...eu fiz meu exame de sangue e urina.
Quando eu entrei de férias, em janeiro do ano passado, ganhei um pedido de exame de sangue, pra ver se estava tudo certinho. Aí eu fui pra argentina, depois pro Rio, depois pra Manaus.... e o exame ficou lá, em cima da minha mesa, esse tempo todo.
Eu até lembrei dele algumas vezes, quando arrumei a minha mesa e tirei os papéis de cima dele, mas sempre fazia alguma cagada que me impedia de fazer o exame. Uma vez eu bebi na noite anterior. Numa outra, eu cheguei tarde em casa e comi pra lá de meia noite. Em várias eu esquecia e urinava antes de colher a amostra.
Teve uma, no entanto, que foi a pior de todas. Eu fiz tudo certinho: comi cedo na noite anterior, não bebi, lembrei de colher a amostra de urina logo que acordei, tomei banho, troquei de roupa e, na hora de sair, pensei "que fome. Vou comer alguma coisa antes de sair". Foi eu terminar de comer e falar "putaquepariu, que idiota". Eu teria que estar de jejum.
Dessa vez QUASE que eu repito a dose, mas lembrei antes de comer. Aí fui lá, em pleno sábado, 7:30 da madrugada, e peguei uma senha. Muito tempo depois eu fui atendido, o atendimento demorou pra caralho (maldita AMIL), mas eu consegui. Fiz o exame.
Em breve notícias da minha saúde.
5 de fev. de 2011
4 de fev. de 2011
Esparroman RECOMENDA: O rock que a terra não esqueceu
No início desse ano, quando eu estava limpando a casa depois do almoço de início de ano, eu resolvi ligar o rádio, porque de onde eu estava o meu arsenal de MP3 não seria escutável. Era um domingão, lá pras 5 da tarde, e coloquei na 98 FM, que já foi uma rádo Rock. Só coloquei nena porque das opções de BH, é a menos pior.
Para minha grata surpresa (que eu considero a descoberta do ano) estava tocando rock (não lembro a música). E não era esse pop rock de merda que tem por aí não, era coisa boa mesmo, mais das antigas (o que não quer dizer velharia). Até parei o que estava fazendo e coloquei no twitter que tinha saudade da época que a 98 era a rádio Rock.
Acabou a música e eu já estava esperando começar uma música da Kate Perry ou algo do tipo, mas para a minha surpresa (novamente) tocou OUTRA música de Rock. E assim foram por mais uns 20 minutos, sem comercial, sem blábláblá, só música mesmo. Eu já estava até assustado, mas aí acabou o bloco e eu descobri: era um programa só de rock. 2 horas inteirinhas, sem comercial, só com o mais puro Rock.
O programa, chamado "O rock que a terra não esqueceu" (nomezinho de merda, convenhamos), deve ser de alguém com muita grana, porque bancar 2 horas de rádio sem propaganda deve ser bem caro. Me fez lembrar o Rocambole, programa vééééééélho da própria 98, uando ela ainda era rock, mas que tocava mais podreira.
Em uma cidade como BH, que é bem fraca de rádios, é um oásis no deserto. Recomendo muito e já comecei a criar outros adeptos.
Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).
Para minha grata surpresa (que eu considero a descoberta do ano) estava tocando rock (não lembro a música). E não era esse pop rock de merda que tem por aí não, era coisa boa mesmo, mais das antigas (o que não quer dizer velharia). Até parei o que estava fazendo e coloquei no twitter que tinha saudade da época que a 98 era a rádio Rock.
Acabou a música e eu já estava esperando começar uma música da Kate Perry ou algo do tipo, mas para a minha surpresa (novamente) tocou OUTRA música de Rock. E assim foram por mais uns 20 minutos, sem comercial, sem blábláblá, só música mesmo. Eu já estava até assustado, mas aí acabou o bloco e eu descobri: era um programa só de rock. 2 horas inteirinhas, sem comercial, só com o mais puro Rock.
O programa, chamado "O rock que a terra não esqueceu" (nomezinho de merda, convenhamos), deve ser de alguém com muita grana, porque bancar 2 horas de rádio sem propaganda deve ser bem caro. Me fez lembrar o Rocambole, programa vééééééélho da própria 98, uando ela ainda era rock, mas que tocava mais podreira.
Em uma cidade como BH, que é bem fraca de rádios, é um oásis no deserto. Recomendo muito e já comecei a criar outros adeptos.
Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).
3 de fev. de 2011
Já que Gerenciamento não dá dinheiro...
... resolvi abrir um Studio Unisex. Olha o lugar:

Tem até orkut, olha só que mudernidade.
Isso porque eu já sabia que consultoria não dava dinheiro. Gerenciamento de Projetos também não.
Piadinha da Raquel, que me mandou a foto por email (e que esqueceu que tem blog).
Tem até orkut, olha só que mudernidade.
Isso porque eu já sabia que consultoria não dava dinheiro. Gerenciamento de Projetos também não.
Piadinha da Raquel, que me mandou a foto por email (e que esqueceu que tem blog).
2 de fev. de 2011
Técnica da água mendigada
Essa é para você, que trabalha em uma empresa que te dá vale coxinha quando você está viajando, ou você, que só pode ter reembolso a 2 refeições por dia (já passei pelos 2 casos). Ou então pra você que é mão de vaca e não quer pagar 4 conto numa mini garrafa de água (eu também). Na verdade, são 2 técnicas de sobrevivência em uma, então vamos a elas.
1) Para quem só tem 2 reembolsos por dia
Essa eu aprendi com meu chefe do projeto da Megalópole. Apesar de ser duas caras, pelo menos isso ele me ensinou, e logo no primeiro dia. Ela é bem óbvia, mas eu NUNCA pensaria nela como consultor de primeira viagem.
Você vai jantar (ou comer alguma coisa à noite), certo? Escolha bem o lugar e, antes de ir embora, compre uma ou duas garrafas de água no lugar onde está comendo. Vai tudo na mesma nota fiscal e você não paga tão caro pela água (ou, se pagar, pelo menos vai ser reembolsado). Se tiver garrafa de 1 litro ou mais, melhor ainda. Guarde-as no frigobar do hotel e sempre que precisar você terá água gelada para se refrescar e matar a sede.
2) Para quem tem vale coxinha ou é mão de vaca
Essa eu mesmo desenvolvi, mas deve ter muita gente que faz isso. Por mais que você use a técnica acima, nos finais de semana e nas longas noites trabalhando a sede toma conta e não tem água que aguente. Fora que também te ajuda a economizar uma grana para poder comer em algum lugar mais legal sem estourar a cota diária.
No primeiro dia no lugar, você terá que usar a técnica número 1, para ter garrafas (ou então vai ter que levar de casa). Compre várias e, na medida que forem esvaziando, NÃO JOGUE FORA. E também não deixe de bobeira no quarto do hotel, senão a mulher que arruma o quarto vai jogá-las. A idéia é usar as garrafas vazias para só pegar o refil. Sério. Você vai em algum lugar que tem água grátis e enche a garrafinha. E aí, amigão, vai da sua cara de pau e imaginação. Pode ser na academia do hotel (normalmente tem um bebedouro), pode ser no shopping perto do hotel, pode ser no trabalho, em alguma atração turística... Vale qualquer coisa.
Para vocês terem idéia de alguns lugares onde já fiz isso: na academia dos hotéis que fiquei, no cliente (SEMPRE), em igreja (várias), em TODOS os prédios do eixo Monumental em BSB, no Brasilia Shopping e no Studio 5, em Manaus, em uma praça em Puerto Madero, no Temaiken (no ÚNICO bebedouro do lugar), na Biblioteca Nacional da Argentina (em um lugar que eu certamente não deveria ter entrado), na Casa Rosada, em La Bombonera e por aí vai...
Eu sei, é o cúmulo da mão de vaquice, mas isso já me economizou muitos reais em viagens (se for somar tudo)....
1) Para quem só tem 2 reembolsos por dia
Essa eu aprendi com meu chefe do projeto da Megalópole. Apesar de ser duas caras, pelo menos isso ele me ensinou, e logo no primeiro dia. Ela é bem óbvia, mas eu NUNCA pensaria nela como consultor de primeira viagem.
Você vai jantar (ou comer alguma coisa à noite), certo? Escolha bem o lugar e, antes de ir embora, compre uma ou duas garrafas de água no lugar onde está comendo. Vai tudo na mesma nota fiscal e você não paga tão caro pela água (ou, se pagar, pelo menos vai ser reembolsado). Se tiver garrafa de 1 litro ou mais, melhor ainda. Guarde-as no frigobar do hotel e sempre que precisar você terá água gelada para se refrescar e matar a sede.
2) Para quem tem vale coxinha ou é mão de vaca
Essa eu mesmo desenvolvi, mas deve ter muita gente que faz isso. Por mais que você use a técnica acima, nos finais de semana e nas longas noites trabalhando a sede toma conta e não tem água que aguente. Fora que também te ajuda a economizar uma grana para poder comer em algum lugar mais legal sem estourar a cota diária.
No primeiro dia no lugar, você terá que usar a técnica número 1, para ter garrafas (ou então vai ter que levar de casa). Compre várias e, na medida que forem esvaziando, NÃO JOGUE FORA. E também não deixe de bobeira no quarto do hotel, senão a mulher que arruma o quarto vai jogá-las. A idéia é usar as garrafas vazias para só pegar o refil. Sério. Você vai em algum lugar que tem água grátis e enche a garrafinha. E aí, amigão, vai da sua cara de pau e imaginação. Pode ser na academia do hotel (normalmente tem um bebedouro), pode ser no shopping perto do hotel, pode ser no trabalho, em alguma atração turística... Vale qualquer coisa.
Para vocês terem idéia de alguns lugares onde já fiz isso: na academia dos hotéis que fiquei, no cliente (SEMPRE), em igreja (várias), em TODOS os prédios do eixo Monumental em BSB, no Brasilia Shopping e no Studio 5, em Manaus, em uma praça em Puerto Madero, no Temaiken (no ÚNICO bebedouro do lugar), na Biblioteca Nacional da Argentina (em um lugar que eu certamente não deveria ter entrado), na Casa Rosada, em La Bombonera e por aí vai...
Eu sei, é o cúmulo da mão de vaquice, mas isso já me economizou muitos reais em viagens (se for somar tudo)....
1 de fev. de 2011
3000!
E este é o post 3000 deste humilde e reclamão blog. Nunca acreditei que cegaria a este número, principalmente com a minguada de posts desde que entrei na minha empresa atual. Já que eu gosto de números, vamos de gráficos e estatísticas (queria fazer algo mais aprofundado, mas vai ter que ficar para o post 4000).
O número de posts por no é mais ou menos assim (mais ou menos mesmo, porque o blogger não sabe contar nessa árvore de arquivo aí do lado):

Em média, são 500 posts por ano. Mas isso é mentira, porque 2011 acabou de começar, então ainda tem muito post pela frente. O mais correto é fazer o número de posts por dia de existência do blog nos anos. Aí, é mais ou menos assim:

Era post pra caramba em 2006 e 2007. Na época em que eu conseguia trabalhar, fazer alemão e espanhol e ainda corria todo dia. O fim de semana começava na sexta, no pastel, eu encontrava com outros amigos no sábado e em alguns domingos rolava até cinema ou teatro, normalmente com a minha querida amiga Consultora. Isso porque o blogger era liberado e muitos dos meus poste eram curtinhos, com coisas que eu lia na internetcha.
Mesmo coma caída de 2009 e 2010 a média é boa: são 1,65 posts por dia útil de blog. E a minha expectativa para 2011 é fazer um post por dia útil. Vamos ver se dá.
Tratando de categorias temos o seguinte:

Dá para ver que o blog É um Querido Diário, que eu Reclamo Mesmo e que eu trabalho muito, já que METADE dos posts estão nestas categorias. No segundo escalão completando 80% dos posts temos que eu gosto de fotos, que eu usava muito a internet para procurar bobeiras, que Murphy é meu amigão, que o mundo é bizarro, que o blog é um querido diário parte 2 e que sou nerd.
Que eu saiba, só duas pessoas leram todos os posts do blog: minha amiga Consultora, que conhece o blog desde o princípio, e o PG, que é louco, porque pegou o blog quando eu já postava pouco. Nem Ex-Xuxu, quando era minha namorada, leu tudo. E reparem que eu não me coloquei na contagem, porque dá pra ver que eu não reviso os meus textos...
Aos 10 malucos que me acompanham há tantos posts ("conheço" uns 7. 3 são incógnitas e só o Analitycs me fala que vocês existem), um muito obrigado. Vocês são heróis. Ao novos leitores (mais ou menos uns 5 loucos, segundo o analytics), espero que gostem. E aos 200 que entram, leem um post e nunca mais voltam, bom, obrigado também.
Que venham mais 3000 posts!
O número de posts por no é mais ou menos assim (mais ou menos mesmo, porque o blogger não sabe contar nessa árvore de arquivo aí do lado):
Em média, são 500 posts por ano. Mas isso é mentira, porque 2011 acabou de começar, então ainda tem muito post pela frente. O mais correto é fazer o número de posts por dia de existência do blog nos anos. Aí, é mais ou menos assim:
Era post pra caramba em 2006 e 2007. Na época em que eu conseguia trabalhar, fazer alemão e espanhol e ainda corria todo dia. O fim de semana começava na sexta, no pastel, eu encontrava com outros amigos no sábado e em alguns domingos rolava até cinema ou teatro, normalmente com a minha querida amiga Consultora. Isso porque o blogger era liberado e muitos dos meus poste eram curtinhos, com coisas que eu lia na internetcha.
Mesmo coma caída de 2009 e 2010 a média é boa: são 1,65 posts por dia útil de blog. E a minha expectativa para 2011 é fazer um post por dia útil. Vamos ver se dá.
Tratando de categorias temos o seguinte:
Dá para ver que o blog É um Querido Diário, que eu Reclamo Mesmo e que eu trabalho muito, já que METADE dos posts estão nestas categorias. No segundo escalão completando 80% dos posts temos que eu gosto de fotos, que eu usava muito a internet para procurar bobeiras, que Murphy é meu amigão, que o mundo é bizarro, que o blog é um querido diário parte 2 e que sou nerd.
Que eu saiba, só duas pessoas leram todos os posts do blog: minha amiga Consultora, que conhece o blog desde o princípio, e o PG, que é louco, porque pegou o blog quando eu já postava pouco. Nem Ex-Xuxu, quando era minha namorada, leu tudo. E reparem que eu não me coloquei na contagem, porque dá pra ver que eu não reviso os meus textos...
Aos 10 malucos que me acompanham há tantos posts ("conheço" uns 7. 3 são incógnitas e só o Analitycs me fala que vocês existem), um muito obrigado. Vocês são heróis. Ao novos leitores (mais ou menos uns 5 loucos, segundo o analytics), espero que gostem. E aos 200 que entram, leem um post e nunca mais voltam, bom, obrigado também.
Que venham mais 3000 posts!
31 de jan. de 2011
Esparroman Foi: Oficina d'idéias
Na meiuca de Janeiro foi aniversário da minha querida amiga Consultora e ela comemorou no Oficina D'Idéias. O bar, que fica na Rua Congonhas, junto de outros 456 bares, é uma antiga casa e não é dos maiores. Dá uma olhada na foto que chupinhei do site:

Dá pra ver be porcamente na foto, mas ele é dividido em 2,5 ambientes. Um abiente é o do balcão, esse aí logo na cara. Essa é a parte casa do negócio, onde ficam também os banheiros, bem ruins, por sinal. Eles são pequenos e só uma casinha para cada sexo. A pia, com o espelho, fica do lado de fora e se você dá azar de pegar uma dupla de mulheres esperando para usar o anheiro, um abraço. Elas ficam lá se olhando no espelho e você não consegue lavar as mãos.
Depois daquela porta tem o outro ambiente e meio, que era o quintal da casa. O meio ambiente é porque lááááááá no fundo tem um pedaço mais alto que cabem umas 3 mesas e fica separado do resto do pessoal. Essa parte de trás é quintalzão mesmo: tem árvore e tudo mais.
O atendimento do lugar é bem ruim. Quando estava vazio até que o garçom vinha algumas vezes, mas depois que encheu ficou impossível pedir qualquer coisa. Acho que são 2 garlons para a casa toda, o que é impraticável. A cozinha também não é das melhores: a batata frita veio nadando em óleo e o pessoal nem conseguiu terminar de comer.
Apesar da guitarra pendurada o esquema é meio lounge, logo as música são daquelas que você nem consegue saber que mudou. Parece ser uma única a noite toda. Tem até um DJ, mas é daqueles de playlist: abre o winamp (se é que ele usa winamp), coloca as músicas e deixa tocar.
O preço eu juro que não lembro. Tem entrada e, como era aniversário, era 5 ronaldos. Se não for aniversário é mais caro. O que eu lembro é que bebi uns 5 chopps e deu uns 17 reais, o que dá a média de 3 reais por chopp. Nada muito absurdo, mas não chega a ser barato.
Como estava de costas para o mundo não consegui perceber com detalhes, mas a proporção homem/mulher pareceu ser 50/50. Lá no balcão estava bem cheio e como não pode mais fumar em lugar fechado, fica um monte de gente na porta fumando. Aceita cartão de débito e dinheiro e não peguei fila pra pagar, mas já era razoavelmente tarde quando fui embora.
Aliás, parar na rua é algo quase impossível se você chega depois de 9. Como tem muito bar, as ruas enchem muito rápido e tem flanelinhas malditos querendo seu dinheiro. Fora que a galera entope seu carro de propaganda de festa.
Não chego a não recomendar, mas também não é um lugar que eu sugeriria para sair com meus amigos. Para aniversários pode ser uma boa, porque dá pra juntar várias mesas se fizer reserva.
Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).
Dá pra ver be porcamente na foto, mas ele é dividido em 2,5 ambientes. Um abiente é o do balcão, esse aí logo na cara. Essa é a parte casa do negócio, onde ficam também os banheiros, bem ruins, por sinal. Eles são pequenos e só uma casinha para cada sexo. A pia, com o espelho, fica do lado de fora e se você dá azar de pegar uma dupla de mulheres esperando para usar o anheiro, um abraço. Elas ficam lá se olhando no espelho e você não consegue lavar as mãos.
Depois daquela porta tem o outro ambiente e meio, que era o quintal da casa. O meio ambiente é porque lááááááá no fundo tem um pedaço mais alto que cabem umas 3 mesas e fica separado do resto do pessoal. Essa parte de trás é quintalzão mesmo: tem árvore e tudo mais.
O atendimento do lugar é bem ruim. Quando estava vazio até que o garçom vinha algumas vezes, mas depois que encheu ficou impossível pedir qualquer coisa. Acho que são 2 garlons para a casa toda, o que é impraticável. A cozinha também não é das melhores: a batata frita veio nadando em óleo e o pessoal nem conseguiu terminar de comer.
Apesar da guitarra pendurada o esquema é meio lounge, logo as música são daquelas que você nem consegue saber que mudou. Parece ser uma única a noite toda. Tem até um DJ, mas é daqueles de playlist: abre o winamp (se é que ele usa winamp), coloca as músicas e deixa tocar.
O preço eu juro que não lembro. Tem entrada e, como era aniversário, era 5 ronaldos. Se não for aniversário é mais caro. O que eu lembro é que bebi uns 5 chopps e deu uns 17 reais, o que dá a média de 3 reais por chopp. Nada muito absurdo, mas não chega a ser barato.
Como estava de costas para o mundo não consegui perceber com detalhes, mas a proporção homem/mulher pareceu ser 50/50. Lá no balcão estava bem cheio e como não pode mais fumar em lugar fechado, fica um monte de gente na porta fumando. Aceita cartão de débito e dinheiro e não peguei fila pra pagar, mas já era razoavelmente tarde quando fui embora.
Aliás, parar na rua é algo quase impossível se você chega depois de 9. Como tem muito bar, as ruas enchem muito rápido e tem flanelinhas malditos querendo seu dinheiro. Fora que a galera entope seu carro de propaganda de festa.
Não chego a não recomendar, mas também não é um lugar que eu sugeriria para sair com meus amigos. Para aniversários pode ser uma boa, porque dá pra juntar várias mesas se fizer reserva.
Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).
30 de jan. de 2011
Maldito Murphy
Desde o início deste ano eu fui em alguns bons lugares que nunca tinha ido aqui em BH e, milagrosamente, lembrei de tirar fotos para fazer os posts aqui no blog. Tá certo que as fotos não estavam aquela maravilha, porque eu sempre lembrava já sobre os efeitos do álcool e os lugares são escuros, mas eu tinha tirado as fotos.
Ontem, enquanto eu tirava algumas fotos do Studio Bar, deu uma zica no meu telefone. Fui, reiniciei e continuei tirando as fotos, até que a bateria acabou. Hoje, quando fui copiar todas as fotos para o computador, não reconheceu o chip de memória. Temi pelo pior.
Troquei o chip com o do E71 e ele foi reconhecido, só que pasta de fotos estava vazia. Completamente vazia. Nada. Nothing. Nichts. Niente. Sumiram. Todas as minhas quase 3000 fotos. A minha sorte é que eu sou backups freak e tinha 2970 delas no PC, no HD externo e no notebook da empresa. As 30 faltantes foram as que eu tirei esse ano. Justamente as dos posts.
O chip voltou a ser reconhecido, mas as fotos se foram. Com isso, os posts ficarão sem ilustrações do eu que falar. Mas estarão lá, firmes e fortes.
Maldito Murphy...
Ontem, enquanto eu tirava algumas fotos do Studio Bar, deu uma zica no meu telefone. Fui, reiniciei e continuei tirando as fotos, até que a bateria acabou. Hoje, quando fui copiar todas as fotos para o computador, não reconheceu o chip de memória. Temi pelo pior.
Troquei o chip com o do E71 e ele foi reconhecido, só que pasta de fotos estava vazia. Completamente vazia. Nada. Nothing. Nichts. Niente. Sumiram. Todas as minhas quase 3000 fotos. A minha sorte é que eu sou backups freak e tinha 2970 delas no PC, no HD externo e no notebook da empresa. As 30 faltantes foram as que eu tirei esse ano. Justamente as dos posts.
O chip voltou a ser reconhecido, mas as fotos se foram. Com isso, os posts ficarão sem ilustrações do eu que falar. Mas estarão lá, firmes e fortes.
Maldito Murphy...
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