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28 de fev. de 2011

Esparroman Foi: Peixe Boi

Sendo bem sincero eu fui no peixe boi há tanto tempo que não lembro de muitos detalhes. Principalmente porque eu já cheguei lá meio bêbado, pois fui em um dia que tive um evento antes. O que eu lembro com certeza foi que saí com uma impressão boa. Mas vamos lá apertar a memória....

Pra começar não tem foto. Primeiro porque as fotos que eu tinha tirado sumiram do meu celular e depois porque o bar é mais recente que o Google Street View. E também não tem link, porque não encontrei o site oficial, mas fica na Rua Pium-í, 807. Resumidamente, o lugar é grande, uma área coberta (onde devia ser a casa que antes existia lá) e uma varanda aberta. A decoração é simples, sem frescuras.

Que eu me lembre, o atendimento é bom, mesmo com o bar cheio (eram poucas mesas vazias). A comida é excelente, mas acho que vem pouco. Não sei dizer ser é caro, porque cheguei muuuuuito depois do pessoal e, quando a conta chegou, me falaram para deixar 15 conto que tava bom. Pelo que eu li na internetcha, é meio carinho, principalmente a cerveja. Falando em cerveja, uma coisa eu lembro: era MUITO gelada. E como estava bastante calor no dia desceu bem.

Eu me lembro de ter visto muitas mulheres no dia, mas não sei falar a proporção. O que eu lembro é que eram arrumadas (o que não quer dizer que eram bonitas). Eu estava de bermuda e tênis, hehe.

Não cheguei a ir ao banheiro, mas me disseram que é limpo.

Estacionamento é algo impossível. A rua Pium-i é lotada de bares, botecos e restaurantes, então ou você chega cedo ou para longe pra cacete, e sempre com flanelinha. Por ser razoavelmente perto da minha casa e eu já saber disso eu fui a pé.

Vou tentar voltar lá em breve, dessa vez sóbrio, para tirar melhores conclusões...


Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).

21 de fev. de 2011

Esparroman Foi: Studio Bar

Fui ao Studio Bar pela primeira vez esse ano, mas ele já existe há muito tempo. Ficou fechado por um período, mas depois de reaberto o lugar ficou sensacional (não sei como era antes). Basicamente é uma casa antiga transformada em uma casa de show (tinha tirado fotos, mas já sabem, né? Então pedi ajuda ao Google Street View).


São vários ambientes e chega a ser meio "labiríntico". A decoração das paredes é toda em grafite e tem algumas guitarras e posters pendurados, bastante legal.Nas partes abertas, não tem mágica: se o dia está quente, o calor é infernal (como era o caso). São alguns ambientes abertos, com um bar, algumas mesas e uma parte descoberta, que vira o fumódromo.

Na parte fechada, o ar condicionado é potente. O palco é razoável e o som muito bom, apesar de ter um pouco de eco. A pista é até grande e em uma das laterais tem mesas para quem quer se sentar. Na outra lateral do palco fica um dos 3 bares. Ele é tão alto que eu tinha que esticar o braço para conseguir entregar a comanda pras atendentes. No fundo, um mezanino, também com mesas e outro bar.

O banheiro fica na parte aberta e é muito estranho. É basicamente um mictório calha gigantesco, com uns 10 metros pra mais e lááááááá no fundo uma casinha com uma privada. No começo da noite é bem limpo, mas depois que enche, fica meio porco. A privada, no dia que eu fui, foi inutilizada por vômito.

O valor da entrada varia, no dia que eu fui era 25 ronaldos para homem e 20 para mulher (bem caro) e as bebidas também não são picolé: 5 ronaldos a heineken long neck (que ainda te garante dor de cabeça no dia seguinte). Como era um dia muito quente, tomei umas 7 e minha conta no fim da noite foi uma graça. Pelo menos aceita cartão de crédito (Visa com certeza e acho que Master também), então empurrei a conta para o mês seguinte.

A proporção homem mulher varia muito durante a noite. Quando cheguei achei que estava no paraíso: tinha MUITA mulher e pouco homem, apesar de estar vazio. Sem exageiro: a proporção era 70/30 M/H. Com o tempo os cuecas foram chegando e igualou. Mais para o fim da noite a coisa inverteu e ficou uns 35/65 M/H.

Como cheguei cedo, estacionar não foi tão difícil (mas parei em outro quarteirão, num lugar meio escuro e que me deixou preocupado), mas imagino que estacionar no quarteirão seja impossível. Tem muito flanelinha (onde eu parei não tinha) e deve ser daquele tipo que cobra adiantado, porque quando sai (umas 3 da matina) já não tinha mais ninguém tomando conta dos carros.

O lugar é muito bacana e dizem que os shows são sempre bons (vou falar sobre o show do dia em outro post), mas o lugar é meio caro. Se fosse mais barato (pelo menos a entrada), iria com muito mais frequencia, mas ficar pagando 25 conto toda semana só pra usar o banheiro não dá.


Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).

14 de fev. de 2011

Esparroman Foi: Butequim da esquina

Ainda na onda dos bares que eu fui que sumiram as fotos do meu celular, temos o Butequim da Esquina. O bar fica na Vitório Marçola e é razoavelmente grande. Dá uma olhada na cara dele, graças ao Google Street View:


É um boteco mais arrumadinho e bem frequentado. O atendimento é meio fraquinho. Mesmo quando estava bem vazio o garçom não olhava para a nossa mesa com muita frequência. Pelo menos não piorou depois que encheu (e enche MESMO). A cerveja de garrafa não é das mais baratas (R$ 4,50, oelo que me lembro), mas acho que eu que fiquei muito tempo sem beber, porque todos os lugares que fui estão nessa faixa.

A comida é tipicamente mineira: bem gordurosa. Neste dia pedimos frango a passarinho (bom), torresmo (muito bom) e provolone pachá (EXCELENTE). A porção é bem servida e o preço não é dos mais caros. O provolone é realmente de babar e acho que foi o mais barato dos 3 pratos.

A proporção homem/mulher é 60/40. Tem bem mais homem que mulher, apesar de algumas mesas somente com mulher. O pessoal é mais arrumadinho, mas não chega a ser aquele povo fresco.

O banheiro é maromenos. São 2 casinhas e 3 mictórios, salvo engano. Não é um espetáculo de limpeza, mas também não é nojento. Só fui uma vez, mais ou menos no meio da noite, então não sei se piora mais pro final.

Estacionar, se você chega depois de 8 da noite, é um inferno. Essa também é uma daquelas áreas com 400 lugares restaurantes/bares. Eu parei tranquilo, porque cheguei cedo.

A conta, no fim da noite, foi meio alta, mas bebemos um bocado e comemos muito também. Mas como aceita cartão de crédito, joguei o problema para este mês, hehe.


Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).

7 de fev. de 2011

Esparroman Foi: Bar da Neca

Apesar de ser muito perto da minha casa, eu nunca havia ido ao Bar da Neca. Primeiro porque está sempre cheio e segundo porque eu achava que era caro. Só que o pessoal do período antes do meu na faculdade resolveu marcar um encontro lá. Eu, como já estava de saco cheio de trabalhar, resolvi ir.

O lugar não é dos maiores, apesar de ser bem comprido. Perdi as fotos, mas graças ao Google Street View a gente consegue ver o lugar (crica pra ampliar):


São todas essas portinhas, mais o deck do lado de fora e parte do passeio. O problema é que do lado de dentro quase não cabe mesas, então ele fica bem cheio sempre, porque não cabe muita gente.

O atendimento é razoável, mas quando fica insuportável de cheio é complicado pedir alguma coisa. A cerveja de garrafa é 4,10, se não me engano. Nada muito absurdo, mas eu acho caro por uma ampola. A comida, ao contrário, é até barata. Uma porção de iscas de franco com molho blábláblá é algo em torno de 20 reais e vem comida pra cacete. Éramos 5 marmanjos com fome e segurou a onda.

O banheiro é bem limpo para um lugar que vende tanta cerveja e, se não me engano, é 1casinha e um mictório de calha médio. Tinha tirado uma foto pra lembrar, mas deu pau no meu cartão de memória... O difícil, na verdade, é chegar até ele. É tanta gente no caminho que fica difícil andar dentro do bar. Isso porque era uma quinta-feira. Imagina numa sexta a noite.

Difícil também é conseguir estacionar. Ou você chega cedo (tipo 6 da tarde) ou para longe pra cacete, já que tem 400 bares na redondeza. E tenha certeza: vai ter um flanelhinha pra encher seu saco. Como eu já conheço a região, parei numa rua que ninguém veio encher o saco, mas foram uns bons 4 quarteirões de caminhada.

Não fosse tão cheio, até animaria ir mais vezes. Fora que ficar pagando 4 conto por garrafa não é das coisas que gosto de fazer.


Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).

31 de jan. de 2011

Esparroman Foi: Oficina d'idéias

Na meiuca de Janeiro foi aniversário da minha querida amiga Consultora e ela comemorou no Oficina D'Idéias. O bar, que fica na Rua Congonhas, junto de outros 456 bares, é uma antiga casa e não é dos maiores. Dá uma olhada na foto que chupinhei do site:


Dá pra ver be porcamente na foto, mas ele é dividido em 2,5 ambientes. Um abiente é o do balcão, esse aí logo na cara. Essa é a parte casa do negócio, onde ficam também os banheiros, bem ruins, por sinal. Eles são pequenos e só uma casinha para cada sexo. A pia, com o espelho, fica do lado de fora e se você dá azar de pegar uma dupla de mulheres esperando para usar o anheiro, um abraço. Elas ficam lá se olhando no espelho e você não consegue lavar as mãos.

Depois daquela porta tem o outro ambiente e meio, que era o quintal da casa. O meio ambiente é porque lááááááá no fundo tem um pedaço mais alto que cabem umas 3 mesas e fica separado do resto do pessoal. Essa parte de trás é quintalzão mesmo: tem árvore e tudo mais.

O atendimento do lugar é bem ruim. Quando estava vazio até que o garçom vinha algumas vezes, mas depois que encheu ficou impossível pedir qualquer coisa. Acho que são 2 garlons para a casa toda, o que é impraticável. A cozinha também não é das melhores: a batata frita veio nadando em óleo e o pessoal nem conseguiu terminar de comer.

Apesar da guitarra pendurada o esquema é meio lounge, logo as música são daquelas que você nem consegue saber que mudou. Parece ser uma única a noite toda. Tem até um DJ, mas é daqueles de playlist: abre o winamp (se é que ele usa winamp), coloca as músicas e deixa tocar.

O preço eu juro que não lembro. Tem entrada e, como era aniversário, era 5 ronaldos. Se não for aniversário é mais caro. O que eu lembro é que bebi uns 5 chopps e deu uns 17 reais, o que dá a média de 3 reais por chopp. Nada muito absurdo, mas não chega a ser barato.

Como estava de costas para o mundo não consegui perceber com detalhes, mas a proporção homem/mulher pareceu ser 50/50. Lá no balcão estava bem cheio e como não pode mais fumar em lugar fechado, fica um monte de gente na porta fumando. Aceita cartão de débito e dinheiro e não peguei fila pra pagar, mas já era razoavelmente tarde quando fui embora.

Aliás, parar na rua é algo quase impossível se você chega depois de 9. Como tem muito bar, as ruas enchem muito rápido e tem flanelinhas malditos querendo seu dinheiro. Fora que a galera entope seu carro de propaganda de festa.

Não chego a não recomendar, mas também não é um lugar que eu sugeriria para sair com meus amigos. Para aniversários pode ser uma boa, porque dá pra juntar várias mesas se fizer reserva.


Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).

4 de nov. de 2010

Esparroman Foi: Lord Pub

O Lord Pub é um bar aqui de BH que, desde que que foi aberto, em 2005, é um bar roquenrol que sempre tem shows durante a noite. O lugar não é dos maiores e fica SEMPRE cheio. O sistema da entrada é muito lento e você fica em pé esperando um tempo razoável, numa fila que está sempre grande. Mas isso tudo pode ser tática para criar fila, já que "lugar que tem fila normalmente é bom". Se tiver chovendo, boa sorte, porque não tem cobertura. As mulheres de chapinha é que não devem gostar.

Como muitos dos bares de BH era uma casa que colocaram espuma anti-ruido em tudo quanto é lado e virou Pub. O palco é bem pequeno as pilastras atrapalham um pouco. Ó só:


No segundo andar, onde tem um lugar que vende sushi, fica um pouco menos cheio.




E na escada entre os dois andares fica o banheiro, que é um ponto fraco. É meio pequeno (2 mictórios quase grudados e uma privada) e depois de meia noite, quando a cerveja já começou a fazer efeito em todo mundo, a fila fica grande. A tática é ir quando começa a pintar a vontade, porque aí você consegue entrar na hora certa.

Falando em cerveja, o balcão de bebidas é até grande, mas não tem muitos atendentes, então conseguir alguma coisa é meio briga de foice. E eu que sou baixinho sofro, porque não consigo passar o braço por cima de todo mundo... Tem alguns garçons volantes, mas não cheguei a usar o serviço. As bebidas, como não poderiam deixar de ser, são razoavelmente caras. Acho que a skol/brahma long neck é uns 5 conto (já cheguei meio bêbado no dia, não lembrei de anotar isso para o post). Ah! e eles cobram 10%, INCLUSIVE SOBRE A ENTRADA. Se não estiver completamente bêbado, solicite educadamente a retirada dos 10%, principalmente se você pede só no balcão, como eu. Eu esqueci.

O som do lugar é bom e dá para ouvir a música numa boa, sem "repetição". Conversar já é mais difícil, mas isso até ajuda em algumas situações. No dia que eu fui, eram 2 bandas (It´s Only Rolling Stones e um cover de Barão Vermelho, Balão Vermelho, acho) e a entrada era 20 Ronaldos (que varia de acordo com o dia, mas nunca é menos de 18 e pode chegar a 25). Mulher eu sei que paga menos, mas não sei quanto é.

Aliás, a presença feminina foi um ponto positivo. Que eu me lembre, no começo da história do bar, a proporção homem/mulher era baixa, principalmente para BH, mas como fiquei quase 5 anos sem pisar lá dentro, tomei um susto quando entrei dessa vez. Tinha mais homem, é verdade, mas estava bem equilibrado.

Para os que tem twitter, eles distribuem cortesias quartas e quintas É só seguir os caras e ficar de olho no dia que você estiver a fim de ir. Quando pintar a mensagem da promoção você dá o retweet (não se se é no modo old school ou no botão do twitter). Aí se você for sorteado, é só mandar um DM pros caras com o nome completo.

O saldo do lugar é sem dúvida positivo, com música boa e ambiente legal, mas não vá se sua idéia for gastar pouco (a menos que tenha ganho a cortesia, hehe)...

Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).

16 de mar. de 2010

Gruta do Rei do Mato

Aproveitando que estávamos com o espírito aventureiro, e principalmente porque não tivemos que dar volta, resolvemos parar na Gruta do Rei do Mato, em Sete Lagoas. Em um treinamento que fiz ano passado o professor falou que foi uma das grutas mais bonitas que ele já tinha visto e realmente é algo espantoso. Na minha humilde opinião, MUITO mais bonita que maquiné. Se tivesse uma iluminação mais bacana, seria algo de chorar.

O lugar tem um estacionamento gigantesco, mas a recepção, onde compra-se o ingresso (10 ronaldos), água, comida, cachaça e lembranças, é pequeno. Se o estacionamento encher, não cabe todo mundo lá (esqueci de tirar fotos). As saída também são programadas e sempre tem um guia, mas não sei de quanto em quanto tempo tem saídas. Sei que esperamos quase meia hora para irmos até a entrada da gruta.

A entrada é meio longe e a subida é pesadinha. Leve água, porque se estiver quente, como estava quando fomos, a suadeira é intensa. Pelo que o guia explicou, são várias entradas para a gruta, além de um sitio arqueológico, mas só a entrada oficial é visitável por qualquer um. Eles pretendem abrir algumas outras entradas, mas ainda não tem previsão.








Ao contrário de Maquiné, a Rei do Mato é uma gruta curta, mas profunda. São 45 metros pra baixo e 190 metros pra frente. Por conta disso, a escadaria come solta, então prepare-se. E fica bem quente lá dentro, então a água é bem vinda. São 4 salões e o primeiro deles é só de pipocas no teto e couve flor na parede:


















Os outros salões tem incontáveis e muito grandes estalactites e estalagmites. Ao contrário de outras grutas que eu já fui, tem várias colunas (quando as estalactites e estalagmites se encontram).






Um dos salões (acho que o segundo) é o das estalactites quebradas. Segundo o guia, a galera ia até a gruta para tirar pedaços de pedra pra vender como enfeite. Com isso, acabou com um monte delas, olha só o estado que elas ficaram:










Por sorte os vândalos ficaram só nesse salão e os demais ficaram guardados para que possamos ver a obra de milhões de anos de goteiras:
































A partir desse momento eu mudei a forma de tirar fotos, e todas ficaram mais visíveis. O problema é que Xuxu tinha feito alguma alteração e elas acabaram ficando claras demais. Uma pena. Mas tem várias fotos repetidas, que fui tirando na volta, para que vocês possam ver a diferença entre a foto clara e a escura.




































Curiosidades

Essa busquitinha aí embaixo tem 2000 anos. Imagina quantos anos demorou para criar cada uma das colunas gigantes que aparecem nas fotos acima...


Na construção das escadas muita coisa foi destruída. O exemplo são estas estalactites que ficam jogadas por diversos lugares da gruta:



Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).