24 de ago. de 2009

TIM maledeta

Quando eu achei que meus problemas com a TIM tinha terminado recebi a minha conta deste mes. Como tenho problemas com eles ha mais de um ano, eles resolveram o problema todo e, pra compensar, me deram uma promocao de 600 minutos de ligacoes de tim para tim.

Conhecendo a Tim, sabia que teria problemas, mas fiquei esperando a conta chegar. Chegou, e obviamente estava com problema. Aguardei a data do pagamento e entrei no site da anatel para reclamar.

Reclamei e fiquei esperando a ligacao deles, ja sabendo que teria problemas e que teria que brigar com eles. Ate que sexta da retrasada me ligaram. E foi mais ou menos assim:

- Senhor, verificamos que a sua reclamacao esta correta, amos depositar o valor na sua conta em dobro.

Eu fiquei sem acreditar que seria assim, tao facil. Teria que dar merda. E deu. Passaram os 7 dias uteis e nao depositaram o valor na minha conta.

Como ja esperava, nao fiquei surpreso. Mas fiquei puto. E com a certeza de que vai dar muita briga ainda...

[UPDATE] Me ligaram ontem falando que não poderiam devolver em dobro, por eu não ter feito o pagamento (óbvio, dado que a fatura veio zerada), blábláblá. Mas para manter a boa relação comigo, me ofereceram um desconto de 50 ronaldos na próxima fatura. Como nem a ANATEL fica do meu lado nestas situações (porque são burros), acabei aceitando a oferta.[/UPDATE]

22 de ago. de 2009

Mais uma especie extinta

Por ser metade paulista e metade carioca (mas ter nascido em minas e ser mineiro com orgulho), nunca tive a oportunidade de ir ao Espirito Santo. Eu ate me gabava por ser "o unico mineiro que nao conhece o ES". Mas anteontem, dia 20/08/2009, isso mudou.

Sim, eu estou em Vitoria. Nao existem mais mineiros que nao conhecem o ES. Vim com Xuxu, que esta participando do Blogcamp ES.

Aproveitando que existe um escritorio da minha empresa em Vix, vim na quinta a noite e trabalhei na sexta no escritorio. Ate voltei de onibus (cabulosamente lotado) pra casa do tio de Xuxu, passando por um terminal e tudo mais.

Hoje estou no campus da UFES, acompanhando Xuxu, mas amanha turistarei e, em breve, farei um "bem vindo".

Mas fiquem tranquilos, ainda existe um mineiro que nao conhece Guarapari (e espero continuar assim por bastante tempo.

19 de ago. de 2009

Então... quer dizer... né?

Dia desses aí pra trás, na aula da pós, um cara começa a discursra sobre alguma coisa do RH da empresa dele. Até que ele começa e se embolar no meio de uma opinião e solta um...

- Então... quer dizer... né?

juro que fiquei tentando entender, mas não consegui...

18 de ago. de 2009

TAM Maledeta

Semana passada resolvi pegar umas passagens utilizando as milhas que tenho na TAM. Xuxu vai pra Vitória e ia aproveitar para conhecer o Espírito Santo (Amém). Da primeira vez que tentei resgatar passagens utilizando milhas não consegui por falta de uma senha mágica. desta vez, já tinha a senha e então não teria dificuldades.

Entrei no site, escolhi os vôos (que eram de 3 mil pontos, lógico), cliquei em continuar. Pediu a senha, coloquei todo orgulhoso e...deu pau. falou que a senha estava bloqueada. Puto, catei o telefone e liguei para o site já puto da vida, pronto para xingar todo mundo. Mas para a minha surpresa consegui desbloquear sem ter que xingar ninguém.

Entrei no site novamente, passei por todos os passos, digitei a senha (funcionou de primeira!), coloquei o cartão e...deu pau. O site caiu. Entrei novamente no site e vi que tinham descontado os pontos do meu fidelidade. Como não recebi uma confirmação da compra, não sabia se tinha rolado ou não (apesar o e-ticket estar disponível no site).

Liguei pra lá e desta vez foi pra conversar com alguém. Liguei, expliquei e o cara falou que não tinha sido realizada a compra. Ainda bem que liguei, imagina se despenco no aeroporto e não consigo voar?

Depois de muito tempo o cara restitiu meus pontos, cancelou tudo e falou que ia me passar para uma outra pessoa para realizar a compra novamente. A nova atendente confirmou tudo e falou que iria realizar a compra. UMA HORA DEPOIS a mulher falou que estava tudo OK e eu recebi um email de confirmação. tudo porque o site da TAM é uma bosta.

No total, foui mais de UMA HORA E MEIA para comprar DUAS passagens. Fiquei muito puto e pensei seriamente em reclamar com alguém, mas sei que reclamar na ANAC é gastar tempo atoa. Afinal, ninguém consegue nada nesse país reclamando lá...

17 de ago. de 2009

Google Wave

Eu tô seco pra ganhar uma conta do Google Wave. Desde que vi o video de exibição tenho sonhado em ter uma conta e ver os caracteres pularem na minha tela na medida que alguém escreve o email. Minha expectativa é tão grande que acho que o google wave vai acabar com a fome do mundo.

Mas enquanto não ganho uma conta, pedi para usar a conta de um amigo que ganhou acesso ao sandbox. Só pra matar a curiosidade. E, sendo muito sincero, tá MUITO longe de ficar pronto. A menos que a versão do site não reflita a versão beta a ser lançada no final de setembro (o que acredito muito, pelo que vou dizer abaixo).

Pra começar, a tal conta que tive acesso não tinha NINGUÉM de contato. Nem uma viva alma. Até tentei testar com a minha conta do PyGoWave, mas não rolou (não sei de que lado estava o problema). Isso dificultou bastante os testes, mas mesmo assim fiquei fuçando.

Achei meio complicado de usar. Demorou até pegar o jeito e achar onde estavam as coisas (por exemplo como colocar os gadgets). Mas depois de um tempo até consegui usar melhor. Até arrumei um robô pra conseguir manter uma conversa e testar melhor a aplicação! Mas vamos lá...

A versão de desenvolvedor está bem crua e ainda tem muitas funcionalidades "desabilitadas" (algumas até com hints de "ainda não implementado"). Mas uma coisa que eu acho que já é no formato final e que não gostei nem um pouco foi a forma de visualização. Este formato meio "Outlook" de pastas e contatos na esquerda, lista de waves no meio e wave selecionado na direita é muito ruim. Perde-se muito espaço e o wave aberto fica meio espremido (o que pode atrapalhar a visualização de gadgets, por exemplo). Dá uma olhada...


Até dá pra maximizar o wave, mas aí é muito clique, porque para cada wave você precisa abrir o wave, clicar para maximizar, clicar em minimizar, selecionar o próximo wave, clicar em maximizar... Bem chatinho. Podia ter algum tipo de configuração para mudar os "módulos" de lugar e deixar, quem sabe, a lista de waves em cima e o wave aberto em baixo, sei lá.

Os tamanhos dos módulos são configuráveis (basta clicar e arrastar), mas se você dá um refresh volta tudo pro tamanho padrão. Talvez melhore na versão final, mas acho pouco provável. Consegui até melhorar a usabilidade, minimizando o painel dos waves (que vai parar na parte superior) e clicando uma única vez para abrir o painel. Dificulta ver quando chega um wave novo, mas é melhor que nada. olha só como fica:


Uma outra coisa que senti falta foi dos labels (aqui chamados de folders) não aparecerem nos waves. Na verdade, parece que eles involuiram e fizeram com que funcionem como pastas e não como labels: um wave só pode estar em uma pasta de cada vez e o inbox é uma dessas pastas. Péssima escolha. Isso TEM que mudar para a versão final, senão muita gente vai reclamar.

[Update] Acabei descobrindo que quando você clica em all os labels aparecem nos waves. Ou quando você coloca um wave num folder e depois edita-o (que faz com que ele volte a aparecer no inbox e COM o indicativo do label). O problema é "só" poderem estar em uma pasta por vez [/Update].

Brincando um pouco mais com o bagulho, testei algumas das funcionalidades mostradas no video deapresentação. Para tal, criei uma wave com 2 robôs: Eliza e o Rosahmbo. O primeiro é uma mulher que "conversa" com você, sempre respondendo uma mensagem mandada por você. O segundo é um robô que joga pedra-papel e tesoura. Na imagem de cima dá pra ver que testei a conversa privada. Repara que a Eliza intrometida não responde quando converso em modo privado com o rosambo (clica na imagem que aumenta).

Na imagem a seguir dá pra ver a conversa fluindo com vários níveis. Uma coisa que achei legal é que dá pra esconder "filhos" de uma mensagem (repara que tem um balão com um "-" nas mensagens que tem "filhos" e na última delas está com um "+"). Ainda não achei utilidade, mas achei legal.


Os robôs não são gente e não dá pra ver os caracteres aparecerem um por um na tela. Mas dá pra testar (principalmente com a Eliza) o modo de conversação. Como "email", é bem simples (apesar de as vezes você acaber respondendo em nível diferente sem querer). Só achei meio chato porque você tem que clicar em cada mensagem que leu para marcar como lida. Podia ser como no Google reader, que basta dar scroll que ele vai marcando como lida automaticamente.

E abrir o wave e fechar não marca como lido, realmente tem que clicar em um por um para o número de mensagens não lidas sumir. Aliás, este é um dos itens que me faz pensar que a versão de desenvolvedor é diferente da versão apresentada: na lista de waves não há uma diferença de cor entre mensagens lidas e não lidas (tipo: fundo branco para não lidas e fundo cinza para lidas). No video há esta diferença e ela é citada pelo Lars.

Como instant messenger, achei meio ruim. Bater o dedo no enter cria uma nova linha e não manda a mensagem para a outra pessoa. Isso é péssimo, porque você tem que catar o mouse, deslocar para o botão send e clicar. MUITO chato e pouco usual. Lembra as primeiras versões do MSN (ou ICQ, nem lembro mais). Mas não sei como resolveriam isso, porque para implementar o enter como enviador impediriam waves com mais de um parágrafo.

A última coisa que testei foi o anexo de arquivos. Taquei um documento de cada tipo no wave e duas coisas me impressionaram: imagens e pdfs aparecem com uma miniatura (arquivos do office não) e o fato de não reconhecer xls e ppt (docs são identificados como arquivo de word). E uma coisa legal é que dá pra colocar legendas em todos os anexos e não só em imagens. Olha só:


Uma outra coisa que descobri (e que não gostei) é que todo e qualquer anexo é incluído no final do wave sendo escrito. E para quem se propõe a ser o substituto do GDocs, isso é um problema sério. Imagina se você está escrevendo um texto gigante e descobre que tem que colocar uma foto láááááá no começo. Como faz? Eu tentei de tudo: selecionar, copiar e colar, clicar e arrastar, nada funcionou. Maaaaaaas quando cliquei sem querer, descobri duas coisas legais: tem como aumentar a imagem para ela virar parte do texto (e não apenas uma miniatura) e tem um slideshow. Olha só como fica:


Curiosamente os gadgets podem ser colocados em qualquer lugar do wave sendo editado. Vai entender...

Resumo da história: gostei de algumas coisas que vi, mas ainda tem MUITO a melhorar. Mas uma coisa que vem me "encafifando" é: por que eles estão gastando tantos esforços em melhorar o Gmail (todo dia tem coisa nova - e coisa muito boas) se a idéia deles é substitui-lo pelo wave (pelo menos é o que eu imagino). Será que não valeria mais a pena focar no desenvolvimento de integração com os outros serviços google? Tipo o que o Gmail está fazendo, com opção de colocar Gadgets do GDocs e GCal e unificar as coisas.

Se o Google realmente espera que os desenvolvedores façam coisas realmente úteis para o wave (como intergração com e-mail, planilhas, ppts, etc), pode tirar o cavalinho da chuva. Acho que isso não vai sair tão cedo. E a falta desses itens vai fazer com que o povão não entre nessa onda (hã, hã, sacou o trocadilho?).

Se bem que do Google não dá pra duvidar de nada. A versão que será lançada em setembro pode (e deve) ser bem diferente do que tem hoje e do que mostraram em maio...

14 de ago. de 2009

Recado para o banco

Fim de semana desses aí pra trás fui com Xuxu ao banco. Enquanto esperava ela pagar contas, fiquei vagando pelo lugar, em busca de algo para em entreter. Quando parei ao lado da bancada onde ficam os envelopes de depósito, vi isso aí embaixo (crica pra ampliar):


Pelo que eu entendi, o cara queria um envelope para fazer o depósito. Foi no atendimento automático, enfiou um envelope vazio (sabe-se lá pra que) e depois, quando viu que tinha feito caquinha, escreveu um recado no comprovante de depósito pedindo desculpas e explicando que fez coisa errada e deixou EM CIMA DA BANCADA.

A atitude foi louvável, mas será que o cara realmente acredita que alguém vai ler o bilhete? Mais: será que ele acredita que ninguém vai ser espírito de porco o suficiente para avacalhar o bilhete ou até mesmo jogar fora?

E algo que acabou de ocorrer: será que alguém achou o comprovante no chão e fez isso de sacanagem, para que trouxas como eu apontassem, rissem, tirassem fotos e postassem no blog?

Nunca saberemos a resposta...

13 de ago. de 2009

A sala do cliente

Da série "Local de Trabalho", uma das fotos que estava devendo: a sala do cliente aqui em BH. Lembra bastante os tempos de consultoria, né?


Não dá pra ver (só percebi agora), mas no teto tem aqueles aparelhos de ar-condicionado bacanudos. Só que ele está estragado e bate sol a tarde inteira na sala. Junte a isso umas 8 pessoas dentro da sala (em dias de movimento) e dá pra ter uma ideia do quanto é agradável, né?

Ah, e atrás de onde eu estava tem uns armários para guardarmos nossas tralhas.

12 de ago. de 2009

Esparroman RECOMENDA: Paintball

Como eu disse uns dias pra trás, o meu grupo da pós decidiu que o nosso projeto final seria montar um paintball. E como só uma pessoas das 5 do grupo já havia jogado, decidimos que era necessário marcar uma partida para todos ficarem familiarizados. E assim foi feito.

Escolhemos um lugar relativamente simples e barato, só para o pessoal acostumar com o jogo. O lugar, com infra-estrutura quase zero, é basicamente uma quadra de futebol transformada em lugar para paintball.

Eles pegaram um terreno, colocaram um carpete, construíram umas 6 barreiras, adicionaram uns anteparos infláveis e abriram o negócio. Basicamente o que a gente está pensando em fazer, hehe. Não é tão divertido quanto os lugares com mata (segundo o cara que conhece), mas eu já achei MUITO divertido.

As armas são simples e não pesam muito, mas o equipamento de proteção (necessário, diga-se de passagem) incomoda bastante. Ainda mais em um dia quente como o que nós fomos jogar. Eu saí de lá ensopado de suor. Mas valeu a pena.

O jogo é bastante corrido, mas do jeito que eles jogam lá, pára-se muito e ninguém sai do lugar. Não é do tipo "rouba-bandeira", em que você tem que trazer a bandeira do outro time para o seu castelo. É do tipo "guerra de favela", em que tem é que matar todo mundo. E aí pouca gente sai de trás dos escudos e fica uma troca de tiros de longe.

Ainda assim é legal. A adrenalina, o medo de tomar um tiro (afinal, dói pra cacete), a rivalidade (eu e Xuxu fomos de times diferentes) fazem com que você entre no espírito de guerra e alguma estratégia seja criada.

No fim das contas, meu time ganhou de 3 x 1. Mas eu tive que aguentar Xuxu falando na minha orelha que me deu um tiro na cara. Mas tudo bem, ela é aleticana e está acostumada a se contentar com pouco, hehe.

No final deste mês vamos no outro paintball, com melhor infra e no meio da mata. Mas ter ido neste mais simples já me fez recomendar muito o jogo.

Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).

11 de ago. de 2009

Vergonha alheia

Outro dia, quando fui com Xuxu ao Big Shopping, vimos um lugar lá dentro cheio de gente em volta. Chegando mais perto, conseguimos descobrir o que era:


Eu não consigo imaginar que tem gente que paga para fazer isso. Pior: ainda tinha fila do lado de fora para "brincar". E toda a diversão está em tentar ficar em pé, não conseguir e cair ridiculamente. Ou ficar engatinhando dentro da bola se sentindo hamsters de laboratório...

10 de ago. de 2009

Animadas

Semana passada, 5:25 da madrugada. Eu espero na porta do meu prédio pelo carro que vai me buscar para ir ao aeroporto quando vejo duas pessoas subindo a minha rua (uma BELA ladeira). Quando chegam mais perto, vejo isso:


Sim, elas estavam indo caminhar. Isso que eu chamo de ânimo.

9 de ago. de 2009

Esparroman NÃO Recomenda: Grande Minas

Quando o Véio estava olhando o substituto do Esparromóvel a única concessionária que manteria o preço mesmo se o IPI aumentasse foi a Grande Minas. A empresa, no entanto, só faturaria o carro no dia 20 de julho, quase um mês depois da data da compra. Eu imaginei que fosse por falta no estoque, mas depois descobri que não.

No dia 20, conforme combinado, o Véio foi até a loja e perguntou para a mulher se o carro já estava na loja e quando poderia ser entregue. A mulher NÃO SABIA se o carro tinha chegado e teve que PROCURAR NO ESTOQUE. Ou seja: o carro já estava lá há um bom tempo.

A mulher então disse que precisaria de uns 2 dias para finalizar os tramites legais e deixar o carro pronto para uso. E para acelerar a entrega, queria marcar uma data e hora para entrega. Como foi a semana que fui ao Rio 2 dias, começaram as minhas aulas e tinha entrega de produtos no trampo, o Véio pediu para que fosse agendado para sábado. Só que eles não entregam carro no sábado.

Este foi o primeiro ponto a reclamar: você, um cara atarefado, que trabalha pra caralho, pode comprar o carro no sábado (e no domingo). Mas tem que matar serviço para ir buscar. Um absurdo e falta de respeito com o cliente. Afinal, isso eles não avisam na hora de vender o carro.

Como o carro já estava pago e não tinha outro jeito, marcamos para a segunda da semana seguinte, no primeiro horário após o almoço (14:00), para que eu não almoçasse para poder pegar o carro.

Chegando lá, vi o carro parado no local de entrega, com um laço gigante em cima. Sabia que era aquele carro porque já haviam informado a placa. Mas vi que tinha coisa errada: tinham prometido frisos laterais, tapete e peito de aço. De cara vi que estava sem o friso e sem tapete (não tinha como ver se estava com o peito de aço, a menos que sujasse a roupa).

Chegamos um pouco antes do combinado (uns 10 minutos antes) e ficamos esperando. Lá pra 14:05 a atendente chegou. Pediu desculpa pelo atraso, que estava entregando um carro usado. De cara o Véio falou: "tá sem o friso". A mulher falou que era assim mesmo, que colocava na hora. Estranho, mas tudo bem. Aí ela avisou um cara lá e levaram o carro para colocar o friso.

A outra mulher, que receberia o carro antigo (que entrou como moeda de troca), não chegava nem fudendo. E sem entregar o carro antigo não tinha como pegar o novo, o que causou um atraso em cascata. Enquanto isso ficamos na mesa da atendente. E ela foi fazendo as coisas dela. Ligou para num sei quem da manutenção, na nossa frente, e começou a dar esporro no cara.

Pelo que entendi, eles venderam um carro usado todo cheio de problemas. O freio de mão não estava freiando, o banco não estava regulando a altura, entre outras coisas que não lembro. E, palavras da mulher, "a mulher acabou de sair com o carro e já vai ter que voltar para trazer na oficina. Assim não dá, né?". Já senti um calafrio.

Lá pras 14:15 a mulher que recebe o carro usado chegou e, depois de MUITA espera, fomos atendidos. Carro entregue, iríamos pegar o novo. E nada do cara da entrega chegar. espera, espera, espera e 14:45 o cara chega. Vai entregar o carro (já com frisos e tapetes) e, antes de qualquer coisa perguntei: "tá com peito de aço? Porque estava sem o friso".

O cara foi com uma confiança absurda: "tá sim. Abre o capô pra ver.". Abrí e...não estava. ÓBVIO que não estava. Se não colocaram o friso, por que colocariam o peito de aço? Na hora comecei a reclamar "porra, pra que que marca a hora de entrega? O carro ficou aqui UMA SEMANA e quando chego não tem nada pronto! Estou matando serviço para pegar o carro e ninguém cumpre o horário MARCADO POR VOCÊS!".

A mulher que vendeu o carro ficou muito sem graça e o Véio, que já tinha respondido uma pesquisa de satisfação pediu para refazer. Foi lá na mesa dela e começou a fazer escândalo, para todo mundo ouvir. Enquanto isso o cara foi levar o carro para colocar o peito de aço. E eu fui junto.

Enquanto eles colocavam o aparato (que não demora nem 10 minutos, mas somando todos os atrasos foi um tempo enorme) comecei a ver se o carro estava ok. E vi que estava todo cheio daquelas "gosmas" que colocam na fábrica para proteger a pintura. E aí reclamei: "vocês estão entregando o carro bem sujo, hein?".

O cara tentou dar aquele migué, falando que era para proteger o carro e que era difícil de sair, que o produto para tirar custava 450 reais e eu falei: "o problema não é meu. Vocês venderam o carro sabendo que precisava fazer a limpeza, deviam colocar no preço. Péssimo o atendimento de vocês".

Voltamos para buscar o Véio e ele ainda estava brigando com o pessoal (e olha que o Véio é muito banana e não briga nem com a NET, que é pelo telefone). O cara entregou o carro e falou "então beleza.". A vendedora é que foi perguntando: "mostrou o step? mostrou os comandos do carro? mostrou o extintor?". Tipo que o cara jogou o carro pra gente.

Saí de lá 15:45 MUITO puto e com a certeza de NUNCA MAIS pisar na concessionária. E recomendo que vocês façam o mesmo.

Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).

6 de ago. de 2009

Esparromóvel Jr

O esparromóvel era um carro muito confiável. Apesar de eu usar pouco, nunca deu problemas e a manutenção era a normal de um carro: troca de oleo, aperto de parafusos, etc. No entanto este ano ele começou a dar muita despesa (em parte por conta de um mecânico FDP ladrão).

Fato é que eu estava pensando em trocar, mas o sonho da casa própria falava mais alto e desisti da idéia. Aí vi que os pneus da frente estavam quase carecas e que teria que trocar em breve. Comentei com o Véio e ele falou que eu naõ trocasse, que fizesse rodízio. Fiz e esqueci do assunto.

Eis que mês passado, do nada, ocorre o seguinte diálogo:

- Vou trocar seu carro - disse o véio.
- Hein?
- É, vou aproveitar o IPI baixo. Já olhei tudo, segunda vou lá fechar o negócio.
- ???? (ainda sem acreditar)
- Só que só chega mês que vem.
- Tá bom.

E semana passada ele chegou:


Basicamente é o mesmo carro, da mesma cor, mas modelo novo (e zero km). Não pude escolher nada, só se queria insulfilm ou não (que eu teria que pagar, logo não quis, lógico).

O esparromóvel foi utilizado como moeda de troca e ficou na concessionária. Mas parte dele sempre estará junto de mim. É que a lanterna quebrada de quando atropelei uma árvore continua aqui em casa. Essa aí embaixo:


Ah, na hora de pegar o carro deu uma merda, mas isso é história pra outro post (um merecidíssimo "Esparroman NÃO Recomenda").

5 de ago. de 2009

Sofitel Rio de Janeiro (Rio de Janeiro, RJ)

Nesta ida para o Rio o cliente pediu que eu ficasse 2 dias. Como era ele que estava pagando, resolvi ficar no hotel ao invés de ser na casa de alguém da família. E foi a melhor coisa que fiz.

Me colocaram no Sofitel Rio de Janeiro, um hotel cabulosamente luxuoso e, sem dúvida nenhuma, o mais sinistro que eu já fiquei. Apesar de o quarto não ser o melhor do mundo, é bastante luxuoso e o hotel tem muitos mimos para os clientes. Dá uma olhada no quarto:


A cama era absurdamente confortável


LCD de 23" (com imagem meio ruim)



O banheiro era meio pequeno, mas tinha uma banheira muito da bacana e um chuveiro excelente. Está entre os Top 3 melhores chuveiros do mundo.


Eu queria pegar tudo o que tinha no banheiro, alí no canto esquerdo. Fiquei com medo de ser pago e peguei o que achei que fosse mais caro (um jogo de agulhas e linhas com botões de camisa para emergências - ótimo para viajantes)



O hotel é muito silencioso, apesar de ficar na avenida atlântica (cof cof "pobre" cof cof) e é meio labiríntico. O meu quarto, óbvio, era o mais escondido de todos. Mas olha só o que tem no caminho entre elevadores e o quarto:









No primeiro andar, onde fica a piscina, a academia, o restaurante (que a recepcionista fala 4 linguas - que eu vi, podem ser mais) e a lojinha (cof cof H Stern cof cof) ainda dá vista para a praia de copa cabana (com direito a pão de açúcar) e ao forte, que fica bem em frente ao hotel:













A diária, que tem desconto para a empresa cliente, foi a bagatela de 480 ronaldos. Imagina o quanto deve ser sem desconto... Só a internet era 30 reais...

Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).

4 de ago. de 2009

Escritório do Rio

Ainda não tinha postado uma foto do escritório do Rio da empresa. Taí uma foto para matar a curiosidade.


Ele faz um U e tem uma parte do meu lado esquerdo e lááááá no final, também à esquerda (porque senão não seria um U, dã).

Estou devendo a sala no cliente, tanto em BH quanto no Rio.

Em tempo: os balõezinhos são para comemorar que ganhamos vários prêmios importantes no mês de Julho.

3 de ago. de 2009

Pouso com emoção

Conforme dito ontem, no dia 23 eu fui para o Rio. A ida foi por causa de uma reunião marcada pelo cliente, para resolver umas pendências de longa data. Marcaram o vôo de 6 horas da madrugada em Confins para mim (e eu reclamava do vôo das 7:15 pra Brasília). Para quem não sabe, o aeroporto de confins fica a uns 50 km de BH, o que faz com que se saia de casa, no mínimo, 50 minutos antes da uma hora que se pede para chegar no aeroporto. Traduzindo em números: tive que acordar 3:30 da matina.

Ainda zumbizando, fui para o aeroporto e esperei. Um determinado momento, vejo que o vôo está "atrasado" no painel (detalhe: o avião JÁ ESTAVA LÁ). Eu NUNCA tinha visto o painel acusar vôo atrasado. Nem nas minhas piores experiências em aeroportos. É, amiguinhos, tem coisas que só a GOL faz por você. Pior: a tripulação estava sentada do meu lado, esperando alguém para abrir a porta do portão B6 para eles entrarem no avião.

Resolvido este pequeno problema, conseguimos entrar no avião e fomos em direção ao Santos Dumont. Eu havia sentado estrategicamente na janela para ver o ver o pouso quando reparo que o avião está meio desalinhado com a pista. E que ele estava meio alto para pousar. Aí ele fez o caminho abaixo para pousar:


Repara bem no começo da curva. Tá vendo aquele morrinho ali embaixo? Pois é, se eu pudesse colocar a mão pra fora encostava nas copas das árvores. Sim, porque ele estava quase de lado, prestes a estolar.

E na hora que estava na cabeceira da pista, uns 2 metros antes de pousar, dava pra mandar um "High Five" com o cara que estava de CAIAQUE por ali. Pra piorar, o cara ainda tocou a pista um pouco depois da cabeceira e teve que dar aquela freiada gostosa. Emoções mil.

Mas foi bom que eu acordei.

2 de ago. de 2009

Tirando a poeira

É, eu sei. Eu ando muito sumido. Mas é que eu ando muito fudido. Os últimos dias tem sido uma correria total e nem no fim de semana tenho tido tempo livre.

Vamos de resumo alguns assuntos serão mais detalhados em posts programados para esta semana).
  • Sábado passado (25/07) eu trabalhei. O dia inteiro. Pela primeira vez na empresa nova. E no escritório da empresa, e não em casa;
  • Estava quente pra caralho e o ar condicionado desligado;
  • Semana passada fui pro Rio. Pousei no Santos Dumont de uma forma fantástica, melhor que montanha russa;
  • Esta viagem FINALMENTE fez com que conseguisse juntar 20 mil pontos na TAM. Só que 900 vencem esta semana;
  • Eu só consegui essa proeza porque creditaram 1800 pontos no último vôo. e mais 450 por eu ser cartão azul. Confesso que estou com medo de tirarem estes pontos todos;
  • Dormi no Rio, no hotel mais chique da história (2ª casa em breve);
  • Minhas aulas começaram. Meu grupo é gente boa. Nosso tema: montar um paintball;
  • Para mostrar para o grupo o que é o paintball, fomos jogar ontem. Adivinha quem levou um tiro no saco...
  • Xuxu foi comigo e meteu uma bala no meu olho (éramos de times diferentes);
  • O esparromóvel não está mais comigo. Está alegrando a vida de outras pessoas. Mas o Esparromóvel Júnior está na minha garagem;
  • Aliás, rolou barraco quando fui pegar o carro (Esparroman NÃO Recomenda em breve);
  • Essa semana estou MUITO fudido: amanhã acordo 5:20 para ir ao cliente e tenho aula até 22:40; terça vou pro Rio provavelmente no fantástico vôo de 6:00 da matina (o que quer dizer acordar 3:15 da madrugada); volto do Rio na terça mesmo e vou direto pra aula, que acaba 22:30; quarta vou ao cliente novamente e acordo 5:20 mais uma vez (não tem aula, mas tem coisa pra caralho pra estidar); Pra completar ainda tenho uma prova da pós para fazer até sábado. Delícia, né?

16 de jul. de 2009

Dia de descobertas

Apesar da minha família ser 50% carioca e 50% paulista e eu ter passado boa parte das minhas férias escolares no Rio ou em São Paulo eu conheço muito pouco destas cidades. O Rio eu até conheço um pouco mais (o corcovado, por exemplo), mas muito menos que Xuxu, por exemplo, que só foi na Cidade Calamitosa uma única vez e por 3 dias.

Ontem, no entanto, eu fui ao Rio fazer uma reunião. Viagem daquela gostosas, que sai no vôo de 6 horas da manhã de confins e volta no vôo de 7 da noite. E pela primeira vez eu pousei no Santos Dumont. Não, eu nunca tinha pousado lá. Sim, eu já viajei de avião para o rio diversas vezes (mais de 30).

Pousar no SDU foi, sem dúvida nenhuma, a minha melhor experiência aérea. É uma coisa fora do comum, principalmente porque estava com bastante nuvem. Posso descrever assim se você está olhando pela janela: céu, céu, céu, nuvem, nuvem, nuvem, água, água, água, (putaquepariu, o cara vai pousar no mar!), pista. Duvida? Olha só essa foto chupinhada da Wikipédia e ligeiramente editada:


Eu ainda estava na poltrona A e a minha vista era muito legal, da escola naval (onde, confesso, já quis estudar). Na imagem acima, dá pra ver parte dela no canto inferior direito. Mas é bem maior que só aquilo ali.

Fui para a reunião e, no horário do almoço meu chefe falou "e aí, vamos na confeitaria colombo?". Como ainda faltava um tempinho para recomeçar a reunião e era perto de onde eu estava, resolvi ir lá com ele. E não me arrependi.

Meu amigo, minha amiga...o lugar é MUITO bacana. Pra começar é mais velho que a cidade de Belo Horizonte. e como tudo o que foi feito há muito tempo por gente com dinheiro é grande, espaçoso, aconchegante a ainda mantém a tradição de 1800 e bolinha.

As fotos que tirei não ficaram das melhores (a panorâmica ficou ruim, porque não tirei do centro do salão), mas dá pra dar uma idéia do lugar (crica pra aumentar):




Além da beleza os doces também são muito bons. Caros, mas bem gostosos. Tá certo que o que eu escolhi era pegadinha, mas era gostoso.

Aí fui comentar com Xuxu que conheci a Confeitaria Colombo e que a levaria até lá na próxima vez que fossemos ao Rio e ela disse: "eu já fui". Eu falei que ela conhece mais que eu...

15 de jul. de 2009

De volta aos estudos

Comentei por aqui há algum tempo que estava querendo começar a fazer uma pós-graduação. fiz a pré-inscrição, fui aceito, já tomei a segunda facada e semana que vem, junto com o início das aulas, tomo a segunda facada. As aulas serão no ritmo que eu gosto: densas. Essa história de aula a cada 15 dias não rola.

Serão 6 meses de ralação no Módulo I e mais 6 se eu resolver fazer o módulo II (que, sinceramente, vai depender de ajuda de custo da minha empresa). O lugar é bacana, perto do meu trabalho e muito bem indicado (além de ser um REP, o único de BH, se não me engano).

Quando decidi fazer a pós tomei vergonha na cara e comecei a estudar o livro da Rita, para me tornar um PIMP. E ao contrário do PMBoK, a leitura é bem interessante a várias vezes você se pega pensando "putz, devia ter feito isso no projeto" ou "é mesmo. Eu fiz isso tal dia".

O pessoal do trabalho montou um segundo grupo de estudos (comecei a participar do primeiro, mas acabei desistindo no segundo encontro, hehe) e isso acaba me forçando a ler os textos e fazer os simulados. E falando neles, estou achando bastante estranho, porque minha média tem sido bem mais alta que eu esperava - cerca de 80%. De duas uma: ou estou melhor do que imaginava ou estou dando sorte.

Só falta agora preencher a "papelada online" para candidatar para o exame e tomar mais uma facada para marcar o exame. Essa facada vai furar de uma vez só pulmão, fígado, estômago, rim, coração....

14 de jul. de 2009

Entender ou não entender...

Eu sempre fui meio contra essa história de que gerente de projeto não precisa entender do assunto do projeto que ele está gerenciando. O PMI fala isso, a Rita fala isso, minha antiga empresa de consultoria fala isso... No fantástico mundo dos Gerentes de Projeto isso pode até ser verdade, mas no mundo real não é bem assim.

Só para dar uma pincelada no que eu chamo de "fantástico mundo dos Gerentes de Projeto", que é o mundo onde o PMI e a Rita moram: eles falam que se não está no escopo não deve ser feito. Quem vive no mundo real sabe que não é bem assim, porque o cliente pode ficar puto e não te contratar mais, porque "tal empresa faria isso de graça".

Se o cliente é novo é pior ainda, porque você quer conquistar o cara para conseguir fazer novos projetos e acaba abrindo as pernas de vez. Mas no fantástico mundo dos Gerentes de Projeto isso não é levado em conta (e eu espero poder morar neste mundo um dia!).

E nesse mesmo fantástico mundo dos Gerentes de Projeto um médico pode ser gerente de um projeto de engenharia. Na teoria, pode mesmo. Na prática, faz muita falta. Imagina que você está em uma reunião com o cliente, sem nenhum dos especialista por perto, e o cara te pergunta porque você vai usar medidores de coriolis ao invés de placa de orifício, que são mais baratos? Você não pode simplesmente falar "não sei". Você tem que explicar que os medidores de coriolis são mais precisos, reduzindo o consumo de combustível e que o investimento será pago em 5 anos. Isso deixará o cliente muito feliz (afinal, é dinheiro entrando) e mais confiante na equipe, pois o "comandante do barco" sabe para onde deve-se remar.

Outra razão importante é para garantir que ninguém está saindo do escopo. Ainda seguindo a linha do medidor de coriolis, simplesmente colocar um medidor mais preciso não garante que você terá menos gasto. É importante fechar a malha de controle e fazer a sintonia desta. Se você não sabe disso, pode achar que isso faz parte do escopo do projeto, quando na verdade o escopo seria só a troca dos medidores. E aí vai bastante HH jogado no lixo.

Eu acho é que o pessoal do fantástico mundo dos Gerentes de Projeto não conhece projetos de engenharia. Acho que eles estão acostumados ao mundo de TI que, no ponto de vista de quem já esteve lá, são BEM mais fáceis de gerenciar (talvez porque meus conhecimentos em TI são milhões de vezes maiores que os de engenharia - apesar de eu ser engenheiro formado num dos melhores cursos de Engenharia de Controle e Automação do brasil).

13 de jul. de 2009

Quem não tem Google Wave ataca de PyGoWave

Acho que não comentei aqui ainda o quanto eu estou louco para colocar as mãos no Google Wave. A vontade é tão grande que, dia desses aí pra trás estava navegando em busca de mais informações e encontrei esse link. Basicamente é um cara com mais vontade que eu para usar Waves (e com tempo sobrando) que começou a desenvolver um servidor de waves.

Sem nem pensar duas vezes criei o meu login e fui seco brincar com a tal de wave. Só que o sistema é meio porco e eu não li nada antes, aí fiquei sem saber como mandar waves. Depois de muito procurar (e apanhar) descobri que por enquanto o cara só desenvolveu a parte de gadgets (que só serviu para me deixar viciado em Sudoku - que, por sinal, é bem mais fácil que eu imaginava).

O que me causou mais espanto (e foi o motivo de eu escrever este post) é que o produto nem foi lançado e já arrumaram formas de ganhar dinheiro com ele! Olha só a imagem abaixo:


Não dá pra ver direito (se clicar na imagem abrirá maior), mas no quadrado em vermelho tem um anúncio do AdSense. Ou seja: a galera (desenvolvedores não Googlers) não está preocupada em criar coisas legais para o desenvolvimento do sistema. Estão preocupados em ganhar dinheiro.

O que pode atrapalhar muito a estratégia do google de colocar o público para ajudar a desenvolver o sistema e difundir no mercado.