12 de ago. de 2009

Esparroman RECOMENDA: Paintball

Como eu disse uns dias pra trás, o meu grupo da pós decidiu que o nosso projeto final seria montar um paintball. E como só uma pessoas das 5 do grupo já havia jogado, decidimos que era necessário marcar uma partida para todos ficarem familiarizados. E assim foi feito.

Escolhemos um lugar relativamente simples e barato, só para o pessoal acostumar com o jogo. O lugar, com infra-estrutura quase zero, é basicamente uma quadra de futebol transformada em lugar para paintball.

Eles pegaram um terreno, colocaram um carpete, construíram umas 6 barreiras, adicionaram uns anteparos infláveis e abriram o negócio. Basicamente o que a gente está pensando em fazer, hehe. Não é tão divertido quanto os lugares com mata (segundo o cara que conhece), mas eu já achei MUITO divertido.

As armas são simples e não pesam muito, mas o equipamento de proteção (necessário, diga-se de passagem) incomoda bastante. Ainda mais em um dia quente como o que nós fomos jogar. Eu saí de lá ensopado de suor. Mas valeu a pena.

O jogo é bastante corrido, mas do jeito que eles jogam lá, pára-se muito e ninguém sai do lugar. Não é do tipo "rouba-bandeira", em que você tem que trazer a bandeira do outro time para o seu castelo. É do tipo "guerra de favela", em que tem é que matar todo mundo. E aí pouca gente sai de trás dos escudos e fica uma troca de tiros de longe.

Ainda assim é legal. A adrenalina, o medo de tomar um tiro (afinal, dói pra cacete), a rivalidade (eu e Xuxu fomos de times diferentes) fazem com que você entre no espírito de guerra e alguma estratégia seja criada.

No fim das contas, meu time ganhou de 3 x 1. Mas eu tive que aguentar Xuxu falando na minha orelha que me deu um tiro na cara. Mas tudo bem, ela é aleticana e está acostumada a se contentar com pouco, hehe.

No final deste mês vamos no outro paintball, com melhor infra e no meio da mata. Mas ter ido neste mais simples já me fez recomendar muito o jogo.

Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).

2 Palpites:

Xuxu disse...

Atrevido ¬¬

fica na tua aê mano, senão meto pipoco na tua fuça! falow?

Esparroman disse...

Aê, truta, aqui o papo é reto: vô metê uma bala de 12. E na cara pra estragar o velório. :P

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