Como eu falei em outro post, a galera no Rio está com vontade de quebrar coisas. E nessa onda também estão entrando os trombadinhas (alguém ainda fala trombadinha?).
Estava eu voltando do almoço quando paro em um sinal na Rio Branco, esperando para atravessar a rua. De repente, vejo una pequena confusão e um moleque atravessando a avenida correndo (para quem não conhece, a Rio Branco é uma das principais avenidas do centro do Rio.
Chegando do outro lado da avenida, o sujeito abaixa, cata uma pedra no chão e arremessa. Ela bate em alguma coisa que não identifiquei, mas não era o que o cara queria acertar.
Ele abaixa novamente, pega outra pedra no chão e tenta mais uma vez. Desta feita, é certeiro: a pedra voou pela Rio Branco inteira e acertou uma vidraça do McDonalds em cheio. Mal deu tempo das pessoas que estavam debaixo, na rua, esquivarem da chuva de cacos de vidro.
Não fiquei lá para ver, nas acho que ninguém se machucou (talvez quem levou a pedrada dentro da loja). Mas o prejuízo foi considerável...
12 de jul. de 2013
10 de jul. de 2013
Dias de guerra
Como vocês devem saber, o mês de Junho foi tenso no Rio (e em várias outras cidades do país). E para piorar a minha situação, o escritório da minha empresa fica muito perto do local das confusões. Mais: entre o escritório e a entrada do metrô (estação da Carioca) fica a Av. Rio Branco, onde a galera estava marchando.
Pois bem. Em um dos dias (ta, já faz algum tempo) eu tinha chegado de viagem (no cornoflight de 6 da manhã), estava doido para ir dormir, mas entre eu e o metrô tinha umas 100 mil pessoas, fora a polícia, bombas de gás e coquetéis molotov. Fiquei esperando para ver se melhorava, mas já era 8 da noite e eu precisava dormir. Era questão de sobrevivência. Catei a minha mala e fui enfrentar a multidão.
Sem brincadeira, deu medo. Ao longe eu ouvia gritos primitivos, um cara com um megafone e cachorros latindo. A Rio Branco, deserta (no pedaço que eu estava). E poucos quarteirões à minha frente, um batalhão de pessoas.
Eu conseguia ver a estação, mas não sabia se ela estava aberta, nem se eu conseguiria chegar até ela.
Fui andando, arrastando minha mala, tentando ver alguma coisa. Parecia cena de guerra: multidão de um lado, polícia do outro, vidros de banco quebrados pelo chão. Mas continuei caminhando, cada vez menos esperançoso da estação estar aberta.
Até que finalmente cheguei na porta de entrada. O bloqueio policial estava a 5 metros dela. Sem pensar muito, entrei e consegui chegar em casa. Mas quando liguei a TV, percebi que tinha feito uma pequena loucura...
Isso se repetiu algunas vezes (mas sem mala) e a cada dia, a agressividade de alguns manifestantes só piorou. A minha sorte é queeu estava tão fudido que estava trabalhando todo dia até 8 e pouco da noite e quando eu saía do escritório a polícia já tinha empurrado as pessoas para depois da entrada da estação.
Tomara que todos se acalmem e façam manifestações pacíficas amanhã, na tal greve geral.
Pois bem. Em um dos dias (ta, já faz algum tempo) eu tinha chegado de viagem (no cornoflight de 6 da manhã), estava doido para ir dormir, mas entre eu e o metrô tinha umas 100 mil pessoas, fora a polícia, bombas de gás e coquetéis molotov. Fiquei esperando para ver se melhorava, mas já era 8 da noite e eu precisava dormir. Era questão de sobrevivência. Catei a minha mala e fui enfrentar a multidão.
Sem brincadeira, deu medo. Ao longe eu ouvia gritos primitivos, um cara com um megafone e cachorros latindo. A Rio Branco, deserta (no pedaço que eu estava). E poucos quarteirões à minha frente, um batalhão de pessoas.
Eu conseguia ver a estação, mas não sabia se ela estava aberta, nem se eu conseguiria chegar até ela.
Fui andando, arrastando minha mala, tentando ver alguma coisa. Parecia cena de guerra: multidão de um lado, polícia do outro, vidros de banco quebrados pelo chão. Mas continuei caminhando, cada vez menos esperançoso da estação estar aberta.
Até que finalmente cheguei na porta de entrada. O bloqueio policial estava a 5 metros dela. Sem pensar muito, entrei e consegui chegar em casa. Mas quando liguei a TV, percebi que tinha feito uma pequena loucura...
Isso se repetiu algunas vezes (mas sem mala) e a cada dia, a agressividade de alguns manifestantes só piorou. A minha sorte é queeu estava tão fudido que estava trabalhando todo dia até 8 e pouco da noite e quando eu saía do escritório a polícia já tinha empurrado as pessoas para depois da entrada da estação.
Tomara que todos se acalmem e façam manifestações pacíficas amanhã, na tal greve geral.
5 de jul. de 2013
Rapidinhas fotográficas
Coisas que só foram parar no instagram....
Essa semana eu vi uma coisa muito legal: taxi para cadeirantes. Eu NUNCA tinha pensado em como os cadeirantes pegavam taxi. Agora eu descobri:

Essa semana eu viajei no domingo, porque meu curso começava segunda cedo e não tinha vôo para chegar no horário. Resultado: tive que acompanhar o jogo do Brasil pelo rádio do celular, já que tinha 150 pessoas disputando uma mini TV na sala de embarque de confins.


Para minha sorte, eu estava viajando de azul e era aqueles aviões com TV ao vivo. Aí deu pra acompanhar numa boa o jogo:

Durante o treinamento tive a oportunidade de visitar São Paulo. E fiquei pertinho da famosa ponte estaiada. Muito bacana:

Já no Rio......
A ÚNICA coisa boa de trabalhar no Rio: o visual do meu local de trabalho.

Em compensação, os dutos do ar condicionado não são limpos há alguns anos....

Da série coisas que nunca havia visto em taxi: wi-fi.

Da série coisas que só acontecem comigo: não sei nem explicar.

O centro do Rio tem alguns oásis no meio de tanto lixo no chão e prédios velhos e mal cuidados. Esse aí é um dos mais fodas:

Eu já tinha visto velas elétricas em várias igrejas das oropa e da américa do sul (evitam incêndios). Agora vela elétrica com bluetooth eu nunca tinha visto (o BT é usado para LIGAR as lâmpadas).

Aproveitando o post, vamos de rapidinhas sem fotos:
- Dia desses antes do início da copa das confederações eu ia viajar numa sexta-feira. Não só meu voo atrasou 2 horas como TODOS os banheiros do Santos Dumont estavam sem água. Imaginem como estavam os banheiros;
- Dia desses aí estava eu no trabalho quando começo a ouvir gritarias na rua. Era uma manifestação na frente do meu trabalho. 100 mil pessoas entre eu e a estação da carioca. E eu estava de mala. Foi fácil voltar pro hotel;
- Isso aí em cima aconteceu umas 3 vezes esse mês. Sorte que eu estava atolado de trabalho e quando saí do prédio tudo tinha acalmado;
- Falando em atolado de trabalho semana passada fiz uma apresentação que me lembrou da época de consultoria. Modéstia a parte, ela ficou foda;
- Quase perdi o vôo nessa semana por causa de manifestações. Fecharam a linha verde. Sorte que me avisaram e consegui sair uma hora antes do que estava prevendo;
- Para sair antes do esperado, fiz a mala correndo. E como viajei no domingo, fui de bermuda. E no caminho para confins lembrei que tinha esquecido o cinto. Morri em 90 conto comprando um no aeroporto de campinas (em Confins não tem). Isso porque reclamo de pagar 150 ronaldos em um sapato. Imaginem como fiquei feliz;
Bom, é isso. Deve ter mais coisa, mas não me lembro.
Essa semana eu vi uma coisa muito legal: taxi para cadeirantes. Eu NUNCA tinha pensado em como os cadeirantes pegavam taxi. Agora eu descobri:
Essa semana eu viajei no domingo, porque meu curso começava segunda cedo e não tinha vôo para chegar no horário. Resultado: tive que acompanhar o jogo do Brasil pelo rádio do celular, já que tinha 150 pessoas disputando uma mini TV na sala de embarque de confins.
Para minha sorte, eu estava viajando de azul e era aqueles aviões com TV ao vivo. Aí deu pra acompanhar numa boa o jogo:
Durante o treinamento tive a oportunidade de visitar São Paulo. E fiquei pertinho da famosa ponte estaiada. Muito bacana:
Já no Rio......
A ÚNICA coisa boa de trabalhar no Rio: o visual do meu local de trabalho.
Em compensação, os dutos do ar condicionado não são limpos há alguns anos....
Da série coisas que nunca havia visto em taxi: wi-fi.
Da série coisas que só acontecem comigo: não sei nem explicar.
O centro do Rio tem alguns oásis no meio de tanto lixo no chão e prédios velhos e mal cuidados. Esse aí é um dos mais fodas:
Eu já tinha visto velas elétricas em várias igrejas das oropa e da américa do sul (evitam incêndios). Agora vela elétrica com bluetooth eu nunca tinha visto (o BT é usado para LIGAR as lâmpadas).
Aproveitando o post, vamos de rapidinhas sem fotos:
- Dia desses antes do início da copa das confederações eu ia viajar numa sexta-feira. Não só meu voo atrasou 2 horas como TODOS os banheiros do Santos Dumont estavam sem água. Imaginem como estavam os banheiros;
- Dia desses aí estava eu no trabalho quando começo a ouvir gritarias na rua. Era uma manifestação na frente do meu trabalho. 100 mil pessoas entre eu e a estação da carioca. E eu estava de mala. Foi fácil voltar pro hotel;
- Isso aí em cima aconteceu umas 3 vezes esse mês. Sorte que eu estava atolado de trabalho e quando saí do prédio tudo tinha acalmado;
- Falando em atolado de trabalho semana passada fiz uma apresentação que me lembrou da época de consultoria. Modéstia a parte, ela ficou foda;
- Quase perdi o vôo nessa semana por causa de manifestações. Fecharam a linha verde. Sorte que me avisaram e consegui sair uma hora antes do que estava prevendo;
- Para sair antes do esperado, fiz a mala correndo. E como viajei no domingo, fui de bermuda. E no caminho para confins lembrei que tinha esquecido o cinto. Morri em 90 conto comprando um no aeroporto de campinas (em Confins não tem). Isso porque reclamo de pagar 150 ronaldos em um sapato. Imaginem como fiquei feliz;
Bom, é isso. Deve ter mais coisa, mas não me lembro.
3 de jul. de 2013
A importância da prática em cursos
Eu já fiz diversos treinamentos de segurança e primeiros socorros. Já até perdi a conta. E em todos eles explicam como proceder em caso de convulsão.
Esta semana, não lembro quando, estava almoçando quando do nada o cara da mesa ao lado caiu no chão e começou a tremer. Antes que eu pudesse puxar da memória o que fazer o pessoal da mesa em que ele estava (e metade do restaurante) já estavam em volta. Alguns ajudando, outros bicando, curiosos.
E foi estranho ver o cara se debatendo, completamente contraído, babando. E saber que nesses casos não tem nada para fazer, a não ser colocar o cara de lado, para que ele não afogue com a própria saliva.
No final, deu tudo certo, o cara voltou a si (depois de algum tempo, é verdade) e pela calma de todos, deve ser uma coisa frequente com ele. Mas vi que por mais cursos teóricos que você faça, nada é capaz de dar mais noção do problema do que ver ao vivo (eu já tinha visto videos com simulações).
E, de uma forma meio tétrica, vi a importância da prática em cursos. O mais irônico é que esta semana estou fazendo um curso...
Esta semana, não lembro quando, estava almoçando quando do nada o cara da mesa ao lado caiu no chão e começou a tremer. Antes que eu pudesse puxar da memória o que fazer o pessoal da mesa em que ele estava (e metade do restaurante) já estavam em volta. Alguns ajudando, outros bicando, curiosos.
E foi estranho ver o cara se debatendo, completamente contraído, babando. E saber que nesses casos não tem nada para fazer, a não ser colocar o cara de lado, para que ele não afogue com a própria saliva.
No final, deu tudo certo, o cara voltou a si (depois de algum tempo, é verdade) e pela calma de todos, deve ser uma coisa frequente com ele. Mas vi que por mais cursos teóricos que você faça, nada é capaz de dar mais noção do problema do que ver ao vivo (eu já tinha visto videos com simulações).
E, de uma forma meio tétrica, vi a importância da prática em cursos. O mais irônico é que esta semana estou fazendo um curso...
25 de jun. de 2013
Quando eu me perdi no Rio
Como vocês sabem, a Véia mora no Rio. E ela tem carro aqui. Como precisava ir até o Santos Dumont, no domingo peguei o carro dela emprestado. Na ida, vi que o aterro estava fechado. Fiquei meio preocupado, mas consegui chegar ao aeroporto sem muita dificuldade (reconheci o caminho alternativo, depois que vi uma placa).
Na volta, bem, não foi tão simples. Estou acostumado a chegar no aeroporto e ir para o centro. Só tinha saído do aeroporto uma vez, e mesmo assim passando pelo aterro. Resolvi seguir as placas.
Entra daqui, vira dalí e vi que estava em um local conhecido. "Foi fácil, pensei". Aí invoquei Murphy e ele colocou um monte de cones no meu caminho. Sim, eu tinha caído no aterro. Dei meia volta e fui tentar novamente. Passei novamente em frente ao aeroporto, mas dei uma bobeada e peguei a entrada errada: fui parar na perimetral.
Para quem não conhece o Rio, a perimetral é um elevado gigante que vai até a linha vermelha, quase no galeão. E a linha vermelha corta uma favela (uma das piores do Rio). Tinha que sair dali rapidinho. E vi uma placa "Presidente Vargas". "Essa eu conheço", pensei. Entrei sem dó. Mas estava tudo meio estranho... não estava reconhecendo nada. E como era à noite (e eu não vejo bem de longe, nem muito bem à noite), fiquei ressabiado. Não tinha ninguém na rua e as placas só indicavam lugares que eu sabia que não eram muito seguros, como a central.
O pânico bateu forte. Eu não sabia onde estava, não sabia voltar e não tinha ninguém para perguntar. Até que eu parei em um sinal, ao lado de um ônibus, e perguntei para o motorista: "Copacabana?". O cara fez uma careta e falou "tá longe, brother. É pro outro lado.".
Vi um retorno, mas estava 3 faixas à direita. Não tive dúvidas: meti a seta e fui. Entrei na faixa de ônibus, levei luz alta na cara, mas entrei. E vi que estava no lugar errado. Tinha que ter entrado novamente à direita. Mais uma vez, não tive dúvidas: meti uma ré, andei uns 200 metros e entrei na rua que eu julgava ser a certa.
Parei em um sinal e dois ônibus que vinham atrás de mim começaram a piscar o farol. Era para eu seguir e não parar ali. Olhei o letreiro e um deles falava "copacabana, leme, ipanema, leblon". "Vou seguir esse bicho", pensei. E assim eu fiz.
Aí meu telefone ligou. Era a Véia:
- Tá perdido?
- Completamente.
- Onde que você está?
Li o nome da rua. Não lembro qual era
- Caralho, você está longe pra caralho. E aí é perigoso pra caralho (sim, foram 3 "caralhos" na frase).
- Eu sei. Estou vendo. Mas vou seguir um busão aqui e ver o que dá.
E tudo o que o busão fazia eu repetia: furei sinal (umas 3 vezes), andei fora da faixa, acho até que entrei na contramão. Mas eu não podia perder aquele ônibus de vista.
Aí vi que estava em um lugar conhecido: a Rua Chile. Mas até onde eu lembrava, ela dava na Lapa. "Putaquepariu, tô indo pro lugar errado", pensei. Mas lembrei que tem uma rua na chile que cai na cinelândia, então tinha chance de eu ir para o lugar certo. E assim aconteceu. Quando cai na Rio Branco, nem acreditei: dali eu sabia o caminho.
E consegui chegar em casa. Demorou, mas cheguei bem.
Juro: durante todo o tempo eu só lembrava das histórias de pessoas que se perdiam no Rio, caiam em favela e eram fuzilados. Mas consegui chegar bem na casa da Véia.
Na volta, bem, não foi tão simples. Estou acostumado a chegar no aeroporto e ir para o centro. Só tinha saído do aeroporto uma vez, e mesmo assim passando pelo aterro. Resolvi seguir as placas.
Entra daqui, vira dalí e vi que estava em um local conhecido. "Foi fácil, pensei". Aí invoquei Murphy e ele colocou um monte de cones no meu caminho. Sim, eu tinha caído no aterro. Dei meia volta e fui tentar novamente. Passei novamente em frente ao aeroporto, mas dei uma bobeada e peguei a entrada errada: fui parar na perimetral.
Para quem não conhece o Rio, a perimetral é um elevado gigante que vai até a linha vermelha, quase no galeão. E a linha vermelha corta uma favela (uma das piores do Rio). Tinha que sair dali rapidinho. E vi uma placa "Presidente Vargas". "Essa eu conheço", pensei. Entrei sem dó. Mas estava tudo meio estranho... não estava reconhecendo nada. E como era à noite (e eu não vejo bem de longe, nem muito bem à noite), fiquei ressabiado. Não tinha ninguém na rua e as placas só indicavam lugares que eu sabia que não eram muito seguros, como a central.
O pânico bateu forte. Eu não sabia onde estava, não sabia voltar e não tinha ninguém para perguntar. Até que eu parei em um sinal, ao lado de um ônibus, e perguntei para o motorista: "Copacabana?". O cara fez uma careta e falou "tá longe, brother. É pro outro lado.".
Vi um retorno, mas estava 3 faixas à direita. Não tive dúvidas: meti a seta e fui. Entrei na faixa de ônibus, levei luz alta na cara, mas entrei. E vi que estava no lugar errado. Tinha que ter entrado novamente à direita. Mais uma vez, não tive dúvidas: meti uma ré, andei uns 200 metros e entrei na rua que eu julgava ser a certa.
Parei em um sinal e dois ônibus que vinham atrás de mim começaram a piscar o farol. Era para eu seguir e não parar ali. Olhei o letreiro e um deles falava "copacabana, leme, ipanema, leblon". "Vou seguir esse bicho", pensei. E assim eu fiz.
Aí meu telefone ligou. Era a Véia:
- Tá perdido?
- Completamente.
- Onde que você está?
Li o nome da rua. Não lembro qual era
- Caralho, você está longe pra caralho. E aí é perigoso pra caralho (sim, foram 3 "caralhos" na frase).
- Eu sei. Estou vendo. Mas vou seguir um busão aqui e ver o que dá.
E tudo o que o busão fazia eu repetia: furei sinal (umas 3 vezes), andei fora da faixa, acho até que entrei na contramão. Mas eu não podia perder aquele ônibus de vista.
Aí vi que estava em um lugar conhecido: a Rua Chile. Mas até onde eu lembrava, ela dava na Lapa. "Putaquepariu, tô indo pro lugar errado", pensei. Mas lembrei que tem uma rua na chile que cai na cinelândia, então tinha chance de eu ir para o lugar certo. E assim aconteceu. Quando cai na Rio Branco, nem acreditei: dali eu sabia o caminho.
E consegui chegar em casa. Demorou, mas cheguei bem.
Juro: durante todo o tempo eu só lembrava das histórias de pessoas que se perdiam no Rio, caiam em favela e eram fuzilados. Mas consegui chegar bem na casa da Véia.
23 de jun. de 2013
Hotel Mercure Botafogo (Rio de Janeiro, RJ)
No início do ano, janeiro, para ser mais exato, vim ao Rio para algum treinamento que não lembro mais qual foi. E como janeiro é mês de férias, os hotéis estavam caros e lotados. O menos caro era o Mercure Botafogo (380 ronaldos a diária).
O hotel é padrão Mercure: quase um apart com cozinha, sala, chuveiro e quarto. Apesar de ter todos esses espaços, não é muito grande. A sala, por exemplo, é meio apertadiha. Como fiquei só uma noite e ainda tive que ir na casa da Véia, nem deu pra aproveitar muito. Mas o apartamento é bem novinho, saca só:


A cozinha fica bem ao lado da sala e é MUITO apertadinha. Praticamente um corredor (mas tem fogão completo). Não lemnro se tinha microondas e panelas.

O quarto também não é dos maiores, mas a cama era ótima. Gigante. a TV era meio pequena, mas como ficava perto da cama, não fez tanta diferença.


Vou ser sincero: apesar de ter ficado hospedado lá no início deste ano, não lembro como era o chuveiro. Mas olhando pra foto, pareceu ser de tamanho razoável.

Acho que a internet era paga. Realmente não lembro, porque não cheguei a usar. Mas lembro que era Wifi. O café da manhã é ESPETACULAR. Muita fartura, muitas opções. Tinha até uns doces, muito bom. O hotel fica em uma rua pequena, meio escondida, e fica uns 600 metros da estação de metro de botafogo. Tranquilo de andar, maromeno movimentado, mas dá pra suar bem até chegar nela.
Eu gostei, mas achei muito caro. Não dá pra passar uma temporada muito grande lá, mas é um bom lugar para ficar pouco tempo (ou muito tempo, se você tiver dinheiro sobrando).
Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).
O hotel é padrão Mercure: quase um apart com cozinha, sala, chuveiro e quarto. Apesar de ter todos esses espaços, não é muito grande. A sala, por exemplo, é meio apertadiha. Como fiquei só uma noite e ainda tive que ir na casa da Véia, nem deu pra aproveitar muito. Mas o apartamento é bem novinho, saca só:


A cozinha fica bem ao lado da sala e é MUITO apertadinha. Praticamente um corredor (mas tem fogão completo). Não lemnro se tinha microondas e panelas.

O quarto também não é dos maiores, mas a cama era ótima. Gigante. a TV era meio pequena, mas como ficava perto da cama, não fez tanta diferença.


Vou ser sincero: apesar de ter ficado hospedado lá no início deste ano, não lembro como era o chuveiro. Mas olhando pra foto, pareceu ser de tamanho razoável.

Acho que a internet era paga. Realmente não lembro, porque não cheguei a usar. Mas lembro que era Wifi. O café da manhã é ESPETACULAR. Muita fartura, muitas opções. Tinha até uns doces, muito bom. O hotel fica em uma rua pequena, meio escondida, e fica uns 600 metros da estação de metro de botafogo. Tranquilo de andar, maromeno movimentado, mas dá pra suar bem até chegar nela.
Eu gostei, mas achei muito caro. Não dá pra passar uma temporada muito grande lá, mas é um bom lugar para ficar pouco tempo (ou muito tempo, se você tiver dinheiro sobrando).
Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).
25 de mai. de 2013
Garoto Carioca, suingue, sangue bom
É isso mesmo que vocês estão pensando. E foi mais ou menos assim.... (efeito flashback)
Era véspera de feriado. Último dia antes de eu sair de férias. Final de expediente, decidi sair para comemorar. Resolvi deixar o celular corporativo na mochila, já que era mais de 8 da noite e ninguém iria me ligar mais.
Sai e, quando cheguei em casa, tiro minha mochila do porta-malas do carro e escuro meu telefone tocando. Era o alerta de ligações perdidas.
Olho e, além da ligação perdida, tinha uma mensagem. Ambas eram do meu antigo chefe, que tinha acabado de virar diretor na empresa. Falava mais ou menos assim: "já comprou seu apartamento? Estou precisando de ajuda aqui no Rio. Pense sobre isso nas suas férias e, se estiver muito ansioso, me ligue".
Eu estava cansado, precisando de férias, e a última coisa que eu queria era pensar em mudar para o Rio. Então decidi que só ia pensar nisso depois que eu voltasse a trabalhar. E assim eu fiz.
No dia que voltei de férias, liguei para o chefe e falei "voltei de férias, que ajuda você está precisando?". Ele explicou que tinha uma demanda que era meu número: fazer o trabalho da época da consultoria, mas na empresa. E depois que eu terminasse esse trabalho, ficaria no Rio para gerenciar projetos, já que falta GP bom lá.
Falei que o rio não me apetecia e que não queria mudar para lá e nem abandonar meus projetos. A melhor opção, eu pensava, era ficar parte em BH, cuidando dos projetos, e parte no Rio, prestando consultoria.
Essa ideia não o agradou, então ele fez uma nova proposta: 6 meses no Rio, em transferência temporária, e depois voltar para BH. E nesse meio tempo ele tentaria me convencer a mudar para o Rio de vez.
A transferência temporária é o seguinte: a empresa dá casa (ou hotel), uma grana para ajuda de custos e "se fode aí negão pra voltar pra casa".
Fiz umas contas, conversei com meu pai, conversei com a minha mãe, conversei com a srta Esparroman e decidi que a empresa estava precisando de mim no rio. Era uma chance boa de aparecer, já que responderia direto para a diretoria.
De cara, me colocaram em um curso em São Paulo (Jundiaí, na verdade). E ia ter um período de transição, já que meus coordenadores estão de férias e preciso fazer a passagem dos meus projetos para o novo gerente.
E de junho a dezembro serei carioca.
Definitivamente a minha empresa não quer que eu tenha uma vida amorosa duradoura. Mas eu vou lutar contra tudo e contra todos. Rezem por mim...
Era véspera de feriado. Último dia antes de eu sair de férias. Final de expediente, decidi sair para comemorar. Resolvi deixar o celular corporativo na mochila, já que era mais de 8 da noite e ninguém iria me ligar mais.
Sai e, quando cheguei em casa, tiro minha mochila do porta-malas do carro e escuro meu telefone tocando. Era o alerta de ligações perdidas.
Olho e, além da ligação perdida, tinha uma mensagem. Ambas eram do meu antigo chefe, que tinha acabado de virar diretor na empresa. Falava mais ou menos assim: "já comprou seu apartamento? Estou precisando de ajuda aqui no Rio. Pense sobre isso nas suas férias e, se estiver muito ansioso, me ligue".
Eu estava cansado, precisando de férias, e a última coisa que eu queria era pensar em mudar para o Rio. Então decidi que só ia pensar nisso depois que eu voltasse a trabalhar. E assim eu fiz.
No dia que voltei de férias, liguei para o chefe e falei "voltei de férias, que ajuda você está precisando?". Ele explicou que tinha uma demanda que era meu número: fazer o trabalho da época da consultoria, mas na empresa. E depois que eu terminasse esse trabalho, ficaria no Rio para gerenciar projetos, já que falta GP bom lá.
Falei que o rio não me apetecia e que não queria mudar para lá e nem abandonar meus projetos. A melhor opção, eu pensava, era ficar parte em BH, cuidando dos projetos, e parte no Rio, prestando consultoria.
Essa ideia não o agradou, então ele fez uma nova proposta: 6 meses no Rio, em transferência temporária, e depois voltar para BH. E nesse meio tempo ele tentaria me convencer a mudar para o Rio de vez.
A transferência temporária é o seguinte: a empresa dá casa (ou hotel), uma grana para ajuda de custos e "se fode aí negão pra voltar pra casa".
Fiz umas contas, conversei com meu pai, conversei com a minha mãe, conversei com a srta Esparroman e decidi que a empresa estava precisando de mim no rio. Era uma chance boa de aparecer, já que responderia direto para a diretoria.
De cara, me colocaram em um curso em São Paulo (Jundiaí, na verdade). E ia ter um período de transição, já que meus coordenadores estão de férias e preciso fazer a passagem dos meus projetos para o novo gerente.
E de junho a dezembro serei carioca.
Definitivamente a minha empresa não quer que eu tenha uma vida amorosa duradoura. Mas eu vou lutar contra tudo e contra todos. Rezem por mim...
21 de mai. de 2013
Em busca do telefone sagrado
Semana passada eu fiquei no Augustos Copacabana, hotel que eu tinha ficado ha uns 6 meses. Eu lembrava do hotel ter os seus problemas, como vocês podem ver no post em que fale dele. Mas, olha, ele é pior do que eu imaginava.
A TV é uma bosta, com uma imagem horrorosa (parece até TV a Gato), o chuveiro não é tão bom quanto eu lembrava (mas pelo menos o quarto que eu fiquei desta vez tinha uma barreira no box para não inundar o banheiro) e a mesa de trabalho é menor do que eu imaginava (o que eu achava que era impossível).
Mas o pior de tudo, desta vez, foi a falta de informação. Cheguei no quarto, morto de cansaço e de fome e fui ver o que tinha de opção no serviço de quarto. Achei rápido o "cardápio", que estava junto com as regras do hotel (vai entender). Quase tive um infarto vendo os preços, mas qualquer hotel cobra TRINTA REAIS por um bauru (pão, carne, uma fatia de presunto, uma fatia de queijo e um ovo). Ah, é, mas vem com batata frita.....
Como eu me recusava a pagar este valor, escolhi um xegg mesmo (DEZOITO REAIS). Agora era só ligar para o serviço de quarto e fazer o pedido. Li o tal livreto de regras do hotel e não achei o ramal.
Comecei a procurar pelo quarto inteiro um outro papel onde pudesse achar o telefone. Nada.
Procurei o telefone da recepção. Nada.
Procurei na internet qualquer ramal. Nada.
Peguei o telefone e disquei 1. Nada.
Peguei o telefone e disquei 0. Deu sinal para ligação externa. (ou seja, nada).
Voltei a procurar no quarto. Achei um papel em que a camareira se apresenta e coloca o ramal de contato. 206. "Vai ser lá mesmo", pensei. Mas achei estranho que existia um quarto 206 e provavelmente se eu discasse para o número cairia lá. "Foda-se, estou com fome". Disquei. Uma voz feminina, com sotaque francês, atendeu.
- Alô? (não sei como escreve alô em francês)
- É da camareira?
- Sorry, I'm not understanding.
- Wrong number.
E continuei procurando. Até que pensei que poderia ligar para o telefone do hotel e pedir o ramal do serviço de quarto (sair do quarto não era uma opção, já estava de pijama). Liguei. Da primeira vez, atenderam, eu falei e ficou mudo. Na segunda vez, caiu na central do hotel, perguntei novamente e finalmente me falaram.
Fiz o pedido e UMA HORA DEPOIS chegou a comida. POrque fazer um xegg realmente demora muito..... Pior: ainda estava bem ruim.
No dia seguinte, quando estava saindo do banho para tomar café da manhã, olhei para o telefone do banheiro e, surpresa, lá tinha os ramais do hotel. Porque no banheiro é o lugar mais lógico de se procurar telefones....
A TV é uma bosta, com uma imagem horrorosa (parece até TV a Gato), o chuveiro não é tão bom quanto eu lembrava (mas pelo menos o quarto que eu fiquei desta vez tinha uma barreira no box para não inundar o banheiro) e a mesa de trabalho é menor do que eu imaginava (o que eu achava que era impossível).
Mas o pior de tudo, desta vez, foi a falta de informação. Cheguei no quarto, morto de cansaço e de fome e fui ver o que tinha de opção no serviço de quarto. Achei rápido o "cardápio", que estava junto com as regras do hotel (vai entender). Quase tive um infarto vendo os preços, mas qualquer hotel cobra TRINTA REAIS por um bauru (pão, carne, uma fatia de presunto, uma fatia de queijo e um ovo). Ah, é, mas vem com batata frita.....
Como eu me recusava a pagar este valor, escolhi um xegg mesmo (DEZOITO REAIS). Agora era só ligar para o serviço de quarto e fazer o pedido. Li o tal livreto de regras do hotel e não achei o ramal.
Comecei a procurar pelo quarto inteiro um outro papel onde pudesse achar o telefone. Nada.
Procurei o telefone da recepção. Nada.
Procurei na internet qualquer ramal. Nada.
Peguei o telefone e disquei 1. Nada.
Peguei o telefone e disquei 0. Deu sinal para ligação externa. (ou seja, nada).
Voltei a procurar no quarto. Achei um papel em que a camareira se apresenta e coloca o ramal de contato. 206. "Vai ser lá mesmo", pensei. Mas achei estranho que existia um quarto 206 e provavelmente se eu discasse para o número cairia lá. "Foda-se, estou com fome". Disquei. Uma voz feminina, com sotaque francês, atendeu.
- Alô? (não sei como escreve alô em francês)
- É da camareira?
- Sorry, I'm not understanding.
- Wrong number.
E continuei procurando. Até que pensei que poderia ligar para o telefone do hotel e pedir o ramal do serviço de quarto (sair do quarto não era uma opção, já estava de pijama). Liguei. Da primeira vez, atenderam, eu falei e ficou mudo. Na segunda vez, caiu na central do hotel, perguntei novamente e finalmente me falaram.
Fiz o pedido e UMA HORA DEPOIS chegou a comida. POrque fazer um xegg realmente demora muito..... Pior: ainda estava bem ruim.
No dia seguinte, quando estava saindo do banho para tomar café da manhã, olhei para o telefone do banheiro e, surpresa, lá tinha os ramais do hotel. Porque no banheiro é o lugar mais lógico de se procurar telefones....
19 de mai. de 2013
Certificado
Como vocês sabem, a minha empresa é do grupo de uma empresa multinacional. E como toda empresa multinacional, tem muita burocracia envolvida. A primeira delas é a classificação dos projetos, digamos, 1, 2, 3, 4, 5, 6 e 7, que leva em consideração o valor, risco, dificuldade, etc. E para cada uma dessas classificações existe uma certificação interna que te permite gerenciar estes projetos. O PMP me permitia gerenciar projetos 4, 5 e 6. Mas atualmente eu tenho um projeto 3, então precisava me certificar o mais rápido possível para resolver essa não conformidade.
O processo de certificação é o seguinte:
1) Preenche um formulário colocando toda a sua experiência em GP e manda para uma equipe avaliadora, Se você for aceito, pode passar para a fase 2.
2) Faz uma prova para provar que você tem conhecimntos teóricos. Quem tem alguma certificação reconhecida (PMP, por exemplo), pode pular direto para a fase 3.
3) Participa de uma banca composta de 3 pessoas: uma pessoa do PMO corporativo, uma pessoa do financeiro e uma pessoa do RH.
As duas primeiras fases são relativamente fáceis e dificilmente alguém "agarra". A terceira já foi fácil, mas de uns temps pra cá o pessoal da banca tem sido mais rigorso e tem sido comum algumas reprovações. Como ser reprovado não era uma opção muito boa, fiquei ligeiramente preocupado.
Marcaram a minha banca junto com outras 4 pessoas. As bancas duram umas 3 horas, então era uma pessoa pela manhã e outra a tarde, divididos em 2 dias. Eu seria a pessoa 3 (ou seja: faria na manhã do 2 dia). Mas como seria beeeeem depois das minhas férias, liguei o foda-se e deixei para pensar nisso mais perto da data.
E a data chegou rapidinho. Mas tão rapidinho que eu não tive tempo de preparar nada. No dia anterior eu estava tranquilo, até que a primeira pessoa a apresentar ser reprovada. Ela ficou tão puta que foi pra casa, então não deu para pegar nenhuma informação.
A pessoa da tarde entrou para a sabatina e ficou quase duas horas lá. Quando saiu, exausta, falou que eles pediram meia hora para discutir o desempenho dela. E nessa meia hora o cara começou a me contar como tinha sido.
O cara foi sabatinado foda. Pediram para ele explicar tudo do contrato: fator de reajuste, multas, resultados financeiros, equipe. E ele foi lá escrevendo tudo no flip chart. E eu anotando aquilo tudo, ja que teria tempo para escrever algumas coisas antes.
Fiquei semi-desesperado. O projeto que eu ia apresentar acabou faz algum tempo e eu não lembrava nada. Quer dizer, eu achava que não sabia. A noite,na hora de fazer a minha cola (pode usar cola), eu vi que eu sabia quase tudo. E montei uma cola sinistra. Para não parecer aquela coisa mecânica, fiquei pensado na melhor forma de falar todas as informações que a banca pediu para o cara de forma "limpa", para não ficar na cara que eu estava falando aquilo só porque eles pediram.
Eu fiquei umas 3 horas montando a minha estratégia, até que deu 10:30 da noite e eu, que tinha acordado 3:30 da madrugada, não aguentei mais e fui dormir. Não tinha mais nada que eu podesse fazer e/ou decorar.
No dia seguinte, fui para a apresentação. A primeira dica que o cara tinha me dado antes era: escreva tudo no flip chart, já que eles vão te pedir. E assim eu fiz: fiquei MEIA HORA escrevendo nas folhas, sem dó das árvores que foram mortas. E quando acabei de escrever, comecei a falar. E falei. Falei durante uma hora como se não houvesse amanhã. Me perguntaram coisas pontuais, embolei para explicar uma coisa sobre os riscos do projeto e...acabou. Me perguntaram muito pouco. Falaram um "ok, agora vai passear que vamos conversar sobre a sua apresentação".
Eu saí de lá preocupado. Não me sabatinaram e durou menos de 1:30. E para piorar, levaram quase uma hora conversando sobre a minha apresentação. Quando me chamaram, tinha certeza que não tinha passado. Mas foi o contrário: não só tinha passado como a minh apresentação tinha sido tão completa que não tiveram que perguntar muito.
Mas a cereja do bolo foi quando perguntaram a minha idade. Falei "31" e o cara respondeu: "preservado no formol, hein? Tem cara de novo".
E agora eu tenho carteira para dirigir uma carreta dentro da empresa mãe.
O processo de certificação é o seguinte:
1) Preenche um formulário colocando toda a sua experiência em GP e manda para uma equipe avaliadora, Se você for aceito, pode passar para a fase 2.
2) Faz uma prova para provar que você tem conhecimntos teóricos. Quem tem alguma certificação reconhecida (PMP, por exemplo), pode pular direto para a fase 3.
3) Participa de uma banca composta de 3 pessoas: uma pessoa do PMO corporativo, uma pessoa do financeiro e uma pessoa do RH.
As duas primeiras fases são relativamente fáceis e dificilmente alguém "agarra". A terceira já foi fácil, mas de uns temps pra cá o pessoal da banca tem sido mais rigorso e tem sido comum algumas reprovações. Como ser reprovado não era uma opção muito boa, fiquei ligeiramente preocupado.
Marcaram a minha banca junto com outras 4 pessoas. As bancas duram umas 3 horas, então era uma pessoa pela manhã e outra a tarde, divididos em 2 dias. Eu seria a pessoa 3 (ou seja: faria na manhã do 2 dia). Mas como seria beeeeem depois das minhas férias, liguei o foda-se e deixei para pensar nisso mais perto da data.
E a data chegou rapidinho. Mas tão rapidinho que eu não tive tempo de preparar nada. No dia anterior eu estava tranquilo, até que a primeira pessoa a apresentar ser reprovada. Ela ficou tão puta que foi pra casa, então não deu para pegar nenhuma informação.
A pessoa da tarde entrou para a sabatina e ficou quase duas horas lá. Quando saiu, exausta, falou que eles pediram meia hora para discutir o desempenho dela. E nessa meia hora o cara começou a me contar como tinha sido.
O cara foi sabatinado foda. Pediram para ele explicar tudo do contrato: fator de reajuste, multas, resultados financeiros, equipe. E ele foi lá escrevendo tudo no flip chart. E eu anotando aquilo tudo, ja que teria tempo para escrever algumas coisas antes.
Fiquei semi-desesperado. O projeto que eu ia apresentar acabou faz algum tempo e eu não lembrava nada. Quer dizer, eu achava que não sabia. A noite,na hora de fazer a minha cola (pode usar cola), eu vi que eu sabia quase tudo. E montei uma cola sinistra. Para não parecer aquela coisa mecânica, fiquei pensado na melhor forma de falar todas as informações que a banca pediu para o cara de forma "limpa", para não ficar na cara que eu estava falando aquilo só porque eles pediram.
Eu fiquei umas 3 horas montando a minha estratégia, até que deu 10:30 da noite e eu, que tinha acordado 3:30 da madrugada, não aguentei mais e fui dormir. Não tinha mais nada que eu podesse fazer e/ou decorar.
No dia seguinte, fui para a apresentação. A primeira dica que o cara tinha me dado antes era: escreva tudo no flip chart, já que eles vão te pedir. E assim eu fiz: fiquei MEIA HORA escrevendo nas folhas, sem dó das árvores que foram mortas. E quando acabei de escrever, comecei a falar. E falei. Falei durante uma hora como se não houvesse amanhã. Me perguntaram coisas pontuais, embolei para explicar uma coisa sobre os riscos do projeto e...acabou. Me perguntaram muito pouco. Falaram um "ok, agora vai passear que vamos conversar sobre a sua apresentação".
Eu saí de lá preocupado. Não me sabatinaram e durou menos de 1:30. E para piorar, levaram quase uma hora conversando sobre a minha apresentação. Quando me chamaram, tinha certeza que não tinha passado. Mas foi o contrário: não só tinha passado como a minh apresentação tinha sido tão completa que não tiveram que perguntar muito.
Mas a cereja do bolo foi quando perguntaram a minha idade. Falei "31" e o cara respondeu: "preservado no formol, hein? Tem cara de novo".
E agora eu tenho carteira para dirigir uma carreta dentro da empresa mãe.
10 de mai. de 2013
Amar é...
...fazer reunião de kick off para iniciar um novo relacionamento.
A Srta. Esparroman me conquistou e faz parte da minha vida agora (não consegui pensar em um nome melhor...).
A Srta. Esparroman me conquistou e faz parte da minha vida agora (não consegui pensar em um nome melhor...).
9 de mai. de 2013
Brisamar Hotel (São Luís, MA)
Numa das vezes que eu fui para São Luis estava com reserva para o Stop Way, mas deu algum pepino no hotel e eles mesmo me mudaram para o Brisamar Hotel, pagando a diferença da diária (logo não sei quanto é a diária lá).
O hotel é em frente à praia (mas não é na beirada) e tem uma infra bacana: uma piscina grande, sala de ginástica e, se não me engano, um espaço com churrasqueira.
O quarto que eu fiquei não devia ser usado a algum tempo. Lembro que ele estava meio empoeirado e o quarto de uma das pessoas da minha equipe tinha baratas (sim, no plural). O tamanho dele era bom e tinha camas que, se não me engano, eram velhas. A TV (de tubo) estava com mau contato, então a imagem estava uma porcaria. Mas pegava vários canais. O armário era aberto e não tinha quase nenhum cabide. O ar condicionado eu lembro que era barulhento, mas resfriava bem.


O banheiro era normal, mas não lembro como era o chuveiro. Acho que era bom, porque lembro que molhava o chão todo.


A internet eu não lembro como era. Lembro que usei o 3G. A localização, como eu falei, era boa. Perto de todos os outros hotéis de São Luis e fica numa rua quase sem barulho nenhum. O meu quarto era virado pra dentro, pro pátio da piscina, então tinha algum barulho até umas 9 da noite. O café da manhã era normal, como que tem normalmente em hotéis. Acho que até tinha uma ou outra coisa diferente.
Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).
O hotel é em frente à praia (mas não é na beirada) e tem uma infra bacana: uma piscina grande, sala de ginástica e, se não me engano, um espaço com churrasqueira.
O quarto que eu fiquei não devia ser usado a algum tempo. Lembro que ele estava meio empoeirado e o quarto de uma das pessoas da minha equipe tinha baratas (sim, no plural). O tamanho dele era bom e tinha camas que, se não me engano, eram velhas. A TV (de tubo) estava com mau contato, então a imagem estava uma porcaria. Mas pegava vários canais. O armário era aberto e não tinha quase nenhum cabide. O ar condicionado eu lembro que era barulhento, mas resfriava bem.


O banheiro era normal, mas não lembro como era o chuveiro. Acho que era bom, porque lembro que molhava o chão todo.


A internet eu não lembro como era. Lembro que usei o 3G. A localização, como eu falei, era boa. Perto de todos os outros hotéis de São Luis e fica numa rua quase sem barulho nenhum. O meu quarto era virado pra dentro, pro pátio da piscina, então tinha algum barulho até umas 9 da noite. O café da manhã era normal, como que tem normalmente em hotéis. Acho que até tinha uma ou outra coisa diferente.
Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).
7 de mai. de 2013
Augustus Copacabana Hotel (Rio de Janeiro, RJ)
Numa das minha idas para o Rio me colocaram no Augustus Copacabana Hotel. O Hotel é meio velho (como tudo em copacabana) e fica em uma rua não muito conhecida (até onde me lembro). A rua, aliás, é meio vazia durante a noite, mas perto da estação do Cantagalo e da praia.
O quarto é MUITO escuro e falta um lugar decente para trabalhar. A mesa que existe é pequena e a do meu quarto ainda era manca. Horrível para conseguir equilibrar o notebook. A TV era pequena e a imagem era muito ruim. O ar condicionado barulhento (e para regular tive que subir na cadeira). Não lembro como era a cama, mas arrisco dizer que era velha como todo o resto dos móveis, o que quer dizer que o colchão era mole (mas não posso afirmar).


O chuveiro era bom. Muita água e uma pressão considerável. O problema é que o box não era fechado e molhou o banheiro inteiro.


Não lembro como era a internet. Devia ser paga ou ruim, já que usei o meu modem 3G (isso eu lembro). O café da manhã é bom, daqueles para gringo. E o visual do quarto também é bacana (pelo menos do quarto que eu estava). Saca só:

A diária é cara. Para empresa foi mais de400 300 reais a diária. Sinceramente, para o que é ofertado, é um absurdo. Mas assim é o Rio, tudo é caro...
Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).
O quarto é MUITO escuro e falta um lugar decente para trabalhar. A mesa que existe é pequena e a do meu quarto ainda era manca. Horrível para conseguir equilibrar o notebook. A TV era pequena e a imagem era muito ruim. O ar condicionado barulhento (e para regular tive que subir na cadeira). Não lembro como era a cama, mas arrisco dizer que era velha como todo o resto dos móveis, o que quer dizer que o colchão era mole (mas não posso afirmar).


O chuveiro era bom. Muita água e uma pressão considerável. O problema é que o box não era fechado e molhou o banheiro inteiro.


Não lembro como era a internet. Devia ser paga ou ruim, já que usei o meu modem 3G (isso eu lembro). O café da manhã é bom, daqueles para gringo. E o visual do quarto também é bacana (pelo menos do quarto que eu estava). Saca só:

A diária é cara. Para empresa foi mais de
Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).
1 de mai. de 2013
Stop Way Hotel (São Luis, MA)
O hotel que o pessoal costuma ficar em São Luis é o Stop Way Hotel. E a razão é simples: o hotel é novinho (tem 2 anos), o valor da diária é bastante bom e é bem localizado (na verdade a maioria dos hotéis de São Luis ficam na mesma região). O hotel é simples, mas por ser novo, é bem cuidado e limpo.
O quarto é aquele tamanho padrão, nem grande, nem pequeno. O ar condicionado é sensacional, mas se você coloca a velocidade da ventilação no máximo é meio barulhento. A cama é excelente (afinal, é nova) e a TV também tem um tamanho bom.


O banheiro tem um tamanho razoável e o chuveiro é MUITO bom: bastante água, pressão boa e temperatura bacana. O único problema é que se você abre muito a água (muito mesmo) ela começa a vazar para o lado de fora do box e molha o chão.

O hotel não tem piscina, sala de ginástica, porra nenhuma. É para quem vai para hotel só para dormir mesmo. O Wifi pega bem (cada andar tem a sua rede), mas dependendo do horário a velocidade é ruim. O café da manhã é bom e tem opções suficientes para um café da manhã decente.
Sem dúvida é o melhor custo-benefício dos hotéis que eu fiquei em São Luis.
Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).
O quarto é aquele tamanho padrão, nem grande, nem pequeno. O ar condicionado é sensacional, mas se você coloca a velocidade da ventilação no máximo é meio barulhento. A cama é excelente (afinal, é nova) e a TV também tem um tamanho bom.


O banheiro tem um tamanho razoável e o chuveiro é MUITO bom: bastante água, pressão boa e temperatura bacana. O único problema é que se você abre muito a água (muito mesmo) ela começa a vazar para o lado de fora do box e molha o chão.

O hotel não tem piscina, sala de ginástica, porra nenhuma. É para quem vai para hotel só para dormir mesmo. O Wifi pega bem (cada andar tem a sua rede), mas dependendo do horário a velocidade é ruim. O café da manhã é bom e tem opções suficientes para um café da manhã decente.
Sem dúvida é o melhor custo-benefício dos hotéis que eu fiquei em São Luis.
Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).
29 de abr. de 2013
Hotel Rio Poty (São Luis, MA)
Na minha primeira ida a São Luis, os hotéis que o pessoal costumava ficar estavam lotados, então tive que ficar no Hotel Rio Poty. O hotel é tipicamente um hotel que já foi muito bom, nos anos 80, mas parou no tempo e hoje é um hotel bem fraquinho.
O quarto é espaçoso, mas os móveis são antigos e as camas já bem surradas. Daquele tipo que você deita na cama e é "rolado" para encaixar no buraco do colchão. A TV é de tubo, pequena (14") e ainda pegava bem mal. Não sei se era mal contato ou se era problema de recepção.
O ar condicionado é central regulável, daqueles que não é limpo há alguns anos...


O banheiro tem um tamanho bom, mas o chuveiro é uma desgraça. Os furos estavam entupidos e saíam uns 3 fios de água, ortogonais entre eles (um em cada direção: x, y e Z), e a água era fria. Tomar banho foi dureza, sorte que foram apenas 2 noites (em uma delas eu cheguei de madrugada) e na outra eu saí de madrugada. Pelo menos era bem limpo.

O grande trunfo do hotel é a piscina. É sensacional. Não cheguei a usar, mas era MUITO grande e bacana. Deu vontade de ficar lá ao invés de ir trabalhar. Saca só:

O café da manhã era bom, se me lembro bem. Mas como estava com muito sono, posso estar errado. A internet é via wifi, mas não lembro se era boa ou não. Como eu tenho um modem 3G agora, quando a internet do hotel é ruim eu uso o modem...
Pelo preço do hotel, não vale a pena hospedar lá.
Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).
O quarto é espaçoso, mas os móveis são antigos e as camas já bem surradas. Daquele tipo que você deita na cama e é "rolado" para encaixar no buraco do colchão. A TV é de tubo, pequena (14") e ainda pegava bem mal. Não sei se era mal contato ou se era problema de recepção.
O ar condicionado é central regulável, daqueles que não é limpo há alguns anos...


O banheiro tem um tamanho bom, mas o chuveiro é uma desgraça. Os furos estavam entupidos e saíam uns 3 fios de água, ortogonais entre eles (um em cada direção: x, y e Z), e a água era fria. Tomar banho foi dureza, sorte que foram apenas 2 noites (em uma delas eu cheguei de madrugada) e na outra eu saí de madrugada. Pelo menos era bem limpo.

O grande trunfo do hotel é a piscina. É sensacional. Não cheguei a usar, mas era MUITO grande e bacana. Deu vontade de ficar lá ao invés de ir trabalhar. Saca só:

O café da manhã era bom, se me lembro bem. Mas como estava com muito sono, posso estar errado. A internet é via wifi, mas não lembro se era boa ou não. Como eu tenho um modem 3G agora, quando a internet do hotel é ruim eu uso o modem...
Pelo preço do hotel, não vale a pena hospedar lá.
Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).
26 de abr. de 2013
DaVinci Hotel & Conventions (Manaus, AM)
Em meados de 2012, eu estava em Manaus, doido para voltar para casa, depois de uma semana de merda. Aí eu entrei no avião e, bem, deu pau. Aí a Trip nos colocou no DaVinci Hotel & Conventions.
O Hotel fica em Adrianópolis, um dos bairros mais bacanas de Manaus, bem perto do Manauara Shopping. Ele parece ser um pouco antigo, mas estava em condições muito boas. Tá certo que colocaram a galera em uma ala que não devia ser usada há bastante tempo (as luzes do corredor estavam queimadas e/ou não acendiam), mas foi bom.
O quarto é espaçoso e a cama gigantesca. Dava para dormir de qualquer maneira: deitado paralelo ao comprimento, à largura, na diagonal... Não lembro se a cama era boa, mas também não tive muito tempo para usufruir dela.... A TV era de tela plana e considerando a distância da cama, o tamanho estava ótimo. E era NET, mas não lembro se pegava todos os canais (provavelmente não, já que TV a cabo em Manaus custa os olhos da cara). A internet.....vou ficar devendo. Não lembro nem se era Wifi ou cabo. Mas olhando no site do hotel vi que no quarto é a cabo e no hall é Wifi. Por estarem falando que no hall é liberado, imagino que no quarto é pago.

Não lembro o tamanho do banheiro, mas considerando que tive que tirar 2 fotos, imagino que seja pequeno. O que eu lembrei vendo as fotos é que o cofre do quarto fica lá. Achei extremamente bizarro. O chuveiro tinha bastante água e ela era naturalmente quente (Manaus, sabe como é). Lembro que tomei banho de madrugada e gostei.


O jantar do hotel é sensacional (pelo menos o que foi pago pela Trip): buffet livre com 3 tipos de peixe, carne e mais um monte de coisas (incluindo vários tipos de sobremesa). O café da manhã, bem, não posso falar sobre ele. Como vocês devem lembrar, me ligaram de madrugada falando que tinha um voo dali a duas horas e eu saí correndo do hotel para voltar para BH.
Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).
O Hotel fica em Adrianópolis, um dos bairros mais bacanas de Manaus, bem perto do Manauara Shopping. Ele parece ser um pouco antigo, mas estava em condições muito boas. Tá certo que colocaram a galera em uma ala que não devia ser usada há bastante tempo (as luzes do corredor estavam queimadas e/ou não acendiam), mas foi bom.
O quarto é espaçoso e a cama gigantesca. Dava para dormir de qualquer maneira: deitado paralelo ao comprimento, à largura, na diagonal... Não lembro se a cama era boa, mas também não tive muito tempo para usufruir dela.... A TV era de tela plana e considerando a distância da cama, o tamanho estava ótimo. E era NET, mas não lembro se pegava todos os canais (provavelmente não, já que TV a cabo em Manaus custa os olhos da cara). A internet.....vou ficar devendo. Não lembro nem se era Wifi ou cabo. Mas olhando no site do hotel vi que no quarto é a cabo e no hall é Wifi. Por estarem falando que no hall é liberado, imagino que no quarto é pago.

Não lembro o tamanho do banheiro, mas considerando que tive que tirar 2 fotos, imagino que seja pequeno. O que eu lembrei vendo as fotos é que o cofre do quarto fica lá. Achei extremamente bizarro. O chuveiro tinha bastante água e ela era naturalmente quente (Manaus, sabe como é). Lembro que tomei banho de madrugada e gostei.


O jantar do hotel é sensacional (pelo menos o que foi pago pela Trip): buffet livre com 3 tipos de peixe, carne e mais um monte de coisas (incluindo vários tipos de sobremesa). O café da manhã, bem, não posso falar sobre ele. Como vocês devem lembrar, me ligaram de madrugada falando que tinha um voo dali a duas horas e eu saí correndo do hotel para voltar para BH.
Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).
25 de abr. de 2013
Torcendo uma toalha no espaço
Dia desses aí pra trás o PG postou um link no twitter que eu achei sensacional. É um video mostrando o que acontece quando você torce uma toalha encharcada no espaço.
Pelo que entendi, os astronautas canadenses não precisam de toalhas e de água, então desperdiçaram algumas para fazer esta fantástica experiência. Mas sarcasmos à parte, o resultado é SENSACIONAL. Saquem só:
Pelo que eu vi, os caras gostam mesmo de mostrar o dia a dia na estação espacial, porque tem outros vídeos mostrando como dormir no espaço, como fazer um sanduiche de pasta de amendoim no espaço e como cozinhar espinafre no espaço, entre outras coisas.
Achei genial!
Pelo que entendi, os astronautas canadenses não precisam de toalhas e de água, então desperdiçaram algumas para fazer esta fantástica experiência. Mas sarcasmos à parte, o resultado é SENSACIONAL. Saquem só:
Pelo que eu vi, os caras gostam mesmo de mostrar o dia a dia na estação espacial, porque tem outros vídeos mostrando como dormir no espaço, como fazer um sanduiche de pasta de amendoim no espaço e como cozinhar espinafre no espaço, entre outras coisas.
Achei genial!
24 de abr. de 2013
Condor Suites (Mendoza, Argentina)
Quando eu estava procurando hotéis em Mendoza, queria algum que fosse próximo do parque da cidade, que parecia ser a melhor região da cidade. Só que por ser a melhor região da cidade os hotéis eram bastante caros. Até que depois de muita pesquisa encontrei o Condor Suites. O valor da diária era bem pagável (cento e cinquenta doletas) e ainda era um flat. E é hotel de verdade, com café da manhã e tudo mais.
A localização é realmente muito boa. Bem próximo do parque da cidade (que é gigantesco), perto de um supermercado e de muitos restaurantes. Tudo bem que Mendoza não tem muita coisa para ver, mas o hotel é perto de tudo (não precisei de taxi / ônibus em momento algum).
O quarto é espaçoso e tinha duas camas. Lembro que achei a cama grande, mas não lembro se era boa ou não. A TV é meio pequena, mas nada que impedisse ver TV. Tem até uma pseudo-mesa, mas que não cabia quase nada.


A sala / cozinha é grande, mas só porque é um único ambiente. Não lembro se tinha TV (acredito que não), mas lembro que o sofá era horroroso. Você senta nele e vai quase parar no chão.
A cozinha tinha uma chaleira e uma panela, além de 2 conjuntos de prato e talheres. Não tem forno, só aquelas 2 bocas de fogão que dá pra ver na foto, além de um microondas. Quebra um galho, mas não dá para fazer nada muito diferente de um macarrão. Só naõ entendi ainda porque diabos tinha tanto armário se estava tudo vazio.

O banheiro não era muito grande, mas tinha bide que ocupava um espaço considerável. O chuveiro era na verdade uma ducha que ficava presa no alto da parede do box. Não lembro se tinha muita água ou não e nem se era muito quente. Mas lembro que o box era aberto em um dos lados (não tinha porta) e molhava um pouco o chão do banheiro.

O café da manhã era bem completo, dava para fazer um café-almoço tranquilo. O Wifi pegava bem na sala, mas no quarto o sinal já não pegava bem. O valor da diária já era em pesos argentinos, então teve uma conversão a menos (pesos - dolar - real) e tudo já no cartão de crédito.
Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).
A localização é realmente muito boa. Bem próximo do parque da cidade (que é gigantesco), perto de um supermercado e de muitos restaurantes. Tudo bem que Mendoza não tem muita coisa para ver, mas o hotel é perto de tudo (não precisei de taxi / ônibus em momento algum).
O quarto é espaçoso e tinha duas camas. Lembro que achei a cama grande, mas não lembro se era boa ou não. A TV é meio pequena, mas nada que impedisse ver TV. Tem até uma pseudo-mesa, mas que não cabia quase nada.


A sala / cozinha é grande, mas só porque é um único ambiente. Não lembro se tinha TV (acredito que não), mas lembro que o sofá era horroroso. Você senta nele e vai quase parar no chão.
A cozinha tinha uma chaleira e uma panela, além de 2 conjuntos de prato e talheres. Não tem forno, só aquelas 2 bocas de fogão que dá pra ver na foto, além de um microondas. Quebra um galho, mas não dá para fazer nada muito diferente de um macarrão. Só naõ entendi ainda porque diabos tinha tanto armário se estava tudo vazio.

O banheiro não era muito grande, mas tinha bide que ocupava um espaço considerável. O chuveiro era na verdade uma ducha que ficava presa no alto da parede do box. Não lembro se tinha muita água ou não e nem se era muito quente. Mas lembro que o box era aberto em um dos lados (não tinha porta) e molhava um pouco o chão do banheiro.

O café da manhã era bem completo, dava para fazer um café-almoço tranquilo. O Wifi pegava bem na sala, mas no quarto o sinal já não pegava bem. O valor da diária já era em pesos argentinos, então teve uma conversão a menos (pesos - dolar - real) e tudo já no cartão de crédito.
Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).
23 de abr. de 2013
Passei no Exame de Sangue
Todo ano meu pai coloca um pedido de exame de sangue em cima da minha mesa, para ver como está a minha saúde. Eu sempre levo um ano para fazer o exame (normalmente quando estou de férias), mas eu faço. E semana passada eu tomei vergonha na cara, tirei pó do exame e fui ao laboratório.
A fila estava quilométrica (todo mundo sentado), mas foi mais ou menos rápido: em meia hora eu tinha colhido os 350 potes de sangue (meu pai pede tudo quanto é tipo de exame que vocês imaginarem). E o resultado sairia no final do dia seguinte (com a opção de ver o resultado pela internet).
Como eu só lembrei dos resultados à noite, entrei na internet e chamei o Véio para interpretar os exames (apesar de todos os números terem valores de referência). Começamos a olhar e estavam tão bons, mas tão bons, que o Véio chegou a falar que eu paguei propina para mudarem os números.
Sério, foi o melhor conjunto de resultados da história. Se fosse na faculdade, seria A em quase tudo. Só em 2 itens (colesterol HDL e o LDL) eu tirei B. E mesmo assim foi aquele quase A, pois os números estavam bem próximos do ótimo.
Cheguei até a fazer alguns gráficos dos resultados e fiquei satisfeito em ver os números. Em alguns, são os melhores desde que comecei a guardar os resultados dos exames.
Vamos agora trabalhar para que os dois Bs virem As. E manter os As, lógico.
A fila estava quilométrica (todo mundo sentado), mas foi mais ou menos rápido: em meia hora eu tinha colhido os 350 potes de sangue (meu pai pede tudo quanto é tipo de exame que vocês imaginarem). E o resultado sairia no final do dia seguinte (com a opção de ver o resultado pela internet).
Como eu só lembrei dos resultados à noite, entrei na internet e chamei o Véio para interpretar os exames (apesar de todos os números terem valores de referência). Começamos a olhar e estavam tão bons, mas tão bons, que o Véio chegou a falar que eu paguei propina para mudarem os números.
Sério, foi o melhor conjunto de resultados da história. Se fosse na faculdade, seria A em quase tudo. Só em 2 itens (colesterol HDL e o LDL) eu tirei B. E mesmo assim foi aquele quase A, pois os números estavam bem próximos do ótimo.
Cheguei até a fazer alguns gráficos dos resultados e fiquei satisfeito em ver os números. Em alguns, são os melhores desde que comecei a guardar os resultados dos exames.
Vamos agora trabalhar para que os dois Bs virem As. E manter os As, lógico.
22 de abr. de 2013
Providencia Suites Apartments (Santiago, Chile)
Quando estava procurando hotéis para a minha viagem para o Chile, estava assustado com os preços dos hotéis. Ou eram caros, ou eram um lixo (alguns, bem famosos entre brasileiros, estavam em videos de emissoras chilenas mostrando como são sujos). Até que eu achei o Providencia Suites Apartments (o site está com algum problema, pelo menos para mim). Não era tão caro (supostamente cento e poucas doletas por noite) e ainda era um flat, com sala e cozinha completa.
O apartamento é ótimo, bem espaçoso, bem localizado (no bairro Providência) e colado numa estação de metro (o metro de santiago cobre boa parte da cidade). Só que NÃO é um hotel. É um prédio de flats, genérico, e alguns dos apartamentos são do tal providencia suites. Ou seja: é um apartamento completo, mas não tem café da manhã, não tem room service, não tem frigobar (tem uma geladeira vazia). A sorte é que tem vários restaurantes e 2 supermercados nos arredores (perto mesmo). Mas eles arrumam o apartamento todo dia.
O quarto é normal, nada muito grande, nem muito pequeno. Tudo bem que ignoraram a minha solicitação por um quarto com 2 camas e eu tive que dormir de conchinha com meu pai, mas a cama era grande o suficiente para não incomodar. Nada que um travesseiro no meio da cama não resolvesse (a cama está desarrumada porque eu tinha verificado se não eram 2 camas unificadas).


A sala é espaçosa. Não era grande como em outros flats que já fiquei, mas era bacana. Tinha até outra TV, o que permitia meu par ver jornal em espanhol (e não entender nada) no quarto e eu assistir qualquer outra coisa na sala.

A cozinha é pequena, mas cabia tranquilamente uma pessoa para cozinhar. E quando eu falo em cozinha completa no início do post, eu não estou brincando: tinha de tudo. Torradeira, batedeira, microondas, forno com fogão, geladeira, freezer, panelas... Não teve nada que precisássemos que não tinha lá (tá certo que não fizemos nenhum coelho à moda do condado).

O banheiro é um pouco apertado e usava o conceito chuveiro/banheira. No primeiro banho que eu tomei não reparei que a cortina estava do lado de fora da banheira e ensopou o chão. Isso porque vinha muita água do chuveiro. Mas como vocês devem ter percebido, o aquecedor do chuveiro fica na cozinha (é a gás) e a água demora um pouco para esquentar. Não lembro dela ser muito quente. E lembro que queria mudar a configuração no aquecedor, mas tinha um aviso do tamanho do mundo para não alterar, então os banhos foram satisfatórios (sem sofrimento de passar frio).

O Wifi era sensacional. O roteador ficava na sala e pegava bem em qualquer lugar do apartamento. Ajudava que era um link por quarto (da telefônica), com uma velocidade boa. Não sofri nem um pouco.
O fato de não ter café da manhã e restaurante foi meio chato. Quando voltamos de Mendoza chegamos tarde e os supermercados estavam fechados. Não tinha onde comprar água (era um domingo). E ter que comprar café da manhã significa comida regrada. Não é aquela maravilha de olhar para a mesa repleta de quitutes e pensar "o que eu vou comer hoje?".
A única pegadinha foi na hora de pagar. Como eu reservei pelo decolar, a diária era em dolar. Aí, na hora de pagar, o hotel converteu para pesos chilenos com uma taxa de conversão horrorosa. Na hora de cobrar, o cartão de crédito converteu de pesos para dolar e de dolar para real. E em cada conversão dessas só piorava a brincadeira. Resultado: uma diária que era para ser 200 reais se convertido direto de dolar para real virou 250 (ok, posso estar exagerando um pouco, mas teve uma perda considerável). Ah, e como não tem recepção, você passa os dados do seu cartão pelo telefone para a "central" do hotel. Com código de segurança e tudo mais.
No geral, é uma boa pedida para quem for ficar em Santiago. Só combine o preço já em pesos, para não levar o ferro que eu levei.
Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).
O apartamento é ótimo, bem espaçoso, bem localizado (no bairro Providência) e colado numa estação de metro (o metro de santiago cobre boa parte da cidade). Só que NÃO é um hotel. É um prédio de flats, genérico, e alguns dos apartamentos são do tal providencia suites. Ou seja: é um apartamento completo, mas não tem café da manhã, não tem room service, não tem frigobar (tem uma geladeira vazia). A sorte é que tem vários restaurantes e 2 supermercados nos arredores (perto mesmo). Mas eles arrumam o apartamento todo dia.
O quarto é normal, nada muito grande, nem muito pequeno. Tudo bem que ignoraram a minha solicitação por um quarto com 2 camas e eu tive que dormir de conchinha com meu pai, mas a cama era grande o suficiente para não incomodar. Nada que um travesseiro no meio da cama não resolvesse (a cama está desarrumada porque eu tinha verificado se não eram 2 camas unificadas).


A sala é espaçosa. Não era grande como em outros flats que já fiquei, mas era bacana. Tinha até outra TV, o que permitia meu par ver jornal em espanhol (e não entender nada) no quarto e eu assistir qualquer outra coisa na sala.

A cozinha é pequena, mas cabia tranquilamente uma pessoa para cozinhar. E quando eu falo em cozinha completa no início do post, eu não estou brincando: tinha de tudo. Torradeira, batedeira, microondas, forno com fogão, geladeira, freezer, panelas... Não teve nada que precisássemos que não tinha lá (tá certo que não fizemos nenhum coelho à moda do condado).

O banheiro é um pouco apertado e usava o conceito chuveiro/banheira. No primeiro banho que eu tomei não reparei que a cortina estava do lado de fora da banheira e ensopou o chão. Isso porque vinha muita água do chuveiro. Mas como vocês devem ter percebido, o aquecedor do chuveiro fica na cozinha (é a gás) e a água demora um pouco para esquentar. Não lembro dela ser muito quente. E lembro que queria mudar a configuração no aquecedor, mas tinha um aviso do tamanho do mundo para não alterar, então os banhos foram satisfatórios (sem sofrimento de passar frio).

O Wifi era sensacional. O roteador ficava na sala e pegava bem em qualquer lugar do apartamento. Ajudava que era um link por quarto (da telefônica), com uma velocidade boa. Não sofri nem um pouco.
O fato de não ter café da manhã e restaurante foi meio chato. Quando voltamos de Mendoza chegamos tarde e os supermercados estavam fechados. Não tinha onde comprar água (era um domingo). E ter que comprar café da manhã significa comida regrada. Não é aquela maravilha de olhar para a mesa repleta de quitutes e pensar "o que eu vou comer hoje?".
A única pegadinha foi na hora de pagar. Como eu reservei pelo decolar, a diária era em dolar. Aí, na hora de pagar, o hotel converteu para pesos chilenos com uma taxa de conversão horrorosa. Na hora de cobrar, o cartão de crédito converteu de pesos para dolar e de dolar para real. E em cada conversão dessas só piorava a brincadeira. Resultado: uma diária que era para ser 200 reais se convertido direto de dolar para real virou 250 (ok, posso estar exagerando um pouco, mas teve uma perda considerável). Ah, e como não tem recepção, você passa os dados do seu cartão pelo telefone para a "central" do hotel. Com código de segurança e tudo mais.
No geral, é uma boa pedida para quem for ficar em Santiago. Só combine o preço já em pesos, para não levar o ferro que eu levei.
Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).
20 de abr. de 2013
7 anos de reclamações
Sim, sim, queridos leitores e leitoras, hoje é aniversário desse blog horroroso. SEEEEEEEEEEEEETE anos de reclamações. Como o Primo falou no segundo aniversário, quando assustei, o blog já tinha 7 anos. Juro que refiz as contas, para ver se não tinha errado algum ano desses aí pra trás.
É o projeto mais longevo da minha vida. Tá certo que os últimos dois ou três anos quase não teve post, mas assim é a vida. Estou me esforçando e sempre que consigo escrevo um monte de post de uma vez e vou espalhando durante a semana. Chego até a anotar coisas para escrever aqui, mas nem sempre lembro de ANOTAR.... Imagina de lembrar de postar.
E como eu disse um tempo atrás, tem muita coisa que eu queria contar, mas que não posso, por questões éticas ou sigilosas. Tem até coisa boa, vejam vocês.
Para manter a tradição, dei um contadorDeAnos++ no título do blog (momento do "aaaaaaaaaahhhhh! Então é isso!!!! Que tosco..."). Apesar de que acho que todo mundo já sabe o que é aquele número lá, mas vai que tem um leitor novo.
E vamo que vamo, rumo aos 10 anos.
É o projeto mais longevo da minha vida. Tá certo que os últimos dois ou três anos quase não teve post, mas assim é a vida. Estou me esforçando e sempre que consigo escrevo um monte de post de uma vez e vou espalhando durante a semana. Chego até a anotar coisas para escrever aqui, mas nem sempre lembro de ANOTAR.... Imagina de lembrar de postar.
E como eu disse um tempo atrás, tem muita coisa que eu queria contar, mas que não posso, por questões éticas ou sigilosas. Tem até coisa boa, vejam vocês.
Para manter a tradição, dei um contadorDeAnos++ no título do blog (momento do "aaaaaaaaaahhhhh! Então é isso!!!! Que tosco..."). Apesar de que acho que todo mundo já sabe o que é aquele número lá, mas vai que tem um leitor novo.
E vamo que vamo, rumo aos 10 anos.
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