Me colocaram no Sofitel Rio de Janeiro, um hotel cabulosamente luxuoso e, sem dúvida nenhuma, o mais sinistro que eu já fiquei. Apesar de o quarto não ser o melhor do mundo, é bastante luxuoso e o hotel tem muitos mimos para os clientes. Dá uma olhada no quarto:

A cama era absurdamente confortável

LCD de 23" (com imagem meio ruim)

O banheiro era meio pequeno, mas tinha uma banheira muito da bacana e um chuveiro excelente. Está entre os Top 3 melhores chuveiros do mundo.

Eu queria pegar tudo o que tinha no banheiro, alí no canto esquerdo. Fiquei com medo de ser pago e peguei o que achei que fosse mais caro (um jogo de agulhas e linhas com botões de camisa para emergências - ótimo para viajantes)

O hotel é muito silencioso, apesar de ficar na avenida atlântica (cof cof "pobre" cof cof) e é meio labiríntico. O meu quarto, óbvio, era o mais escondido de todos. Mas olha só o que tem no caminho entre elevadores e o quarto:




No primeiro andar, onde fica a piscina, a academia, o restaurante (que a recepcionista fala 4 linguas - que eu vi, podem ser mais) e a lojinha (cof cof H Stern cof cof) ainda dá vista para a praia de copa cabana (com direito a pão de açúcar) e ao forte, que fica bem em frente ao hotel:






A diária, que tem desconto para a empresa cliente, foi a bagatela de 480 ronaldos. Imagina o quanto deve ser sem desconto... Só a internet era 30 reais...
Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).
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