15 de nov. de 2008

The Matrix runs on Windows

Chorei de rir com esse video. Não sei se não Nerds vão entender, mas acho que sim.



Dica d'O Primo no twitter

Firefox não suporta HTML

Eu sei, já rolou num bocado de lugar, mas só vi agora. Segundo a Vivo, o Firefox não suporta HTML.

Sério, quem são essas pessoas que ficam no suporte das teles? Toda vez que tenho que ligar pra TIM sinto que só tem idiota no teleatendimento...

O pior é achar que nós somos idiotas...

Esparroman conhece A Obra

Em BH existe uma, hum, casa da dança chamada A Obra muito famosa entre pessoas, ahn, alternativas. Basicamente é uma boate que toca rock e som indie e vive cuspindo gente. Quem vai, é fã de carteirinha e acaba virando aquele cliente fiel (alguns meio chatos). Minha irmã, por exemplo, nem pagava mais entrada pouco antes de ir morar nas oropa.

Por algum motivo, nunca animei muito conhecer o lugar. Deve ser porque é sempre cheio, quente, com fumaça de cigarro e caro. E nas poucas vezes que resolvi ir lá estava fechado. Parecia um sinal "Googliano" para eu me afastar do local.

Ontem, no entanto, era aniversário da Camila e do Fernando, que tocaria lá com sua banda. Xuxu queria ir até lá, para prestigia-los e aproveitar e ver um show do fernando, coisa que sempre quis, mas nunca conseguiu. Eu aproveitaria e mataria 3 coelhos com uma caixa-d'água só: conheceria A Obra, prestigiaria os aniversariantes e ainda veria o show. Até nem fiquei muito puto por pagar 12 ronaldos para usar o banheiro.

E assim foi. Chegamos no local por volta das 21:30, dado que a tal festa começava às 21. Chegamos na porta e o segurança (com uma cara de menino de 16 anos) falou que não tinha ninguém lá dentro ainda. Sentamos então num jardinzinho que tem ao lado e ficamos esperando chegar mais gente.

Umas 10 começou a chegar o pessoal que, bem, tocarias às 10, antes da banda do Fernando. Junto com eles estava a aniversariante. Algum tempo depois, quase na hora que começaria o show do Fernando, entramos. E estava bem vazio. O que foi bom, porque pude conhecer a casa vazia.

Funciona assim: você entra por uma porta e vai para um porão. É, a "loja" fica abaixo do nível do solo. Parece até que era uma garagem e transformaram em "casa dançante". O lugar é realmente pequeno, abafado, escuro e quente. Ele praticamente te força a tomar uma cerva gelada (hum... começo a pensar que isso é estratégia de vendas).

É todo pintado de preto, com algumas pinturas nas paredes, como uma fantástica de uns playmobil's (que quero no meu apartamento quanto o tiver). Na porta dos banheiros (3: 1 masculino e 2 femininos) pinturas muito bem feitas para identificar o gênero. No fundo, um bar e do lado oposto um palquinho para os shows (que é desmontável). E só.

A música (discotecada) realmente é muito boa. Nada daquelas coisas horrorosas que você escuta em boates normais (não que tenha ido em mais de 3 na minha vida, mas é tudo a mesma coisa). E deve ser isso que faz com que o lugar viva cheio.

Os shows foram bacanas. A primeira banda tocava bem, mas o vocal era estranho fisicamente (um magrelo com 3 metros de altura) e vocalmente. Não fui muito com a voz dele. Fora que ele colocou uma gravata só para o show. Para ter um "estilo", sabe como?

Sério, pessoas que colocam gravata só pra pagar de estilosas deviam morrer. Só quem trabalha/trabalhou de gravata, como eu, sabe o quanto é desconfortável, sufocador, ruim e quente. Dá vontade de estapear esses wannabe, enforcar o cara com a própria gravata e gritar:
"tira essa gravata. Tu não merece esse gravata. Tu num é executivo, tu é muleque. Muleque! Pede pra sair!".

Mas como não posso fazer isso (infelizmente), tive que só ficar revoltado. Ainda mais quando ele tirou a gravata ASSIM que desceu do palco. Tá, acontece.

Pouco depois a banda do Fernando subiu no palco. Formada por batera, baixo e vocal, o som é muito bom. O baixo (pra mim o instrumento com o som mais agradável dentre os que conheço) é bastante bom e a voz do cara que canta é, bem, diferente. Mas um diferente bom.

Só não gostei porque achei o cara performático demais. Mas é o estilo dele. Xuxu já achou legal isso. Só ficou com medo que ele tomasse uma "microfonada" na cabeça, porque ele ficava brincando com o mic.

O ponto alto do show (pra mim) foi quando reparei que, em frente ao palco, estava um cara idêntico ao Fernando, tirando fotos do show. Sério, era muito igual. Até perguntei pro Fernando se ele tinha um irmão gêmeo, mas ele disse que não. Não consegui tirar uma foto dos dois juntos, mas um dia eu consigo.

Depois do show Xuxu quis ir embora, porque estava quase morrendo e fui embora para cuidar da minha amada. Mas agora posso dizer que conheço A Obra.

14 de nov. de 2008

Para estressados

Ainda na onda Local de Trabalho, essa aí eu tirei no cliente. Parece que o povo lá é bem estressado...


O legal é que fica bem ao lado do bebedouro

Local de trabalho

Tava devendo a foto do novo local de trabalho. Essa é a visão que eu tenho da minha mesa. Essa muretinha aí é pra fazer um caminho até o banheiro, que fica bem do meu lado esquerdo.


E na minha mesa dá pra ver a minha caneca. Virei a logo da empresa para o outro lado, hehe.

13 de nov. de 2008

Instrumentos musicais diferentes

Dia desses aí pra trás o Véio apareceu com um CD de música que ele comprou na última ida pras oropa. O som era bem agradável, mas era diferente. Fui ver o que era e me deparei com a capa do disco, que está aí embaixo (foi mal, a foto tá horrorosa)


Olha que instrumento bizarro esse aí mais a direita. É um triângulo de madeira maciça, com um buraquinho e 3 (sim, TRÊS) cordas. Segundo o Véio a versão que eles usaram no show que ele foi é bem maior, quase do tamanho do cara.

Agora repare que outros 2 tem versões miniatura do instrumentos. Muito legal.

Fico imaginando como deve ser transportar isso.

Adeus Banco Real

Eu tenho uma conta-poupança no Real desde que nasci. Meu pai, cliente do banco, abriu essa conta para mim quando saí do útero da minha mãe. Como era conta poupança, nunca liguei muito para ela, simplesmente depositava a grana lá e esquecia de sua existência. Até que precisei usar uma parte do dinheiro.

Mais ou menos em 2002 resolvi comprar uma câmera digital. Apesar de não saber tirar fotos (como pode ser visto no blog), sempre gostei de tirar fotos (como também pode ser visto no blog). Repare que tirar fotos é MUITO diferente de aparecer em fotos, mas essa é história para outro post.

Naquela época, as câmeras digitais eram caras pra cacete, o dólar era mais caro ainda, mas o espertão aqui resolveu comprar a câmera. Como não conhecia ninguém na gringolândia o jeito foi apelar para o Mercado Livre.

Pesquisei, pesquisei, pesquisei e encontrei um lugar/loja que dava nota fiscal, garantia e ainda poderia pagar com boleto bancário. Fiz a compra, o boleto veio e eu tinha que pagar.

O problema é que eu não tinha o dinheiro na minha conta-corrente. Teria que tirar da poupança para comprar. Peguei o meu cartão e fui para a agência mais próxima da minha casa. Fui na maquineta e...o limite era 500 reais. Precisava de mais que isso.

Fui no caixa, eu, pessoalmente, com a minha identidade, meu cartão e falei pro cara: "preciso sacar mais que os 500 reais que a máquina permite". o cara simplesmente falou: "saques de mais de 500 reais devem ser feitos na sua agência". Porra, eu, pessoalmente, com a minha identidade, meu cartão, enfrento a porra da fila para ser atendido, pessoalmente, por um cara. Qual a diferença de fazer o saque na minha agência ou em qualquer outra agência? Segurança?

Puto, tirei os 500 reais e voltei no outro dia para tirar o resto. Minha agência é no centrão de BH, não ia andar com tanto dinheiro assim no bolso. Ainda mais que lá, só de busão, porque não tem estacionamento.

Um ano depois resolvi comprar um notebook. A grana teria que sair da poupança. Desta vez, já sabia que teria que ir na minha agência. E como o valor era umas 5 vezes maior que a câmera, pedi escolta do meu pai. E fomos de carro (depois descobri que a agência tem estacionamento).

Na época ainda tinha CPMF, mas quem mantivesse sua conta de poupança parada por mais de 3 meses não pagava CPMF ao fazer UM saque. Era meu caso. Fiz o saque e...foi cobrado CPMF. Fiquei MUITO puto, pedi pro meu pai ir lá reclamar com a gerente, mas o banana não fez nada. Lógico, imagina se ele ia perder o bom relacionamento com o gerente...

Desde aquele dia resolvi que fecharia a poupança no Real. Só que para tirar o dinheiro de lá havia 2 problemas: a CMPF e o doc que eu teria que pagar para fazer a transferência. No início desse ano a CPMF morreu, logo era a chance de fazer a transferência. O doc, em torno de 10 reais, resolvi pagar feliz da vida para me ver livre daquele banco cretino fidaputa.

O tempo foi passando, passando, passando... até que troquei de empresa e tive que abrir outra conta, no unibanco. Se tem uma coisa que odeio é ter conta em vários bancos. A do Unibanco eu não podia fechar, pois recebo por ela. A do Banco do brasil eu não quero fechar, pois adoro o BB. Era a chance (e motivação) de me livrar do real.

Aí fui à agencia da Savassi perguntar como tirar todo o meu dinheiro de lá para passar pro BB. Expliquei para a mulher "posso ajudar" que tinha uma conta poupança e blábláblá e ela falou: "pode fazer pelo gerente ou pelo disque real. Pela agencia é 15 reais e pelo disque real 8". Disque real, lógico!

Cheguei em casa e liguei pro disque real. Depois de uns 5 minutos esperando consegui ser atendido. Expliquei que tinha uma conta poupança e blábláblá e o mano falou: "disque real é só para conta-corrente. Ou com o gerente ou no caixa eletrônico". Dá para imaginar a minha cara de satisfação, né?

Saí de casa, a pé e fui até a agência mais perto da minha casa, que nem é tão perto assim. Cheguei na maquineta e tentei fazer a transferência. Não rolou. Catei o telefone azul da agencia e liguei. Expliquei e o cara falou: "só com o gerente".

Cheguei em casa bufando de raiva, cuspindo marimbondo e falei com o Véio. Ele falou que iria comigo até a agência para conversar com o gerente. E assim foi feito. Cheguei na agência, esperei meia hora e conversei com o cara. Contei a historinha toda e ele falou: "olha, conta poupança a gente não pode fazer DOC. Vai no caixa e saca o dinheiro".

Sério, eu falei com essas palavras: "Cê tá louco? Sem chance de eu sair com esse dinheiro em um saco de pão". Ele deu a opção de eu passar o dinheiro para a conta do meu pai e ele passar o dinheiro pra mim. Mais uma vez, disse: "e pagar 2 DOCs?". A última, e mais sensata, opção foi fazer um cheque administrativo. Basicamente a agencia tirava a grana da minha poupança e me dava um cheque, da própria agência. "Ótemo, mas quanto é isso?", perguntei.

Vendo que eu sou mão de vaca, o cara falou que ia tentar me isentar de valores. Ligou para num sei quem e conseguiu. Catei o cheque e fui pra casa.

No dia seguinte fui ao BB e fiz o depósito na minha poupança, que eu havia aberto há pouco tempo. No MESMO dia meu limite de cheque especial aumentou quase 500 reais. E no dia seguinte (hoje) a minha gerente (que eu nem sabia quem era) me ligou para oferecer aplicações melhores que poupança.

Sabe quantas vezes o real me ligou em 26 anos de conta para oferecer alguma coisa? Nenhuma. Por isso que odeio esse banco...

Em tempo: ainda não fechei a conta do real. Estou esperando uma ação que meu pai entrou ter resultado para fechar. Mas pelo menos meu dinheiro não está mais lá.

10 de nov. de 2008

Tô fudido

Sexta comentei que herdei todos os projetos da outra menina do projeto, o que me deixaria com 14 projetos para acompanhamento. Considerando que destes 14 uns 7 estão começando, parando ou sendo cancelados, dava pra aguentar numa boa.

O problema é que fui informado que todos os projetos que seriam parados/cancelados não foram e os que estavam começando deveriam dar um gás para finalizar o mais rápido possível. Mais: eu teria que reportar a situação deles toda semana, sendo que antes a maioria deles era mensal.

Traduzindo: pegando os projetos da menina meu trabalho duplicou. Considerando o aumento da freqüência de reportes, ele quadruplicou. Quer mais? Segundas e terças eu não posso fazer reunião com o pessoal dos projetos e quinta é dia de ir para itabira, logo só dá pra acompanhar um deles.

Matematicamente é impossível que eu faça todos os reportes no tempo que restou. O que significa que provavelmente vou ter que trabalhar no fim de semana...

Mas se isso realmente for acontecer vou ter que conversar com meu chefe.

9 de nov. de 2008

Cachoeira Grande

Domingo fez um sol razoável, então decidimos ir à uma das cachoeiras da serra do cipó. Para falar a verdade, queríamos ir a várias, mas como a entrada é paga nas cachoeiras (e muito bem paga - 15 ronaldos por pessoa), resolvemos que escolheríamos uma das cachoeiras e ficaríamos nela até a hora de ir embora.

Perguntamos a Seu Antônio qual das cachoeiras próximas à pousada era menos farofenta e menos cheia e a resposta dele foi a Cachoeira Grande. A resposta foi a Cachoeira Grande, que foi a nossa escolhida.

A entrada dela é realmente próxima à pousada e estava bem cheia. Sinal de que os lugares todos estariam lotados. Mas se ela era menos cheia que a outra, ainda bem que não pisamos por lá.

Pagamos os 15 ronalds de entrada (para cada um) e fomos em direção à cachoeira. A cada passo, mais e mais gente passando e carregando cadeiras, isopores, cervejas, guarda-sol, bolas, bóias/câmara de pneu de caminhão, cachorro... Uns carregavam remos, mas esses eram os esportistas.

No caminho até a cachoeira grande, três placas: uma indicando a cachoeira do Tomé, uma undicando a cachoeira da Chica e uma indicando alguma coisa que eu não lembro o nome. Resolvemos entrar nessa aí, que parecia ter água próximo e estávamos com calor. E encontramos MUITA gente e uma psudo-cachoeira e um laguinho onde as pessoas nadavam. Esses aí embaixo:




Estava realmente muito cheio e tinha muita gente lá, então resolvemos procurar a cachoeira grande, que parecia mais espaçosa e mais bonita.

Andamos mais alguns minutos e no caminho mais pessoas carregand bebidas e isopores cheios de latinhas e garrafas. Uma mulher, que estava de sandália plataforma (sim, numa cachoeira), pisou em alguma coisa que a fez torcer o pé e esborrachar no chão. A vontade era rolar no chão de rir e falar "se fudeu! Se fudeu!", mas me contive e continuei meu caminho.

Mais pra frente encontramos com algumas pessoas, que nos pararam e perguntaram por onde havíamos entrado e quanto havíamos pago. Eles entraram por algum lugar paralelo e não pagaram nada. O pensamento de raiva e "como sou trouxa" me tomou, mas não reclamei. Nada contra pagar para entrar em lugares que têm infra-estrutura, mas este lugar não tem nem banheiro! E também não é limpo com muita regularidade, porque achamos altos pedaços de papel, copo, latinha e long neck pelo caminho. Pelo menos a água parecia limpa...

Continuamos andando e, finalmente, chegamos à cachoeira. Se a primeira parada estava cheia, a cachoeira estava MUITO pior. Lá estavam o farofeiros de verdade. Não dava nem para tirar foto, de tanta gente lá. E para piorar, ainda era muito difícil ir até a base da cachoeira e lá não tinha muito lugar para permanecer. Mas olha ela aí embaixo:


Solução: voltar para um dos lugares com plaquinhas anterirmente citados. Como o lugar das primeiras fotos estava muito cheio, resolvemos nos aventurar por uma das duas cachoeiras. A da Chica tinha um caminho muito sinistro e talvez estivesse mais vazia por conta disso, mas resolvemos nos aventurar na cachoeira do Tomé.

No caminho, várias pessoas voltando de lá, mas todas secas. "Deve ser uma mega-pegadinha", disse Xuxu, mas continuamos. Quando chegamos, era a visão do paraíso. NINGUÉM no lugar. Ninguém MESMO. Dá uma olhada no lugar:




Tinha uns peixinhos bem pequeno e ligeiramente chatos que ficavam mordiscando a gente, mas o que são peixinhos comparado a um bilhão de pessoas em volta, mijando na água e tomando cerveja?

Pouco depois, chegaram mais duas mulheres, que eram silenciosas e estavam na dela. Nada que incomodasse. Aí começou a chegar um galerão. Mas como não tinha espaço para todo muito, grande parte foi embora cerca de 20 minutos depois, deixando o lugar novamente deserto (apenas as duas mulheres continuaram).

Mas a paz durou pouco. Uns 10 minutos depois uma família gigante descobriu o local. Mas uma familia gigante composta, basicamente, de crianças pequenas, chatas e barulhentas. e um bebê, de menos de 6 meses, o que achei um absurdo, mas não podia fazer nada fora olhar com desprezo para os pais que levaram o menino pra um lugar daqueles, sem sobra e num calor infernal.

O único menino da "thurma" era um magrelo, de uns 10 a 12 anos, pentelho, gritador, mal amado. Tudo o que o menino fazia ele griatava "olha mãe, tô fazando tal coisa". Sendo que "tal coisa" poderia ser qualquer coisa: nadar, andar, subir na pedra, sentar na pedra, escorregar da pedra...

Minha vontade de esfolar o menino nas pedras e jogar da cachoeira era grande, mas acabei simplesmente ignorando (o que não adiantou muito). Tentei me isolar, indo para mais longe, mas parece que quanto mais onge eu ia mais o menino gritava.

Depois de um tempo bateu a fome e eu e Xuxu procuramos uma sobra para nos hidratar e encher a pança com as comidas que levamos (biscoitos e ruffles). Mas parece que o cheiro do chips chegou à cachoeira e deu a fome na familia inteira. Todos sairam e foram pra perto da gente, onde estava o "acampamento" deles. E estes eram farofeiros roots: o almoço deles era realmente frango com farofa.

O menino, infelizmente, veio junto com o resto do pessoal e continuou com a gritaria: "Olha mãe, tô comendo! Olha mãe, tô bebendo refrigerante! Olha mãe, tô debaixo da árvore".

Só que eu e Xuxu encontramos um lugar bem acima de onde estávamos que estava praticamente vazio. Só um casal tomava sol. Então resolvemos nadar por lá e deixar o menino gritadeiro para trás. Foram uns 20, 30 minutos de tranquilidade, até que a família fidaputa descobriu o lugar.

A mãe, até comentou com a gente "olha, eram os dois que estavam ali embaixo. Viemos tirar a tranquilidade de vocês, né?". E junto com os dois veio o menino gritador dos infernos: "Olha mãe, aqui dá pé! Olha mãe, aqui tem peixe! Olha mãe...". Até o pai do menino já estava puto, tanto que falou "cala a boca, menino!". Pena que não adiantou...

Na hora que eu já não estava aguentando mais e a ponto de matar o menino vimos que era a hora de ir. Pegamos nossas coisas deuxamos a família importunadora para trás. E fiquei com a certeza que da próxima vez levo dados tranquilizantes....

Só um comentário final: quando eu falei lá no começo que teve gente que levou cachorro, eu não tava brincando. Olha só o amigão que estava bem ao meu lado na cachoeira grande:



Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).