coração), mas finalmente o bicho parou de tentar cruzar com tudo. Acalmar, que é bom, não acalmou. Continua uma peste.
A horta da casa da Ruiva começou a dar resultado. Colhemos algumas coisas, mas nada muito produtivo. Pelo menos serviu pra desestressar um pouco. Já no apartamento de JF consegui colher UMA jabuticaba e um monte de acerola. Deu mais jabuticaba, mas os passarinhos gostam tanto quanto eu e não importam de comer ainda verde.
E no final do ano, quebrei a barreira dos trinta e poucos e agora tenho trinta e muitos. Junto com a idade vieram os primeiros resultados de exame de sangue ruins de verdade. E dores, muitas dores. Em 2018 vou precisar tomar vergonha na cara e cuidar da saúde....