- Não viajar mais de ressaca;
- Não inventar de dormir só 1,5 hora numa "noite";
- Não viajar mais 8 da matina de começo de feriadão de natal;
- Não pegar ônibus no Rio;
- Não sair para almoçar com a minha mãe qando ela já estiver bêbada.
Deve ter mais, mas eu não lembro....
22 de dez. de 2007
21 de dez. de 2007
Bem Vindo a Buritizeiro
Verdade seja dita: eu só descobri que Buritizeiro não era Pirapora na hora de voltar para o outro lado do rio. Até então, eu acreditava que Pira era dividida pelo velho Chico. O que me ensinou geografia foi esse treco aí embaixo:

Mais especificamente esta plaquinha:

Mas voltando ao começo da história... Na quarta-feira eu fui desbravar Pirapora e, mesmo cagando de medo de perder meu telefone/câmera na maldita ponte interditada caindo aos pedaços resolvi atravessá-la. Sabe como é, tem que ver o que que tem do lado de lá do rio...
Chegando do outro lado do rio, essa pracinha de excepcional gosto nos espera

Lá no fundo é a tal ponte caindo aos pedaços

Aqui a outra metade da praça, com direito a loja e tudo mais. Não me pergunte porque eu não fiz uma panorâmica...
A cidade, em si, eu não conheci. Minha idéia era apenas tirar fotos do rio pelo outro lado, mas até que encontrei coisas estranhas, como essa fantástica clínica odontológica, muito bem conservada:

E essa pracinha, tão bem conservada quanto a clínica odontológica:

E como eu fui pra tirar fotos do Rio, seguem as fotos do barrento!

Plaquinha para preservar o rio, com direito a mini-cascata logo abaixo e Pirapora ao fundo

A mini-cascata picareta vista de outro ângulo (reparem na mureta que construíram no rio), a ponte cai-cai e láááá do outro lado, Pirapora (Hotel Canoeiros, para ser mais exato)
Mais especificamente esta plaquinha:
Mas voltando ao começo da história... Na quarta-feira eu fui desbravar Pirapora e, mesmo cagando de medo de perder meu telefone/câmera na maldita ponte interditada caindo aos pedaços resolvi atravessá-la. Sabe como é, tem que ver o que que tem do lado de lá do rio...
Chegando do outro lado do rio, essa pracinha de excepcional gosto nos espera
Lá no fundo é a tal ponte caindo aos pedaços
Aqui a outra metade da praça, com direito a loja e tudo mais. Não me pergunte porque eu não fiz uma panorâmica...
A cidade, em si, eu não conheci. Minha idéia era apenas tirar fotos do rio pelo outro lado, mas até que encontrei coisas estranhas, como essa fantástica clínica odontológica, muito bem conservada:
E essa pracinha, tão bem conservada quanto a clínica odontológica:
E como eu fui pra tirar fotos do Rio, seguem as fotos do barrento!
Plaquinha para preservar o rio, com direito a mini-cascata logo abaixo e Pirapora ao fundo
A mini-cascata picareta vista de outro ângulo (reparem na mureta que construíram no rio), a ponte cai-cai e láááá do outro lado, Pirapora (Hotel Canoeiros, para ser mais exato)
Hotel Canoeiros (Pirapora, MG)
O Hotel Canoeiros é considerado o melhor hotel de Pirapora. Ele é meio engana trouxa (bonito até entrar no quarto), mas tudo bem.
Ele é grande, considerando o tamanho da cidade. São dois andares, cada um com uns 40 apartamentos, mais ou menos. Ó o bichão aí:

Versão com chuva, dentro do carro

Versão noturna, quase sem chuva e a pé

”Placa” de entrada tirada na primeira ida a Pirapora

”Placa” de entrada tirada na segunda ida a Pirapora (uma semana depois)

Carranca na entrada, para espantar os maus espíritos
A entrada e os halls dos andares são bem arrumados, com mobília legal e áreas de descanso.

Hall de entrada

Hall do andar
Eu não tinha entendido a necessidade disso tudo, até entrar no quarto... Pra começar, a chave não queria sair da porta. Tive que descer para pedir ajuda. E o cara me deu a dica de como tirar a chave. Pô, se sabe que está com problema, troca a merda da fechadura!
O apartamento é meio estranho. Você entra e tem um corredorzinho, com uma micro mesa. Essa aí de baixo:

Essa mesa é tudo o que se tem próximo de lugar para trabalhar. Só que não tem cadeiras (tem um banquinho porco, que ainda é capenga) e NÃO TEM TOMADA PERTO. Como diabos as pessoas querem que eu trabalhe em um lugar sem tomadas e sem cadeiras?? Sem contar que se tiver alguém sentado na mesa não passa ninguém.
E ao lado do corredorzinho fica o banheiro. Repare que o Box não tem porta e ao sair do banho está tudo molhado. O chuveiro, pelo menos, é bom.


Eu não tinha visto o papel higiênico sobressalente, mas depois de uns 5 minutos procurando eu achei. Fica em cima do espelho, pendurado em uma torneira. Pessoas de baixa estatura, como eu, não conseguem pegar o papel nem a porrete. Só com o banquinho capenga. E se você tiver começado a utilizar o vaso antes de perceber que não tem papel, deve fazer uma sujeira danada...
O quarto propriamente dito é até razoável. Tem uma varandinha, uma janela , uma cama de casal, TV, frigobar, ar condicionado e um armário.

Mas vamos aos problemas. A porta da varandinha não abria. Estava emperrada. O frigobar fica desligado e vazio. Se você quiser colocar alguma coisa para gelar, boa sorte. O ar condicionado não tem controle de temperatura. E para regular, tem que colocar o banquinho em cima da cama, o que não é recomendado.
A cama de casal, na verdade eram duas camas de solteiro. E isso é horroroso, porque não dá pata aproveitar a cama toda. Você acaba escolhendo um dos lados e o outro fica lá, sem nenhuma utilidade. Nem para colocar as tralhas em cima serve (vai que você rola durante a noite?).
Aliás, outro problema do quarto: como não tem mesa de gente, tem que colocar tudo no chão. Falha feia. Quer jogar alguma coisa no lixo? Boa sorte. Não tem lixeira no quarto (só no banheiro).
Mas vamos às outras partes do hotel... A vista é realmente muito bacana. O Velho Chico está lá, coladinho no hotel. Mas se você quer vista para o rio, tem que pagar mais caro...

A parte de diversão realmente é muito boa. Quadras de vôlei, futebol, tênis, piscina com micro-escorregador, lugar para churrasco, mesa de ping-pong, totó e cama elástica (que molham se chover, mas tudo bem). Tentei fazer uma panorâmica, mas não deu muito certo...



O restaurante é espaçoso e a comida é boa e bem servida. E ainda tem um espaço para os melequentos brincarem e não encherem o saco. Ponto pro hotel.

O café da manhã é até bom, mas as comidas ficam expostas a moscas, mosquitos e tudo mais o que voa. E olha que não era pouco bicho pousando nas comidas não... Eu, que não sou fresco com essas coisas, fiquei meio ressabiado. Mas só porque ia viajar no dia, hehe.
O elevador, “obviamente”, estava quebrado na minha primeira ida ao hotel. Mas na segunda vez já estava funcionando. E é até bacana.


O preço é meio salgado, considerando os quartos do hotel. Mas como não tem nada melhor por lá, está sempre cheio...
Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).
Ele é grande, considerando o tamanho da cidade. São dois andares, cada um com uns 40 apartamentos, mais ou menos. Ó o bichão aí:
Versão com chuva, dentro do carro
Versão noturna, quase sem chuva e a pé
”Placa” de entrada tirada na primeira ida a Pirapora
”Placa” de entrada tirada na segunda ida a Pirapora (uma semana depois)
Carranca na entrada, para espantar os maus espíritos
A entrada e os halls dos andares são bem arrumados, com mobília legal e áreas de descanso.
Hall de entrada
Hall do andar
Eu não tinha entendido a necessidade disso tudo, até entrar no quarto... Pra começar, a chave não queria sair da porta. Tive que descer para pedir ajuda. E o cara me deu a dica de como tirar a chave. Pô, se sabe que está com problema, troca a merda da fechadura!
O apartamento é meio estranho. Você entra e tem um corredorzinho, com uma micro mesa. Essa aí de baixo:
Essa mesa é tudo o que se tem próximo de lugar para trabalhar. Só que não tem cadeiras (tem um banquinho porco, que ainda é capenga) e NÃO TEM TOMADA PERTO. Como diabos as pessoas querem que eu trabalhe em um lugar sem tomadas e sem cadeiras?? Sem contar que se tiver alguém sentado na mesa não passa ninguém.
E ao lado do corredorzinho fica o banheiro. Repare que o Box não tem porta e ao sair do banho está tudo molhado. O chuveiro, pelo menos, é bom.
Eu não tinha visto o papel higiênico sobressalente, mas depois de uns 5 minutos procurando eu achei. Fica em cima do espelho, pendurado em uma torneira. Pessoas de baixa estatura, como eu, não conseguem pegar o papel nem a porrete. Só com o banquinho capenga. E se você tiver começado a utilizar o vaso antes de perceber que não tem papel, deve fazer uma sujeira danada...
O quarto propriamente dito é até razoável. Tem uma varandinha, uma janela , uma cama de casal, TV, frigobar, ar condicionado e um armário.
Mas vamos aos problemas. A porta da varandinha não abria. Estava emperrada. O frigobar fica desligado e vazio. Se você quiser colocar alguma coisa para gelar, boa sorte. O ar condicionado não tem controle de temperatura. E para regular, tem que colocar o banquinho em cima da cama, o que não é recomendado.
A cama de casal, na verdade eram duas camas de solteiro. E isso é horroroso, porque não dá pata aproveitar a cama toda. Você acaba escolhendo um dos lados e o outro fica lá, sem nenhuma utilidade. Nem para colocar as tralhas em cima serve (vai que você rola durante a noite?).
Aliás, outro problema do quarto: como não tem mesa de gente, tem que colocar tudo no chão. Falha feia. Quer jogar alguma coisa no lixo? Boa sorte. Não tem lixeira no quarto (só no banheiro).
Mas vamos às outras partes do hotel... A vista é realmente muito bacana. O Velho Chico está lá, coladinho no hotel. Mas se você quer vista para o rio, tem que pagar mais caro...
A parte de diversão realmente é muito boa. Quadras de vôlei, futebol, tênis, piscina com micro-escorregador, lugar para churrasco, mesa de ping-pong, totó e cama elástica (que molham se chover, mas tudo bem). Tentei fazer uma panorâmica, mas não deu muito certo...
O restaurante é espaçoso e a comida é boa e bem servida. E ainda tem um espaço para os melequentos brincarem e não encherem o saco. Ponto pro hotel.
O café da manhã é até bom, mas as comidas ficam expostas a moscas, mosquitos e tudo mais o que voa. E olha que não era pouco bicho pousando nas comidas não... Eu, que não sou fresco com essas coisas, fiquei meio ressabiado. Mas só porque ia viajar no dia, hehe.
O elevador, “obviamente”, estava quebrado na minha primeira ida ao hotel. Mas na segunda vez já estava funcionando. E é até bacana.
O preço é meio salgado, considerando os quartos do hotel. Mas como não tem nada melhor por lá, está sempre cheio...
Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).
Bem Vindo a Buraco
Buraco é uma cidadezinha no interior de Minas Gerais. A cidade parou o tempo e esqueceu de crescer e evoluir. Mais ou menos como Pains. Típica cidade do interior de Minas, as pessoas todas se conhecem e marcam para tomar um café no fim da tarde.
Infelizmente não tive oportunidade de andar pela cidade, só passei de carro mesmo, então as fotos estão meio ruins. Mas dá para ter uma idéia da cidade...
Pouco depois da entrada da cidade, ainda distante da civilização, uma igreja. E é bem pequenininha. Deve ser só para o pessoal que mora um pouco mais distante do centro.

Chegando à cidade propriamente dita, uma praça. E como não poderia deixar de ser, tem um coreto. O que eu achei estranho é que não tinha outra igreja na frente.

Maaas tem uma igreja um pouco mais na frente, mais perto do centro da cidade (e com direito a pracinha e tudo mais)... A igreja, alias, está em reforma. E não reparem no coco de passarinho no vidro do carro...

E ligando a praça do coreto à igreja tem uma avenida. Fala que não é a cara de cidade do interior.

O centro da cidade, na verdade, é nessa pracinha aí embaixo.

Lá no fundo, tem uma casa de cultura. Reza a lenda que muuuuuito antes de ser casa de cultura era um cinema.

E ao lado da pracinha fica o ÚNICO restaurante da cidade. Deu para ter uma idéia do tamanho da cidade, né? Foi aí que eu almocei...

O cara do lado direito estava olhando para uma TV 29”, que estava passando Globo esporte.
Agora o fato bizarro: ao lado do restaurante (não, não era na casa de cultura, era no salão ao lado do restaurante mesmo) tava rolando uma exposição de quadros de pessoas da região. Alguns quadros eram bem bacanas. Mas devem estar impregnados de gordura...

Infelizmente não tive oportunidade de andar pela cidade, só passei de carro mesmo, então as fotos estão meio ruins. Mas dá para ter uma idéia da cidade...
Pouco depois da entrada da cidade, ainda distante da civilização, uma igreja. E é bem pequenininha. Deve ser só para o pessoal que mora um pouco mais distante do centro.
Chegando à cidade propriamente dita, uma praça. E como não poderia deixar de ser, tem um coreto. O que eu achei estranho é que não tinha outra igreja na frente.
Maaas tem uma igreja um pouco mais na frente, mais perto do centro da cidade (e com direito a pracinha e tudo mais)... A igreja, alias, está em reforma. E não reparem no coco de passarinho no vidro do carro...
E ligando a praça do coreto à igreja tem uma avenida. Fala que não é a cara de cidade do interior.
O centro da cidade, na verdade, é nessa pracinha aí embaixo.
Lá no fundo, tem uma casa de cultura. Reza a lenda que muuuuuito antes de ser casa de cultura era um cinema.
E ao lado da pracinha fica o ÚNICO restaurante da cidade. Deu para ter uma idéia do tamanho da cidade, né? Foi aí que eu almocei...
O cara do lado direito estava olhando para uma TV 29”, que estava passando Globo esporte.
Agora o fato bizarro: ao lado do restaurante (não, não era na casa de cultura, era no salão ao lado do restaurante mesmo) tava rolando uma exposição de quadros de pessoas da região. Alguns quadros eram bem bacanas. Mas devem estar impregnados de gordura...
Decepcionado
Ontem descobri que o meu cunhado tem o meu gadget de desejo. Ele comprou na terra dele (suiça) pagando a bagatela de 700 francos suiços (algo como 1500 ronaldos). E como ele está aqui na terrinha, consegui mexer um pouco no bicho.
Sinceridade? Não é nada do que eu imaginava. Os movimentos não são muito bem captados pela tela, você tem que fazer uma certa força para os comandos funcionarem e ele é MUITO lerdo. O processador de 200 MHz definitivamente MATOU o aparelho.
Eu trabalhei durante 2,5 anos com programação para dispositivos móveis e NUNCA tinha visto um aparelho tão lerdo. E olha que eu trabalhava com uns PDA muito velhos, da época da tela P&B e memória interna de 8 Mb.
Espero que essa lerdeza seja somente na primeira versão do aparelho (caso do dele) e que tenha melhorado nas versões mais atuais (como a que veio para o Brasil).
Como eu também já mexi no iPhone, posso dizer que o brinquedinho do Tio Steve é MUITO melhor (como aparelho). É rápido, os comandos da tela são bem precisos e a tela é sensível (não precisa fazer força). Fora que o teclado é de gente e não aquela porcaria do Windows Mobile. O problema é que não tem software desenvolvido para ele e para o Touch tem milhares (afinal, ele é PPC).
O meu cunhado também reclamou da lerdeza e do teclado. Da lerdeza não dá para fazer muita coisa, mas eu dei umas dicas de como usar o teclado (mesmo sendo a porcaria do WM6). Habilidades que eu desenvolvi no meu tempo de programador e usuário de programas para PPC...
Sinceridade? Não é nada do que eu imaginava. Os movimentos não são muito bem captados pela tela, você tem que fazer uma certa força para os comandos funcionarem e ele é MUITO lerdo. O processador de 200 MHz definitivamente MATOU o aparelho.
Eu trabalhei durante 2,5 anos com programação para dispositivos móveis e NUNCA tinha visto um aparelho tão lerdo. E olha que eu trabalhava com uns PDA muito velhos, da época da tela P&B e memória interna de 8 Mb.
Espero que essa lerdeza seja somente na primeira versão do aparelho (caso do dele) e que tenha melhorado nas versões mais atuais (como a que veio para o Brasil).
Como eu também já mexi no iPhone, posso dizer que o brinquedinho do Tio Steve é MUITO melhor (como aparelho). É rápido, os comandos da tela são bem precisos e a tela é sensível (não precisa fazer força). Fora que o teclado é de gente e não aquela porcaria do Windows Mobile. O problema é que não tem software desenvolvido para ele e para o Touch tem milhares (afinal, ele é PPC).
O meu cunhado também reclamou da lerdeza e do teclado. Da lerdeza não dá para fazer muita coisa, mas eu dei umas dicas de como usar o teclado (mesmo sendo a porcaria do WM6). Habilidades que eu desenvolvi no meu tempo de programador e usuário de programas para PPC...
Esparroman Minas Gerais Tour - S02D04 - O Motorista
Como eu disse aqui antes, o tour é todo feito de carro, dado que as cidades em que vou não tem aeroporto (e são relativamente perto de BH). A empresa-cliente não permite que não-funcionários dirijam os carros da empresa ou alugados por ela. E como eu fui sozinho para Pirapora, a solução foi contratar um motorista.
A empresa já tem 2 motoristas semi-fixos (são PJ) e um terceiro que é contratado em situações especiais (os outros 2 já estarem escalados). Quem me levou foi este terceiro motorista.
Minha mãe sempre me falou "se vai fazer alguma coisa, faça direto. E seja o melhor naquilo que você faz.". A mãe deste cara certamente não falou isso pra ele. O cara é MUITO ruim de roda.
Exemplo: uma rodovia reta, plana, faixa que permite ultrapassagens e um caminhão a 20 km/h na frente. Na faixa contrária, nenhum carro a vista (ou então a uns 5 km de distância). E o cara NÃO ultrapassa o caminhão. TODOS os outros carros passam a gente e o caminhão. E o cara nada.
Outro exemplo: em uma curva, sem nenhuma visibilidade, 2 caminhões juntos e o cara joga o carro pro lado e começa a ultrapassar os dois de uma vez. Ou seja: ele gosta de fortes emoções.
Mas o que me deixou muito, mas MUITO puto foi depois que paramos em Seve Lakes. Na hora de ir embora, ele me pergunta: "você tem preferência por estrada?". Eu nem sabia que existia mais de uma estrada para SL, então falei "Não. A mais rápida para chegar em casa.".
E ele explicou o motivo da pergunta: "é que se nós pegarmos a nova, vou ter que ir até a 040 novamente e pela velha a gente passa por trás da cidade". "Tudo bem", respondi. E fiquei me perguntando por que diabos disse isso durante todo o trajeto SL-BH...
Pense comigo: o que você acha que é mais rápido uma estrada pista dupla, BR, razoavelmente conservada ou uma estradinha véia, pista única, que passa no meio de cidades biboquentas, com trânsito intenso de caminhão carregando Gusa e Minério e motoristas domingueiros? Para mim, a resposta é óbvia... Parece que para ele não.
Para piorar, a estrada velha sai quase no aeroporto de confins. Para quem não conhece BH, o aeroporto fica EM OUTRA CIDADE, a uns 40 km de BH. E ainda chega pela Antônio Carlos ou pela Cristiano Machado, avenidas que estão em reforma. Dá para imaginar o caos que está, né?
Sinceramente, se alguma vez eu for viajar com ele novamente, vou pegar o volante...
Obs. Para quem não acompanha séries, S02 é Semana 02 e D04 é dia 04. Originalmente, "S" é Season e no lugar de "D" é "E", de Episode.
A empresa já tem 2 motoristas semi-fixos (são PJ) e um terceiro que é contratado em situações especiais (os outros 2 já estarem escalados). Quem me levou foi este terceiro motorista.
Minha mãe sempre me falou "se vai fazer alguma coisa, faça direto. E seja o melhor naquilo que você faz.". A mãe deste cara certamente não falou isso pra ele. O cara é MUITO ruim de roda.
Exemplo: uma rodovia reta, plana, faixa que permite ultrapassagens e um caminhão a 20 km/h na frente. Na faixa contrária, nenhum carro a vista (ou então a uns 5 km de distância). E o cara NÃO ultrapassa o caminhão. TODOS os outros carros passam a gente e o caminhão. E o cara nada.
Outro exemplo: em uma curva, sem nenhuma visibilidade, 2 caminhões juntos e o cara joga o carro pro lado e começa a ultrapassar os dois de uma vez. Ou seja: ele gosta de fortes emoções.
Mas o que me deixou muito, mas MUITO puto foi depois que paramos em Seve Lakes. Na hora de ir embora, ele me pergunta: "você tem preferência por estrada?". Eu nem sabia que existia mais de uma estrada para SL, então falei "Não. A mais rápida para chegar em casa.".
E ele explicou o motivo da pergunta: "é que se nós pegarmos a nova, vou ter que ir até a 040 novamente e pela velha a gente passa por trás da cidade". "Tudo bem", respondi. E fiquei me perguntando por que diabos disse isso durante todo o trajeto SL-BH...
Pense comigo: o que você acha que é mais rápido uma estrada pista dupla, BR, razoavelmente conservada ou uma estradinha véia, pista única, que passa no meio de cidades biboquentas, com trânsito intenso de caminhão carregando Gusa e Minério e motoristas domingueiros? Para mim, a resposta é óbvia... Parece que para ele não.
Para piorar, a estrada velha sai quase no aeroporto de confins. Para quem não conhece BH, o aeroporto fica EM OUTRA CIDADE, a uns 40 km de BH. E ainda chega pela Antônio Carlos ou pela Cristiano Machado, avenidas que estão em reforma. Dá para imaginar o caos que está, né?
Sinceramente, se alguma vez eu for viajar com ele novamente, vou pegar o volante...
Obs. Para quem não acompanha séries, S02 é Semana 02 e D04 é dia 04. Originalmente, "S" é Season e no lugar de "D" é "E", de Episode.
Conversa de bebedouro
Enquanto pego água no bebedouro, escuto o pessoal do Marketing conversando sobre o dia 31 de dezembro:
Homem (que não sei o nome):
- É melhor trabalhar no dia 31 do que não ter emprego.
Mulher 1 (que também não sei o nome):
- Ué, se é assim, é melhor trabalhar no sábado e no domingo do que não ter emprego.
- Mas fim de semana eu não posso.
- Por que não? O que você faz no fim de semana?
- Eu faço neném.
Homem (que não sei o nome):
- É melhor trabalhar no dia 31 do que não ter emprego.
Mulher 1 (que também não sei o nome):
- Ué, se é assim, é melhor trabalhar no sábado e no domingo do que não ter emprego.
- Mas fim de semana eu não posso.
- Por que não? O que você faz no fim de semana?
- Eu faço neném.
20 de dez. de 2007
Fotos, fotos, MUITAS fotos
Ontem eu consegui dar um rolé por Pirapora. Nada menos que 103 fotos da cidade (umas 20 só do Chico).
O natal vai ser agitado aqui no blog...
O natal vai ser agitado aqui no blog...
Portas de banheiro
19 de dez. de 2007
De Chico Bento...
...para baiano.
Só em Minas mesmo...
Tem coisas que só o "Esparroman Minas Gerais Tour" faz por você!
Só em Minas mesmo...
Tem coisas que só o "Esparroman Minas Gerais Tour" faz por você!
Resolução maldita
Numa boa: quem ainda usa resolução 800x600? Ainda mais num monitor de 17". Fica tudo gidantesco (ainda mais pra quem está acostumado a usar 1440x900 em um monitor 14.1").
E o pior é que não posso mudar, porque é de ninguém menos que o diretor daqui de Pirapora...
E o pior é que não posso mudar, porque é de ninguém menos que o diretor daqui de Pirapora...
18 de dez. de 2007
Esparroman Minas Gerais Tour - S02D02 - Toró de Parpite
Hoje foi o dia de ir até Buraco. Dessa vez, passei o dia inteiro lá e tive o prazer de almoçar no ÚNICO restaurante da cidade. Obviamente que a comida não era grandes coisas...
Mas o mais legal mesmo foi na hora de fazer um Brainstorming com o pessoal. NADA contra o pessoal da empresa, que é muito bom de serviço por sinal. Só que eles falam igualzinho o Chico Bento (Óia só, parpite, pobrema).
Teve hora que juro que tive que segurar o riso. Mas eu consegui.
E amanhã, Pirapora. Só volto pra BH na sexta, para já ir para o Rio.
Ah, se existisse milhagem de estrada.....
Mas o mais legal mesmo foi na hora de fazer um Brainstorming com o pessoal. NADA contra o pessoal da empresa, que é muito bom de serviço por sinal. Só que eles falam igualzinho o Chico Bento (Óia só, parpite, pobrema).
Teve hora que juro que tive que segurar o riso. Mas eu consegui.
E amanhã, Pirapora. Só volto pra BH na sexta, para já ir para o Rio.
Ah, se existisse milhagem de estrada.....
17 de dez. de 2007
Um post por mês
A Nospheratt fez um desafio com 21 tarefas para os últimos 21 dias do ano. Como não tenho saco para fazer metade do que ela propôs, vou fazer esse aqui, bobinho, mas do jeito que eu gosto...
Claro que ainda vai ter uma super retrospectiva no fim do ano, mas esse post vai ser bom para esquentar...
Janeiro
A saga da instalação do Kubuntu - basicamente conto como foi a minha experiência de instalar o kubuntu no meu desktop pau-véio.
Fevereiro
Bem vindo a Pains - simplesmente o post que gastei mais tempo escrevendo da história. Com direito a mapinha "interativo" e tudo mais, é quase um "google street view".
Março
The Super Mothafucking Twix From Hell - Como foi o dia em que fizemos esse fantástico doce.
Abril
Bem Vindo à Aparecida do Norte - Religioso que é religioso conhece Aparecida do Norte no sábado de aleluia. E quem não é religioso (como eu) esquece que é sábado de aleuia e vai lá ver o santuário em dia sagrado. aliás, vale a pena conhecer!
Maio
Wellcome to the Jungle - Fotos e histórias de quando conheci o Mato Grosso. Na verdade, tinha um post para cada cidade (Várzea Grande, Mirasol do Oeste, Paisagens do mato, etc), mas essa é a que eu trabalhei.
Junho
Olha a Chuva... É Mentira... - Como foi a festa junina da minha empresa cliente da época. Não, não acehi nada melhor neste mês...
Julho
Podem ser dois nesse mês? Quebra o galho, vai... Não consegui decidir qual era melhor, Vô, Num Vô, Fui, Num Fui ou 36 Horas Depois... Mas ambos falam da minha luta para conseguir viajar.
Agosto
Apresentação de Fim de Projeto - mostra como a vida de consultor não é fácil.
Setembro
O dia dos casórios - um dos dias mais bizarros da minha vida. Fui a dois casamentos no mesmo dia, no mesmo horário. Sem ter sido convidado para nenhum dos dois!
Outubro
Seven Lakes - O dia em que quase fui morto e quase matei um cliente.
Novembro
BlogCamp MG (mega-post com fotos) - minhas impressões sobre o BlogCamp MG, com historinha e muitas fotos.
Dezembro
Esparroman Minas Gerais Tour - Dia 2 - um dia na vida de um consultor viajante.
É isso aí, pessoal. Dia 31 tem uma retrospectiva completa e gigante...
Claro que ainda vai ter uma super retrospectiva no fim do ano, mas esse post vai ser bom para esquentar...
Janeiro
A saga da instalação do Kubuntu - basicamente conto como foi a minha experiência de instalar o kubuntu no meu desktop pau-véio.
Fevereiro
Bem vindo a Pains - simplesmente o post que gastei mais tempo escrevendo da história. Com direito a mapinha "interativo" e tudo mais, é quase um "google street view".
Março
The Super Mothafucking Twix From Hell - Como foi o dia em que fizemos esse fantástico doce.
Abril
Bem Vindo à Aparecida do Norte - Religioso que é religioso conhece Aparecida do Norte no sábado de aleluia. E quem não é religioso (como eu) esquece que é sábado de aleuia e vai lá ver o santuário em dia sagrado. aliás, vale a pena conhecer!
Maio
Wellcome to the Jungle - Fotos e histórias de quando conheci o Mato Grosso. Na verdade, tinha um post para cada cidade (Várzea Grande, Mirasol do Oeste, Paisagens do mato, etc), mas essa é a que eu trabalhei.
Junho
Olha a Chuva... É Mentira... - Como foi a festa junina da minha empresa cliente da época. Não, não acehi nada melhor neste mês...
Julho
Podem ser dois nesse mês? Quebra o galho, vai... Não consegui decidir qual era melhor, Vô, Num Vô, Fui, Num Fui ou 36 Horas Depois... Mas ambos falam da minha luta para conseguir viajar.
Agosto
Apresentação de Fim de Projeto - mostra como a vida de consultor não é fácil.
Setembro
O dia dos casórios - um dos dias mais bizarros da minha vida. Fui a dois casamentos no mesmo dia, no mesmo horário. Sem ter sido convidado para nenhum dos dois!
Outubro
Seven Lakes - O dia em que quase fui morto e quase matei um cliente.
Novembro
BlogCamp MG (mega-post com fotos) - minhas impressões sobre o BlogCamp MG, com historinha e muitas fotos.
Dezembro
Esparroman Minas Gerais Tour - Dia 2 - um dia na vida de um consultor viajante.
É isso aí, pessoal. Dia 31 tem uma retrospectiva completa e gigante...
Identificação, por favor
Já perdi as contas de quantas vezes vim para SL. Nunca tinham me pedido nenhum documento para entrar na empresa. Nem mesmo perguntar meu nome, ou para onde eu ia. Eu achava isso até estranho, mas sei lá, cada empresa com sua politica.
Hoje, numa das últimas vezes que eu venho pra cá, o porteiro me parou e perguntou quem eu era, para onde eu ia e quem ia me receber.
Vai entender...
Hoje, numa das últimas vezes que eu venho pra cá, o porteiro me parou e perguntou quem eu era, para onde eu ia e quem ia me receber.
Vai entender...
Esparroman NÃO Recomenda: Assacabrasa da Rua da Bahia
Bom, pra começar, eu já estava de muito mau humor por causa da decoração da praça da liberdade. Cheguei no lugar e demorou MEIA HORA para ser atendido e conseguir pedir um refri. Refri esse que demorou mais uns 15 minutos para chegar. ERRADO! Pedi uma soda e chegou uma Pepsi.
Quando resolvemos pedir comida, também foi mais uns 20 minutos para conseguir achar um garçom. Dessa vez, ele não errou (e a comida estava até boa). Mais algum tempo depois, resolvemos pedir a conta. E aí começa a revolta maior.
Pedimos a conta por volta das 10 da noite. 10:20 e nada da conta aparecer. Pedimos para outro garçom. 10:30 e nada da conta aparecer. Pedimos mais uma vez, para outro garçom. Ele foi até o caixa e voltou para a nossa mesa. E o seguinte diálogo aconteceu:
- Pessoal, o que vocês consumiram?
- Hein?
- É que nós olhamos as comandas e só tem uma, com uma cerveja.
- Como assim??
- Pois é. Mas o o que vocês consumiram?
Aí falamos tudo o que tinhamos comido e os refrigerantes que foram tomados. E ele perguntou:
- E quantas cervejas?
Pô, quem vai a bar normalmente não fica contando quantas cervejas tomou. Falamos isso com o cara e ele perguntou:
- Mas num tem nem idéia?
O Tio tinha contado quantas tinham aparecido desde que ele chegou. Somamos mais umas 2 e falamos com o cara.
Mais uns 15 minutos e nada da conta. Tive que levantar, ir até a registradora e pedir novamente a conta, já sendo grosso:
- Olha aqui, já tem mais de 40 minutos que nós pedimos a conta e ela não apareceu. Se ela não aparecer em dois minutos nós vamos embora sem pagar.
Ele olhou e viu que não estava mais lá. Aí um garçom disse:
- Ah, tá aqui ó.
Pagamos, sem os 10% e fomos embora, com toda a certeza de nunca mais voltar lá.
Por ter sido MUITO mal atendido, perderem as comandas e enrolarem para assumir o erro, eu NÃO RECOMENDO o Assacabrasa.
Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).
Quando resolvemos pedir comida, também foi mais uns 20 minutos para conseguir achar um garçom. Dessa vez, ele não errou (e a comida estava até boa). Mais algum tempo depois, resolvemos pedir a conta. E aí começa a revolta maior.
Pedimos a conta por volta das 10 da noite. 10:20 e nada da conta aparecer. Pedimos para outro garçom. 10:30 e nada da conta aparecer. Pedimos mais uma vez, para outro garçom. Ele foi até o caixa e voltou para a nossa mesa. E o seguinte diálogo aconteceu:
- Pessoal, o que vocês consumiram?
- Hein?
- É que nós olhamos as comandas e só tem uma, com uma cerveja.
- Como assim??
- Pois é. Mas o o que vocês consumiram?
Aí falamos tudo o que tinhamos comido e os refrigerantes que foram tomados. E ele perguntou:
- E quantas cervejas?
Pô, quem vai a bar normalmente não fica contando quantas cervejas tomou. Falamos isso com o cara e ele perguntou:
- Mas num tem nem idéia?
O Tio tinha contado quantas tinham aparecido desde que ele chegou. Somamos mais umas 2 e falamos com o cara.
Mais uns 15 minutos e nada da conta. Tive que levantar, ir até a registradora e pedir novamente a conta, já sendo grosso:
- Olha aqui, já tem mais de 40 minutos que nós pedimos a conta e ela não apareceu. Se ela não aparecer em dois minutos nós vamos embora sem pagar.
Ele olhou e viu que não estava mais lá. Aí um garçom disse:
- Ah, tá aqui ó.
Pagamos, sem os 10% e fomos embora, com toda a certeza de nunca mais voltar lá.
Por ter sido MUITO mal atendido, perderem as comandas e enrolarem para assumir o erro, eu NÃO RECOMENDO o Assacabrasa.
Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).
Retomando o Tour
Hoje começa a segunda rodada do "Esparroman Minas Gerais Tour". Destino de hoje: Seven Lakes (saindo de BH às 13:00).
Amanhã, Buraco e quarta e quinta, Pirapora.
Sexta, se tudo der certo, BH. Pelo menos assim espero.....
Amanhã, Buraco e quarta e quinta, Pirapora.
Sexta, se tudo der certo, BH. Pelo menos assim espero.....
16 de dez. de 2007
decoração de natal do inferno
essa maldita decoração de natal da praça da liberdade fez com que eu demorasse mais de meia hora para andar SEIS quarteirões.
será que o povo não tem coisa melhor para fazer além de ir ver luzinhas de natal?
será que o povo não tem coisa melhor para fazer além de ir ver luzinhas de natal?
morreu
E a minha tia-avó acabou de morrer. nem deu tempo da minha avó despedir dela.
era disso que eu estava falando mais cedo sobre a vida de viajante...
era disso que eu estava falando mais cedo sobre a vida de viajante...
Liberdade, mas sem comemoração
É, mais um momento de liberdade do ano. Já estava previsto o Véio levar o resto da trupe para SP, mas era para o Natal. Só que ele vai mais cedo, porque uma irmã da minha avó está muito perto da morte. Dizem que não passa de hoje a noite.
Aliás, isso tem acontecido muito nos últimos anos. A minha avó tinha 11 irmãos. Ela era a terceira da fila. Hoje, dos 12 filhos da casa, só 4 estão vivos. E uma está indo encontrar com Deus em muito breve. Um outro fica mais no hospital que em casa e também não deve demorar muito para reencontrar com os irmãos.
A minha avó é a mais velha viva. E tem uma saúde de dar inveja em muita gente nova por aí. Os exames dela (colesterol, glicemia, pressão, etc) são os melhores da família. E isso incluíu eu, minha irmã e meus primos. Sem brincadeira!
Do jeito que está indo, (não só considerando os irmãos dela, mas também a saúde da minha tia e o estilo de vida do meu tio), ela vai enterrar todo mundo. E isso porque ela já não é muito feliz e pede para que Deus a leve logo desde que o meu avô morreu, em 1980.
Eu fico triste por ver a minha avó sofrendo tanto com as mortes de irmãos, primos, etc. Mas no caso desta tia-avó que está no leito de morte, é melhor que ela vá, porque está muito doente e o tratamento seria muito doloroso.
Eles vão para Sampa hoje, só para despedir da ente querida. E sempre que isso acontece, eu fico pensando se essa minha vida de consultor viajante vale a pena, porque posso ter que fazer uma viagem dessas só para despedir a qualquer momento.
Ou então pior: vai que eu estou no Acre e acontece alguma coisa com alguém conhecido. Dependendo do dia, nem dá para chegar a tempo de despedir. Se bobear, nem mesmo para o enterro eu consigo chegar. É triste, mas é verdade.
Vocês já pensaram nisso, queridos leitores consultores viajantes?
Aliás, isso tem acontecido muito nos últimos anos. A minha avó tinha 11 irmãos. Ela era a terceira da fila. Hoje, dos 12 filhos da casa, só 4 estão vivos. E uma está indo encontrar com Deus em muito breve. Um outro fica mais no hospital que em casa e também não deve demorar muito para reencontrar com os irmãos.
A minha avó é a mais velha viva. E tem uma saúde de dar inveja em muita gente nova por aí. Os exames dela (colesterol, glicemia, pressão, etc) são os melhores da família. E isso incluíu eu, minha irmã e meus primos. Sem brincadeira!
Do jeito que está indo, (não só considerando os irmãos dela, mas também a saúde da minha tia e o estilo de vida do meu tio), ela vai enterrar todo mundo. E isso porque ela já não é muito feliz e pede para que Deus a leve logo desde que o meu avô morreu, em 1980.
Eu fico triste por ver a minha avó sofrendo tanto com as mortes de irmãos, primos, etc. Mas no caso desta tia-avó que está no leito de morte, é melhor que ela vá, porque está muito doente e o tratamento seria muito doloroso.
Eles vão para Sampa hoje, só para despedir da ente querida. E sempre que isso acontece, eu fico pensando se essa minha vida de consultor viajante vale a pena, porque posso ter que fazer uma viagem dessas só para despedir a qualquer momento.
Ou então pior: vai que eu estou no Acre e acontece alguma coisa com alguém conhecido. Dependendo do dia, nem dá para chegar a tempo de despedir. Se bobear, nem mesmo para o enterro eu consigo chegar. É triste, mas é verdade.
Vocês já pensaram nisso, queridos leitores consultores viajantes?
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