26 de abr. de 2013

DaVinci Hotel & Conventions (Manaus, AM)

Em meados de 2012, eu estava em Manaus, doido para voltar para casa, depois de uma semana de merda. Aí eu entrei no avião e, bem, deu pau. Aí a Trip nos colocou no DaVinci Hotel & Conventions.

O Hotel fica em Adrianópolis, um dos bairros mais bacanas de Manaus, bem perto do Manauara Shopping. Ele parece ser um pouco antigo, mas estava em condições muito boas. Tá certo que colocaram a galera em uma ala que não devia ser usada há bastante tempo (as luzes do corredor estavam queimadas e/ou não acendiam), mas foi bom.

O quarto é espaçoso e a cama gigantesca. Dava para dormir de qualquer maneira: deitado paralelo ao comprimento, à largura, na diagonal... Não lembro se a cama era boa, mas também não tive muito tempo para usufruir dela.... A TV era de tela plana e considerando a distância da cama, o tamanho estava ótimo. E era NET, mas não lembro se pegava todos os canais (provavelmente não, já que TV a cabo em Manaus custa os olhos da cara). A internet.....vou ficar devendo. Não lembro nem se era Wifi ou cabo. Mas olhando no site do hotel vi que no quarto é a cabo e no hall é Wifi. Por estarem falando que no hall é liberado, imagino que no quarto é pago.



Não lembro o tamanho do banheiro, mas considerando que tive que tirar 2 fotos, imagino que seja pequeno. O que eu lembrei vendo as fotos é que o cofre do quarto fica lá. Achei extremamente bizarro. O chuveiro tinha bastante água e ela era naturalmente quente (Manaus, sabe como é). Lembro que tomei banho de madrugada e gostei.




O jantar do hotel é sensacional (pelo menos o que foi pago pela Trip): buffet livre com 3 tipos de peixe, carne e mais um monte de coisas (incluindo vários tipos de sobremesa). O café da manhã, bem, não posso falar sobre ele. Como vocês devem lembrar, me ligaram de madrugada falando que tinha um voo dali a duas horas e eu saí correndo do hotel para voltar para BH.


Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).

25 de abr. de 2013

Torcendo uma toalha no espaço

Dia desses aí pra trás o PG postou um link no twitter que eu achei sensacional. É um video mostrando o que acontece quando você torce uma toalha encharcada no espaço.

Pelo que entendi, os astronautas canadenses não precisam de toalhas e de água, então desperdiçaram algumas para fazer esta fantástica experiência. Mas sarcasmos à parte, o resultado é SENSACIONAL. Saquem só:


Pelo que eu vi, os caras gostam mesmo de mostrar o dia a dia na estação espacial, porque tem outros vídeos mostrando como dormir no espaço, como fazer um sanduiche de pasta de amendoim no espaço e como cozinhar espinafre no espaço, entre outras coisas.

Achei genial!

24 de abr. de 2013

Condor Suites (Mendoza, Argentina)

Quando eu estava procurando hotéis em Mendoza, queria algum que fosse próximo do parque da cidade, que parecia ser a melhor região da cidade. Só que por ser a melhor região da cidade os hotéis eram bastante caros. Até que depois de muita pesquisa encontrei o Condor Suites. O valor da diária era bem pagável (cento e cinquenta doletas) e ainda era um flat. E é hotel de verdade, com café da manhã e tudo mais.

A localização é realmente muito boa. Bem próximo do parque da cidade (que é gigantesco), perto de um supermercado e de muitos restaurantes. Tudo bem que Mendoza não tem muita coisa para ver, mas o hotel é perto de tudo (não precisei de taxi / ônibus em momento algum).


O quarto é espaçoso e tinha duas camas. Lembro que achei a cama grande, mas não lembro se era boa ou não. A TV é meio pequena, mas nada que impedisse ver TV. Tem até uma pseudo-mesa, mas que não cabia quase nada.





A sala / cozinha é grande, mas só porque é um único ambiente. Não lembro se tinha TV (acredito que não), mas lembro que o sofá era horroroso. Você senta nele e vai quase parar no chão.

A cozinha tinha uma chaleira e uma panela, além de 2 conjuntos de prato e talheres. Não tem forno, só aquelas 2 bocas de fogão que dá pra ver na foto, além de um microondas. Quebra um galho, mas não dá para fazer nada muito diferente de um macarrão. Só naõ entendi ainda porque diabos tinha tanto armário se estava tudo vazio.



O banheiro não era muito grande, mas tinha bide que ocupava um espaço considerável. O chuveiro era na verdade uma ducha que ficava presa no alto da parede do box. Não lembro se tinha muita água ou não e nem se era muito quente. Mas lembro que o box era aberto em um dos lados (não tinha porta) e molhava um pouco o chão do banheiro.



O café da manhã era bem completo, dava para fazer um café-almoço tranquilo. O Wifi pegava bem na sala, mas no quarto o sinal já não pegava bem. O valor da diária já era em pesos argentinos, então teve uma conversão a menos (pesos - dolar - real) e tudo já no cartão de crédito.


Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).

23 de abr. de 2013

Passei no Exame de Sangue

Todo ano meu pai coloca um pedido de exame de sangue em cima da minha mesa, para ver como está a minha saúde. Eu sempre levo um ano para fazer o exame (normalmente quando estou de férias), mas eu faço. E semana passada eu tomei vergonha na cara, tirei pó do exame e fui ao laboratório.

A fila estava quilométrica (todo mundo sentado), mas foi mais ou menos rápido: em meia hora eu tinha colhido os 350 potes de sangue (meu pai pede tudo quanto é tipo de exame que vocês imaginarem). E o resultado sairia no final do dia seguinte (com a opção de ver o resultado pela internet).

Como eu só lembrei dos resultados à noite, entrei na internet e chamei o Véio para interpretar os exames (apesar de todos os números terem valores de referência). Começamos a olhar e estavam tão bons, mas tão bons, que o Véio chegou a falar que eu paguei propina para mudarem os números.

Sério, foi o melhor conjunto de resultados da história. Se fosse na faculdade, seria A em quase tudo. Só em 2 itens (colesterol HDL e o LDL) eu tirei B. E mesmo assim foi aquele quase A, pois os números estavam bem próximos do ótimo.

Cheguei até a fazer alguns gráficos dos resultados e fiquei satisfeito em ver os números. Em alguns, são os melhores desde que comecei a guardar os resultados dos exames.

Vamos agora trabalhar para que os dois Bs virem As. E manter os As, lógico.

22 de abr. de 2013

Providencia Suites Apartments (Santiago, Chile)

Quando estava procurando hotéis para a minha viagem para o Chile, estava assustado com os preços dos hotéis. Ou eram caros, ou eram um lixo (alguns, bem famosos entre brasileiros, estavam em videos de emissoras chilenas mostrando como são sujos). Até que eu achei o Providencia Suites Apartments (o site está com algum problema, pelo menos para mim). Não era tão caro (supostamente cento e poucas doletas por noite) e ainda era um flat, com sala e cozinha completa.

O apartamento é ótimo, bem espaçoso, bem localizado (no bairro Providência) e colado numa estação de metro (o metro de santiago cobre boa parte da cidade). Só que NÃO é um hotel. É um prédio de flats, genérico, e alguns dos apartamentos são do tal providencia suites. Ou seja: é um apartamento completo, mas não tem café da manhã, não tem room service, não tem frigobar (tem uma geladeira vazia). A sorte é que tem vários restaurantes e 2 supermercados nos arredores (perto mesmo). Mas eles arrumam o apartamento todo dia.

O quarto é normal, nada muito grande, nem muito pequeno. Tudo bem que ignoraram a minha solicitação por um quarto com 2 camas e eu tive que dormir de conchinha com meu pai, mas a cama era grande o suficiente para não incomodar. Nada que um travesseiro no meio da cama não resolvesse (a cama está desarrumada porque eu tinha verificado se não eram 2 camas unificadas).




A sala é espaçosa. Não era grande como em outros flats que já fiquei, mas era bacana. Tinha até outra TV, o que permitia meu par ver jornal em espanhol (e não entender nada) no quarto e eu assistir qualquer outra coisa na sala.



A cozinha é pequena, mas cabia tranquilamente uma pessoa para cozinhar. E quando eu falo em cozinha completa no início do post, eu não estou brincando: tinha de tudo. Torradeira, batedeira, microondas, forno com fogão, geladeira, freezer, panelas... Não teve nada que precisássemos que não tinha lá (tá certo que não fizemos nenhum coelho à moda do condado).



O banheiro é um pouco apertado e usava o conceito chuveiro/banheira. No primeiro banho que eu tomei não reparei que a cortina estava do lado de fora da banheira e ensopou o chão. Isso porque vinha muita água do chuveiro. Mas como vocês devem ter percebido, o aquecedor do chuveiro fica na cozinha (é a gás) e a água demora um pouco para esquentar. Não lembro dela ser muito quente. E lembro que queria mudar a configuração no aquecedor, mas tinha um aviso do tamanho do mundo para não alterar, então os banhos foram satisfatórios (sem sofrimento de passar frio).



O Wifi era sensacional. O roteador ficava na sala e pegava bem em qualquer lugar do apartamento. Ajudava que era um link por quarto (da telefônica), com uma velocidade boa. Não sofri nem um pouco.

O fato de não ter café da manhã e restaurante foi meio chato. Quando voltamos de Mendoza chegamos tarde e os supermercados estavam fechados. Não tinha onde comprar água (era um domingo). E ter que comprar café da manhã significa comida regrada. Não é aquela maravilha de olhar para a mesa repleta de quitutes e pensar "o que eu vou comer hoje?".

A única pegadinha foi na hora de pagar. Como eu reservei pelo decolar, a diária era em dolar. Aí, na hora de pagar, o hotel converteu para pesos chilenos com uma taxa de conversão horrorosa. Na hora de cobrar, o cartão de crédito converteu de pesos para dolar e de dolar para real. E em cada conversão dessas só piorava a brincadeira. Resultado: uma diária que era para ser 200 reais se convertido direto de dolar para real virou 250 (ok, posso estar exagerando um pouco, mas teve uma perda considerável). Ah, e como não tem recepção, você passa os dados do seu cartão pelo telefone para a "central" do hotel. Com código de segurança e tudo mais.

No geral, é uma boa pedida para quem for ficar em Santiago. Só combine o preço já em pesos, para não levar o ferro que eu levei.


Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).