21 de fev. de 2009

Esparroman foi e achou diferente: Usina

Há uns 5 meses Xuxu comentou que um amigo dela foi a um bar chamado Usina perto da minha casa e gostou bastante. Falou que era um lugar moderno e arrojado e que tinha acabado de abrir.

O endereço que passaram era realmente perto da minha casa e sabia mais ou menos onde era, mas nunca tinha visto o lugar. Passei com Xuxu e não vimos nada. Cheguei em casa, olhei no Google Maps e vi que era realmente onde eu pensava. Na segunda vez que passei pelo lugar olhei...e não vi nada novamente. Passou o tempo e desistimos de procurar.

Aí Murphy viu que não estávamos mais procurando o lugar e, num determinado dia Xuxu, olhando para o nada, viu o lugar. A gente não tinha achado porque é uma PORTA, SEM placa, no meio de um monte de lojas, bares e restaurante. Realmente impossível de achar.

O lugar é tipo A Obra: só tem a porta no nível da rua. O resto fica debaixo da terra. Mas as semelhanças param por aí. O estilo do Usina é mais lounge, como o logotipo diz (não achei na net). Ó a entrada do lugar (tirei de dentro pra fora. Deveria ter sido o contrário).


Apesar de não ser muito grande, o lugar é aconchegante. Tem um espaço bem pequeno para shows (diz que cobra couvert, mas ontem foi de grátis) e, segundo Xuxu, o banheiro é pequeno. Mas dá uma olhada no lugar:


O lugar tem uma decoração meio estranha, mas legal. Pra galera mais velha tem cadeiras e mesas. Para os mais jovens e deslocados tem pufs. Eu não nasci pra usar puf, então achei desconfortável e preferia a cadeira, mas Xuxu gostou da idéia. E para o povo do puf tem uns tambores industriais cortados na metade para usar de mesa.




Nas paredes tem umas imagens de indústrias antigas e num dos cantos uma escultura feita em aço de uma pessoa mijando. Tentei tirar uma foto, mas não deu muito certo (saudade da câmera do meu K310)


Espalhados pelo lugar tem coisas antigas como quadros de pessoas da década de 70, máquinas registradoras de uns 40 anos, coisas do tipo. Mas o mais legal mesmo é essa cadeira e esse fogão. O fogão é antigo e parece coisa de brinquedo e a cadeira é uma obra do mesmo cara que fez o homem mijante. No lugar do acento é um tubo de TV antiga, com a parte fina para cima e uma camisinha "protegendo". Arte moderna e bizarra, mas tudo bem...



O som que tocou ontem foi bastante agradável (pelo menos até a gente ir embora), mas não sei se é sempre assim. O rango que a gente pediu estava muito bom, mas achei meio carinho. A cerva é preço normal de bar: 3,50 a garrafa das cervejas "normais".

O que eu senti muita falta foi aceitar cartão. Pelo tempo que já está aberto já dava pra ter uma maquininha de cartão, pelo menos. Ah! ontem tinha consumação de 10 reais por pessoa, mas se fechasse mais de uma cartela junta dava pra aproveitar a consumação. Não gosto de pagar pra entrar, mas consumação eu não importo tanto de pagar...

17 de fev. de 2009

O Rio de Janeiro continua...quente

Domingo, como eu disse aqui, foi dia de ir para o Rio. E a viagem foi chega de encontros e surpresas (desagradáveis). Começou assim...

Domingo, 15:30: estava eu levando Xuxu até o Metro, para ela ir pra casa e eu para o aeroporto. Ia enrolar um pouco, mas lembrei que tinha que fazer check in. É que eu ia de mala (ia trazer umas coisas do Rio para a véia) e não queria despachar. Aí usaria a tática de ir direto para a sala de embarque. A mala, que eu ganhei da empresa de consultoria, pesa quase 4 quilos VAZIA, imagina com um computador e um sapato dentro... Não passaria nunca.

Cheguei em casa e fui fazer o check in. A merda do site da GOL me obriga a ter um registro para fazer check in. E como eu não usava o site há uns bons 10 meses, não tinha a menor condição de lembrar a senha. até tentei alguma, mas não rolou. Tive que pedir uma nova senha.

A senha chegou, bonitona, e consegui fazer o login. Só que aí caía em uma tela pedindo para eu trocar a senha, porque a minha tinha expirado. Adivinha se ela funcionava... Dava erro e mandava entrar em contato com a companhia. Obediente, entrei no atendimento online. Nada menos que 63 pessoas na minha frente.

Fique esperando, esperando, esperando e nada de ser atendido. Aí o cara que veio me buscar chegou e tive que fazer o check in lá no aeroporto. Isso porque eu era o 9º da fila, depois de esperar uma hora...

Cheguei em confins no exato instante que acabou o clássico e, obviamente, não tinha ninguém na fila. Fui até o balcão e a mulher perguntou:

- Tem bagagem?
- Só de mão.
- Tem que pesar.
Coloquei a mala na balança
- Deu cvjawcvjawec quilos. O vôo tá lotado. Tem que despachar.
- Ó, tem um notebook aí dentro.
- Ah, então deixa.

Fui com a minha mala para a sala de embarque e...esperei. O Vôo saiu surpreendentemente na hora, mas eu cheguei no aeroporto MUITO cedo. E como estava com a mala, foi até bom, porque fiquei esperando na porta do embarque e consegui colocar a minha mala bem acima de mim.

Na hora de descer no Rio, já tinha tudo planejado: enquanto estivesse no finger ligaria para o taxi, para não ter que esperar muito. E na hora em que tirei o telefone no bolso ouvi alguém me chamando. Era uma trainee que entrou comigo na empresa de consultoria. E ela naõ me deu folga. Só consegui ligar quando já estava do lado de fora do aeroporto, o que me fez esperar um bocado.

No dia seguinte, acordei muito mais cedo que o normal. Calculei tudo e na hora de pedir o taxi....demorou pra cacete e acabei chegando uns 5 minutos atrasado no treinamento. Mas no Rio ninguém tá nem aí pra horário e teve gente que chegou depois de mim.

Murphy estava ao meu lado e fez com que o ar condicionado não estivesse funcionando. No Rio de Janeiro. No Verão. No Centro da cidade. Dá pra imaginar o quanto eu estava feliz, né? E pra piorar um cara ficou me ligando a cada 20 minutos. Sorte que o treinamento não foi tão útil assim. Quer que piore? O folgado ainda me pediu pra trazer umas coisas pra BH.

Na hora de ir embora, quando estava na porta da empresa, ouvi alguém chamando meu nome. Era uma outra menina de BH, que estava vindo no mesmo vôo que eu. Coincidência pouca é bobagem, né? Pelo menos fomos no mesmo taxi para o Galeão e viemos no mesmo carro de confins, o que economizou uns 120 ronaldos.

Quando cheguei no aeroporto, depois de fazer o check in (deixei a menina cuidando da minha mala enquanto estava fazendo o check in), fomos para o 3º andar, para tomar um suco. E lá ví 5 ex-professores de faculdade. Todos eles picaretíssimos. E todos eles bebendo às custas do meu suado dinheiro que é transformado em imposto. Fiquei puto, mas não quis falar nada.

Na hora de entrar na sala de embarque, tirei o celular, mochila, chaves, etc e passei no detector de metal. ÓBVIO que apitou. O cara me fez tirar o cinto (que nem tem uma fivela tão grande assim). Passei novamente e não apitou. Maldito cinto.

O Võo também não atrasou muito para chamar, mas ficamos esperando o reabastecimento um bom tempo. Neste tempo esperando eu vi, pela primeira vez na minha vida, uma formiga e um mosquito dentro do avião.

Cheguei em casa umas 9 da noite e 2000 pontos do smiles mais rico. No final das contas, não foi de todo ruim...

15 de fev. de 2009

Coelhadas

  • Dia desses aí pra trás encontrei com uma menina que entrou comigo no trainee da consultoria. Estava na portaria do prédio do cliente e ouvi um "que cê tá fazendo aqui?". Não, ela não vai trabalhar lá, só estava de visita;
  • Falando na minha empresa de consultoria, descobri que vai ter um outro projeto em BSB (Taguatinga, na verdade) e que o retorno será semanal. Adivinha se eu fiquei puto. Aliás, Amigo do Primo, ela vai trabalhar com você?
  • Aliás, sexta vi na net que vai ter um concurso para o DNIT com salários de até 8.300. Quase animei voltar pra BSB, mas aí lembrei como era trabalhar com servidor público e desisti (nada pessoal, Lu);
  • Sexta passada estávamos procurando um lugar para almoçar no Pátio Savassi e resolvemos ir ao Fridays. Meu amigo, minha amiga: fazia tempo que não comia uma carne boa como aquela. E nem foi tão caro (16,90 com refri). Em BSB era uns 30;
  • A minha irmã chegou das oropa. E supreendentemente está conversando comigo. Fiquei com pena do meu cunhado, que depois de uma semana na Bahia está um camarão;
  • E hoje é dai de ir para o Rio. Daqui a pouco, por sinal. Resolvi ir hoje para dormir na casa da minha avó e garantir que não vou ter que voltar até 2011 (por conta da família).