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22 de jul. de 2015

Esparroman RECOMENDA: Moto Maxx

Fazia um tempo que eu estou passando raiva com meu celular. Cheguei a pegar um novo da empresa (um S4 mini), mas não adiantou muito. Eu continuava passando raiva (o celular é uma merda).

Comentei isso com uns amigos em um buteco desses da vida (láááááá em março) e um deles falou que estavam rolando altas promoções de celular. Aparelho que na época custava 2.100 ronaldos estava sendo vendido por 1.500. Umas mágicas que até agora não entendi, mas basicamente era: Dia de desconto especial (um Black Friday da vida) + Cupom de desconto (normalmente 10%) + pagamento no boleto (desconto de mais 10%).

Eu vi muita gente falando bem do Moto X (inclusive a Ruiva) e o Moto Maxx era melhor ainda. Numa dessas promoções várias pessoas compraram o Maxx e estavam gostando muito (principalmente a bateria infinita dele). Decidi que esse seria meu próximo telefone. E pedi para a galera das promoções me avisarem quando aparecesse uma nova.

Um dia um colega me mandou uma mensagem avisando da super promoção. Estava 1.470 ronaldos. Eu não vi, porque no dia a bateria do meu telefone tinha acabado.... E fiquei puto da vida, porque no link que ele me mandou ainda estava aparecendo como se estivesse disponível. Só deu erro depois que preenchi a porcaria toda pra comprar.

Fiquei aguado e doido pra comprar, mas fiquei me consolando com “ah, mas é muito dinheiro. Melhor não comprar mesmo”. E acabei deixando pra lá.

Só que uns 10 dias depois apareceu uma nova superpromoção. Me mandaram o link, o código promocional. Eu vi quando estava em uma reunião inútil, mas que tinha que participar. Não tinha desconto no boleto, então estava 1.650 ronaldos. Para a época, era MUITO barato (o aparelho estava mais de 2 pau). Por outro lado, poderia pagar no cartão e dividir em 10 vezes. O papo de “ah, mas é muito dinheiro” foi pro saco, já que poderia dividir em 10 vezes e não teria tanto impacto assim no orçamento mensal.

O problema é que eu estava na tal reunião e não dava pra sair no meio. Pensei em muitas opções (uma delas envolvia pedir para ir ao banheiro), mas nenhuma era viável. Até que alguém pediu uma pausa para o café e eu saí igual uma bala para o meu computador. Comprei.

Pouco tempo depois ele chegou em casa (coisa de uns 3 dias). No começo, achei meio grande, mas com o tempo você acostuma. Também achei ele pesado (e ele realmente é, graças à bateria infinita). Você também acostuma, mas quando pega um outro aparelho a diferença é realçada. Mas o peso compensa. Tem vezes que fico 3 dias sem carregar o aparelho.

A tela é sinistra. A qualidade QHD (2560 x 1440) assusta (ainda mais para quem tinha um aparelho 800x400). Não dá pra ver os pixels. Os vídeos ficam sensacionais, mesmo com a tela “pequena”. Os aplicativos abrem muito rápido e não “agarram”. Android quase puro, sendo que o que deixa ele impuro são coisas realmente boas da Motorola.

Mas.... (sempre tem um mas) ele tem um bug. O botão voltar não volta sempre. No início eu achei que era só o meu, mas confirmei com outras pessoas que acontece com todo mundo. Algumas vezes você precisa apertar por mais tempo, um toque rápido não funciona. E não é hardware, porque isso só acontece algumas vezes. E também acontece em alguns Moto X.

Outro mas é o tal android puro. Eu sinto falta de algumas coisas que a Samsung implementou na UI dela que não tem no puro. Para ligar (ou mandar mensagem) você precisa achar a pessoa nos seus contatos, “entrar” nela e clicar no telefone ou na mensagem. No Samsung era só deslizar o dedo para a esquerda ou para a direita.

Um terceiro problema (e acho que esse é o último) é a câmera. O software é o do android e é uma bosta. Simples, sem recursos, só uma resolução disponível. O foco leva uma eternidade. Nisso aí a Samsung espanca. Estou testando uns outros aplicativos de foto, mas não achei nenhum igual o da Samsung que seja grátis. Em números, era para ser excepcional: são 21 MP para foto e filma em 4k (sério!), mas quantidade alta de pixels não significa necessariamente foto e filme bons. Note: não é que sejam ruins, comparado com o meu S2 antigo, são melhores, mas comparado com fotos de telefones mais novos, deixa a desejar.

No geral, estou gostando muito e recomendo. O problema é que apesar de topo de linha da Motorola, ele não é vendido em tudo quanto é canto do mundo e ai atualizações são deixados para segundo plano (já está no Lolipop 5.0.2, enquanto o moto x está no 5.1).

Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).

16 de ago. de 2013

Esparroman RECOMENDA: SwiftKey

Um bom tempo atrás, o Primo deu uma dica de um teclado que era sensacional, o SwiftKey. O teclado é fantástico: responde bem aos dedos rápidos e tem uma capacidade de correção de digitações erradas que parece mágica. Além disso, tem uma capacidade de aprendizado absurda, sugerindo, muitas vezes, a palavra que você quer digitar antes mesmo de você escrever qualquer coisa. Divida? Saca só o video deles:


Além de toda essa maravilha, ele tem o flow, que é parecido com o Swype, mas com toda a mágica de aprendizado, correção e "adivinhação" de palavras. Confesso que no flow não é tão mágico assim, mas pode ser porque eu havia colocado o inglês e o alemão como outras opções de língua. Ah, é, você não precisa chavear as línguas, ele identifica a língua que você está escrevendo....

O teclado é tão bom, mas tão bom, que eu COMPREI o aplicativo. São 4 ronaldos e eu estou me perguntando até agora por que eu não havia comprado antes. Eu tinha usado o trial uns 2 anos atrás, que não tinha o flow, e deve ter sido por isso. Mas agora, não tem mais desculpas!

Uma parte que eu gosto muito é a de estatísticas (nerd, sabe como é): mostra quantas palavras você digitou errado e ele corrigiu, quantas palavras ele previu, quantas letras você não teve que digitar, quantos metros você "flowou", além de um heatmap com a sua digitação (mostra onde você costuma digitar nas teclas). Queria mostrar aqui, mas como eu comprei o aplicativo hoje, as estatísticas estão todas em zero. A solução foi pesquisar no google:




Importante: não tem para iOS ("The SwiftKey app isn’t currently available for iOS devices, because Apple do not allow apps to change the on-screen keyboard.") e nem para Windows Phone (porque ninguém usa, hehe). Mas para quem usa android, recomendo muito, nem que seja a versão trial de 30 dias. E se você gostar, COMPRE. Vale cada centavo.

O problema é que você vai ficar mal acostumado e quando for digitar no computador vai ficar puto que o excel (ou qualquer outro programa) não está corrigindo o que você digitou errado....

7 de mar. de 2013

Esparroman RECOMENDA muito: CWMoney

Para quem lê o blog há mas tempo sabe que controlo meus gastos. Comecei em 2006, com um programa genérico. O programa era bom, mas não tinha tudo o que eu precisava e o banco de dados era fechado. Ou seja, não dava para fazer análises mais profundas dos lançamentos.

Aí aproveitei a minha desalocação em 2007 e desenvolvi o Super Controlador de Gastos. Ele era muito bom e tinha tudo o que eu precisava. O problema é que ele ficava só no meu notebook (na época, no notebook da consultoria) e era uma merda, porque tinha que anotar as despesas em um papel e depois colocar lá.

Em algum momento que não lembro quando foi, resolvi transformar a base de dados (um access porco) em planilhas excel e migrá-la para o Google Docs. Era lindo, poderia usar em qualquer computador, mas teria que estar com algum computador perto. Eu continuava anotando em papéis, mas acabava esquecendo uma coisa ou outra, o que tornava o sistema falho.

Quando eu viajei para o Chile, então, foi uma merda. Anotar tudo, mas quando voltei de viagem estava rolando um turbilhão no trabalho e não tive tempo de colocar todas as despesas na planilha. Aí fui deixando pra depois e quando fui ver tinha SEIS MESES que eu não anotava nada. Vi que o GDocs não era a melhor opção.

Como eu sempre ando com o celular, resolvi que era hora de utilizá-lo para realizar o controle das despesas. Pensei em desenvolver um aplicativo, mas a falta de tempo era grande e a preguiça era maior ainda. Resolvi catar algum aplicativo pronto no Google Play. Foi difícil pra caralho encontrar, pois nenhum tinha nem metade das coisas que eu precisava. Mas consegui: encontrei o CWMoney.


O programa é MUITO completo. Pra começar, tem controle de despesas e de receitas. Coisa que eu acho bem importante, já que não tenho só uma fonte de receitas (tem salário, reembolso de viagens, aplicações, etc).


Outra coisa boa é que ele permite colocar muita informação para classificar suas despesas/receitas. Você pode colocar categoria de gastos, com suas respectivas subcategorias, conta e projeto. E o melhor: ele já vem com os itens mais comuns de cada um dessas classificações, mas você pode configurar cada uma delas. Eu, por exemplo, mudei absolutamente todas. A única coisa ruim é que as categorias/subcategorias/contas/projetos não aparecem em ordem alfabética, são listados na ordem que você os cadastra.

Ele também permite que você tire fotos e associe ao gasto (uma nota fiscal, por exemplo), grave algum som (você falando o nome do lugar, ou o que comeu, por exemplo) e/ou associe a algum lugar no GPS. Nunca usei nada disso, mas pode ser útil para alguém.


Outra coisa legal é que ele já tem alguns gráficos para você fazer uma análise rápida dos seus gastos/receitas: por mês, por semana e por categoria. E também permite que você exporte o banco de dados (para backup, por exemplo). Na versão paga você ainda pode exportar para CSV, Excel e mais uma pancada de coisas. Mas o banco de dados exportado é aberto, então um programinha porco de SQL resolve.

Também dá para fazer pesquisas por data em cada conta, para saber quais seus gastos (ou então clicar nas categorias abaixo do gráfco, para ser mais rápido).

Outro ponto muito bom é que você pode definir orçamentos para cada uma das categorias e ir acompanhando os gastos com uma barrinha que vai sendo preenchida à medida que seus gastos são lançados. Não dá pra reclamar de falta de controle.

A segurança é boa: você pode colocar uma senha para entrar no programa. E para evitar que você tenha que colocar a senha toda vez que for lançar alguma coisa, há um widget para lançamentos rápidos.

Eu achei absurdamente completo e não vi nada que faltasse no programa. Também tem muitas opções para personalizar o programa. Claro que faria pequenas mudanças se o código fosse meu (como ordenar as listas de categorias alfabeticamente), mas é perfumaria.

Recomendo MUITO e tem tanto para Android (versão grátis e a paga, com alguns itens a mais) e para iOS (acho que só pago).


Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).

1 de ago. de 2012

Esparroman RECOMENDA: SyncToy

Já contei aqui que sou bem neurótico com backup, né? Tenho uns 15 DVDs com backups que eram feitos a cada 3 meses. Manter esses backups era uma merda: toda vez tinha que queimar um DVD novo colocando tudo o que eu tinha no computador (seja ele desktop, seja notebook). Aí era uma merda: eu nunca lembrava qual o arquivo era o mais novo: o do notebook ou o desktop. Até que eu descobri o SyncToy (em 2006. Não sei porque diabos só estou postando isso hoje).

O SyncToy é um programinha grátis da Microsoft que sincroniza os arquivos de 2 computadores. Ele mesmo olha o que foi alterado e mantém as 2 bases iguais. Na verdade verdadeira, ele tem 3 opções: sincronizar, eco e contribuição. Resumindo: no primeiro ele iguala as bases, no segundo ele faz uma cópia de uma base para a outra e na terceira ele só acrescenta o que foi criado/editado numa base na outra.

E para fazer backup isso é fantástico: você sincroniza o seu computador 1 com o computador 2. Se você é doente, como eu, pode sincronizar o notebook com o HD externo, o desktop com o HD externo e novamente o notebook com o HD externo. Isso significa que tudo o que tem no notebook tem no desktop E no HD externo (ou pen drive gigante). Se seu notebook está em rede com o desktop, pode sincronizá-los direto (não é o meu caso).

O melhor de tudo é que o programa é MUITO simples de usar. Basta você falar o diretório que ele deve sincronizar no computador 1 e o diretório do computador 2. O resto ele faz sozinho. E se você tem alguma pasta dentro desse diretório que não quer sincronizar, tem essa opção. Ou então algum tipo de arquivo que quer manter só de um dos lados. E o legal é que ele funciona com diretórios de rede, então você pode manter o seu notebook do trabalho sincronizado com a rede para quando for viajar.

Não vou colocar prints do programa aqui porque, bem, estou com preguiça (tá cheio de coisa confidencial e teria que ficar editando os prints), mas recomendo MUITO. Só não deixe de sincronizar os arquivos com freqüência, senão não adianta nada.


Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).

28 de mar. de 2012

Esparroman RECOMENDA: Offerhouse

Algum tempo atrás o Filipe me indicou dois sites para compra de jogos na gringa, pagando mais ou menos o valor dos EUA, o Offerhouse. Como eu estava com muito jogo na fila, acabei anotando o endereço, mas não comprei nada. Em meados de janeiro, quando acabei o God of War 1, resolvi renovar o estoque e comprar um jogo que já fazia tempo que estava na minha lista: Assassin`s Creed II.

Entrei no site, vi o jogo por 20 e poucas doletas e comprei. Com mais 4 doletas de entrega, o jogo ficou perto de 50 reais, menos da metade aqui no Brasil. Acho que até cheguei a comentar aqui que eles mandaram um email falando que iam mandar como se fosse um amigo mandando jogo para outro, como presente.

O problema é que o site é de Hong Kong, então o jogo demora muito para ser entregue (por causa do correio brasileiro. Entre a compra e a chegada ao Brasil foram 3 ou 4 dias). O legal é que eles te dão o número de rastreamento do correio, então dá pra acompanhar o status da entrega. Milagrosamente, o jogo chegou com umas 4 semanas (vale lembrar que os jogos que o amigo da Raquel me mandou da gringolândia demoraram mais de TRÊS MESES).

Pra você que tem medo de dar seu cartão de crédito para um site chinês (tipo eu), fique tranqüilo: a forma de pagamento é paypal, o que ainda garante que você pague em Reais e não fique na mão da variação cambial. Mas não se iluda: você PAGA o IOF de compras no exterior (eu, pelo menos, paguei).

Aproveitei que terminei o Red Dead Redemption e resolvi comprar mais jogos para a fila. Comprei Batman: Arkham Asylum e Metal Gear Solid 4, ambos muito bem recomendados por amigos. Repararam que só compro jogo velho, né? É que é mais barato que lançamento e, se eu comprasse lançamento, quando eu conseguisse jogar eles já estariam igualmente velhos aos que eu compro (tipo Call of Duty Black Ops, que ainda está lacrado).

Vamos ver quanto tempo vai demorar para chegar (e se eu não vou cair na receita). Torçam por mim.


Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).

27 de mar. de 2012

Esparroman RECOMENDA (mas achou o fim uma bosta): Red Dead Redemption

Lá em meados do ano passado, depois de uma longa espera, chegaram os jogos de PS3 que a Raquel ia trazer para mim da gringolândia. O amigo dela que ia colocar os jogos no correio demorou tanto, mas tanto, que ficou sem graça e acabou colocando um jogo de brinde: o Red Dead Redemption. Era usado, mas quem se importa?

Comecei a jogar o jogo no início desse ano, logo que terminei o God of War 1 (falei dele por aqui? Se não falei, é muito bom também. O 3 é MUITO melhor, mas isso não faz com que o 1 seja ruim). Voltando ao RDR, logo que comecei a jogar percebi que era da mesma empresa que fez o GTA, a Rockstar. E, talvez por isso, os jogos sejam tão parecidos. A diferença é que o RDR é ambientado no velho oeste e o GTA numa Nova Yorque atual.

A história é a seguinte: você é John Marston e o governo sequestrou a sua família para te forçar a ajudá-los a pegar alguns velhos conhecidos seus fora-da-lei. Esses caboclos eram da gangue que você participava e te deixaram pra trás em um tiroteio em que você foi baleado. Ou seja: além de você querer resgatar a sua família anda quer pegar os filhos da puta que te deixaram morrer.

Assim como no GTA, os gráficos são foda. Bem mais detalhistas que o GTA (que, vale lembrar, representa NY perfeitamente). E o jogo também, é de mundo aberto, com várias missões para serem realizadas na hora que você quiser. Se, entre uma missão e outra, você quiser sair pelo deserto matando bichos e tirando a pele deles, você pode. Assim como também pode participar de jogos de poker, blackjack, liers dice (tipo uma purrinha, só que com dados) e outros jogos típicos do velho oeste, como lançamento de ferradura e queda de braço.

O começo do jogo é meio devagar: você está aprendendo a ser um fazendeiro e as missões são tocar a boiada, domar cavalos, matar coelhos que estão comendo a plantação de cenouras... Mas pouco depois disso você foca no seu objetivo de matar seus desafetos e o esquema fica mais animado. Aí, meus amigos, começa o tiroteio e o sangue jorrando.

Ao contrário do GTA, que se passa em apenas uma cidade, no RDR são várias pequenas cidades e ranchos do oeste estadunidense e do norte do México. Isso causa uma perda de deslocamento entre cidades muito grande, o que me incomodou um pouco. Mas depois que você compra um cavalo mais possante isso acaba não sendo muito problema. E o lado legal é que enquanto você viaja entre as cidades consegue impedir assaltos, mortes e pequenas missões com desconhecidos.

O ponto fraco do jogo é o final (atenção! Spoiler!) Depois de matar todo mundo, você reencontra sua família e vai morar no seu rancho. Eu achei que o jogo terminava por aí (o que seria o ideal para o jogo), mas aí você volta a ter missões de fazendeiro e o jogo volta a ficar chato.

No fim (fim mesmo) o John morre, sua esposa morre, o tio morre e você passa a jogar com o filho do John. Até procurei na internet pra descobrir se tinha um final alternativo, uma forma de não morrer ou alguma coisa parecida, mas é isso mesmo. Mor-reu. O que me causa muita estranheza, porque no RDR Undead Nightmare (que eu comprei baratinho na Alemanha) tá todo mundo vivão (quer dizer, mais ou menos, já que eles viram zumbis).

No geral, o jogo é legal e acho que vale a pena. Mas se você gosta mesmo desse tipo de jogo, já de GTA.


Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).

25 de jul. de 2011

Esparroman RECOMENDA: Assassin's Creed: Brotherhood

Quando eu comprei o Assassin's Creed: Brotherhood eu não sabia nada do jogo. Comprei porque me recomendaram o jogo e, bom, porque estava barato. A única coisa que eu sabia era que tinha 2 jogos antes dessa série (tipo o God of War III)

Logo que coloquei o jogo no PS3, meus olhos brilharam: os gráficos do jogo são MUITO fodas. Absurdamente fodas. Isso porque eu estava jogando com o cabo de video porco que vem no PS3. Depois que coloquei um cabo HDMI, meu amigo, minha amiga.... QUE GRÁFICOS! Dá uma sacada nuns screenshots que peguei daqui e daqui:




Eu não conheço Roma, mas meu pai, que conhece, ficou abismado com a qualidade da imagem e com a fidelidade aos lugares turísticos. Aliás, a história é 90% passada em Roma e 9% em Firenze e 1% em Viana (essa na Espanha). A história da franquia é a seguinte: um moleque chamado Desmond é sequestrado para uma série de exames malucos, porque é descendente de caras que fizeram parte dos Assassinos. Através de uma máquina a galera conecta o moleque aos seus ancestrais, tudo para descobri ronde fica a tal Maça do Eden, um artefato poderoso. Em cada um dos jogos o rapaz se conecta a um dos ancestrais e chega mais perto da tal maçã.

Nesse jogo ele se conecta ao Ezio, um cara que viveu em Firenze (no jogo 2, pelo que eu entendi) e que agora está em Roma. A ideia do jogo é retomar Roma dos Borgia, que dominaram a cidade e acabaram com a mesma. À medida que você vai reconquistando a cidade pode reconstruí-la. A cada local que você reconstrói passa a ganhar uma graninha a mais, que é depositada no seu banco (sim, o banco é seu). Mais ou menos no estilo de GTA, que, por trás da história e objetivo principais você pode viver na cidade.

Uma das sequencias de memória mais legais é quando ele se encontra com Leonardo Da Vinci. Duvida? Olha só o screenshot desse encontro, que tireidaqui.


Os dois são amigões de longa data e o Leonardo está preocupado que os Borgia o obrigaram a desenvolver armas de guerra que serão usadas para destruir Roma e conquistar outras partes da Itália. Aquelas famosas armas que a gente vê os desenhos em qualquer programa sobre o Leo. O mais legal de tudo é que você USA a armas durante o jogo. A mais legal delas, sem dúvida, é o tanque. Saca só a imagem que tirei daqui:


A jogabilidade é muito boa. Um problema que eu tenho com jogos de movimentação muito rápida (tipo jogos em primeira pessoa) e que em alguns momentos aconteceram nesse jogo é que fico meio tonto, com dor de cabeça. Mas nada que com o tempo você aprenda a jogar sem sofrer muito. Os controles são muito sensíveis e, em alguns casos, você passa raiva. Mas acho que é mais falta de coordenação motora minha.

Eu gostei tanto do jogo que já comprei o 1 (super promoção na Saraiva! Só 60 ronaldos!) e já estou pensando em comprar o 2 e o 4 (que sai em novembro). Recomendo bastante.


Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).

4 de mar. de 2011

Esparroman RECOMENDA: God of War 3

Quando eu comprei meu PS3 perguntei pra deus e o mundo quais jogos comprar. Cada um falou alguns jogos, mas tem um jogo que foi unânime: God of War 3. Mesmo sem saber nada sobre o jogo, resolvi comprar. Não tinha como ser ruim.

Quando o jogo e o video game chegaram, foi o primeiro que joguei. A primeira impressão foi "caralho, que gráficos!". As historinhas entre os momentos de porrada são elaboradas e curtas, mas absurdamente detalhadas. Nos momentos de porrada "normais" os detalhes são um pouco menores (ainda assim, muito bem feitos), mas nas horas dos chefões (os deuses), os gráficos são MUITO fodas.


Não é só de belezas e de porrada que vive o jogo. Em muitos momentos fiquei alguns bons minutos tentando descobrir como "passar de fase", porque tem alguns quebra-cabeças que te fazem queimar fosfato. Além disso, algumas tarefas exigem muita coordenação motora e agilidade, como na fase do "Guitar Hero" ou nas fases de vôo perto da Chain of Olympus.

Na hora da porrada, Kratos mostra como ser mau. As formas de matar dele são muito cruéis, em alguns momentos lembrando filmes do Tarantino, com sangue voando para tudo quanto é lado, o que me fez gostar mais ainda do jogo e colocá-lo como para maiores de 18 anos. Olha só:


Falando em "maiores de 18 anos", uma das cenas mais bem feitas (graficamente falando) é o encontro com Afrodite. Tentei tirar fotos, mas não fui capaz de tirar nada bom, então recorri ao google (pode ver só os 4 primeiros minutos):


Se você viu mais de 3 minutos do video, viu que se você erra os comandos, é como se mandasse mal com a Afrodite e ela tira onda com a sua cara.

Só teve uma coisa do jogo que me deixou triste: achei ele meio curto. Tá certo que devem ter sido umas 20 horas de jogo (provavelmente mais), mas estou acostumado a GTA 4, que já tenho umas 50 horas de jogo e estou nos 30% ainda. Mesmo assim, achei o jogo sensacional e recomendo muito a todos.


Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).

22 de fev. de 2011

Esparroman RECOMENDA: Shaved Tight Pussy

A razão de eu ter ido ao Studio Bar foi, na verdade, ver o show do Shaved Tight Pussy (não achei link em lugar nenhum). A banda, recomendada pela minha querida amiga Consultora, é cover do Stone Temple Pilots e é do namorado de uma amiga dela, o Ex-Leo Nastácia (hoje conhecido como Leozinho, pois saiu da banda).

A história do cara é a seguinte: ele tocou com o Tianastácias durante 10 anos, inclusive na fase que a banda fez sucesso. Aí deu briga e ele acabou saindo (ou foi saído, não sei). Juntou outros amigos e resolveu formar o STP, para fazer cover do Stone Temple Pilots.

Como eles não conseguiram achar um vocalista, acabam convidando um diferente para cada show. No dia que eles tocaram no SB devia ser alguma ocasião especial, porque tinha uns 4 vocalistas diferentes, cada um cantando um conjunto de músicas. Neste dia trocou até o baixista em alguns momentos. [Update] Blogueiro burro, não sabe de nada (e entendeu tudo errado). A banda possui 4 vocalistas que se alternam entre as músicas. Obrigado, Consultora (mas que trocou o baixista em algumas músicas, isso trocou). [/Update]

Os caras são MUITO bons. Tocam bem pra caralho. Uma pena que o vocal estava meio baixo e não estava dando pra ouvir direito. Do meio do show pra frente acho que alguém avisou e melhorou bem o som. As músicas, pouco conhecidas de 90% das pessoas que estavam lá, são boas (afinal, é Stone Temple Pilots) e o pessoal só cantou a plenos pulmões em uma ou duas músicas, as mais famosas (tipo "Plush").

O show durou bem umas 2 horas e tocaram muitas músicas. Do meio pro fim, eu já bem embreagado, estava "sentido" as músicas e delirei com os acordes, que estavam sendo bem executados. Os vocais, apesar de serrem variáveis, também não deixaram a desejar.

Apesar de saber que de um show para outro não deve ter muita diferença, quando tiver outro show eu vou. Recomendo muito.


Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).

4 de fev. de 2011

Esparroman RECOMENDA: O rock que a terra não esqueceu

No início desse ano, quando eu estava limpando a casa depois do almoço de início de ano, eu resolvi ligar o rádio, porque de onde eu estava o meu arsenal de MP3 não seria escutável. Era um domingão, lá pras 5 da tarde, e coloquei na 98 FM, que já foi uma rádo Rock. Só coloquei nena porque das opções de BH, é a menos pior.

Para minha grata surpresa (que eu considero a descoberta do ano) estava tocando rock (não lembro a música). E não era esse pop rock de merda que tem por aí não, era coisa boa mesmo, mais das antigas (o que não quer dizer velharia). Até parei o que estava fazendo e coloquei no twitter que tinha saudade da época que a 98 era a rádio Rock.

Acabou a música e eu já estava esperando começar uma música da Kate Perry ou algo do tipo, mas para a minha surpresa (novamente) tocou OUTRA música de Rock. E assim foram por mais uns 20 minutos, sem comercial, sem blábláblá, só música mesmo. Eu já estava até assustado, mas aí acabou o bloco e eu descobri: era um programa só de rock. 2 horas inteirinhas, sem comercial, só com o mais puro Rock.

O programa, chamado "O rock que a terra não esqueceu" (nomezinho de merda, convenhamos), deve ser de alguém com muita grana, porque bancar 2 horas de rádio sem propaganda deve ser bem caro. Me fez lembrar o Rocambole, programa vééééééélho da própria 98, uando ela ainda era rock, mas que tocava mais podreira.

Em uma cidade como BH, que é bem fraca de rádios, é um oásis no deserto. Recomendo muito e já comecei a criar outros adeptos.


Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).

17 de jan. de 2011

Esparroman RECOMENDA: Chocotone Alpino

Dia desses aí pra trás estava eu trabalhando quando recebo uma mensagem da Véia: "Passa aqui em casa. Comprei um panetone pra você". Imediatamente respondi: "é assim que você quer que eu emagreça?", mas no fim do dia passei lá para pegar umas contas e acabei pegando o panetone. O não, OS. E não era panetone, eram Chocotones Alpino.

Eu nunca tinha comido e esperava algo comum. Tanto que deixei em cima da minha mesa, esperando um dia que eu "merecesse" comer (um dia de merda, resumindo). Aí esse dia apareceu e lá fui eu afogar as mágoas no chocotone. Quando parti, fiquei assustado. Meus olhos encheram de lágrimas gordas e minha glicose aumentou automaticamente, antes mesmo de eu colocar um pedaço sequer na boca. Olha só o que eu vi:


É MUITO chocolate. Praticamente diabetes instantânea. Não tem como você segurar a fatia sem sujar os dedos de chocolate. Não sei diferenciar chocolate alpino do normal, mas esse era SENSACIONAL. E a massa do chocotone também era algo de babar. Muito bom mesmo!

Achei que era sorte aquela quantidade de chocolate e cortei outro pedaço. Também veio lambuzando de chocolate. Nessa hora eu já queria comer o treco inteiro, mas me contive e resolvi guardar para outros dias que eu merecesse.

Ah, só para vocês terem uma idéia do quanto é bom: eu não sou das pessoas que mais gosta de chocolate neste mundo. Consigo viver sem durante um ano inteiro.

RECOMENDO MUITO.


Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).

4 de jan. de 2011

Esparroman RECOMENDA: GTA IV

Eu demorei para começar a jogar GTA IV. Quando o meu PS3 chegou, eu joguei muito Need For Speed e God of War. Aí, no dia que eu coloquei o blueray do GTA no videogame, minha vida acabou. O jogo é MUITO bom. A qualidade dos gráficos, a história do jogo, as músicas nos carros roubados, tudo é muito legal. Fora que você pode fazer o que quiser no jogo - o que quiser mesmo, até ir a um clube de strip.

O jogo é bem sangrento, tanto que é para maiores de 18 anos, e rola muito sangue na história. Tem tiroteio, perseguição policial, assalto, drogas e o meu preferido: atropelamento.

A história é simples: você é Nico e vive no mundo do crime. Tem sempre alguma missão para fazer e, em muitas delas tem que sentar a bala ou a porrada em alguém. No tempo livre, pode ficar vagando pela cidade em bares, boliches, sinucas ou dardos. Sim você pode JOGAR estas coisas dentro do jogo. E também pode sair com uma gatinha, Michelle. Se você fizer tudo direitinho no encontro, pode ser recompensado depois, se é que vocês me entendem.

O jogo é muito legal. Demorei um pouco para pegar o jeito (dirigir em alta velocidade, por exemplo, só estou pegando a manha agora) e você acaba viciando. Outro dia joguei por QUATRO HORAS E MEIA, sem parar. E só parei porque meu pai queria ver TV, senão teria continuado. Neste dia eu vi que aquela história de que video game faz mal e verdade. Depois que desliguei o jogo fui até a padaria e, no caminho, queria empurrar os carros que pararam na minha frente no sinal. Na fila para pagar, queria socar a mulher que estava na minha frente, que estava batendo papo com a caixa. Mas depois de um tempo isso passou.

Outra coisa boa do jogo é que nestes dias que tenho trabalhado muito (e aproveitando a TV do Véio disponível), tenho chegado em casa, ligado o PS3 e começo a matar pessoas, só para relaxar. Tem dias que eu não faço nenhuma missão, só roubo um carro e fico andando pela cidade, atropelando pessoas, socando uns e outros e de vez em quando dando uns tiros em pessoas engravatadas. Depois desta sessão de descarrego, durmo que é uma beleza.

Se você quer um jogo bom, com gráficos bacanas e com muito sangue e coisas ilícitas, recomendo fortemente o GTA IV. Eu não consigo parar de jogar.


Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).

23 de dez. de 2010

Esparroman RECOMENDA: Costela de Tambaqui

Na primeira vez que vim para Manaus, há mais de 6 meses, num dia comum de almoço no bandeijão do cliente, tinha peixe. Como eu tinha andado no sol a manhã inteira, estava morrendo de fome, aí coloquei 2 pedaços. Sentei para comer e quando fui partir o peixe vi que tinha uma espinha. Comecei a tirar a espinha e fui tirando, tirando, tirando. Quando vi, era mais ou menos DO TAMANHO DA FACA. Achei estranho, mas deixei pra lá.

Comecei a comer o peixe e, putz, era MUITO bom. Muito MESMO. Nem precisava de faca para comer, de tão macio. Desfazia na boca, uma textura e um gosto sem igual. Isso porque estava comendo NUM BANDEIJÃO. Apaixonado com aquele peixe, resolvi perguntar o que era aquilo para um cara do cliente. "Costela de Tambqui", disse ele.

Resolvi que tinha que comer aquele peixe em um restaurante de verdade. Fui lá, comi, e putamerda, era melhor ainda. Não imaginei que fosse possível, mas era mais gostoso ainda.

Desde então, toda vez que venho a Manaus me entupo de costela de tambaqui. Nessa última vinda, fui num lugar que tinha um empalhado. Uma das meninas da minha equipe resolveu tirar foto ao lado dele. O dono do restaurante, vendo aquilo, falou "vem cá que você vai tirar foto do lado de um tambaqui de verdade". E aí eu vi o tamanho da criança pela primeira vez:


Trinta e cinco quilos de peixe. Simplesmente sensacional.

Se tiver chance, coma costela de tambaqui. Eu garanto que você não vai se arrepender.


Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).

16 de jun. de 2010

Esparroman RECOMENDA: O Lenhador

Quando descobri que viria para Manaus pedi dicas de lugares para vir para todo mundo que sabia que tinha vindo para cá. Minha tia me falou de um lugar, O Lenhador, um restaurante de carnes exóticas. Ela falou que era caro, mas como eu não sei se vou ter a chance de comer essas coisas novamente, resolvi abrir a mão por um dia e ir no tal lugar. Meu gerente (o gente boa) também estava com vontade de coisas diferentes e animou ir.

Na segunda feira olhamos no site e vimos que abria de segunda a sábado para jantar. Tentamos ligar várias vezes para confirmar se estava aberto, mas ninguém atendia. Como meu gerente ia embora terça a noite, resolvemos arriscar. Pegamos o carro, atravessamos Manaus (sem nos perder!) e, quando chegamos lá obviamente estava fechado. Perguntamos para o cara que estava tomando conta e ele disse que só abria à noite nas sextas e sábados. Tristes, lembramos que no dia seguinte era dia de jogo e que o expediente no cliente ia só até 11:30 da matina, logo poderíamos ir até lá.

Aí ontem saímos do trabalho e fomos direto para o restaurante. O trânsito, que já é caótico em Manaus, estava pior ainda e acabamos chegando no lugar pouco depois de 12:30. Tinhamos pouco tempo para comer, dado que o jogo começava às 14:30 aqui. Dá uma olhada no local:


O esquema lá é no buffet (R$ 54,00 para comer a vontade, com direito a sobremesa) ou no quilo (R$ 68,00 / Kg). Como eu queria comer um pouco de cada, entrei no buffet. O primeiro prato que peguei, essa belezura aí embaixo, era no tema "tartaruga". O parecido com carne moida é picadinnho de carne de tartaruga. O meio gosmento é couro de tartaruga, o segundo melhor do dia.


O segundo prato tinha jacaré e arraia. O da esquerda é filé de jacaré. O do centro é costela de jacaré e o da direita é a arraia (não faço idéia de que parte seja, mas foi de longe o melhor do dia).


O terceiro prato era peixe e camarão. Camarões bem grandes, por sinal, mas não tão saborosos. À direita, tambaqui. No alto, pirarucu com arroz e tucupi feito na folha de banana (terceiro melhor do dia).


O último prato foi o tradicional pato no tucupi, que eu já conhecia. Como já não aguentava mais comida, peguei só um pouco de jambu e tucupi. O pato ficou pra próxima...


Ainda tinha sobremesa, mas eu já estava quase morrendo e era só doce típico do amazona (cupuaçu, açaí, etc) e eu não consigo gostar dessa portaria. Mas quem comeu falou que não é NADA parecido com o que se come no sudeste.

A decoração do lugar é bem bacana, com artefatos indígenas e artesanato manaoara. Mas o que achei mais legal foi uma rede com um monte de piranhas mumificadas:


A comida é excelente e o atendimento fantásico. O preço não é dos melhores, mas é pagável. O problema mesmo é o calor infernal, já que lá não tem ar-condicionado e o telhado de palha ajuda a esquentar o lugar. Mesmo assim, eu recomendo muito!

Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).

31 de mar. de 2010

Esparroman RECOMENDA: Big Bi

Nessa nova fase de redução de calorias, encontrei aqui no Rio uma casa de sucos e sanduiches que é fantástica: a Big Bi. Pelo menos em Copacabana e igual praga: tem em toda esquina. Sério: só na Barata Ribeiro eu CONTEI 7 (e olha que nem andei muito).

Pelo que pude perceber, as lojas são de donos diferentes, porque os valores variam (pouco), cada notinha tem um nome diferente e nem todas aceitam todos os cartões. Apesar disso, o cardápio é padronizado e a preparação parece ser igual em todas as lojas (já comi em 4 diferentes).

Os sanduíches não são tão baratos assim, mas são grandes e muito bem preparados (e gostosos). E tem sanduba de tudo quanto é jeito: saudável, gorduroso, frio, quente, com mato, sem mato... Os sucos são até baratos (3,50 o de 300 ml e 5,50 o de 500 ml) e são MUITO bons. Não são aguados, tem gosto de fruta de verdade e nem precisa de colocar açucar.

Mesmo estando sempre cheio, os pedidos saem muito rápido e os atendentes são todos bem humorados. Uma dica: se os sucos são todos adoçados. Se você não quiser açúcar, tem que pedir pros atendentes.

Uma única coisa me incomoda: poucos são os que tem mesa pra sentar. A maioria é no balcão, em cadeiras não muito confortáveis. A solução que encontrei foi pedir para viagem. Os sandubas são colocados em embalagens de isopor e os sucos ganham tampa. E o melhor é que não cobram pelas embalagens.

Dos que eu já comi, recomendo fortemente o sanduba de filé com queijo e ovo (só comi uma vez, porque é meio gorduroso) e o meu de todo dia: o de peito de peru com queijo minas. Já os sucos, o meu preferido é o de morango com leite.

Se passar pelo Rio e estiver afim de um sanduba bom, passe num Big Bi. Eu recomendo!

Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).

3 de mar. de 2010

Esparroman RECOMENDA: Alfajor Havanna

Assim como os sorvetes Freddo, todo mundo me recomendou encher a cara de alfajores Havanna. Alguns mais fanáticos falaram para eu encher a cara de QUALQUER alfajor, porque todos eram muito bons. Não sei se foi azar, mas o ÚNICO alfajor que comi na argentina (um genérico das lojas 25 horas) não estava lá essas coisas, e acabei deixando pra lá essa história de alfajor (até porque estava me entupindo de sorvete e a Havanna não é das mais baratas).

No entanto, antes de voltar para o Brasil passei numa das lojas da Havanna e comprei 3 caixas de 12 para a minha família (uma acabou ficando pra mim). Quando cheguei no Brasil resolvi experimentar o tal alfajor e, meus amigos, foi a segunda maior burrada da viagem ter deixado para experimentar só no Brasil.


Eles vem embalados em papel, sem aquela cara de produto industrializado, pois parece que é tudo dobrado bonitinho, manualmente. Até achei estranho, porque deve estragar mais rápido. Mas pelo que fiquei sabendo, é embalado assim para manter a frescura do alfajor.


O alfajor é MUITO bom. Macio, com bastante doce de leite no meio. O conjunto de todos os ingredientes juntos é algo sensacional. Em uma mordida você sente o sabor do chocolate, depois do biscoito, bastante saboroso e macio e, por fim, a cereja do bolo: o doce de leite. O doce de leite é feito por eles e é tão famoso que é vendido separado (devia ter comprado um pote para trazer).

Para quem gosta de doce, os alfajores da Havanna são sensacionais e eu recomendo fortemente que comam muito ao irem para a Argentina. E uma coisa melhor ainda a se fazer é tomar um Freddo de Doce de Leite seguido de um Alfajor Havanna (ou o contrário, sei lá).

Ah! Eu já vi alfajores em BH, mas o preço estava cabuloso. Lá em BsAs, uma caixa com 12 é 37 pesos (mais ou menos 18 reais). Aqui em BH, a mesma caixa é 60 reais no Morini. Achei um absurdo e, por melhor que seja, não vale tanto.

Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).

2 de mar. de 2010

Esparroman RECOMENDA: Freddo

Quando eu comentei com algumas pessoas que ia pra argentina, TODOS falaram a mesma coisa: se entope de Freddo de doce de leite. Eu fiquei atento com isso, porque todo mundo falava a mesma coisa. Quando cheguei em BsAs e vi a primeira loja do Freddo, em Puerto Madero, entrei pra ver de qualé.


Quando vi o preço, desisti. 15 pesos o pote mais barato era muito para o meu bolso. Como disse no post, foi a maior burrada da viagem.

Mais tarde, em San Telmo, o calor era demais e acabei me rendendo aos prazeres do sorvete. Pedi uma bola de doce de leite e outra de chocolate suíço com doce de leite em natura. Quando coloquei a primeira colherada na boca (o doce de leite estava por cima), minha vida mudou. O sorvete é tão bom, mas tão bom, que até esqueci de tirar foto. Tanto que na primeira foto só tirei uma foto de metade do sorvete (a de chocolate suíço):


Sério, o sorvete é uma coisa dos deuses. Tem realmente gosto de doce de leite, a textura é fantástica (não é aquelas coisas "ralas" aqui do Brasil) e deixa aquele gosto duradouro na boca. É tão bom que nem derrete rápido como os que estamos acostumados. O de chocolate também é muito gostoso, mas nem se compara com o de doce de leite (mas as características são as mesmas do de doce de leite).

Apesar de ser caro, vale cada centavo. São duas bolas gigantes que podem vir na casquinha ou nesse potinho aí de cima. A casquinha é muito gostosa também, mas como o sorvete é grande, corre risco de fazer bagunça (esse é de Xuxu).


Do segundo dia em diante só comi os sorvetes de doce de leite (são vários sabores de doce de leite) e o melhor deles, sem dúvida, é o Dulce de Leite Tentación: sorvete de doce de leite com doce de leite em natura. Bom demais!

Se eu pudesse, teria comprado uns 20 quilos para o Brasil, mas não resistiria à viagem. Mas recomendo que todo mundo que passar por terras argentinas (ou algum outro lugar que tenha uma loja da Freddo) coma muito desta maravilha divina.

Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).

6 de fev. de 2010

Esparroman RECOMENDA: Cachoeira da Pedra Pintada

Conheci a Cachoeira da Pedra Pintada na fatídica visita a Cocais (bem vindo amanhã). Dadas as circunstâncias da ida até o local, era de se imaginar que eu odiasse a cachoeira, dado que estava muito puto. Mas o lugar é tão bacana, mas TÃO bacana, que esqueci todas as dores do corpo quando cheguei lá.

Confesso que não deve ser fácil chegar lá. São uns 5 km de estrada de terra partindo da vila de Cocais e a estrada estava bastante judiada. Sei que tem como chegar porque um cara aleatório chegou lá em um stilo. Logo na entrada uma casinha com um porteiro, que recolhe os 3 reais por pessoa para entrar no lugar. Recomendo muito fortemente que não vá de sandália, chinelo ou algo que possa escorregar do pé e que leve bastante água e algo para comer, porque é um caminho difícil, bem íngreme e em mata fechada até o local. Aliás, o tal porteiro vende algumas bebidas. Não sei se tem comida.

Mais ou menos no meio do caminho dá pra ter uma visão do lugar:


É meio desanimador ver aquela queda d'água lááááááááááá longe, mas eu garanto: vale cada músculo doendo quando se chega lá. Dá uma olhada nas fotos que tirei do lugar.














O melhor de tudo é que parece ser razoavelmente tranquilo, a contrário das cachoeiras da Serra do Cipó. Neste dia que fomos (um sábado com sol da porra e muito calor) só estávamos nós e o tal cara do stilo (que, por sinal, só chegou no meio da tarde). Não tem barraca, mesa, cadeira, etc, mas tem lugares secos para deixar as mochilas e para fazer lanches rápidos.

Recomendo MUITO, principalmente por ser bem perto de BH (uns 100km, no máximo). O único problema é a estrada para lá, que é MUITO perigosa (262, acho).

Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).

2 de dez. de 2009

Esparroman RECOMENDA: Mercedes Band

Para ser sincero, não sou muito fã de Janis Joplin. Conheço muito pouco da discografia dela, mas a voz dela é inconfundível. E algumas das músicas são crássicos que todo mundo conhece.

A Mercedes Band é uma banda cover de Janis Joplin. Pelo que entendi, são de BH mesmo e vivem tocando nesses bares e botecos de BH. E eles estavam tocando no Estudio B no dia do aniversário de Xuxu.

Meu amigo, minha amiga... A banda é MUITO boa. A vocalista canta para caralho. A voz dela é MUITO parecida com a da Janis Joplin. De verdade. Tanto que na hora que acabou o show e começou o som mecânico quase não dava para ver a diferença. Saca só um video (bem tosco) que achei deles no YouTube:

Tá certo que não está tão parecido no Video, mas ao vivo é bem impressionante. A vocalista ainda tem uma presença de palco muito legal e o resto da banda também toca muito bem.

O site deles está fora (pelo jeito já faz tempo), então não sei quando tocarão novamente, mas vale MUITO a pena ir ao show deles. Achei dois links para o orkut deles, mas como não tenho orkut não sei o que tem lá.

Fato é que eu recomendo!

Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).

19 de nov. de 2009

Esparroman RECOMENDA: Ninite

Com essa história do computador novo tive que instalar todos os programas que uso novamente. E a grande maioria deles é do tipo que se pega na internet (Chrome, Skype, Picasa, Winamp, Acrobat Reader, Avast, etc). Vamo falá a verdade: é um saco ter que entrar em todos os sites e baixar um por um, né? Seria ótimo baixar tudo em um lugar só e que instalasse tudo de uma vez. E para a nossa sorte, esse lugar existe!

Sim, amiguinhos, é verdade. O Ninite é um site em que você escolhe em uma lista de softwares básicos e populares tudo o que quer baixar. Como na imagem abaixo:


Aí é só clicar no botão lá no fim da página e ir fazer outras coisas. O instalador dele baixa os programas que você pediu E instala os malditos para você. Não precisa preocupar com mais nada. É de chorar sangue.

O único problema é que os programas são instalados com suas configurações básicas (local de instalação, o que instalar, etc), mas considerando o benefício, não preocupei muito com isso.

Segundo a notícia que li dando a dica, vem sem nenhum crapware. Confesso que não vi diferença nenhuma no computador, mas não garanto nada.

Por me poupar o cornojob de baixar e instalar todos os programas que uso, recomendo muito.

Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).