1 de fev. de 2012

Hotel Saint Paul (Munique, Alemanha)

O Hotel Saint Paul (CLIQUE!) tem uma localização ótima: EM FRENTE a uma estação de metro, uns 2 quarteirões da Theresienwiese, popularmente conhecido como “lugar da oktoberfest” (que, por sinal, é em SETEMBRO).

O hotel é pequeno, mas os quartos são bem legais. Tem bastante espaço, a TV tem um tamanho bom e as camas são muito boas. O problema é que o animal que fez a reserva dos quartos (lembrando: não fui eu) pediu Double Room (quarto de casal) e não Twin Room (quarto duplo), aí tive que dormir de conchinha com meu pai.




O banheiro tem um tamanho legal, mas tem um problema sério: a porta é de vidro fosco. Eu estava dividindo o quarto com meu pai, então não foi tão sofrido, mas não seria nada agradável ficar vendo um desconhecido no banheiro. Tirando isso, a água é bem quente, com uma quantidade boa de água. Um lado bom é que o banheiro tem aquecimento, então não se morre de frio ao sair do banho (e dá para lavar meias e cuecas e deixar lá secando durante a noite).


O café da manhã é bom, mas não tem muita variedade (apesar de ter muita quantidade). Uma simpática senhora te atende super bem, apesar de eu não lembrar se ela fala inglês.

O gerente e o "porteiro" falam bem inglês (e o porteiro fala espanhol também) e eram muito atenciosos. O hotel não tinha um maleiro, mas deixei a minha na sala do gerente. A internet é wireless e é gratuita. Quebrou um galho danado.

Uma coisa muito bizarra é que quando você faz o check in você ganha uma chave da porta do hotel, porque depois de meia noite não fica ninguém na portaria. Se você chegar depois desse horário você saca a chave, abre a porta, ENTRA NA RECEPÇÃO E CATA A CHAVE DO SEU QUARTO. Sim, é isso mesmo. As chaves de todos os quartos ficam lá penduradas. Nada impede de alguém ir lá e pegar a chave do seu quarto. Achei isso muito estranho...

Eu gostei bastante do hotel. A localização é ótima e o atendimento fantástico. A única coisa que achei estranha foi a parada da chave, mas não tive problemas.


Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).

31 de jan. de 2012

Hotel Terminus (Hamburgo, Alemanha)

Antes de eu começar a falar dos hotéis da viagem, tenho que explicar uma coisa. Em todas as minhas viagens eu procuro os hotéis na internet, reservo e sou feliz. Nesta viagem meu pai encheu o saco e resolveu reservar os hotéis por uma agência de viagem. Aí, meus amigos, ficou tudo na mão do agente de viagens... No geral até que demos sorte, mas em Hamburgo....

O hotel Terminus tem uma localização geográfica ótima: fica COLADO na estação central de Hamburgo. Só que, como a maior parte das cidades, a região perto da estação central é uma localização social de merda. Duvida? Saca só o que tem ao lado do hotel:

Não precisa saber alemão para entender o que era essa loja azul

O hotel é bem maromeno, para um suporto 3 estrelas: o quarto é pequeno, não tem frigobar, a TV é minúscula (e não funcionava direito). O lado bom é que a cama era razoável e, para quem andou como um louco, como eu andei, dá para dormir bem.




O banheiro é bem pequeno, mas a água era muito quente e bem farta. Confesso que não lembro se tinha pressão boa, mas ruim não era, senão eu lembraria.




O café da manhã é bem farto. Esqueci de tirar fotos (aliás, esqueci disso em TODOS os hotéis), mas tem bastante lugar para sentar e bastante opções de comida. Uma coisa que é ruim na alemanha inteira é que o pão é duro pra caralho. QUALQUER pão (e olha que tem uma quantidade de tipos de pão absurda).

O hotel em si é bem pequeno. O elevador para entre os andares, então é meio ruim ter que subir parte das escadas carregando a mala. Uma coisa ruim também é que o maleiro, na verdade, é um espaço no hall para você deixar a sua mala. Fica lá, aberta, disponível para quem quiser pegar. Confesso que fiquei com bastante medo de voltar e não ver mais a minha mala. Ah, é, e o único cara que falava inglês falava mal pra cacete. Foi difícil de comunicar com o cara, mas ele foi absurdamente atencioso.

Salvo engano, o hotel não tem internet (ou, se tinha, era paga).

Resumo da história: o hotel, se for só para dormir, como era meu caso, serve bem. O problema é chegar a noite lá, dá um certo medo (além das tias, tinha muito drogado e bêbado em volta). Se você tiver frescura ou quiser aproveitar o hotel, não serve.


Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).