8 de abr. de 2009

Postura Profissional

Quando eu iniciava a minha carreira no mercado (como escraviário), em março de 2004, tinha o pensamento de que se o cara é bom, foda-se pouco importa a maneira como ele se vestia. Isso porque, na época, abandonei a bermuda e camiseta que utilizava na iniciação científica e passei a usar calça e camisa polo.

O tempo fui passando e passei a ver que a forma como a pessoa importa e passei a defender que as pessoas devem, sim, se vestir razoavelmente para trabalhar. Mas só quando essa pessoa tem contato com clientes ou fornecedores. Afinal, não faz sentido o cara colocar terno e gravata para ficar sentado no escritório, mostrando a coleção de gravatas para os colegas de empresa.

Aliás, um parentesis: sou completamente contra ternos e gravatas, em QUALQUER situação. Afinal, o país é tropical e não precisamos colocar mais roupa do que o necessário.

Outra coisa que julgo bastante importante (mas que não sou muito fã) é a barba feita ou bem cuidada. Novamente: se você tem contato com clientes. Não, não mudei a minha opinião de que se o cara é bom pode vestir qualquer coisa. A questão é que se o cara não é cuidadoso com ele, provavelmente não é rigoroso com a execução do trabalho.

Vale lembrar que isso não é uma verdade absoluta. Quem me conhece sabe que eu cago não ligo nem um pouco pra aparências (e sou bastante desleixado em situações não profissionais), mas sou rigoroso pra cacete na hora de executar tarefas profissionais (e algumas em casa também).

O fato de eu ter trabalhado como consultor me deixou mais rigoroso com relação a essa parte visual e, sem dúvida nenhuma, me deixou MUITO rigoroso no trato com o cliente. Brincadeiras para quebrar o gelo, manter um ambiente agradável e o bom relacionamento são importantes. Mas tem que ter limites.

Por que esse blábláblá todo? Simples: porque o pessoal da minha equipe não faz NADA disso. Tirando eu, ninguém faz a barba para vir ao cliente. Nem mesmo meu chefe e o chefe dele. Tá certo que o pessoal do cliente num tá nem aí pra isso (eles mesmos ficam vários dias com a barba por fazer), mas nem por isso nós devemos fazer o mesmo.

Agora o mais bizarro de todos é um dos recém formados. O cara faz piadinha com TODOS os clientes. Chama o nosso contato no cliente (e principal interessado no nosso projeto) de Wagner. Mas isso porque o cara parece com o Wagner do Cruzeiro (mas é um atleticano doente, de ter tatuagem do galo e tudo mais). Não satisfeito, chamou um outro cara de "Marquito" (sim, o cara chama Marcos) e um outro de Vivi (não sei o nome desse).

O pior de tudo é que várias pessoas já falaram isso com ele e ele só fala "que que tem?". Mas tudo bem, no dia em que ele tomar uma porrada de alguém graúdo ele aprende...

7 de abr. de 2009

6 de abr. de 2009

Física Avançada

Conforme eu mostrei ontem, liguei o PC na TV gigante do Véio para poder assistir séries confortavelmente (e babando, lógico). Para tal, usei um notebook que emprestei para a Véia quando "ganhei" o meu do emprego. E copiei todas as séries para o Desktop, para poder apagar facilmente depois que terminasse de ver tudo.

O espertão aqui esqueceu de apagar antes de devolver (lógico) e o HD ficou lotado. A Véia precisava de espaço e me ligou desesperada. Falei que ela poderia apagar tudo o que estava no desktop. Aí o seguinte diálogo ocorreu:

- O que é desktop?
- Ah, fecha tudo o que estiver aberto. É isso que sobrar.
- E o que pode apagar?
- Tudo.
- Ué, você está estudando sobre a teoria do big bang?
- Ahn???
- É, tem um monte de arquivo aqui "the big bang theory".
- Ah, tá. Pode apagar.
- Mas por que? Isso é bárbaro!
- Não, mãe, pode apagar. São episódios de um seriado.
- Não, vou deixar aqui para você pegar depois.
- Mãe, é um seriado de comédia. Não tem nada da teoria. Só o nome.
- Ah, tá. Vou apagar então.

Imagina se ela visse um dos episódios. Ia pensar que foi baseado em mim...

5 de abr. de 2009

Da maconha para a heroína

Xuxu pegou uns episódios de umas séries com o pessoal do trabalho e resolvemos aproveitar que o Véio está viajando para ligar o notebook na TV de 32" dele e assistir. Agora eu sei exatamente o que o Primo quis dizer com "foi como pular da maconha pra heroína"


Ver TV nunca mais será a mesma coisa....