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2 de jan. de 2014

Adrianópolis Apart Hotel (Manaus - AM)

Aí o aluno pergunta: ué, já não teve um 2ª Casa desse hotel? Sim, querido leitor, você está correto. Mas tinha quase um ano que eu não ficava hospedado lá e fizeram uma reforma nos quartos sinistra e é praticamente outro hotel.

Continua sendo estilo flat: sala, cozinha, banheiro e quarto, mas deram uma remodelada boa. A sala ficou mais aconchegante - o que é bom para quem vai morar, mas péssimo para quem vai trabalhar: o sofá ficou gigante e a TV é uma LED de tamanho bom. E ainda fizeram um mini escritório ao lado da TV - essa foi a parte que eu não gostei, porque não dá pra ver TV enquanto está no computador. Além disso, a bancadinha é meio curta e fica meio apertado para usar o notebook. Mas a cadeira que colocaram é muito boa.


O resto da sala, onde tinha uma mesa grande e espaçosa, foi trocada por uma mini mesa e cadeiras estilosas, mas desconfortáveis. É ruim até para comer.


A cozinha diminuiu bastante e ficou bem apertadinha. Não tem mais bancada para preparar a comida e nem bancada estilo cozinha americana. O fogão melhorou (a chama é sinistra), mas não tem mais forno - é um cooktop. Por outro lado, ganhou um microondas.


O armário saiu do quarto e ocupou parte da antiga cozinha, ficando no meio do corredor. O que eu não gostei, porque virou armário "aberto" e sem gavetas (não que eu use gavetas, mas gosto de portas no armário).




Aí o quarto ficou gigante, ainda mais com TV de LED pregada na parede. Só que ficou vazio. Falta alguma coisa (tipo tomadas perto do criado-mudo ou um apoio perto das tomadas). Eu tive que carregar essa mesa branca para perto da tomada, do outro lado do quarto, para poder deixar o celular carregando. Ou era isso ou deixar no chão e ter a chance de pisar nele durante a noite. A cama continua a mesma (pelo menos eu acho) e consegui dormir bem. Tanto no quarto quanto na sala o ar condicionado funciona bem (o que é muito importante em Manaus).




O banheiro também mudou. Trocaram o piso e as lajotas da parede por cerâmica, além da bancada da pia. Nada muito significativo, mas ficou com cara de limpo (antes tinha cara de sujo). O chuveiro continua a mesma coisa: muito bom.


Aliás, parece que melhoraram bem o serviço de limpeza: andei descalço e meu pé não sujou muito. O wifi continua uma bosta: não funcionava bem no quarto, só na sala. Mas quando conecta até que a velocidade é boa. A falta de tomadas continua um problema sério.

O resto do hotel não mudou. O café da manhã continua muito bom. E mais uma vez esqueci de visitar a piscina e a sala de ginástica, não sei se é bom. Mas descobri que tem água grátis, basta levar a sua garrafinha para encher.


Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).

29 de dez. de 2013

Quality Faria Lima (São Paulo - SP)

No mês passado eu tive que ir para São Paulo para um evento da empresa e fiquei hospedado no Quality Faria Lima. O hotel, que fica colado no shopping Eldorado, é bem cuidado e bem localizado. E também é bem carinho (a diária foi uns 280 ronaldos). Mas o custo-benefício é bom, considerando que é São Paulo.

O quarto tem um tamanho bom e é bem equipado: mesa para trabalho, TV com um tamanho razoável, uma cadeira (que acho que só serve para colocar a mochila) e uma cama grande e confortável, com 4 travesseiros (não me pergunte). O carpete no chão mostra que o hotel não é dos mais novos, mas é bem cuidado.


O ar condicionado é central, mas tem controle de temperatura. O armário é grandinho, mas como ia passar só uma noite, nem cheguei a usar mais que um cabide (a mala é porque estava no Rio e de SP voltei para BH).


O banheiro é tamanho padrão de hotel: nem grande nem pequeno. O chuveiro é muito bom: bastante água e temperatura boa. E ainda tem sabonete, xampu e demais itens de banho de qualidade, que dá até pra usar normalmente (já peguei uns que não lavava nada).


O wifi é grátis e funciona bem (pelo menos no meu quarto). O café da manhã é muito bom: várias opções de rango, das saudáveis às saborosas.

Reza a lenda que tem piscina, academia e business center, mas eu não tive tempo de conhecer. Mas fica aí a dica.


Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).

6 de out. de 2013

Checklist da casa

Como usuário do apartamento que a empresa aluga eu preciso assinar um termo de compromisso. E o termo de compromisso inclui uma lista de itens presentes na casa (que foi passado pela dona do apartamento quando ele foi alugado). E como eu não assino nada sem ler e ter certeza que está tudo certo, fui fazer uma conferência nos itens.

Tinha coisa pra caralho para conferir. Alguns lugares não tinha muita coisa para conferir, mas o meu quarto e a cozinha tinha muita tralha para conferir. Levei mais de uma hora para conferir tudo - e olha que o roomi me ajudou a conferir, senão era o dobro do tempo.

E enquanto eu fazia a conferência vi várias coisas bizarras, por exemplo:

- a mulher lista, com uma riqueza de detalhes incrível, um item de propaganda (2 pratos de porcelana pequenos escritos ouro verdes armazéns) e não coloca a coisa mais cara da casa, o piano. Ou seja: eu posso levar o piano embora;
- Aliás, o nível de detalhes chega a ser incrível. Olha o que a dona listou: em cima do filtro 03 caixinhas de fósforos com enfeites bordados;
- Teve outra que também me chamou a atenção 2 potes de sopa branco c/ floral azul na borda;
- Umas coisas meio absurdas, que ainda não entendi porque a mulher listou (Armário embutido, 1 pia de granito bege c/ torneira e cuba de inox);
- Esse eu achei sensacional: 01 enfeite de louça de cachorro;
- Ainda descobri que existe um tecido chamado Chenilli. E descobri que tem 2 colchas disso no meu quarto.

O pior de tudo é que mesmo com todo esse detalhe eu consegui descobrir coisas sobrando que não estão listadas (tipo o piano) e algumas outras coisas que nestão contadas 2 vezes (tipo o aspitador de pó e um armário na cozinha).

E descobri também que o meu quarto tinha 2 camas (uma delas foi parar no quarto de empregada), o que faz mais sentido agora para aquele quarto daquele tamanho e tão vazio.

Mandei as divergências para o pessoal do RH antes de assinar qualquer coisa, para não inventarem moda quando eu sair do apartamento.

16 de set. de 2013

Habemus Casaum

Desde que fui para o Rio a minha empresa está tentando alugar um apartamento para que eu possa morar. Afinal, eu poderia dividir com mais uma pessoa e seria mais barato que hotel para 2 pessoas. Mas como os processos são complexos e apartamento no Rio de Janeiro não fica vago mais de 2 semanas, a situação não parecia que seria resolvida tão cedo.

Eu já tinha desistido do apartamento e estava gostando da idéia de ficar no hotel até o final do ano. Eu reacostumei a morar em um quarto e além disso tinha internet boa, academia e café da manhã. Além, lógico, da mágica do quarto auto-arrumável e auto-limpável.

Até que numa quinta-feira aí pra trás (deve ter umas 2 semanas) meu telefone tocou. Era a mulher do RH. Estava me ligando para avisar que finalmente o apartamento tinha sido alugado e que eu poderia pegar a chave no DP. E que no dia seguinte um cara iria ocupar o outro quarto e perguntou se eu queria passar lá antes para escolher o meu quarto. E assim eu fiz: catei a chave e saí correndo para o apartamento.

O lugar é bom, no Flamengo, pertinho do metro, para ir para o trabalho, e aterro, para fazer exercícios físicos. O prédio é velho, como tudo na zona sul do Rio, mas são só 2 apartamentos por andar, então parece ser tranquilo.

A mulher do RH falou que eram 3 quartos, então imaginei que teria uma suite. Entrei no apartamento e vi uma mesa gigante. Essa aí de baixo:


Entrei na sala e vi que tinha um sofá bacana, uma TV grande com "home theater" e....um piano. Sim, um piano. Saca só:


O próximo cômodo que entrei foi a cozinha. Tamanho razoável e bem equipada, com fogão, geladeira, mini-microondas e tudo mais que tem em uma casa comum.


Virando ali no final à esquerda, vi a área de serviço:


Ainda na área, um quarto de empregada com uma cama que bloqueava o armário. Parece ser novinha. Mas o quarto é MUITO pequeno, acho bem difícil alguém conseguir dormir ali.




Abri o banheiro de empregada e tive uma surpresa. MUITO bacana, recém reformado. Pequeno, é verdade, mas com acabamento muito bom.


Voltei para a sala e fui andando em direção dos quartos. O primeiro que eu encontrei foi esse aí embaixo. Gigante, mas sem nada. Só a cama, láááááá no canto, colado no ar condicionado. E milhares de armários nas paredes.




"OK. Vamos ver o próximo", pensei. E aí entrei num quarto que me levou de volta a 1930. Sério, tenho certeza que a velhinha que dormia lá morreu na cama e que o quarto é mal assombrado. Saca só:




Apesar de ser mais habitável, com mais coisas e até uma "mesa", não dava para dormir ali. Não só porque não tem ar condicionado, mas também porque era tudo muito velho e fedia a coisa velha. Eu não conseguiria dormir vendo aquele armário com cortininha e não imaginar filmes de terror.

Saí do quarto e vi um banheiro. Bem grande.




Aí comecei a procurar o terceiro quarto. Só faltava uma porta no corredor dos quartos, mas que parecia um armário. E eu abri e....era uma armário. "Peraí, aquele micro-quarto de empregada É um quarto? Caralho, quem vai dormir ali?", pensei.

Eu tinha então duas opções: dormir no quarto com cama de viúva, "mesa" e criados mudos, mas sem ar condicionado e mal assombrado (além de um cheiro ruim) ou dormir no quarto com cama de solteiro, com ar condicionado, mas sem porra nenhuma e 450 armários inúteis.

Deitei nas duas camas, eram iguais. Quer dizer, os colchões era iguais. A cama do quarto mal assombrado fazia muito barulho (afinal, o estrado tinha uns 60 anos). Ponto para o quarto vazio.

Andei de um lado para o outro, pensando em o que fazer. Eu SABIA que não poderia ficar no quarto mal assombrado. Verão no Rio sem ar condicionado não dá. Mas o outro quarto tinha ma cama de solteiro e só.

Cogitei levar a cama de viúva para o outro quarto. Ia dar muito trabalho e a cama era muito barulhenta ANTES de ser movida. Imagina depois....

Não tinha jeito, teria que ser o quarto vazio, com cama de solteiro. O que não é muito problema, já que estou solteiro. Mas eu precisava de mais alguma coisa no quarto, principalmente para usar o computador.

A primeira coisa que fiz foi jogar a cama no meio do quarto e roubar um criado mudo do quarto mal assombrado. Já melhorou, mas ainda faltava um lugar para usar o computador.

Cogitei arrancar as gavetas embaixo da parte aberta do armário e meter uma cadeira da sala ali, para usar de mesa. Ia ser desconfortável, mas poderia resolver o problema.

Indo para a sala passei pela cozinha e vi uma cadeira. Não precisava roubar da sala. E vi um baqueto também. Roubei os dois na alta para o quarto. E devolvi o criado mudo para o quarto mal assombrado.

Aí fiquei olhando para a mesa da cozinha, olhando, olhando.... Ia ser estranho ter 4 cadeiras sobrando na cozinha, mas poxa, ela ia ficar tão bacana no quarto..... Ia encaixar como uma luva. Foda-se, eu cheguei primeiro, eu vou morar 6 meses naquele apartamento e o outro cara só um mês. Catei a mesa e coloquei no meu quarto.

Aí ele passou disso:


Para isso:


Agora quase posso chamar de quarto. Falta só arrumar uma TV para colocar no buraco do armário (que com certeza foi feito para colocar uma TV).

Vamos ver se alguém vai morar no micro-quarto de empregada.


Ps. 1: O correto não é casaum, é domi. Favor não me xingar.
Ps. 2: as fotos estão ruins porque estava escuro e a bateria do meu celular estava acabando, então não podia usar o flash. Favor não me xingar.

22 de jul. de 2013

Hotel Intercity (Jundiaí, SP)

Nas duas vezes que eu fui para Jundiaí eu fiquei hospedado no Intercity. O hotel fica meio longe do mundo, em um bairro bem rsidencial, sem nada comercial em volta (a não ser um supermercado). Mas para quem vai no esquema que eu estava (curso durante o dia e trabalho a noite, no quarto), o hotel é ótimo.

O quarto é bastante espaçoso e parece ser novo. A cama é bem boa e gigantesca. O ar condicionado funciona bem (é split). O armário é grande, mas não tem portas. Armários sem portas me incomodam muito.




O banheiro é grande, mas tem problemas de rejunte. Nos dois quartos que eu fiquei vazava água e molhava o chão do lado de fora. O chuveiro é muito bom, com bastante água e temperatura boa. O que eu não gostei é que a porta abre para o lado do box, então sempre fazia alguma confusão.




O Wifi é muito bom. Tem replicadores de sinal a cada 10 metros e a velocidade é muito boa. Tanto que consegui atualizar a versão do meu Android rapidinho (500 Mb em menos de uma hora, se não me falha a memória).

O café da manhã é muito bom. Bastante variedade e pode-se comer o quanto quiser. O serviço de quarto também é bom, apesar de ser mais ou menos caro (como todo hotel), vem bastante comida.

A piscina eu não cheguei a usar, mas é bem grande. A academia tem 3 esteiras, uma bicicleta e um daqueles aparelhos multifuncionais de musculação. Todos bem novos e conservados.

O preço (pelo menos para a minha empresa) é razoável: 180 reais a diária. Mas meu preçômetro de hotéis anda estragado por causa do Rio de Janeiro. Mas pelo que oferece, achei um preço justo.

No geral, é uma boa pedida para ficar em Jundiaí, ainda mais se você vai para o distrito industrial. É mais ou menso perto.


Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).

20 de jul. de 2013

Hotel Andino (Quito, Equador)

Quito, por incrível que pareça, é uma cidade com muito gringo. Deve ser por causa de galápagos. E por conta disso, achar hotel barato não foi uma coisa muito fácil (ainda mais que dolar é a moeda oficial do equador). Quando encontrei o hotel Andino, não tive dúvidas: reservei na hora. Barato, com recomendações MUITO boas no tripadivisor e a princípio perto de tudo.

Mas confesso que fiquei muito assustado quando cheguei no hotel. A entrada não está tão bonita como no site: estava bastante mal cuidada. Passou uma péssima impressão. Tanto pra mim quanto para o Véio. mas entrando no hotel melhorou um pouco.

O lugar é bastante simples. Bastante mesmo. Eu até chamaria de hostel, ao invés de hotel. Mas o atendimento é sensacional: todo mundo é MUITO atencioso, educado e disposto a te ajudar. O quarto é bem pequeno, tem um cheiro meio ruim, de tinta vagabunda, e o chão range a cada passo que você dá. As camas são ruins (elas não tinham estrado, e sim umas ripas para segurar o colchão), mas o colchão era razoável. Mas, bem, foi 30 dólares a diária.




O banheiro é pequeno e é onde o cheiro de tinta é mais forte. A água do chuveiro é bem quente, mas não lembro se saía com pressão. O box é de cortinha, mas pelo menos é de lado e molha pouco o banheiro.


O wifi era bom, aguentou voz e video e skypeouts. O sinal no quarto era bom, mas eu vinha pra essa salinha aí embaixo para conversar com a Srta Esparroman.


Aliás, me senti na vila do chaves: o hotel eram vários quartos espalhados em espaços comuns como essa sala. Saca só outros lugares comuns:




O café da manhã era no esquema de Bogotá: suco, café / leite achocolatado, ovo, pão, manteiga. Mas se você pedia mais pão, eles davam sem fazer cara feia e sem miséria (eram croissants). O problema é que no primeiro dia tinha um bando de adolescentes que estavam falando alto e ao mesmo tempo, mas não é culpa do hotel.

No geral, o hotel é mediano. Dá para ficar hospedado numa boa, desde que você saiba o que te espera. Só precisa ficar esperto para sair a noite. Lembrei aqui que o dono avisou que tem uma região perto do hotel que é meio punk, mas não tive problema nenhum.


Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).

18 de jul. de 2013

Hotel Egina (Medellin, Colômbia)

Assim como em Bogotá, a escolha do hotel em Medellin foi por preço e quantidade de joinhas no tripadivisor. E o hotel escolhido foi o Egina, com diárias de 95 reais. Mas ao contrário de bogotá, esse foi uma excelente escolha.

O hotel é muito bom, a localização é excelente (lugar calmo, ao lado de uma estação de metro, perto do complexo esportivo de Medellin, vários restaurantes ao redor) e sinceramente barato pelo que oferece.

O quarto é grande, mas como podem ver, tive que dormir de conchinha com meu pai. Não tinha quarto com camas separadas (meu espanhol não bom o bastante para explicar que queria duas camas no quarto quando fi a reserva e quando cheguei lá não tinha como mudar).

Mas apesar disso a cama era boa, apesar de não estar centralizada com a TV (que na foto abaixo está na esquerda, pendurada na parede - dá pra ver a pontinha dela). O ar condicionado é central, mas tem controle de temperatura. Fez calor alguns dias, lembro que usei o bichão. E os armários são grandes, com direito a frigobar (desta vez lembrei de tirar foto).






O banheiro é bonzinho, mas é de cortina. Isso é uma bosta, mas fazer o que. O chuveiro era bom e se não fechasse direito a cortina molhava tudo (o que aconteceu comigo, óbvio).


O wifi não pegava no quarto. Simples assim. Todo dia eu tinha que ir para o hall do andar (onde sempre tinha um companheiro, que também precisava do wifi para trabalhar) ou então para o hall do hotel. Ou então ficava na escada, que acreditem ou não, era o lugar onde o sinal pegava melhor. Chegava a ser engraçado, porque no meio das conversas com a Srta Esparroman começava a tocar músicas no alto falante ao lado da escada. Mas com o sinal bom, aguentava bem voz e video. Se bem que alguns dos dias eu estava usando o skypeout, então não tinha video.

O café da manhã do primeiro dia foi tipo o de Bogotá, bem fraquinho, mas nos outros dois dias foi no esquema coma o que quiser, quanto quiser. Mas não tinha muita opção...

Não sei se tinha piscina, sala de ginástica e blábláblá. Não lembro de ter visto, mas no site eu vi que tem algumas coisas dessas. deve ser na cobertura.

Esse hotel eu acho que vale muito a pena, pelo que oferece, pelo custo e pela localização. Só tem que aprender a pedir camas separadas em espanhol, hehe.


Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).

16 de jul. de 2013

Hotel Habitel (Bogotá, Colômbia)

Se vocês se lembram, meu vôo de volta da colômbia para o Brasil foi cancelado e tive que dormir mais um dia na cidade. Como o hotel foi pago pela companhia aérea, não tive como escolher e fui para o hotel Habitel. E, olha, que hotel bacana. Não sei quanto era a diária (no site fala em 120 doletas), mas é MUITO bacana. O problema é que é longe de tudo (fica ao lado do aeroporto).

O quarto é muito grande e espaçoso Duas camas de viúva (mas o quarto era só para mim), TV nova, mesa para trabalhar, armário grandão, com cofre, lugar para colocar a mala. Não tirei foto do armário, não sei porque. Deve ser porque já estava puto e doido pra voltar pra casa. A cama era boa, tanto que fiquei deitado nela o dia inteiro (literalmente. Só levantei para ir almoçar, jantar e tomar banho).


O banheiro era naquele esquema separado: de um lado o box do outro a privada e no meio a pia. Perfeito para quem divide quarto, chato para quem está sozinho. Só que esse era ruim porque o box era de vidro, para dividir com alguém deve ser muito desagradável. Lembro que o chuveiro era bom, mas não devia ser algo fora do comum, senão eu lembraria desse detalhe.




O wifi era bom. Também consegui usar o skype com video e voz tranquilamente. E o sinal pegava bem no quarto que eu estava. O café da manhã era no estilo que estou acostumado: várias opções, coma o quanto quiser. A única coisa chata é que não podia entrar de bermuda no restaurante. Me fizeram voltar no quarto, desfazer TODA a minha mala (a calça estava no fundo) só para comer. Imaginem o quão feliz eu fiquei.

O hall do hotel também é bem grande, com business center e lembro de ter visto uma piscina (talvez fosse um lago) na parte de dentro, além de uma sala de ginástica. Não usei nada disso, obvio.

ah, tem transporte gratuito para o aeroporto, que sai a cada 10 ou 20 minutos, se não me engano. No geral, um ótimo hotel, não fosse tão distante da cidade.


Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).

14 de jul. de 2013

Hotel Ambar (Bogotá, Colômbia)

Quando estava pesquisando hotéis em Bogotá estava completamente perdido: não sabia absolutamente nada sobre a cidade (sim, fui no escuro) e nem onde era lugar bom de ficar. Como queria hotel barato e com boas recomendações em algum site de hotéis (tripadvisor, por exemplo), o Hotel Ambar foi o que pareceu com melhor custo-benefício.

O hotel foi reformado muito recentemente e está tinindo de novo: o que é muito bom. O lado ruim é que ele fica em um lugar barulhento do centro, que é meio sinistro (principalmente a noite, que fica parecendo a cracolândia).

O quarto é bem pequeno, para ser sincero. Mal cabia as duas malas (minha e do meu pai). Mas a cama era bem boa (deve ter sido trocada na reforma). Só tirei uma foto do quarto, não lembro porque... Mas na foto abaixo a única coisa que não dá pra ver é a TV, que está na parede ao lado direito da foto. E só para dar noção de espaço, a cama do lado esquerdo está encostada na parede.

[Update] Lembrei de uma coisa: o quarto não tinha armário ou coisa parecida para colocar as roupas. Ou você deixava dentro da mala ou em cima da mala. [/Update]


O banheiro era bem apertado também. O box era MUITO pequeno e ainda tinha uma quina que matava o espaço. O chuveiro, em compensação, era espetacular. O problema é que o box não fechava direito e no primeiro dia que tomei banho molhou o quarto inteiro (literalmente). Tinha água até debaixo da cama. Fiquei uma hora tentando secar...


O espaço para café da manhã era muito bacana. No centro do hotel. Era tão agradável que a noite eu sentava lá para ficar conversado pelo skype com a Srta. Esparroman. O café da manhã era meio contado: suco, ovo, duas fatias de pão, café ou chocolate e manteiga e geléia. E só. O Véio era cara de pau e pedia mais pão todo dia, aí vinha UMA fatia.




O wifi era liberado e pegava bem, especialmente no "restaurante". Aguentava até tráfego de voz e video do skype nas minhas conversas.

Para passar a noite, está mais que bom. Mas você tem que chegar cedo no hotel e já alimentado (ou comprar alguma coisa para comer no quarto), porque não me senti muito seguro (e o próprio pessoal do hotel recomendou não dar bobeira).

Não lembro quanto foi a diária em reais, mas foi 80.000 pesos colombianos (deve ser alguma coisa próxima de 100 ronaldos). Um preço bastante justo para o que eles entregam.


Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).

23 de jun. de 2013

Hotel Mercure Botafogo (Rio de Janeiro, RJ)

No início do ano, janeiro, para ser mais exato, vim ao Rio para algum treinamento que não lembro mais qual foi. E como janeiro é mês de férias, os hotéis estavam caros e lotados. O menos caro era o Mercure Botafogo (380 ronaldos a diária).

O hotel é padrão Mercure: quase um apart com cozinha, sala, chuveiro e quarto. Apesar de ter todos esses espaços, não é muito grande. A sala, por exemplo, é meio apertadiha. Como fiquei só uma noite e ainda tive que ir na casa da Véia, nem deu pra aproveitar muito. Mas o apartamento é bem novinho, saca só:




A cozinha fica bem ao lado da sala e é MUITO apertadinha. Praticamente um corredor (mas tem fogão completo). Não lemnro se tinha microondas e panelas.


O quarto também não é dos maiores, mas a cama era ótima. Gigante. a TV era meio pequena, mas como ficava perto da cama, não fez tanta diferença.




Vou ser sincero: apesar de ter ficado hospedado lá no início deste ano, não lembro como era o chuveiro. Mas olhando pra foto, pareceu ser de tamanho razoável.


Acho que a internet era paga. Realmente não lembro, porque não cheguei a usar. Mas lembro que era Wifi. O café da manhã é ESPETACULAR. Muita fartura, muitas opções. Tinha até uns doces, muito bom. O hotel fica em uma rua pequena, meio escondida, e fica uns 600 metros da estação de metro de botafogo. Tranquilo de andar, maromeno movimentado, mas dá pra suar bem até chegar nela.

Eu gostei, mas achei muito caro. Não dá pra passar uma temporada muito grande lá, mas é um bom lugar para ficar pouco tempo (ou muito tempo, se você tiver dinheiro sobrando).


Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).