10 de mai. de 2013
Amar é...
A Srta. Esparroman me conquistou e faz parte da minha vida agora (não consegui pensar em um nome melhor...).
9 de mai. de 2013
Brisamar Hotel (São Luís, MA)
O hotel é em frente à praia (mas não é na beirada) e tem uma infra bacana: uma piscina grande, sala de ginástica e, se não me engano, um espaço com churrasqueira.
O quarto que eu fiquei não devia ser usado a algum tempo. Lembro que ele estava meio empoeirado e o quarto de uma das pessoas da minha equipe tinha baratas (sim, no plural). O tamanho dele era bom e tinha camas que, se não me engano, eram velhas. A TV (de tubo) estava com mau contato, então a imagem estava uma porcaria. Mas pegava vários canais. O armário era aberto e não tinha quase nenhum cabide. O ar condicionado eu lembro que era barulhento, mas resfriava bem.


O banheiro era normal, mas não lembro como era o chuveiro. Acho que era bom, porque lembro que molhava o chão todo.


A internet eu não lembro como era. Lembro que usei o 3G. A localização, como eu falei, era boa. Perto de todos os outros hotéis de São Luis e fica numa rua quase sem barulho nenhum. O meu quarto era virado pra dentro, pro pátio da piscina, então tinha algum barulho até umas 9 da noite. O café da manhã era normal, como que tem normalmente em hotéis. Acho que até tinha uma ou outra coisa diferente.
Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).
7 de mai. de 2013
Augustus Copacabana Hotel (Rio de Janeiro, RJ)
O quarto é MUITO escuro e falta um lugar decente para trabalhar. A mesa que existe é pequena e a do meu quarto ainda era manca. Horrível para conseguir equilibrar o notebook. A TV era pequena e a imagem era muito ruim. O ar condicionado barulhento (e para regular tive que subir na cadeira). Não lembro como era a cama, mas arrisco dizer que era velha como todo o resto dos móveis, o que quer dizer que o colchão era mole (mas não posso afirmar).


O chuveiro era bom. Muita água e uma pressão considerável. O problema é que o box não era fechado e molhou o banheiro inteiro.


Não lembro como era a internet. Devia ser paga ou ruim, já que usei o meu modem 3G (isso eu lembro). O café da manhã é bom, daqueles para gringo. E o visual do quarto também é bacana (pelo menos do quarto que eu estava). Saca só:

A diária é cara. Para empresa foi mais de
Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).
1 de mai. de 2013
Stop Way Hotel (São Luis, MA)
O quarto é aquele tamanho padrão, nem grande, nem pequeno. O ar condicionado é sensacional, mas se você coloca a velocidade da ventilação no máximo é meio barulhento. A cama é excelente (afinal, é nova) e a TV também tem um tamanho bom.


O banheiro tem um tamanho razoável e o chuveiro é MUITO bom: bastante água, pressão boa e temperatura bacana. O único problema é que se você abre muito a água (muito mesmo) ela começa a vazar para o lado de fora do box e molha o chão.

O hotel não tem piscina, sala de ginástica, porra nenhuma. É para quem vai para hotel só para dormir mesmo. O Wifi pega bem (cada andar tem a sua rede), mas dependendo do horário a velocidade é ruim. O café da manhã é bom e tem opções suficientes para um café da manhã decente.
Sem dúvida é o melhor custo-benefício dos hotéis que eu fiquei em São Luis.
Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).
29 de abr. de 2013
Hotel Rio Poty (São Luis, MA)
O quarto é espaçoso, mas os móveis são antigos e as camas já bem surradas. Daquele tipo que você deita na cama e é "rolado" para encaixar no buraco do colchão. A TV é de tubo, pequena (14") e ainda pegava bem mal. Não sei se era mal contato ou se era problema de recepção.
O ar condicionado é central regulável, daqueles que não é limpo há alguns anos...


O banheiro tem um tamanho bom, mas o chuveiro é uma desgraça. Os furos estavam entupidos e saíam uns 3 fios de água, ortogonais entre eles (um em cada direção: x, y e Z), e a água era fria. Tomar banho foi dureza, sorte que foram apenas 2 noites (em uma delas eu cheguei de madrugada) e na outra eu saí de madrugada. Pelo menos era bem limpo.

O grande trunfo do hotel é a piscina. É sensacional. Não cheguei a usar, mas era MUITO grande e bacana. Deu vontade de ficar lá ao invés de ir trabalhar. Saca só:

O café da manhã era bom, se me lembro bem. Mas como estava com muito sono, posso estar errado. A internet é via wifi, mas não lembro se era boa ou não. Como eu tenho um modem 3G agora, quando a internet do hotel é ruim eu uso o modem...
Pelo preço do hotel, não vale a pena hospedar lá.
Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).
26 de abr. de 2013
DaVinci Hotel & Conventions (Manaus, AM)
O Hotel fica em Adrianópolis, um dos bairros mais bacanas de Manaus, bem perto do Manauara Shopping. Ele parece ser um pouco antigo, mas estava em condições muito boas. Tá certo que colocaram a galera em uma ala que não devia ser usada há bastante tempo (as luzes do corredor estavam queimadas e/ou não acendiam), mas foi bom.
O quarto é espaçoso e a cama gigantesca. Dava para dormir de qualquer maneira: deitado paralelo ao comprimento, à largura, na diagonal... Não lembro se a cama era boa, mas também não tive muito tempo para usufruir dela.... A TV era de tela plana e considerando a distância da cama, o tamanho estava ótimo. E era NET, mas não lembro se pegava todos os canais (provavelmente não, já que TV a cabo em Manaus custa os olhos da cara). A internet.....vou ficar devendo. Não lembro nem se era Wifi ou cabo. Mas olhando no site do hotel vi que no quarto é a cabo e no hall é Wifi. Por estarem falando que no hall é liberado, imagino que no quarto é pago.

Não lembro o tamanho do banheiro, mas considerando que tive que tirar 2 fotos, imagino que seja pequeno. O que eu lembrei vendo as fotos é que o cofre do quarto fica lá. Achei extremamente bizarro. O chuveiro tinha bastante água e ela era naturalmente quente (Manaus, sabe como é). Lembro que tomei banho de madrugada e gostei.


O jantar do hotel é sensacional (pelo menos o que foi pago pela Trip): buffet livre com 3 tipos de peixe, carne e mais um monte de coisas (incluindo vários tipos de sobremesa). O café da manhã, bem, não posso falar sobre ele. Como vocês devem lembrar, me ligaram de madrugada falando que tinha um voo dali a duas horas e eu saí correndo do hotel para voltar para BH.
Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).
25 de abr. de 2013
Torcendo uma toalha no espaço
Pelo que entendi, os astronautas canadenses não precisam de toalhas e de água, então desperdiçaram algumas para fazer esta fantástica experiência. Mas sarcasmos à parte, o resultado é SENSACIONAL. Saquem só:
Pelo que eu vi, os caras gostam mesmo de mostrar o dia a dia na estação espacial, porque tem outros vídeos mostrando como dormir no espaço, como fazer um sanduiche de pasta de amendoim no espaço e como cozinhar espinafre no espaço, entre outras coisas.
Achei genial!
24 de abr. de 2013
Condor Suites (Mendoza, Argentina)
A localização é realmente muito boa. Bem próximo do parque da cidade (que é gigantesco), perto de um supermercado e de muitos restaurantes. Tudo bem que Mendoza não tem muita coisa para ver, mas o hotel é perto de tudo (não precisei de taxi / ônibus em momento algum).
O quarto é espaçoso e tinha duas camas. Lembro que achei a cama grande, mas não lembro se era boa ou não. A TV é meio pequena, mas nada que impedisse ver TV. Tem até uma pseudo-mesa, mas que não cabia quase nada.


A sala / cozinha é grande, mas só porque é um único ambiente. Não lembro se tinha TV (acredito que não), mas lembro que o sofá era horroroso. Você senta nele e vai quase parar no chão.
A cozinha tinha uma chaleira e uma panela, além de 2 conjuntos de prato e talheres. Não tem forno, só aquelas 2 bocas de fogão que dá pra ver na foto, além de um microondas. Quebra um galho, mas não dá para fazer nada muito diferente de um macarrão. Só naõ entendi ainda porque diabos tinha tanto armário se estava tudo vazio.

O banheiro não era muito grande, mas tinha bide que ocupava um espaço considerável. O chuveiro era na verdade uma ducha que ficava presa no alto da parede do box. Não lembro se tinha muita água ou não e nem se era muito quente. Mas lembro que o box era aberto em um dos lados (não tinha porta) e molhava um pouco o chão do banheiro.

O café da manhã era bem completo, dava para fazer um café-almoço tranquilo. O Wifi pegava bem na sala, mas no quarto o sinal já não pegava bem. O valor da diária já era em pesos argentinos, então teve uma conversão a menos (pesos - dolar - real) e tudo já no cartão de crédito.
Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).
23 de abr. de 2013
Passei no Exame de Sangue
A fila estava quilométrica (todo mundo sentado), mas foi mais ou menos rápido: em meia hora eu tinha colhido os 350 potes de sangue (meu pai pede tudo quanto é tipo de exame que vocês imaginarem). E o resultado sairia no final do dia seguinte (com a opção de ver o resultado pela internet).
Como eu só lembrei dos resultados à noite, entrei na internet e chamei o Véio para interpretar os exames (apesar de todos os números terem valores de referência). Começamos a olhar e estavam tão bons, mas tão bons, que o Véio chegou a falar que eu paguei propina para mudarem os números.
Sério, foi o melhor conjunto de resultados da história. Se fosse na faculdade, seria A em quase tudo. Só em 2 itens (colesterol HDL e o LDL) eu tirei B. E mesmo assim foi aquele quase A, pois os números estavam bem próximos do ótimo.
Cheguei até a fazer alguns gráficos dos resultados e fiquei satisfeito em ver os números. Em alguns, são os melhores desde que comecei a guardar os resultados dos exames.
Vamos agora trabalhar para que os dois Bs virem As. E manter os As, lógico.
22 de abr. de 2013
Providencia Suites Apartments (Santiago, Chile)
O apartamento é ótimo, bem espaçoso, bem localizado (no bairro Providência) e colado numa estação de metro (o metro de santiago cobre boa parte da cidade). Só que NÃO é um hotel. É um prédio de flats, genérico, e alguns dos apartamentos são do tal providencia suites. Ou seja: é um apartamento completo, mas não tem café da manhã, não tem room service, não tem frigobar (tem uma geladeira vazia). A sorte é que tem vários restaurantes e 2 supermercados nos arredores (perto mesmo). Mas eles arrumam o apartamento todo dia.
O quarto é normal, nada muito grande, nem muito pequeno. Tudo bem que ignoraram a minha solicitação por um quarto com 2 camas e eu tive que dormir de conchinha com meu pai, mas a cama era grande o suficiente para não incomodar. Nada que um travesseiro no meio da cama não resolvesse (a cama está desarrumada porque eu tinha verificado se não eram 2 camas unificadas).


A sala é espaçosa. Não era grande como em outros flats que já fiquei, mas era bacana. Tinha até outra TV, o que permitia meu par ver jornal em espanhol (e não entender nada) no quarto e eu assistir qualquer outra coisa na sala.

A cozinha é pequena, mas cabia tranquilamente uma pessoa para cozinhar. E quando eu falo em cozinha completa no início do post, eu não estou brincando: tinha de tudo. Torradeira, batedeira, microondas, forno com fogão, geladeira, freezer, panelas... Não teve nada que precisássemos que não tinha lá (tá certo que não fizemos nenhum coelho à moda do condado).

O banheiro é um pouco apertado e usava o conceito chuveiro/banheira. No primeiro banho que eu tomei não reparei que a cortina estava do lado de fora da banheira e ensopou o chão. Isso porque vinha muita água do chuveiro. Mas como vocês devem ter percebido, o aquecedor do chuveiro fica na cozinha (é a gás) e a água demora um pouco para esquentar. Não lembro dela ser muito quente. E lembro que queria mudar a configuração no aquecedor, mas tinha um aviso do tamanho do mundo para não alterar, então os banhos foram satisfatórios (sem sofrimento de passar frio).

O Wifi era sensacional. O roteador ficava na sala e pegava bem em qualquer lugar do apartamento. Ajudava que era um link por quarto (da telefônica), com uma velocidade boa. Não sofri nem um pouco.
O fato de não ter café da manhã e restaurante foi meio chato. Quando voltamos de Mendoza chegamos tarde e os supermercados estavam fechados. Não tinha onde comprar água (era um domingo). E ter que comprar café da manhã significa comida regrada. Não é aquela maravilha de olhar para a mesa repleta de quitutes e pensar "o que eu vou comer hoje?".
A única pegadinha foi na hora de pagar. Como eu reservei pelo decolar, a diária era em dolar. Aí, na hora de pagar, o hotel converteu para pesos chilenos com uma taxa de conversão horrorosa. Na hora de cobrar, o cartão de crédito converteu de pesos para dolar e de dolar para real. E em cada conversão dessas só piorava a brincadeira. Resultado: uma diária que era para ser 200 reais se convertido direto de dolar para real virou 250 (ok, posso estar exagerando um pouco, mas teve uma perda considerável). Ah, e como não tem recepção, você passa os dados do seu cartão pelo telefone para a "central" do hotel. Com código de segurança e tudo mais.
No geral, é uma boa pedida para quem for ficar em Santiago. Só combine o preço já em pesos, para não levar o ferro que eu levei.
Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).
20 de abr. de 2013
7 anos de reclamações
É o projeto mais longevo da minha vida. Tá certo que os últimos dois ou três anos quase não teve post, mas assim é a vida. Estou me esforçando e sempre que consigo escrevo um monte de post de uma vez e vou espalhando durante a semana. Chego até a anotar coisas para escrever aqui, mas nem sempre lembro de ANOTAR.... Imagina de lembrar de postar.
E como eu disse um tempo atrás, tem muita coisa que eu queria contar, mas que não posso, por questões éticas ou sigilosas. Tem até coisa boa, vejam vocês.
Para manter a tradição, dei um contadorDeAnos++ no título do blog (momento do "aaaaaaaaaahhhhh! Então é isso!!!! Que tosco..."). Apesar de que acho que todo mundo já sabe o que é aquele número lá, mas vai que tem um leitor novo.
E vamo que vamo, rumo aos 10 anos.
19 de abr. de 2013
O final da saga da volta
Relembrando: minha viagem de volta seria Bogotá - Guarulhos, Guarulhos - Confins (isso depois que reclamei que mudaram a minha passagem e eu perderia a conexão, pois o vôo seria 40 minutos ANTES de eu chegar em São Paulo). Aí no dia que eu voltaria da Colômbia cancelaram meu voo e jogaram a viagem para o dia seguinte.
Pois bem. No dia em que cancelaram o vôo, quando a atendente me entregou a passagem do dia seguinte, perguntei sobre as passagens da conexão GRU-CNF. Ela respondeu que no dia seguinte seriam entregues todas as passagens, que aquilo que ela estava entregando era apenas a reserva dos voos. Acreditei e fui para o hotel.
No dia seguinte, chego no aeroporto para fazer o check in com alguma antecedência, para evitar correria (e a fila gigante, já que o voo estaria lotado). As atendentes da LAN são demoradas, mas chega a minha vez. E vejo que está demorando mais que o normal, mesmo para uma atendente lerda.
Comecei a reparar o que a atendente estava fazendo. Ela imprimiu os cartões de embarque umas 3 vezes. Imprimia, olhava para ele e rasgava. E todas as vezes imprimia 2 tickets para o meu pai e 1 para mim. Nesse processo até chamou um atendente do lado, os dois tentaram alguma coisa e o cara falou para ela fazer alguma coisa que eu não entendi. Até que ela pediu um minutinho e saiu. "deu merda", comentei com meu pai.
Passaram uns bons 3 minutos, ela voltou, imprimiu 1 ticket para cada um, meteu a etiqueta nas bagagens (a do meu pai indo até BH, a minha indo até Guarulhos), entregou os tickets e falou "em São Paulo vocês vão ter que fazer o check in para a conexão para Belo Horizonte". Sentindo que ia dar problema, falei "mas eu preciso de alguma confirmação do segundo trecho". E ela "então passa ali na loja da LAN que te entregam".
E assim eu fiz. Fui na loja, expliquei a situação, a mulher olhou no sistema e falou que quem resolvia isso era a mulher da baia ao lado. Fomos para a baia ao lado e a mulher olhou, alterou alguma coisa, imprimiu as duas reservas e entregou. Bati o olho e entendi o problema: mudaram só a conexão do meu pai. A minha ainda estava com a data do dia 12 (e já era dia 13).
Reclamei com a mulher e ela ficou lá tentando alterar o negócio. Uns 5 minutos depois ela pede um minuto e sai da baia, em direção a não sei onde. Ficou uns bons 10 minutos lá e quando voltou falou que a supervisora dela estava resolvendo, que ia levar uns 15 minutos.
15 minutos depois a supervisora chega, fala alguma coisa com a atendente que eu não entendi, e a atendente altera alguma coisa no sistema. Aí imprime alguma coisa e me entrega. Mas me entrega uma folha de papel, diferente do que tinha entregue ao meu pai. Sem nem pensar perguntei porque era diferente. Ela falou que foi porque teve que fazer outra reserva. Acreditei e fui para o voo, mas ressabiado. Entrei no site da LAN pelo celular e meu voo estava lá, marcado, então relaxei.
Peguei o voo e 7 horas depois (sim, atrasou) cheguei em Guarulhos. Peguei a minha mala e fui fazer o novo check in. O atendente pegou os passaportes e começou a alterar no sistema. pouco tempo depois,o cara pergunta se eu tinha alterado a passagem de volta. Senti que não tinham resolvido o problema e expliquei que não, que o voo tinha sido cancelado e entreguei o papel com a minha nova reserva.
O cara olhou o papel, olhou para a tela, olhou de volta para o papel e eu falei: "o eticket está aqui e o número do bilhete aqui", apontando para a folha. Ele olhou novamente para a folha, digitou um monte no sistema e depois de um tempo cuspiu os cartões de embarque. Peguei o cartão, conferi os nomes, datas e voos e estava tudo certo. Ele etiquetou as malas e despachou. Eu relaxei e fui jantar, rezando para estar tudo certo.
No fim das contas, consegui pegar o voo, chegar em BH de madrugada e dormir na minha querida cama depois de muita luta.
18 de abr. de 2013
Pendências
Como os 2ª casas são rápidos, vou começar por eles (o que vai gerar uma série de posts deste assunto nas próximas semanas). Os Bem Vindos, sinceramente, não sei se consigo lembrar o que é o que das viagens de mais de um ano (Chile, Argentina e Roma). Por isso a idéia é começar pela última viagem (que já vai ser difícil lembrar) e, quando der, fazer os outros pendentes.
Vamos ver se isso movimenta um pouco mais o blog...
12 de abr. de 2013
Terminando bem....
Depois do episódio do furto do Post anterior, tudo o que queríamos era ir embora, já que não tinha mais clima para nada. Mas não seria tão simples assim...
O dia começou assim: 5 e pouco da matina sinto uma dor absurda no estômago. Junto com a dor, vieram os problemas intestinais. Queria arrancar o estômago com a mão, para parar de doer. Como não dava, fui tomar banho para ir pro aeroporto.
Estava no banho, abaixei para pegar o shampoo e quando levantei bati a cabeça na torneira, que era pontuda. Imagina se doeu...
Tudo pronto, vamos para o aeroporto. Sem trânsito, chegamos quase 3 horas antes do voo. Vejo duas filas e perguntou para o atendente qual fila era. Ele perguntou o voo, falei, o cara fez cara feia e falou "seu voo foi cancelado. Vai praquela fila ali que vai te dar mais informações".
Fiquei UMA HORA E MEIA em pé, para falarem que o voo foi cancelado e que eu seria colocado no voo do dia seguinte (só tem um voo para o Brasil por dia) e que tudo seria pago pela LAN (hotel, almoço e jantar). Aí perguntei se ia caber todo mundo no voo, já que tinha gente no voo de amanhã também. A mulher falou que sim e eu entendi tudo....
E cá estou no hotel, longe de tudo, sem dinheiro, com um dia de férias perdido. Vou aproveitar para dormir tudo o que não dormi nos últimos dias.
E nunca mais piso na colômbia.
E aí furtaram meu pai...
Último do útil em bogotá, almoçando e o Veio resolve que quer levar café colombiano para o Brasil. Como já havíamos gasto quase todo nosso dinheiro colombiano, precisávamos trocar dólares por pesos.
Saímos do restaurante e começamos a caminhar para a casa de câmbio, que ficava a 2 quarteirões de onde estávamos. Em uma das esquinas que teríamos que atravessar a rua, tinha gente pra cacete e fui na frente do meu pai.
Chego na esquina e começo a procurar o veio. Vejo ele me chamando pedindo para pegar um lenço de papel na mochila dele, porque tinham cuspido nele.
Enquanto eu ajudava a limpar a cusparada, ele me explicou que sentiu alguma coisa e achou que fosse um pombo. Aí uma mulher ajudou a limpar, mostrando que tinha cuspe na mochila também.
Nesse meio tempo, um cara bem vestido nos avisou que isso era tatica de roubo. Comentei com o Veio que devia ser que enquanto o cara se limpa, deveriam roubar as mochilas. E continuamos a caminhar em direção a casa de câmbio.
Chegamos na casa de câmbio e o Veio começa a procurar a carteira. Não estava nos bolsos. Abriu a mochila e não estava na mochila. "Roubaram minha carteira", disse ele já desesperado.
Voltamos no restaurante, para conferir se não estava lá e no caminho comecei a tentar ver o tamanho do estrago. Fui perguntando "tinha documento? carteira de motorista, identidade, crm...". A resposta foi não, para tudo. Só tinha dinheiro (uns 50 a 60 reais em dólares e pesos) e três cartões de crédito.
A carteira não estava no restaurante, então voltamos correndo para o hotel para cancelar os cartões. No caminho, entendemos como era o esquema de roubo:
— Alguém cospe na pessoa
— Alguém encosta na pessoa e chama a atenção para um dos lados. No caso do meu pai, para o lado oposto do bolso onde estava a mão dele com a carteira
— A pessoa olha para o outro lado e tira a mão do bolso para se limpar
— O comparsa aproveita que a pessoa distraiu e rouba a carteira dela
Cancelados os cartões, ficamos puros, óbvio, e o Veio mais calmo. Mas o dia já estava perdido. Sorte que já era quase 3 da tarde e já não tinha muita coisa mais para ver.
A sorte é que ensinei o veio a separar dinheiro, cartões e documentos pelo corpo (parte na carteira, parte na mochila, parte na barrigueira), então a perda foi pequena.
Mas isso tudo me fez perceber que preciso levar uma cópia dos meus cartões para casos desse tipo. Isso salvou meu pai, porque tinha os telefones do banco e os números dos cartões.
E pelo menos foi no último dia.
1 de abr. de 2013
Melhorando...
Pois bem queridos leitores, a situação melhorou consideravelmente. O voo de ida realmente mudou para o horário mais tarde (não mudaram meu voo, o voo é que mudou de horário). Continuo puto que ninguém me avisou, mas não adianta chorar.
Mas aproveitei as horas de conexão para resolver o problema do voo de volta. Fui na loja da TAM, mostrei o bilhete para a mulher e ela fez uma cara de "alguém fez merda".
Ela olhou a reserva no sistema, viu que não tinha outro voo que passasse por santiago e perguntou: "vocês vão passar por santiago por alguma razão?". Respondi que não e que até preferia um voo direto.
Olha daqui, fuça dali e uns 10 minutos depois ela fala: "tem um voo direto, mas é dia 12 pela manhã". "Perfeito!" repondi. Ganho 10,5 horas, consigo dormir a noite, tomo café da manhã e ainda chego no mesmo horário que antes.
A moça fez as alterações necessárias, confirmou os voos comigo umas duas vezes e enrugou o novo eticket.
No fim das contas sai o lucro.
Começando bem
Pois bem, queridos leitores, já iniciei a minha viagem de férias. Cá estou eu no aeroporto, aguardando o horário do voo. E lógico que tem pegadinhas. Sim, no plural.
Pegadinha 1: meu voo de ida, teoricamente, é internacional. Por conta disso a TAM me mandou chegar no aeroporto duas horas antes do voo. Assim eu fiz. E quando cheguei aqui descobri que esse primeiro trecho é nacional. Ou seja, perdi uma hora de sono.
Pegadinha 2: a Lan, que faz o trecho guarulhos - bogotá, alterou a hora do voo dela e não me avisou. Sim, simples assim. Mudaram e o problema é meu. Resultado: vou esperar quase SEIS HORAS em são paulo. Sem direito a nada, lógico.
Pegadinha 3: mudaram meu voo de volta, como eu falei aqui outro dia. Mas me avisaram da mudança só do primeiro voo, quando na verdade mudaram todos os voos. Mas foi tão bem feito que fico em santiago DOZE HORAS e chego em guarulhos quarenta minutos DEPOIS do meu voo para BH sair. Ainda não descobri como vão resolver isso. Vou aproveitar as milhares de horas em guarulhos hoje para tentar solucionar o problema.
Oremos....
29 de mar. de 2013
Férias!
Viajo segunda, mas ainda não tenho NADA planejado. Imagine o tamanho do meu pânico. Já comecei a aproveitar o feriado para fazer meus mapas loucos.
Vou ficar uns 20 dias sem aparecer por aqui, mas não fiquem tristes. Com certeza voltarei com histórias para contar. Não vou prometer bem vindos, porque sei que vão demorar para sair.
Agora deixa eu abrir o google maps aqui.....
24 de mar. de 2013
Pronto, mudei
A primeira das tarefas era simples: bastava ligar para a empresa que a Veia contratou para a mudança e combinar um dia e horário. Só que eu não tinha o telefone da empresa, só o email. Aí mandei um email falando que poderia sexta de manhã ou sábado qualquer horário, mas que confirmassem o dia e horário. Como não confirmaram nada, acabei esquecendo.
Chegou sexta e eu estava em uma das milhares de reuniões que eu ando fazendo. Aí meu telefone toca. Atendi e era um cara da empresa falando: "o pessoal está na porta da sua casa. Você não está lá?". Falei que não, porque não confirmaram nada. E o cara retrucou falando que eu tinha mandado o email combinando. Como essa conversa não ia dar em nada, saí correndo no meio da reunião e fui pra casa da Véia.
Tiraram tudo, me entregaram um recibo e foram embora. E eu voltei pro trabalho. Perdi 3 horas do dia, mas tudo bem. Nada que um almoço de 15 minutos e trabalho até 8 da noite não resolvesse.
Chegou sábado. Eu precisava fazer mágica para colocar um quarto inteiro em um armário da garagem da casa da minha tia. Encaixotei o que faltava, redistribui algumas coisas em caixas menores, levei tudo para a sala e.... era coisa pra caramba. "Não vai caber. Certeza".
Nesse meio tempo, foram buscar a minha cama, que eu doei. Eu falei que o melhor era desmontar a cama, mas o pessoal resolveu levar a cama montada, inteirinha, em cima de um uno. Sim. A cama inteira, com colchão e tudo, no teto de um UNO. Não quis nem ver como fizeram para colocar e amarrar a cama lá, nem saber como fizeram pra levar a cama no transito. Deixei o Véio lá com eles enquanto finalizava a minha mudança.
Coloquei tudo no carro do Véio (quase nao coube tudo no carro) e fui pra casa da minha tia. Olhei para as caixas, olhei para o armário (na verdade, olhei para a prateleira vazia do armário), olhei de volta para as caixas, soltei um "é...." e comecei a jogar tetris. No fim, coube tudo. Quer dizer, quase tudo. Tive que levar algumas coisas para a casa do Veio.
Na casa do Veio, fiz aquela bela limpeza nas gavetas da minha cama e no meu armario, sem dó, com desapego total. Abriu um espaço do tamanho do mundo. Não sabia que tinha tanta tralha lá também.
E aí consegui finalizar a mudança. Mas com a certeza de que chegou a hora de comprar um apartamento.
21 de mar. de 2013
Altos níveis de loucura
Preciso de férias.