4 de mar. de 2011

Esparroman RECOMENDA: God of War 3

Quando eu comprei meu PS3 perguntei pra deus e o mundo quais jogos comprar. Cada um falou alguns jogos, mas tem um jogo que foi unânime: God of War 3. Mesmo sem saber nada sobre o jogo, resolvi comprar. Não tinha como ser ruim.

Quando o jogo e o video game chegaram, foi o primeiro que joguei. A primeira impressão foi "caralho, que gráficos!". As historinhas entre os momentos de porrada são elaboradas e curtas, mas absurdamente detalhadas. Nos momentos de porrada "normais" os detalhes são um pouco menores (ainda assim, muito bem feitos), mas nas horas dos chefões (os deuses), os gráficos são MUITO fodas.


Não é só de belezas e de porrada que vive o jogo. Em muitos momentos fiquei alguns bons minutos tentando descobrir como "passar de fase", porque tem alguns quebra-cabeças que te fazem queimar fosfato. Além disso, algumas tarefas exigem muita coordenação motora e agilidade, como na fase do "Guitar Hero" ou nas fases de vôo perto da Chain of Olympus.

Na hora da porrada, Kratos mostra como ser mau. As formas de matar dele são muito cruéis, em alguns momentos lembrando filmes do Tarantino, com sangue voando para tudo quanto é lado, o que me fez gostar mais ainda do jogo e colocá-lo como para maiores de 18 anos. Olha só:


Falando em "maiores de 18 anos", uma das cenas mais bem feitas (graficamente falando) é o encontro com Afrodite. Tentei tirar fotos, mas não fui capaz de tirar nada bom, então recorri ao google (pode ver só os 4 primeiros minutos):


Se você viu mais de 3 minutos do video, viu que se você erra os comandos, é como se mandasse mal com a Afrodite e ela tira onda com a sua cara.

Só teve uma coisa do jogo que me deixou triste: achei ele meio curto. Tá certo que devem ter sido umas 20 horas de jogo (provavelmente mais), mas estou acostumado a GTA 4, que já tenho umas 50 horas de jogo e estou nos 30% ainda. Mesmo assim, achei o jogo sensacional e recomendo muito a todos.


Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).

3 de mar. de 2011

Transmitindo conhecimento

Dia desses aí pra trás uma das meninas com que em já trabalhei na empresa foi me procurar. O pessoal do escritório estava começando um gupo de estudos para fazer a prova do PMP e ela queria participar, aí veio pedir umas dicas. Conversa vai, conversa vem, eu pergunto: olha só, você está me pedindo essas dicas, mas você já viu se você PODE fazer a prova?

Para quem não sabe, para fazer se candidatar a fazer a prova são necessários alguns requisitos, como 4500 horas gerenciando projeto em 36 meses se você tiver diploma (se não tiver são mais horas e mais meses), ter participado de um curso de 35 horas de gestão de projetos, entre outras coisas.

Ela disse que podia, que já tinha tudo, as horas, os meses, o curso que ela fez...opa. Não foi de 35 horas. Aí ela foi ver com o pessoal se eles também tinham o curso, porque dependendo da resposta, valia a pena fazer um com mais gente, dentro da empresa. Alguns dias depois, me liga uma mulher do Rio, perguntando se eu poderia dar um curso de GP para o pessoal da empresa que está querendo se certificar. Na hora pensei "caralho, 40 horas de curso, tô fudido", mas aí pensei que é uma chance de revisar os estudos e ganhar uns PDUs, aí acabei aceitando.

A minha sorte é que não é uma semana inteira de curso. O meu azar são os dias e horários: de 7 as 10 da manhã nas terças e quintas e sábado, o dia inteiro. Vou aproveitar e convidar um pessoal que eu acho que vale a pena fazer o curso, inclusive um dos meus tamagoshis. Aí todo mundo sai ganhando.

Agora deixa eu ir lá preparar as apresentações, porque o curso será depois da minha folga e ainda tenho que fazer os roteiros da viagem...

2 de mar. de 2011

Cena urbana bizarra

Savassi. Contorno com Prudente de Morais. Meio dia. Um sol de rachar, calor brotando do chão. Hora do almoço. Saio para almoçar e vejo, numa ilha para atravessar a rua, um cara. Essa ilha aqui:


Tá vendo no meio da ilha um ponto preto? É uma placa de trânsito. Nessa condição toda citada acima, tinha um sujeito, sem camisa, suando horrores, CHUTANDO A PLACA. Na verdade, o cara estava dando caneladas no poste que sustenta a placa.

Tem muita gente maluca nessa BH...

1 de mar. de 2011

Avaliando a equipe

Todo começo de ano a minha empresa faz uma avaliação de desempenho dos funcionários, seguido de um feedback. Esta avaliação, teoricamente, é o que define o seu futuro no ano: promoções, aumento de salário, mudança de função e até demissão e é composta de algumas perguntas em que você fala se nunca é verdade, na maioria das vezes é verdade, às vezes é verdade, às vezes não, na maioria das vezes é verdade e sempre é verdade.

Antes, o negócio era muito esdrúxulo: um gerente avaliava todo mundo que trabalhou com ele. Muitas vezes o cara tinha 60 pessoas debaixo dele e, fazer esta avaliação com critério era impossível. Esse ano resolveram pulverizar um pouco mais. O gerente do escritório avaliou os gerentes e os consultores. Os gerentes avaliaram os líderes, os especialistas e seniores. Os líderes e especialistas avaliaram o resto e, quando era preciso, pediam ajuda a quem estava mais perto do pessoal de mais baixa patente (como os estagiários).

Como eu passei metade do ano no Rio, tive que avaliar só o pessoal da minha equipe do projeto de Manaus (o pequeno, porque o desse ano já está com umas 40 pessoas). Foram 6 pessoas para avaliar, sendo que, para cada item do questionário é necessário que você explique porque está dando aquela nota. Muito legal, mas extremamente trabalhoso. Eu gastei mais de uma hora com cada um (isso porque juniores e estagiários têm menos perguntas para responder e só tinha isso na minha equipe), o que me tomou uma tarde/noite de sábado e uma manhã de domingo.

O legal de fazer estas avaliações da equipe é que você acaba tirando lições aprendidas para você mesmo, porque vê que alguns dos problemas foi VOCÊ que causou. Um exemplo? Um estagiário teve desempenho abaixo do esperado porque VOCÊ não passou nenhuma atividade desafiadora para ele. Outra coisa legal é que você vai ter que dar um conselho para uma pessoa sendo que VOCÊ faz errado. Um exemplo? Trabalhar menos.

Depois de feitas as avaliações, que devem ser discutidas com um segundo avaliador, é marcada a reunião de feedback. Nesta, você leva a sua avaliação do sujeito e ele leva a auto-avaliação dele. E aí vai sendo passado ponto a ponto o que é bom, o que tem que melhorar e assim vai. E nessas reuniões você também vê lições aprendidas, além de levar umas porradas. Como, por exemplo, o cara que trabalha demais. Falei com ele que ele tinha que trabalhar menos, que não tinha necessidade dele ficar tanto tempo na empresa, que se ele estivesse sobrecarregado deveria avisar e começar a falar "não" para as pessoas. Sabe o que ele me disse? "Ué, mas você não pode falar isso. Você é meu líder e é meu exemplo. Chega aqui 8 da manhã e sai 7 da noite todo dia.".

No geral, as reuniões têm sido boas. O pessoal tem aceitado bem os pontos de melhoria e, se fizerem o que falamos, será excelente pra empresa (e para mim também, lógico). E eu também estou aprendendo bastante e, no meio do caminho, acabei mudando a minha própria auto-avaliação, no item que fala de feedback. Só percebi que eu não dava feedback pra equipe quando estava preparando as avaliações e fazendo as reuniões...

28 de fev. de 2011

Esparroman Foi: Peixe Boi

Sendo bem sincero eu fui no peixe boi há tanto tempo que não lembro de muitos detalhes. Principalmente porque eu já cheguei lá meio bêbado, pois fui em um dia que tive um evento antes. O que eu lembro com certeza foi que saí com uma impressão boa. Mas vamos lá apertar a memória....

Pra começar não tem foto. Primeiro porque as fotos que eu tinha tirado sumiram do meu celular e depois porque o bar é mais recente que o Google Street View. E também não tem link, porque não encontrei o site oficial, mas fica na Rua Pium-í, 807. Resumidamente, o lugar é grande, uma área coberta (onde devia ser a casa que antes existia lá) e uma varanda aberta. A decoração é simples, sem frescuras.

Que eu me lembre, o atendimento é bom, mesmo com o bar cheio (eram poucas mesas vazias). A comida é excelente, mas acho que vem pouco. Não sei dizer ser é caro, porque cheguei muuuuuito depois do pessoal e, quando a conta chegou, me falaram para deixar 15 conto que tava bom. Pelo que eu li na internetcha, é meio carinho, principalmente a cerveja. Falando em cerveja, uma coisa eu lembro: era MUITO gelada. E como estava bastante calor no dia desceu bem.

Eu me lembro de ter visto muitas mulheres no dia, mas não sei falar a proporção. O que eu lembro é que eram arrumadas (o que não quer dizer que eram bonitas). Eu estava de bermuda e tênis, hehe.

Não cheguei a ir ao banheiro, mas me disseram que é limpo.

Estacionamento é algo impossível. A rua Pium-i é lotada de bares, botecos e restaurantes, então ou você chega cedo ou para longe pra cacete, e sempre com flanelinha. Por ser razoavelmente perto da minha casa e eu já saber disso eu fui a pé.

Vou tentar voltar lá em breve, dessa vez sóbrio, para tirar melhores conclusões...


Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).

27 de fev. de 2011

Adrianópolis Apart Hotel (Manaus, AM)

Na última vez que fui para Manaus, no começo desse mês, fiquei em um hotel diferente, o Adrianópolis Apart Hotel. Tinha tudo para ser o melhor hotel que já fiquei na cidade: era um apart num dos melhores bairros de Manaus e tem um cara da equipe morando lá. Devíamos ser tratados como reis. Mas não fomos...

O hotel, fisicamente falando, é realmente muito bom. O quarto é bem grande, com sala, cozinha, varanda, todos com tamanho razoável. Dá uma olhada na sala, que possui uma mesa de verdade para jantar (mas que para trabalhar é meio ruim), um sofá bacanudo, uma poltrona e Tv com mesa de centro:


Colado com a sala ficava a cozinha, no melhor estilo apart: bancadinha para comer e muito equipada (fogão completo, com forno, sugar, pia com armário e um frigobar). Embaixo da bancada ainda tinha uma prateleira para colocar coisas, tipo uma micro-dispensa e no armário já tinha pratos e talheres. Reza a lenda que você pode pedir panelas emprestadas para cozinhar.


O quarto é grande, com um a cama boa, armário gigante e lugar para colocar a mala e TV (que não dá pra ver na foto, porque está acima de onde eu tirei a foto). Olha só:


O banheiro é pequeno. O chuveiro tem água quente, só que é difícil pra caramba tomar banho: ele joga a água para todos os lados, menos para baixo. Você tem que ficar buscando a água. Fora que ele alaga se você busca um pouco mais de água e de pressão.


Até agora, poucas reclamações, né? É que preferi colocar todas juntas, porque foi tudo problema de SERVIÇO. Vamos a elas:

- O quarto é imundo. Andei descalço por 5 minutos e meu pé ficou preto. Pedi encarecidamente na recepção para limparem o quarto TODO OS DIAS e em NENHUM DELES limparam. No banheiro, tinha cabelo de mulher na parede, o chão estava esbranquiçado (típico de que está muito tempo sendo usado sem lavar). Chegou a me dar um certo nojo (e olha que eu não sou fresco). A roupa de cama parecia ser lavada e recém-trocada, mas tinha uma mancha de sujeira que me incomodou;
- A TV do quarto não tinha controle. Eu pedi para colocarem todos os dias, mas também não tive sucesso;
- A TV da sala não funcionava. Na verdade era o aparelho da NET que não funcionava, mas também não resolveram;
- Já o controle do ar condicionado da sala, que não estava funcionando, mas eu não reclamei, trocaram. Vai entender. Mas ele fazia um barulho fenomenal;
- No banheiro, não foram repostos sabonetes e shampoos. E olha que eu fiquei lá 5 dias;
- Isso não é bem serviço, mas as lâmpadas utilizadas são MUITO fracas. Tipo 25 Watts. De noite é uma tristeza, tem que acender todas as luzes para tentar enxergar bem. Para trabalhar é foda;
- Na sala, são raras as tomadas. Tem UMA ao lado da mesa, que é usada para uma luminária. Tive que desligar para ligar o note, mas com a luz fraca do hotel sofri muito;
- O serviço de quarto é uma porcaria. Pedi um cheeseburguer no primeiro dia e levou quase UMA HORA para entregarem (sério: pão, carne, queijo, alfaçe e uma rodela de tomate. UMA HORA). E, lógico, chegou frio.

Já o café da manhã é muito bom. Farto, com opções e ainda tinha uma mulher preparando omeletes, ovos mexidos e tapiocas doces e salgadas. O único problema é a luz fraca, que dificulta MUITO enxerga o que tem de opções. Cheguei a cogitar levar uma lanterna (sem brincadeira).

Diz que o hotel tem piscina, sala de ginástica e outras coisas do gênero. Acabei esquecendo de conferir (fora que a semana foi bem puxada). Da próxima vez que eu for eu tiro umas fotos.


Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).