Ontem, depois de 3 horas de viagem para andar 100 km, consegui chegar em casa. E nao deu tempo de fazer quase nada, pois tinha a colação do povo do meu curso e eu conhecia quase todo mundo que estava formando.
Tomei banho e saí correndo para a reitoria da Federal. No caminho, peguei a Ex-Mudinha. Cheguei lá em cima da hora, quendo o presidente da mesa está fazendo o descurso de encerramento (pelo menos foi o que eu achei).
O cara falou mais uns 15 minutos, aí teve um filme da turma que durou mais uns 20 e para encerrar a sessão o cara ainda falou mais uns 5. E para cumprimentar todo mundo que eu conhecia demorei mais uma hora, no mínimo.
Saí de lá e fui para a casa de um dos formandos, que trabalhava comigo na antiga empresa. No caminho, estava todo mundo seguindo o Sr. Sem Noção e do nada aparece a Chefinha e entra nom meio dos carros. Só que ninguém sabia que era ela.
Fiquei puto com aquele carro fdp que estava embarreirando e cortei ela pela direita e fechei bonito. Depois que fiquei sabendo que era ela fiquei mais feliz ainda.
De lá, passei em mais uma comemoração de uma formanda, mas ela já não estava mais lá (tá certo que era uma da matina já). E o foda é que ela talvez me chamasse para a festa... Acho que ela não vai me chamar mais... Hehehehe...
Fui então para mais uma comemoração, mas desta vez de um cara que entrou comigo na faculdade. Foi bacana lá. Saí de lá quase 4 da matina, chegando em casa morto e acordando as 8, sem conseguir dormir mais...
Agora a tarde tem a super despedida do Ex-Nerd, que também vai render um bocado.Acho que amanhã eu vou desmaiar... Mas sempre é bom aproveitar e beber "de grátis"!
16 de set. de 2006
15 de set. de 2006
Fatos Rápidos
14 de set. de 2006
Quero uma Senha
Estava usando a rede da empresa com uma treta (usando login e senha do N6). Mas isso era só porque eu não tinha ainda um login. Criaram meu login na segunda, mas não me deram a senha (nunca ví isso. Você cria o usuário/login mas não cadastra a senha!).
Como ninguém sabia o procedimento para criar a senha ("ah, liga lá na informática"), eu continuei usando a treta. Aí por algum motivo desconhecido recebi um email da informática falando que meu acesso a algumas pastas da rede estava liberado.
Interlúdio: Teoricamente eu não tenho acesso à internet/email e muito menos à rede, por não ter a maldita senha. Só que os animais da informática não devem ter pensado nisso. Fim do interlúdio
Aproveitei o email e respondi para o cara falando que não tinha uma senha e por isso não conseguia acessar a internet, intranet e a rede. O cara me passou um link, NA INTRANET, onde eu poderia mudar a senha clicando no link "esqueci a minha senha".
Não acreditando com a ignorância do sujeito, entrei na intranet com a senha do N6, para ver se funcionava. CLARO que não funcionou. Primeiro porque o link que o cara me passou não tinha nada se alterar senha, pedir senha, etc e segundo porque eu estava com o login do N6.
Tentei acessar a intranet por outra forma e procurar um lugar para falar que "esqueci a senha". Depois de fuçar um pouco acabei achando um lugar com este link. Todo feliz, cliquei no link e apacereu um popup. Nele estava escrito: "Entre em contato com a Informática para obtenção de nova senha".
Já puto, desisti de trocar a minha senha e continuei usando o login/senha do N6. Mas a senha deu pau hoje e tive que tomar vergonha na cara e criar uma senha para mim.
Liguei na informática, expliquei a situação (só falando que não tinha uma senha, simplesmente omitindo o que relatei acima) e a mulher que estava me atendendo me deu uma senha provisória, para eu mudar na intranet da empresa.
Como estava longe do meu computador (sim, é um notebook e eu poderia ter carregado ele comigo, mas perto do telefone não tem ponto de rede), falei que tentaria e qualquer problema ligaria novamente.
CLARO que deu pau. Falou que o meu login não existia. Liguei novamente para a informática (desta vez com meu notebook do lado, mas de outro telefone) e um cara me atendeu. Ele trocou a minha senha novamente e me falou como fazer para trocar.
Tentei e não deu novamente, mas parecia ser alguma configuração no meu computador. Ele perguntou se eu tinha VNC e falei que não. Desliguei falando que ia tentar em um outro computador e que se desse problema, ligaria novamente.
Tentei no notebook do N6 e também não deu. Aí apelei e pedi para usar um dos desktops da empresa, porque eles teoricamente estão configurados certinho. Também não seu. Liguei novamente para a informática, expliquei a situação e o cara tentou me ajudar falando para abrir o VNC e falar o nome do computador na rede.
Eu já conhecia o VNC (que basicamente é um programa para que alguém acesse seu computador remotamente), mas não estava achando o inicializador dele. Falei com o cara isso e que era novo na empresa, que não estava acostumado com os computadores daqui. ACHO que ele entendeu que eu não estava acostumado com computador.
Depois disso, ele me tratou como um idiota. "Para acessar o VNC, clique no botão iniciar, no canto inferior esquerdo, depois em programas, real VNC e WinVNC". Eu respondi que não tinha WinVNC lá. E ele não acreditou, achou que eu estivesse fazendo alguma merda.
Ele apelou e falou para dar o nome do computador. Eu não sabia onde achar. Ele me esplicou, eu falei e ele disse que ia acessar via "modo texto". Enquanto isso, perdi a paciência e procurei o VNC no Arquivos de Programas. Achei o maldito, abri e falei para o cara que tinha conseguido.
Ele entrou e começou a fazer as mesmas coisas que eu tinha feito. Depois de tentar várias vezes e em diversos lugares, sempre obtendo a mesma resposta ("A senha deve ter no minimo 6 caracteres, blábláblá"), ele parou e falou: "você tem certeza que sua senha é diferente das últimas 5 e que você não está usando caracteres seqüenciais?". Sério, nesta hora respirei muito fundo para não xingar o cara.
Expliquei que era novo na empresa, que não tinha uma senha anterior, falei a minha senha (que tinha mais de 6 caracteres não-sequenciais) e que não poderia ser nenhum destes problemas. Aí ele mandou um "Mas você não trocou a sua senha nas últimas 24 horas?". Já não acreditando na pergunta do cara, parei e contei até 200. E aí veio a luz.
EU não tinha mudado a minha senha nas últimas 24 horas, mas ELES tinham! O segundo cara trocou a minha senha porque a que a mulher me passou não funcionava! Tinha finalmente matado a charada. Mas não consegui mudar a senha, pois tenho que esperar até amanhã.
Agradeci o cara (afinal, consultor tem que ser educado e bem humorado), desliguei o telefone e bati a cabeça na mesa, não acreditando na ignorância das pessoas da informática. Sim, eu sei que era um deles. E também não tinha paciência com as pessoas (principalmente as menos capacitadas). Mas nunca tratei o povo como imbecil ("clique no botão iniciar, no canto inferior esquerdo..."). Aliás, sempre foi o contrário...
Como ninguém sabia o procedimento para criar a senha ("ah, liga lá na informática"), eu continuei usando a treta. Aí por algum motivo desconhecido recebi um email da informática falando que meu acesso a algumas pastas da rede estava liberado.
Interlúdio: Teoricamente eu não tenho acesso à internet/email e muito menos à rede, por não ter a maldita senha. Só que os animais da informática não devem ter pensado nisso. Fim do interlúdio
Aproveitei o email e respondi para o cara falando que não tinha uma senha e por isso não conseguia acessar a internet, intranet e a rede. O cara me passou um link, NA INTRANET, onde eu poderia mudar a senha clicando no link "esqueci a minha senha".
Não acreditando com a ignorância do sujeito, entrei na intranet com a senha do N6, para ver se funcionava. CLARO que não funcionou. Primeiro porque o link que o cara me passou não tinha nada se alterar senha, pedir senha, etc e segundo porque eu estava com o login do N6.
Tentei acessar a intranet por outra forma e procurar um lugar para falar que "esqueci a senha". Depois de fuçar um pouco acabei achando um lugar com este link. Todo feliz, cliquei no link e apacereu um popup. Nele estava escrito: "Entre em contato com a Informática para obtenção de nova senha".
Já puto, desisti de trocar a minha senha e continuei usando o login/senha do N6. Mas a senha deu pau hoje e tive que tomar vergonha na cara e criar uma senha para mim.
Liguei na informática, expliquei a situação (só falando que não tinha uma senha, simplesmente omitindo o que relatei acima) e a mulher que estava me atendendo me deu uma senha provisória, para eu mudar na intranet da empresa.
Como estava longe do meu computador (sim, é um notebook e eu poderia ter carregado ele comigo, mas perto do telefone não tem ponto de rede), falei que tentaria e qualquer problema ligaria novamente.
CLARO que deu pau. Falou que o meu login não existia. Liguei novamente para a informática (desta vez com meu notebook do lado, mas de outro telefone) e um cara me atendeu. Ele trocou a minha senha novamente e me falou como fazer para trocar.
Tentei e não deu novamente, mas parecia ser alguma configuração no meu computador. Ele perguntou se eu tinha VNC e falei que não. Desliguei falando que ia tentar em um outro computador e que se desse problema, ligaria novamente.
Tentei no notebook do N6 e também não deu. Aí apelei e pedi para usar um dos desktops da empresa, porque eles teoricamente estão configurados certinho. Também não seu. Liguei novamente para a informática, expliquei a situação e o cara tentou me ajudar falando para abrir o VNC e falar o nome do computador na rede.
Eu já conhecia o VNC (que basicamente é um programa para que alguém acesse seu computador remotamente), mas não estava achando o inicializador dele. Falei com o cara isso e que era novo na empresa, que não estava acostumado com os computadores daqui. ACHO que ele entendeu que eu não estava acostumado com computador.
Depois disso, ele me tratou como um idiota. "Para acessar o VNC, clique no botão iniciar, no canto inferior esquerdo, depois em programas, real VNC e WinVNC". Eu respondi que não tinha WinVNC lá. E ele não acreditou, achou que eu estivesse fazendo alguma merda.
Ele apelou e falou para dar o nome do computador. Eu não sabia onde achar. Ele me esplicou, eu falei e ele disse que ia acessar via "modo texto". Enquanto isso, perdi a paciência e procurei o VNC no Arquivos de Programas. Achei o maldito, abri e falei para o cara que tinha conseguido.
Ele entrou e começou a fazer as mesmas coisas que eu tinha feito. Depois de tentar várias vezes e em diversos lugares, sempre obtendo a mesma resposta ("A senha deve ter no minimo 6 caracteres, blábláblá"), ele parou e falou: "você tem certeza que sua senha é diferente das últimas 5 e que você não está usando caracteres seqüenciais?". Sério, nesta hora respirei muito fundo para não xingar o cara.
Expliquei que era novo na empresa, que não tinha uma senha anterior, falei a minha senha (que tinha mais de 6 caracteres não-sequenciais) e que não poderia ser nenhum destes problemas. Aí ele mandou um "Mas você não trocou a sua senha nas últimas 24 horas?". Já não acreditando na pergunta do cara, parei e contei até 200. E aí veio a luz.
EU não tinha mudado a minha senha nas últimas 24 horas, mas ELES tinham! O segundo cara trocou a minha senha porque a que a mulher me passou não funcionava! Tinha finalmente matado a charada. Mas não consegui mudar a senha, pois tenho que esperar até amanhã.
Agradeci o cara (afinal, consultor tem que ser educado e bem humorado), desliguei o telefone e bati a cabeça na mesa, não acreditando na ignorância das pessoas da informática. Sim, eu sei que era um deles. E também não tinha paciência com as pessoas (principalmente as menos capacitadas). Mas nunca tratei o povo como imbecil ("clique no botão iniciar, no canto inferior esquerdo..."). Aliás, sempre foi o contrário...
13 de set. de 2006
Ela Voltou
Ontem, depois de quase dois meses de inatividade, voltei a ter sessões de masoquismo noturno. Saí do trabalho, passei na padaria para comprar meu "jantar" (sabe-se lá que horas ela fecha), fui para o hotel, troquei de roupa, fiz alongamento (sabe como é, muito tempo sem fazer exercício físico) e saí para a rua.
Numa das passeadas que dei nas semanas passadas encontrei uma rua que era razoavelmente deserta, razoavelmente grande e bem plana. Não precisava ser tão plana, mas ou era isso ou era uma ladeira pior que as do Mangabeiras. Esta foi "eleita" a rua onde as sessões ocorrerão.
Fui andando até esta rua (cerca de um quarteirão grande do meu hotel) para "aquecer". Chegando na rua (ela começa no fim da rua do meu hotel), comecei a correr. Na medida que fui correndo, vi que o fim da rua estava chegando e eu não estava cansando. Mas não é porque eu estou no auge da minha forma física e sim porque a rua não é tão grande como eu imaginava.
Esta rua acaba na rua da praça da Igreja. Resolvi então cotinuar na rua que tem a bica/praça escondida. Mais ou menos em frente à bica cansei e comecei a andar. Andei mais um pouco e resolvi voltar a correr. Fui correndo mais um pouco na medida em que fui correndo a luz foi diminuindo, o "asfalto" foi acabando até que cheguei em um pedaço que não tinha mais luz nem asfalto. Neste momento resolvi voltar, por segurança.
Voltei correndo, andei um pedaço e, na bica, voltei a correr. Chegando na praça da igreja, um molequinho de uns 7 anos me viu correndo e começou a correr também. Não sei se correndo de mim ou correndo comigo. Mas aí eu alcancei ele e ele saiu da frente me deixando passar. E depois que passei ele gritou: "Fazendo caminhada, hein?". Tá certo que não estava correndo numa velocidade alucinante, mas chamar aquilo de caminhada foi sacanagem!
Quando estava quase chegando na rua do hotel ví a tal cruz iluminada no alto do morro. Resolvi descobrir o que diabos era aquilo. Tinha uma placa dizendo "Santuário de Alguma Coisa". Ainda bem, porque já estava me arrastando e foi o motivo para parar de correr. Só que era uma subida cabulosa.
Comecei a subir, andando mesmo, em um ritmo quase ridículo. Mas como era uma subida realmente muito forte, não me sentí muito derrotado. Depois de subir muito, cheguei num lugar meio escuro. Tinha um cara na porta de uma casa e resolvi perguntar como chegava na cruz iluminada, imaginando que não fosse pelo caminho escuro. Mas não adiantou, era por lá mesmo.
Fui andando e chegou num ponto que não enxergava nem o meu pé, mas ainda assim continuei, cagando de medo de aparecer uma cobra ou outro bicho peçonhento, pois estava com mato dos dois lados. Não dava nem para correr, porque não estava enxergando a "rua".
Mais um pouco para frente, as luzes da cruz voltaram a iluminar o caminho e ví que junto da criz tem uma igreja bem pequena. Não deve ter nem uns 20 metros. Junto com as luzes, comecei a escutar vozes e sentir um cheiro típico de lugares isolados.
Fingi que não tinha visto as pessoas e nem que tinha percebido que elas estavam fazendo coisas ilegais. Olhei para a cidade e tive a visão mais bacana dela até hoje. Só que não vou tirar fotos de lá nem a purrete, porque gosto muito da minha máquina fotográfica.
Voltei para o hotel, tomei banho, comi e, ao ligar a TV, ví que iria passar "Legalmente Loira" na TNT. Por incrível que pareça, foi o primeiro filme que eu já tinha visto que passou na TNT nas três semanas que estou aqui.
Enquanto passava o filme, resolvi estudar um pouco sobre o processo da minha empresa em umas apostilas que eles me arrumaram. Terminada a apostila 1 (e o filme), comecei a mudar os canais e ví uma aula de espanhol na TV Escola. Resolví assistir, para não perder o contato com a língua. A aula não é grandes coisas, mas dá para "divertir" um pouquinho. So que dormí no meio da segnda aula (que já era do nível avançado, mas que já tinha visto na minha antiga empresa como nível basico).
Fatos rápidos observados durante a Sessão de Masoquismo Noturno:
Descobri onde é o "Mangabeiras" daqui. É perto do Fórum. As casas são bacanas, mas nem se comparam com as do Mangabeiras original. Ví até um Corola novo em uma das garagens; Uma das ruas perto do "Mangabeiras" tinha um cachorro deitado literalmente no meio da rua. No que eu comecei a correr na rua ele começou a latir e me fez dar meia volta (acho que ele foi treinado para tomar conta da rua); Eu ví o tal circo que está na Megalópole (está perto do Mangabeiras). Muito fraco... Mas tem "Taxi do Gugu" (o que quer que isso seja); Quando você chega suado ao hotel o povo te trata diferente; Falando em hotel, a arrumadeira "sutilmente" me informou que o hotel tem lavanderia. Como? Deixando a gaveta da "escrivaninha" aberta e lá dentro está a sacola e o papel para colocar a lista de roupas.
Numa das passeadas que dei nas semanas passadas encontrei uma rua que era razoavelmente deserta, razoavelmente grande e bem plana. Não precisava ser tão plana, mas ou era isso ou era uma ladeira pior que as do Mangabeiras. Esta foi "eleita" a rua onde as sessões ocorrerão.
Fui andando até esta rua (cerca de um quarteirão grande do meu hotel) para "aquecer". Chegando na rua (ela começa no fim da rua do meu hotel), comecei a correr. Na medida que fui correndo, vi que o fim da rua estava chegando e eu não estava cansando. Mas não é porque eu estou no auge da minha forma física e sim porque a rua não é tão grande como eu imaginava.
Esta rua acaba na rua da praça da Igreja. Resolvi então cotinuar na rua que tem a bica/praça escondida. Mais ou menos em frente à bica cansei e comecei a andar. Andei mais um pouco e resolvi voltar a correr. Fui correndo mais um pouco na medida em que fui correndo a luz foi diminuindo, o "asfalto" foi acabando até que cheguei em um pedaço que não tinha mais luz nem asfalto. Neste momento resolvi voltar, por segurança.
Voltei correndo, andei um pedaço e, na bica, voltei a correr. Chegando na praça da igreja, um molequinho de uns 7 anos me viu correndo e começou a correr também. Não sei se correndo de mim ou correndo comigo. Mas aí eu alcancei ele e ele saiu da frente me deixando passar. E depois que passei ele gritou: "Fazendo caminhada, hein?". Tá certo que não estava correndo numa velocidade alucinante, mas chamar aquilo de caminhada foi sacanagem!
Quando estava quase chegando na rua do hotel ví a tal cruz iluminada no alto do morro. Resolvi descobrir o que diabos era aquilo. Tinha uma placa dizendo "Santuário de Alguma Coisa". Ainda bem, porque já estava me arrastando e foi o motivo para parar de correr. Só que era uma subida cabulosa.
Comecei a subir, andando mesmo, em um ritmo quase ridículo. Mas como era uma subida realmente muito forte, não me sentí muito derrotado. Depois de subir muito, cheguei num lugar meio escuro. Tinha um cara na porta de uma casa e resolvi perguntar como chegava na cruz iluminada, imaginando que não fosse pelo caminho escuro. Mas não adiantou, era por lá mesmo.
Fui andando e chegou num ponto que não enxergava nem o meu pé, mas ainda assim continuei, cagando de medo de aparecer uma cobra ou outro bicho peçonhento, pois estava com mato dos dois lados. Não dava nem para correr, porque não estava enxergando a "rua".
Mais um pouco para frente, as luzes da cruz voltaram a iluminar o caminho e ví que junto da criz tem uma igreja bem pequena. Não deve ter nem uns 20 metros. Junto com as luzes, comecei a escutar vozes e sentir um cheiro típico de lugares isolados.
Fingi que não tinha visto as pessoas e nem que tinha percebido que elas estavam fazendo coisas ilegais. Olhei para a cidade e tive a visão mais bacana dela até hoje. Só que não vou tirar fotos de lá nem a purrete, porque gosto muito da minha máquina fotográfica.
Voltei para o hotel, tomei banho, comi e, ao ligar a TV, ví que iria passar "Legalmente Loira" na TNT. Por incrível que pareça, foi o primeiro filme que eu já tinha visto que passou na TNT nas três semanas que estou aqui.
Enquanto passava o filme, resolvi estudar um pouco sobre o processo da minha empresa em umas apostilas que eles me arrumaram. Terminada a apostila 1 (e o filme), comecei a mudar os canais e ví uma aula de espanhol na TV Escola. Resolví assistir, para não perder o contato com a língua. A aula não é grandes coisas, mas dá para "divertir" um pouquinho. So que dormí no meio da segnda aula (que já era do nível avançado, mas que já tinha visto na minha antiga empresa como nível basico).
Fatos rápidos observados durante a Sessão de Masoquismo Noturno:
12 de set. de 2006
Fatos Rápidos
11 de set. de 2006
De Volta à Rotina
Volta de feriadão é foda. Cheguei na rodoviária no horário de sempre e o guichê da Passaro Verde (empresa que me traz para a Megalópole) estava com uma fila quilométrica. Ainda bem que fui comprar minha passagem na sexta...
Desço para a plataforma de embarque e ela também está lotada. Como já tinha um busão estacionado, fui lá ver se era o meu. "Bhz - Sta Bárbara". Era ele. Coloquei a minha mala no bagageiro e entreguei a minha passagem para o motorista. Ele pega, olha e diz: "seu carro é o próximo. Este é de 5:45".
Meio sem entender, porque o primeiro balaio para Barão é 6 da matina, tirei a minha mala do bagageiro e fiquei esperando o meu ônibus estacionar. E nisso a quantidade de pessoas na plataforma só aumentando (afinal, aquela fila toda de pessoas comprando passagem tinha que embarcar).
Aí lembrei que tinha sido feriadão e todo mundo deve ter ndo para BH. Aquele primeiro "carro" era EXTRA. Ou seja, o meu estaria lotado, senão não abririam outro horário, 15 minutos antes.
A minha sorte é que aquele povaréu todo estava indo para Ouro Preto/Mariana, que é o outro ônibus que sai junto com o meu. O meu estava razoavelmente vazio. Só que tinha um grupo de peões qe estava vindo para cá para um emprego novo. E eles vieram falando (alto) a viagem inteira.
Para aumentar ainda mais o meu sofrimento, eu esqueci o meu MP3 Player e pela primeira vez em três semanas de viagem de balaio o sol estava na minha cara (e eu estava no meio da janela, ou seja, não tinha cortina). Mas pelo menos não tinha ninguém ao meu lado.
O ônibus veio parando a cada 500 metros, sempre subindo gente. Teve uma hora que não teve jeito, sentou um cara ao meu lado. Mas isso já era perto de Barão. "Só uns 20 minutos", pensei. Que nada. Na estrada de acesso à cidade subiu MUITA gente. Estava pior que os 2004 que eu pegava às 6 da tarde para voltar da Federal. E a freqüência de parada aumentou. em vez de ser a cada 500 metros passou a ser a cada 200.
Depois de muita luta consegui finalmente chegar à pracinha de Barão. Peguei a minha mala e vim arrastando até a empresa. Liguei meu computador, olhei meu email e vejo um da minha empresa, falando que a minha reserva no hotel tinha sido cancelada. Puto da vida ("lá vou eu ter que brigar com esse povo novamente"), entrei na página da empresa e vi que tinha sido cancelada porque o meu quarto, que era duplo, passou a ser single (não me pergunte o motivo).
Fato é que eu não vou mais ter que dividir o quarto com o Faixa Verde, que vai ficar aqui até o fim do ano. Pelo menos por esta semana ainda vou ter um quarto só para mim! Espero que seja assim até o fim do ano.
Desço para a plataforma de embarque e ela também está lotada. Como já tinha um busão estacionado, fui lá ver se era o meu. "Bhz - Sta Bárbara". Era ele. Coloquei a minha mala no bagageiro e entreguei a minha passagem para o motorista. Ele pega, olha e diz: "seu carro é o próximo. Este é de 5:45".
Meio sem entender, porque o primeiro balaio para Barão é 6 da matina, tirei a minha mala do bagageiro e fiquei esperando o meu ônibus estacionar. E nisso a quantidade de pessoas na plataforma só aumentando (afinal, aquela fila toda de pessoas comprando passagem tinha que embarcar).
Aí lembrei que tinha sido feriadão e todo mundo deve ter ndo para BH. Aquele primeiro "carro" era EXTRA. Ou seja, o meu estaria lotado, senão não abririam outro horário, 15 minutos antes.
A minha sorte é que aquele povaréu todo estava indo para Ouro Preto/Mariana, que é o outro ônibus que sai junto com o meu. O meu estava razoavelmente vazio. Só que tinha um grupo de peões qe estava vindo para cá para um emprego novo. E eles vieram falando (alto) a viagem inteira.
Para aumentar ainda mais o meu sofrimento, eu esqueci o meu MP3 Player e pela primeira vez em três semanas de viagem de balaio o sol estava na minha cara (e eu estava no meio da janela, ou seja, não tinha cortina). Mas pelo menos não tinha ninguém ao meu lado.
O ônibus veio parando a cada 500 metros, sempre subindo gente. Teve uma hora que não teve jeito, sentou um cara ao meu lado. Mas isso já era perto de Barão. "Só uns 20 minutos", pensei. Que nada. Na estrada de acesso à cidade subiu MUITA gente. Estava pior que os 2004 que eu pegava às 6 da tarde para voltar da Federal. E a freqüência de parada aumentou. em vez de ser a cada 500 metros passou a ser a cada 200.
Depois de muita luta consegui finalmente chegar à pracinha de Barão. Peguei a minha mala e vim arrastando até a empresa. Liguei meu computador, olhei meu email e vejo um da minha empresa, falando que a minha reserva no hotel tinha sido cancelada. Puto da vida ("lá vou eu ter que brigar com esse povo novamente"), entrei na página da empresa e vi que tinha sido cancelada porque o meu quarto, que era duplo, passou a ser single (não me pergunte o motivo).
Fato é que eu não vou mais ter que dividir o quarto com o Faixa Verde, que vai ficar aqui até o fim do ano. Pelo menos por esta semana ainda vou ter um quarto só para mim! Espero que seja assim até o fim do ano.
10 de set. de 2006
Parabéns, Fofoqueira
Ontem foi a comemoração de aniversário da Fofoqueira. Tá, não lembro como eu chamava ela, mas é aquela menina que trabalhava na mesma empresa que eu e era amiguinha da chefinha e que adora uma fofoca.
Confesso que estava com uma preguiça do cão para ir lá, principalmente porque só teria chefes e pessoas "gente boa", como a Chefinha, o Chefinho Querido e a Pão de Queijo (esse é porque ela tem o rosto branco e redondo, igual um pão de queijo). Os bêbados já tinham falado que não iam.
Fui para lá com a intenção de ficar pouco tempo. Cheguei umas 8:30 e para minha surpresa o Ex-Nerd estava lá. O resto dos chatos não tinha chegado ainda. Fiquei lá conversando com a Fofoqueira, o Ex-Nerd e as irmãs deles.
Como foi na Companhia do Boi, a galera começou a pedir rango. Eu não pedi nada, mas fui comendo o que chegava na mesa. Não estava muito a fim de beber e como o pessoal também não estava bebendo, acabei não pedindo nada.
Um pouco mais tarde chegaram os chatos (menos o Chefinho Querido, que não foi). E aí começaram as perguntas sobre o meu trabalho. Mas não eram aquelas perguntas de quem está realmente interessado se você está gostando ou realmente quer saber o que diabos você está fazendo... Eram aquelas perguntas de quem quer saber se você está bem ou não no novo emprego, mas porque está torcendo contra!
Umas 11:00 resolvi vir embora. Rolou um parabéns (por minha causa) e acabou que um monte de gente foi embora antes de mim. Fiquei com pena da fofoqueira, porque estava todo mundo deixando uns 10 conto, quando claramente gastaram muito mais que isso.
Voltei para casa e fiquei vendo Drawn Together, que é um desenho animado zuando reality shows, sendo que os integrantes são paródias de personagens antigos, tipo superman, betty boop e um dos cavaleiros do zodíaco. É MUITO bom. E logo depois dele, trocando de canal, peguei um epsódio de RobotChicken.
No fim das contas, não foi tão ruim assim...
Confesso que estava com uma preguiça do cão para ir lá, principalmente porque só teria chefes e pessoas "gente boa", como a Chefinha, o Chefinho Querido e a Pão de Queijo (esse é porque ela tem o rosto branco e redondo, igual um pão de queijo). Os bêbados já tinham falado que não iam.
Fui para lá com a intenção de ficar pouco tempo. Cheguei umas 8:30 e para minha surpresa o Ex-Nerd estava lá. O resto dos chatos não tinha chegado ainda. Fiquei lá conversando com a Fofoqueira, o Ex-Nerd e as irmãs deles.
Como foi na Companhia do Boi, a galera começou a pedir rango. Eu não pedi nada, mas fui comendo o que chegava na mesa. Não estava muito a fim de beber e como o pessoal também não estava bebendo, acabei não pedindo nada.
Um pouco mais tarde chegaram os chatos (menos o Chefinho Querido, que não foi). E aí começaram as perguntas sobre o meu trabalho. Mas não eram aquelas perguntas de quem está realmente interessado se você está gostando ou realmente quer saber o que diabos você está fazendo... Eram aquelas perguntas de quem quer saber se você está bem ou não no novo emprego, mas porque está torcendo contra!
Umas 11:00 resolvi vir embora. Rolou um parabéns (por minha causa) e acabou que um monte de gente foi embora antes de mim. Fiquei com pena da fofoqueira, porque estava todo mundo deixando uns 10 conto, quando claramente gastaram muito mais que isso.
Voltei para casa e fiquei vendo Drawn Together, que é um desenho animado zuando reality shows, sendo que os integrantes são paródias de personagens antigos, tipo superman, betty boop e um dos cavaleiros do zodíaco. É MUITO bom. E logo depois dele, trocando de canal, peguei um epsódio de RobotChicken.
No fim das contas, não foi tão ruim assim...
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