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25 de set. de 2010

Esparroman NÃO Recomenda: Natal Mar Hotel (Natal, RN)

Quando decidimos ir a Natal, o Véio ofereceu uns dias de um esquema que ele tem de hotel. Este esquema é o seguinte: ele compra "X" diárias de hotel que podem ser usadas em diversos hotéis do país. Em Natal, eram uns 30 hotéis e comecei a procurar hotéis que tivesse quartos disponíveis no período que estaríamos na cidade.

Escolhemos uns 4 ou 5 hotéis e comecei a ligar. Como nenhum deles tiva vagas para a data escolhida, fiz uma nova pesquisa e lá pela 7ª tentativa consegui achar um, o Natal Mar Hotel. Reservei logo, com medo de não achar nada. Pelas fotos, parecia ser um hotel bom, mas meio antigo, então fui mais ou menos tranquilo para lá.

Quando chegamos no hotel, quase 2 da matina, tinha um casal fazendo check in e fomos atendidos juntos com eles. O cara deu as informações do hotel, deu a chave de cada um e o mensageiro foi levar as malas do outro casal. Aí pegamos as nossas e fomos para o quarto. Como era no andar de baixo, procuramos um elevador. Não achamos e voltamos ao balcão para perguntar onde era. "Não tem", disse o cara. Aí fomos nós descermos escadas carregando as malas (a de Xuxu tinha 14 kg).

Entramos no quarto ele estava com um cheiro muito estranho, inclusive com cheiro de mofo muito forte. Ligamos o ar-condicionado e saiu uma nuvem de pó do aparelho, indicando que o filtro nunca tinha sido limpo. Aí reparei nos móveis e vi que realmente eram velhos. E o quarto não era dos maiores, olha só:




Aí coloquei a mala no chão, troquei de roupa e fui deitar. Puxei o edredom e fiquei parado uns 2 minutos, não acreditando no que eu estava vendo. A suposta cama de casal eram duas camas de solteiro juntas. E não se deram o trabalho nem de trocar o lençol para deixar as duas camas juntas: cada cama tinha lá o seu lençol de solteiro.

Aí enquanto eu estava lá olhando para a cama sem acreditar, Xuxu me chamou no banheiro. O banheiro é bem pequeno e definitivamente não foi projetado, porque o porta-toalhas fica DENTRO do box. Box este que não tem porta e sim aqueles panos. E o pano ainda estava furado. A torneira estava pingando e não parava nem por decreto.




Mas não foi por isso que Xuxu tinha me chamado. Ela apontou para dentro do box e falou "tem uma barata morta". Eu cheguei a tirar foto, mas não achei. Aí fiquei muito puto, mas já era muito tarde e resolvi reclamar no dia seguinte.

Acordamos, fomos tomar café da manhã (bem fraco, por sinal, e no último dia o leite estava azedo) e na saída reclamos da barata. O cara do hotel simplesmente disse "Vexe Maria! Uma barata morta?" e mais nada. Nenhum pedido de desculpas, um presente, um desconto, nada. Só falou que ia mandar alguém limpar imediatamente. O imediatamente deles demorou uns 10 minutos...

Aí resolvemos aproveitar para conhecer o hotel. Todas as fotos que a gente viu eram verdade: por fora, o hotel é muito foda. Uma piscina grande, com bar molhado, uma para criança e uma com hidromassagem. MUITO bacana:








Além disso, o hotel estava na beira da praia, com acesso via escadinha e tinha umas espreguiçadeiras para ficar curtindo o visual:




Também tinha um salão de jogos, sala de ginástica é sauna. Esses dois últimos só abriam 5 da tarde, aí não consegui tirar fotos.


E para os que não levam computador pra praia, tinha uma sala com computador, mas é pago. A rede sem fio vai a todos os quartos e é de graça. Pareceu ser bem boa.

Uma outra coisa boa do hotel é a localização. É na Ponta Negra, perto de shopping, de restaurantes e do centro de artesanato. Dá pra ir a pé tranquilo.

Tinha tudo para ser um hotel bacana, mas o quarto realmente me deixou muito puto. Puto e malzaço de alergia à poeira, mofo, etc. Fiquei uma semana quase morrendo...

Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).

5 de abr. de 2010

Esparroman NÃO Recomenda: La Pasta Gialla

Na sexta-feira da paixão estava, milagrosamente, a família inteira reunida: a minha irmã e o cunhado vieram da Suíça, a Véia veio do Rio, minha avó veio de sei lá onde ela estava viajando (acho que era itália) e eu e Xuxu estávamos em BH. Para comemorar este feito, fomos almoçar juntos.

Como aqui em casa não tem essa frescura de não comer carne nesta data, nossa primeira opção era o Dona Lucinha, porque tanto minha avó quanto meu cunhado adoram comida mineira. Obviamente estava fechado. A segunda opção foi o Dona Derna, que também estava fechado. Aí ficamos procurando um restaurante ali por perto e acabamos encontrando o La Pasta Gialla, essa casinha bonitinha aí embaixo:


Os preços não eram dos mais convidativos, mas o pessoal gostou da cara do local (e estava com muita fome), então entramos.

Junto conosco chegou uma outra família de 6 pessoas, que acabou sentando antes da gente. Apesar de o lugar estar vazio, nós ficamos esperando uma mesa redonda para 8 pessoas vagar. Tinha mesa pra juntar e colocar todo mundo, mas o gentente (ou dono, sei lá) devia estar esperando mais pessoas. Uns 15 minutos depois nos sentamos.

A garçonete deixou os cardápios, anotou os pedidos de bebida e foi buscar. Eu pedi guaraná zero, mas ela trouxe um comum. Antes que eu pudesse avisar que estava errado ela já tinha aberto o treco, então acabei tomando ele mesmo. Aí, enquanto escolhíamos o prato a mulher sumiu. Custamos a conseguir chamá-la para fazer os pedidos. E olha que nessa hora devia ter só umas 4 mesas ocupadas!

Fizemos os pedidos depois de um tempo tentando "pescar" a mulher e começamos a conversar. Uma hora depois e nada do prato chegar. Isso porque nessa hora eram só três mesas para serem atendidas. Eu já estava falando pra gente levantar e ir a um Mc Donalds, porque a fome já estava gigante, afinal eram quase 4 horas (lembrem-se: neste dai eu acordei 5 da manhã e não tinha comido quase nada até então). O povo resolveu esperar.

Mais uns 15 minutos e resolveram perguntar pra garçonete se não estava pronto. Mas quem disse que a mulher aparecia pra gente pedir qualquer coisa? A minha mãe já estava há uma meia hora tentando pedir uma cerveja e não conseguia. Depois de uns 5 minutos conseguimos perguntar pra mulher e ela foi ver. UM MINUTO DEPOIS os pratos mágicamente ficaram prontos e chegaram à nossa mesa...FRIOS.

Não vou nem falar da quantidade, afinal, lugar chique vem pouca comida mesmo. Mas quem pediu risoto estava sofrendo para comer. Além de muito mais duro que o normal, estava massudo e grudento. A gente até brincou que se jogasse na parede não desgrudava mais. E o pessoal reclamou que estava sem gosto também.

Quando acabamos de comer (uns 15 minutos depois, dado que estávamos famintos e a comida era pouca), o gerente/dono vei perguntar se estava tudo bem e se estávamos satisfeito. A minha irmã e a minha mãe "descascaram educadamente" o cara que, pediu desculpas e falou que isso foi causado porque UMA garçonete faltou.

A minha opção era não pagar os 10%. Minha mãe também não queria pagar, mas minha irmã falou que era um absurdo não pagar e blábláblá. No fim, acabamos pagando, mas com a certeza de nunca mais pisar naquele lugar.

Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).

9 de dez. de 2009

Esparroman NÃO Recomenda: Amarelinho da Savassi

No domingo pela manhã resolvi que iria comemorar meu aniversário na segunda, no Amarelinho da Savassi (cujo nome oficial é Bonabrasa). Por se tratar de uma segunda-feira véspera de feriado, acreditei que o lugar estaria aberto, mas por via das dúvidas resolvi ligar para o lugar para conferir e para reservar uma mesa.

Procurei o telefone na internet e, depois de uma pequena dificuldade achei (eles não tem site). Liguei uma vez. Chamou, chamou, chamou e ninguém atendeu. Esperei um tempo e Liguei outra vez. Chamou, chamou, chamou e ninguém atendeu. Resolvi marcar com o pessoal correndo o risco de estar fechado, mas resolvi correr o risco de estar fechado ou, pior ainda, de não ter mesa.

Continuei ligando a cada meia hora e sempre dava no mesmo. Chamava e ninguém atendia. Na segunda-feira (também conhecida como anteontem), passei o dia inteiro ligando e também não tive sucesso. Resultado: tive que sair mais cedo de casa, para lutar por uma mesa razoavelmente grande.

Cheguei no lugar e estava cheio de mesa reservada, mas absurdamente vazio. Devia ter acabado de abrir, pois os garçons estavam batendo um rango. Fui até um deles e o seguinte diálogo aconteceu:

- Oi, tô precisando de uma mesa para 20 pessoas.
- Reservou?
- Não. Tô tentando ligar pra cá tem 2 dias e não consegui.
- Ah, é. Nosso telefone está com problema.

E foi lá arrumar a mesa pra mim. Nos 20 minutos seguintes à eu sentar, nenhum garçom veio me atender. Os que passavam pela mesa, fingiam que não me viam. Chegou outra pessoa na mesa e ainda tivemos que esperar mais uns 5 minutos até algum garçom nos atender. Vale ressaltar que nesta hora, além da minha mesa, só haviam mais outras 2 com pessoas.

Na medida que o lugar foi enchendo, o atendimento foi piorando. O suposto garçom da minha mesa apareceu (depois de um tempão) e, de tempos em tempos vinha ver se a gente queria mais alguma coisa. Mas várias vezes ficamos sem cerveja (ou refrigerante). Uma das pessoas da mesa pediu um espetinho (um espetinho!!!) e demorou quase uma hora para que o treco chegasse.

O pessoal pediu uma picanha bem passada e ela veio tão crua que eu, que como carne sangrando, fiquei assustado. Mas comi do mesmo jeito. O resto do pessoal pediu para voltar com a carne para a churrasqueira, porque não estavam conseguindo comer.

Já estava decidido a não pagar os 10%. Na hora de pagar a conta, fui até o caixa e o seguinte diálogo ocorreu:

- Olha só, eu vim até aqui porque não vou pagar 10% porque eu fui muito mal atendido.
- Ô nome_do_garçom_da_nossa_mesa, a mesa 52 não vai pagar 10%, gritou a mulher do caixa.
- Por que? - perguntou o garçom.
- Porque eu fui mal atendido.
- Mal atendido? Eu estava lá o tempo todo
- Eu tive que esperar quase meia hora para conseguir pedir um guaraná.
- Só por causa disso?
- Não, várias vezes eu tive que implorar para conseguir se atendido.
- Não quer pagar 10% não paga, mas não vem falar que foi mal atendido.

Nessa hora o sangue ferveu. Pô, se alguém fala que não foi bem atendido é porque não foi bem atendido. TODO MUNDO da minha mesa estava reclamando. E nessa hora quase que eu mandei chamar o gerente, mas deixei pra lá.

Mas a mulher do caixa deve ter visto a minha cara de raiva e tentou amenizar:

- É que eles não recebem salário. Só os 10%.
- Mais do que nunca eles deveria atender bem. E com atitudes desse tipo vocês perdem clientes. E pode ter certeza que perderam um hoje.

Na hora de ir embora o garçom ficou me secando, tentando decorar bem a minha cara (e, certamente, querendo me pegar na porrada). Por conta disso tudo, eu não recomendo o lugar (e não volto mais lá).

Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).

30 de nov. de 2009

Esparroman NÃO Recomenda: LEG Assessoria Esportiva

A minha empresa contratou a LEG para cuidar da parte esportiva da empresa: laboral, treinamentos no espaço saúde, treinamentos externos para quem quer fazer corridas longas, como a volta da pampulha, etc. Eu já reclamei deles aqui (pelo menos eu acho), por fazerem um serviço muito ruim. Fazem treinamentos no espaço saúde sem pedir exames médicos, bota neguinho pra subir na coluna do outro, fazem um levantamento de condições físicas do pessoal e não calculam o IMC, coisas desse gênero.

Logo que eles começaram e fizeram essas besteiras todas, reclamei com o pessoal do RH. Não só cagaram para a minha reclamação como AUMENTARAM o contrato dos caras, passando toda a parte de eventos para eles. Então a festa junina, festa de fim de ano, eventos esportivos e culturais está toda na mão deles. O passeio CULTURAL a Cocais, que rolou há umas duas semanas (sim, post atrasado), por exemplo, foi por conta deles. O Bem vindo a Cocais vem qualquer dia desses. Deixei todas as fotos no notebook, lá no trabalho. Mas voltemos ao assunto do post.

Pra começar, a organização foi bem ruim. O pessoal da minha empresa falou para eles que iam 15 pessoas, então eles contrataram uma van com 15 lugares. Só que foram 2 pessoas da equipe deles! Os espertos não se colocaram na conta. A sorte é que uma das pessoas que ia desistiu, aí só uma pessoa que precisou ir sentada no colo (por sorte tinha casais), mas sem segurança NENHUMA.

Estando em Cocais, fomos para o tal passeio, que seria assim dividido (olha que precisão o cronograma dos caras):

10h00 – Caminhada para a cachoeira Pedra Pintada
13h30 as 14h30 - Almoço
14h30 - Passeio pelos atrativos da cidade (Barão de Cocais)
18h30 - Saída do trem para Belo Horizonte
20h00 - Previsão de chegada em Belo Horizonte

Quem olha pensa "bom, deve ser pouco tempo de caminhada". Foram nada menos que SEIS Km de subida na ida e mais SEIS Km na volta. Pô, é um bando de engenheiro sedentário que fica sentado o dia inteiro. LÓGICO que o povo ia morrer. E morreu. Só pra ter uma idéia, 13:30 a gente CHEGOU na cachoeira. Fomos almoçar mais ou menos 16:45 e, óbvio, não deu tempo de ir até Barão.

Neste meio tempo que caminhamos, tudo o que tínhamos de água era uma garrafinha de água e só. Não tinha lugar para recarregar a garrafinha, para comprar água, comida ou qualquer outra coisa para forrar o estômago. Não tinha sombra, não tinha lugar pra sentar e era uma subida sinistra. Para piorar, o povo da LEG ainda colocou um ritmo muito forte e ficavam gritando "vaaaaaaaamo gente!".

Na volta, quando já estava todo mundo morto, eu e uma outra menina (também acima do peso) estávamos beeeeeeem atrás do resto do pessoal. Eu até conseguiria ir mais rápido, mas os meus tornozelos doíam, meus joelhos doíam e a minha nuca ardia por conta do sol (passei protetor no corpo todo, MENOS na nuca). A menina realmente não aguentava mais nada. Já tinha caído 2 vezes, torcido o pé e ralado a perna. Aí um dos treinadores da LEG (um cara bem gordo para ser treinador de qualquer coisa que não fosse sumô) veio falar com a gente:

- Galera, aperta o passo aí senão não dá tempo.
- Cara, não dá. Eu tenho problema no joelho e ele está doendo pra caralho - eu respondi
- Ah, mas eu tenho 110 kg e estou de boa.
- Você já operou o joelho?
- Não
- Então fica quieto. Eu não consigo andar mais rápido que isso. Ninguém me falou que seriam mais de 10 km de caminhada em terreno íngreme, sem água e sem comida. Não vim preparado pra isso.

O cara botou o rabo entre as pernas e seguiu o caminho dele.

Na segunda-feira mandei um email para o RH, para comentar os problemas do passeio e a mulher me disse que ia verificar com a LEG o que tinha acontecido, porque não era para ser um passeio esportivo e sim cultural.

Mas o mais triste é que ser que não vai dar em nada... Até hoje não deram satisfação e nem pretendem dar. O que eu posso fazer é isso que estou fazendo: falar mal deles (com fatos e dados) e recomendar que ninguém chegue perto deles.

Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).

9 de ago. de 2009

Esparroman NÃO Recomenda: Grande Minas

Quando o Véio estava olhando o substituto do Esparromóvel a única concessionária que manteria o preço mesmo se o IPI aumentasse foi a Grande Minas. A empresa, no entanto, só faturaria o carro no dia 20 de julho, quase um mês depois da data da compra. Eu imaginei que fosse por falta no estoque, mas depois descobri que não.

No dia 20, conforme combinado, o Véio foi até a loja e perguntou para a mulher se o carro já estava na loja e quando poderia ser entregue. A mulher NÃO SABIA se o carro tinha chegado e teve que PROCURAR NO ESTOQUE. Ou seja: o carro já estava lá há um bom tempo.

A mulher então disse que precisaria de uns 2 dias para finalizar os tramites legais e deixar o carro pronto para uso. E para acelerar a entrega, queria marcar uma data e hora para entrega. Como foi a semana que fui ao Rio 2 dias, começaram as minhas aulas e tinha entrega de produtos no trampo, o Véio pediu para que fosse agendado para sábado. Só que eles não entregam carro no sábado.

Este foi o primeiro ponto a reclamar: você, um cara atarefado, que trabalha pra caralho, pode comprar o carro no sábado (e no domingo). Mas tem que matar serviço para ir buscar. Um absurdo e falta de respeito com o cliente. Afinal, isso eles não avisam na hora de vender o carro.

Como o carro já estava pago e não tinha outro jeito, marcamos para a segunda da semana seguinte, no primeiro horário após o almoço (14:00), para que eu não almoçasse para poder pegar o carro.

Chegando lá, vi o carro parado no local de entrega, com um laço gigante em cima. Sabia que era aquele carro porque já haviam informado a placa. Mas vi que tinha coisa errada: tinham prometido frisos laterais, tapete e peito de aço. De cara vi que estava sem o friso e sem tapete (não tinha como ver se estava com o peito de aço, a menos que sujasse a roupa).

Chegamos um pouco antes do combinado (uns 10 minutos antes) e ficamos esperando. Lá pra 14:05 a atendente chegou. Pediu desculpa pelo atraso, que estava entregando um carro usado. De cara o Véio falou: "tá sem o friso". A mulher falou que era assim mesmo, que colocava na hora. Estranho, mas tudo bem. Aí ela avisou um cara lá e levaram o carro para colocar o friso.

A outra mulher, que receberia o carro antigo (que entrou como moeda de troca), não chegava nem fudendo. E sem entregar o carro antigo não tinha como pegar o novo, o que causou um atraso em cascata. Enquanto isso ficamos na mesa da atendente. E ela foi fazendo as coisas dela. Ligou para num sei quem da manutenção, na nossa frente, e começou a dar esporro no cara.

Pelo que entendi, eles venderam um carro usado todo cheio de problemas. O freio de mão não estava freiando, o banco não estava regulando a altura, entre outras coisas que não lembro. E, palavras da mulher, "a mulher acabou de sair com o carro e já vai ter que voltar para trazer na oficina. Assim não dá, né?". Já senti um calafrio.

Lá pras 14:15 a mulher que recebe o carro usado chegou e, depois de MUITA espera, fomos atendidos. Carro entregue, iríamos pegar o novo. E nada do cara da entrega chegar. espera, espera, espera e 14:45 o cara chega. Vai entregar o carro (já com frisos e tapetes) e, antes de qualquer coisa perguntei: "tá com peito de aço? Porque estava sem o friso".

O cara foi com uma confiança absurda: "tá sim. Abre o capô pra ver.". Abrí e...não estava. ÓBVIO que não estava. Se não colocaram o friso, por que colocariam o peito de aço? Na hora comecei a reclamar "porra, pra que que marca a hora de entrega? O carro ficou aqui UMA SEMANA e quando chego não tem nada pronto! Estou matando serviço para pegar o carro e ninguém cumpre o horário MARCADO POR VOCÊS!".

A mulher que vendeu o carro ficou muito sem graça e o Véio, que já tinha respondido uma pesquisa de satisfação pediu para refazer. Foi lá na mesa dela e começou a fazer escândalo, para todo mundo ouvir. Enquanto isso o cara foi levar o carro para colocar o peito de aço. E eu fui junto.

Enquanto eles colocavam o aparato (que não demora nem 10 minutos, mas somando todos os atrasos foi um tempo enorme) comecei a ver se o carro estava ok. E vi que estava todo cheio daquelas "gosmas" que colocam na fábrica para proteger a pintura. E aí reclamei: "vocês estão entregando o carro bem sujo, hein?".

O cara tentou dar aquele migué, falando que era para proteger o carro e que era difícil de sair, que o produto para tirar custava 450 reais e eu falei: "o problema não é meu. Vocês venderam o carro sabendo que precisava fazer a limpeza, deviam colocar no preço. Péssimo o atendimento de vocês".

Voltamos para buscar o Véio e ele ainda estava brigando com o pessoal (e olha que o Véio é muito banana e não briga nem com a NET, que é pelo telefone). O cara entregou o carro e falou "então beleza.". A vendedora é que foi perguntando: "mostrou o step? mostrou os comandos do carro? mostrou o extintor?". Tipo que o cara jogou o carro pra gente.

Saí de lá 15:45 MUITO puto e com a certeza de NUNCA MAIS pisar na concessionária. E recomendo que vocês façam o mesmo.

Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).

24 de mar. de 2009

Esparroman NÃO Recomenda: Cerimonial SMB

Este fim de semana foi a formatura de Xuxu. Eu tenho acompanhado a saga da formatura há mais de um ano e via que a comissão de formatura da sala dela era uma grande merda. Povo desorganizado, que só entrou para a comissão para ganhar convite para o Baile. E uma comissão ruim dessas só poderia estar amparada por um cerimonial ruim: a SMB Promoções e Eventos.

Pelo contrato que foi assinado pela comissão com a empresa, a empresa faria TODA a organização da festa, sendo que a comissão não precisaria fazer nada. E cada formando assinou um contrato informando o número de convites que compraria para a festa (cada convite a R$ 95,00). E ficou combinado que quem comprasse 10 convites teria direito a uma mesa só para ele. Quem comprasse menos teria direito a cadeiras para 60% dos seus convidados, em uma mesa compartilhada (isso fiquei sabendo durante a festa).

Problema número 1: Xuxu havia dito que precisaria de 6 convites. Depois, aumentou para 9. Assim como ela, muitas pessoas aumentaram o número de convites mais ou menos em cima da hora, o que fez com que fosse necessário alterar o lugar da festa (mas ninguém sabe se os contratos com fornecedores foram alterados).

Problema número 2: O boleto para pagar os convites chegou UMA SEMANA antes da festa. E mesmo assim porque ela ficou em cima do povo do cerimonial. Se ela não tivesse cobrado dos caras, ficaria sem convites para ir à festa. Outra: ninguém encontrou o contrato que Xuxu assinou falando o número de convites. NINGUÉM! Nem o cerimonial, nem a comissão (e nem Xuxu, que não ganhou uma cópia do contrato).

Problema número 3: A festa. Xuxu passou a semana inteira preocupada e com a sensação que ia dar alguma merda durante a festa. Essas coisas de intuição feminina. Eu tentava acalmar, falando que não ia ter problema e tal. Mas foi ENTRAR na festa e dar merda. A mesa dela era também a mesa de outros 5 formandos. E na mesa havia 8 cadeiras.

Reclama pra cá, reclama pra lá e Xuxu descobre que a PRESIDENTE da comissão está dividindo mesa. A solução do cerimonial: redistribuir os formandos pelas outras mesas. Gênios. Ninguém vai reparar, né? 5 minutos depois os donos de outras mesas começaram a brigar pelos seus direitos. Óbvio. E mandaram o povo de volta pra mesa de Xuxu. Nessa hora, eu fiquei puto e resolvi comprar a briga. Usando fatos e dados (e matemática).

O problema é que não lembrava da cara da mulher que estava vendo isso. Fui então até uma das recepcionistas e expliquei: "cada formando tem cadeiras para 60% dos formandos. Só Xuxu, que tem 9 convidados, teria direito a 5. Um outro formando que chegou, tem 5 convidados, logo teria mais 3 cadeiras. E os outros 4 formandos? Mesmo que venham com no mínimo um acompanhante (acredito que ninguém virá sozinho), teriam que ter mais 4 cadeiras na mesa". A inútil da mulher falou que iria verificar com a coordenadora e que esta iria até a mesa. Lógico que não deu as caras. E a cada formando que chegava, mais reclamação e gente nervosa.

E como eu imaginava, os contratos do buffet provavelmente não foram alterados e o dinheiro foi embolsado pelo cerimonial. Digo isso porque os garçons não iam até a nossa mesa nem a porrete e os salgados, sinceramente, estavam muito aquém de uma festa de formatura. Economia porca mesmo. A banda também não foi das mais caras. Não era ruim, mas também não respondia ao valor que foi pago pelos convites.

Por ter sido tesoureiro da minha comissão, tenho total noção de preços e sei que a festa foi absurdamente superfaturada. Mas é a vida. Como dizem por aí: todo dia um espertalhão e um trouxa se cruzam. E a comissão da turma de Xuxu foi o trouxa da vez.

Mas no fim a festa foi boa e Xuxu (que estava linda) aproveitou bastante depois que tomou umas biritas.

Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).

5 de nov. de 2008

Esparroman NÃO Recomenda - Eddie's Fine Burgers

Eu já havia ido ao Eddies quando estava formando, naquelas festas que vai todo mundo pra tirar fotos para o álbum. Já se vão quase três anos. Naquela época eu já não saí muito satisfeito de lá e achei que nunca fosse voltar.

Dia desses aí pra trás estava indo almoçar com o pessoal da minha equipe quando eles sugeriram almoçar no Eddies. Eu já não sou fã de almoçar sanduíche, imagina de um lugar que eu não havia gostado da primeira (e única) vez que tinha ido. Mas por um motivo desconhecido acabei aceitando ir.

Foi eu abrir o cardápio e me arrepender. O sanduíche mais barato, um hamburger simples (pão, hamburguer, molho e pão) custa a bagatela de dez (sim, DEZ) reais. O maior da casa, o "Eddies" (pão, carne, fatia de queijo cheddar, bacon, cebola, molho e pão) custa 15 conto.

O trouxa aqui ainda caiu na onda do "hamburger de picanha" e acabou pagando mais de 18 conto. Fora os 10%. Resumindo: UM SANDUÍCHE 20 reais! 18 reais é um belo prato de comida em um restaurante razoável.

Que fique bem claro: o sanduíche é gostoso. Mas o custo x benefício é uma furada gigantesca. Não vale MESMO. Se fosse 10 conto ainda seria caro.

O atendimento também não é grandes coisas. Fomos uns dos primeiros a chegar e o hamburger demorou pra cacete pra ficar pronto. Com isso, a batata frita (é, vem com batata frita) chegou maio fria. E uma mesa que estava na nossa frente, que chegou BEM depois, recebeu o rango praticamente junto com a nossa.

Definitivamente lá é um lugar que eu não volto.

Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).

23 de mai. de 2008

Esparroman NÃO Recomenda: Big Tasty

Na quarta a noite, queria comer alguma coisa antes de viajar. Como deixei para sair meio que em cima da hora que tinha planejado, tinha que ser algo rápido. E a solução foi o Mc Donald's perto do hotel.

Eu não entrava em um Mc donald's há mais de 3 anos. E eu sabia MUITO bem porque. Acho os sanduíches de lá muito ruins. Além de naõ ter muito gosto de carne, depois de 30 minutos você fica com fome novamente. Mas como era a única solução...resolvi enfrentar.

E para não correr o risco de ficar com fome depois de meia hora, resolvi enfrentar o tal do Big Tasty, ou como dizem uns conhecidos meus que já comeram, Mc Bruto. Afinal, pra ter esse nome ele deveria matar a fome.

Pedi e tive que ficar esperando a porcaria ficar pronta. Acho que cheguei bem no momento da troca de turno, então a galera ainda tava "esquentando". Com isso, demorou um bocado até ficar pronto. E na hora que fui comer...que decepção.

Pra mim, seria um sanduba completo, com tudo o que o Mc Donald's pode oferecer. Mas naõ. O sanduíche é pão, hamburger (1), queijo (3 fatias), tomate e alface. Só. E o hamburger, como todos os outros do Mc, não tem gosto de nada.

Para piorar, acho que o pessoal fez o bagulho na pressa e estava mal montado, com o queijo não derretido, a "salada" caindo e meio murcha e pouco molho. Nada parecido com a foto dele.

Comi em 2 minutos (pressa, sabe como é), engoli a batata frita (absurdamente salgada) e saí bebendo o refrigerante, com a certeza que não volto a pisar em um Mc Donald's por mais alguns bons anos.

E, se por acaso voltar, vou pedir o bom e velho Big Mac. Mc Bruto nunca mais....

Aliás, de Bruto ele não tem nada......

Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).

10 de mai. de 2008

Esparroman NÃO Recomenda: Cinema do Brasília Shopping

Acabou que eu não comentei da minha ida ao cinema aqui em BSB. O filme escolhido foi Ironman e junto comigo estava O Primo, o amigo do primo e o Itajubá. O cinema foi o do Brasília Shops, basicamente porque é perto do hotel.

O ingresso, como tudo em BSB, é cara pra cacete. 15zão numa terça feira. E o cinema.....sem comentários. Praticamente plano, cadeiras sujas, desconfortáveis... Pelo preço, teria que ser algo fantástico, em arquibancada, cadeiras confortáveis e tal.

A minha sorte, que sou baixinho, é que a sessão estava vazia e não tinha ninguém nas três fileiras na minha frente. Senão não teria visto NADA.

Além das cadeiras duras e "fixas", ainda tinha um ponto branco no meio da tela, que demorou um pouco até sair de lá.

Como o filme foi bacana, não fiquei muito puto com o cinema. Mas saí de lá sabendo que não volto mais...

Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).

1 de mai. de 2008

Esparroman NÃO Recomenda: Café Savana

Em Brasília (assim como no resto do país) tá rolando o evento "Brasil Sabor", que basicamente é um "Comida di buteco" de restaurantes.

Lá em BSB, ao contrário do que acontece em BH, ainda há uma promoção da Coca light, em que você ganha uma taça caso coma o prato do festival e peça um produto coca-cola. E como eu sou fominha por copos, estou indo em vários restaurantes só pra ganhar a taça (e pra comer bem, claro).

O Café Savana é um desses restaurantes que participa do festival e tem tacinhas. E como ele fica razoavelmente perto do meu trampo (NADA é perto em Brasília. NADA!), fomos lá há umas 2 semanas.

O restaurante estava muito cheio, mas o cara atendeu a gente super bem e o rango estava muito gostoso. Mas na hora de ir embora, o mané do dono não quis colocar o 10% na nota fiscal. Imediatamente o local entrou na minha lista de "não volto mais". Mas não era suficiente pra não recomendar.

Mas aí terça o povo inventou de voltar lá. Meio contrariado, acabei indo. E me arrependi fortemente. Chegamos no local e pedimos o tal prato. Fiz questão de falar com o pessoal NA FRENTE DO GARÇON que queria o meu mal passado (tem carne no prato).

Uns pediram o prato e outros pediram umas outras coisas. O Itajubá pediu um quiche de queijo e salada. MUITO tempo depois, o garçom falou com o Itajubá que o quiche ia demorar mais uns 15 minutos, se ele não queria pedir outro. Ele disse que naõ e falo pra levar a salada primeiro, enquanto esperava.

Junto com a salada do Itajubá vieram os nossos pratos. Para minha surpresa, vieram mirrados (entenda: carne pequena e pouca massa), a massa dura e a carne TOSTADA. Sério. Tava MUITO ruim. Comi puto, porque não reclamo de comida enquanto estou comendo, pra não ganhar um "tempero especial". O resto do pessoal também achou pequeno e ruim, mesmo quem não pediu o tal prato.

Depois que acabamos, nada do quiche do Itajubá chegar, então ele chamou o garçom, que falou que ia demorar mais uns 15 minutos. O Itajubá cancelou e pediu a conta, com notas separadas para cada um, com o 10% incluído.

Como o garçom falou que não podia incluir, mandamos vir sem 10%. E o cara falou que ia demorar, porque teria que abrir 5 contas diferentes pra emitir as notas. Mais de MEIA HORA depois o cara volta com as notas de DUAS pessoas. Ainda faltava fazer 3 notas.

Nessa hora levantamos e fomos para o caixa, fazer pressão. Fui pagar a minha parte e disse claramente para o cara "DÉBITO, por favor". E o mané mandou um crédito no cartão. Falei com ele: "amigão, você fez crédito". Ele não ficou muito feliz e começou a cancelar o meu pagamento e fazer um novo.

Aí alguém perguntou: "pô, que que tá demorando?". E eu respondi, já puto: "falei pro cara que era débito e ele mandou um crédito.". O cara não gostou muito e ficou mais puto ainda.

No fim das contas, todo mundo conseguiu pagar e fomos embora quase UMA HORA depois de pedir a conta.

O pior? Sem tacinhas, porque já havia acabado...

Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).

21 de jan. de 2008

Esparroman NÃO Recomenda: Eu sou a lenda

Definitivamente os críticos de cinema andam usando entorpecentes pesados. Eu li em alguns lugares críticas muito boas sobre este filme. E para falar a verdade, ele nem era a primeira opção de filme quando assiti, no sábado. Eu fui ao cinema pra ver "O caçador de pipas", mas como a sessão estava lotada, acabei vendo este.

O filme é meio paradão, sem graça e nos poucos momentos de ação não é aquela coisa "nó, que du caralho!". O Will Smith é até um bom ator e fica boa parte do tempo contracenando com um cachorro (na verdade, cadela), mas não empolgou neste filme não.

A atriz brasuca que participa do filme (que, obviamente eu esqueci o nome), começa o filme meio mal, mas no desenrolar da participação atua bastante bem. O ingrês da mulher também dá umas enroladas no começo da participação, mas depois parece que ela se solta e fala normalmente.

Mas como um bom filme não é feito só de bons atores, não dá para falar que este filme é bom. E para falar a verdade, eu achei MUITO ruim, com o final pior ainda.

Por isso, eu não recomendo. MESMO.

Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).

4 de jan. de 2008

Esparroman NÃO Recomenda: Néctar da Serra da Savassi

Hoje é sem historinhas e curto de grosso, porque estou meio apertado no trabalho. Mas como a raiva é MUITO grande, não posso deixar de postar.

O Néctar da Serra é um restaurante meio natureba. A unidade principal fica ao lado de uma academia e é freqüentada por esses ratos de academia, que gostam dessas coisas verdes e saudáveis (açaí, suco de acerola com clorofila, etc).

A unidade em questão é uma filial que fica na Savassi. E como não tem academia muito perto, na hora do almoço serve almoço. E, lógico, almoço saudável. A comida, self-service NO QUILO, nem é muito ruim. Não tem muitas opções, é verdade, mas o tempero é bom.

Já o serviço... Teoricamente os garçons estão lá para anotar pedidos de bebida, limpar as mesas e servir uma limonágua horrorosa (mas “de grátis”). Só que para você conseguir chamar a atenção do garçom tem que ser mágico.

Quando consegue, ele trás a tal limonágua e os copos, obviamente, não estão cheios (afinal, é gratis). Até aí, tudo bem. Mas o “suco” já vem adoçado (e MUITO) com adoçante. Sério, não fica com gosto de limão. Só dá pra sentir o adoçante. Mas eles não avisam isso e tem gente que é alérgica a adoçante.

Ao recolher os pratos, o cara jogou (sério, JOGOU) os talheres que estava carregando dentro de um dos pratos e, obviamente, espirrou comida na coitada da dona do prato. O pior é que era alguma coisa gordurosa e manchou a calça dela.

Na hora de pagar, o motivo mor de tanta raiva. O restaurante, que serve comida SELF-SERVICE NO QUILO cobra 10%. Sabe pra que? Pelo serviço do garçom. Levar a limoágua ruim nas mesas (depois de MUITO tempo) e sujar a calça da menina ao recolher os pratos. Eu NUNCA vi restaurante deste tipo cobrar 10%. E não é nem opcional não.

Eu já não gosto de pagar 10% (afinal, eu não recebo 10% pelo meu trabalho) e em situações em que sou mal atendido, menos ainda. Por isso eu não recomendo o Néctar da Serra.

Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).

17 de dez. de 2007

Esparroman NÃO Recomenda: Assacabrasa da Rua da Bahia

Bom, pra começar, eu já estava de muito mau humor por causa da decoração da praça da liberdade. Cheguei no lugar e demorou MEIA HORA para ser atendido e conseguir pedir um refri. Refri esse que demorou mais uns 15 minutos para chegar. ERRADO! Pedi uma soda e chegou uma Pepsi.

Quando resolvemos pedir comida, também foi mais uns 20 minutos para conseguir achar um garçom. Dessa vez, ele não errou (e a comida estava até boa). Mais algum tempo depois, resolvemos pedir a conta. E aí começa a revolta maior.

Pedimos a conta por volta das 10 da noite. 10:20 e nada da conta aparecer. Pedimos para outro garçom. 10:30 e nada da conta aparecer. Pedimos mais uma vez, para outro garçom. Ele foi até o caixa e voltou para a nossa mesa. E o seguinte diálogo aconteceu:

- Pessoal, o que vocês consumiram?
- Hein?
- É que nós olhamos as comandas e só tem uma, com uma cerveja.
- Como assim??
- Pois é. Mas o o que vocês consumiram?

Aí falamos tudo o que tinhamos comido e os refrigerantes que foram tomados. E ele perguntou:

- E quantas cervejas?

Pô, quem vai a bar normalmente não fica contando quantas cervejas tomou. Falamos isso com o cara e ele perguntou:

- Mas num tem nem idéia?

O Tio tinha contado quantas tinham aparecido desde que ele chegou. Somamos mais umas 2 e falamos com o cara.

Mais uns 15 minutos e nada da conta. Tive que levantar, ir até a registradora e pedir novamente a conta, já sendo grosso:

- Olha aqui, já tem mais de 40 minutos que nós pedimos a conta e ela não apareceu. Se ela não aparecer em dois minutos nós vamos embora sem pagar.

Ele olhou e viu que não estava mais lá. Aí um garçom disse:

- Ah, tá aqui ó.

Pagamos, sem os 10% e fomos embora, com toda a certeza de nunca mais voltar lá.

Por ter sido MUITO mal atendido, perderem as comandas e enrolarem para assumir o erro, eu NÃO RECOMENDO o Assacabrasa.

Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).

10 de fev. de 2007

Esparroman NÃO Recomenda: Sinuca Social Club

Eu já tinha ido ao Social Club uma vez, como já disse aqui no blog. E já naquela vez não tinha ficado muito fã. O lugar não é dos maiores, só tem 4 mesas de sinicão E só dá "menino" entre 18 e 22 anos. E o pior: menino playboy.

Nós só fomos lá novamente porque o lugar onde jogamos normalmente estava MUITO cheio (tinha mais gente na fila do que mesa, para ter uma idéia). E quando chegamos no Social Club a primeira seria nossa. Seria.

Colocamos o nome na lista do sinucão e fomos para uma mesa. Éramos 6, mas nos colocaram em uma mesa para 3. Tudo bem, o lugar não tem espaço para muitas mesas. Mas é uma falha razoavelmente grave, porque as pessoas que ficam esperando tem que ficar em pé.

Ainda enquanto estávamos esperando a mesa de sinuca liberar (devia ser meia noite e meia, mais ou menos) pedimos uma porção de batata. Mortos de fome, fomos jogar. Estávamos jogando quando a simpática garçonete (de verdade!) falou que a cozinha ia fechar e perguntou se queríamos alguma coisa. Era aproximadamente 1:50 da matina.

Mesmo com a nossa batata ainda "sendo colhida", resolvemos que iríamos pedir alguma coisa, porque a fome era grande. Pegamos o cardápio e pedimos um filé acebolado. Ela anotou e foi para a cozinha. Dois minutos depois volta e fala que infelizmente não poderiam fazer o filé porque as cozinheiras iam embora às 2. Perguntei se pelo menos a nossa batata viria e ela garantiu que sim, que já estava quase pronta.

Primeiro ponto: porque diabos alguém passa avisando que vai fechar a cozinha e pergunta se você vai querer alguma coisa JÁ SABENDO QUE NÃO VAI DAR TEMPO DE FAZER??? Mas tudo bem, eles estão simplesmente cumprindo os padrões.

Passa mais 10 minutos e alguém pergunta onde diabos estava a nossa batata. Ela foi conferir e descobriu que simplesmente não pediram a nossa batata. E falou que não tinha mais como fazer, porque as cozinheiras já tinham ido embora.

Para não morrer de fome, o Sr. Sem Noção PEDIU para poder sair e comprar alguma coisa na Lasanha das Putas (leia o post acima). Saiu e quando quis voltar não tinha ninguém na porta, que estava trancada. Teve que me ligar para eu pedir para abrirem a porta.

Às 4 da manhã em ponto o garçom foi avisar que teria que recolher as bolas do jogo. NO MEIO DO JOGO. Faltavam umas 2 bolas e ele simplesmente parou o jogo no meio, recolhendo as bolas, Não deixaram nem a gente terminar de jogar a partida. E o pior: o pessoal que estava na sinuquinha pôde terminar tranquilamente a partida deles.

Fui reclamar com o gerente e o cara foi muito mal educado. Falei que ele tinha perdido 6 clientes e ele simplesmente falou "que pena".

Sério, fazia tempo que eu não saía tão puto de um lugar. De verdade. Por todos estes problemas, EU NÃO RECOMENDO a Sinuca Social Club.

Obs. Não achei nenhum site que fale da porcaria da sinuca, mas ela fica na Afonso Pena, em frente ao Ginástico.

Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).

26 de jan. de 2007

Esparroman NÃO Recomenda: Orkut

Um dia desses aí pra trás resolví entrar no tal do orkut para ver qual a cara do bicho e ver porque diabos o treco faz tanto sucesso.

Sinceramente não descobri. A idéia do site é bem bobinha ("colecionar" amigos) e fica um amigo babando o ovo do outro. Você entra num monte de comunidades que, teoricamente, dizem qual a sua personalidade. Mas é uma comunidade pior que a outra. E devem ter umas 250 mil comunidades repetidas (mas isso é culpa dos usuários e naõ do site).

Além disso, o site é meio "burro". A minha conta do google é em espanhol (cada conta que eu tenho é em uma língua), mas o site aparece em inglês pra mim. Mesmo eu tendo escolhido que morava no Brasil. E quando fui fazer as buscas, ele procurou só as coisas das pessoas dos EUA (ou em inglês, sei lá). Toda hora tinha que clicar para mostrar os resultados em todas as línguas.

Para piorar, se você entra no perfil de uma pessoa ela fica sabendo. Ok, eu já tinha lido isso em algum lugar, mas nem lembrava mais. Com isso, hoje recebí um convite da Consultora para ser amigo dela. Tive que recusar, para o bem dela, dado que as contas dos google são todas "unificadas" e uma pessoa pode facilmente chegar a este blog e ligar os pseudônimos às pessoas.

Hoje em dia descobrir informações de outras pessoas é bem fácil e no orkut é mais fácil ainda. Lá a maioria das pessoas coloca todas as informações, alguns colocam até telefone e endereço. Sua vida fica totalmente escancarada para quem quiser ver. E com a violência em que estamos vivendo, quanto menos as pessoas ficarem sabendo da sua vida, melhor.

Já apaguei a minha conta no treco, para que ninguém fique me apurrinhando. Ainda mais as poucas pessoas que tive a curiosidade de ver o perfil. Só espero que elas não descubram este blog... E espero que o google não apague o blog também, senão vou ficar bem puto.

Como já disse aqui várias vezes, sou MUITO fã do Google. Uso quase tudo o que eles fazem. Mas sinceramente fiquei meio decepcionado com o Orkut. E junto com o Google Desktop, são as duas ferramentas/serviços do google que eu NÃO Recomendo.

Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).

26 de ago. de 2006

Esparroman NÃO Recomenda: Botequim Alemão

Já tinha ido ao Falls umas duas vezes. E sempre é a mesma coisa: lugar lotado, sem lugar para estacionar, depois sem lugar para entrar, uma porcaria. E nas duas vezes sentei perto do Bonabrasa, logo acabei tomando cerveja.

Ontei sentei perto do Botequim Alemão e acabei tomando chopp da Krug. O chopp estava ótimo, o atendimento estava bom (apesar deles ficarem "empurrando" chopp na gente) e o preço não estava dos piores. Alías, tinha até dose dupla de caipirinha, o que prova que nãio estava muito caro.

O problema foi na hora da conta. Estávamos bebendo basicamente eu e o Joselito (6 chopps cada) e o Tio e a Bebinha tomaram um cada um. Só que foram cobrados 17 chopps! E como o cara marca na cartela, não tinha como reclamar.

Pô, o chopp ja é meio carinho (quase 3 conto cada) e os caras ainda roubam na cartela? Isso é palhaçada. Eu voltaria lá brincando, porque gosto muito daquele chopp, mas agora naõ volto mais e ainda NÃO recomendo. Vou fazer campanha contra MESMO.

No fim das contas, não pagamos os 10% e eu ainda reclamei com o garçom, que ficou puto falando que trabalhava honestamente. Para não sair com mais raiva ainda, simplesmente levaneti e fui embora...

Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).

13 de mai. de 2006

Esparroman NÃO recomenda: Armadillo's

Já tinha ido no Armadillo's umas duas ou três vezes, todas espaçadas por um ano de diferença. A primeira vez, foi logo no primeiro ano de faculdade. Como era a primeira vez q estava indo, achei legal. Convenhamos, o lugar é dsiferente. Você entra numa portinha mocada, anda por um corredor e sai no quintal de uma casa! O lugar é pequeno e tem uma mesa de sinuca, mas a música é boa. Nas outras vezes, confesso que não lembro o que achei. Mas ontem eu resolvi ser um pouco mais crítico sobre o lugar, para poder fazer uma avaliação aqui no Blog.

Pra começar, lá não aceita visa electron. Que tipo de lugar não aceita visa electron?? Num é um copo sujo, é um bar "bacana". Além disso, cobra entrada. Eu ODEIO lugar que cobra entrada. Não importo de pagar consumação (dependendo do valor, claro), porque acabo consumindo, mas pagar para usar o banheiro é um absurdo! Ainda mais num bar, que a única coisa que você pode fazer é comer e beber! Niguém vai num bar e não bebe pelo menos uma água!

Depois que entrei, fui olhar o cardápio. Putz... Tudo é MUITO caro. R$ 3,10 numa Skol é um absurdo! Ainda mais num lugar daqueles. Além disso, o atendimento é uma porcaria. Pedi um frango recheado com presunto e queijo com cheddar e fritas que demorou horas (sim, HORAS) para ficar pronto. Foi necessário reclamar com os três (sim, são TRÊS garçons) E com o gerente para, meia hora depois receber o diabo do frango. Pelo menos estava bom, mas vinha pouco (a quase R$10,00).

Definitivamente NÃO recomendo.

Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).