Hoje, depois de quase dois meses, tive o prazer de usar os meus limpadores de para-brisa. Não que eu não quisesse utilizá-los, mas é que eles estavam acabados. O do vidro traseiro deve ter quase um ano que estava sem a borrachinha da palheta. Os dianteiros estavam podres há menos tempo, mas não estavam utilizáveis.
E isso é um problema sério, porque como meu carro fica parado durante a semana, a quantidade de poeira que fica no vidro é inacreditável. E eu não podia jogar uma água nele, senão o limpador ia arranhá-lo.
No sábado o Véio foi trocar as palhetas para mim, já que eu estava trabalhando. Claro que eu que paguei. E fiquei R$ 68,00 mais pobre. O mais absurdo é que a palheta do vidro traseiro é quase o mesmo preço das duas palhetas dianteiras somadas (R$ 30,00 contra R$ 38,00).
Por conta disso, ontem quando começou a chover, fiquei até feliz. Primeiro porque adoro dirigir na chuva e segundo porque poderia "gastar" as palhetas. Só que entre começar a chover e eu pegar o meu carro para voltar para casa demorou um tempo. Tempo o suficiente para todas as folhas da árvore cairem no meu carro e ele ficar todo amarelo (eram aquelas folhinhas de meio centímetro).
Na hora que liguei o limpador, ficou um bolo de folhas no canto do meu vidro. Voltei para casa com o limpador ligado, mesmo que não precisasse, só para fazer o treco funcionar. Para falar a verdade, a coisa que eu mais odeio é limpador de para brisa (parece paradoxo, gostar de dirigir na chuva e não gostar de limpador de para brisa). Tanto que normalmente evito ao máximo usar essa porcaria.
Mas hoje tive que ver as palhetas "varrendo" a água do meu vidro...
24 de set. de 2006
Vida de Consultor é Isso
Não adianta, se você acha que está na merda, fique tranquilo que sempre vai ter gente pior que você. O Primo que o diga...
Pelo jeito, Windcurve City é pior que a Megalópole...
A diferença é que ele deve ganhar pelos dois dias que passa lá por semana o que eu ganho por mês...
Pelo jeito, Windcurve City é pior que a Megalópole...
A diferença é que ele deve ganhar pelos dois dias que passa lá por semana o que eu ganho por mês...
Churrasquinho Bacana
Ontem a tarde eu fui a um churrasco dos amigos da Consultora. Já conhecia os donos da casa (tinha visto uma vez, para ser mais exato), mas não o suficiente para aparecer na cara dura.
De qualquer forma, como a Consultora chamou (mesmo que só por educação), fui lá. Ia ficar até umas 8, uandi iria para o aniversário da Professora. No fim das contas, saí de lá 2:30 da matina...
A casa é bem legal e o povo também é muito gente boa. Lá para umas 7 o pessoal foi embora e a Advogada Maluca chegou. Ficamos lá conversando e como bateu a fome, resolvemos fazer uns pães de queijo que a Advogada Maluca tinha levado.
E nessa hora aconteceu algo inesplicável. Os pães de queijo estavam no fogão de lenha e começaram a "pular" e ficarem grudados no teto do forno. Algo realmente fantástico. Se algum dia tiver a foto que tiramos, eu coloco aqui.
Lá para umas 10 saímos para comprar cerveja e passamos na casa nova da Advogada Maluca, para ela pegar um vinho. É algo fora do comum. MUITO grande. Mas diz que a rua dela é meio perigosa...
No vim, já estava meio cheio de cerveja (principalmente de beber cerveja com gelo, algo que nunca tinha feito) e comecei a beber coca cola. E acho que foi isso que me impediu de ter ressacas hoje. Acordei muito de boa!
Ah, e combinei com a Advogada Maluca que vou vicar sem beber o tempo que ela vai ter que ficar sem fumar, por causa da operação de turbinada dela. Eu e minha boca gigantesca...
De qualquer forma, como a Consultora chamou (mesmo que só por educação), fui lá. Ia ficar até umas 8, uandi iria para o aniversário da Professora. No fim das contas, saí de lá 2:30 da matina...
A casa é bem legal e o povo também é muito gente boa. Lá para umas 7 o pessoal foi embora e a Advogada Maluca chegou. Ficamos lá conversando e como bateu a fome, resolvemos fazer uns pães de queijo que a Advogada Maluca tinha levado.
E nessa hora aconteceu algo inesplicável. Os pães de queijo estavam no fogão de lenha e começaram a "pular" e ficarem grudados no teto do forno. Algo realmente fantástico. Se algum dia tiver a foto que tiramos, eu coloco aqui.
Lá para umas 10 saímos para comprar cerveja e passamos na casa nova da Advogada Maluca, para ela pegar um vinho. É algo fora do comum. MUITO grande. Mas diz que a rua dela é meio perigosa...
No vim, já estava meio cheio de cerveja (principalmente de beber cerveja com gelo, algo que nunca tinha feito) e comecei a beber coca cola. E acho que foi isso que me impediu de ter ressacas hoje. Acordei muito de boa!
Ah, e combinei com a Advogada Maluca que vou vicar sem beber o tempo que ela vai ter que ficar sem fumar, por causa da operação de turbinada dela. Eu e minha boca gigantesca...
23 de set. de 2006
Levando Trabalhalho para Casa
Ontem eu fiquei o dia inteiro fazendo a mesma coisa que na quinta: vendo o vídeo da câmera fixa da gravação de quarta e anotando o que estava acontecendo e o tempo gasto com cada tarefa. Só que ao contrário da câmera móvel esta estava pegando 4 colaboradores e tinha mais um monte de bicão na área. Resultado: muito mais trabalho.
Esta fita ainda tinha uma hora e meia de duração, contra os 50 minutos do video de quinta. E a gravação estava mais "longe" dificultado ver o que diabos as pessoas estavam fazendo e onde estão indo.
Lá fui eu para a sala de video conferência da empresa, ligo o vídeo e não funciona. Ótimo. Chamo a menina responsável para me ajudar (vê lá se eu vou mexer naquele equipamento que vale mais que meu carro). Ela faz exatamente as mesmas coisas que eu tinha feito (tentar trocar de Video 1 para Videos 2 e 3). Depois fuçou nos cabos lá, mas sem saber muito bem o que estava fazendo.
Ela já estava desistindo e indo chamar o responsável quando eu pedi para olhar melhor. Se podia mexer nos cabos assim, conferir a ligação não custava muito. Realmente estava tudo ligado errado. arrumei e funcionou. Nisso quase uma hora foi embora e já eram umas 9:30.
Comecei a ver a fita, anotar as tarefas e tempo, indo e voltando a fita, mas tendo uma dificuldade incrível de distiguir um equipamento do outro. Lá para as 11:30 descubro que estava fazendo tudo errado. Eram 6 máquinas e estava contando errado. Tive que começar do zero.
Comecei novamente e 13:20 estava no minuto 15 (de um total de 90). "Fantástico", pensei. E saí correndo para almoçar antes que o bandeco fechasse. Desmontei tudo e saí correndo para comer.
Engoli a comida e quando estava saíndo para buscar os equipamentos começa a cair um dilúvio. Não tinha a menor condição de eu sair naquela chuva com notebook e câmera de video. Por sorte, o lugar onde deixo o meu material tem uma sala de reuniões com TV.
Pedi para usar a sala e a mulher falou que não tinha problema. Só que não tinha video. Pensei em ligar a câmera direto na TV, mas o controle da TV não funcionava e não tinha como colocar em "Video".
Aí lembrei que lá tinha um data show. Pedi emprestado, liguei e comecei a ver o video novamente. Só que estava novamente perdido. Já não sabia qual equipamento era qual. Como estava projetando em um quadro branco, comecei a desenhar e anotar o que era o que. Tá certo que gastei uma hora fazendo isso (tive que começar a fita do zero), mas valeu a pena.
Depois disso ficou tudo mais fácil. Em duas horas consegui ver até o minuto 40. Mas tive que sair correndo para pegar o balaio de volta para BH. O resto dos 50 minutos faltantes eu vou assitir aqui em casa, para naõ queimar o filme com o N3 Gente Boa.
Só que vai ser na miinha TV 14". Vai ser foda ver o que está acontecendo, mas vamos lá... E vou ter que terminar rápido, pois hoje tenho eventos a tarde/noite (se o povo não me der bolo).
Ah, e ontem descobri que a minha mochila de acampar e carregar notebook é a prova d'água! Minha mala também. Mas minha roupa não...
Esta fita ainda tinha uma hora e meia de duração, contra os 50 minutos do video de quinta. E a gravação estava mais "longe" dificultado ver o que diabos as pessoas estavam fazendo e onde estão indo.
Lá fui eu para a sala de video conferência da empresa, ligo o vídeo e não funciona. Ótimo. Chamo a menina responsável para me ajudar (vê lá se eu vou mexer naquele equipamento que vale mais que meu carro). Ela faz exatamente as mesmas coisas que eu tinha feito (tentar trocar de Video 1 para Videos 2 e 3). Depois fuçou nos cabos lá, mas sem saber muito bem o que estava fazendo.
Ela já estava desistindo e indo chamar o responsável quando eu pedi para olhar melhor. Se podia mexer nos cabos assim, conferir a ligação não custava muito. Realmente estava tudo ligado errado. arrumei e funcionou. Nisso quase uma hora foi embora e já eram umas 9:30.
Comecei a ver a fita, anotar as tarefas e tempo, indo e voltando a fita, mas tendo uma dificuldade incrível de distiguir um equipamento do outro. Lá para as 11:30 descubro que estava fazendo tudo errado. Eram 6 máquinas e estava contando errado. Tive que começar do zero.
Comecei novamente e 13:20 estava no minuto 15 (de um total de 90). "Fantástico", pensei. E saí correndo para almoçar antes que o bandeco fechasse. Desmontei tudo e saí correndo para comer.
Engoli a comida e quando estava saíndo para buscar os equipamentos começa a cair um dilúvio. Não tinha a menor condição de eu sair naquela chuva com notebook e câmera de video. Por sorte, o lugar onde deixo o meu material tem uma sala de reuniões com TV.
Pedi para usar a sala e a mulher falou que não tinha problema. Só que não tinha video. Pensei em ligar a câmera direto na TV, mas o controle da TV não funcionava e não tinha como colocar em "Video".
Aí lembrei que lá tinha um data show. Pedi emprestado, liguei e comecei a ver o video novamente. Só que estava novamente perdido. Já não sabia qual equipamento era qual. Como estava projetando em um quadro branco, comecei a desenhar e anotar o que era o que. Tá certo que gastei uma hora fazendo isso (tive que começar a fita do zero), mas valeu a pena.
Depois disso ficou tudo mais fácil. Em duas horas consegui ver até o minuto 40. Mas tive que sair correndo para pegar o balaio de volta para BH. O resto dos 50 minutos faltantes eu vou assitir aqui em casa, para naõ queimar o filme com o N3 Gente Boa.
Só que vai ser na miinha TV 14". Vai ser foda ver o que está acontecendo, mas vamos lá... E vou ter que terminar rápido, pois hoje tenho eventos a tarde/noite (se o povo não me der bolo).
Ah, e ontem descobri que a minha mochila de acampar e carregar notebook é a prova d'água! Minha mala também. Mas minha roupa não...
22 de set. de 2006
Botina Assassina
Já deve ter mais ou menos um mês que eu tenho a botina que uso para trabalhar. Na primeira semana foi foda. Ela estava nova e toda "dura" e cortou o meu calcanhar perto do tendão de aquiles. cada vez que eu tinha que usar era um suplício. E como dois dias não são suficientes para "regenerar" o buraco feito nesta época, até hoje ele está tentando fechar.
Como eu sou um pouco esperto, estou colocando esparadrapo nos lugares onde ela pega. Só que isso atrapalha na regeneração. Mas se eu não fizer isso, aí abre novamente. Até aí, tudo bem, porque algum dia ele fecha.
O problema é que começou a aparecer um novo "efeito" do uso das botinas: as bolhas. Na verdade, não é nem bolha, porque não dói e nem tem líquido dentro. É mais um "descolamento de pele". A pele descola, sai e tem outra por baixo, já pronta para o uso, como se fossse uma cobra.
Inicialmente isto estava acontecendo com o meu dedão esquerdo. No dedão eu até entendi, porque ele fica roçando na biqueira de aço. E a cada duas semanas ele troca de pele. Como não dói (só não é muito bonito), não liguei.
Só que ontem a noite, estava eu deitado na cama após o banho (aliás, antes que eu esqueça: dividir quarto é osso) quando senti alguma coisa no meu calcanhar do pé esquerdo. Comecei a coçar e ví que era um pedaço de pele que estava descamando. Como criança pequena não consegue deixar o treco lá parado, comecei a puxar a pele.
Saiu a pele do meu calcanhar inteiro, praticamente. Como já tinha visto isso no dedão, não estranhei. estranhei quando ví que por baixo desta pele que saiu estava saindo OUTRA CAMADA de pele. Isso eu nunca tinha visto.
Essa "segunda camada" era mais fina que a primeira que saiu e por baixo dela estava uma (que não saiu) um pouco "crua", parecendo aquelas debaixo de bolha. Também não estava doendo, mas ví que estava muito frágil. Como hoje de manhã já estava um pouco mais "resistente", naõ liguei e calcei a botina novamente.
Agora não me pergunte porque diabos isso aconteceu. Muito menos como eu consegui descamar duas vezes sem nem ter visto a primeira camada saindo.
Como eu sou um pouco esperto, estou colocando esparadrapo nos lugares onde ela pega. Só que isso atrapalha na regeneração. Mas se eu não fizer isso, aí abre novamente. Até aí, tudo bem, porque algum dia ele fecha.
O problema é que começou a aparecer um novo "efeito" do uso das botinas: as bolhas. Na verdade, não é nem bolha, porque não dói e nem tem líquido dentro. É mais um "descolamento de pele". A pele descola, sai e tem outra por baixo, já pronta para o uso, como se fossse uma cobra.
Inicialmente isto estava acontecendo com o meu dedão esquerdo. No dedão eu até entendi, porque ele fica roçando na biqueira de aço. E a cada duas semanas ele troca de pele. Como não dói (só não é muito bonito), não liguei.
Só que ontem a noite, estava eu deitado na cama após o banho (aliás, antes que eu esqueça: dividir quarto é osso) quando senti alguma coisa no meu calcanhar do pé esquerdo. Comecei a coçar e ví que era um pedaço de pele que estava descamando. Como criança pequena não consegue deixar o treco lá parado, comecei a puxar a pele.
Saiu a pele do meu calcanhar inteiro, praticamente. Como já tinha visto isso no dedão, não estranhei. estranhei quando ví que por baixo desta pele que saiu estava saindo OUTRA CAMADA de pele. Isso eu nunca tinha visto.
Essa "segunda camada" era mais fina que a primeira que saiu e por baixo dela estava uma (que não saiu) um pouco "crua", parecendo aquelas debaixo de bolha. Também não estava doendo, mas ví que estava muito frágil. Como hoje de manhã já estava um pouco mais "resistente", naõ liguei e calcei a botina novamente.
Agora não me pergunte porque diabos isso aconteceu. Muito menos como eu consegui descamar duas vezes sem nem ter visto a primeira camada saindo.
21 de set. de 2006
Brincando de Edição
O dia hoje foi basicamente trabalhar os dados e discutir os resultados do trabalho de ontem. Na parte da manhã eu fiquei vendo o vídeo da câmera móvel, observando algumas coisas e verificando os tempos de algumas tarefas.
Para isso eu avançava e voltava "a fita" toda hora. Era mais ou menos uma hora de gravação. Eu demorei quase duas horas e meia para conseguir ver tudo. Ou seja, praticamente ví cada minuto mais de duas vezes. E acabei anotando os minutos que interessavam da gravação, para algum dia cortar o que não interessa.
Na parte da tarde rolou a discussão dos resultados entre os "coletadores de tempo". A idéia era compilar os dados de todos os "coletadores", mas um dos caras fez umas coisas erradas e tivemos que ver a fita da câmera fixa para ver o que ele tinha errado. Mais uma vez eu digo: sorte que estavam filmando a brincadeira.
Já me passaram tarefas para amanhã: ver a fita da Câmera fixa e fazer a mesma coisa que fiz com a câmera móvel. Só que em vez de 3 postos de trabalho esta câmera pegou 5. Conclusão: vou passar a manhã inteira avançando e voltando fita (desta vez é fita mesmo).
Fatos rápidos:
Um tripé faz muita falta em uma gravação. Principalmente para filmagens de longe; Um vidro sujo avacalha muito uma filmagem; O pessoal falando ao fundo durante a gravação é muito cômico. É cada coisa que se escuta... O N3 Gente Boa chegou a atender o celular enquanto gravava; Um dos coletores ficou jogando tetrix no celular durante a reunião, mas como o celular estava embaixo da mesa o pessoal achou que ele estava dormindo (não sei o que é pior); O N3 Mané vai me passar mais uma tarefa. Ou seja: vou dividir meu tempo entre três projetos, sendo que, teoricamente, ficaria full time no projeto do N3 Gente Boa (lá se vão as minhas noites de sono); Lembra daquela rua que falei que era a mais lamenta da cidade? Pois é, imagina como ficou com o dilúvio que caiu aqui durante a madrugada. E agora o bônus: aquela é a rua do meu hotel; Falando no dilúvio, imagina como ficou a empresa após a queda de tanta água. O que era pó virou uma borra preta; Ontem sujei a minha calça quando agachei EM UMA SALA para guardar meu notebook. O processo durou menos de 5 segundos, mas a mancha vai durar anos (era graxa); A minha luta para conseguir uma senha não acabou. Ela foi bloqueada novamente (não me pergunte...); Agora a tecla Control esquerda do eu notebook também faz barulhos estranhos quando é pressionada. Já são duas (Ctrl e Tab); Já comentei que parece que voltei à adolescência? Por conta do capacete estou suando horrores na testa e ela está enchendo de espinhas; O meu nariz também está sofrendo com a poeira/suadeira. Nunca esteve tão oleoso. Eu passo a mão e ela sai brilhando. Passo novamente e sai brilhando mais ainda. E como no caso da testa, lavar não adianta nada; Dividir o quarto é osso (Sim, eu sei que já falei isso); Essa semana está foda. Tô sem paciência para nada. VEM NI MIM, SEXTA-FEIRA!
Para isso eu avançava e voltava "a fita" toda hora. Era mais ou menos uma hora de gravação. Eu demorei quase duas horas e meia para conseguir ver tudo. Ou seja, praticamente ví cada minuto mais de duas vezes. E acabei anotando os minutos que interessavam da gravação, para algum dia cortar o que não interessa.
Na parte da tarde rolou a discussão dos resultados entre os "coletadores de tempo". A idéia era compilar os dados de todos os "coletadores", mas um dos caras fez umas coisas erradas e tivemos que ver a fita da câmera fixa para ver o que ele tinha errado. Mais uma vez eu digo: sorte que estavam filmando a brincadeira.
Já me passaram tarefas para amanhã: ver a fita da Câmera fixa e fazer a mesma coisa que fiz com a câmera móvel. Só que em vez de 3 postos de trabalho esta câmera pegou 5. Conclusão: vou passar a manhã inteira avançando e voltando fita (desta vez é fita mesmo).
Fatos rápidos:
20 de set. de 2006
Luz, Câmera e Ação
Hoje estava marcado que acompanharíamos uma tarefa que é razoavelmente demorada e envolve um bocado de colaboradores. A minha função seria acompanhar um dos colaboradores e anotar tudo o que o cara fez, marcando o tempo que ele demorou (algo do tipo: "coçou o nariz: 1' 30").
Isso eu e mais quatro iríamos fazer, cada um acompanhando um dos colaboradores. O N3 Gente Boa iria FILMAR todo mundo. Ele levou uma Câmera normal, que ficou fixa em um tripé, e usou a câmera fotográfica digital dele para acompanhar o pessoal, como câmera móvel. Só que ele ficou num lugar mais alto, que pegava toda a movimentação.
Todo mundo com prancheta, papel, caneta e cronômetro na mão, rola uma explicação rápida de como e o que fazer e vem a parte "SWAT" da brincadeira. O N3 Gente Boa para, olha para todo mundo e fala: "Senhores, no três sincronizem os cronômetros". E depois do três, vários bips e ele diz: "Senhores, boa sorte". Parecia filme.
E lá fomos nós acompanhar o pessoal. Foi bem legal. Deu para entender um pouco mais como funcionam as coisas aqui. E os caras não paravam por nada, estavam dando sangue para fazer no menor tempo possível. E enquanto eles esperavam alguma coisa, falavam: "Ó, anota aí que eu estou esperando num sei quem vir aqui", ou então "A culpa não é minha, a máquina travou. Anota aí".
Depois tivemos que passar o que escrevemos a limpo, no excel. E para entender a letra e/ou o que aquilo significava? Sorte que foi filmado. E mais sorte ainda que o cara que eu estava acomanhando era fácil de achar, pois era o único com capacete de cor diferente (vermelho, por ser brigadista).
Fatos rápidos diversos:
Eu devia ter feito Engenharia de Produção. Seria muito mais útil para o que eu estou fazendo hoje; O cara que eu estava acompanhando (que é operador) faz engenharia de produção na Unipac; Existe uma filial da Unipac EM BARÃO DE COCAIS (que por sinal ganhou um terreno da prefeitura para constrição das suas novas instalações); Aqui também tem uma unidade do Pitágoras, mas é só colégio; ; O Faixa Verde virou o queridinho do N3 Mané; O N3 Mané está puto com o N6 (problemas nos RDV's e trabalhos não-feitos ou mal feitos); Por mais que eu insistisse para que me chamassem pelo sobrenome todos estão me chamando pelo nome, até mesmo o N3 Gente Boa, que estava me chamando pelo sobrenome e do napa parou; Pior do que me chamar pelo nome, o N3 Gente Boa está me chamando pelo diminutivo do meu nome. Ele não faz idéia do quanto eu odeio isso; Falando nele, ontem descobri que ele é ANGOLANO. Mas o sotaque é de paulista (ele já tem uns 20 anos de Brasil); O assunto do dia foi o tal filme da Cicarelli "fazendo amor" com o namorado numa praia da espanha. Segundo o pessoal aqui da empresa é só procurar no Pornotube (e eu que nem sabia que isso existia!); Dividir o quarto é osso; Hoje fui "jantar" na "Lanchonete Coisas Gostosas". É bom, mas ainda prefiro a padaria (que é mais barata, "excrusive").
Isso eu e mais quatro iríamos fazer, cada um acompanhando um dos colaboradores. O N3 Gente Boa iria FILMAR todo mundo. Ele levou uma Câmera normal, que ficou fixa em um tripé, e usou a câmera fotográfica digital dele para acompanhar o pessoal, como câmera móvel. Só que ele ficou num lugar mais alto, que pegava toda a movimentação.
Todo mundo com prancheta, papel, caneta e cronômetro na mão, rola uma explicação rápida de como e o que fazer e vem a parte "SWAT" da brincadeira. O N3 Gente Boa para, olha para todo mundo e fala: "Senhores, no três sincronizem os cronômetros". E depois do três, vários bips e ele diz: "Senhores, boa sorte". Parecia filme.
E lá fomos nós acompanhar o pessoal. Foi bem legal. Deu para entender um pouco mais como funcionam as coisas aqui. E os caras não paravam por nada, estavam dando sangue para fazer no menor tempo possível. E enquanto eles esperavam alguma coisa, falavam: "Ó, anota aí que eu estou esperando num sei quem vir aqui", ou então "A culpa não é minha, a máquina travou. Anota aí".
Depois tivemos que passar o que escrevemos a limpo, no excel. E para entender a letra e/ou o que aquilo significava? Sorte que foi filmado. E mais sorte ainda que o cara que eu estava acomanhando era fácil de achar, pois era o único com capacete de cor diferente (vermelho, por ser brigadista).
Fatos rápidos diversos:
19 de set. de 2006
Lá Vem o Menino do Cronômetro
Hoje cheguei na empresa, peguei as minhas ferramentas de trabalho (planilha, papel, caneta e cronômetro) e já fui correndo fazer uma sauna. Isso porque um dos processos que estou pegando tepo está intermitente, do tipo: roda 2 minutos e para uns 45. Por conta disso, todo minuto é um minuto em que ele pode estar funcionando e não posso perder a oportunidade, tipo aqueles geiseres de filme.
Cheguei e ele estava funcionando que era uma beleza. Foi só eu entrar na sala e olhar para a máquina que ele parou. Não deu tempo de medir nem uma vez. Como só daqui a 40 minutos ele voltaria a funcionar, fui para o outro lugar que tenho que medir tempos (o que significa uns 5 minutos de caminhada em ritmo acelerado).
Neste outro lugar eu tenho que medir tempo de gente trabalhando. E medir tempo de gente trabalhando é foda. Os caras fazem corpo mole, ficam enrolando, param toda hora... Só para ter uma idéia: quando eles não sabiam que eu estava medindo tempo a tarefa era feita em uns 7 minutos. Depois que eles descobriram, ela passou a demorar 17. Isso de tempo trabalhando, fora quando eles paravam, que eu também parava o cronômetro. Resultado: em um dia de trabalho consegui medir 7 vezes o tempo (ontem).
Hoje, quando um dos operadores me viu chegando com as ferramentas de trabalho comentou com a dupla dele: "Lá vem o menino do cronômetro". E a partir daí ví que eles começaram a enrolar.
Só que como sou um rapaz esperto, comecei a medir o tempo de um outro posto de trabalho. E este tinha o ritmo ditado por uma máquina, então não tinha como enrolar. Só que máquinas estragam, principalmente quendo você está medindo tempo delas.
Reparei que os caras enroladores voltaram ao ritmo normal quando viram que eu estava olhando outra coisa. Aproveitei e medi os tempos deles despistadamente, usando o meu celular (ainda aumentei a produtividade! Duas medições ao mesmo tempo!).
Mas aí ó primeiro posto voltou a funcionar e como ele era mais prioritário, lá fui eu para lá. 5 minutos que demorei para chegar lá e o diabo do treco parou novamente. E isso aconteceu mais umas três ou quatro vezes durante o dia.
Resultado da brincadeira: estou com três medições no meio. Uma porque o processo para. A outra porque a máquina para. E a terceira porque os colaboradores param!
Além disso, o dia não rende porque, tirando o primeiro processo, que são vários pontos a serem medidos mas todos rápidos, passo entre 25 e 30 minutos olhando para o teto e andando em círculos, esperando o povo terminar a tarefa.
Desesperado, fui atrás de uma mulher que está devendo uns dados. Ela disse que ia mandar ainda hoje. E depois de uma hora, mais ou menos, falou que tinha mandado. Parei as medições (estava tudo parado mesmo) e fui trabalhar os dados. Abro meu email e...Cadê? Quem disse que ela mandou os emails... Fui atrás dela e falei que não tinha chegado. Ela disse que ia olhar e me mandar novamente. Isso foi às 4 da tarde, mais ou menos.
Estou esperando até agora... Já são mais de 6.
Em tempo: arrumaram um hotel para mim. Não vou ter que ficar indo e voltando para BH esta semana. Mas em troca ganhei um companheiro de quarto. O Faixa Verde também vai ficar aqui na Megalópole até o fim do ano, como já tinha dito....
Ah é. E hoje levei o meu segundo torra por estar em área que não poderia estar. Só que nos dois casos eu não sabia que não podia estar lá, então o povo pegou leve. A partir de agora não vou em lugar nenhum que não conheça mais.
Cheguei e ele estava funcionando que era uma beleza. Foi só eu entrar na sala e olhar para a máquina que ele parou. Não deu tempo de medir nem uma vez. Como só daqui a 40 minutos ele voltaria a funcionar, fui para o outro lugar que tenho que medir tempos (o que significa uns 5 minutos de caminhada em ritmo acelerado).
Neste outro lugar eu tenho que medir tempo de gente trabalhando. E medir tempo de gente trabalhando é foda. Os caras fazem corpo mole, ficam enrolando, param toda hora... Só para ter uma idéia: quando eles não sabiam que eu estava medindo tempo a tarefa era feita em uns 7 minutos. Depois que eles descobriram, ela passou a demorar 17. Isso de tempo trabalhando, fora quando eles paravam, que eu também parava o cronômetro. Resultado: em um dia de trabalho consegui medir 7 vezes o tempo (ontem).
Hoje, quando um dos operadores me viu chegando com as ferramentas de trabalho comentou com a dupla dele: "Lá vem o menino do cronômetro". E a partir daí ví que eles começaram a enrolar.
Só que como sou um rapaz esperto, comecei a medir o tempo de um outro posto de trabalho. E este tinha o ritmo ditado por uma máquina, então não tinha como enrolar. Só que máquinas estragam, principalmente quendo você está medindo tempo delas.
Reparei que os caras enroladores voltaram ao ritmo normal quando viram que eu estava olhando outra coisa. Aproveitei e medi os tempos deles despistadamente, usando o meu celular (ainda aumentei a produtividade! Duas medições ao mesmo tempo!).
Mas aí ó primeiro posto voltou a funcionar e como ele era mais prioritário, lá fui eu para lá. 5 minutos que demorei para chegar lá e o diabo do treco parou novamente. E isso aconteceu mais umas três ou quatro vezes durante o dia.
Resultado da brincadeira: estou com três medições no meio. Uma porque o processo para. A outra porque a máquina para. E a terceira porque os colaboradores param!
Além disso, o dia não rende porque, tirando o primeiro processo, que são vários pontos a serem medidos mas todos rápidos, passo entre 25 e 30 minutos olhando para o teto e andando em círculos, esperando o povo terminar a tarefa.
Desesperado, fui atrás de uma mulher que está devendo uns dados. Ela disse que ia mandar ainda hoje. E depois de uma hora, mais ou menos, falou que tinha mandado. Parei as medições (estava tudo parado mesmo) e fui trabalhar os dados. Abro meu email e...Cadê? Quem disse que ela mandou os emails... Fui atrás dela e falei que não tinha chegado. Ela disse que ia olhar e me mandar novamente. Isso foi às 4 da tarde, mais ou menos.
Estou esperando até agora... Já são mais de 6.
Em tempo: arrumaram um hotel para mim. Não vou ter que ficar indo e voltando para BH esta semana. Mas em troca ganhei um companheiro de quarto. O Faixa Verde também vai ficar aqui na Megalópole até o fim do ano, como já tinha dito....
Ah é. E hoje levei o meu segundo torra por estar em área que não poderia estar. Só que nos dois casos eu não sabia que não podia estar lá, então o povo pegou leve. A partir de agora não vou em lugar nenhum que não conheça mais.
18 de set. de 2006
Vem ni mim, 17:30
Hoje o dia foi osso. Depois de três dias dormindo só 4 horas, peguei o balaio para a Megalópole e mesmo fazendo força para ficar acordado (por causa do meu notebook), não aguentei e dormi. A viagem foi até rápida por conta disso. Quando acordei já estava na estrada de acesso à cidade.
Cheguei na empresa e comecei o meu fantástico trabalho de tomar tempo. Só que fiquei tomando tempo de coisas que duravam 25, 30 minutos. Durante este tempo eu ficava em pé, sem fazer absolutamente nada. Juro que se estivesse sentado eu teria dormido.
Lá para as 4 da tarde os colaboradores fizeram uma pausa e resolvi aproveitar para olhar meu email. Abro o email e para minha surpresa descubro que não tem hotel para mim. Imagina se eu não olho meu email! Ia ficar "sem teto". Ligo para a minha empresa e o cara fala para eu "tentar achar um hotel aqui".
A minha sorte é que tinha lugar na Van que leva o pessoal para BH. Senão teria que voltar para BH no balaio das 7, chegando em casa lá pras 10 da noite. Só preciso saber se vou ter que fazer isso no resto da semana...
A volta na van foi divertida, apesar de eu ter chagado em casa mais de 8:30, porque ela deixou todo mundo em casa (menos eu, que não estou no escopo do projeto). O povo veio jogando um joguinho no notebook de um dos caras. Não sei como o HD do cara sobreviveu, mas tudo bem.
Isso tudo só aconteceu porque eu estou babando de sono e já tinha planejado chegar no hotel, tomar banho e dormir... Tem coisa que só acontece comigo!
Ah, 17:30, como esperei por você ansiosamente hoje!
Cheguei na empresa e comecei o meu fantástico trabalho de tomar tempo. Só que fiquei tomando tempo de coisas que duravam 25, 30 minutos. Durante este tempo eu ficava em pé, sem fazer absolutamente nada. Juro que se estivesse sentado eu teria dormido.
Lá para as 4 da tarde os colaboradores fizeram uma pausa e resolvi aproveitar para olhar meu email. Abro o email e para minha surpresa descubro que não tem hotel para mim. Imagina se eu não olho meu email! Ia ficar "sem teto". Ligo para a minha empresa e o cara fala para eu "tentar achar um hotel aqui".
A minha sorte é que tinha lugar na Van que leva o pessoal para BH. Senão teria que voltar para BH no balaio das 7, chegando em casa lá pras 10 da noite. Só preciso saber se vou ter que fazer isso no resto da semana...
A volta na van foi divertida, apesar de eu ter chagado em casa mais de 8:30, porque ela deixou todo mundo em casa (menos eu, que não estou no escopo do projeto). O povo veio jogando um joguinho no notebook de um dos caras. Não sei como o HD do cara sobreviveu, mas tudo bem.
Isso tudo só aconteceu porque eu estou babando de sono e já tinha planejado chegar no hotel, tomar banho e dormir... Tem coisa que só acontece comigo!
Ah, 17:30, como esperei por você ansiosamente hoje!
Cinema de Ressaca
Ontem fui ao cinema com a Consultora e a Advogada Maluca ver Miami Vice. Chegamos ao shopping, compramos os ingressos numa promoção bacana da Tim e depois de uma rápida passada pelo Carrefour fomos para a sala. Sério, fazia tempo que não ia ao cinema do BH. A sala é muito pequena. Até assustei quando entrei.
O filme em sí não é dos melhores. Tá certo que eu não esperava que fosse digno de Oscar, mas também não esperava que fosse tão ruim. Com dois atores principais, eu esperava que eles dessem mais ênfase ao Jamie Foxx, que é um excelente ator, mas grande parte do filme as câmeras estão no Colin Farrel, que é péssimo. Fora o bigodinho ridículo dele e o cabelo ensebado.
O filme tem muitas cenas que poderiam ser encurtadas ou até mesmo cortadas. Uma enrolação sem sentido que só serviu para alongar o filme. Mas nas cenas de ação o filme se paga (se for meia, hehe).
O final é bem fraquinho, dando a entender que vai ter uma continuação. Mas sinceramente poderia terminar MUITO melhor do que terminou. Pelo menos eu estava muito bem acompanhado e a tarde/noite foi agradável. Mesmo estando numa ressaca sinistra...
Fatos Rápidos:
A Advogada Maluca está com uma tatoo nova. É bem bacana; Ela também vai dar uma "turbinada", só não lembro a data; Semana que vem vai ter a "inauguração" da nova mansão dela; Pringles é extremamente salgada; Os cães da Consultora são frescos. Só comem Pedigree Champ; Encontrei o Médico e a Médica ontem; Fazer a mala não é tão rápido quanto eu imaginava (mesmo com as roupas já separadas).
O filme em sí não é dos melhores. Tá certo que eu não esperava que fosse digno de Oscar, mas também não esperava que fosse tão ruim. Com dois atores principais, eu esperava que eles dessem mais ênfase ao Jamie Foxx, que é um excelente ator, mas grande parte do filme as câmeras estão no Colin Farrel, que é péssimo. Fora o bigodinho ridículo dele e o cabelo ensebado.
O filme tem muitas cenas que poderiam ser encurtadas ou até mesmo cortadas. Uma enrolação sem sentido que só serviu para alongar o filme. Mas nas cenas de ação o filme se paga (se for meia, hehe).
O final é bem fraquinho, dando a entender que vai ter uma continuação. Mas sinceramente poderia terminar MUITO melhor do que terminou. Pelo menos eu estava muito bem acompanhado e a tarde/noite foi agradável. Mesmo estando numa ressaca sinistra...
Fatos Rápidos:
17 de set. de 2006
Pessoas São Más
Foi difícil escolher o título deste post. Poderia ter sido "Esparoman em Ação", "Ex-Nerd em ação", "Boa Sorte Ex-Nerd", entre outros. Mas eu preferi colocar este aí, porque foi a parte que me atingiu.
Mas vamos começar do começo. Ontem o Ex-Nerd deu uma festa de despedida, já que ele está mudando para São José dos Campos. Ele tinha marcado para "qualquer hora a tarde". Estava imaginando que o pessoal ia chegar tipo 2, para terminar mais cedo. ah, doce ilusão.
O Joselito e a Bebinha iam chegar as 3. Isso quer dizer que provavelmente lá pelas 5 eles estariam lá. Errei um pouco, foi às 6. O Tio e a Ex-Mudinha falaram que iam chegar às 5. Só que chegaram as 7. Só o trouxa aqui que chegou cedo: 3:30.
Quando cheguei (depois de pegar um engarrafamento sinistro no anel e ter dado uma volta gigantesca para fugir dele), já tinha um cara lá. Era um dos semi-chefes do Ex-Nerd lá na antiga empresa. Passou um pouco e chegou outro chefe, este com a filha. Dá para imaginar como estava animado, né?
O povo foi chegando bem aos poucos mesmo. Só ficou realmente cheio lá pras 8 da noite. Nesta hora eu já tinha bebido um bocado. Eu e o Ex-Nerd. O Cabeça Dura apareceu por lá e como somos dois ex-funcionários da mesma empresa, ficamos discutindo as coisas ruins de lá.
E aí Esparroman entrou em ação, falando mal do Chefinho Querido. E fiquei falando MUITO mal dele, do tanto que fiquei puto quando ele levou toda a glória por uma coisa que eu tinha feito, e blábláblá. Como ele não trabalha mais na antiga empresa e eu muito menos, o estrago não foi tão grande.
Menos de 20 minutos depois foi a vez do Ex-Nerd falar basicamente as mesmas coisas que eu, só que para o meu antigo gerente, que ainda trabalha lá! Mas o legal foi que deu para perceber que o meu ex-gerente concorda que o Chefinho Querido não faz nada,só que ele não falou isso, claro.
No meio dessas brincadeiras, ainda comentei com o Cabeça Dura que se ele estivesse precisando de mão de obra na nova empresa dele que sondasse o pessoal da antiga empresa. Sei que tem muita gente que não está satisfeita lá, mas também não corre atrás. Como gosto dos meus amigos e quero que todos sejam felizes, não custa dar uma mãozinha. Afinal, posso ter saído da empresa, mas continuo sendo um "líder sindical".
Já completamente bêbado, depois de beber quase 12 horas, resolvi voltar para casa. Eu realmente não gosto de dirigir bêbado, mas ontem passei da conta na bebida e peguei meu carro para voltar para casa. Para minha sorte não tinha trânsito e cheguei em casa inteiro. Deitei as 4 e pouco e mais ou menos 9 da matina ja estava acordado, com uma ressaca sinistra...
Aí o aluno pergunta: "E que que esta história toda tem a ver com o título?". Eu respondo. Estava conversando com a Ex-Mudinha durante um tempo e por algum motivo alguém fez uma brincadeira falando que o Tio não gostava dela, que ele gostava era de homem (o Joselito, para ser mais exato).
Ela responde então para a pessoa que fez a brincadeira (que realmente não lembro quem foi) que não precisa do Tio, porque "o Esparroman me ama", e me abraçou. O problema é que eu realmente gostava dela e ela sabe disso. Mesmo hoje eu gostando de outra pessoa, aquilo não foi muito legal e fiquei bem chateado.
Por essas e outras que eu digo: pessoas são más. Quando elas querem, elas sabem exatamente o que falar para machucar os outros. E eu sei que eu também sou assim. Isso que me deixa mais triste.
Mas vamos começar do começo. Ontem o Ex-Nerd deu uma festa de despedida, já que ele está mudando para São José dos Campos. Ele tinha marcado para "qualquer hora a tarde". Estava imaginando que o pessoal ia chegar tipo 2, para terminar mais cedo. ah, doce ilusão.
O Joselito e a Bebinha iam chegar as 3. Isso quer dizer que provavelmente lá pelas 5 eles estariam lá. Errei um pouco, foi às 6. O Tio e a Ex-Mudinha falaram que iam chegar às 5. Só que chegaram as 7. Só o trouxa aqui que chegou cedo: 3:30.
Quando cheguei (depois de pegar um engarrafamento sinistro no anel e ter dado uma volta gigantesca para fugir dele), já tinha um cara lá. Era um dos semi-chefes do Ex-Nerd lá na antiga empresa. Passou um pouco e chegou outro chefe, este com a filha. Dá para imaginar como estava animado, né?
O povo foi chegando bem aos poucos mesmo. Só ficou realmente cheio lá pras 8 da noite. Nesta hora eu já tinha bebido um bocado. Eu e o Ex-Nerd. O Cabeça Dura apareceu por lá e como somos dois ex-funcionários da mesma empresa, ficamos discutindo as coisas ruins de lá.
E aí Esparroman entrou em ação, falando mal do Chefinho Querido. E fiquei falando MUITO mal dele, do tanto que fiquei puto quando ele levou toda a glória por uma coisa que eu tinha feito, e blábláblá. Como ele não trabalha mais na antiga empresa e eu muito menos, o estrago não foi tão grande.
Menos de 20 minutos depois foi a vez do Ex-Nerd falar basicamente as mesmas coisas que eu, só que para o meu antigo gerente, que ainda trabalha lá! Mas o legal foi que deu para perceber que o meu ex-gerente concorda que o Chefinho Querido não faz nada,só que ele não falou isso, claro.
No meio dessas brincadeiras, ainda comentei com o Cabeça Dura que se ele estivesse precisando de mão de obra na nova empresa dele que sondasse o pessoal da antiga empresa. Sei que tem muita gente que não está satisfeita lá, mas também não corre atrás. Como gosto dos meus amigos e quero que todos sejam felizes, não custa dar uma mãozinha. Afinal, posso ter saído da empresa, mas continuo sendo um "líder sindical".
Já completamente bêbado, depois de beber quase 12 horas, resolvi voltar para casa. Eu realmente não gosto de dirigir bêbado, mas ontem passei da conta na bebida e peguei meu carro para voltar para casa. Para minha sorte não tinha trânsito e cheguei em casa inteiro. Deitei as 4 e pouco e mais ou menos 9 da matina ja estava acordado, com uma ressaca sinistra...
Aí o aluno pergunta: "E que que esta história toda tem a ver com o título?". Eu respondo. Estava conversando com a Ex-Mudinha durante um tempo e por algum motivo alguém fez uma brincadeira falando que o Tio não gostava dela, que ele gostava era de homem (o Joselito, para ser mais exato).
Ela responde então para a pessoa que fez a brincadeira (que realmente não lembro quem foi) que não precisa do Tio, porque "o Esparroman me ama", e me abraçou. O problema é que eu realmente gostava dela e ela sabe disso. Mesmo hoje eu gostando de outra pessoa, aquilo não foi muito legal e fiquei bem chateado.
Por essas e outras que eu digo: pessoas são más. Quando elas querem, elas sabem exatamente o que falar para machucar os outros. E eu sei que eu também sou assim. Isso que me deixa mais triste.
16 de set. de 2006
Parabéns, Formandos
Ontem, depois de 3 horas de viagem para andar 100 km, consegui chegar em casa. E nao deu tempo de fazer quase nada, pois tinha a colação do povo do meu curso e eu conhecia quase todo mundo que estava formando.
Tomei banho e saí correndo para a reitoria da Federal. No caminho, peguei a Ex-Mudinha. Cheguei lá em cima da hora, quendo o presidente da mesa está fazendo o descurso de encerramento (pelo menos foi o que eu achei).
O cara falou mais uns 15 minutos, aí teve um filme da turma que durou mais uns 20 e para encerrar a sessão o cara ainda falou mais uns 5. E para cumprimentar todo mundo que eu conhecia demorei mais uma hora, no mínimo.
Saí de lá e fui para a casa de um dos formandos, que trabalhava comigo na antiga empresa. No caminho, estava todo mundo seguindo o Sr. Sem Noção e do nada aparece a Chefinha e entra nom meio dos carros. Só que ninguém sabia que era ela.
Fiquei puto com aquele carro fdp que estava embarreirando e cortei ela pela direita e fechei bonito. Depois que fiquei sabendo que era ela fiquei mais feliz ainda.
De lá, passei em mais uma comemoração de uma formanda, mas ela já não estava mais lá (tá certo que era uma da matina já). E o foda é que ela talvez me chamasse para a festa... Acho que ela não vai me chamar mais... Hehehehe...
Fui então para mais uma comemoração, mas desta vez de um cara que entrou comigo na faculdade. Foi bacana lá. Saí de lá quase 4 da matina, chegando em casa morto e acordando as 8, sem conseguir dormir mais...
Agora a tarde tem a super despedida do Ex-Nerd, que também vai render um bocado.Acho que amanhã eu vou desmaiar... Mas sempre é bom aproveitar e beber "de grátis"!
Tomei banho e saí correndo para a reitoria da Federal. No caminho, peguei a Ex-Mudinha. Cheguei lá em cima da hora, quendo o presidente da mesa está fazendo o descurso de encerramento (pelo menos foi o que eu achei).
O cara falou mais uns 15 minutos, aí teve um filme da turma que durou mais uns 20 e para encerrar a sessão o cara ainda falou mais uns 5. E para cumprimentar todo mundo que eu conhecia demorei mais uma hora, no mínimo.
Saí de lá e fui para a casa de um dos formandos, que trabalhava comigo na antiga empresa. No caminho, estava todo mundo seguindo o Sr. Sem Noção e do nada aparece a Chefinha e entra nom meio dos carros. Só que ninguém sabia que era ela.
Fiquei puto com aquele carro fdp que estava embarreirando e cortei ela pela direita e fechei bonito. Depois que fiquei sabendo que era ela fiquei mais feliz ainda.
De lá, passei em mais uma comemoração de uma formanda, mas ela já não estava mais lá (tá certo que era uma da matina já). E o foda é que ela talvez me chamasse para a festa... Acho que ela não vai me chamar mais... Hehehehe...
Fui então para mais uma comemoração, mas desta vez de um cara que entrou comigo na faculdade. Foi bacana lá. Saí de lá quase 4 da matina, chegando em casa morto e acordando as 8, sem conseguir dormir mais...
Agora a tarde tem a super despedida do Ex-Nerd, que também vai render um bocado.Acho que amanhã eu vou desmaiar... Mas sempre é bom aproveitar e beber "de grátis"!
15 de set. de 2006
Fatos Rápidos
14 de set. de 2006
Quero uma Senha
Estava usando a rede da empresa com uma treta (usando login e senha do N6). Mas isso era só porque eu não tinha ainda um login. Criaram meu login na segunda, mas não me deram a senha (nunca ví isso. Você cria o usuário/login mas não cadastra a senha!).
Como ninguém sabia o procedimento para criar a senha ("ah, liga lá na informática"), eu continuei usando a treta. Aí por algum motivo desconhecido recebi um email da informática falando que meu acesso a algumas pastas da rede estava liberado.
Interlúdio: Teoricamente eu não tenho acesso à internet/email e muito menos à rede, por não ter a maldita senha. Só que os animais da informática não devem ter pensado nisso. Fim do interlúdio
Aproveitei o email e respondi para o cara falando que não tinha uma senha e por isso não conseguia acessar a internet, intranet e a rede. O cara me passou um link, NA INTRANET, onde eu poderia mudar a senha clicando no link "esqueci a minha senha".
Não acreditando com a ignorância do sujeito, entrei na intranet com a senha do N6, para ver se funcionava. CLARO que não funcionou. Primeiro porque o link que o cara me passou não tinha nada se alterar senha, pedir senha, etc e segundo porque eu estava com o login do N6.
Tentei acessar a intranet por outra forma e procurar um lugar para falar que "esqueci a senha". Depois de fuçar um pouco acabei achando um lugar com este link. Todo feliz, cliquei no link e apacereu um popup. Nele estava escrito: "Entre em contato com a Informática para obtenção de nova senha".
Já puto, desisti de trocar a minha senha e continuei usando o login/senha do N6. Mas a senha deu pau hoje e tive que tomar vergonha na cara e criar uma senha para mim.
Liguei na informática, expliquei a situação (só falando que não tinha uma senha, simplesmente omitindo o que relatei acima) e a mulher que estava me atendendo me deu uma senha provisória, para eu mudar na intranet da empresa.
Como estava longe do meu computador (sim, é um notebook e eu poderia ter carregado ele comigo, mas perto do telefone não tem ponto de rede), falei que tentaria e qualquer problema ligaria novamente.
CLARO que deu pau. Falou que o meu login não existia. Liguei novamente para a informática (desta vez com meu notebook do lado, mas de outro telefone) e um cara me atendeu. Ele trocou a minha senha novamente e me falou como fazer para trocar.
Tentei e não deu novamente, mas parecia ser alguma configuração no meu computador. Ele perguntou se eu tinha VNC e falei que não. Desliguei falando que ia tentar em um outro computador e que se desse problema, ligaria novamente.
Tentei no notebook do N6 e também não deu. Aí apelei e pedi para usar um dos desktops da empresa, porque eles teoricamente estão configurados certinho. Também não seu. Liguei novamente para a informática, expliquei a situação e o cara tentou me ajudar falando para abrir o VNC e falar o nome do computador na rede.
Eu já conhecia o VNC (que basicamente é um programa para que alguém acesse seu computador remotamente), mas não estava achando o inicializador dele. Falei com o cara isso e que era novo na empresa, que não estava acostumado com os computadores daqui. ACHO que ele entendeu que eu não estava acostumado com computador.
Depois disso, ele me tratou como um idiota. "Para acessar o VNC, clique no botão iniciar, no canto inferior esquerdo, depois em programas, real VNC e WinVNC". Eu respondi que não tinha WinVNC lá. E ele não acreditou, achou que eu estivesse fazendo alguma merda.
Ele apelou e falou para dar o nome do computador. Eu não sabia onde achar. Ele me esplicou, eu falei e ele disse que ia acessar via "modo texto". Enquanto isso, perdi a paciência e procurei o VNC no Arquivos de Programas. Achei o maldito, abri e falei para o cara que tinha conseguido.
Ele entrou e começou a fazer as mesmas coisas que eu tinha feito. Depois de tentar várias vezes e em diversos lugares, sempre obtendo a mesma resposta ("A senha deve ter no minimo 6 caracteres, blábláblá"), ele parou e falou: "você tem certeza que sua senha é diferente das últimas 5 e que você não está usando caracteres seqüenciais?". Sério, nesta hora respirei muito fundo para não xingar o cara.
Expliquei que era novo na empresa, que não tinha uma senha anterior, falei a minha senha (que tinha mais de 6 caracteres não-sequenciais) e que não poderia ser nenhum destes problemas. Aí ele mandou um "Mas você não trocou a sua senha nas últimas 24 horas?". Já não acreditando na pergunta do cara, parei e contei até 200. E aí veio a luz.
EU não tinha mudado a minha senha nas últimas 24 horas, mas ELES tinham! O segundo cara trocou a minha senha porque a que a mulher me passou não funcionava! Tinha finalmente matado a charada. Mas não consegui mudar a senha, pois tenho que esperar até amanhã.
Agradeci o cara (afinal, consultor tem que ser educado e bem humorado), desliguei o telefone e bati a cabeça na mesa, não acreditando na ignorância das pessoas da informática. Sim, eu sei que era um deles. E também não tinha paciência com as pessoas (principalmente as menos capacitadas). Mas nunca tratei o povo como imbecil ("clique no botão iniciar, no canto inferior esquerdo..."). Aliás, sempre foi o contrário...
Como ninguém sabia o procedimento para criar a senha ("ah, liga lá na informática"), eu continuei usando a treta. Aí por algum motivo desconhecido recebi um email da informática falando que meu acesso a algumas pastas da rede estava liberado.
Interlúdio: Teoricamente eu não tenho acesso à internet/email e muito menos à rede, por não ter a maldita senha. Só que os animais da informática não devem ter pensado nisso. Fim do interlúdio
Aproveitei o email e respondi para o cara falando que não tinha uma senha e por isso não conseguia acessar a internet, intranet e a rede. O cara me passou um link, NA INTRANET, onde eu poderia mudar a senha clicando no link "esqueci a minha senha".
Não acreditando com a ignorância do sujeito, entrei na intranet com a senha do N6, para ver se funcionava. CLARO que não funcionou. Primeiro porque o link que o cara me passou não tinha nada se alterar senha, pedir senha, etc e segundo porque eu estava com o login do N6.
Tentei acessar a intranet por outra forma e procurar um lugar para falar que "esqueci a senha". Depois de fuçar um pouco acabei achando um lugar com este link. Todo feliz, cliquei no link e apacereu um popup. Nele estava escrito: "Entre em contato com a Informática para obtenção de nova senha".
Já puto, desisti de trocar a minha senha e continuei usando o login/senha do N6. Mas a senha deu pau hoje e tive que tomar vergonha na cara e criar uma senha para mim.
Liguei na informática, expliquei a situação (só falando que não tinha uma senha, simplesmente omitindo o que relatei acima) e a mulher que estava me atendendo me deu uma senha provisória, para eu mudar na intranet da empresa.
Como estava longe do meu computador (sim, é um notebook e eu poderia ter carregado ele comigo, mas perto do telefone não tem ponto de rede), falei que tentaria e qualquer problema ligaria novamente.
CLARO que deu pau. Falou que o meu login não existia. Liguei novamente para a informática (desta vez com meu notebook do lado, mas de outro telefone) e um cara me atendeu. Ele trocou a minha senha novamente e me falou como fazer para trocar.
Tentei e não deu novamente, mas parecia ser alguma configuração no meu computador. Ele perguntou se eu tinha VNC e falei que não. Desliguei falando que ia tentar em um outro computador e que se desse problema, ligaria novamente.
Tentei no notebook do N6 e também não deu. Aí apelei e pedi para usar um dos desktops da empresa, porque eles teoricamente estão configurados certinho. Também não seu. Liguei novamente para a informática, expliquei a situação e o cara tentou me ajudar falando para abrir o VNC e falar o nome do computador na rede.
Eu já conhecia o VNC (que basicamente é um programa para que alguém acesse seu computador remotamente), mas não estava achando o inicializador dele. Falei com o cara isso e que era novo na empresa, que não estava acostumado com os computadores daqui. ACHO que ele entendeu que eu não estava acostumado com computador.
Depois disso, ele me tratou como um idiota. "Para acessar o VNC, clique no botão iniciar, no canto inferior esquerdo, depois em programas, real VNC e WinVNC". Eu respondi que não tinha WinVNC lá. E ele não acreditou, achou que eu estivesse fazendo alguma merda.
Ele apelou e falou para dar o nome do computador. Eu não sabia onde achar. Ele me esplicou, eu falei e ele disse que ia acessar via "modo texto". Enquanto isso, perdi a paciência e procurei o VNC no Arquivos de Programas. Achei o maldito, abri e falei para o cara que tinha conseguido.
Ele entrou e começou a fazer as mesmas coisas que eu tinha feito. Depois de tentar várias vezes e em diversos lugares, sempre obtendo a mesma resposta ("A senha deve ter no minimo 6 caracteres, blábláblá"), ele parou e falou: "você tem certeza que sua senha é diferente das últimas 5 e que você não está usando caracteres seqüenciais?". Sério, nesta hora respirei muito fundo para não xingar o cara.
Expliquei que era novo na empresa, que não tinha uma senha anterior, falei a minha senha (que tinha mais de 6 caracteres não-sequenciais) e que não poderia ser nenhum destes problemas. Aí ele mandou um "Mas você não trocou a sua senha nas últimas 24 horas?". Já não acreditando na pergunta do cara, parei e contei até 200. E aí veio a luz.
EU não tinha mudado a minha senha nas últimas 24 horas, mas ELES tinham! O segundo cara trocou a minha senha porque a que a mulher me passou não funcionava! Tinha finalmente matado a charada. Mas não consegui mudar a senha, pois tenho que esperar até amanhã.
Agradeci o cara (afinal, consultor tem que ser educado e bem humorado), desliguei o telefone e bati a cabeça na mesa, não acreditando na ignorância das pessoas da informática. Sim, eu sei que era um deles. E também não tinha paciência com as pessoas (principalmente as menos capacitadas). Mas nunca tratei o povo como imbecil ("clique no botão iniciar, no canto inferior esquerdo..."). Aliás, sempre foi o contrário...
13 de set. de 2006
Ela Voltou
Ontem, depois de quase dois meses de inatividade, voltei a ter sessões de masoquismo noturno. Saí do trabalho, passei na padaria para comprar meu "jantar" (sabe-se lá que horas ela fecha), fui para o hotel, troquei de roupa, fiz alongamento (sabe como é, muito tempo sem fazer exercício físico) e saí para a rua.
Numa das passeadas que dei nas semanas passadas encontrei uma rua que era razoavelmente deserta, razoavelmente grande e bem plana. Não precisava ser tão plana, mas ou era isso ou era uma ladeira pior que as do Mangabeiras. Esta foi "eleita" a rua onde as sessões ocorrerão.
Fui andando até esta rua (cerca de um quarteirão grande do meu hotel) para "aquecer". Chegando na rua (ela começa no fim da rua do meu hotel), comecei a correr. Na medida que fui correndo, vi que o fim da rua estava chegando e eu não estava cansando. Mas não é porque eu estou no auge da minha forma física e sim porque a rua não é tão grande como eu imaginava.
Esta rua acaba na rua da praça da Igreja. Resolvi então cotinuar na rua que tem a bica/praça escondida. Mais ou menos em frente à bica cansei e comecei a andar. Andei mais um pouco e resolvi voltar a correr. Fui correndo mais um pouco na medida em que fui correndo a luz foi diminuindo, o "asfalto" foi acabando até que cheguei em um pedaço que não tinha mais luz nem asfalto. Neste momento resolvi voltar, por segurança.
Voltei correndo, andei um pedaço e, na bica, voltei a correr. Chegando na praça da igreja, um molequinho de uns 7 anos me viu correndo e começou a correr também. Não sei se correndo de mim ou correndo comigo. Mas aí eu alcancei ele e ele saiu da frente me deixando passar. E depois que passei ele gritou: "Fazendo caminhada, hein?". Tá certo que não estava correndo numa velocidade alucinante, mas chamar aquilo de caminhada foi sacanagem!
Quando estava quase chegando na rua do hotel ví a tal cruz iluminada no alto do morro. Resolvi descobrir o que diabos era aquilo. Tinha uma placa dizendo "Santuário de Alguma Coisa". Ainda bem, porque já estava me arrastando e foi o motivo para parar de correr. Só que era uma subida cabulosa.
Comecei a subir, andando mesmo, em um ritmo quase ridículo. Mas como era uma subida realmente muito forte, não me sentí muito derrotado. Depois de subir muito, cheguei num lugar meio escuro. Tinha um cara na porta de uma casa e resolvi perguntar como chegava na cruz iluminada, imaginando que não fosse pelo caminho escuro. Mas não adiantou, era por lá mesmo.
Fui andando e chegou num ponto que não enxergava nem o meu pé, mas ainda assim continuei, cagando de medo de aparecer uma cobra ou outro bicho peçonhento, pois estava com mato dos dois lados. Não dava nem para correr, porque não estava enxergando a "rua".
Mais um pouco para frente, as luzes da cruz voltaram a iluminar o caminho e ví que junto da criz tem uma igreja bem pequena. Não deve ter nem uns 20 metros. Junto com as luzes, comecei a escutar vozes e sentir um cheiro típico de lugares isolados.
Fingi que não tinha visto as pessoas e nem que tinha percebido que elas estavam fazendo coisas ilegais. Olhei para a cidade e tive a visão mais bacana dela até hoje. Só que não vou tirar fotos de lá nem a purrete, porque gosto muito da minha máquina fotográfica.
Voltei para o hotel, tomei banho, comi e, ao ligar a TV, ví que iria passar "Legalmente Loira" na TNT. Por incrível que pareça, foi o primeiro filme que eu já tinha visto que passou na TNT nas três semanas que estou aqui.
Enquanto passava o filme, resolvi estudar um pouco sobre o processo da minha empresa em umas apostilas que eles me arrumaram. Terminada a apostila 1 (e o filme), comecei a mudar os canais e ví uma aula de espanhol na TV Escola. Resolví assistir, para não perder o contato com a língua. A aula não é grandes coisas, mas dá para "divertir" um pouquinho. So que dormí no meio da segnda aula (que já era do nível avançado, mas que já tinha visto na minha antiga empresa como nível basico).
Fatos rápidos observados durante a Sessão de Masoquismo Noturno:
Descobri onde é o "Mangabeiras" daqui. É perto do Fórum. As casas são bacanas, mas nem se comparam com as do Mangabeiras original. Ví até um Corola novo em uma das garagens; Uma das ruas perto do "Mangabeiras" tinha um cachorro deitado literalmente no meio da rua. No que eu comecei a correr na rua ele começou a latir e me fez dar meia volta (acho que ele foi treinado para tomar conta da rua); Eu ví o tal circo que está na Megalópole (está perto do Mangabeiras). Muito fraco... Mas tem "Taxi do Gugu" (o que quer que isso seja); Quando você chega suado ao hotel o povo te trata diferente; Falando em hotel, a arrumadeira "sutilmente" me informou que o hotel tem lavanderia. Como? Deixando a gaveta da "escrivaninha" aberta e lá dentro está a sacola e o papel para colocar a lista de roupas.
Numa das passeadas que dei nas semanas passadas encontrei uma rua que era razoavelmente deserta, razoavelmente grande e bem plana. Não precisava ser tão plana, mas ou era isso ou era uma ladeira pior que as do Mangabeiras. Esta foi "eleita" a rua onde as sessões ocorrerão.
Fui andando até esta rua (cerca de um quarteirão grande do meu hotel) para "aquecer". Chegando na rua (ela começa no fim da rua do meu hotel), comecei a correr. Na medida que fui correndo, vi que o fim da rua estava chegando e eu não estava cansando. Mas não é porque eu estou no auge da minha forma física e sim porque a rua não é tão grande como eu imaginava.
Esta rua acaba na rua da praça da Igreja. Resolvi então cotinuar na rua que tem a bica/praça escondida. Mais ou menos em frente à bica cansei e comecei a andar. Andei mais um pouco e resolvi voltar a correr. Fui correndo mais um pouco na medida em que fui correndo a luz foi diminuindo, o "asfalto" foi acabando até que cheguei em um pedaço que não tinha mais luz nem asfalto. Neste momento resolvi voltar, por segurança.
Voltei correndo, andei um pedaço e, na bica, voltei a correr. Chegando na praça da igreja, um molequinho de uns 7 anos me viu correndo e começou a correr também. Não sei se correndo de mim ou correndo comigo. Mas aí eu alcancei ele e ele saiu da frente me deixando passar. E depois que passei ele gritou: "Fazendo caminhada, hein?". Tá certo que não estava correndo numa velocidade alucinante, mas chamar aquilo de caminhada foi sacanagem!
Quando estava quase chegando na rua do hotel ví a tal cruz iluminada no alto do morro. Resolvi descobrir o que diabos era aquilo. Tinha uma placa dizendo "Santuário de Alguma Coisa". Ainda bem, porque já estava me arrastando e foi o motivo para parar de correr. Só que era uma subida cabulosa.
Comecei a subir, andando mesmo, em um ritmo quase ridículo. Mas como era uma subida realmente muito forte, não me sentí muito derrotado. Depois de subir muito, cheguei num lugar meio escuro. Tinha um cara na porta de uma casa e resolvi perguntar como chegava na cruz iluminada, imaginando que não fosse pelo caminho escuro. Mas não adiantou, era por lá mesmo.
Fui andando e chegou num ponto que não enxergava nem o meu pé, mas ainda assim continuei, cagando de medo de aparecer uma cobra ou outro bicho peçonhento, pois estava com mato dos dois lados. Não dava nem para correr, porque não estava enxergando a "rua".
Mais um pouco para frente, as luzes da cruz voltaram a iluminar o caminho e ví que junto da criz tem uma igreja bem pequena. Não deve ter nem uns 20 metros. Junto com as luzes, comecei a escutar vozes e sentir um cheiro típico de lugares isolados.
Fingi que não tinha visto as pessoas e nem que tinha percebido que elas estavam fazendo coisas ilegais. Olhei para a cidade e tive a visão mais bacana dela até hoje. Só que não vou tirar fotos de lá nem a purrete, porque gosto muito da minha máquina fotográfica.
Voltei para o hotel, tomei banho, comi e, ao ligar a TV, ví que iria passar "Legalmente Loira" na TNT. Por incrível que pareça, foi o primeiro filme que eu já tinha visto que passou na TNT nas três semanas que estou aqui.
Enquanto passava o filme, resolvi estudar um pouco sobre o processo da minha empresa em umas apostilas que eles me arrumaram. Terminada a apostila 1 (e o filme), comecei a mudar os canais e ví uma aula de espanhol na TV Escola. Resolví assistir, para não perder o contato com a língua. A aula não é grandes coisas, mas dá para "divertir" um pouquinho. So que dormí no meio da segnda aula (que já era do nível avançado, mas que já tinha visto na minha antiga empresa como nível basico).
Fatos rápidos observados durante a Sessão de Masoquismo Noturno:
12 de set. de 2006
Fatos Rápidos
11 de set. de 2006
De Volta à Rotina
Volta de feriadão é foda. Cheguei na rodoviária no horário de sempre e o guichê da Passaro Verde (empresa que me traz para a Megalópole) estava com uma fila quilométrica. Ainda bem que fui comprar minha passagem na sexta...
Desço para a plataforma de embarque e ela também está lotada. Como já tinha um busão estacionado, fui lá ver se era o meu. "Bhz - Sta Bárbara". Era ele. Coloquei a minha mala no bagageiro e entreguei a minha passagem para o motorista. Ele pega, olha e diz: "seu carro é o próximo. Este é de 5:45".
Meio sem entender, porque o primeiro balaio para Barão é 6 da matina, tirei a minha mala do bagageiro e fiquei esperando o meu ônibus estacionar. E nisso a quantidade de pessoas na plataforma só aumentando (afinal, aquela fila toda de pessoas comprando passagem tinha que embarcar).
Aí lembrei que tinha sido feriadão e todo mundo deve ter ndo para BH. Aquele primeiro "carro" era EXTRA. Ou seja, o meu estaria lotado, senão não abririam outro horário, 15 minutos antes.
A minha sorte é que aquele povaréu todo estava indo para Ouro Preto/Mariana, que é o outro ônibus que sai junto com o meu. O meu estava razoavelmente vazio. Só que tinha um grupo de peões qe estava vindo para cá para um emprego novo. E eles vieram falando (alto) a viagem inteira.
Para aumentar ainda mais o meu sofrimento, eu esqueci o meu MP3 Player e pela primeira vez em três semanas de viagem de balaio o sol estava na minha cara (e eu estava no meio da janela, ou seja, não tinha cortina). Mas pelo menos não tinha ninguém ao meu lado.
O ônibus veio parando a cada 500 metros, sempre subindo gente. Teve uma hora que não teve jeito, sentou um cara ao meu lado. Mas isso já era perto de Barão. "Só uns 20 minutos", pensei. Que nada. Na estrada de acesso à cidade subiu MUITA gente. Estava pior que os 2004 que eu pegava às 6 da tarde para voltar da Federal. E a freqüência de parada aumentou. em vez de ser a cada 500 metros passou a ser a cada 200.
Depois de muita luta consegui finalmente chegar à pracinha de Barão. Peguei a minha mala e vim arrastando até a empresa. Liguei meu computador, olhei meu email e vejo um da minha empresa, falando que a minha reserva no hotel tinha sido cancelada. Puto da vida ("lá vou eu ter que brigar com esse povo novamente"), entrei na página da empresa e vi que tinha sido cancelada porque o meu quarto, que era duplo, passou a ser single (não me pergunte o motivo).
Fato é que eu não vou mais ter que dividir o quarto com o Faixa Verde, que vai ficar aqui até o fim do ano. Pelo menos por esta semana ainda vou ter um quarto só para mim! Espero que seja assim até o fim do ano.
Desço para a plataforma de embarque e ela também está lotada. Como já tinha um busão estacionado, fui lá ver se era o meu. "Bhz - Sta Bárbara". Era ele. Coloquei a minha mala no bagageiro e entreguei a minha passagem para o motorista. Ele pega, olha e diz: "seu carro é o próximo. Este é de 5:45".
Meio sem entender, porque o primeiro balaio para Barão é 6 da matina, tirei a minha mala do bagageiro e fiquei esperando o meu ônibus estacionar. E nisso a quantidade de pessoas na plataforma só aumentando (afinal, aquela fila toda de pessoas comprando passagem tinha que embarcar).
Aí lembrei que tinha sido feriadão e todo mundo deve ter ndo para BH. Aquele primeiro "carro" era EXTRA. Ou seja, o meu estaria lotado, senão não abririam outro horário, 15 minutos antes.
A minha sorte é que aquele povaréu todo estava indo para Ouro Preto/Mariana, que é o outro ônibus que sai junto com o meu. O meu estava razoavelmente vazio. Só que tinha um grupo de peões qe estava vindo para cá para um emprego novo. E eles vieram falando (alto) a viagem inteira.
Para aumentar ainda mais o meu sofrimento, eu esqueci o meu MP3 Player e pela primeira vez em três semanas de viagem de balaio o sol estava na minha cara (e eu estava no meio da janela, ou seja, não tinha cortina). Mas pelo menos não tinha ninguém ao meu lado.
O ônibus veio parando a cada 500 metros, sempre subindo gente. Teve uma hora que não teve jeito, sentou um cara ao meu lado. Mas isso já era perto de Barão. "Só uns 20 minutos", pensei. Que nada. Na estrada de acesso à cidade subiu MUITA gente. Estava pior que os 2004 que eu pegava às 6 da tarde para voltar da Federal. E a freqüência de parada aumentou. em vez de ser a cada 500 metros passou a ser a cada 200.
Depois de muita luta consegui finalmente chegar à pracinha de Barão. Peguei a minha mala e vim arrastando até a empresa. Liguei meu computador, olhei meu email e vejo um da minha empresa, falando que a minha reserva no hotel tinha sido cancelada. Puto da vida ("lá vou eu ter que brigar com esse povo novamente"), entrei na página da empresa e vi que tinha sido cancelada porque o meu quarto, que era duplo, passou a ser single (não me pergunte o motivo).
Fato é que eu não vou mais ter que dividir o quarto com o Faixa Verde, que vai ficar aqui até o fim do ano. Pelo menos por esta semana ainda vou ter um quarto só para mim! Espero que seja assim até o fim do ano.
10 de set. de 2006
Parabéns, Fofoqueira
Ontem foi a comemoração de aniversário da Fofoqueira. Tá, não lembro como eu chamava ela, mas é aquela menina que trabalhava na mesma empresa que eu e era amiguinha da chefinha e que adora uma fofoca.
Confesso que estava com uma preguiça do cão para ir lá, principalmente porque só teria chefes e pessoas "gente boa", como a Chefinha, o Chefinho Querido e a Pão de Queijo (esse é porque ela tem o rosto branco e redondo, igual um pão de queijo). Os bêbados já tinham falado que não iam.
Fui para lá com a intenção de ficar pouco tempo. Cheguei umas 8:30 e para minha surpresa o Ex-Nerd estava lá. O resto dos chatos não tinha chegado ainda. Fiquei lá conversando com a Fofoqueira, o Ex-Nerd e as irmãs deles.
Como foi na Companhia do Boi, a galera começou a pedir rango. Eu não pedi nada, mas fui comendo o que chegava na mesa. Não estava muito a fim de beber e como o pessoal também não estava bebendo, acabei não pedindo nada.
Um pouco mais tarde chegaram os chatos (menos o Chefinho Querido, que não foi). E aí começaram as perguntas sobre o meu trabalho. Mas não eram aquelas perguntas de quem está realmente interessado se você está gostando ou realmente quer saber o que diabos você está fazendo... Eram aquelas perguntas de quem quer saber se você está bem ou não no novo emprego, mas porque está torcendo contra!
Umas 11:00 resolvi vir embora. Rolou um parabéns (por minha causa) e acabou que um monte de gente foi embora antes de mim. Fiquei com pena da fofoqueira, porque estava todo mundo deixando uns 10 conto, quando claramente gastaram muito mais que isso.
Voltei para casa e fiquei vendo Drawn Together, que é um desenho animado zuando reality shows, sendo que os integrantes são paródias de personagens antigos, tipo superman, betty boop e um dos cavaleiros do zodíaco. É MUITO bom. E logo depois dele, trocando de canal, peguei um epsódio de RobotChicken.
No fim das contas, não foi tão ruim assim...
Confesso que estava com uma preguiça do cão para ir lá, principalmente porque só teria chefes e pessoas "gente boa", como a Chefinha, o Chefinho Querido e a Pão de Queijo (esse é porque ela tem o rosto branco e redondo, igual um pão de queijo). Os bêbados já tinham falado que não iam.
Fui para lá com a intenção de ficar pouco tempo. Cheguei umas 8:30 e para minha surpresa o Ex-Nerd estava lá. O resto dos chatos não tinha chegado ainda. Fiquei lá conversando com a Fofoqueira, o Ex-Nerd e as irmãs deles.
Como foi na Companhia do Boi, a galera começou a pedir rango. Eu não pedi nada, mas fui comendo o que chegava na mesa. Não estava muito a fim de beber e como o pessoal também não estava bebendo, acabei não pedindo nada.
Um pouco mais tarde chegaram os chatos (menos o Chefinho Querido, que não foi). E aí começaram as perguntas sobre o meu trabalho. Mas não eram aquelas perguntas de quem está realmente interessado se você está gostando ou realmente quer saber o que diabos você está fazendo... Eram aquelas perguntas de quem quer saber se você está bem ou não no novo emprego, mas porque está torcendo contra!
Umas 11:00 resolvi vir embora. Rolou um parabéns (por minha causa) e acabou que um monte de gente foi embora antes de mim. Fiquei com pena da fofoqueira, porque estava todo mundo deixando uns 10 conto, quando claramente gastaram muito mais que isso.
Voltei para casa e fiquei vendo Drawn Together, que é um desenho animado zuando reality shows, sendo que os integrantes são paródias de personagens antigos, tipo superman, betty boop e um dos cavaleiros do zodíaco. É MUITO bom. E logo depois dele, trocando de canal, peguei um epsódio de RobotChicken.
No fim das contas, não foi tão ruim assim...
9 de set. de 2006
De Volta ao Stadt Jever
Ontem a noite fui com os bêbados ao Stadt Jever. Fazia um tempo bom que não ia lá. Para variar, eu fui o primeiro a chegar. Todas as mesas grandes estavam reservadas, mas coversei com um garçon lá e ele liberou uma das mesas.
O povo chegou mais ou menos junto, uns 10 minutos depois que cheguei. Eramos uns 10. Eles resolveram mudar de mesa, porque segundo eles estava "apertado". Eu acho que ficou apertado depois que mudamos, mas tudo bem. Eu estava em uma cadeira mesmo, eles que se espremessem nos bancos...
Ontem estava todo mundo devagar e ficamos longe de atingir o grau máximo. Eu não iria atingir, pois estava dirigindo. O lado bom é que ninguém deu vexame, como uma das últimas vezes que fomos lá.
Como estávamos embaixo de uma caixa de som, durante muito tempo o papo foi sobre música (toda hora alguém tinha um comentário sobre a música que estava tocando, que puxava outros comentários de outras músicas).
No fim das contas, ganhamos uma Pepsi (porque o garçon trouxe errado e não cobrou) e um chopp, porque pedimos uma parcial e depois este chopp e o cara falou que seria por conta da casa. E isso era "cedo", umas duas da madrugada. E o pior é que o bar ainda estava muito cheio.
Na hora de pegar meu carro (tinha parado em frente, mas do outro lado da rua), não tinha flanelinha. Isso tinha acontecido na quarta também, quando fui à despedida do Fodão. Sem reclamar, muito menos achar ruim, liguei meu carro e fui para casa
Ainda não sei porque diabos nunca fiz um "Esparroman Recomenda" do Stadt Jever, pois é um lugar que eu gosto bastante... Mas acho que falo tanto nele que nem precisa. Já deve dar para perceber que eu recomendo!
O povo chegou mais ou menos junto, uns 10 minutos depois que cheguei. Eramos uns 10. Eles resolveram mudar de mesa, porque segundo eles estava "apertado". Eu acho que ficou apertado depois que mudamos, mas tudo bem. Eu estava em uma cadeira mesmo, eles que se espremessem nos bancos...
Ontem estava todo mundo devagar e ficamos longe de atingir o grau máximo. Eu não iria atingir, pois estava dirigindo. O lado bom é que ninguém deu vexame, como uma das últimas vezes que fomos lá.
Como estávamos embaixo de uma caixa de som, durante muito tempo o papo foi sobre música (toda hora alguém tinha um comentário sobre a música que estava tocando, que puxava outros comentários de outras músicas).
No fim das contas, ganhamos uma Pepsi (porque o garçon trouxe errado e não cobrou) e um chopp, porque pedimos uma parcial e depois este chopp e o cara falou que seria por conta da casa. E isso era "cedo", umas duas da madrugada. E o pior é que o bar ainda estava muito cheio.
Na hora de pegar meu carro (tinha parado em frente, mas do outro lado da rua), não tinha flanelinha. Isso tinha acontecido na quarta também, quando fui à despedida do Fodão. Sem reclamar, muito menos achar ruim, liguei meu carro e fui para casa
Ainda não sei porque diabos nunca fiz um "Esparroman Recomenda" do Stadt Jever, pois é um lugar que eu gosto bastante... Mas acho que falo tanto nele que nem precisa. Já deve dar para perceber que eu recomendo!
8 de set. de 2006
Trabalhando em Casa
Hoje não tive que ir para Barão, mas em troca tive que formatar algumas planilhas. Essa história de trabalhar em casa é foda... Tem que ter muita disciplina! Mas é muito bom.
Acordei as 9, olhei para o meu computador e decidi ficar na cama até as 9:30. Levantei 9:30, fui tomar banho, arrumar meu quarto, fiz mais uma horinha e 10 horas estava ligando o PC.
Comecei a trabalhar em um dos arquivos, deixei a planilha bem fresca (do jeito que o N6 gosta). Parti para a segunda planilha. No que eu abro, deu aquele gelo. Não estava achando o trabalho de uma tarde inteira.
Já deseperado, comecei a procurar em TODAS as planilhas do projeto para ver se não estava olhando no lugar errado. Aí lembrei que, no fim da reunião, o N3 Mané não tinha salvo o treco (na hora de fechar deu aquela mensagem "Deseja Salvar...?").
"Fudeu... Vou ter que ir na cara dura pedir para o cliente para refazer tudo", pensei. Já acostumado com a idéia, resolvi deixar o resto do trabalho para a parte da tarde, pois já era quase meio dia e ia almoçar com os bêbados.
Fui na empresa e não me deixaram entrar como funcionário. Tive que ligar para um dos caras pedindo a minha liberação. Subi e vi que não mudou nada. continua tudo a mesma coisa. E um povo ainda passou por mim e nem cumprimentou.
Depois do rango (quase 2 horas de almoço!), fui na empresa entregar os RDV's. Esse negócio de ir lá toda semana só pra entregar esse treco tá foda... Gasto mais de 20 minutos deslocando para não ficar nem um minuto lá.
Voltei para casa, vesti o pijamão e tirei uma pestana (ninguém é de ferro, né? hehehe). Acordei umas 4:00 e lá para 4:30 voltei a trabalhar (não tive o trabalho nem de tirar o pijama!). Abri a aplanilha, formatei o que tinha que formatar e, procurando um dado, acabei achando a planilha que achei que tinha perdido. Na verdade, estava com painéis congelados e os dados que eu precisava estavam "escondidos".
Sério, eu QUASE mandei um email para o N3 Mané falando que a gente tinha esquecido de salvar e perguntando o que eu devia fazer. Sorte que resolvi mandar depois que terminasse, junto com as planilhas já formatadas.
Fiquei MUITO mais tranquilo depois desse achado. E com isso terminei o trabalho rapidinho e encerrei meu dia útil. A minha única preocupação era combinar com os bêbados onde íamos buscar alcançar o grau máximo.
Mas no fim das contas, trabalhar em casa é legal. Bem que eles podiam me deixar aqui durante esta semana, só me mandando as planilhas. Não preciso conversar com ninguém para fazer isso mesmo....
Acordei as 9, olhei para o meu computador e decidi ficar na cama até as 9:30. Levantei 9:30, fui tomar banho, arrumar meu quarto, fiz mais uma horinha e 10 horas estava ligando o PC.
Comecei a trabalhar em um dos arquivos, deixei a planilha bem fresca (do jeito que o N6 gosta). Parti para a segunda planilha. No que eu abro, deu aquele gelo. Não estava achando o trabalho de uma tarde inteira.
Já deseperado, comecei a procurar em TODAS as planilhas do projeto para ver se não estava olhando no lugar errado. Aí lembrei que, no fim da reunião, o N3 Mané não tinha salvo o treco (na hora de fechar deu aquela mensagem "Deseja Salvar...?").
"Fudeu... Vou ter que ir na cara dura pedir para o cliente para refazer tudo", pensei. Já acostumado com a idéia, resolvi deixar o resto do trabalho para a parte da tarde, pois já era quase meio dia e ia almoçar com os bêbados.
Fui na empresa e não me deixaram entrar como funcionário. Tive que ligar para um dos caras pedindo a minha liberação. Subi e vi que não mudou nada. continua tudo a mesma coisa. E um povo ainda passou por mim e nem cumprimentou.
Depois do rango (quase 2 horas de almoço!), fui na empresa entregar os RDV's. Esse negócio de ir lá toda semana só pra entregar esse treco tá foda... Gasto mais de 20 minutos deslocando para não ficar nem um minuto lá.
Voltei para casa, vesti o pijamão e tirei uma pestana (ninguém é de ferro, né? hehehe). Acordei umas 4:00 e lá para 4:30 voltei a trabalhar (não tive o trabalho nem de tirar o pijama!). Abri a aplanilha, formatei o que tinha que formatar e, procurando um dado, acabei achando a planilha que achei que tinha perdido. Na verdade, estava com painéis congelados e os dados que eu precisava estavam "escondidos".
Sério, eu QUASE mandei um email para o N3 Mané falando que a gente tinha esquecido de salvar e perguntando o que eu devia fazer. Sorte que resolvi mandar depois que terminasse, junto com as planilhas já formatadas.
Fiquei MUITO mais tranquilo depois desse achado. E com isso terminei o trabalho rapidinho e encerrei meu dia útil. A minha única preocupação era combinar com os bêbados onde íamos buscar alcançar o grau máximo.
Mas no fim das contas, trabalhar em casa é legal. Bem que eles podiam me deixar aqui durante esta semana, só me mandando as planilhas. Não preciso conversar com ninguém para fazer isso mesmo....
7 de set. de 2006
Até Mais, Fodão
Ontem a noite fui na despedida do Fodão. Ele vai para Luxemburgo Domingo e deve ficar até o fim do ano (mas provavelmente vai ficar mais lá). Foi num lugar que nunca tinha ido e que não sei pronunciar o nome (e olha que eu falo alemão!). Fica na Tomé de Souza entre Rio Grande do Norte e Getúlio Vargas.
Estava marcado para as 8, mas como neste horário eu estava chegando em casa, fui para lá as 9. Parei uns três querteirões de lá, na Antônio de Albuquerque, porque acho aquele pedaço meio punk. E onde parei é mais movimentado e tem uns flanelinhas (não, eu não gosto de flanelinhas, mas gosto muito mais do meu carro e do meu vidro).
Quando cheguei lá já tinham uma penca de gente. Dos trainees tinha pouca gente (uns 8) comparado com a galera que estava lá. Foi bacana ouvir do pessoal as experiências de trabalho e saber que não sou o único que está perdido e sem saber o que está fazendo.
Ah é! O meu teclado extra do notebook ficou famoso. Um dos caras está trabalhando com a estatística sinistra do meu projeto (a que falou que não ia pegar bem o cliente me ver com um teclado "extra"). Segundo ele, ela contou para todo mundo que eu tenho um outro teclado.
E lembra que eu tinha falado que eles não ficaram muito felizes quendo eu disse que "não levaria mais o teclado e quando tivesse LER mandaria a conta para eles"? Pois é... Ela pelo menos não gostou mesmo e falou que eu sou muito "nervoso". Como diria a Consultora, já comecei a "sublimar o filme". Tenho que aprender a ficar calado...
Fiquei lá até umas 2 da matina, quando o sono bateu. Paguei a minha conta (R$ 24,00, sendo que destes R$7,00 era para "poder usar o banheiro") e vim embora para casa. Não, eu não bebi tanto assim. É que cada garrafa custava R$ 4,00. E por conta disso (entrada e cerva caras), não volto mais lá, mesmo sendo um lugar bacana (tinha até showzinho ontem).
Estava marcado para as 8, mas como neste horário eu estava chegando em casa, fui para lá as 9. Parei uns três querteirões de lá, na Antônio de Albuquerque, porque acho aquele pedaço meio punk. E onde parei é mais movimentado e tem uns flanelinhas (não, eu não gosto de flanelinhas, mas gosto muito mais do meu carro e do meu vidro).
Quando cheguei lá já tinham uma penca de gente. Dos trainees tinha pouca gente (uns 8) comparado com a galera que estava lá. Foi bacana ouvir do pessoal as experiências de trabalho e saber que não sou o único que está perdido e sem saber o que está fazendo.
Ah é! O meu teclado extra do notebook ficou famoso. Um dos caras está trabalhando com a estatística sinistra do meu projeto (a que falou que não ia pegar bem o cliente me ver com um teclado "extra"). Segundo ele, ela contou para todo mundo que eu tenho um outro teclado.
E lembra que eu tinha falado que eles não ficaram muito felizes quendo eu disse que "não levaria mais o teclado e quando tivesse LER mandaria a conta para eles"? Pois é... Ela pelo menos não gostou mesmo e falou que eu sou muito "nervoso". Como diria a Consultora, já comecei a "sublimar o filme". Tenho que aprender a ficar calado...
Fiquei lá até umas 2 da matina, quando o sono bateu. Paguei a minha conta (R$ 24,00, sendo que destes R$7,00 era para "poder usar o banheiro") e vim embora para casa. Não, eu não bebi tanto assim. É que cada garrafa custava R$ 4,00. E por conta disso (entrada e cerva caras), não volto mais lá, mesmo sendo um lugar bacana (tinha até showzinho ontem).
6 de set. de 2006
Acompanhando o Chefe
Hoje foi dia de acompanhar o N3 Mané. Como o projeto está muito atrasado, ele resolver atacar duas frentes em paralelo. O N6 ia reunir com 2 caras e eu e ele iríamos reunir com outros 2. Ele pediu para que eu preparasse umas tabelas para a reunião com um dos caras. Fiz as mudanças necessárias e conferi umas 200 vezes para ter certeza que estava tudo ok.
E lá fomos nós para a reunião...Com o meu notebook...Na parte mais suja da empresa. Chegamos la´e abri o notebook. O N3 estava no meio e começou a conversar com o cara e preencher a planilha. Nisso o cara, que estava com os dedos todos sujos, ficava apontando as coisas na minha tela (mas sem encostar). E cada vez que ele ia com o dedão eu arregalava os olhos.
PLanilha pronta, chegou a hora de montar um outro documento (com este mesmo cara). Eram uns blocos com as etapas do processo. Me lembraram as minhas aulas de controle, porque em cada etapa tinha as entradas, saídas e ruidos. Tenho horror a controle, mas como pela primeira vez estava entendendo o que estava acontecendo, não foi tão ruim assim.
Só que desta vez o cara enfiou o dedo na tela do computador. Eu quase tive um treco. E aquilo foi se repetindo e cada vez que o cara enfiava o dedo na tela eu ia ficando um pouco mais morto por dentro. Até que chegou uma hora que eu perebi que não ia adiantar ficar me remoendo e liguei o "pouco importa" (imagina se eu vou pedir para o cara não colocar o dedo na tela em frente o meu chefe).
No meio da reunião o N3 Gente Boa ligou para o Mané, mas eu que atendi e pedi para ele liger dentro de uma meia hora. Terminada a reunão (quase 1,5 hora depois disso), o cara não tinha ligado. O Mané então perguntou se eu pagava para mandar mensagem do celular, para pedir para o cara ligar, pois o CARTÃO dele tinha acabado. Como falei que pagava (e pago mesmo), ele falou para deixar para lá.
Sério... Comé que pode um cara que ganha POR DIA o que eu ganho por mês ser munheca ao ponto de ter celular de cartão?? Principalmente considerando que ele viaja muito e deve usar muito o celular. Se eu achava que eu era mão de vaca, agora vou ter que rever meus conceitos...
A reunião com o outro cara não aconteceu, pois ele estava fazendo recrutamento interno. O que foi bom, porque teria que sair no meio dela para pegar o balaio de volta para BH (que, por sinal estava bem velho, mas foi o mais confortável que ja peguei para Barão).
Ah é. Ontem tive uma notícia ótima: não trabalho na sexta! Quer dizer, não vou ter que ir para Barão. Vou ter que configurar umas três planilhas (que vão dar muito trabalho), mas pode ser feito em casa. Com isso, vou almoçar com os bêbados e o resto do pessoal da minha ex-empresa amanhã.
E lá fomos nós para a reunião...Com o meu notebook...Na parte mais suja da empresa. Chegamos la´e abri o notebook. O N3 estava no meio e começou a conversar com o cara e preencher a planilha. Nisso o cara, que estava com os dedos todos sujos, ficava apontando as coisas na minha tela (mas sem encostar). E cada vez que ele ia com o dedão eu arregalava os olhos.
PLanilha pronta, chegou a hora de montar um outro documento (com este mesmo cara). Eram uns blocos com as etapas do processo. Me lembraram as minhas aulas de controle, porque em cada etapa tinha as entradas, saídas e ruidos. Tenho horror a controle, mas como pela primeira vez estava entendendo o que estava acontecendo, não foi tão ruim assim.
Só que desta vez o cara enfiou o dedo na tela do computador. Eu quase tive um treco. E aquilo foi se repetindo e cada vez que o cara enfiava o dedo na tela eu ia ficando um pouco mais morto por dentro. Até que chegou uma hora que eu perebi que não ia adiantar ficar me remoendo e liguei o "pouco importa" (imagina se eu vou pedir para o cara não colocar o dedo na tela em frente o meu chefe).
No meio da reunião o N3 Gente Boa ligou para o Mané, mas eu que atendi e pedi para ele liger dentro de uma meia hora. Terminada a reunão (quase 1,5 hora depois disso), o cara não tinha ligado. O Mané então perguntou se eu pagava para mandar mensagem do celular, para pedir para o cara ligar, pois o CARTÃO dele tinha acabado. Como falei que pagava (e pago mesmo), ele falou para deixar para lá.
Sério... Comé que pode um cara que ganha POR DIA o que eu ganho por mês ser munheca ao ponto de ter celular de cartão?? Principalmente considerando que ele viaja muito e deve usar muito o celular. Se eu achava que eu era mão de vaca, agora vou ter que rever meus conceitos...
A reunião com o outro cara não aconteceu, pois ele estava fazendo recrutamento interno. O que foi bom, porque teria que sair no meio dela para pegar o balaio de volta para BH (que, por sinal estava bem velho, mas foi o mais confortável que ja peguei para Barão).
Ah é. Ontem tive uma notícia ótima: não trabalho na sexta! Quer dizer, não vou ter que ir para Barão. Vou ter que configurar umas três planilhas (que vão dar muito trabalho), mas pode ser feito em casa. Com isso, vou almoçar com os bêbados e o resto do pessoal da minha ex-empresa amanhã.
Passeio Noturno
Ontem a noite acabei ficando até um pouco mais tarde na empresa, porque estava conversando com o pessoal através de emails. Quando saí, já estava escuro. Aí lembrei que o N6 tinha me falado para rodar na empresa à noite, para ver o processo.
Rapá, é MUITO bonito. Muito mais que de dia. Se eu já queria falar do processo antes, agora já quero tirar fotos! Só que isso não pode mesmo. Pelo menos até eu arrumar um celular com câmera.
Voltei para o hotel, troquei de roupa e fui andar a esmo pela cidade, buscando lugares "nunca dantes navegados", prestando mais atenção na cidade. Foi bom, porque estava razoavelmente frio e acabei "esquentando" (e pegando uma gripe).
Seguem alguns fatos:
Um serviço de menos de 30 segundos me custou 3 ronaldos. Qual? Copiar uma chave, do armário na empresa; Aqui tem duas coisas em quase todo quareirão: salão de beleza/cabelereiro e video locadora. Lembra que eu falei que eram 3 locadoras na avenida principal? Errei. São 6; Achei um lugar com arcade e video games; Uma padaria também tem 2 arcades; Não é apenas uma Lan House. São 2 (uma, excrusive, é do lado do meu hotel); Existe uma cruz com luzes no alto da montanha que circunda Barrão. Semana que vem vou lá descobrir o que é (fiquei com medo de ir lá com a minha câmera);
Rapá, é MUITO bonito. Muito mais que de dia. Se eu já queria falar do processo antes, agora já quero tirar fotos! Só que isso não pode mesmo. Pelo menos até eu arrumar um celular com câmera.
Voltei para o hotel, troquei de roupa e fui andar a esmo pela cidade, buscando lugares "nunca dantes navegados", prestando mais atenção na cidade. Foi bom, porque estava razoavelmente frio e acabei "esquentando" (e pegando uma gripe).
Seguem alguns fatos:
5 de set. de 2006
Esqueceram de Mim
Hoje eu fiquei sozinho na empresa. O N6 foi com o N3 Mané para Divinópolis e o N3 Gente Boa está na cidade dele (este mês ele não vai para o Canadá). Achei que ia ficar olhando para o teto, formatando planilhas, como fiz nos últimos dias. Mas não foi bem assim. Bom, pelo menos não deveria ter sido...
O N6 me passou uma tarefa de gente, em que teria que reunir com três caras da empresa para definir umas coisas. Fui no primeiro deles, que é um nível mais alto que os outros dois, para que ele pudesse me ajudar nas conversas com os outros dois. Eu já tinha visto o cara uma vez, mas não lembrava da cara do sujeito de jeito nenhum. Mas imaginei que quando visse saberia quem era.
Cheguei na sala dele, dei aquela olhada nas pessoas e não ví nenhum rosto conhecido (fora uma mulher que fica lá). Perguntei para ela onde ele estava, com o tuim na mão de ser um dos caras que estava na sala (imagina o mico). Mas ele não estava lá. Ficaria o dia inteiro fora, fazendo treinamento.
"Fudeu. Vou ter que fazer um negócio que nunca fiz na vida (e que não sabia nem o nome), de uma área que não conheço nada, sem a ajuda de ninguém", pensei. E fui para a sala de um dos outros dois caras. Um que eu já conhecia e que me conhecia, porque participei de uma reunião com ele semana passada. Faria as merdas com ele, aprendendo, e depois iria procurar o outro cara, que também só tinha sido apresentado e nem se fizesse muita força lembraria da cara.
Cheguei na sala dele, olhei e tinha outro cara na mesa dele. Aí perguntei para o cara se ele sabia do outro. Resposta: Treinamento. Provavelmente o mesmo que o primeiro cara.
Já desesperado, fui até a sala do terceiro cara, o desconhecido. Até para achar a sala dele eu tive dificuldade, pois só tinha ido uma vez. Imagina se eu ia lembrar da cara do sujeito? Entrei na sala e só tinha UMA pessoa. Como é que eu pergunto "onde está o 'fulano'?" (teoricamente eu já o conhecia e não poderia perguntar "Você que é o 'Fulano'?").
Mas como não tinha jeito, lá fui eu perguntar para o cara onde estava o zezão. Para minha sorte, ele não era o cara. E para mais sorte ainda, o cara também estava em treinamento.
Liguei para o N6, expliquei a situação e advinha o que ele me mandou fazer? Ganha um doce quem acertar... Sim, formatar planilhas. E este foi o meu trabalho no dia de hoje. Outra vez... Mas desta vez já utilizando o alt + E + A + V. Ah se eu estivesse com o meu teclado...
Comentário rapido: Aqui na empresa tem brigada de incêndio. Só que não tem nenhum caminhão de bombeiro e a cidade não tem corpo de bombeiros. Será que devo me preocupar?
O N6 me passou uma tarefa de gente, em que teria que reunir com três caras da empresa para definir umas coisas. Fui no primeiro deles, que é um nível mais alto que os outros dois, para que ele pudesse me ajudar nas conversas com os outros dois. Eu já tinha visto o cara uma vez, mas não lembrava da cara do sujeito de jeito nenhum. Mas imaginei que quando visse saberia quem era.
Cheguei na sala dele, dei aquela olhada nas pessoas e não ví nenhum rosto conhecido (fora uma mulher que fica lá). Perguntei para ela onde ele estava, com o tuim na mão de ser um dos caras que estava na sala (imagina o mico). Mas ele não estava lá. Ficaria o dia inteiro fora, fazendo treinamento.
"Fudeu. Vou ter que fazer um negócio que nunca fiz na vida (e que não sabia nem o nome), de uma área que não conheço nada, sem a ajuda de ninguém", pensei. E fui para a sala de um dos outros dois caras. Um que eu já conhecia e que me conhecia, porque participei de uma reunião com ele semana passada. Faria as merdas com ele, aprendendo, e depois iria procurar o outro cara, que também só tinha sido apresentado e nem se fizesse muita força lembraria da cara.
Cheguei na sala dele, olhei e tinha outro cara na mesa dele. Aí perguntei para o cara se ele sabia do outro. Resposta: Treinamento. Provavelmente o mesmo que o primeiro cara.
Já desesperado, fui até a sala do terceiro cara, o desconhecido. Até para achar a sala dele eu tive dificuldade, pois só tinha ido uma vez. Imagina se eu ia lembrar da cara do sujeito? Entrei na sala e só tinha UMA pessoa. Como é que eu pergunto "onde está o 'fulano'?" (teoricamente eu já o conhecia e não poderia perguntar "Você que é o 'Fulano'?").
Mas como não tinha jeito, lá fui eu perguntar para o cara onde estava o zezão. Para minha sorte, ele não era o cara. E para mais sorte ainda, o cara também estava em treinamento.
Liguei para o N6, expliquei a situação e advinha o que ele me mandou fazer? Ganha um doce quem acertar... Sim, formatar planilhas. E este foi o meu trabalho no dia de hoje. Outra vez... Mas desta vez já utilizando o alt + E + A + V. Ah se eu estivesse com o meu teclado...
Comentário rapido: Aqui na empresa tem brigada de incêndio. Só que não tem nenhum caminhão de bombeiro e a cidade não tem corpo de bombeiros. Será que devo me preocupar?
Bem Vindo a Megalópole
Mais Fotos... Mas agora da Megalópole do leste mineiro! Infelizmente tive que tirar as fotos a noite, porque quando saí do trabalho já estava escuro. Mais uma vez, desculpem pelas fotos. A desculpa é a mesma do post abaixo (fotos sem flash -> Obturador mais tempo aberto -> parkinson atuando -> fotos tremidas e desfocadas). Mas a boa notícia é que, como não usei o flash, a bateria da minha máquina durou um bocado!
Foto Geral da cidade (não, eu não tinha esperança que saísse alguma coisa)
Praça do Centro da Cidade. Reparem no micro-teatro de arena (esse buraco aí embaixo) e na estrutura de iluminação tipo boate. Não dá para ver, mas numa árvore que fica à direita da foto tem umas bolas de natal dependuradas até hoje

Esta é a praça que é uma calçada com bancos.
Aqui a prova que é uma praça (se não tivesse a placa eu não saberia que é uma praça)
Ainda estou em dúvida se isso é parte integrante da praça acima (que é essa calçada do lado direito), mas estou duvidando. Senão a placa ficaria aqui!
Esta é a outra praça, a da igreja
Aqui a Igreja, com direito ao coreto da praça
Interior da igreja. Tirei do fundo porque tinha gente lá na frente
Teto da igreja. Bacana, né?
Lateral da igreja. Viu como tem pouco ouro? Só um dos "locais para santo" tem ouro (bom, pelo menos é dourado...)
Andando pela cidade, seguindo a rua principal depois da igreja, achei este lugar
Aqui é a parte de baixo, na frente. É uma bica antiga que foi restaurada
Esta é a parte de trás. É uma praça em homenagem a alguém. Aquela escada lá no fundo leva a uma parte que fiquei com medo de ir (estava muito escuro)
Este é o Forum da cidade (Ok, não é ponto turístico, mas achei legal)
Agora vem a seção bizarrices de Barão de Cocais...
A prova de que a cidade é marrom... Essa rua é a pior, mas todas são neste nível de sujeira
Chaveiro/Tatuador. Faça uma Tatoo (artística!) e ganhe uma cópia de chave
Loja de informática para Consultores (reparem no preço do computador)
Lave seu carro e ganha hospedagem
Aqui também tem prédios! E fica ao lado da polícia militar. Ah, e na rua em que vão ocorrer as sessões de masoquismo noturno (descobri esta rua ontem)
Olha o que eu perdi... Ah seu eu soubesse...
Foto Geral da cidade (não, eu não tinha esperança que saísse alguma coisa)
Praça do Centro da Cidade. Reparem no micro-teatro de arena (esse buraco aí embaixo) e na estrutura de iluminação tipo boate. Não dá para ver, mas numa árvore que fica à direita da foto tem umas bolas de natal dependuradas até hoje
Esta é a praça que é uma calçada com bancos.
Aqui a prova que é uma praça (se não tivesse a placa eu não saberia que é uma praça)
Ainda estou em dúvida se isso é parte integrante da praça acima (que é essa calçada do lado direito), mas estou duvidando. Senão a placa ficaria aqui!
Esta é a outra praça, a da igreja
Aqui a Igreja, com direito ao coreto da praça
Interior da igreja. Tirei do fundo porque tinha gente lá na frente
Teto da igreja. Bacana, né?
Lateral da igreja. Viu como tem pouco ouro? Só um dos "locais para santo" tem ouro (bom, pelo menos é dourado...)
Andando pela cidade, seguindo a rua principal depois da igreja, achei este lugar
Aqui é a parte de baixo, na frente. É uma bica antiga que foi restaurada
Esta é a parte de trás. É uma praça em homenagem a alguém. Aquela escada lá no fundo leva a uma parte que fiquei com medo de ir (estava muito escuro)
Este é o Forum da cidade (Ok, não é ponto turístico, mas achei legal)Agora vem a seção bizarrices de Barão de Cocais...
A prova de que a cidade é marrom... Essa rua é a pior, mas todas são neste nível de sujeira
Chaveiro/Tatuador. Faça uma Tatoo (artística!) e ganhe uma cópia de chave
Loja de informática para Consultores (reparem no preço do computador)
Lave seu carro e ganha hospedagem
Aqui também tem prédios! E fica ao lado da polícia militar. Ah, e na rua em que vão ocorrer as sessões de masoquismo noturno (descobri esta rua ontem)
Olha o que eu perdi... Ah seu eu soubesse...
Minha Nova Casa (até o fim do ano)
Promessa é divida, então seguem algumas fotos do Barão Palace Hotel, minha casa pelos próximos 4 meses. Desculpem pela qualidade das fotos. Como não estava usando flash, o obturador ficou aberto mais tempo e o meu parkinson não colaborou...
Se as fotos estiverem escuras, aumente o brilho do seu monitor :D
Este é o hotel. Fino, não?
Minha super cama e o criado mudo (que eu uso de mesa para Notebook)
A TV (lá no alto), o frigobar, a escrivaninha (que não tem tomada para ligar o Notebook, por isso uso o criado mudo) e o armário
O Banheiro (com o segundo melhor chuveiro que já usei)
Detalhe do sabonete que tem no banheiro (não parece um Ploc?)
A área de café da manhã (o rango fica nesta bancadinha cinza)
O salão de jogos (sim, só tem essa mesa de sinuca, que como todo o resto da cidade, é marrom)
Isso aí fica ao lado do salão de jogos. Ainda não descobri o que é, mas acho que é o scotch bar
A grande piscina (reparem na sujeira no fundo)
Os caminhões que são ligados 5 da matina (mas como desta vez estou no fundo, não me incomoda)
Fantástico o hotel, não? Como quase não paro aqui, não preciso de mais que isso...
Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).
Se as fotos estiverem escuras, aumente o brilho do seu monitor :D
Este é o hotel. Fino, não?
Minha super cama e o criado mudo (que eu uso de mesa para Notebook)
A TV (lá no alto), o frigobar, a escrivaninha (que não tem tomada para ligar o Notebook, por isso uso o criado mudo) e o armário
O Banheiro (com o segundo melhor chuveiro que já usei)
Detalhe do sabonete que tem no banheiro (não parece um Ploc?)
A área de café da manhã (o rango fica nesta bancadinha cinza)
O salão de jogos (sim, só tem essa mesa de sinuca, que como todo o resto da cidade, é marrom)
Isso aí fica ao lado do salão de jogos. Ainda não descobri o que é, mas acho que é o scotch bar
A grande piscina (reparem na sujeira no fundo)
Os caminhões que são ligados 5 da matina (mas como desta vez estou no fundo, não me incomoda)Fantástico o hotel, não? Como quase não paro aqui, não preciso de mais que isso...
Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).
4 de set. de 2006
Fatos Rápidos
Como estou com preguiça de escrever, hoje vai ser via "fatos rápidos":
Hoje eu realmente entendi o que a menina de terça-feira quis dizer quando falou que o ônibus não estava fedendo. Realmente, o ÔNIBUS fede e não só as pessoas dentro dele; Hoje quando cheguei estava chovendo. Terra + Pó + Água = Roupa MUITO suja (ainda bem que não vim com a minha mala de rodinhas); Lembra da troca Notebook por prancheta, papel, caneta e cronômetro? Ficou para a semana que vem; O N6 realmente está me fazendo de estagiário. Estou formatando várias planilhas e fazendo cruzamento de dados entre elas (sem poder usar procv); Como passei boa parte do dia em frente o computador, voltei a escutar música; Também voltei a ter acesso a internet, o que fez meu rendimento cair um pouco; Dois carinhas da empresa passaram a tarde jogando joguinho na internet. Até aí, tudo bem, só que eles ficavam gritando e estava me atrapalhando (e olha que eu trabalhava quase que num "help desk"); Ganhei um "mapa" da cidade, com locais para comer que tem notinha. São 3 no total: um restaurante, uma padaria e uma lanchonete, sendo que os dois primeiros eu já conhecia; Mais uma vez levei ferro com restituições de compra. Notas com CNPJ carimbadas não valem, só as impressas. Sorte que não era muito (R$ 4,20); O teclado do meu notebook já começou a dar pau. O tab está fazendo um barulho estranho, típico de poeira; Amanhã vou ficar sozinho aqui em Barão, pois o N6 vai para Divinópolis (acho que vou atrasar....); Ganhei o uniforme da empresa (semana passada estava como visitante). Tive que arrancar o bolso, porque tinha o logotipo da empresa. As "ferramentas" disponíveis para isso: um cortador de unha e uma bic cristal (dá para imaginar como foi fácil, né?); Hoje a noite vou rodar a cidade com a minha máquina, para tirar umas fotos dos "pontos turísticos".
Cinemão
Ontem a noite fui ao cinema com a Consultora e a Advogada Maluca. Fomos ver Zuzu Angel. Era para ser Piratas do Caribe, mas enrolamos tanto que ele acabou saindo de cartaz... Mas como queriamos ver este filme também, não teve problema.
Fiquei esperando um tempo, porque o cão da Consultora estava passando mal (aliás, ele melhorou?), mas como ela me ligou avisando, não fiquei bravo (e pela cara que ela estava quando chegou, eu devia era ter ficado preocupado). Como lá no Pátio tem uma mega-leitura, fiquei olhando livros e CD's (que, por sinal, estão MUITO caros).
Fazia um certo tempo que não ia ver filme nacional. E fiquei surpreso. Os filmes melhoraram muito. Tá, eu sei que alguns já concorreram ao oscar e tudo mais, mas a grande maioria dos filmes nacionais são meia-boca.
Mas assistindo aos trailers (que foram quase todos de filmes tupiniquins), ví uns dois que devem ser bons (claro que não lembro os nomes). Vamos ver quanto tempo vai demorar para sair.
Voltando ao filme, a história é bacana e a atuação do pessoal é muito boa. As cenas de tortura são bastante realistas e chegam a causar um certo desconforto. Mas como bem disse a Consultora, o que seria um filme Brazuca sem putaria? Claro que tinha um casal se amando...
A participação da Elke Maravilha é um comentário a parte. Ela canta em alemão! E o pior (ou melhor, não sei) é que entendi algumas das coisas da música. Já a Luana Piovani... Além de ser uma ridícula, não é nenhuma merecedora de Oscar.
Terminado o filme vimos um aglomerado de pessoas em volta de uma caixa de acrílico gigante no 3º andar do Pátio. Chegando mais perto, pudemos ver que era um jogo de squash (com arquibancada e tudo). Pobre é foda... Não pode ver que alguma coisa é de graça que já quer um pouco. Se fosse pago, aposto que ninguém ali estaria assistindo. Afinal de contas, que graça tem um jogo de squash???
Como a Advogada Maluca saiu correndo do shopping, acabamos desistindo de fazer alguma coisa depois. O que no fim das contas foi bom, porque hoje era dia de acordar de madrugada para "pegar o caminho da roça".
Fiquei esperando um tempo, porque o cão da Consultora estava passando mal (aliás, ele melhorou?), mas como ela me ligou avisando, não fiquei bravo (e pela cara que ela estava quando chegou, eu devia era ter ficado preocupado). Como lá no Pátio tem uma mega-leitura, fiquei olhando livros e CD's (que, por sinal, estão MUITO caros).
Fazia um certo tempo que não ia ver filme nacional. E fiquei surpreso. Os filmes melhoraram muito. Tá, eu sei que alguns já concorreram ao oscar e tudo mais, mas a grande maioria dos filmes nacionais são meia-boca.
Mas assistindo aos trailers (que foram quase todos de filmes tupiniquins), ví uns dois que devem ser bons (claro que não lembro os nomes). Vamos ver quanto tempo vai demorar para sair.
Voltando ao filme, a história é bacana e a atuação do pessoal é muito boa. As cenas de tortura são bastante realistas e chegam a causar um certo desconforto. Mas como bem disse a Consultora, o que seria um filme Brazuca sem putaria? Claro que tinha um casal se amando...
A participação da Elke Maravilha é um comentário a parte. Ela canta em alemão! E o pior (ou melhor, não sei) é que entendi algumas das coisas da música. Já a Luana Piovani... Além de ser uma ridícula, não é nenhuma merecedora de Oscar.
Terminado o filme vimos um aglomerado de pessoas em volta de uma caixa de acrílico gigante no 3º andar do Pátio. Chegando mais perto, pudemos ver que era um jogo de squash (com arquibancada e tudo). Pobre é foda... Não pode ver que alguma coisa é de graça que já quer um pouco. Se fosse pago, aposto que ninguém ali estaria assistindo. Afinal de contas, que graça tem um jogo de squash???
Como a Advogada Maluca saiu correndo do shopping, acabamos desistindo de fazer alguma coisa depois. O que no fim das contas foi bom, porque hoje era dia de acordar de madrugada para "pegar o caminho da roça".
3 de set. de 2006
Esparroman Recomenda: GIMP
Se você edita imagens/fotos e está de saco cheio do Paint ou não sabe mexer no Fotoshop, Corel fotoPaint, PaintShop Pro, etc, o GIMP (GNU Image Manipulation Program) é uma ótima pedida. Além de ser grátis, ele e razoavelmente leve e tem muitas ferramentas.
A janela principal do GIMP
Como tudo na vida, ele tem um problema: é meio lento, por ter sido feito em Java (maldita linguagem). Mas por ter sido feito nesta porcaria, ele roda em qualquer plataforma (Windows, Linux, MacOS, etc).
No início confesso que fiquei meio perdido, porque ele é só essa tripinha aí em cima e as imagens abrem como se fossem outro programa. Com o tempo acabei acostumando e hoje já nem ligo mais.
As janelas de imagem do GIMP
Eu usava o Corel FotoPaint e a transição foi meio complicada, porque as vezes me perdia para achar os comandos. Mas ainda não achei uma coisa que usava no Corel que não tivesse no GIMP.
As ferramentas são muito simples de usar e funcionam bem. Trabalhar com camadas é bem mais simples que no Corel. Redimensionar imagens também é simples e ele tem uns efeitos bacanas, como neon, cubismo, ilustração, pintura a óleo e texturas.
Para você que é fã de software livre como eu (ou não quer muitos programas pirateados no computador), eu recomendo!
Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).
A janela principal do GIMPComo tudo na vida, ele tem um problema: é meio lento, por ter sido feito em Java (maldita linguagem). Mas por ter sido feito nesta porcaria, ele roda em qualquer plataforma (Windows, Linux, MacOS, etc).
No início confesso que fiquei meio perdido, porque ele é só essa tripinha aí em cima e as imagens abrem como se fossem outro programa. Com o tempo acabei acostumando e hoje já nem ligo mais.
As janelas de imagem do GIMPEu usava o Corel FotoPaint e a transição foi meio complicada, porque as vezes me perdia para achar os comandos. Mas ainda não achei uma coisa que usava no Corel que não tivesse no GIMP.
As ferramentas são muito simples de usar e funcionam bem. Trabalhar com camadas é bem mais simples que no Corel. Redimensionar imagens também é simples e ele tem uns efeitos bacanas, como neon, cubismo, ilustração, pintura a óleo e texturas.
Para você que é fã de software livre como eu (ou não quer muitos programas pirateados no computador), eu recomendo!
Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).
Novas Ferramentas de Trabalho

Estas serão as minhas ferramentas de trabalho durante as próximas duas semanas. Sai notebook e entra prancheta, papel, caneta e cronômetro....
2 de set. de 2006
Noite Agradável
Ontem depois que cheguei de viagem (duas horas e meia parando e arrancando, porque toda hora subia e descia gente no balaio), tomei um banho e fui com a Consultora no Quase Nada. Já conhecia o buteco, porque almocei lá umas três vezes quando trabalhava em BH.
O bar é bacana. Tem um rango bom, cerva gelada e ambiente agradável. Com a companhia sempre agradável da Consultora quebrei a tradição de tomar uma gelada com os bêbados do MMV. Mas mesmo que a Consultora não tivesse me chamado para sair, não iria para onde eles foram. Uma boate que cobra R$ 15,00 para ENTRAR.
Ficamos batendo papo, comendo fígado acebolado e batata frita. Contei basicamente como foi a minha semana (quase tudo o que escreví aqui no blog). E acabei descobrindo que o N3 Mauzão não é o mesmo N3 Mauzão que ela tinha me falado (apesar de o sobrenome ser o mesmo e esdrúxulo). POr conta disso, agora ele será chamado de N3 gente boa (o Mané continua sendo Mané).
Para variar, fomos os últimos a sair do boteco (quase chutados de lá). Voltei para casa e, trocando os canais, ví que estava passando RobotChicken. Rapá, esse programa é muito bom! Pena que estava morrendo de sono e não consegui ver tudo...
Mas foi bom voltar para casa e rever rostos conhecidos (to falando como se tivesse ficado 6 meses fora de BH, hehehe).
O bar é bacana. Tem um rango bom, cerva gelada e ambiente agradável. Com a companhia sempre agradável da Consultora quebrei a tradição de tomar uma gelada com os bêbados do MMV. Mas mesmo que a Consultora não tivesse me chamado para sair, não iria para onde eles foram. Uma boate que cobra R$ 15,00 para ENTRAR.
Ficamos batendo papo, comendo fígado acebolado e batata frita. Contei basicamente como foi a minha semana (quase tudo o que escreví aqui no blog). E acabei descobrindo que o N3 Mauzão não é o mesmo N3 Mauzão que ela tinha me falado (apesar de o sobrenome ser o mesmo e esdrúxulo). POr conta disso, agora ele será chamado de N3 gente boa (o Mané continua sendo Mané).
Para variar, fomos os últimos a sair do boteco (quase chutados de lá). Voltei para casa e, trocando os canais, ví que estava passando RobotChicken. Rapá, esse programa é muito bom! Pena que estava morrendo de sono e não consegui ver tudo...
Mas foi bom voltar para casa e rever rostos conhecidos (to falando como se tivesse ficado 6 meses fora de BH, hehehe).
Longe de Casa, há Quase uma Semana
Você sabe que está passando muito tempo fora de casa viajando quando:
Seu rádio relógio está desligado (com o fio fora da tomada); Sua cama está sem lençol e o edredom está dobrado; Tem DUAS pilhas de roupa passada em cima da sua cama e algumas blusas dependuradas na porta do armário; Não tem sabonete nem shampoo no seu banheiro, muito menos uma toalha; Você liga sua TV e não sabe que canal é aquele.
Foi o que encontrei ontem, quando cheguei de Barão de Cocais....
Foi o que encontrei ontem, quando cheguei de Barão de Cocais....
1 de set. de 2006
De Volta à Civilização
Hoje de manhã tive uma visão incrível: DUAS mulheres bonitinhas perto da empresa. Sim, DUAS! Mas descobri porque elas são tão raras aqui em Barão: ninguém estuda aqui. Elas estavam esperando carona para ir estudar em algum outro lugar. E como estava arrastando a minha mala, elas ficaram olhando para mim, então pude ver bem, para ter certeza que não era miragem.
E hoje o que eu mais fiz foi andar. Acho que rodei tudo aqui, sempre com o notebook nas costas. AINDA BEM que ele é de 14.1". Se fosse de 15.4" eu já teria desistido de carregar o bicho. O N6 que estou acompanhando até me deu uma dica boa: não carregue o notebook, carregue um pen drive com todos os arquivos que você pode precisar e use o computador dos caras.
Realmente é uma boa, porque além de "poupar" o notebook de ficar balançando, pegando poeira, dedos sujos na tela e no teclado, movimentações bruscas e descuidos, ainda poupa as minhas costas. O problema é que não tenho um Pen Drive. Lá vou eu gastar mais dinheiro...
O pessoal aqui tem enchido o meu saco por causa do meu teclado "extra". Enquanto estava só na gozação, estava levando de boa, mas hoje eles vieram com alguns argumentos fortes. Começaram a falar que poderia ser visto como "rejeição a mudanças", ser mau visto pelo cliente, etc. Falei que não era nada disso e perguntei se eles nunca tinham ouvido falar de ergonomia e LER. Eles não gostaram muito da minha resposta não...
Um deles falou que agora eu era Consultor e deveria me acostumar com estas coisas, porque o notebook serve para facilitar. QUASE que eu perguntei porque eles usavam mouse e não o touchpad, mas achei que seria forçar a barra. E por via das dúvidas, guardei o teclado na mochila...
Enquanto esperava uma reunião hoje aproveitei que tive acesso à internet (tretas, muitas tretas) e configurei o Netscape para funcionar na rede daqui. Foi bem simples. Agora o Super Blogador não rolou mesmo, porque ele chama API's do Blogger, que é bloqueado. Aliás, até o meu blog é bloqueado! Não consigo abrí-lo.
Neste meio tempo que tive acesso à rede consegui ter contato com a civilização, conversando por 5 minutos com a Consultora através do Google Talk. Já combinamos pela terceira ou quarta vez de ir ao cinema. Vamos ver se dessa vez sai (apesar de que fomos ver Velozes e Furiosos 3 um domingo desse para tràs).
Na parte da tarde o povo foi embora mais cedo no carro da empresa e eu tive que ficar esperando o balaio (mais ou menos 1,5h de espera). Como estava na empresa, aproveitei para configurar uns arquivos que me passaram. Serviço mais que braçal, que nem estagiário faz, mas tudo bem.
O N3 Mauzão falou que vou ficar trabalhado "com ele" nas próximas duas semanas. Mas como ele viajou mais cedo sem me passar o que vou ter que fazer e ele não vem aqui semana que vem, devo receber as coisas por email. Não sei ainda o que é, mas sei que vou ter que respirar pó e fazer sauna...
O bom mesmo foi pegar o balaio e chegar em BH. Mesmo que no caminho você venha ao lado de um peão fedido que saiu direto do trabalho para viajar. E depois de uma semana na roça você dá valor às coisas da "Cidade Grande", como internet desbloqueda, TV a Cabo, ruas sem terra, celular que funciona...
E hoje o que eu mais fiz foi andar. Acho que rodei tudo aqui, sempre com o notebook nas costas. AINDA BEM que ele é de 14.1". Se fosse de 15.4" eu já teria desistido de carregar o bicho. O N6 que estou acompanhando até me deu uma dica boa: não carregue o notebook, carregue um pen drive com todos os arquivos que você pode precisar e use o computador dos caras.
Realmente é uma boa, porque além de "poupar" o notebook de ficar balançando, pegando poeira, dedos sujos na tela e no teclado, movimentações bruscas e descuidos, ainda poupa as minhas costas. O problema é que não tenho um Pen Drive. Lá vou eu gastar mais dinheiro...
O pessoal aqui tem enchido o meu saco por causa do meu teclado "extra". Enquanto estava só na gozação, estava levando de boa, mas hoje eles vieram com alguns argumentos fortes. Começaram a falar que poderia ser visto como "rejeição a mudanças", ser mau visto pelo cliente, etc. Falei que não era nada disso e perguntei se eles nunca tinham ouvido falar de ergonomia e LER. Eles não gostaram muito da minha resposta não...
Um deles falou que agora eu era Consultor e deveria me acostumar com estas coisas, porque o notebook serve para facilitar. QUASE que eu perguntei porque eles usavam mouse e não o touchpad, mas achei que seria forçar a barra. E por via das dúvidas, guardei o teclado na mochila...
Enquanto esperava uma reunião hoje aproveitei que tive acesso à internet (tretas, muitas tretas) e configurei o Netscape para funcionar na rede daqui. Foi bem simples. Agora o Super Blogador não rolou mesmo, porque ele chama API's do Blogger, que é bloqueado. Aliás, até o meu blog é bloqueado! Não consigo abrí-lo.
Neste meio tempo que tive acesso à rede consegui ter contato com a civilização, conversando por 5 minutos com a Consultora através do Google Talk. Já combinamos pela terceira ou quarta vez de ir ao cinema. Vamos ver se dessa vez sai (apesar de que fomos ver Velozes e Furiosos 3 um domingo desse para tràs).
Na parte da tarde o povo foi embora mais cedo no carro da empresa e eu tive que ficar esperando o balaio (mais ou menos 1,5h de espera). Como estava na empresa, aproveitei para configurar uns arquivos que me passaram. Serviço mais que braçal, que nem estagiário faz, mas tudo bem.
O N3 Mauzão falou que vou ficar trabalhado "com ele" nas próximas duas semanas. Mas como ele viajou mais cedo sem me passar o que vou ter que fazer e ele não vem aqui semana que vem, devo receber as coisas por email. Não sei ainda o que é, mas sei que vou ter que respirar pó e fazer sauna...
O bom mesmo foi pegar o balaio e chegar em BH. Mesmo que no caminho você venha ao lado de um peão fedido que saiu direto do trabalho para viajar. E depois de uma semana na roça você dá valor às coisas da "Cidade Grande", como internet desbloqueda, TV a Cabo, ruas sem terra, celular que funciona...
31 de ago. de 2006
Sou Útil
Hoje chegaram duas estatísticas para trabalhar com a gente. Uma delas, "excrusive", fez o processo de seleção comigo. Tivemos uma reunião em que o N3 Mauzão mostrou o que diabos é o projeto dele. Pareceu ser bem interessante.
Depois da reunião fui respirar pó. Sério, esta cidade já é suja, juntando com uma empresa que não liga muito para limpeza, já dá para imaginar a quantidade de sujeira que tem lá, né? É meio nojento o que vou escrever agora, mas fui assoar o nariz e saiu uma borra preta no lugar da tradicional meleca verdinha.
Como a reunião terminou mais cedo, resolvi configurar o meu pc para acessar a internet na empresa. Descobri duas coisas ruins: só dá para usar IE (mas ainda vou conseguir burlar isso para usar meu querido Netscape) e não dá para acessar o blogger. Com isso, meus posts realmente terão que ser semanais. Pelo menos até que eu consiga fazer o super blogador funcionar na rede deles. Mas não quero fazer isso para não causar problemas. Aliás, acho que vou mudar o nome do blog para "Uma Vez por Semana"...
Na parte da tarde fomos ajustar uns documentos com um dos caras da empresa. Pela primeira vez me sentí útil aqui em Barão, pois era uma coisa que eu tinha feito na semana passada em Divinópolis. Corrigi o cara num negócio que era uma coisa bastante específica do projeto.
O carinha ficou impressionado e achou que eu já trabalhava lá em Divinópolis há bastante tempo. Principalmente porque estava discutindo os negócios que o outro N6 não fazia a menor idéia do que era.... Quando falei que só fiquei lá uma semana ele ficou meio pasmo.
Fiquei esperando o N3 Mané sair da reunião dele, mas como ele agarrou, vim embora para o hotel, junto com a estatística que fez o processo seletivo comigo. Mostrei a "grande Barão de Cocais" e os lugares de comer que tem notinha.
As quintas feiras rola uma feirinha na praça perto do meu hotel, com som e tudo mais. Hoje não fui porque depois do rango a estatístoca estava morrendo de frio e quis voltar para o hotel. Como tinha que fazer a mala, deixei para ir lá semana que vem.
Depois da reunião fui respirar pó. Sério, esta cidade já é suja, juntando com uma empresa que não liga muito para limpeza, já dá para imaginar a quantidade de sujeira que tem lá, né? É meio nojento o que vou escrever agora, mas fui assoar o nariz e saiu uma borra preta no lugar da tradicional meleca verdinha.
Como a reunião terminou mais cedo, resolvi configurar o meu pc para acessar a internet na empresa. Descobri duas coisas ruins: só dá para usar IE (mas ainda vou conseguir burlar isso para usar meu querido Netscape) e não dá para acessar o blogger. Com isso, meus posts realmente terão que ser semanais. Pelo menos até que eu consiga fazer o super blogador funcionar na rede deles. Mas não quero fazer isso para não causar problemas. Aliás, acho que vou mudar o nome do blog para "Uma Vez por Semana"...
Na parte da tarde fomos ajustar uns documentos com um dos caras da empresa. Pela primeira vez me sentí útil aqui em Barão, pois era uma coisa que eu tinha feito na semana passada em Divinópolis. Corrigi o cara num negócio que era uma coisa bastante específica do projeto.
O carinha ficou impressionado e achou que eu já trabalhava lá em Divinópolis há bastante tempo. Principalmente porque estava discutindo os negócios que o outro N6 não fazia a menor idéia do que era.... Quando falei que só fiquei lá uma semana ele ficou meio pasmo.
Fiquei esperando o N3 Mané sair da reunião dele, mas como ele agarrou, vim embora para o hotel, junto com a estatística que fez o processo seletivo comigo. Mostrei a "grande Barão de Cocais" e os lugares de comer que tem notinha.
As quintas feiras rola uma feirinha na praça perto do meu hotel, com som e tudo mais. Hoje não fui porque depois do rango a estatístoca estava morrendo de frio e quis voltar para o hotel. Como tinha que fazer a mala, deixei para ir lá semana que vem.
30 de ago. de 2006
Quase Sem Teto
Hoje acordei e fui tomar banho, como faço todos os dias. Apanhei mais um pouco do chuveiro mas hoje não teve jeito. Ou a água é muito fria ou ela é queimando. Acho que as duas torneiras não funcionam juntas. A quantidade de água estava bem menor que ontem a noite, mas imaginei que fosse porque tinha muita gente tomando banho.
Depois descobri que era porque falta água na cidade.... Era só o que faltava... Mas aí entendi porque que aquelas placas que costuma ter na entrada das cidades de "Aqui tem água da copasa" estava toda pintada de azul, apagando os escritos.
Fiz a mala (tá, não deu nem para desarrumar, pois não tirei quase nada de ontem para hoje), tomei café da manhã, fechei a conta e arrastei a minha mala de volta para a empresa. Hoje não estava tão barrento quanto ontem, mas ainda tinha muita terra. A minha mala está sofrendo...
Cheguei na empresa, troquei de roupa e quando estava saindo trombei com o meu N2. Se não tivessem me apresentado, acho que ele não teria se apresentado. O cara é muito calado e fechado. Mas como não sou muito de papo, entendo o cara.
Fui para uma reunião interminável e quase perdemos o horário de almoço. Nesta reunião consegui quebrar o meu crachá. É impressionante: em dois anos e meio usando crachá na mina outra empresa nem arranhei meu crachá. Aqui, menos de um dia de crachá e já quebrei o maledeto.
Depois do almoço olhei o meu email e nada da confirmação de hotel. Ou seja: não teria onde ficar. Fui para outra reunião e no meio dela me ligam avisando que não tinha hotel aqui em Barão. Teria que voltar para BH. Só que já eram quase 5 e o próximo balaio seria só às 7 da noite.
Puto da vida porque chegaria em BH só lá para as 9:30 (o ônibus é meio cata-jeca) e teria que acordar de madrugada, liguei para a minha empresa para descobrir se teria hotel de quinta para sexta. Quase 10 minutos esperando no celular (somando as três ligações que tive que fazer, porque a ligação estava caindo) descobri que teria vaga.
Já estava em direção à rodoviária, arrastando a minha mala, pronto para esperar 1,5 hora vendo TV, quando o meu celular tocou (e olha que ele não costuma funcionar quando estou a mais de um quarteirão do centro da cidade. Aliás, ele não funciona nem em BH direito!). Era o cara da empresa falando que poderia ir para o hotel que tinham arrumado um quarto.
Não tive que andar muito, pois a rodoviária é caminho do hotel. Cheguei na recepção e o cara já me cumprimentou entregando a chave e dizendo "deu sorte, hein?". Confirmei se realmente tinha reserva para amanhã e ele falou que não. Pedi para ele conferir e ele disse que não tinha, mas que tinha um outro quarto livre. Ou seja: amanhã vou para o meu terceiro quarto em três dias.
Um pouco mais tarde, depois de apanhar mais uma vez do chuveiro, o N3 Mauzão me ligou no hotel. Ele reclamou que meu celular não estava ligado, mas quando disse que aqui no hotel ele não pega o cara entendeu. Perguntou se eu já tinha jantado e quais eram meus planos. Disse que não tinha jantado e ele chamou para comer no único restaurante que tem nota para ser reembolsado.
Mesmo não estando muito a fim (estou tentando comer menos, para não voltar rolando para casa), fui lá para fazer o social. Afinal de contas, o cara é meu chefe e, se ele realmente for malzão, quero que ele tenha uma boa impressão minha. Chegamos no lugar e de cara ví que o cara tem bom gosto: ele pediu um suco de goiaba (o mesmo que eu costumo tomar). CLARO que não tinha.
Aproveitei para conversar sobre o projeto dele. Como ele é o único cara que entende deste tipo de projeto, queria absorver tudo o que fosse possível. E ele me avisou que vai precisar muito da minha ajuda para obter dados. Traduzindo: lá vai esparroman respirar pó nos lugares mais inóspitos possíveis.
E também falou que quem tiver conhecimento neste tipo de projeto vai acabar integrando a equipe dos projetos deste tipo que aparecerem na emprtesa. Traduzindo novamente: se ele gostar do meu trabalho, lá vai Esparroman "passear" pelo Brasil, mais uma vez nos lugares mais inóspitos. De qualquer forma, vou fazer da melhor forma que puder, porque também podem ter projetos na Gringolândia. Imagina se eu pego um projeto filé no Canadá?
Ah, o rango no tal restaurante é bem bom. Pedimos uma picanha maturada que não era maturada, mas estava boa. E deve ter vindo mais de meio quilo de carne. E o melhor é que foi num valor em que ainda sou reembolsado!
Depois descobri que era porque falta água na cidade.... Era só o que faltava... Mas aí entendi porque que aquelas placas que costuma ter na entrada das cidades de "Aqui tem água da copasa" estava toda pintada de azul, apagando os escritos.
Fiz a mala (tá, não deu nem para desarrumar, pois não tirei quase nada de ontem para hoje), tomei café da manhã, fechei a conta e arrastei a minha mala de volta para a empresa. Hoje não estava tão barrento quanto ontem, mas ainda tinha muita terra. A minha mala está sofrendo...
Cheguei na empresa, troquei de roupa e quando estava saindo trombei com o meu N2. Se não tivessem me apresentado, acho que ele não teria se apresentado. O cara é muito calado e fechado. Mas como não sou muito de papo, entendo o cara.
Fui para uma reunião interminável e quase perdemos o horário de almoço. Nesta reunião consegui quebrar o meu crachá. É impressionante: em dois anos e meio usando crachá na mina outra empresa nem arranhei meu crachá. Aqui, menos de um dia de crachá e já quebrei o maledeto.
Depois do almoço olhei o meu email e nada da confirmação de hotel. Ou seja: não teria onde ficar. Fui para outra reunião e no meio dela me ligam avisando que não tinha hotel aqui em Barão. Teria que voltar para BH. Só que já eram quase 5 e o próximo balaio seria só às 7 da noite.
Puto da vida porque chegaria em BH só lá para as 9:30 (o ônibus é meio cata-jeca) e teria que acordar de madrugada, liguei para a minha empresa para descobrir se teria hotel de quinta para sexta. Quase 10 minutos esperando no celular (somando as três ligações que tive que fazer, porque a ligação estava caindo) descobri que teria vaga.
Já estava em direção à rodoviária, arrastando a minha mala, pronto para esperar 1,5 hora vendo TV, quando o meu celular tocou (e olha que ele não costuma funcionar quando estou a mais de um quarteirão do centro da cidade. Aliás, ele não funciona nem em BH direito!). Era o cara da empresa falando que poderia ir para o hotel que tinham arrumado um quarto.
Não tive que andar muito, pois a rodoviária é caminho do hotel. Cheguei na recepção e o cara já me cumprimentou entregando a chave e dizendo "deu sorte, hein?". Confirmei se realmente tinha reserva para amanhã e ele falou que não. Pedi para ele conferir e ele disse que não tinha, mas que tinha um outro quarto livre. Ou seja: amanhã vou para o meu terceiro quarto em três dias.
Um pouco mais tarde, depois de apanhar mais uma vez do chuveiro, o N3 Mauzão me ligou no hotel. Ele reclamou que meu celular não estava ligado, mas quando disse que aqui no hotel ele não pega o cara entendeu. Perguntou se eu já tinha jantado e quais eram meus planos. Disse que não tinha jantado e ele chamou para comer no único restaurante que tem nota para ser reembolsado.
Mesmo não estando muito a fim (estou tentando comer menos, para não voltar rolando para casa), fui lá para fazer o social. Afinal de contas, o cara é meu chefe e, se ele realmente for malzão, quero que ele tenha uma boa impressão minha. Chegamos no lugar e de cara ví que o cara tem bom gosto: ele pediu um suco de goiaba (o mesmo que eu costumo tomar). CLARO que não tinha.
Aproveitei para conversar sobre o projeto dele. Como ele é o único cara que entende deste tipo de projeto, queria absorver tudo o que fosse possível. E ele me avisou que vai precisar muito da minha ajuda para obter dados. Traduzindo: lá vai esparroman respirar pó nos lugares mais inóspitos possíveis.
E também falou que quem tiver conhecimento neste tipo de projeto vai acabar integrando a equipe dos projetos deste tipo que aparecerem na emprtesa. Traduzindo novamente: se ele gostar do meu trabalho, lá vai Esparroman "passear" pelo Brasil, mais uma vez nos lugares mais inóspitos. De qualquer forma, vou fazer da melhor forma que puder, porque também podem ter projetos na Gringolândia. Imagina se eu pego um projeto filé no Canadá?
Ah, o rango no tal restaurante é bem bom. Pedimos uma picanha maturada que não era maturada, mas estava boa. E deve ter vindo mais de meio quilo de carne. E o melhor é que foi num valor em que ainda sou reembolsado!
29 de ago. de 2006
Bem Vindo a Barão de Cocais
O dia hoje começou muito cedo: 4:40 da matina. Cheguei na rodoviária, esperei um pouco e as 6:05 eu estava saindo da Rodoviária, em um ônibus bastante bom. Uma coisa que eu reparei é que o HD do meu notebook não vai durar muito sacudindo tanto por causa das condições da estrada. Chegando mais próximo de Barão (depois da placa "Bem Vindo a Barão de Cocais, Santa Bárbara e uma outra cidade") tem uns pedaços de estrada em meio aos buracos.
Aliás, junto desta placa tem uma outra placa com um monte de figuras mostrando as "atrações" de Barão. Como passou rápido, só consegui ver figuras de cachoeira, igreja, e um cara pescando. Acho que tinha um de gruta e mais umas duas outras eu não consegui identificar.
E neste ponto entraram no balaio duas meninas. Uma delas disse "nó, hoje o ônibus está novinho. Nem está fedendo". Fiquei meio sem entender o que ela queria dizer. Mas entendi cerca de 5 minutos depois. entrou um cara que não devia tomar banho há uns 4 dias. Além de uma mulher carregando duas cestas muito grandes com legumes, que também não estavam das mais cheirosas.
No caminho da cidade ainda tinham duas placas com propaganda do hotel em que estou. Estavam meio apagadas, mas estava escrito: Piscina, sauna, suites com TV e mais algumas coisas que eu já esqueci. Já fiquei mais tranquilo. Pelo menos teria um banheiro só meu e uma TV para assistir.
Chegando mais perto da cidade tinha outra das placas com as "atrações" da cidade. Três das seis existentes na primeira placa sumiram... Acho que aquela primeira placa era engana trouxa. E só faltou ter um escrito na segunda placa: "SUCKERS! Pegadinha do Malandro!".
Desci no meio do caminho e fui andando até a empresa em que vou trabalhar nos próximos 5 meses. Imagina que bonito eu andando na cidade arrastando a minha mala (ela tem rodinhas). Esta filial é bem diferente da filial de Divinópolis. Bem mais suja e "pobre". Mas o pessoal da minha equipe daqui estava bem mais preparado para me receber. Já tinham agendado o meu treinamento e arrumado o meu crachá e os meus EPI's. Além disso, o N6 com quem vou trabalhar me mostrou parte da empresa (como o refeitório e o RH) e me apresentou o outro N3 que trabalha aqui.
Este N3 está tocando um outro projeto aqui, diferente do que eu vou trabalhar. Mas diz que eu vou ajudar o cara um pouco. é bom, porque é um tipo de projeto novo na minha empresa. E este cara fica 14 dias aqui em Barão e 14 dias no Canadá. Fico me perguntando como será que ele agüenta ficar 14 dias aqui depois de uma temporada na Gringolândia... Aliás, ele não fica no mesmo hotel que eu. Por que será? Ah é...E segundo a Consultora esse cara é mau e babaca. Por enqunato ele pareceu ser gente boa. Mas deve ser para não me assustar de cara...
Na parte da manhã fiquei fazendo o treinamento de segurança. Foi basicamente a mesma coisa que em Divinópolis, mas mais bem explicado. A prova foi exatamente a mesma, só mudando a ordem das questões. Fiz em 3 minutos. E mais uma vez teve gente que não passou. Mas este cara foi mais babaca, ele falou o nome de quem NÃO passou.
Na parte da tarde fiquei rodando a empresa. Sério, queria poder falar sobre a empresa em que estou (assinei um termo de confidencialidade que me proíbe). O Processo é MUITO doido. E se pudesse, tiraria MUITAS fotos, mas a empresa não deixa. Agora uma coisa é fato: É MUITO sujo e quente. Certamente meu notebook não vai durar muito, com tanto pó (e menos ainda vai durar o meu pulmão). Mas cada dia que passa fico mais impressionado com a engenharia. Se eu soubesse fazer um centésimo do que tenho visto aqui seria um cara feliz. Mas nem na minha área eu sei direito....
Depois do trabalho vim para o meu hotel. Mais uma vez vim arrastando a minha mala, porque é razoavelmente perto (metade do caminho até o ponto de taxi). Ah é. Esqueci de comentar que a cidade é marrom. É terra para todos os lados. E com a chuva que caiu ontem a noite, dá para imaginar que maravilha que estão as ruas, né?
Cheguei no hotel e descobri que a minha reserva é só para hoje. O resto dos dias estou na lista de espera. Era só o que faltava... Amanhã vou ter que arrastar a minha mala para a empresa de volta... Mas vim para o meu quarto e ví que é até bonzinho. Tem 2 camas, banheiro, tv...e água quente! Só que só descobri isso depois de fuçar muito nas torneiras. A água da torneira quente estava fria e a da torneira fria estava congelando. Mas depois de uns 10 minutos consegui fazer a água quente funcionar e aí foi difícil esfriar a água.
O meu quarto é o último do corredor o que teoricamente é bom. Mas é debaixo do estacionamento e do outro lado da rua tem um "estacionamento" de caminhões. Vamos ver como é o barulho de noite e amanhã de manhã.
Depois do banho fui dar um rolé pela cidade. Não deu para tirar fotos pois ontem fiz a mala correndo ontem a noite, quando fui avisado que teria hotel para hoje. Alías, queci o pijama também... Fizeram muito terrorismo sobre Barão, então vim preparado para o pior. Mas não é tão ruim assim (e nem tudo o que me falaram é verdade)... Seguem alguns fatos rápidos sobre a cidade:
Como já disse, ela é marrom, por causa da terra trazida pelos caminhões que tem que passar pela cidade. Encoste em alguma coisa e fique marrom; Existe mais de um hotel aqui, mas acho que só uns dois são bons (o que eu estou e o que o N3 Mauzão está); Existem sim restaurantes, lanchonetes e padarias, mas vai tentar achar alguma que tenha nota para ser reembolsado... Só uma das padarias (a mais perto do meu hotel) que tem. Só que lá só tem salgadinho pra comer; Aqui realmente não tem NADA para fazer; Na rua que acredito ser a principal (é a que liga as três praças da cidade) têm 4 bancos (BB, Caixa, Bradesco e Itaú), umas 3 video-locadoras (o que prova que aqui não tem nada para fazer), lojas da Oi, Claro e Tim e uns 2 salões de beleza, mas apenas uma farmácia.; Em uma das praças da ponta da rua principal, tem um micro teatro de arena e a iluminação fica em aqueles andaimes tipo de boate/festa; A praça do meio na verdade é uma calçada com bancos; Na praça da outra ponta da rua tem uma igreja tipo as de ouro preto (mas quase sem ouro). Estava até aberta, mas não entrei porque estava tendo missa e eu estava de bermuda (não sei se pode entar de bermuda em igreja); Boa sorte se você precisar utilizar um orelhão. Dos poucos que têm, metade não funciona. E dos que funcionam, metade está com algumas teclas agarradas; Ao contrário do que falaram aqui não tem só peão. Tem algumas mulherem também, mas acho que são as que não arrumaram alguém para tirá-las daqui. Não vi NENHUMA mulher bonita. E ví só umas três mais ou menos. E olha que eu fiz engenharia e estou acostumado a ver mulheres feias (principalmente as da Mecânica e da Elétrica); Aqui tem um estádio de futebol (que fica no centro da cidade) e um ginásio poliesportivo. Ainda não ví esse tal ginásio; Na praça mais perto do centro pega bem celular. No meu hotel não (o sinal está só com um "pauzinho"); Ainda não descobri onde vou fazer as minhas sessões de masoquismo noturno... Aqui não tem academia e as praças são menores que um quarteirão; Vou ter que trazer MUITOS livros para cá.
Em tempo: hoje descobri que não vão me reembolsar a botina cortadora de calcanhar. O motivo? A nota fiscal estava no meu nome e não no nome da empresa. Agora quem falou que o N3 Mané me explicou isso? Mandei um email para ele, mas quem disse que ele olha email?
Aliás, junto desta placa tem uma outra placa com um monte de figuras mostrando as "atrações" de Barão. Como passou rápido, só consegui ver figuras de cachoeira, igreja, e um cara pescando. Acho que tinha um de gruta e mais umas duas outras eu não consegui identificar.
E neste ponto entraram no balaio duas meninas. Uma delas disse "nó, hoje o ônibus está novinho. Nem está fedendo". Fiquei meio sem entender o que ela queria dizer. Mas entendi cerca de 5 minutos depois. entrou um cara que não devia tomar banho há uns 4 dias. Além de uma mulher carregando duas cestas muito grandes com legumes, que também não estavam das mais cheirosas.
No caminho da cidade ainda tinham duas placas com propaganda do hotel em que estou. Estavam meio apagadas, mas estava escrito: Piscina, sauna, suites com TV e mais algumas coisas que eu já esqueci. Já fiquei mais tranquilo. Pelo menos teria um banheiro só meu e uma TV para assistir.
Chegando mais perto da cidade tinha outra das placas com as "atrações" da cidade. Três das seis existentes na primeira placa sumiram... Acho que aquela primeira placa era engana trouxa. E só faltou ter um escrito na segunda placa: "SUCKERS! Pegadinha do Malandro!".
Desci no meio do caminho e fui andando até a empresa em que vou trabalhar nos próximos 5 meses. Imagina que bonito eu andando na cidade arrastando a minha mala (ela tem rodinhas). Esta filial é bem diferente da filial de Divinópolis. Bem mais suja e "pobre". Mas o pessoal da minha equipe daqui estava bem mais preparado para me receber. Já tinham agendado o meu treinamento e arrumado o meu crachá e os meus EPI's. Além disso, o N6 com quem vou trabalhar me mostrou parte da empresa (como o refeitório e o RH) e me apresentou o outro N3 que trabalha aqui.
Este N3 está tocando um outro projeto aqui, diferente do que eu vou trabalhar. Mas diz que eu vou ajudar o cara um pouco. é bom, porque é um tipo de projeto novo na minha empresa. E este cara fica 14 dias aqui em Barão e 14 dias no Canadá. Fico me perguntando como será que ele agüenta ficar 14 dias aqui depois de uma temporada na Gringolândia... Aliás, ele não fica no mesmo hotel que eu. Por que será? Ah é...E segundo a Consultora esse cara é mau e babaca. Por enqunato ele pareceu ser gente boa. Mas deve ser para não me assustar de cara...
Na parte da manhã fiquei fazendo o treinamento de segurança. Foi basicamente a mesma coisa que em Divinópolis, mas mais bem explicado. A prova foi exatamente a mesma, só mudando a ordem das questões. Fiz em 3 minutos. E mais uma vez teve gente que não passou. Mas este cara foi mais babaca, ele falou o nome de quem NÃO passou.
Na parte da tarde fiquei rodando a empresa. Sério, queria poder falar sobre a empresa em que estou (assinei um termo de confidencialidade que me proíbe). O Processo é MUITO doido. E se pudesse, tiraria MUITAS fotos, mas a empresa não deixa. Agora uma coisa é fato: É MUITO sujo e quente. Certamente meu notebook não vai durar muito, com tanto pó (e menos ainda vai durar o meu pulmão). Mas cada dia que passa fico mais impressionado com a engenharia. Se eu soubesse fazer um centésimo do que tenho visto aqui seria um cara feliz. Mas nem na minha área eu sei direito....
Depois do trabalho vim para o meu hotel. Mais uma vez vim arrastando a minha mala, porque é razoavelmente perto (metade do caminho até o ponto de taxi). Ah é. Esqueci de comentar que a cidade é marrom. É terra para todos os lados. E com a chuva que caiu ontem a noite, dá para imaginar que maravilha que estão as ruas, né?
Cheguei no hotel e descobri que a minha reserva é só para hoje. O resto dos dias estou na lista de espera. Era só o que faltava... Amanhã vou ter que arrastar a minha mala para a empresa de volta... Mas vim para o meu quarto e ví que é até bonzinho. Tem 2 camas, banheiro, tv...e água quente! Só que só descobri isso depois de fuçar muito nas torneiras. A água da torneira quente estava fria e a da torneira fria estava congelando. Mas depois de uns 10 minutos consegui fazer a água quente funcionar e aí foi difícil esfriar a água.
O meu quarto é o último do corredor o que teoricamente é bom. Mas é debaixo do estacionamento e do outro lado da rua tem um "estacionamento" de caminhões. Vamos ver como é o barulho de noite e amanhã de manhã.
Depois do banho fui dar um rolé pela cidade. Não deu para tirar fotos pois ontem fiz a mala correndo ontem a noite, quando fui avisado que teria hotel para hoje. Alías, queci o pijama também... Fizeram muito terrorismo sobre Barão, então vim preparado para o pior. Mas não é tão ruim assim (e nem tudo o que me falaram é verdade)... Seguem alguns fatos rápidos sobre a cidade:
Em tempo: hoje descobri que não vão me reembolsar a botina cortadora de calcanhar. O motivo? A nota fiscal estava no meu nome e não no nome da empresa. Agora quem falou que o N3 Mané me explicou isso? Mandei um email para ele, mas quem disse que ele olha email?
28 de ago. de 2006
Começa a Via Sacra... Ou Não?
Hoje acordei as 4 da matina, para poder pegar o balaio de 5:30 para Divinópolis. Acordei, fiz a barba, tomei banho, tomei um copo de leite, troquei de roupa e liguei meu celular para pegar o telefone do taxi.
Antes que pudesse ligar, apareceu que eu tinha uma mensagem de voz. Não sou de ouvir mesagens, mas resolvi ouvir. Era um cara que faz transporte de BH para Divinópolis, falando que eu poderia ir de carona com ele e que ele passaria na minha casa 6:15.
Puto por ter acordado uma hora e pouco antes do que seria necessário mas feliz por ir de Corola para Divinópolis, fiquei sentado na minha cama esperando a hora passar (já estava pronto, não poderia nem deitar novamente).
Cheguei em Divinópolis às 8:15 e fui para a sala de reuniões. Estava previsto que hoje eu passasse o dia com os outros dois caras da equipe, mas não deu. Com isso lá fui eu para mais uma reunião.
E foi só isso que eu fiz hoje. Uma reunião. O resto do tempo fiquei mandando emails para o pessoal da minha empresa responsável pelas viagens, porque quando cheguei em Divinópolis fui informado que não teria que ir para lá na quarta e ficaria em Barão o resto da semana.
Só que Barão só tem um hotel (como eu já disse) e acho que não tinha mais quartos disponíveis no maledeto para terça e quarta. Isso porque inicialmente eu já tinha um quarto reservado de terça a sexta, mas mudei porque iria para Divi na quarta e perdi a reserva. O cara de viagens deve ter ficado meio puto...
Ainda não sei se vou ter onde ficar lá em Barão. Por via das dúvidas, estou levando a minha mala. Se tiver lugar no hotel, eu vou para lá. Se não tiver, volto para BH.
Para fechar a minha estadia em Divinópolis com chave de ouro, presenciei a seguinte cena: estávamos nós sentados olhando para o teto quando um dos caras da empresa em que estamos entra na sala e diz: "Ou, quandé que ocês vão lá na minha mãe? Leva os meninos lá, N6!".
Fiquei olhando para o Faixa verde sem entender nada, até que me explicaram: a mãe do cara tem um puteiro e a irmã dele é a mais requisitada das moçoilas. E como lá é um puteiro "familiar", o irmão dele é o garçom. Fantástico, não? Só no interior mesmo...
Ah, é. E o hotel que eu estava em Divinópolis vai passar a ter internet banda larga nos quartos...Sexta-feira! Ê Murphy, larga do meu pé!
Antes que pudesse ligar, apareceu que eu tinha uma mensagem de voz. Não sou de ouvir mesagens, mas resolvi ouvir. Era um cara que faz transporte de BH para Divinópolis, falando que eu poderia ir de carona com ele e que ele passaria na minha casa 6:15.
Puto por ter acordado uma hora e pouco antes do que seria necessário mas feliz por ir de Corola para Divinópolis, fiquei sentado na minha cama esperando a hora passar (já estava pronto, não poderia nem deitar novamente).
Cheguei em Divinópolis às 8:15 e fui para a sala de reuniões. Estava previsto que hoje eu passasse o dia com os outros dois caras da equipe, mas não deu. Com isso lá fui eu para mais uma reunião.
E foi só isso que eu fiz hoje. Uma reunião. O resto do tempo fiquei mandando emails para o pessoal da minha empresa responsável pelas viagens, porque quando cheguei em Divinópolis fui informado que não teria que ir para lá na quarta e ficaria em Barão o resto da semana.
Só que Barão só tem um hotel (como eu já disse) e acho que não tinha mais quartos disponíveis no maledeto para terça e quarta. Isso porque inicialmente eu já tinha um quarto reservado de terça a sexta, mas mudei porque iria para Divi na quarta e perdi a reserva. O cara de viagens deve ter ficado meio puto...
Ainda não sei se vou ter onde ficar lá em Barão. Por via das dúvidas, estou levando a minha mala. Se tiver lugar no hotel, eu vou para lá. Se não tiver, volto para BH.
Para fechar a minha estadia em Divinópolis com chave de ouro, presenciei a seguinte cena: estávamos nós sentados olhando para o teto quando um dos caras da empresa em que estamos entra na sala e diz: "Ou, quandé que ocês vão lá na minha mãe? Leva os meninos lá, N6!".
Fiquei olhando para o Faixa verde sem entender nada, até que me explicaram: a mãe do cara tem um puteiro e a irmã dele é a mais requisitada das moçoilas. E como lá é um puteiro "familiar", o irmão dele é o garçom. Fantástico, não? Só no interior mesmo...
Ah, é. E o hotel que eu estava em Divinópolis vai passar a ter internet banda larga nos quartos...Sexta-feira! Ê Murphy, larga do meu pé!
27 de ago. de 2006
Domingão
Hoje, depois de muito tempo, pretendia tirar o dia para dormir. Mas não foi o que aconteceu. Na parte da manhã, fiquei fazendo o meu relatório de viagens. Tá, eu sei que é muito tempo só para isso, mas lí uma penca de documentos para não fazer nada errado.
Aliás, fazer esse treco é muito chato, então decidi que vou fazer um "Super Preenchedor Automático de RDV", que vai ser uma funcionalidade extra do Super Controlador de Gastos. Claro que vai demorar para ficar pronto, mas até o fim do ano sai...
Aproveitando que estava em frente o PC, fiz um POPP (Procedimento Operacional Padrão Porco) ensinando a galera do treinamento a configurar o leitor de digital. Como eu já tinha configurado, tive que fazer tudo de cabeça, pois para alterar é totalmente diferente.
Na parte da tarde finalmente consegui dormir...por uma hora. O Véio me acordou para ajudá-lo a fazer umas coisas em casa e, logo que acebei a Véia me ligou para ir ao Beco arrumar mais umas coisas que ela trouxe do apartamento dela do Rio (uma secretária eletrônica, um pen drive de 2 Gb e um IPod).
Agora o mais legal é que ela comprou um IPod mas não tem músicas para colocar nele! Na verdade, acho que ela comprou sem nem saber para que servia, mas como todo mundo tem ela também teria que ter. E isso vale para o Pen Drive também! Ela achou que o Pen Drive servia para fazer Back up. Pen Drive serve é para movimentar dados! Qualquer um sabe que backup se faz em CD e DVD.
Agora que acabei de configurar tudo, vou voltar para casa para tentar dormir, já que esta semana vou acordar todos os dias as 4:00 da matina...
Aliás, fazer esse treco é muito chato, então decidi que vou fazer um "Super Preenchedor Automático de RDV", que vai ser uma funcionalidade extra do Super Controlador de Gastos. Claro que vai demorar para ficar pronto, mas até o fim do ano sai...
Aproveitando que estava em frente o PC, fiz um POPP (Procedimento Operacional Padrão Porco) ensinando a galera do treinamento a configurar o leitor de digital. Como eu já tinha configurado, tive que fazer tudo de cabeça, pois para alterar é totalmente diferente.
Na parte da tarde finalmente consegui dormir...por uma hora. O Véio me acordou para ajudá-lo a fazer umas coisas em casa e, logo que acebei a Véia me ligou para ir ao Beco arrumar mais umas coisas que ela trouxe do apartamento dela do Rio (uma secretária eletrônica, um pen drive de 2 Gb e um IPod).
Agora o mais legal é que ela comprou um IPod mas não tem músicas para colocar nele! Na verdade, acho que ela comprou sem nem saber para que servia, mas como todo mundo tem ela também teria que ter. E isso vale para o Pen Drive também! Ela achou que o Pen Drive servia para fazer Back up. Pen Drive serve é para movimentar dados! Qualquer um sabe que backup se faz em CD e DVD.
Agora que acabei de configurar tudo, vou voltar para casa para tentar dormir, já que esta semana vou acordar todos os dias as 4:00 da matina...
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