Fato é que eu estava pensando em trocar, mas o sonho da casa própria falava mais alto e desisti da idéia. Aí vi que os pneus da frente estavam quase carecas e que teria que trocar em breve. Comentei com o Véio e ele falou que eu naõ trocasse, que fizesse rodízio. Fiz e esqueci do assunto.
Eis que mês passado, do nada, ocorre o seguinte diálogo:
- Vou trocar seu carro - disse o véio.
- Hein?
- É, vou aproveitar o IPI baixo. Já olhei tudo, segunda vou lá fechar o negócio.
- ???? (ainda sem acreditar)
- Só que só chega mês que vem.
- Tá bom.
E semana passada ele chegou:

Basicamente é o mesmo carro, da mesma cor, mas modelo novo (e zero km). Não pude escolher nada, só se queria insulfilm ou não (que eu teria que pagar, logo não quis, lógico).
O esparromóvel foi utilizado como moeda de troca e ficou na concessionária. Mas parte dele sempre estará junto de mim. É que a lanterna quebrada de quando atropelei uma árvore continua aqui em casa. Essa aí embaixo:

Ah, na hora de pegar o carro deu uma merda, mas isso é história pra outro post (um merecidíssimo "Esparroman NÃO Recomenda").















