31 de jan. de 2009

Mini Moldem

Eu tenho quase certeza que já coloquei isso aqui, mas como não achei, resolvi postar (notaram que hoje revirei as fotos do celular, né?). Estava com Xuxu no shops quando passamos por uma loja da vivo e vimos isso:


Doeu ler isso.

Centrão de BH

Dia desses aí pra trás fui fazer exame pra poder conseguir entrar no cliente novo. O lugar conveniado é uma clínica que fica em um prédio de BH que achei que NUNCA fosse entrar. Um daqueles em forma de pedaço de pizza da Praça 7. Esse aqui:


As salas da clínica ficam no 18º Andar o que proporcionou essa foto:


A vista é mais legal que a foto. E dá pra ver muita coisa de BH. Mas uma coisa eu digo: o ambiente lá não é dos melhores. Ainda mais para uma clínica médica. Confesso que se eu puder não entrar mais lá ficarei feliz.

Novo Local de Trabalho

Com o projeto novo, mudei de lugar. Saí do meio do andar e fui pra uma das pontas, o que diminuiu absurdamente o barulho. Agora, eu sento aqui:


Atrás de mim tem uma sala de reunião (que ocupa quase metade do andar)

Acabou a paciência

O meu problema com a tim já é de longa data (sem link, porque a pesquisa no blog tá bichada). Eu estava levando numa boa porque tudo o que era cobrado errado era corrigido rapidamente e era devolvido em dobro. Tudo o que tinha que fazer era tirar uma hora por mês para ligar para eles (quando a ligação não caia).

Acontece que nos últimos três meses eles não pagaram o valor em dobro e eu fiquei puto com isso. Principalmente porque eu reclamei uma segunda vez pelo não crédito em dobro e nada foi feito.

Aí resolvi que era hora de dar um basta no problema. Comecei a levantar fatos e dados para poder brigar com eles, desta vez realmente envolvendo Anatel e, quem sabe, o Procom ou pequenas causas.

Catei todas as minhas contas desde janeiro e olhei, uma a uma, para fazer um levantamento de valores cobrados errados, o que havia sido devolvido, quanto tempo demorou para ser devolvido, os protocolos de cada uma das reclamações, o tempo que fiquei em ligação com a TIM (afinal, minha hora é cara e queria cobrar isso na justiça).

Além disso, queria levantar quantas vezes eu liguei para lá pedindo para cancelarem a porra do Prediletos, que vem causando todo este problema, e que não foi feito (mesmo os cornos prometendo que "agora eu retirei do sistema. Pode ficar tranquilo").

O trabalho foi duro e descobri que não tenho a informação de duração das chamadas (muitas foram feitas com o telefone que morreu). Também não tenho todos os protocolos de ligação (só anotei as que importavam). Fora que as ligações que caem no meio não tem protocolos (agora até tem, com a nova lei). Mas consegui levantar bastante informação útil. O principal foi a lei que rege a telefonia móvel no brasil.

Como eu não poderia reclamar antes de pagar a conta (senão não recebo em dobro), estava esperando chegar o dia 8 de fevereiro para começar a brigar. No entanto ontem (ou ante-ontem) a TIM me ligou e falou que analisaram uma reclamação que eu havia feito do valor em dobro de novembro e dezembro e que iriam me pagar. Só que a reclamação já tinha quase um mês. Ou seja: vai pra listinha de fatos e dados.

Agora só estou contando os minutos para fazer as reclamações. Vou reclamar na Anatel assim que desligar o telefone da briga com eles, não importa qual seja o resultado do telefonema. E vou ver com algum amigo "adevogado" se posso processá-los e pedir reembolso pelo tempo que perdi ligando para eles (aliás, se alguém souber por favor me avise).

E para garantir que eles gastem bastante dinheiro comigo, desde Outubro (que foi quando descobri), só ligo para o 0800 deles, do meu telefone fixo. Por que assim eles pagam pela ligação que eu faço e pelo tempo que me deixam esperando e enrolando. Aliás, se você é cliente TIM, faça isso também: 0800 741 4141.

Antes que perguntem: eu ainda não troquei de operador porque tenho uma fidelização e não estou afim de pagar multa. Fora que, querendo ou não, a TIM é a que tem os melhores planos para mim...

30 de jan. de 2009

Crise na veia

A minha empresa é coligada a uma outra, bem maior, que já possui um contrato de longa data no cliente atual. Por conta disso, o presidente da minha empresa negociou com a outra empresa um "empréstimo" de pessoal para algumas tarefas mais, hum, chatas. Tarefas essas que precisa de ter contato dentro do cliente para andar rápido.

Hoje, rolou uma reunião em que esse cara que foi emprestado seria apresentado pra gente. Além dele viria um outro cara que era qualquer coisa comercial da empresa coligada para fazer as apresentações.

Quando o cara comercial chegou, só eu estava na sala, logo fui atendê-lo. Ele pediu desculpas e disse que o outro cara ia atrasar um pouco porque estava finalizando um negócio. E começamos a conversar.

Papo vai, papo vem e descubro que a empresa coligada está sendo realmente afetada pela crise. E que estão cortando cabeças geral por lá. Se tá desalocado, é rua. Não interessa tempo de casa, cargo, etc. O que eu acho uma burrice, como disse segunda.

O presidente da minha empresa, que antes de mais nada pensa nos funcionários, está tentando ajudar o pessoal da coligada com esses empréstimos. Mais ou menos assim: o cara vem, trabalha pra gente, mantem o emprego e é pago pela empresa dele. Nós, ganhamos mão de obra grátis para o projeto e ficamos "devendo uma" pra outra empresa (na verdade eles é que estão devendo muitas, por isso estão emprestando pessoas pra gente).

O tal cara comercial, falou uma porção de vezes, para deixar bem claro: se a gente não aproveitar o cara, ele tá na rua. Por algum motivo achei que era um cara novo, mas quando ele chegou, levei um susto. O cara tem mais de 50 anos, fácil. Cabelo branco e tudo mais.

Nessa hora, caiu a ficha. O cara devia estar próximo de aposentar, não tem ensino superior (é só técnico) e, dificilmente, arrumaria um outro emprego. Ainda mais em época de crise. E o cara do comercial tá que fala que se não aproveitar o cara ele tá na rua. Inclusive na cara dele.

Bateu um sentimento meio estranho e deu pra ver que o Chefe vai fazer de tudo para aproveitar o cara. Mesmo ele não sendo muito útil pra gente agora, vai segurar o cara porque mais pra frente ele pode ser útil.

E fiquei pensando o quanto deve ser difícil pro cara saber que se a gente não aproveitar ele tá na merda...

29 de jan. de 2009

3 divórcios = diretor

Hoje, voltando para a empresa com o Chefe:

- Li um estudo que todos os grandes diretores de empresa do Brasil já tiveram no mínimo 3 divórcios.
- Uai, já tá quase, hein, chefe? - Diz um dos caras da equipe.
- Pois é, só falta mais um. Vou aproveitar o carnaval, arrumar uma esposa e daqui 3 meses, quando separar, vou falar com o presidente da empresa: "Ó, já divorciei 3 vezes. Já posso ser diretor".

Isso porque ele não tem nem 35 anos...

Coincidência

Toda vez que eu tenho problemas com transporte para ir para o local de trabalho eu acabo trabalhando igual um corno no dia. SEMPRE aparecem coisas no nada para fazer "para ontem". Hoje não poderia ser diferente.

Voltando para o trabalho no carro alguém liga para o Líder. Falam que estão precisando da minha ajuda para um assunto que eu conheço bem (o que não é mentira). Aí o Líder fala que estou indo pra empresa e que posso ajudar o pessoal (sem me consultar).

Chego no trabalho e jogam a bomba em mim. Falam o que tem que fazer e depois mandam aquele "essa pica é do aspira". E lá vai o aspira aqui resolver o pepino. Se fosse coisa que dependesse só de mim, tava de boa. O problema é que não era. eu dependia do povo do Rio, da empresa concorrente. Pior: era de um cara que é MUITO ruim de serviço.

Pedi as coisas para ele, "peloamordedeus pra hoje, o mais rápido possível senão eu tô fudido". Oque não sensibilizou muito o cara. Liguei mais umas 2 vezes, mandei email, chorei e consegui. Aí faltava fazer a minha parte. E fiquei a tarde inteira com o trabalho de corno de colocar documentos na rede do cliente, usando um sistema tosco em uma rede pior ainda.

Lá pras 5 horas meu "célebro" já não funcionava mais. Minha vista estava embaçada. O sono estava bravo. Mas continuei bravamente. Na hora que acordei, ainda pensei: "putz, ainda tenho que voltar a pé pra casa". Aí abri a mochila pra guardar o celular e vi a chave do carro. "Ué, porque que a chave do carro está aqui?". Como não descobri a resposta, liguei o foda-se e fui até a empresa, para deixar o notebook.

No meio do caminho, quando vi um carro igual o meu, uns 10 minutos DEPOIS de ter visto a chave do carro, lembrei "caralho, eu tô de carro!". Sério, QUASE que eu volto a pé pra casa e largo meu carro na empresa. E o pior: estava em uma aga que não era minha e que seria usada por alguém amanhã.

Mas pelo menos consegui voltar pra casa rápido...

A maldição do transporte

Definitivamente eu não nasci pra usar de transporte dos outros. Principalmente quando não sou eu que marco. Foi assim em Ponta Grossa, indo pra Itabira, indo pra Seven Lakes (não achei o link), voltando de Pirapora, indo pra Brasólia (duas vezes)... E hoje indo para o Cliente.

Aconteceu o seguinte: o cliente é meio longe e a gente estava indo de carro alugado. Como estava ficando meio caro, ontem conversaram com umas pessoas e conseguiram que a gente fosse no balaio deles. Olharam tudo, pegaram as linhas de ônibus e caminhos. Eu, que não estava lá, pedi para alguém olhar para mim. Olharam. Igual a cara deles.

A menina que olhou falou: "ó, desce tal rua inteira é só parar em algum ponto de ônibus e dar sinal. Qualquer coisa tem um cara da empresa que mora no seu prédio". Nunca troquei mais que duas palavras com meu vizinho, então resolvi acordar mais cedo e esperar o balaio.

Hoje, acordo 5:15 da matina e fico pronto muito mas rápido que o esperado (dado o sono). Saio de casa 6 horas e, saindo, o Véio perguntou:

- Você sabe onde é?
- Mais ou menos, mas vou ficar de olho no tal do vizinho. Qualquer coisa sigo ele.
- Mas e se ele estiver de férias?
- Ah, sem chance.

Cheguei no ponto 6:05 e fiquei esperando. 6:30 eu começo a prestar mais atenção, porque estava quase na hora do balaio passar. Fico olhando para o lado esquerdo, dado que o ônibus desceria a minha rua.

6:32 eu vejo o ônibus passando na minha frente, mas do outro lado da Rua. Penso em correr, mas não daria tempo. Além do mais, o busão deveria descer a rua e na verdade estava subindo. "Ah, ele deve dar a volta na praça que tem no fim da rua".

Levanto e fico à vsita do motorista. 1 minuto e nada. 2 minutos e nada. "Ué, será que ele não desce a rua? Ná, deve ter parado pra pegar alguém". 3 minutos e nada. Resolvo ir para o meio da rua para ver a tal praça. Nada de ônibus. "Fudeu", pensei.

Resolvo ir para a Bandeirantes, dado que, pelo o que a menina havia falado, ela seria buscada depois e o único caminho para ir para lá seria passando pela Bandeirantes. Quando estava perto da minha casa ela liga e pergunta "cadê você?". Falei que ela tinha falado que o busão descia a rua e que na verdade ele sobe. E que iria de carro.

Entrei em casa, nem falei nada com o Véio pra não ouvir algo e ficar puto, peguei a chave do carro e fui para o cliente. Chegando lá, ligo para o líder da equipe e escuto "você perdeu o ônibus, né?". O sangue ferveu, mas aguentei. Deu vontade de falar "não, a anta da menina que me passou a informação errada".

Encontrei com eles e todo mundo ficou falando que eu tinha perdido o ônibus. Puto (mas MUITO puto) fui beber água para não falar merda.

Fizemos o que tinha que fazer e ainda era 10:00 da matina. O busão do pessoal só saia no fim da tarde. Solução: voltar para a empresa. Como? Esparromóvel. "É, agora cês num ficam zuando que eu perdi o balaio, né?", eu disse. Com uma vontade imensa de falar "se fuderam, agora vão ficar mofando aí". Mas acabei dando carona pro povo.

Indo pro carro, ainda "brinquei": "ó, minha gasolina tá acabando. Vou para no posto vai rolar vaquinha de 10 reau de cada um.". O Líder viu a merda e me mandou pedir reembolso por km rodado. Aí não ficou tão ruim assim.

Cara

28 de jan. de 2009

Praticamente um mentor

Eu já comentei aqui que ganhei uma estagiária no fim do ano passado. Essa estagiária não era realmente minha subordinada, mas acabei adotando a menina e tratando como se fosse o líder dela.

O tempo foi passando, a menina foi aprendendo, eu dei conselhos que melhoraram absurdamente o código (sem modéstia nenhuma), fizemos mágica para implementar uma funcionalidade que pediram (essa realmente foi suada) e o meu líder vendo que ela estava mandando bem (e que eu tava cuidando bem dela).

Aí veio a reunião de feedback e o meu líder comentou que tinha gostado que eu tinha adotado a menina, que ela tinha aprendido muito rápido e que estava mandando bem e que eu tinha dado uma ajuda fundamental nisso, até pelos meus anos "fazendo programa no alto da afonso pena" (piada só para Belorizontinos). Aí acendeu uma luzinha em cima da cabeça do meu chefe e 3 coisas aconteceram:

1) ele perguntou que história era aquela de 2 anos fazendo programa. Explique que durante muito tempo fui programador e que a empresa ficava no alto da Afonso Pena. Ele perguntou se eu queria voltar a programar (tem um projeto muito grande começando agora). Falei que por enquanto não.

2) Ele teve a idéia de tirar a menina desse projeto que ela estava (que é interno e não dá retorno) e vai colocar a menina no tal projeto. Perguntou o que eu achava e falei que ela dava conta.

3) Ele voltou a perguntar se eu não animava voltar mexer com programação, porque tava precisando de gente com experiência pra fazer especificação de requisitos e que sabendo que eu tinha essa experiência ficaria mais tranquilo e tal. Falei que não era o meu foco agora, que queria consolidar um pouco meus poucos conhecimentos em GP e tal, mas que se precisasse, "estamos aí".

Acabou a reunião, alguns dias se passaram e durante uma folga que resolvi me dar para esfriar a cuca fui na tal menina ver comé que estavam os trabalhos. Ela falou que tinha terminado o treco que estávamos fazendo e contou que estava indo para outro projeto.

Perguntei se ela tinha gostado e ela disse que "ah, é uma experiência nova", meio com medo do que a esperava. Contei a historinha da minha reunião, que tinha falado que ela estava mandando bem e tal e que seria uma experiência muito boa pra ela, porque ela veria o que é programar de verdade. Que aprenderia muita coisa nova, coisas de outras áreas e que era uma chance ótima para mostrar serviço. Ela ficou toda animada e senti que ela gostou das palavras que eu disse (que eram realmente sinceras).

Saí da mesa dela uma pessoa mais feliz, por ter ajudado alguém que é realmente esforçada e que merece ser vista. Durante essa minha curta vida profissional já vi e sofri muita coisa que acho errado e prometi a mim mesmo não cometer os mesmos erros. Por isso sempre que posso converso com ela sobre o desempenho dela (que é realmente bom), coloco meu lado "líder sindical" pra trabalhar e assim vou tentando fazer a vida de todo mundo melhorar (e a minha também, lógico).

No dia seguinte, do nada, ela veio até a minha mesa e contou que teve a primeira reunião do projeto, que o treco era muito louco, que ia fazer interface com um monte de outros sistemas, que ia ser foda, mas que ela estava super animada.

Fiquei mais feliz ainda e sentindo que vou virar mentor dela...

27 de jan. de 2009

Reunião de Feedback

Acabou que esqueci de comentar aqui como foi a reunião de feedback. A reunião foi na segunda da semana passada a tarde e participaram meu líder e meu antigo chefe. A reunião funciona assim: eu, que fiz a minha auto-avaliação no mês passado, comento o que escrevi em um determinado tópico. Meu líder, comenta sobre o que eles escreveu. E o meu chefe dá "parpites" quando acha que vale a pena.

Eram 4 tópicos: "espírito da empresa", Capacidade profissional, "Planejamento e organização" e "Gestão de Negócio". Para cada um você escolhe uma nota (abaixo da média, na média e acima da média) e coloca porque escolheu isso.

Esses níveis são definidos pela empresa segundo muitos critérios. E é FODA escolher, porque a variação entre s níveis ou é muito grande ou é muito pequena. Tipo: o abaixo da média é um lixão. O na média e o acima da média, em alguns casos, muda apenas uma definição em 20 coisas. E como são muitos itens em cada um dos tópicos, as vezes você era uma coisa de um e uma coisa de outro.

Eu coloquei, respectivamente, acima da média, na média, acima da média e na média. Isso depois de MUITA indecisão. Nos dois que eu coloquei acima da média, foi com convicção. Realmente acho que peguei o espírito da empresa e, modéstia a parte, me planejo bem pra caralho e sou organizado como poucos.

No "capacidade profissional" eu fiquei muito em dúvida. Mas pra não pagar de bomzão, coloquei um médio, até porque quando entrei na empresa não tinha conhecimento nenhum em gerenciamento de projeto. No último dos itens, o "Média" só foi porque o "abaixo da média" era muito lixo. Do que estava previsto nesse item, eu me enquadrava em pouca coisa. Até porque era muito questão de venda e tal e eu não tenho muito dom pra isso.

E lá fui eu pra rônião. Como era a minha primeira avaliação de desempenho, o chefe fez uma abertura, explicando como seria e que a nota final não dizia nada, que os resultados das avaliações só são colhidos em abril e blábláblá. E pediu par eu começar a falar.

Antes de começar dei aquela olhadela na avaliação que meu líder tinha feito para ver se tava batendo com a minha e vi as seguintes notas: Acima da Média, Acima da Média, Média, Acima da Média.

Achei bacana ele ter colocado acima da média para mim nos que eu achava que era a média, mas pô, colocar "média" a minha capacidade de organização e planejamento era forçar a barra. E MUITO. Mas como ele ia ter que falar depois de mim, resolvi esperar para ver o que ele ia argumentar...

No primeiro item, que bateu, ele falou super bem. Falou que eu peguei o espírito da empresa mesmo com pouco tempo de casa e que eu ajudava o pessoal e blábláblá. No segundo, falei que tinha colocado médio por não ter muito conhecimento em GP ele falou que era o contrário, que para ele capacidade profissional é capacidade de aprender e sempre buscar conhecimento, por isso me deu um Acima da média. Achei bacana.

No terceiro item, falei, sem nenhuma modéstia, que achava que me planejava muito bem e era organizado, que nunca ficava até mais tarde porque sabia dosar meu tempo e blábláblá. Ele falou que concordava comigo e que só não me deu um acima da média porque eu trabalhava sozinho e assim não tinha como saber como é meu planejamento quando envolve mais de uma pessoa.

Aí meu chefe interveio e falou que achava que eu merecia um Acima da média porque eu não trabalhava sozinho. Que na verdade meu trabalho era mais difícil que trabalhar em equipe, porque eu tomava conta de 15 projetos e que cada um tinha uma pessoa diferente envolvida. Que eu conseguia me virar com os 15, que cada um estava em um lugar e alguns até em cidades diferentes. Aí eu fiquei felizão.

No último, falei que eu nunca tinha brigado com cliente, sempre tratava bem e tudo mais e deixei mais para o meu líder falar onde ele viu que era acima da média. Mas acabou que o chefe não deixou ele falar, porque começou a comentar o que ele esperava de engenheiros plenos (como eu). E acabou que fiquei sem saber o que o cara tinha escrito.

No fim das contas, saí muito satisfeito. Ví que meu trabalho está sendo reconhecido e que o pessoal está botando fé no em mim.

Agora eu quero saber é quando vou ter aumento, hehe...

26 de jan. de 2009

Cabeças rolando

Fiquei sabendo uns dias aí pra trás, no aniversário da Consultora, que a minha antiga empresa de consultoria está cortando cabeças. Uma amiga (ou conhecida, sei lá) dela tinha sido mandada embora mesmo tendo sido sempre promovida nas avaliações que estavam rolando.

Achei aquilo estranho, mas tudo bem. Tem muita gente aproveitando a desculpa da crise para limpar o quadro inchado. A empresa, que vende planejamento mas não planeja nada, também aproveitou, sem pensar no futuro.

Aí fiquei sabendo que um cara que entrou comigo também foi cortado. O cara tinha pedido pra voltar do exterior, estava sem projeto e foi pra rua. Segundo ele, o critério usado pela empresa foi: gente parada em casa e a média das avaliações. Diz ele que a primeira avaliação dele foi ruim, e isso levou a média lá pra baixo.

Aí fiquei pensando na minha história e que provavelmente também seria cortado se o critério fosse a média. Isso porque tenho certeza que a minha primeira avaliação foi ruim. A questão da alocação eu não sei. Talvez ainda estivesse em BSB, mas nunca se sabe.

O fato é que eu não poderia ter mudado de emprego em hora melhor (pelo menos eu acho).

25 de jan. de 2009

Momento "Hã?"

Agora a pouco, minha mãe me liga. Está falando muito rápido e eu não consigo entender muito bem. Depois de 3 "não entendi, repete", consegui decifrar o seguinte:

- Rápido, pra eu copiar alguma coisa é control o que?
- hã? - perguntei sem entender do que ela estava falando.
- É, pra copiar alguma coisa, é control que tecla?
- Control C. E pra colar Control V - disse eu, bom menino que sou (mas ainda sem entender).
- Deixaa eu.. deu, tchau. Tutututu...

Agora deu um "click" e acho que descobri. Devia ser alguma promoção da de companhia aérea que ela estava tentando comprar e tinha que copiar alguma coisa de um lugar para colar em outro. Pelo menos eu acho.

Mas é ridículo ela não conhecer o bom e velho ctrl+c ctrl+v ctrl+b...