Interrompemos a série de posts retroativos para contar uma coisa que aconteceu nesta semana, mais especificamente na segunda-feira. Liga o efeito de "frashback"...
Em meados de dezembro o gerente reserva do escritório me ligou e perguntou quanto tempo eu tinha de formado e quanto tempo eu tinha trabalhado com consultoria. Falei e ele falou "tá bom. brigado" e desligou. Uns 10 minutos depois recebi um email do RH pedindo para que eu atualizasse meu currículo urgente. Sendo que eu tinha recebido um desse menos de um mês antes. Na hora saquei e twitei: estavam vendendo a minha alma para alguém.
Segunda, voltando de feriadão, começo de ano novo o tal gerente me liga novamente e pede pra eu descer que ele queria conversar comigo. Como estou fazendo um trabalho para ele, achei que fosse sobre isso e nem lembrei dos fatos de dezembro. E lá fui eu pro andar dele.
Cheguei e ele me chamou pra entrar na sala de reunião. Se te chamam para a sala de reunião, podem ser duas coisas: promoção ou notícia ruim (ruim pra você, lógico). Se fosse promoção ele estaria com um envelope branco na mão. Como não era o caso, lá vinha uma bomba.
E o cara não fez meia hora: já mandou um direto de direita: "é o seguinte, nós fechamos um projeto no Rio de um ano e estamos querendo te mandar pra lá. Seu currículo foi o único aceito para a função e preciso que você decida se vai ou não". Ainda meio zonzo com a porrada, perguntei quando poderia dar a resposta. "Amanhã até a hora do almoço", ele respondeu.
Aí ele falou que a casa e a faxineira seriam por conta da empresa e que dariam uma ajuda de custos para telefone, comida, lavanderia e passagens aéreas que daria para voltar quinzenalmente. Essa última parte despertou meu alarme "pegadinha do malandro". Aí tive que perguntar "como assim?". E ele explicou: dariam x ronaldos que normalmente dá para voltar quinzenalmente, incluindo passagens e deslocamento casa -> aeroporto (que, em BH, pode sair mais caro que a passagem). Só que não falou nenhum valor de nada.
Aí eu vi que ia dar merda. O "normalmente dá para voltar quinzenalmente" devia ser um valor médio da passagem. Mas em épocas como férias, carnaval, feriadão, etc é LÓGICO que teria que tirar grana do meu bolso para voltar pra casa.
Ele falou ara eu ligar para o gerente do projeto no Rio, para ver qual seria o trabalho, e pensar para avisar se eu animava ou não. Saí da sala e fui direto no meu gerente. Conversei, expliquei a situação e falei que não concordada com essa história de receber a notícia em um dia e dar a resposta no outro, sem saber as condições reais. Fora que quando eu fui contratado o que me falaram é que até 1000 km sempre era quarto individual e retorno semanal e que não tinha gostado da proposta, principalmente por não ser retorno fixo e sim "se vira nos 30".
Depois de chorar mais um pouco ele falou que primeiro eu deveria ligar para o gerente do rio para ver o que era o trabalho, que eu poderia achar muito do caralho e pedir pra nem voltar. E que depois que eu conversasse com o gerente voltasse a falar com ele.
Liguei para o cara e, putaquepariu, era um mega cornojob. Mega-ultra-power cornojob. Eu sairia passaria de fazer trabalho de gerente de projetos para passar a fazer trabalho de estagiário com 2 neurônios. Sério. Mas o cara falou que era um projeto estratégico do cliente e que por conta disso ele pediu gente experiente, que só o fato de terem aceitado o meu currículo já era pra eu ficar feliz e blábláblá.
Como já era pra lá de 7 horas, voltei pra casa, para matutar. A situação era basicamente a seguinte: eu iria para um lugar que não gosto (Rio), fazer um trabalho que não gosto (o cornojob), num esquema de logística que eu não gosto (dividir AP e volta quinzenal), postergando a minha possível promoção deste ano, jogando fora o reconhecimento que consegui a duras penas em 2009 para, talvez, conseguir voltar para BH em 2011 e, talvez, ser promovido em 2012.
Alguém com mais de 2 neurônios (logo o cara que faz o trabalho que eu faria não serve) pensaria "e você ainda foi pensar?". É, eu sei. não deveria ter perdido nem 5 minutos pensando. Só que minha empresa costuma colocar um asterisco no nome de quem não aceita viajar, por ser inflexível e não ter o espírito da empresa. Isso que me fez pensar.
Depois de muito pensar, conversar com meu pai, conversar com Xuxu, rolar na cama até meia noite, consegui dormir (mas sem chegar a uma solução). 4:30 acordei e fiquei até as 6:30 rolando na cama e pensando o que fazer. Nesse meio tempo já tinha feito milhões de contas e estava decidido: iria para o Rio se:
- Ganhasse um aumento considerável
- Tivesse retorno semanal fixo
- Não dividisse quarto
E eu tinha bons argumentos para conseguir barganhar isso. O primeiro era a entrevista para entrar na empresa. O segundo (e que foi o que matou meu chefe) é que eu estava me matando pela empresa nesse projeto atual e que não tinha recebido nada em troca. Além disso, eu abriria mão de muita coisa para ir para o Rio e que a empresa tinha que abrir mão de algumas coisas também.
Ele falou que ia conversar com o gerente do escritório, porque achou que iam me desperdiçar mandando pra lá e que se tinham me prometido essas coisas na contratação teriam que honrar. E foi lá. Nem me deu a chance de negociar diretamente com o cara (já tinha todos os números na cabeça).
Enquanto isso fui para outra reunião, de trabalho. Fiquei lá até 1 da tarde e quando voltei para a minha mesa para pegar a carteira para almoçar cruzei com o meu chefe e ele falou que "estamos vendo a sua situação". E fui almoçar. Pouco depois ele me liga e fala "só pra você almoçar tranquilo, conversei com o pessoal aqui e você não vai mais. Já te tirei da pegadinha".
Fiquei preocupadíssimo, porque não sabia o que ele tinha falado com o Gerente do escritório e que pudessem ter colocado o asterisco no meu nome. Logo que voltei do almoço fui conversar com ele, mas ele não estava lá. Por conta desse pepino, fui conversar com outro gerente, que é o meu mentor.
O cara foi fantástico. Falou que eu fiz mais que certo, que eu estaria jogando fora a minha carreira indo pra lá. E que se foi dito uma coisa na entrevista, tinham que manter a palavra. Mas que ele não sabia o que havia sido discutido e que não sabia qual era o dano que aquilo teria gerado. Que ia sondar e que me dava o retorno. Ontem, no fim do dia, ele falou que segunda a gente conversava.
Não sei o que deu, mas pela conversa que tive com o meu chefe ontem, parece que não só não deu problema nenhum como o fato de eu ter falado que tá na hora da empresa começar a me recompensar abriu o olho do pessoal do alto escalão. Acho que em breve sai um aumento e/ou a tão sonhada promoção.
9 de jan. de 2010
7 de jan. de 2010
Criadouro de mosquitos
O apartamento do Véio é no último andar do prédio onde moramos. Não, não é cobertura, infelizmente. Mas como prédio é baixo e tem um árvore gigante em frente, quando chega essa época de fim de ano e chuva meu quarto fica infestado de mosquitos. Mato mais ou menos uns 20 por noite (graças a isso aqui), sendo que ainda sobram uns 10 para não me deixar dormir. E não tem raid que deixe meu sono tranquilo, os insetos já estão imunes ao veneno.
A culpa é da maldita árvore, que joga 200 quilos de folha no telhado e estas folhas entopem as saídas de água do telhado. Vira, basicamente, um piscinão de ramos para os mosquitos fazerem um churrrasco, fornicarem e procriarem. E como não pára de chover em BH de dezembro a março, não tem como subir no telhado para limpar.
Semana passada, já de saco cheio de ter que enfrentar os malditos, o Véio resolveu fazer uma gambiarra e limpar os ralos sem ter que subir no telhado. Colocou a escada na varanda de casa, catou uma mangueira velha e ficou cutucando o ralo até desentupir e jorrar água. E a palavra é esta mesmo: jorrar. Dá uma olhada nas fotos:


Ficou assim durante uns 5 minutos. Sem brincadeira. Devia realmente estar uma piscina no telhado.
Não sei se melhorou a quantidade de mosquitos, porque ainda não voltei em casa depois que ele fez isso... Não adiantou porra nenhuma. Continua infestado de mosquitos. Mas ele deu uma idéia muito boa de onde colocar o raid e tenho conseguido dormir sem ser carregado pelos mosquitos.
A culpa é da maldita árvore, que joga 200 quilos de folha no telhado e estas folhas entopem as saídas de água do telhado. Vira, basicamente, um piscinão de ramos para os mosquitos fazerem um churrrasco, fornicarem e procriarem. E como não pára de chover em BH de dezembro a março, não tem como subir no telhado para limpar.
Semana passada, já de saco cheio de ter que enfrentar os malditos, o Véio resolveu fazer uma gambiarra e limpar os ralos sem ter que subir no telhado. Colocou a escada na varanda de casa, catou uma mangueira velha e ficou cutucando o ralo até desentupir e jorrar água. E a palavra é esta mesmo: jorrar. Dá uma olhada nas fotos:


Ficou assim durante uns 5 minutos. Sem brincadeira. Devia realmente estar uma piscina no telhado.
6 de jan. de 2010
Morreu
Em meados de 2004 (se não foi antes), juntei um bocado de dinheiro e resolvi comprar um notebook. Resolvi que faria um investimento de peso, comprando coisa realmente boa. Aproveitei que a irmã de uma amiga estava vindo da gringolândia e perguntei quanto que ela queria pra trazer um notebook pra mim. O preço foi bem salgado: R$ 4.500,00. Se hoje é um dinheirão, imagina na época...
O computador era um toshiba top de linha: Pentium 4 2.8GHz Hyper Threading, 512 Mb de RAM, 40Gb de HD, placa de video ATI 64Mb. Um canhão, pra época (de verdade!). E como era a moda da época, era gigantesco: tela de 15" e resolução incrível de 1024x768 pixels. Ele era MUITO grande e devia pesar uns 4 a 5 Kg. Olha as fotos dele comparadas com um notebook atual.
O bichão me serviu por anos até que, em um ato de solidariedade, troquei-o com a minha mãe, que me deu uma coisa dinossáurica. Na época eu estava com um notebook da empresa de consultoria e viajando, então o azulão estava encostado.
Foi a pior coisa que eu poderia ter feito. A Véia não tem cuidado NENHUM com coisas dos outros e conseguiu QUEIMAR o notebok com cigarro. DUAS VEZES. E, mês passado, conseguiu estragar o bicho de vez. Foi-se o HD e o Cooler. E não tem lugar nesse mundo que tenha peças de reposição.
Infelizmente terei que aposentar o bicho. Tentei reaviva-lo, mas não teve jeito mesmo. Ele começa a ligar e depois morre. Aí fica em dando boot em loop infinito, até que você desista e desligue.
Fique em paz, azulão. Você foi muito útil enquanto viveu.
O computador era um toshiba top de linha: Pentium 4 2.8GHz Hyper Threading, 512 Mb de RAM, 40Gb de HD, placa de video ATI 64Mb. Um canhão, pra época (de verdade!). E como era a moda da época, era gigantesco: tela de 15" e resolução incrível de 1024x768 pixels. Ele era MUITO grande e devia pesar uns 4 a 5 Kg. Olha as fotos dele comparadas com um notebook atual.
O bichão me serviu por anos até que, em um ato de solidariedade, troquei-o com a minha mãe, que me deu uma coisa dinossáurica. Na época eu estava com um notebook da empresa de consultoria e viajando, então o azulão estava encostado.
Foi a pior coisa que eu poderia ter feito. A Véia não tem cuidado NENHUM com coisas dos outros e conseguiu QUEIMAR o notebok com cigarro. DUAS VEZES. E, mês passado, conseguiu estragar o bicho de vez. Foi-se o HD e o Cooler. E não tem lugar nesse mundo que tenha peças de reposição.
Infelizmente terei que aposentar o bicho. Tentei reaviva-lo, mas não teve jeito mesmo. Ele começa a ligar e depois morre. Aí fica em dando boot em loop infinito, até que você desista e desligue.
Fique em paz, azulão. Você foi muito útil enquanto viveu.
5 de jan. de 2010
Cartãodecreditado
Como eu comentei ontem por aqui, em fevereiro eu finalmente faço uma viagem de férias, coisa que não acontecia desde janeiro de 1999. Por ser uma viagem internacional, percebi que precisaria de um cartão de crédito. E que este, obviamente, deveria ser internacional.
Dei uma olhada em anuidades, taxas de juros, aceitação e blábláblá e o que me daria um valor razoável de limite, dado o meu salário vale-coxinha. O escolhido foi o American Express Gold (eu queria o platinum, mas meu salário não permitiu).
Eu sei que AMEX é uma porcaria, que não é aceito em muitos lugares, que as taxas de juros são altíssimas e blábláblá, mas pô, é de graça! E como a minha intenção é usar na Argentina e o Hotel aceita e os demais pontos onde for também devem aceitar, porque é lugar de gringo, é a escolha ideal. Depois disso, posso usar para colocar gasolina no carro (meu maior gasto mensal), porque o posto onde abasteço aceita. E como já é um gasto que eu faço normalmente, vou pagar em dia e não vou ter que pagar juros e multas.
O que me deixou mais impressionado foi a velocidade do sistema deles: pedi numa terça, mandei a documentação por email no mesmo dia, quinta já tinha sido aprovado e segunda da semana seguinte chegou o cartão aqui em casa. Olha que belezura (tirando a parte tosca que editei o nome e o número):

Agora é tomar cuidado para não virar esses dependentes de cartão (o que eu acho muito porco provável).
Dei uma olhada em anuidades, taxas de juros, aceitação e blábláblá e o que me daria um valor razoável de limite, dado o meu salário vale-coxinha. O escolhido foi o American Express Gold (eu queria o platinum, mas meu salário não permitiu).
Eu sei que AMEX é uma porcaria, que não é aceito em muitos lugares, que as taxas de juros são altíssimas e blábláblá, mas pô, é de graça! E como a minha intenção é usar na Argentina e o Hotel aceita e os demais pontos onde for também devem aceitar, porque é lugar de gringo, é a escolha ideal. Depois disso, posso usar para colocar gasolina no carro (meu maior gasto mensal), porque o posto onde abasteço aceita. E como já é um gasto que eu faço normalmente, vou pagar em dia e não vou ter que pagar juros e multas.
O que me deixou mais impressionado foi a velocidade do sistema deles: pedi numa terça, mandei a documentação por email no mesmo dia, quinta já tinha sido aprovado e segunda da semana seguinte chegou o cartão aqui em casa. Olha que belezura (tirando a parte tosca que editei o nome e o número):
Agora é tomar cuidado para não virar esses dependentes de cartão (o que eu acho muito porco provável).
2 Anos
Em novembro de 2007 eu conheci uma pessoa fantástica no blogcamp. O tempo foi passando, a gente foi se conhecendo melhor e há 2 anos acabamos saindo. Desde então minha vida tem sido muito melhor (a dela eu já não garanto, porque sou muito chato).
Foram Bem-Vindos, 2ª Casas, Amar é... e vários Ê Murphy com Xuxu. mas todos eles valeram muito a pena.
Xuxu, muito obrigado por estes ótimos 731 dias juntos.
Foram Bem-Vindos, 2ª Casas, Amar é... e vários Ê Murphy com Xuxu. mas todos eles valeram muito a pena.
Xuxu, muito obrigado por estes ótimos 731 dias juntos.
4 de jan. de 2010
Viagem de férias
A última vez que fiz uma viagem de férias foi em janeiro de 1999. Sim, você leu certo. E entre esta última viagem e hoje, eu tive apenas 20 dias de férias, em janeiro de 2008. Sim, você leu certo. E mesmo assim, estas férias foram forçadas, tiradas de uma hora pra outra e não deu tempo de planejar nada.
Este ano resolvi que faria diferente. Marquei minhas férias com mais de 3 meses de antecedência, pra não correr riscos. Como finalmente tinha minhas 20 mil milhas da TAM, poderia viajar de grátis para qualquer lugar da américa latina.
Como Xuxu não tinha milhas, não daria pra fazer muitas estripulias (ou seja, nada de Machu Picchu) e também não era uma boa comprar pacotes, porque as milhas não valem quase nada. A solução foi: argentina. Vamos para Buenos Aires e marcamos o hotel por nossa conta.
Ainda não definimos o roteiro, mas já vimos alguns passeios a cidades próximas que valem a pena. Ainda estou tentando convencer Xuxu a ir a Montevidéu de busão, mas não achamos nada barato.
E aí, queridos leitores que conhecem Buenos Aires, qual é a boa por lá? Sugestões, recomendações e palpites são MUITO bem vindos.
Este ano resolvi que faria diferente. Marquei minhas férias com mais de 3 meses de antecedência, pra não correr riscos. Como finalmente tinha minhas 20 mil milhas da TAM, poderia viajar de grátis para qualquer lugar da américa latina.
Como Xuxu não tinha milhas, não daria pra fazer muitas estripulias (ou seja, nada de Machu Picchu) e também não era uma boa comprar pacotes, porque as milhas não valem quase nada. A solução foi: argentina. Vamos para Buenos Aires e marcamos o hotel por nossa conta.
Ainda não definimos o roteiro, mas já vimos alguns passeios a cidades próximas que valem a pena. Ainda estou tentando convencer Xuxu a ir a Montevidéu de busão, mas não achamos nada barato.
E aí, queridos leitores que conhecem Buenos Aires, qual é a boa por lá? Sugestões, recomendações e palpites são MUITO bem vindos.
3 de jan. de 2010
Combinado não é caro
Eu sei que eu tô devendo um monte de posts. Muita coisa eu escrevi hoje e agendei para a semana que vem. Mas pensei bem e, como do dia 25 de janeiro até depois do carnaval estarei de férias ( \o/ ), com uma viagem já marcada do dia 5 ao dia 11 ( \o/² ), resolvi jogar os posts que são atemporais - bem vindos (4!), esparroman recomenda e 2ª Casa - para esta semana.
Os demais, vou postado durante esta semana para, semana que vem, começar só com assunto "novo". É bom para mim, que posso ir escrevendo aos poucos (e gastar tempo escrevendo o artigo final da pós) e para vocês, que não ficam sem o que ler enquanto eu estiver viajando.
Se não gostarem, bem, problema de vocês. Eu preciso terminar de escrever o maldito artigo até dia 12 e esses posts de fotos tomam muito tempo...
Os demais, vou postado durante esta semana para, semana que vem, começar só com assunto "novo". É bom para mim, que posso ir escrevendo aos poucos (e gastar tempo escrevendo o artigo final da pós) e para vocês, que não ficam sem o que ler enquanto eu estiver viajando.
Se não gostarem, bem, problema de vocês. Eu preciso terminar de escrever o maldito artigo até dia 12 e esses posts de fotos tomam muito tempo...
2 de jan. de 2010
E para 2010 eu prometo...
Ano passado não fiz resoluções de ano novo. Coloquei duas metas e uma visão. A meta financeira foi batida, mesmo com a pós (e graças ao bônus). A meta de peso... bem, não rolou. Nem um pouco.
Pra esse ano, coloquei uma nova meta financeira e uma nova meta banhística, ambas mais realistas (para o primeiro caso, considerando variações durante o ano, pois janeiro tem IPVA, CREA, IPTU e demais impostos, fevereiro tem férias, e por aí vai).
Além destas, coloquei a meta de virar PMP até Junho.
A visão é a mesma do ano passado: passar a morar na minha casa própria.
E vocês? Já definiram as metas e resoluções de 2010?
Pra esse ano, coloquei uma nova meta financeira e uma nova meta banhística, ambas mais realistas (para o primeiro caso, considerando variações durante o ano, pois janeiro tem IPVA, CREA, IPTU e demais impostos, fevereiro tem férias, e por aí vai).
Além destas, coloquei a meta de virar PMP até Junho.
A visão é a mesma do ano passado: passar a morar na minha casa própria.
E vocês? Já definiram as metas e resoluções de 2010?
31 de dez. de 2009
Feliz 2010
Esse ano não apareço mais por aqui. Feliz ano novo para vocês, queridos leitores. Muita paz, saúde, felicidade e dinheiro.
Tentarei postar mais (esse ano deixei a desejar e muita coisa acabou ficando pra trás). Até o ano que vem!
Tentarei postar mais (esse ano deixei a desejar e muita coisa acabou ficando pra trás). Até o ano que vem!
Retrospectiva 2009
Fim de ano não é fim de ano se não tiver uma retrospectiva. Então vamos lá que o post é grande, apesar de eu ter blogado pouco este ano...
Janeiro
O ano começou com uma mega cagada. Ganhei uma tonelada de trabalho (mesmo sem OS) e fiz outra cagada na despedida do projeto. Começou o projeto novo (com direito a outra cagada e muita hora extra) e tive a minha reunião de feedback. Minha saga com transportes teve mais um capítulo, Vi o centrão de BH do alto e mudei mais uma vez de lugar na empresa.
Completou um ano que Xuxu me aguenta (tá quase no segundo ano!), ganhei uma camisa que é a minha cara e, só pra não perder o costume, tive problemas com a TIM.
Fevereiro
Fevereiro foi um mês parado aqui no blog. Devia estar trabalhando muito. Mas teve coisa interessante... Paguei uma promessa e fui a Inhotim com Xuxu, fui para o Rio pela primeira vez pela empresa (com Murphy ao meu lado), minha briga com a TIM continuou (e eu achei que iria acabar. pfff). Presenciei uma das cenas mais bizarras da minha vida e reclamei da TI da minha empresa.
Março
O Mês começou bem, com o Barbeiro me cantando. Meu contrato de fidelidade com a TIM acabou, mas como eu ainda tinha coisa pra receber, continuei sofrendo. Mudei de lugar mais uma vez, e passei a odiar mais ainda o Banco Real. A Joselita entrou no projeto e passei a odiá-la (assim como a lei brasileira).
O Véio comprou uma TV nova, Xuxu formou (e eu desrecomendei o cerimonial), ganhei um suporte para Notebook na empresa e consegui fazer o meu Gmail ficar completo.
Abril
Abril é o mês de aniversário do Blog. Briguei com a TIM (pra variar), briguei com o mecânico, quase lavei prato num restaurante, desentupi meu ouvido e fui num show do Otto, cheio de gente estranha.
Maio
Eu quase morri em Maio. Sorte que pensei rápido. Vi a REGAP pegar fogo, tomei pau no exame de sangue e tive meu dia de engenheiro do ano. Conheci o museu de história Natural da PUC, ralei para caralho no trabalho (até Salvador eu conheci), passei calor pra caralho no trabalho e para aguentar isso tudo a gente começou a jogar o limão.
Junho
Em junho Xuxu me deu um presente que eu sempre quis. Flagramos um motorista de ônibus falando no celular, enquanto dirigia, o layout do blog mudou um pouco, fui a um jogo do galo (sou um pecador!), me matriculei numa pós graduação e Xuxu passou no mestrado.
Julho
julho foi o mês que eu menos postei no blog. Devia estar estudando muito. Lembrei de dois jogos da minha época de estudante. Fiquei abismado com a cara de pau da TIM, fui a um nutricionista (que não segui durante muito tempo), começou a pós, conheci a confeitaria colombo e pousei no Santos Dumont pela primeira vez (coisa que aconteceu muito depois disso).
Em um único post conte que fui ao paintball e tomei um tiro no saco, fiz o pouso mais sensacional da história no Santos Dumont, fiquei no melhor hotel da história, troquei de carro (e briguei com a concessionária) e juntei 20 mil pontos na TAM. Apesar dos posts em Agosto, isso tudo foi em julho.
Agosto
Em agosto eu testei o Google Wave, tive problemas com a TAM, conheci Vitória (ES) e mais uma espécie foi extinta, briguei com a TIM (pra não perder o costume).
Setembro
Em setembro eu comecei a ter problemas com o meu grupo da pós-graduação, fiz um ano de empresa, vi um cara muito ridiculo, viajei de WebJet pela primeira vez e vi vários navios de guerra no Rio. Minha empresa fez 20 anos e eu vi um anuncio de venda bizarro.
Outubro
Conheci o Museu Abilio Barreto, tive um dia com Murphy ao meu lado, vi um incêndio no Rio, ganhei uma conta do Google Wave, passei um cagaço num WebVôo, fui ao FITO e descobri que tenho o jeito.
Novembro
Reclamei muito do grupo da pós, vi que murphy me ama mesmo quando consigo dar sorte, MARQUEI AS MINHAS FÉRIAS (tá no post do link anterior), fiquei doidão com um allegra vencido (um dos melhores posts do ano), meu dinheiro caiu no limbo (mas depois reapareceu), ganhei diversas coisas num mesmo dia, o Véio trocou o computador, Xuxu ficou mais velha e eu reclamei da praga de chefe.
Num único post contei que a TIM havia depositado meu dinheiro incompleto, que já vrei mano dos caras da ANATEL, que ganhei bônus na empresa, que trabalhei até meia noite e que comecei a anotar a temperatura de onde eu trabalho.
Falei que fui a Cocais (ainda estou devendo o post de Bem Vindo) e que os caras da consultoria esportiva só fizeram cagada. Além disso, no aniversário de Xuxu conheci uma banda muito boa.
Dezembro
Em dezembro o Shopping perto da minha casa não inaugurou (para a minha alegria), matei a curiosidade sobre o que tem na esquina da Tomé de Souza com Cristóvão Colombo, fiquei mais velho (e passei raiva na comemoração), vi uma forma de arte genial e, principalmente, trabalhei para caralho.
Fiquei devendo diversos posts, mas que vou deixar aqui como promessa: Bem Vindo a Cocais, Esparroman Recomenda: Cachoeira da Pedra Pintada, Hotel Florida no Rio, As injustiças do mundo corporativo, Bem Vindo a Petropolis, Bem Vindo a Teresópolis, Forte de Copacabana, Cartãodecretitado, a Viagem de Férias, e a morte do meu notebook. Tudo isso aí aconteceu esse mês e naõ deu tempo de contar por aqui.
Janeiro
O ano começou com uma mega cagada. Ganhei uma tonelada de trabalho (mesmo sem OS) e fiz outra cagada na despedida do projeto. Começou o projeto novo (com direito a outra cagada e muita hora extra) e tive a minha reunião de feedback. Minha saga com transportes teve mais um capítulo, Vi o centrão de BH do alto e mudei mais uma vez de lugar na empresa.
Completou um ano que Xuxu me aguenta (tá quase no segundo ano!), ganhei uma camisa que é a minha cara e, só pra não perder o costume, tive problemas com a TIM.
Fevereiro
Fevereiro foi um mês parado aqui no blog. Devia estar trabalhando muito. Mas teve coisa interessante... Paguei uma promessa e fui a Inhotim com Xuxu, fui para o Rio pela primeira vez pela empresa (com Murphy ao meu lado), minha briga com a TIM continuou (e eu achei que iria acabar. pfff). Presenciei uma das cenas mais bizarras da minha vida e reclamei da TI da minha empresa.
Março
O Mês começou bem, com o Barbeiro me cantando. Meu contrato de fidelidade com a TIM acabou, mas como eu ainda tinha coisa pra receber, continuei sofrendo. Mudei de lugar mais uma vez, e passei a odiar mais ainda o Banco Real. A Joselita entrou no projeto e passei a odiá-la (assim como a lei brasileira).
O Véio comprou uma TV nova, Xuxu formou (e eu desrecomendei o cerimonial), ganhei um suporte para Notebook na empresa e consegui fazer o meu Gmail ficar completo.
Abril
Abril é o mês de aniversário do Blog. Briguei com a TIM (pra variar), briguei com o mecânico, quase lavei prato num restaurante, desentupi meu ouvido e fui num show do Otto, cheio de gente estranha.
Maio
Eu quase morri em Maio. Sorte que pensei rápido. Vi a REGAP pegar fogo, tomei pau no exame de sangue e tive meu dia de engenheiro do ano. Conheci o museu de história Natural da PUC, ralei para caralho no trabalho (até Salvador eu conheci), passei calor pra caralho no trabalho e para aguentar isso tudo a gente começou a jogar o limão.
Junho
Em junho Xuxu me deu um presente que eu sempre quis. Flagramos um motorista de ônibus falando no celular, enquanto dirigia, o layout do blog mudou um pouco, fui a um jogo do galo (sou um pecador!), me matriculei numa pós graduação e Xuxu passou no mestrado.
Julho
julho foi o mês que eu menos postei no blog. Devia estar estudando muito. Lembrei de dois jogos da minha época de estudante. Fiquei abismado com a cara de pau da TIM, fui a um nutricionista (que não segui durante muito tempo), começou a pós, conheci a confeitaria colombo e pousei no Santos Dumont pela primeira vez (coisa que aconteceu muito depois disso).
Em um único post conte que fui ao paintball e tomei um tiro no saco, fiz o pouso mais sensacional da história no Santos Dumont, fiquei no melhor hotel da história, troquei de carro (e briguei com a concessionária) e juntei 20 mil pontos na TAM. Apesar dos posts em Agosto, isso tudo foi em julho.
Agosto
Em agosto eu testei o Google Wave, tive problemas com a TAM, conheci Vitória (ES) e mais uma espécie foi extinta, briguei com a TIM (pra não perder o costume).
Setembro
Em setembro eu comecei a ter problemas com o meu grupo da pós-graduação, fiz um ano de empresa, vi um cara muito ridiculo, viajei de WebJet pela primeira vez e vi vários navios de guerra no Rio. Minha empresa fez 20 anos e eu vi um anuncio de venda bizarro.
Outubro
Conheci o Museu Abilio Barreto, tive um dia com Murphy ao meu lado, vi um incêndio no Rio, ganhei uma conta do Google Wave, passei um cagaço num WebVôo, fui ao FITO e descobri que tenho o jeito.
Novembro
Reclamei muito do grupo da pós, vi que murphy me ama mesmo quando consigo dar sorte, MARQUEI AS MINHAS FÉRIAS (tá no post do link anterior), fiquei doidão com um allegra vencido (um dos melhores posts do ano), meu dinheiro caiu no limbo (mas depois reapareceu), ganhei diversas coisas num mesmo dia, o Véio trocou o computador, Xuxu ficou mais velha e eu reclamei da praga de chefe.
Num único post contei que a TIM havia depositado meu dinheiro incompleto, que já vrei mano dos caras da ANATEL, que ganhei bônus na empresa, que trabalhei até meia noite e que comecei a anotar a temperatura de onde eu trabalho.
Falei que fui a Cocais (ainda estou devendo o post de Bem Vindo) e que os caras da consultoria esportiva só fizeram cagada. Além disso, no aniversário de Xuxu conheci uma banda muito boa.
Dezembro
Em dezembro o Shopping perto da minha casa não inaugurou (para a minha alegria), matei a curiosidade sobre o que tem na esquina da Tomé de Souza com Cristóvão Colombo, fiquei mais velho (e passei raiva na comemoração), vi uma forma de arte genial e, principalmente, trabalhei para caralho.
Fiquei devendo diversos posts, mas que vou deixar aqui como promessa: Bem Vindo a Cocais, Esparroman Recomenda: Cachoeira da Pedra Pintada, Hotel Florida no Rio, As injustiças do mundo corporativo, Bem Vindo a Petropolis, Bem Vindo a Teresópolis, Forte de Copacabana, Cartãodecretitado, a Viagem de Férias, e a morte do meu notebook. Tudo isso aí aconteceu esse mês e naõ deu tempo de contar por aqui.
29 de dez. de 2009
Solução Alternativa
Fui num casamento uns dias aí pra trás (meus ternos ainda servem em mim!) e, sentado em uma janela do sitio onde foi a festa vi aquela papagaiada de fotos e filmagens dos noivos. Ao ver a mulher que estava filmando reparei que tinha algo diferente... Olha só:
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Não viu nada? Olha novamente a câmera que a mulher está usando para gravar... É daquelas câmeras pequenininhas, que todo pai compra para filmar o filho. Só que ela fez uma super "adaptação" (a.k.a. gambiarra) para que a imagem não fique tremida.
Coisa de brasileiro...
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Não viu nada? Olha novamente a câmera que a mulher está usando para gravar... É daquelas câmeras pequenininhas, que todo pai compra para filmar o filho. Só que ela fez uma super "adaptação" (a.k.a. gambiarra) para que a imagem não fique tremida.
Coisa de brasileiro...
22 de dez. de 2009
Aviso aos navegantes
Sei que estou devendo uma tonelada de posts, mas a semana passada foi corrida e esta também não está picolé... Como amanhã viajo bem cedo para Petropólis e de lá para teresópolis, pode ser que não pareça por aqui tão cedo...
Mas quando eu voltar coloco tudo em dia por aqui e ainda mando uns "Bem Vindo" das cidades que visitar em território Fluminense.
Bom Natal a todos!
Mas quando eu voltar coloco tudo em dia por aqui e ainda mando uns "Bem Vindo" das cidades que visitar em território Fluminense.
Bom Natal a todos!
21 de dez. de 2009
Formspring
Dia desses aí pra trás tava todo mundo falando no tal do Formspring. Ainda não vi utilidade, mas criei uma conta só para garantir o login caso venha a ser útil. Como disse Xuxu, é um caderno de perguntas ao contrário.
Então quem sempre quis saber alguma coisa que, milagrosamente, eu nunca contei no blog, pode colocar lá que eu respondo. Só não respondo coisas como: meu nome, nome de pessoas que citei no blog e empresas que trabalhei. O resto, respondo tudo!
Então quem sempre quis saber alguma coisa que, milagrosamente, eu nunca contei no blog, pode colocar lá que eu respondo. Só não respondo coisas como: meu nome, nome de pessoas que citei no blog e empresas que trabalhei. O resto, respondo tudo!
Semana do Inferno
Dezembro, mês de festas, todo mundo feliz, feriados e mais feriados, só alegria, correto? Pééééééé. Não pra mim. Por conta disso tudo aí o cliente resolveu que a data de entrega dos documentos não seria dia 25, seria dia 18. Olha que beleza, UMA SEMANA antes. E aí a minha semana foi assim...
Segunda-Feira
Cheguei no trabalho as 8 da matina. Trabalhei até as 6:30, quando saí correndo para a aula. O trabalho foi intenso, sem tempo pra nada.
Na aula nada de muito útil, cheguei em casa por volta das 11 e dormi por volta de meia noite.
Terça-Feira
Cheguei no trabalho as 7:30 da matina. Dia de muitas decisões, todas elas complexas. Trabalhei até as 6:15, quando exausto para a aula. E não era uma aula qualquer, era A ÚLTIMA AULA. E tratava-se de executar um projeto de uma treliça de jornal. Adivinha quem era o GP do grupo...
O treco foi tenso. A gente tinha 40 minutos para montar a treliça de 140 x 30 x 20 cm, a um custo de no máximo 3500 dinheiros. Na primeira vez que a gente montou, no final do mês passado, gastamos 52 minutos e MUITO mais de 3500 dinheiros.
O povo tava empenhado, mas toda hora eu tinha que olhar para o relógio, para o custo e decidir quem entrava e quem saia (sim, foi feito um cronograma. No 5º minuto já estava furado, porque o povo atrasou para montar uma das estruturas).
No fim, conseguimos terminar com 41 minutos e 3700 dinheiros. Por conta disso nossa nota caiu de 10 para 9,2. Mas tá ótemo.
Fui dormir pra lá de meia noite.
Ah é,e na terça ainda pedi meu AMEX (que não paga anuidade) para a viagem para a Argentina. Agora tenho um Cartão de Crédito...
Quarta-Feira
Dia corrido, cheguei no trabalho 7 da matina (ou seja, acordei as 6). Como esse mês finalizamos 3 dos 4 projetos do contrato, tinha MUITA coisa para imprimir. Muita coisa MESMO. 8 fichários de mais ou menos 7 cm de espessura lotados de papel. Fora as milhões de outras coisas para finalizar.
Trabalhei como um corno e sai do trabalho uma da matina. Só consegui dormir depois de 2 da matina. Ainda sonhei com os documentos (meu chefe sonhou com o diretor dando um esporro nele porque não tinhamos conseguido entregar tudo).
Quinta-Feira
O dia começou cedo. Acordei 6 (logo dormi 4 horas), cheguei no trabalho as 7 e já cheguei desesperado. Lembra das pastas de projeto? Pois é, eram pastas em que 70% eram desenhos em A0, A1 e A3. Tinha que dobrar aquela porra toda. E dobrar desenho é algo muito chato.
Arrumei 3 pessoas para dobrar e continuei preparando as coisas para a reunião do dia seguinte, que seria no Rio. Para piorar a situação, as pastas deveriam ficar prontas até, no máximo, 16:00, pois era a hora que sairia para o Aeroporto.
Lá pro meio dia vi que não ia dar tempo de dobrar tudo. Catei mais 3 pessoas para ajudar e botei o povo para dobrar. Lá pelas 3 eles terminaram, mas eram MUITOS documentos e ainda tinha que classificar por tipo (instruumentação, elétrica, tubulação, processo, etc) E por projeto. Tava tudo bonitinho quando entreguei para o pessoal dobrar, mas eles fizeram uma confusão da porra...
15:30 eu volto para ver como estavam as coisas e o povo ainda estava PENSANDO como fariam para separar os documentos e colocar na ordem. Dei um esporro geral no povo, mais ou menos assim: "porra, gente, pega a lista de documento de uma das oportunidades. Se for dela, coloca numa pilha. Se não for, coloca na outra. Depois outra pessoa pega o documento e coloca na ordem. O importante é ver se não está faltando nada, porque colocar na ordem eu faço no hotel, imprimir não tem como". Eles entenderam o recado.
16:15 eles conseguiram descobrir que estava faltando desenho para imprimir. Falei para imprimirem só o que era capa e índice. Folha do meio não precisava, que eu dava um jeito de dar o migué. Afinal, se o Congresso pode encadernar os livros da LOA com as folhas todas em branco, porque eu não posso fazer o mesmo? O que importa são as pastas bonitonas. Ninguém ia conferir todos os 300 documentos em uma reunião de um dia...
16:30 as pastas estavam montadas, todas desarrumadas, e fomos colocar na mala que levaríamos para o Rio. LÓGICO que a mala não fechava. E nem podia sentar em cima, porque se amassasse ia dar problema.
16:50 descobrimos uma forma de fechar a mala. 3 pastas foram na mão. E toca pro aeroporto.
Não preciso dizer que o trânsito estava totalmente engarrafado, né? Tudo parado no caminho para Confins. O cara fez um caminho mágico e conseguimos chegar a tempo de despachar a mala e embarcar.
Embarcamos, o avião foi para a cabeceira da pista e...nada. Depois de um tempo o comandante fala que voltaríamos para o pátio, pois o Santos Dumont estava fechado. "15 minutos e a gente decola". Como já conheço isso, peguei meu notebook e fui trabalhar. quase duas horas depois o avião decola.
Chegamos no rio umas 9:45. Uma chuva sinistra. Liga para uma companhia de taxi e nada. Ocupado. Liga para outra e nada. Ocupado também. Repete o procedimento umas 10 vezes e nada. "É, vamos para a fila do taxi do aeroporto", disse meu chefe.
A fila nem estava muito grande. Devia ter umas 25 pessoas. Na rodoviária, num dá nem 10 minutos de espera. Mas no Rio, com chuva, é no mínimo 1 hora. E foi o que a gente esperou. Quando faltavam umas 5 pessoas na nossa frente (porque o povo entre a gente e os 4 primeiros desistiu), dei a idéia de ligar pra cooperativa de taxi. Conseguimos um taxi em 5 minutos e 11:15 estávamos no hotel.
Fizemos o check in, fomos direto para o restaurante comer e voltei para o quarto para arrumar as pastas. Percebi que estava faltando um documento. O mais importante de todos. Liguei o foda-se ("amanhã eu imprimo") e continuei o trabalho. Às 2 da matina eu não aguentava mais. Fechei as pastas, deitei e apaguei. Acho que nunca dormi tão rápido na minha vida.
Sexta-Feira
5:30 da madrugada eu já estava de pé. Tomei banho, tomei café (o mais rápido da minha história de hotéis) e fomos para a empresa. Chegamos lá 7 da manhã e lá fui eu terminar de montar as pastas. Pedi pro meu chefe imprimir o documento faltante e ele não conseguiu. A porra da empresa é ecologicamente correta e só tem papel reciclado. Só que o cliente só aceita papel branco. Depois de tentar de tudo, até mesmo imprimir em A3 e cortar no meio, desistimos e fomos para a reunião.
Na cara dura pedimos para um dos caras imprimir o documento faltante pra gente. Fomos para a reunião e de cara o sujeito fala que o documento está errado. O PRIMEIRO deles. Era um problema de referência cruzada no word. Pior: na cópia de verificação o verificador marcou que estava errado e NINGUÉM CORRIGIU! Pior²: O verificador viu que ninguém corrigiu E NÃO FEZ NADA! Eu queria matar o cara, mas aí inventei a desculpa que era algum problema na hora de imprimir, porque no PC estava correto (mentira, óbvio).
Depois de momentos de tensão, o cara verificou alguns documentos chave e todos estavam OK. Ele aprovou tudo e ficamos felizes. Na parte da tarde continuamos a reunião com um assunto tranquilo, mostramos que o projeto finalmente voltou a estar no prazo (o que não acontecia desde a SEGUNDA semana, láááááá em fevereiro) e que a gente ainda vai antecipar o final do projeto em uma semana (porque eu vou tirar férias).
Na hora de ir embora, chegamos no aeroporto e já estavam chamando as pessoas do vôo. "Opa! O vôo tá na hora", pensei. Fizemos o check in, subimos para o embarque (encontrei metade dos meus ex-colegas consultores no vôo) e quando já estávamos na fila para embarcar...adiaram o vôo. Confins estava fechado pelo temporal que caía na cidade. Uma hora e meia de atraso e chamaram novamente para o embarque. Ainda ficamos esperando uma hora dentro do avião. Cheguei em casa 11 da noite. Fui dormiu praticamente imediatamente.
Sábado
Dormi um bocado, mas não o suficiente para matar o sono. Ainda tinha que finalizar umas coisas da reunião. Liguei o computador e fui colocar os emails em dia. Tinha TANTA coisa que desisti de trabalhar. Fui almoçar e depois do almoço dormi mais um pouco.
Acordei e fui me preparar para o casório de um primo de Xuxu. Enquanto abastecia, começou a cair o mundo. "Putz, vou pelo anel. A Via Expressa vai estar debaixo d'água", pensei. Peguei o anel e logo que entrei na parte que não tem mais retorno começou a chover granizo. Dei MUITA sorte, porque consegui entrar numa ruazinha a menos de 200 metros e parei debaixo de uma árvore, que amorteceu as pedras.
Mas enquanto eu estava lá debaixo da árvore, ouvindo as pedras pipocarem no Esparromóvel, fiquei pensando como eu sou azarado e o estrago que estava sendo feito no meu carro novinho. A chuva passou e continuei meu caminho. Cheguei na casa de Xuxu e vi que, por algum milagre, não tinha NENHUM amassado no meu carro. Santa árvore que salvou meu dia.
Fui no casório e cheguei até cedo, mais ou menos duas da manhã.
Domingo
Domingo eu enrolei o dia inteiro para trabalhar. Quando decidi por a mão ma massa de verdade já eram umas 4 da tarde. E trabalhei intensamente até 10:30 da noite, quando emiti o último dos documentos do mês. Nem acreditei que a minha semana infernal tinha terminado. Resolvi dormir logo para não lembrar de mais coisas para fazer.
E ainda tem gente falando que Murphy resolveu me dar uma folga nesse fim de ano...
Segunda-Feira
Cheguei no trabalho as 8 da matina. Trabalhei até as 6:30, quando saí correndo para a aula. O trabalho foi intenso, sem tempo pra nada.
Na aula nada de muito útil, cheguei em casa por volta das 11 e dormi por volta de meia noite.
Terça-Feira
Cheguei no trabalho as 7:30 da matina. Dia de muitas decisões, todas elas complexas. Trabalhei até as 6:15, quando exausto para a aula. E não era uma aula qualquer, era A ÚLTIMA AULA. E tratava-se de executar um projeto de uma treliça de jornal. Adivinha quem era o GP do grupo...
O treco foi tenso. A gente tinha 40 minutos para montar a treliça de 140 x 30 x 20 cm, a um custo de no máximo 3500 dinheiros. Na primeira vez que a gente montou, no final do mês passado, gastamos 52 minutos e MUITO mais de 3500 dinheiros.
O povo tava empenhado, mas toda hora eu tinha que olhar para o relógio, para o custo e decidir quem entrava e quem saia (sim, foi feito um cronograma. No 5º minuto já estava furado, porque o povo atrasou para montar uma das estruturas).
No fim, conseguimos terminar com 41 minutos e 3700 dinheiros. Por conta disso nossa nota caiu de 10 para 9,2. Mas tá ótemo.
Fui dormir pra lá de meia noite.
Ah é,e na terça ainda pedi meu AMEX (que não paga anuidade) para a viagem para a Argentina. Agora tenho um Cartão de Crédito...
Quarta-Feira
Dia corrido, cheguei no trabalho 7 da matina (ou seja, acordei as 6). Como esse mês finalizamos 3 dos 4 projetos do contrato, tinha MUITA coisa para imprimir. Muita coisa MESMO. 8 fichários de mais ou menos 7 cm de espessura lotados de papel. Fora as milhões de outras coisas para finalizar.
Trabalhei como um corno e sai do trabalho uma da matina. Só consegui dormir depois de 2 da matina. Ainda sonhei com os documentos (meu chefe sonhou com o diretor dando um esporro nele porque não tinhamos conseguido entregar tudo).
Quinta-Feira
O dia começou cedo. Acordei 6 (logo dormi 4 horas), cheguei no trabalho as 7 e já cheguei desesperado. Lembra das pastas de projeto? Pois é, eram pastas em que 70% eram desenhos em A0, A1 e A3. Tinha que dobrar aquela porra toda. E dobrar desenho é algo muito chato.
Arrumei 3 pessoas para dobrar e continuei preparando as coisas para a reunião do dia seguinte, que seria no Rio. Para piorar a situação, as pastas deveriam ficar prontas até, no máximo, 16:00, pois era a hora que sairia para o Aeroporto.
Lá pro meio dia vi que não ia dar tempo de dobrar tudo. Catei mais 3 pessoas para ajudar e botei o povo para dobrar. Lá pelas 3 eles terminaram, mas eram MUITOS documentos e ainda tinha que classificar por tipo (instruumentação, elétrica, tubulação, processo, etc) E por projeto. Tava tudo bonitinho quando entreguei para o pessoal dobrar, mas eles fizeram uma confusão da porra...
15:30 eu volto para ver como estavam as coisas e o povo ainda estava PENSANDO como fariam para separar os documentos e colocar na ordem. Dei um esporro geral no povo, mais ou menos assim: "porra, gente, pega a lista de documento de uma das oportunidades. Se for dela, coloca numa pilha. Se não for, coloca na outra. Depois outra pessoa pega o documento e coloca na ordem. O importante é ver se não está faltando nada, porque colocar na ordem eu faço no hotel, imprimir não tem como". Eles entenderam o recado.
16:15 eles conseguiram descobrir que estava faltando desenho para imprimir. Falei para imprimirem só o que era capa e índice. Folha do meio não precisava, que eu dava um jeito de dar o migué. Afinal, se o Congresso pode encadernar os livros da LOA com as folhas todas em branco, porque eu não posso fazer o mesmo? O que importa são as pastas bonitonas. Ninguém ia conferir todos os 300 documentos em uma reunião de um dia...
16:30 as pastas estavam montadas, todas desarrumadas, e fomos colocar na mala que levaríamos para o Rio. LÓGICO que a mala não fechava. E nem podia sentar em cima, porque se amassasse ia dar problema.
16:50 descobrimos uma forma de fechar a mala. 3 pastas foram na mão. E toca pro aeroporto.
Não preciso dizer que o trânsito estava totalmente engarrafado, né? Tudo parado no caminho para Confins. O cara fez um caminho mágico e conseguimos chegar a tempo de despachar a mala e embarcar.
Embarcamos, o avião foi para a cabeceira da pista e...nada. Depois de um tempo o comandante fala que voltaríamos para o pátio, pois o Santos Dumont estava fechado. "15 minutos e a gente decola". Como já conheço isso, peguei meu notebook e fui trabalhar. quase duas horas depois o avião decola.
Chegamos no rio umas 9:45. Uma chuva sinistra. Liga para uma companhia de taxi e nada. Ocupado. Liga para outra e nada. Ocupado também. Repete o procedimento umas 10 vezes e nada. "É, vamos para a fila do taxi do aeroporto", disse meu chefe.
A fila nem estava muito grande. Devia ter umas 25 pessoas. Na rodoviária, num dá nem 10 minutos de espera. Mas no Rio, com chuva, é no mínimo 1 hora. E foi o que a gente esperou. Quando faltavam umas 5 pessoas na nossa frente (porque o povo entre a gente e os 4 primeiros desistiu), dei a idéia de ligar pra cooperativa de taxi. Conseguimos um taxi em 5 minutos e 11:15 estávamos no hotel.
Fizemos o check in, fomos direto para o restaurante comer e voltei para o quarto para arrumar as pastas. Percebi que estava faltando um documento. O mais importante de todos. Liguei o foda-se ("amanhã eu imprimo") e continuei o trabalho. Às 2 da matina eu não aguentava mais. Fechei as pastas, deitei e apaguei. Acho que nunca dormi tão rápido na minha vida.
Sexta-Feira
5:30 da madrugada eu já estava de pé. Tomei banho, tomei café (o mais rápido da minha história de hotéis) e fomos para a empresa. Chegamos lá 7 da manhã e lá fui eu terminar de montar as pastas. Pedi pro meu chefe imprimir o documento faltante e ele não conseguiu. A porra da empresa é ecologicamente correta e só tem papel reciclado. Só que o cliente só aceita papel branco. Depois de tentar de tudo, até mesmo imprimir em A3 e cortar no meio, desistimos e fomos para a reunião.
Na cara dura pedimos para um dos caras imprimir o documento faltante pra gente. Fomos para a reunião e de cara o sujeito fala que o documento está errado. O PRIMEIRO deles. Era um problema de referência cruzada no word. Pior: na cópia de verificação o verificador marcou que estava errado e NINGUÉM CORRIGIU! Pior²: O verificador viu que ninguém corrigiu E NÃO FEZ NADA! Eu queria matar o cara, mas aí inventei a desculpa que era algum problema na hora de imprimir, porque no PC estava correto (mentira, óbvio).
Depois de momentos de tensão, o cara verificou alguns documentos chave e todos estavam OK. Ele aprovou tudo e ficamos felizes. Na parte da tarde continuamos a reunião com um assunto tranquilo, mostramos que o projeto finalmente voltou a estar no prazo (o que não acontecia desde a SEGUNDA semana, láááááá em fevereiro) e que a gente ainda vai antecipar o final do projeto em uma semana (porque eu vou tirar férias).
Na hora de ir embora, chegamos no aeroporto e já estavam chamando as pessoas do vôo. "Opa! O vôo tá na hora", pensei. Fizemos o check in, subimos para o embarque (encontrei metade dos meus ex-colegas consultores no vôo) e quando já estávamos na fila para embarcar...adiaram o vôo. Confins estava fechado pelo temporal que caía na cidade. Uma hora e meia de atraso e chamaram novamente para o embarque. Ainda ficamos esperando uma hora dentro do avião. Cheguei em casa 11 da noite. Fui dormiu praticamente imediatamente.
Sábado
Dormi um bocado, mas não o suficiente para matar o sono. Ainda tinha que finalizar umas coisas da reunião. Liguei o computador e fui colocar os emails em dia. Tinha TANTA coisa que desisti de trabalhar. Fui almoçar e depois do almoço dormi mais um pouco.
Acordei e fui me preparar para o casório de um primo de Xuxu. Enquanto abastecia, começou a cair o mundo. "Putz, vou pelo anel. A Via Expressa vai estar debaixo d'água", pensei. Peguei o anel e logo que entrei na parte que não tem mais retorno começou a chover granizo. Dei MUITA sorte, porque consegui entrar numa ruazinha a menos de 200 metros e parei debaixo de uma árvore, que amorteceu as pedras.
Mas enquanto eu estava lá debaixo da árvore, ouvindo as pedras pipocarem no Esparromóvel, fiquei pensando como eu sou azarado e o estrago que estava sendo feito no meu carro novinho. A chuva passou e continuei meu caminho. Cheguei na casa de Xuxu e vi que, por algum milagre, não tinha NENHUM amassado no meu carro. Santa árvore que salvou meu dia.
Fui no casório e cheguei até cedo, mais ou menos duas da manhã.
Domingo
Domingo eu enrolei o dia inteiro para trabalhar. Quando decidi por a mão ma massa de verdade já eram umas 4 da tarde. E trabalhei intensamente até 10:30 da noite, quando emiti o último dos documentos do mês. Nem acreditei que a minha semana infernal tinha terminado. Resolvi dormir logo para não lembrar de mais coisas para fazer.
E ainda tem gente falando que Murphy resolveu me dar uma folga nesse fim de ano...
14 de dez. de 2009
Olhe pra cima
Outro dia estava esperando o busão pra ir pra casa quando vi que tinha algo colado no ponto. Era isso aqui:

Olhe para cima para não perder o céu
Eu não queria pagar de trouxa que cai em pegadinhas tipo aquelas de escola ("quem colocou o apagador no teto?"), então encostei no canto e, depois de um tempo, dei uma olhada pra cima pra ver se achava alguma coisa. E vi isso aí:

Alguém colocou fotos do céu de BH no teto do ponto de ônibus. Fotos bem legais, por sinal. Uma forma de arte diferente, mas que achei genial.

Eu não queria pagar de trouxa que cai em pegadinhas tipo aquelas de escola ("quem colocou o apagador no teto?"), então encostei no canto e, depois de um tempo, dei uma olhada pra cima pra ver se achava alguma coisa. E vi isso aí:

Alguém colocou fotos do céu de BH no teto do ponto de ônibus. Fotos bem legais, por sinal. Uma forma de arte diferente, mas que achei genial.
9 de dez. de 2009
Esparroman NÃO Recomenda: Amarelinho da Savassi
No domingo pela manhã resolvi que iria comemorar meu aniversário na segunda, no Amarelinho da Savassi (cujo nome oficial é Bonabrasa). Por se tratar de uma segunda-feira véspera de feriado, acreditei que o lugar estaria aberto, mas por via das dúvidas resolvi ligar para o lugar para conferir e para reservar uma mesa.
Procurei o telefone na internet e, depois de uma pequena dificuldade achei (eles não tem site). Liguei uma vez. Chamou, chamou, chamou e ninguém atendeu. Esperei um tempo e Liguei outra vez. Chamou, chamou, chamou e ninguém atendeu. Resolvi marcar com o pessoal correndo o risco de estar fechado, mas resolvi correr o risco de estar fechado ou, pior ainda, de não ter mesa.
Continuei ligando a cada meia hora e sempre dava no mesmo. Chamava e ninguém atendia. Na segunda-feira (também conhecida como anteontem), passei o dia inteiro ligando e também não tive sucesso. Resultado: tive que sair mais cedo de casa, para lutar por uma mesa razoavelmente grande.
Cheguei no lugar e estava cheio de mesa reservada, mas absurdamente vazio. Devia ter acabado de abrir, pois os garçons estavam batendo um rango. Fui até um deles e o seguinte diálogo aconteceu:
- Oi, tô precisando de uma mesa para 20 pessoas.
- Reservou?
- Não. Tô tentando ligar pra cá tem 2 dias e não consegui.
- Ah, é. Nosso telefone está com problema.
E foi lá arrumar a mesa pra mim. Nos 20 minutos seguintes à eu sentar, nenhum garçom veio me atender. Os que passavam pela mesa, fingiam que não me viam. Chegou outra pessoa na mesa e ainda tivemos que esperar mais uns 5 minutos até algum garçom nos atender. Vale ressaltar que nesta hora, além da minha mesa, só haviam mais outras 2 com pessoas.
Na medida que o lugar foi enchendo, o atendimento foi piorando. O suposto garçom da minha mesa apareceu (depois de um tempão) e, de tempos em tempos vinha ver se a gente queria mais alguma coisa. Mas várias vezes ficamos sem cerveja (ou refrigerante). Uma das pessoas da mesa pediu um espetinho (um espetinho!!!) e demorou quase uma hora para que o treco chegasse.
O pessoal pediu uma picanha bem passada e ela veio tão crua que eu, que como carne sangrando, fiquei assustado. Mas comi do mesmo jeito. O resto do pessoal pediu para voltar com a carne para a churrasqueira, porque não estavam conseguindo comer.
Já estava decidido a não pagar os 10%. Na hora de pagar a conta, fui até o caixa e o seguinte diálogo ocorreu:
- Olha só, eu vim até aqui porque não vou pagar 10% porque eu fui muito mal atendido.
- Ô nome_do_garçom_da_nossa_mesa, a mesa 52 não vai pagar 10%, gritou a mulher do caixa.
- Por que? - perguntou o garçom.
- Porque eu fui mal atendido.
- Mal atendido? Eu estava lá o tempo todo
- Eu tive que esperar quase meia hora para conseguir pedir um guaraná.
- Só por causa disso?
- Não, várias vezes eu tive que implorar para conseguir se atendido.
- Não quer pagar 10% não paga, mas não vem falar que foi mal atendido.
Nessa hora o sangue ferveu. Pô, se alguém fala que não foi bem atendido é porque não foi bem atendido. TODO MUNDO da minha mesa estava reclamando. E nessa hora quase que eu mandei chamar o gerente, mas deixei pra lá.
Mas a mulher do caixa deve ter visto a minha cara de raiva e tentou amenizar:
- É que eles não recebem salário. Só os 10%.
- Mais do que nunca eles deveria atender bem. E com atitudes desse tipo vocês perdem clientes. E pode ter certeza que perderam um hoje.
Na hora de ir embora o garçom ficou me secando, tentando decorar bem a minha cara (e, certamente, querendo me pegar na porrada). Por conta disso tudo, eu não recomendo o lugar (e não volto mais lá).
Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).
Procurei o telefone na internet e, depois de uma pequena dificuldade achei (eles não tem site). Liguei uma vez. Chamou, chamou, chamou e ninguém atendeu. Esperei um tempo e Liguei outra vez. Chamou, chamou, chamou e ninguém atendeu. Resolvi marcar com o pessoal correndo o risco de estar fechado, mas resolvi correr o risco de estar fechado ou, pior ainda, de não ter mesa.
Continuei ligando a cada meia hora e sempre dava no mesmo. Chamava e ninguém atendia. Na segunda-feira (também conhecida como anteontem), passei o dia inteiro ligando e também não tive sucesso. Resultado: tive que sair mais cedo de casa, para lutar por uma mesa razoavelmente grande.
Cheguei no lugar e estava cheio de mesa reservada, mas absurdamente vazio. Devia ter acabado de abrir, pois os garçons estavam batendo um rango. Fui até um deles e o seguinte diálogo aconteceu:
- Oi, tô precisando de uma mesa para 20 pessoas.
- Reservou?
- Não. Tô tentando ligar pra cá tem 2 dias e não consegui.
- Ah, é. Nosso telefone está com problema.
E foi lá arrumar a mesa pra mim. Nos 20 minutos seguintes à eu sentar, nenhum garçom veio me atender. Os que passavam pela mesa, fingiam que não me viam. Chegou outra pessoa na mesa e ainda tivemos que esperar mais uns 5 minutos até algum garçom nos atender. Vale ressaltar que nesta hora, além da minha mesa, só haviam mais outras 2 com pessoas.
Na medida que o lugar foi enchendo, o atendimento foi piorando. O suposto garçom da minha mesa apareceu (depois de um tempão) e, de tempos em tempos vinha ver se a gente queria mais alguma coisa. Mas várias vezes ficamos sem cerveja (ou refrigerante). Uma das pessoas da mesa pediu um espetinho (um espetinho!!!) e demorou quase uma hora para que o treco chegasse.
O pessoal pediu uma picanha bem passada e ela veio tão crua que eu, que como carne sangrando, fiquei assustado. Mas comi do mesmo jeito. O resto do pessoal pediu para voltar com a carne para a churrasqueira, porque não estavam conseguindo comer.
Já estava decidido a não pagar os 10%. Na hora de pagar a conta, fui até o caixa e o seguinte diálogo ocorreu:
- Olha só, eu vim até aqui porque não vou pagar 10% porque eu fui muito mal atendido.
- Ô nome_do_garçom_da_nossa_mesa, a mesa 52 não vai pagar 10%, gritou a mulher do caixa.
- Por que? - perguntou o garçom.
- Porque eu fui mal atendido.
- Mal atendido? Eu estava lá o tempo todo
- Eu tive que esperar quase meia hora para conseguir pedir um guaraná.
- Só por causa disso?
- Não, várias vezes eu tive que implorar para conseguir se atendido.
- Não quer pagar 10% não paga, mas não vem falar que foi mal atendido.
Nessa hora o sangue ferveu. Pô, se alguém fala que não foi bem atendido é porque não foi bem atendido. TODO MUNDO da minha mesa estava reclamando. E nessa hora quase que eu mandei chamar o gerente, mas deixei pra lá.
Mas a mulher do caixa deve ter visto a minha cara de raiva e tentou amenizar:
- É que eles não recebem salário. Só os 10%.
- Mais do que nunca eles deveria atender bem. E com atitudes desse tipo vocês perdem clientes. E pode ter certeza que perderam um hoje.
Na hora de ir embora o garçom ficou me secando, tentando decorar bem a minha cara (e, certamente, querendo me pegar na porrada). Por conta disso tudo, eu não recomendo o lugar (e não volto mais lá).
Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).
8 de dez. de 2009
4 de dez. de 2009
Matei a curiosidade
Toda semana eu passo em frente um lote vago emparedado na Cristóvão Colombo com Tomé de Souza e fico me perguntando o que diabos tem ali dentro daquele pequeno triângulo com paredes grafitadas. Pra quem não sabe do que eu estou falando, é esse lugar aqui:

Ontem, finalmente, eu consegui descobrir: não passa de um grande entulho

Juro que achei que era mais legal...
Ontem, finalmente, eu consegui descobrir: não passa de um grande entulho

Juro que achei que era mais legal...
3 de dez. de 2009
Gerenciamento de Qualidade
Lembra que eu disse que dia 30/11 ia inaugurar um shopping perto da minha casa? Pois é, na segunda não teve nenhuma movimentação. Na terça, tiraram a placa de contagem regressiva da inauguração. Quarta e nada. Hoje apareceu isso aí na frente:

Ou seja: atrasou. Eu não queria estar na pele do gerente deste projeto. Olha o tamanho do prejuízo que ele está dando para o dono do shops, os donos das lojas do shops, o responsável pelo estacionamento (que certamente será terceirizado) e pessoas que trabalhariam no shops... Esse povão todo vai ficar sem aproveitar as compras de natal de consumidores ávidos por presentes.
Já eu fiquei felizão, porque adiaram meu sofrimento. Nem que seja por duas semanas...

Ou seja: atrasou. Eu não queria estar na pele do gerente deste projeto. Olha o tamanho do prejuízo que ele está dando para o dono do shops, os donos das lojas do shops, o responsável pelo estacionamento (que certamente será terceirizado) e pessoas que trabalhariam no shops... Esse povão todo vai ficar sem aproveitar as compras de natal de consumidores ávidos por presentes.
Já eu fiquei felizão, porque adiaram meu sofrimento. Nem que seja por duas semanas...
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