23 de ago. de 2008

Mais um pra coleção

Essa semana, enquanto eu carregava o meu telefone de BSB (não, não é o Touch), minha mãe me ligou. Atendi, conversei e desliguei. Pouco tempo depois, olhei para o bicho e vi que não estava mais carregando. Como isso acontece sempre que tenho que carregar, já sabia o que fazer: desmontar o carregador, mexer nos fios, montar o carregador e plugar o telefone de volta.

A razão dessa ginástica é simples: o carregador deste telefone é tabajara. O telefone foi enontrado pela Véia na rua, num carnaval desses aí lá no Rio. Reza a lenda que ela tentou ligar pra falar com o dono, mas o telefone tinha trava do PIN, então não conseguiu ver. E como foi achado no vhão, não veio com o carregador, aí tiveram que comprar um qualquer que funcionasse.

E desde que estou com ele é assim: a bateria acaba, eu tento carregar, não consigo, desmonto, fuço, monto de volta e ele funciona. Só que dessa vez não rolou. E fiquei MUITO tempo tentando arrumar. Aí, já puto, resolvi que era hora de tirar o escorpião do bolso e comprar outro. E o escolhido foi esse aqui:

Foto absurdamente mal tirada. Mas é um Nokia 1208

Foi o mais barato que eu achei. Quer dizer...tinha um motorola tosco, gigante mais barato, mas Motorola, como diz uma amiga minha, deveria chamar "motorôla". E eu concordo.

E como é só pra receber ligação em BSB e pra falar com Xuxu, tá mais que bom. Tá certo que ele é tosco, tem o visor minúsculo e "perde" a data e hora quando desliga, mas tem uma lanterna! E como eu tenho um outro badass "mãedafoca" que faz todo o resto, não precisa mais que isso.

Mas o que eu fiquei puto é que depois que eu paguei, quando a mulher foi fazer a nota fiscal, descobri que o chip que veio junto foi pago. E que não tinha como tirar, porque era "prática da loja". Prática ilegal, bando de fdp.

Aí você, leitor antigo do blog, vai lembrar que eu já tive, em dois anos, 5 celulares: o nokia de cartão, que foi substituido pelo meu querido e finado K310i (tem foto dos dois no post), o Sony achado (foto no post), o Touch que ainda existe, graças a Google (sem foto no post, mas com link pra foto) e agora esse. Fora o meu primeiro telefone, um nokia 6120, que ainda era TDMA.

Mas antes que em chamem de consumista, as explicações:

1) O 6120 foi substituído pelo 3310 porque troquei de opertadora e a Oi é GSM;
2) O 3310 foi trocado pelo K310i porque troquei de operadora (ma verdade troquei de operadora porque o 3310 estava estragado e a bateria durava exorbitantes 20 minutos - em stand by);
3) O Sony achado não substituiu ninguém. Só comecei a usar porque comecei a usar 2 chips, um de BH e um de BSB;
4) O Touch substituiu o K310 porque ele tomou chuva, ficou doente e morreu;
5) O Sony achado foi trocado, bem, já falei nesse post.

Que esses dois atuais (Touch e 1208) durem bastante!

Cliente Fiel

Toda vez que eu peço China in Box eu ganho China Money. É mais ou menos isso aqui:

A página do CIB é em Flash, então não dá pra colocar link

Resumindo a história: a cada 10 ronaldos em pedidos você ganha um China Money. Nas primeiras vezes que que pedi CIB em BSB, não dei muita atenção a isso, dado que achei que não fosse continuar pedindo muito. Mas quando vi que estava viciado no yakissoba deles, resolvi guardar.

E nessa semana de quinze dias eu troquei por isso aqui:

Parece guande, mas num é não. E ó meu roteador wireless no fundo da foto

Agora volte na imagem anterior e veja quantos China Moneys isso me custou. Sim, 20. Sim, isso quer dizer que gastei MUITO mais de 200 ronaldos em CIB. O que também explica facilmente o meu sobrepeso.

Mas pelo menos agora tenho mais dois potinhos pra colocar tranqueira. Ou, quando alguém for lá em casa, amendoim japonês....

22 de ago. de 2008

Pelada do ano

Ontem Terça (o post demorou a sair porque estava esperando as fotos chegarem), ao ver o DF TV pela manhã, descobri que teria um clássico aqui em BSB: Gama x Barueri, bem ali no Mané Garrincha, pertinho do hotel. Como não estava previsto fazer terceiro tempo no trabalho, animei de ir. Chamei o Amigo do Primo, que é fã de futebol, e combinamos de ir ao estádio ver esta fantástica partida.

Como o meu trabalho é um Kinder Ovo (sempre tem surpresa), tive que fazer um "meio" terceiro tempo e acabei os trecos meio em cima da hora do jogo. Encontrei o Amigo do Primo no shops e fomos pro Mané.

Chegando mais perto do estádio, os refletores estavam acesos, mas não dava pra ver uma alma na arquibancada e muito menos carros no estacionamento. Barulho? Só dos carros passando no eixo monumental. Até que quando chegamos BEM perto, começamos a escutar uns barulhinhos e, ao encontrar a bilheteria, vimos também alguns carros estacionados.

Na bilheteria, o amigo do primo pediu uma geral (que na verdade é arquibancada, mas tudo bem). Eu pedi geral de estudante. Ambos pagamos 10 reais. Não me pergunte... Na hora de entrar, NENHUM policial e nada de revista. Por conta disso, tinha gente lá dentro de bicicleta (!). Mas isso é "entendível", porque o estádio estava MUITO vazio. Ó só:

2 mil pagantes. Mas parecia BEM menos

Na verdade, parecia um daqueles jogos de exibição, com a criançada correndo pra cima e pra baixo, brincando com traque e tudo mais. Aliás, com a quantidade de traques que esses melequentos estavam usando, tava o maior cheiro de festa junina. E quem faturou com essa brincadeira foi um vendedor de algodão doce, que também era o fornecedor de traques pros muleques.

Aliás, os vendedores eram um atrativo a parte. Tinha vendedor de tudo: biscoito polvilho, amendoim, batata frita, camisas do gama (DENTRO do estádio), bebida... Mas o melhor de todos foi o vendedor de castanhas. O cara tinha o dom da venda e de como tratar os clientes. Era mais ou menos assim: "Olha a castanha. Vamo comprá castanha, bando de quebrado!". Sério.

E com tantos vendedores (e público pequeno), só vi um dos bares abertos. E mesmo assim, era um cara e uma mulher vendendo churrasquinho/carne na chapa. Infra-estrutura boa é para os fracos.

Falando em infra, se você chega atrasado (como nós chegamos), não tem como saber quanto está o jogo, porque o placar estava desligado. E permaneceu assim o jogo inteiro.

Agora falando do jogo, bem...foi um lixo. Não é atoa que os times estão na série B. Tava tão ruim, mas tão ruim, que quando a torcida organizada "grande" do Gama chegou (no intervalo, depois que abriram os portões), eles chamaram mais a nossa atenção que a pelada que estava acontecendo no campo. E o pessoal foi cheio de "apetrechos". Olha só a hora que acenderam os sinalizadores:


Tinha até um "Fubá", animando a grande torcida e puxandos os cantos da galera. Num dá pra ver direito não, mas é um cara que está em pé em frente à torcida (esse povo que não é fotógrafo profissional com celular é foda... Mas valeu pelas fotos, Chefe!).

No meio do segundo tempo, quando o treco já estava feio, comentei que estava com cara de jogo de 1x0, com gol que nem balança a rede. Eis que, aos 18 do segundo tempo o atacante do barueri atropelou o zagueiro do gama (falta clara, BEM na nossa frente) e fez o gol. Adivinha se a bola chegou a balançar a rede... No fim do jogo, mais um gol do Barueri, desta vez legítimo e um belo gol. Mas que TAMBÉM não balançou a rede....

Acabou o jogo e fomos embora, em direção ao nosso querido hotel e camas quentinhas, quando ouvimos uns latidos. No estacionamento do estádio, um rotweiller. Daqueles com jeito de mau. E começou a vir na nossa direção. O medo claramente toma conta de nós dois, que ficamos nos perguntando o que fazer. O Amigo do Primo ainda perguntou; "será que tá solto?". E o cachorro vindo na nossa direção. Mas aí a corrente que segurava o bicho (e que não havíamos visto) segurou o monstro e conseguimos chegar em casa são e salvos.

Mas com os pés cobertos de terra..... Obras malditas. Tempo seco maldito. Grama morta maldita....

Em tempo: AGORA, vendo a ficha técnica do jogo, que vi que DOIS jogadores do Gama foram explusos. Você tinha visto isso, chefe??

20 de ago. de 2008

Bode Expiatório

Hoje, estava eu feliz e sorridente com sono e mal humorado (como todo dia de manhã), chegando ao trabalho quando um puliça de Brasília me pára e diz: "Bom dia. Você poderia tomar mais cuidado ao cruzar a faixa de pedestres. Quase me atropelou alí atrás".

Sem entender nada, tentei argumentar "mas nem era eu que estava dirigindo!". E o cara continuou "como não? Agora mesmo, alí atrás!". E eu sem entender, só tentando explicar que não fui era eu que estava dirigindo. E não adiantou nada. Aí o cara pegou a caderneta e anotou a placa do carro.

Aí parei pra pensar (já meio puto): eu DEVO ter cara de bode expiatório. Só pode. Ou tenho muita cara de bobo e o povo me acusa por conta disso. Foi assim nas duas vezes em que deu problema no cronograma do projeto e, voltando mais no tempo, duas vezes na faculdade ...(aplica o efeito de flashback ai na tela do computador)

Era o terceiro período. Um aula de Fundamentos de Eletromagnetismo. Um professor americano zé ruela, chamado "Homem Pinto", tinha o costume de mandar pessoas para fora da sala, com a célebre frase "Oê! Pra fora! Agora!".

Uma aula como outra qualquer e duas pessoas conversando, uma na minha frente e outra ao meu lado. Eu, absolutamente calado, sem nem prestar atenção na conversa dos dois (mas também não prestando atenção na aula). Eis que o Homem Pinto grita "Oê! Pra fora! Agora!" e aponta na minha direção. Eu, como estava calado, achei que era com os dois que estavam papeando.

Ele continuou gritando, gesticulando e apontando pra minha direção. Como estava todo mundo olhando pra mim e ninguém tinha levantado, resolvi perguntar "eu?". E o cara: "é, você mesmo!". E retruquei: "mas eu estava calado!". Mas, como sempre, não adiantou. E lá fui eu pra fora da sala.

Algumas semanas depois, uma prova. Se não me engano, a final de semestre. A mesma configuração do dia anterior: uma pessoa na minha frente e uma ao meu lado. Curiosamente, as mesmas duas do episódio anterior. E as duas estavam conversando/conferindo o resultado de uma questão.

E mais uma vez o professor grita: "Oê! Você! Senta aqui na frente!", apontando na minha direção. Desta vez, como eu estava olhando para frente, realmente parecia que eu estava colando, mas na verdade a conversa dos dois chamou minha atençaõ e resolvi ver o que era.

E lá fui eu fazer a prova COLADO no quadro, puto da vida e "emocionalmente abalado". Em uma prova em que eu precisava de MUITO ponto. Mas no fim consegui passar. (aplica o efeito de volta de flashback)

Isso sem contar outras vezes em que paguei o pato por coisas erradas que não fui eu que fiz, mas que não estou lembrando e/ou não vale a pena comentar...

18 de ago. de 2008

Mudança à vista

Ainda na fase de boas notícias, hoje vi que minha reserva de hotel para o próximo mês não é para o Sonesta. Mês que vem (o último do projeto, teoricamente) vamos mudar para um apart. Aquele que fomos ver no início do projeto (não achei o post).

Agora, cada um vai ter seu "quarto": um vai ficar no quarto mesmo e o outro deve ficar na sala, que tem um super mega ultra sofá-cama, que tem um colchão de verdade. Além disso, vai ter uma cozinha de verdade e um armário de gente.

O problema vai ser fazer a mudança, dado que o mês acaba no meio da semana... E podia ter acontecido a mudança antes... Mas tá bom. Antes tarde do que nunca!

Cartão Azul

E para continuar a semana de boas notícias (lembrem-se que a minha semana tem 15 dias), olha só o que eu encontrei ao verificar a minha pontuação na Tam:


Essa semana eu já pontuo como azul. Espero que continuem me mandando de Tam, ao contrário do que tem acontecido com o resto da equipe...

E vamos ver se eles mandam o cartão de verdade, porque o branco eu estou esperando até agora, mesmo tendo pedido segunda via 2 vezes...

17 de ago. de 2008

Hoje Estou...

Programando.

É, rapá! Versão mobile do Super Blogador e do Super Controlador de Gastos vindo aí...