10 de set. de 2009

BlogCamp ES

Como eu disse aqui há um bom tempo, a minha ida à Vitória foi por conta da participação de Xuxu no Blogcamp ES. Aproveitei o escritório da minha empresa na cidade e as milhas para vencer e fui junto. Como não poderia deixar de ser, fui no Blogcamp acompanhar Xuxu. E a palavra que descreve o evento é DESORGANIZAÇÃO (sim, em maiúsculo mesmo).

Não vou nem começar com a história das passagens, que foram entregues maromenos em cima da hora. Vou direto para o evento. Pelo que pude perceber, a divulgação do bagulho foi pífia, pois NINGUÉM do campus da UFES (onde foi o evento) ficou sabendo. E olha que a gente rodou um bocado por lá. A razão? Dá uma olhada no cartaz do evento:


Fala direitinho onde é, né? centro de Artes da UFES. Só que o Centro de Arte da UFES é composto de uns 5 ou 6 prédios. E na primeira vez que nós fomos (sexta-feira à noite) não tinha uma luz acesa e uma viva alma no lugar. Os poucos gatos pingados que encontrávamos não faziam a menor idéia de que o evento estava ocorrendo (e olha que tinha deste cartaz pra tudo quanto é lado).

Tudo o que Xuxu sabia é que no dia seguinte era num tal de Bob Esponja. Na sexta ela não sabia. O Bob Esponja é um prédio do centro de artes. Pelo nome, imagina-se que seja um prédio quadrado amarelo, certo? De noite, não dá pra ver cor (ainda mais com a iluminação horrorosa do campus). E depois de muito rodar achamos o tal prédio quadrado amarelo, olha só:


Só que este NÃO É o Bob Esponja. Este aí embaixo é o Bob Esponja:


Que é AZUL é NÃO é quadrado (é um polígono de n lados e ângulos retos, sendo n diferente de 4). Mas tudo bem, esse povo de artes nunca foi muito bom em matemática e o pensamento deles é meio abstrato.

Pra piorar, o tal do Bob estava em plena reforma e completamente sujo. Nem papel para enxugar a mão no banheiro tinha (não sei dizer se tinha papel nas privadas, porque não precisei usar). Mas dá uma olhada no estado do prédio:














Por conta da andação que tivemos para achar o lugar acabamos atrasando mais de uma hora e chegamos no lugar crente que já estaria no fim a desconferência (que pareceu mais palestra, mas tá de boa). Para nossa surpresa, NEM TINHA COMEÇADO! Sim, mais de uma hora de atraso. A organização estava esperando dois dos 4 palestrantes (que, por sinal, nem chegaram).

Eu não me aventuro a organizar essas coisas porque sei que vai dar merda e vai ter muita gente puta. Mas se tem uma coisa que eu prezo é pela pontualidade. Pode estar tudo cagado, não ter muita platéia, estar sem datashow...tem que começar na hora. E a maior prova disso é que um dos palestrantes teve que sair correndo mais no fim do evento porque tinha outro compromisso.

No dia seguinte já sabíamos onde era o prédio, então chegamos fácil. Era para ser 2 desconferências, com 2 palestrantes cada. Uma começando as 2 e outra começando as 5, com temas muito diferentes. Resolveram fazer um merge, colocando todos os 4 para falar ao mesmo tempo. Mas começaram com um cara só na frente e os outros 3 sentados na platéia.

Este um cara falou sozinho por mais de uma hora. Mas não foi porque ninguém tinha nada pra falar, foi porque ele não deixou ninguém mais falar. E quando finalmente colocaram mais gente na frente para discutir (e o debate finalmente pegou) o pessoal do Videolog foi extremamente mal educado e parou a discussão para mostrar as novas telas do sistema deles. Isso, meus amigos, MATOU a discussão. Aí inventaram uma palestra sobre o LuluzinhaCamp, só que eram apenas umas 3 ou 4 mulheres. Não deu certo. E aí o povo resolveu ir pro bar.

Mais uma vez: eu sei que organizar um evento destes não é fácil. Sei que dá trabalho e sei que coisas dão errado. Mas a programação foi feita para ser seguida. Alguém que tivesse chegado para a segunda palestra, das 17 horas, não encontraria uma viva alma no evento. E certamente ficaria puto. E com razão.

E antes que me chame de reclamão, TODO MUNDO reclamou da organização.

9 de set. de 2009

Escritório de Vitória

Esse é o escritório de Vitória. Sim, só isso. O cara está saindo do banheiro, que fica no meio da galera. Só não deu pra pegar a sala de reunião e a copa, que ficam à esquerda, mas que não são muito maiores que isso.


Mas já estão procurando outra sala para alugar, porque fecharam um projeto que vai fazer o escritório crescer 300%...

Maldito Sao Pedro

Ontem eu fui pro Rio. Era o esquema que eu gosto: vai, ganha milhas, pousa no Santos Dumont, almoca no Bon Proffit e come a sobremesa na Confeitaria Colombo. No meio disso faria uma reuniao.

O dia comecou bem: o pouso no SDU foi com emocao, com curva sinistra antes de pousar. Foi so a reuniao comecar para tudo comecar a dar errado.

Se reuniao com cliente fosse jogo de futebol teriamos perdido por uns 5 x 0, com direito a baile. "Pelo menos vou no Bom Profit", pensei. Mas a reuniao demorou demais e tivemos que almocar com o cliente. E inves de comer um belo file fui parar num restaurante natural onde so tinha mato. E o pior: mato caro.

Ai nao teve jeito: tive que ir na colombo abastecer meu corpo com coisas nao-saudaveis. E assim foi feito. Mas estava muito quente ontem e os 4 quarteiroes que andei para chegar la tiraram o resto de bom humor.

Voltamos para a reuniao e eu estava melado de suor. Uma beleza. Pelo menos conseguimos segurar o resultado e tomamos so mais um gol na segunda parte.

Fomos para o aeroporto, doido para ir pra casa e logo que entramos a cena era caotica: filas e mais filas, tanto da gol quanto da tam. "ainda bem que ja fiz meu checkin. so falta imprimir", comentei.

Fui ate o totem imprimir o bilhete e estava desligado. Perguntei para a mulher que estava do lado o que tinha acontecido e ela disse que tinha caido o mundo em Sao Paulo e TODOS os voos estavam atrasados.

"Fudeu", pensei. Me veio toda a lembranca do caos aereo e os perrengues que passei. e tambem lembrei do que a Marta disse naquela epoca: relaxa e goza.

Estava tranquilo, ate que apareceu as palavras da morte em frente o meu voo no painel: procure a companhia. "vao cancelar o voo", pensei. Fomos ate o balcao da companhia e mandaram a gente para o portao 8. "ih, tao levando a gente pro canto pra nao gerar bagunca".

Era praticamente a mesma cena de 2 anos atras: um monte de gente gritando, xingando e o povo da tam sem ter o que fazer e sem falar nada. Mas para nossa alegria, depois de um tempo mudaram o portao e conseguimos embarcar.

O saldo do atraso foi de pouco menis de 3 horas. Mas para quem acordou de madrugada, faz muita diferenca. E para quem iria acordar de madrugada novamente no dia seguinte (meu caso) faz mais diferenca ainda.

Mas pelo menos eu consegui voltar para casa...

Ps. desculpem a falta de acentos. to escrevendo pelo celular enquanto nao comeca uma reuniao.

8 de set. de 2009

Esparroman em ação

Dia desses aí pra trás rolou uma reunião geral no escritório para mostrar os resultados até o meio do ano. No fim da reunião o Gerente do escritório abriu para perguntas. Como ninguém perguntou nada, ele falou que todo mundo que vem fazer palestra aqui fica abismado que ninguém nunca pergunta nada.

Resolvi perguntar sobre a TI, que sempre me deixa na mão, mas só pra quebrar o gelo. Perguntei, mas com um tom de reclamação (lógico). E como ninguém perguntou nada, continuei perguntando sobre outros assuntos. Mas era pergunta do tipo "quando vamos ter palestras aqui em BH, porque toda hora tem no Rio e aqui nunca tem?". Para mim, perguntas normais.

Eis que fui para vitória e, na segunda seguinte, assim que sentei na minha mesa meu chefe me chamou para uma reunião. Falou que o Gerente do escritório e a mulher do RH ficaram espantados com a minha posição, que não esperavam isso de mim e queriam entender o que estava acontecendo.

Sinceramente não entendi a razão de todo esse alvoroço. Eu fiz perguntas numa boa (tirando a parte da TI). Queria realmente saber se tinha previsão de vir gente para fazer palestra em BH, se a gente estava procurando outros clientes para não colocar todos os ovos em umas 3 cestas, não foi nada com tom de acusação. Mas parece que eles entenderam assim.

Fato é que o meu chefe veio perguntar o que estava acontecendo. Eu falei que não estava reclamando e sim questionando. Falei que realmente a TI me tira do sério e que fico puto por termos um serviço tão ruim, todo mundo reclamar e ninguém fazer nada. Mas nada de mais (ao meu ver).

Acho que ele entendeu o meu lado, mas deu uma comidinha: falou que quando eu tiver reclamações que faça direto pra ele e não em público, em frete estagiário e engenheiro júnior, porque eles podem achar que a empresa é ruim e passar uma idéia errada.

Nessa hora eu tive que falar: "chefe, a TI É ruim. E eu já reclamei disso milhões de vezes com você. E você também vive reclamando. E o Gerente do escritório vive reclamando. E ninguém faz nada.". Aí ele falou que eu não posso ficar me expondo assim, na frente de muita gente. Que acaba queimando o filme e tudo mais.

Aí resolvi não discutir (e anotei a recomendação) e a reunião terminou. Mas depois eu fiquei pensando: o cara reclama que ninguém faz pergunta. Mas quando alguém faz, toma porrada e é reprimido. Por isso que ninguém faz pergunta! E outra (que me deixou meio puto): só pode fazer pergunta boa, reclamar não pode?

Desde os tempos de programador sou conhecido por falar o que pensa. E isso me atrapalhou um pouco naquela época (e no começo da minha vida de consultor). Mas acabei aprendendo (a duras penas) a avaliar o lugar onde você está para saber o que pode falar e o que não pode falar. Tanto que nunca mais reclamaram disso comigo (coitada de Xuxu, que acaba ouvindo tudo).

Mas nessa empresa que estou agora, todo mundo fala que é um ambiente bom, que você deve dar a sua opinião, que todo mundo te ouve, que é a melhor empresa do mundo pra trabalhar. Eu achei estranho, mas depois de um tempo acabei entrando na onda. E na PRIMEIRA vez que vou reclamar tomo porrada.

Aprendi mais uma vez apanhando. E cada dia que passa vejo que não existe empresa em que você pode falar o que quer sem ser punido. Mas fazer o que? É aprender para não repetir mais o erro...

6 de set. de 2009

Meu blog é útil

Dia desses aí pra trás comecei a conversar com a Quellamoureuse no twitter e acabei descobrindo que ela era leitora assídua do Blog. Eu sempre gosto de saber que alguém lê o blog sem mesmo me conhecer. Afinal, é um blog inútil que só tem reclamação da minha vida. Alguém que me conhece acompanhar já é uma surpresa (afinal, pouca gente tem saco de ler textos enormes, mal escritos e cheio de erros de português). Alguém que não me conhece acompanhar é praticamente um milagre.

Fato é que a Quellamoureuse não só acompanha o meu blog como utilizou o bichinho em um trabalho de escola. Ou seja: ele não é tão inútil quanto eu pensava. Resumindo a história: ela faz curso técnico em turismo e teve que fazer um trabalho sobre hotéis na matéria Hotelaria. E citou o meu blog no trabalho. Com consentimento dela, coloco aqui a parte que me toca:
Há um blog na internet (http://esparroman.blogspot.com/), que mostra a vida de um homem que sempre viaja a trabalho, e nessas viagens fica hospedado nos mais variados hotéis. Ele sempre faz críticas dos hotéis em que fica, tira fotos e é possível que ele recomende os hotéis aos seus colegas de trabalho, amigos, família, etc.

Entre os pontos mais notados pelo autor do blog estão o quarto em geral, o banheiro, os serviços oferecidos (alimentação, internet, TV, entre outros), e o preço das diárias.

Lendo as resenhas feitas pelo autor do blog, nós podemos notar o que as pessoas que mais freqüentam os hotéis procuram: conforto, um ambiente aconchegante e serviços que atendam às suas necessidades.

Entre alguns dos hotéis criticados estão:
- Sofitel Rio De Janeiro em Copacabana
- Fiesta Bahia Hotel em Salvador
- Sonesta Hotel em Brasília
- Bourbon Atibaia Spa Resort em São Paulo

O texto está bem escrito e, segundo Xuxu, "bem maduro" (eu não sei o que é um texto maduro, mas pareceu ser uma coisa boa pela entonação de Xuxu). Só tem um errinho: O Bourbon Atibaia é em Atibaia e não São Paulo. Pode até ser o estado de São Paulo, mas como nos outros casos está falando das cidades, pode confundir o leitor (sou chato meeeeeesmo).

O fato é que coisas com esta me fazem pensar em abrir o blog para o Oráculo. Xuxu vive falando isso, que eu dou várias opiniões que podem ser úteis para outras pessoas, mas sempre achei que era papo de namorada (tipo mãe que fala pro filho que o desenho dele está lindo, quando na verdade está uma porcaria).

Mas ainda acho que o blog é inútil, então ele vai continuar fechado por enquanto. Antes que perguntem, sim, meu blog é fechado para pesquisas no Google. Podem procurar o que quiser, o máximo que vocês vão achar é o endereço principal. E mesmo assim, só se procurarem "esparroman".

Ah, e Quellamoureuse, eu não vivo viajando a trabalho mais. Agora é só viagem esporádica, e mesmo assim quase não durmo mais fora de casa. :)

5 de set. de 2009

O grupo da Pós

Como toda Pós-Graduação, a minha tem um trabalho final em grupo. Quem me conhece sabe que eu odeio conhecer pessoas (na verdade, odeio PESSOAS, mas tudo bem) e se eu pudesse passaria a pós inteira sem interagir com ninguém. Mas fui obrigado a entrar em um grupo para fazer este trabalho.

O problema é que até então eu não tinha conversado com NINGUÉM da sala (isso foi na 4ª aula). E todo mundo já estava com os seus grupos formados. Depois da movimentação geral, vi quais grupos ainda tinham vagas e sentei no que tinha uma mulher (que seria a pessoa organizada do grupo, hehe).

Só que em vez de ficarem 6 grupos de 5 pessoas formaram-se 6 grupos de número de pessoas variadas. Um grupo ia ter que desfazer. E como ninguém queria desfazer, o professor fez um sorteio para ver qual grupo ia para o saco. Não preciso falar que foi o meu, né?

Rapidamente olhei em volta e achei um outro grupo com mulheres. Nesse caso, 2. Uma delas, inclusive, é a única Gerente de Projetos (a GP) da sala inteira. "Me dei bem", pensei. Sentei e conheci as pessoas. TODAS eram de TI.

A primeira tarefa era definir o tema do nosso projeto. Ninguém tinha idéia nenhuma. Aí puxei um projeto dos vários que já participei na vida e falei pro pessoal. O povo gostou, mas seria MUITO difícil de implementar. E um outro cara (o Gordinho) veio com uma idéia tosca e não queria abrir mão dela. Depois acabei descobrindo que foi porque esse era um projeto da empresa dele e, conseguindo convencer a gente, faríamos o trabalho dele.

No intervalo um cara (o Falador) deu uma idéia despretenciosa de montarmos um Paintball. Todo mundo gostou da idéia e acabou virando este o nosso tema do projeto. E para conhecer (só ele tinha ido a um paintball antes), fomos jogar. O resultado vocês já conhecem.

Pois bem, era hora de por a mão na massa, afinal a primeira entrega estava perto. Dividimos tudo o que deveria ser feito (acabei pegando uma parte que eu não sabia muito) e definimos as datas pra tudo. Na semana SEGUINTE uma das meninas saiu da pós, porque começou a viajar demais a trabalho. E aí tivemos que redividir tudo. Basicamente a GP iria fazer, porque já tinha modelos para a parte da outra menina.

Só que a GP iria entrar de férias na outra semana e, sinceramente, entregou um treco muito porco. Como o Gordinho e o Falador não sabiam fazer, caiu no meu colo. Tudo bem, era coisa simples.

A minha parte era praticamente a última a ser feita, mas ninguém tinha entregue nada. Aí resolvi começar a cobrar o povo, para eu conseguir fazer a minha parte. O Falador, que deveria ter sido o primeiro a entregar, mandou qualquer coisa pra gente. Olhei e estava COMPLETAMENTE errado. Fiz uns comentários do tipo: "faz assim, isso é desse jeito, etc" e dei alguns exemplos. O cara falou que ia refazer.

Uns 3 dias depois ele me manda basicamente a mesma coisa, mas incorporando os exemplos que eu dei. Eu fiquei MUITO puto. Mas como já tinha muita coisa pra fazer o Gordinho falou que ia ajustar. Como não dava pra esperar mais, fiz a minha parte (no aeroporto de Vitória, "excrusive", enquanto esperava meu vôo - Xuxu foi 3 horas antes de mim).

Mandei a minha parte e cobrei dos caras a parte deles, porque tinha uma coisa da minha parte que realmente não dava pra eu fazer sem o resto. Cobrei, cobrei, cobrei e nada. Aí o falador manda um email falando que estava esperando o Gordinho fazer os comentários. Fiquei muito puto e respondi o cara beirando a falta de educação. Falei que quem tinha que fazer aquela porra era ele e não o Gordinho. E que o Gordinho já estava cheio de coisas para fazer, então ele deveria fazer a parte dele para desafogar o Gordinho.

O cara viu que tinha feito merda e fez a parte dele. 2 dias antes da data da entrega (lembra que era para ser a primeira coisa a ser finalizada, né?). Só que ele já entregou cobrando que eu finalizasse tudo e mandasse para a revisão deles (sim, além de tudo ainda sou o consolidador da parada). Chegou a me ligar umas 3 vezes durante o horário de trabalho pedindo pra eu mandar os trecos. Quase mandei ele tomar no toba, mas me contive e falei que faria quando desse tempo, afinal ele deveria ter entregue a parte dele antes do fim de semana, para eu poder fazer com calma. E que no trabalho eu não poderia fazer isso.

Finalizei tudo e mandei para o pessoal com algumas perguntas, que eram essenciais para fecharmos o projeto. Os dois responderam "por mim tá ok, pode enviar", mas NÃO RESPONDERAM AS PERGUNTAS! Aí mandei outro email cobrando as respostas e só na aula consegui fechar as ideias.

No dia seguinte matei as pendências e mandei para o pessoal fazer a revisão final. Falei que se não me respondessem até as 6 eu ia mandar para o professor (já era o dia da entrega). 5:30 ninguém tinha falado nada. Mandei outro email cobrando. Por sorte deles eu tive que ficar meia hora a mais no trabalho e deixei pra mandar quando estivesse indo embora, porque os dois responderam depois de 6.

Estou sentindo que vou ter muito trabalho com esse grupo...

2 de set. de 2009

Coelhadas

Eu sei que ando sumido, mas as aulas da pós-graduação estão me matando e tirando todo o meu tempo livre durante a semana (fim de semana também anda concorrido). Vamos então de fatos rápidos para atualizar todo mundo...

  • Estou devendo o Bem Vindo a Vitória. Mas nem baixar as fotos no PC eu consegui, então vai demorar um pouco;
  • A TIM me pagou o que ela falou que ia pagar. Resta saber se vão dar o desconto prometido;
  • Meu grupo da pós está me dando muita dor de cabeça. Já já vou mandar alguém tomar no cu. Mas isso é história pra outro post;
  • O Véio comprou uma geladeira nova. Ele mediu, remediu, conferiu e na hora que foi colocar a geladeira no lugar da outra....não coube. Ficou um pedaço "flutuando";
  • Peguei um resfriado/gripe que achei que fosse me matar. Mas depois de me entupir de Coristina D já estou conseguindo ficar mais de 30 minutos sem ir limpar o nariz;
  • BH está me lembrando BSB. Hoje me deu dor de cabeça por causa do tempo seco (30% de umidade);
  • Descobri que vou ter aumento. 4%. Menos que a inflação. E só porque é acordo sindical. Mas é melhor que nada;
  • Semana que vem devo ir pro Rio matar a saudade da confeitaria colombo. Só espero que não me coloquem no vôo de 6 da madrugada;
  • Saiu um projeto bacana pra minha empresa de programação para PDA. Me candidatei a liderar o projeto assim que fiquei sabendo, mas já tinham prometido pra outra pessoa. Meu olho grande foi tanto que o cliente adiou o início (sem data ainda). Vou tentar pegar ele quando retomarem, hehe;
  • Levei uma comida do meu chefe semana passada. Foi de leve, mas foi a primeira desde que entrei na empresa (aguardem um "esparroman em ação");
  • Aliás, sexta faz um ano que larguei a consultoria. Parece que foi ontem;
  • Há uns 2 ou 3 meses resolvi aderir ao plano de saúde da empresa. Entrei por causa do plano odontológico. Hoje, finalmente, chegou a carteirinha...do plano médico. O plano dental só mês que vem. Imagina o quanto estou feliz;
  • Deve ter mais coisa pra falar, mas como tenho que terminar a primeira entrega da pós, fica pra próxima....

24 de ago. de 2009

TIM maledeta

Quando eu achei que meus problemas com a TIM tinha terminado recebi a minha conta deste mes. Como tenho problemas com eles ha mais de um ano, eles resolveram o problema todo e, pra compensar, me deram uma promocao de 600 minutos de ligacoes de tim para tim.

Conhecendo a Tim, sabia que teria problemas, mas fiquei esperando a conta chegar. Chegou, e obviamente estava com problema. Aguardei a data do pagamento e entrei no site da anatel para reclamar.

Reclamei e fiquei esperando a ligacao deles, ja sabendo que teria problemas e que teria que brigar com eles. Ate que sexta da retrasada me ligaram. E foi mais ou menos assim:

- Senhor, verificamos que a sua reclamacao esta correta, amos depositar o valor na sua conta em dobro.

Eu fiquei sem acreditar que seria assim, tao facil. Teria que dar merda. E deu. Passaram os 7 dias uteis e nao depositaram o valor na minha conta.

Como ja esperava, nao fiquei surpreso. Mas fiquei puto. E com a certeza de que vai dar muita briga ainda...

[UPDATE] Me ligaram ontem falando que não poderiam devolver em dobro, por eu não ter feito o pagamento (óbvio, dado que a fatura veio zerada), blábláblá. Mas para manter a boa relação comigo, me ofereceram um desconto de 50 ronaldos na próxima fatura. Como nem a ANATEL fica do meu lado nestas situações (porque são burros), acabei aceitando a oferta.[/UPDATE]

22 de ago. de 2009

Mais uma especie extinta

Por ser metade paulista e metade carioca (mas ter nascido em minas e ser mineiro com orgulho), nunca tive a oportunidade de ir ao Espirito Santo. Eu ate me gabava por ser "o unico mineiro que nao conhece o ES". Mas anteontem, dia 20/08/2009, isso mudou.

Sim, eu estou em Vitoria. Nao existem mais mineiros que nao conhecem o ES. Vim com Xuxu, que esta participando do Blogcamp ES.

Aproveitando que existe um escritorio da minha empresa em Vix, vim na quinta a noite e trabalhei na sexta no escritorio. Ate voltei de onibus (cabulosamente lotado) pra casa do tio de Xuxu, passando por um terminal e tudo mais.

Hoje estou no campus da UFES, acompanhando Xuxu, mas amanha turistarei e, em breve, farei um "bem vindo".

Mas fiquem tranquilos, ainda existe um mineiro que nao conhece Guarapari (e espero continuar assim por bastante tempo.

19 de ago. de 2009

Então... quer dizer... né?

Dia desses aí pra trás, na aula da pós, um cara começa a discursra sobre alguma coisa do RH da empresa dele. Até que ele começa e se embolar no meio de uma opinião e solta um...

- Então... quer dizer... né?

juro que fiquei tentando entender, mas não consegui...

18 de ago. de 2009

TAM Maledeta

Semana passada resolvi pegar umas passagens utilizando as milhas que tenho na TAM. Xuxu vai pra Vitória e ia aproveitar para conhecer o Espírito Santo (Amém). Da primeira vez que tentei resgatar passagens utilizando milhas não consegui por falta de uma senha mágica. desta vez, já tinha a senha e então não teria dificuldades.

Entrei no site, escolhi os vôos (que eram de 3 mil pontos, lógico), cliquei em continuar. Pediu a senha, coloquei todo orgulhoso e...deu pau. falou que a senha estava bloqueada. Puto, catei o telefone e liguei para o site já puto da vida, pronto para xingar todo mundo. Mas para a minha surpresa consegui desbloquear sem ter que xingar ninguém.

Entrei no site novamente, passei por todos os passos, digitei a senha (funcionou de primeira!), coloquei o cartão e...deu pau. O site caiu. Entrei novamente no site e vi que tinham descontado os pontos do meu fidelidade. Como não recebi uma confirmação da compra, não sabia se tinha rolado ou não (apesar o e-ticket estar disponível no site).

Liguei pra lá e desta vez foi pra conversar com alguém. Liguei, expliquei e o cara falou que não tinha sido realizada a compra. Ainda bem que liguei, imagina se despenco no aeroporto e não consigo voar?

Depois de muito tempo o cara restitiu meus pontos, cancelou tudo e falou que ia me passar para uma outra pessoa para realizar a compra novamente. A nova atendente confirmou tudo e falou que iria realizar a compra. UMA HORA DEPOIS a mulher falou que estava tudo OK e eu recebi um email de confirmação. tudo porque o site da TAM é uma bosta.

No total, foui mais de UMA HORA E MEIA para comprar DUAS passagens. Fiquei muito puto e pensei seriamente em reclamar com alguém, mas sei que reclamar na ANAC é gastar tempo atoa. Afinal, ninguém consegue nada nesse país reclamando lá...

17 de ago. de 2009

Google Wave

Eu tô seco pra ganhar uma conta do Google Wave. Desde que vi o video de exibição tenho sonhado em ter uma conta e ver os caracteres pularem na minha tela na medida que alguém escreve o email. Minha expectativa é tão grande que acho que o google wave vai acabar com a fome do mundo.

Mas enquanto não ganho uma conta, pedi para usar a conta de um amigo que ganhou acesso ao sandbox. Só pra matar a curiosidade. E, sendo muito sincero, tá MUITO longe de ficar pronto. A menos que a versão do site não reflita a versão beta a ser lançada no final de setembro (o que acredito muito, pelo que vou dizer abaixo).

Pra começar, a tal conta que tive acesso não tinha NINGUÉM de contato. Nem uma viva alma. Até tentei testar com a minha conta do PyGoWave, mas não rolou (não sei de que lado estava o problema). Isso dificultou bastante os testes, mas mesmo assim fiquei fuçando.

Achei meio complicado de usar. Demorou até pegar o jeito e achar onde estavam as coisas (por exemplo como colocar os gadgets). Mas depois de um tempo até consegui usar melhor. Até arrumei um robô pra conseguir manter uma conversa e testar melhor a aplicação! Mas vamos lá...

A versão de desenvolvedor está bem crua e ainda tem muitas funcionalidades "desabilitadas" (algumas até com hints de "ainda não implementado"). Mas uma coisa que eu acho que já é no formato final e que não gostei nem um pouco foi a forma de visualização. Este formato meio "Outlook" de pastas e contatos na esquerda, lista de waves no meio e wave selecionado na direita é muito ruim. Perde-se muito espaço e o wave aberto fica meio espremido (o que pode atrapalhar a visualização de gadgets, por exemplo). Dá uma olhada...


Até dá pra maximizar o wave, mas aí é muito clique, porque para cada wave você precisa abrir o wave, clicar para maximizar, clicar em minimizar, selecionar o próximo wave, clicar em maximizar... Bem chatinho. Podia ter algum tipo de configuração para mudar os "módulos" de lugar e deixar, quem sabe, a lista de waves em cima e o wave aberto em baixo, sei lá.

Os tamanhos dos módulos são configuráveis (basta clicar e arrastar), mas se você dá um refresh volta tudo pro tamanho padrão. Talvez melhore na versão final, mas acho pouco provável. Consegui até melhorar a usabilidade, minimizando o painel dos waves (que vai parar na parte superior) e clicando uma única vez para abrir o painel. Dificulta ver quando chega um wave novo, mas é melhor que nada. olha só como fica:


Uma outra coisa que senti falta foi dos labels (aqui chamados de folders) não aparecerem nos waves. Na verdade, parece que eles involuiram e fizeram com que funcionem como pastas e não como labels: um wave só pode estar em uma pasta de cada vez e o inbox é uma dessas pastas. Péssima escolha. Isso TEM que mudar para a versão final, senão muita gente vai reclamar.

[Update] Acabei descobrindo que quando você clica em all os labels aparecem nos waves. Ou quando você coloca um wave num folder e depois edita-o (que faz com que ele volte a aparecer no inbox e COM o indicativo do label). O problema é "só" poderem estar em uma pasta por vez [/Update].

Brincando um pouco mais com o bagulho, testei algumas das funcionalidades mostradas no video deapresentação. Para tal, criei uma wave com 2 robôs: Eliza e o Rosahmbo. O primeiro é uma mulher que "conversa" com você, sempre respondendo uma mensagem mandada por você. O segundo é um robô que joga pedra-papel e tesoura. Na imagem de cima dá pra ver que testei a conversa privada. Repara que a Eliza intrometida não responde quando converso em modo privado com o rosambo (clica na imagem que aumenta).

Na imagem a seguir dá pra ver a conversa fluindo com vários níveis. Uma coisa que achei legal é que dá pra esconder "filhos" de uma mensagem (repara que tem um balão com um "-" nas mensagens que tem "filhos" e na última delas está com um "+"). Ainda não achei utilidade, mas achei legal.


Os robôs não são gente e não dá pra ver os caracteres aparecerem um por um na tela. Mas dá pra testar (principalmente com a Eliza) o modo de conversação. Como "email", é bem simples (apesar de as vezes você acaber respondendo em nível diferente sem querer). Só achei meio chato porque você tem que clicar em cada mensagem que leu para marcar como lida. Podia ser como no Google reader, que basta dar scroll que ele vai marcando como lida automaticamente.

E abrir o wave e fechar não marca como lido, realmente tem que clicar em um por um para o número de mensagens não lidas sumir. Aliás, este é um dos itens que me faz pensar que a versão de desenvolvedor é diferente da versão apresentada: na lista de waves não há uma diferença de cor entre mensagens lidas e não lidas (tipo: fundo branco para não lidas e fundo cinza para lidas). No video há esta diferença e ela é citada pelo Lars.

Como instant messenger, achei meio ruim. Bater o dedo no enter cria uma nova linha e não manda a mensagem para a outra pessoa. Isso é péssimo, porque você tem que catar o mouse, deslocar para o botão send e clicar. MUITO chato e pouco usual. Lembra as primeiras versões do MSN (ou ICQ, nem lembro mais). Mas não sei como resolveriam isso, porque para implementar o enter como enviador impediriam waves com mais de um parágrafo.

A última coisa que testei foi o anexo de arquivos. Taquei um documento de cada tipo no wave e duas coisas me impressionaram: imagens e pdfs aparecem com uma miniatura (arquivos do office não) e o fato de não reconhecer xls e ppt (docs são identificados como arquivo de word). E uma coisa legal é que dá pra colocar legendas em todos os anexos e não só em imagens. Olha só:


Uma outra coisa que descobri (e que não gostei) é que todo e qualquer anexo é incluído no final do wave sendo escrito. E para quem se propõe a ser o substituto do GDocs, isso é um problema sério. Imagina se você está escrevendo um texto gigante e descobre que tem que colocar uma foto láááááá no começo. Como faz? Eu tentei de tudo: selecionar, copiar e colar, clicar e arrastar, nada funcionou. Maaaaaaas quando cliquei sem querer, descobri duas coisas legais: tem como aumentar a imagem para ela virar parte do texto (e não apenas uma miniatura) e tem um slideshow. Olha só como fica:


Curiosamente os gadgets podem ser colocados em qualquer lugar do wave sendo editado. Vai entender...

Resumo da história: gostei de algumas coisas que vi, mas ainda tem MUITO a melhorar. Mas uma coisa que vem me "encafifando" é: por que eles estão gastando tantos esforços em melhorar o Gmail (todo dia tem coisa nova - e coisa muito boas) se a idéia deles é substitui-lo pelo wave (pelo menos é o que eu imagino). Será que não valeria mais a pena focar no desenvolvimento de integração com os outros serviços google? Tipo o que o Gmail está fazendo, com opção de colocar Gadgets do GDocs e GCal e unificar as coisas.

Se o Google realmente espera que os desenvolvedores façam coisas realmente úteis para o wave (como intergração com e-mail, planilhas, ppts, etc), pode tirar o cavalinho da chuva. Acho que isso não vai sair tão cedo. E a falta desses itens vai fazer com que o povão não entre nessa onda (hã, hã, sacou o trocadilho?).

Se bem que do Google não dá pra duvidar de nada. A versão que será lançada em setembro pode (e deve) ser bem diferente do que tem hoje e do que mostraram em maio...

14 de ago. de 2009

Recado para o banco

Fim de semana desses aí pra trás fui com Xuxu ao banco. Enquanto esperava ela pagar contas, fiquei vagando pelo lugar, em busca de algo para em entreter. Quando parei ao lado da bancada onde ficam os envelopes de depósito, vi isso aí embaixo (crica pra ampliar):


Pelo que eu entendi, o cara queria um envelope para fazer o depósito. Foi no atendimento automático, enfiou um envelope vazio (sabe-se lá pra que) e depois, quando viu que tinha feito caquinha, escreveu um recado no comprovante de depósito pedindo desculpas e explicando que fez coisa errada e deixou EM CIMA DA BANCADA.

A atitude foi louvável, mas será que o cara realmente acredita que alguém vai ler o bilhete? Mais: será que ele acredita que ninguém vai ser espírito de porco o suficiente para avacalhar o bilhete ou até mesmo jogar fora?

E algo que acabou de ocorrer: será que alguém achou o comprovante no chão e fez isso de sacanagem, para que trouxas como eu apontassem, rissem, tirassem fotos e postassem no blog?

Nunca saberemos a resposta...

13 de ago. de 2009

A sala do cliente

Da série "Local de Trabalho", uma das fotos que estava devendo: a sala do cliente aqui em BH. Lembra bastante os tempos de consultoria, né?


Não dá pra ver (só percebi agora), mas no teto tem aqueles aparelhos de ar-condicionado bacanudos. Só que ele está estragado e bate sol a tarde inteira na sala. Junte a isso umas 8 pessoas dentro da sala (em dias de movimento) e dá pra ter uma ideia do quanto é agradável, né?

Ah, e atrás de onde eu estava tem uns armários para guardarmos nossas tralhas.

12 de ago. de 2009

Esparroman RECOMENDA: Paintball

Como eu disse uns dias pra trás, o meu grupo da pós decidiu que o nosso projeto final seria montar um paintball. E como só uma pessoas das 5 do grupo já havia jogado, decidimos que era necessário marcar uma partida para todos ficarem familiarizados. E assim foi feito.

Escolhemos um lugar relativamente simples e barato, só para o pessoal acostumar com o jogo. O lugar, com infra-estrutura quase zero, é basicamente uma quadra de futebol transformada em lugar para paintball.

Eles pegaram um terreno, colocaram um carpete, construíram umas 6 barreiras, adicionaram uns anteparos infláveis e abriram o negócio. Basicamente o que a gente está pensando em fazer, hehe. Não é tão divertido quanto os lugares com mata (segundo o cara que conhece), mas eu já achei MUITO divertido.

As armas são simples e não pesam muito, mas o equipamento de proteção (necessário, diga-se de passagem) incomoda bastante. Ainda mais em um dia quente como o que nós fomos jogar. Eu saí de lá ensopado de suor. Mas valeu a pena.

O jogo é bastante corrido, mas do jeito que eles jogam lá, pára-se muito e ninguém sai do lugar. Não é do tipo "rouba-bandeira", em que você tem que trazer a bandeira do outro time para o seu castelo. É do tipo "guerra de favela", em que tem é que matar todo mundo. E aí pouca gente sai de trás dos escudos e fica uma troca de tiros de longe.

Ainda assim é legal. A adrenalina, o medo de tomar um tiro (afinal, dói pra cacete), a rivalidade (eu e Xuxu fomos de times diferentes) fazem com que você entre no espírito de guerra e alguma estratégia seja criada.

No fim das contas, meu time ganhou de 3 x 1. Mas eu tive que aguentar Xuxu falando na minha orelha que me deu um tiro na cara. Mas tudo bem, ela é aleticana e está acostumada a se contentar com pouco, hehe.

No final deste mês vamos no outro paintball, com melhor infra e no meio da mata. Mas ter ido neste mais simples já me fez recomendar muito o jogo.

Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).

11 de ago. de 2009

Vergonha alheia

Outro dia, quando fui com Xuxu ao Big Shopping, vimos um lugar lá dentro cheio de gente em volta. Chegando mais perto, conseguimos descobrir o que era:


Eu não consigo imaginar que tem gente que paga para fazer isso. Pior: ainda tinha fila do lado de fora para "brincar". E toda a diversão está em tentar ficar em pé, não conseguir e cair ridiculamente. Ou ficar engatinhando dentro da bola se sentindo hamsters de laboratório...

10 de ago. de 2009

Animadas

Semana passada, 5:25 da madrugada. Eu espero na porta do meu prédio pelo carro que vai me buscar para ir ao aeroporto quando vejo duas pessoas subindo a minha rua (uma BELA ladeira). Quando chegam mais perto, vejo isso:


Sim, elas estavam indo caminhar. Isso que eu chamo de ânimo.

9 de ago. de 2009

Esparroman NÃO Recomenda: Grande Minas

Quando o Véio estava olhando o substituto do Esparromóvel a única concessionária que manteria o preço mesmo se o IPI aumentasse foi a Grande Minas. A empresa, no entanto, só faturaria o carro no dia 20 de julho, quase um mês depois da data da compra. Eu imaginei que fosse por falta no estoque, mas depois descobri que não.

No dia 20, conforme combinado, o Véio foi até a loja e perguntou para a mulher se o carro já estava na loja e quando poderia ser entregue. A mulher NÃO SABIA se o carro tinha chegado e teve que PROCURAR NO ESTOQUE. Ou seja: o carro já estava lá há um bom tempo.

A mulher então disse que precisaria de uns 2 dias para finalizar os tramites legais e deixar o carro pronto para uso. E para acelerar a entrega, queria marcar uma data e hora para entrega. Como foi a semana que fui ao Rio 2 dias, começaram as minhas aulas e tinha entrega de produtos no trampo, o Véio pediu para que fosse agendado para sábado. Só que eles não entregam carro no sábado.

Este foi o primeiro ponto a reclamar: você, um cara atarefado, que trabalha pra caralho, pode comprar o carro no sábado (e no domingo). Mas tem que matar serviço para ir buscar. Um absurdo e falta de respeito com o cliente. Afinal, isso eles não avisam na hora de vender o carro.

Como o carro já estava pago e não tinha outro jeito, marcamos para a segunda da semana seguinte, no primeiro horário após o almoço (14:00), para que eu não almoçasse para poder pegar o carro.

Chegando lá, vi o carro parado no local de entrega, com um laço gigante em cima. Sabia que era aquele carro porque já haviam informado a placa. Mas vi que tinha coisa errada: tinham prometido frisos laterais, tapete e peito de aço. De cara vi que estava sem o friso e sem tapete (não tinha como ver se estava com o peito de aço, a menos que sujasse a roupa).

Chegamos um pouco antes do combinado (uns 10 minutos antes) e ficamos esperando. Lá pra 14:05 a atendente chegou. Pediu desculpa pelo atraso, que estava entregando um carro usado. De cara o Véio falou: "tá sem o friso". A mulher falou que era assim mesmo, que colocava na hora. Estranho, mas tudo bem. Aí ela avisou um cara lá e levaram o carro para colocar o friso.

A outra mulher, que receberia o carro antigo (que entrou como moeda de troca), não chegava nem fudendo. E sem entregar o carro antigo não tinha como pegar o novo, o que causou um atraso em cascata. Enquanto isso ficamos na mesa da atendente. E ela foi fazendo as coisas dela. Ligou para num sei quem da manutenção, na nossa frente, e começou a dar esporro no cara.

Pelo que entendi, eles venderam um carro usado todo cheio de problemas. O freio de mão não estava freiando, o banco não estava regulando a altura, entre outras coisas que não lembro. E, palavras da mulher, "a mulher acabou de sair com o carro e já vai ter que voltar para trazer na oficina. Assim não dá, né?". Já senti um calafrio.

Lá pras 14:15 a mulher que recebe o carro usado chegou e, depois de MUITA espera, fomos atendidos. Carro entregue, iríamos pegar o novo. E nada do cara da entrega chegar. espera, espera, espera e 14:45 o cara chega. Vai entregar o carro (já com frisos e tapetes) e, antes de qualquer coisa perguntei: "tá com peito de aço? Porque estava sem o friso".

O cara foi com uma confiança absurda: "tá sim. Abre o capô pra ver.". Abrí e...não estava. ÓBVIO que não estava. Se não colocaram o friso, por que colocariam o peito de aço? Na hora comecei a reclamar "porra, pra que que marca a hora de entrega? O carro ficou aqui UMA SEMANA e quando chego não tem nada pronto! Estou matando serviço para pegar o carro e ninguém cumpre o horário MARCADO POR VOCÊS!".

A mulher que vendeu o carro ficou muito sem graça e o Véio, que já tinha respondido uma pesquisa de satisfação pediu para refazer. Foi lá na mesa dela e começou a fazer escândalo, para todo mundo ouvir. Enquanto isso o cara foi levar o carro para colocar o peito de aço. E eu fui junto.

Enquanto eles colocavam o aparato (que não demora nem 10 minutos, mas somando todos os atrasos foi um tempo enorme) comecei a ver se o carro estava ok. E vi que estava todo cheio daquelas "gosmas" que colocam na fábrica para proteger a pintura. E aí reclamei: "vocês estão entregando o carro bem sujo, hein?".

O cara tentou dar aquele migué, falando que era para proteger o carro e que era difícil de sair, que o produto para tirar custava 450 reais e eu falei: "o problema não é meu. Vocês venderam o carro sabendo que precisava fazer a limpeza, deviam colocar no preço. Péssimo o atendimento de vocês".

Voltamos para buscar o Véio e ele ainda estava brigando com o pessoal (e olha que o Véio é muito banana e não briga nem com a NET, que é pelo telefone). O cara entregou o carro e falou "então beleza.". A vendedora é que foi perguntando: "mostrou o step? mostrou os comandos do carro? mostrou o extintor?". Tipo que o cara jogou o carro pra gente.

Saí de lá 15:45 MUITO puto e com a certeza de NUNCA MAIS pisar na concessionária. E recomendo que vocês façam o mesmo.

Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).

6 de ago. de 2009

Esparromóvel Jr

O esparromóvel era um carro muito confiável. Apesar de eu usar pouco, nunca deu problemas e a manutenção era a normal de um carro: troca de oleo, aperto de parafusos, etc. No entanto este ano ele começou a dar muita despesa (em parte por conta de um mecânico FDP ladrão).

Fato é que eu estava pensando em trocar, mas o sonho da casa própria falava mais alto e desisti da idéia. Aí vi que os pneus da frente estavam quase carecas e que teria que trocar em breve. Comentei com o Véio e ele falou que eu naõ trocasse, que fizesse rodízio. Fiz e esqueci do assunto.

Eis que mês passado, do nada, ocorre o seguinte diálogo:

- Vou trocar seu carro - disse o véio.
- Hein?
- É, vou aproveitar o IPI baixo. Já olhei tudo, segunda vou lá fechar o negócio.
- ???? (ainda sem acreditar)
- Só que só chega mês que vem.
- Tá bom.

E semana passada ele chegou:


Basicamente é o mesmo carro, da mesma cor, mas modelo novo (e zero km). Não pude escolher nada, só se queria insulfilm ou não (que eu teria que pagar, logo não quis, lógico).

O esparromóvel foi utilizado como moeda de troca e ficou na concessionária. Mas parte dele sempre estará junto de mim. É que a lanterna quebrada de quando atropelei uma árvore continua aqui em casa. Essa aí embaixo:


Ah, na hora de pegar o carro deu uma merda, mas isso é história pra outro post (um merecidíssimo "Esparroman NÃO Recomenda").

5 de ago. de 2009

Sofitel Rio de Janeiro (Rio de Janeiro, RJ)

Nesta ida para o Rio o cliente pediu que eu ficasse 2 dias. Como era ele que estava pagando, resolvi ficar no hotel ao invés de ser na casa de alguém da família. E foi a melhor coisa que fiz.

Me colocaram no Sofitel Rio de Janeiro, um hotel cabulosamente luxuoso e, sem dúvida nenhuma, o mais sinistro que eu já fiquei. Apesar de o quarto não ser o melhor do mundo, é bastante luxuoso e o hotel tem muitos mimos para os clientes. Dá uma olhada no quarto:


A cama era absurdamente confortável


LCD de 23" (com imagem meio ruim)



O banheiro era meio pequeno, mas tinha uma banheira muito da bacana e um chuveiro excelente. Está entre os Top 3 melhores chuveiros do mundo.


Eu queria pegar tudo o que tinha no banheiro, alí no canto esquerdo. Fiquei com medo de ser pago e peguei o que achei que fosse mais caro (um jogo de agulhas e linhas com botões de camisa para emergências - ótimo para viajantes)



O hotel é muito silencioso, apesar de ficar na avenida atlântica (cof cof "pobre" cof cof) e é meio labiríntico. O meu quarto, óbvio, era o mais escondido de todos. Mas olha só o que tem no caminho entre elevadores e o quarto:









No primeiro andar, onde fica a piscina, a academia, o restaurante (que a recepcionista fala 4 linguas - que eu vi, podem ser mais) e a lojinha (cof cof H Stern cof cof) ainda dá vista para a praia de copa cabana (com direito a pão de açúcar) e ao forte, que fica bem em frente ao hotel:













A diária, que tem desconto para a empresa cliente, foi a bagatela de 480 ronaldos. Imagina o quanto deve ser sem desconto... Só a internet era 30 reais...

Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).