23 de fev. de 2012

City 54 Hostel e Hotel (Berlim, Alemanha)

De todos os hotéis que fiquei na viagem pra Europa O City 54 foi, sem dúvida, o melhor deles. Paradoxalmente, foi o que teve o atendimento menos amistoso: a galera da recepção era alemão de verdade, aquela coisa quase robótica, mas educados.

O quarto é gigantesco, porque, na verdade, é um hostel que serve de hotel também. São vários predinhos de 3 andares, cada qual com vários quartos para várias pessoas. O meu quarto, apesar de estar ocupado apenas por mim e pelo Véio, tinha 4 ou 5 camas. E o lado bom é que tinha geladeira, fogão, panelas, pratos. Bem legal. Saca só:



O único problema é que não tinha lâmpadas na região da cozinha.



O banheiro, até onde lembro, era bom. Nada muito grande, mas não era apertado. A água era bem quente e vinha com pressão boa.



O hotel estava muito cheio na época que eu fui, porque tinha uma excursão de moleques de alguma parte da Alemanha que foram conhecer a capital do país. E eram aqueles adolescentes na crise, achando que são gente grande, mas são pirralhos folgados. E por conta disso o café da manhã estava lotado, porque todos iam tomar café ao mesmo tempo. Resultado: apesar de ter bastante opção, a galera fazia o rapa e muitas vezes faltava alguma coisa. Mas depois que eles foram embora, no último dia, ficou tranquilo e vi que o café era bom.

Tem uma salinha para deixar a sua mala, mas sem controle nenhum: qualquer um pode entrar e pegar as malas de quem quiser. Na Alemanha isso pode funcionar, mas quando tem pessoas de terceiro mundo no meio eu fico com a pulga atrás da orelha.... Fato é que a minha mala estava inteirinha quando fui pegá-la então não tive problema.

Um ponto ruim do hotel é que ele não tem elevador, então você tem que carregar a sua mala até o quarto. Quando você já está viajando há alguns bons dias e tá cheio de peso na mala, é meio chato. Um lado excelente é a localização: ele é NA BOCA de uma estação de metro. Sério, não dava nem 5 metros até a escada (ou do elevador, se você está de mala). Isso, meus amigos, vale muito, ainda mais se você quer chegar tarde no hotel.


Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).

3 Palpites:

Anônimo disse...

Deu pau nas fotos deste post.
Abraços,
André.

Esparroman disse...

Ih, rapá, deu mesmo. Não consegui descobrir o que é. Ainda mais nessa conexão de merda de Manaus.

Obrigado por ter avisado.

[]`s

Esparroman disse...

Demorou, mas arrumei. Pelo menso aqui em casa tá beleza.

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