26 de fev. de 2008

It's Evolution Baby

Quando eu era muleque, entre 7 e 14 anos, usava uniforme para ir para a aula. Era uma coisa bonita até, princialmente da quinta a oitava série (no Santo Antônio): uma camisa branca e uma calça caqui. Barba? Uma vez a cada 2 meses (depois da sétima série, se não me engano).

Aí passei para o primeiro ano. A calça era liberada: qualquer cor, tecido, tamanho.... Aquela maravilha. Mas aí o diretor resolveu mudar tudo porque tinha mulher indo de micro-saia. Resultado: no segundo ano a calça teria que ser azul, até o tornozelo. A barba mão mudou muito.

Já no terceiro ano, a bermuda foi liberada, 4 dedos ABAIXO do joelho. Mas tinha que ser azul. E nada de trocar a frequência de lâmina na cara.

Na faculdade, avacalhação total. Camiseta surrada, bermuda e chinelo. De vez em quando um tênis, principalmente depois que comecei a ir de carro. Até que comecei a trabalhar. Tá, era iniciação ciêntífica, mas tive que ir de tênis todo dia. Nessa época, a barba via o laminador uma vez por semana.

Quando arrumei um emprego de verdade, tudo mudou. Calça "semi-social", camisa polo e sapato. É, sapato. Mesmo não sendo obrigado. Continuei com "barba semanal".

Aí mudei de emprego e fui para a Megalópole. Calça jeans, camisa de botão de manga curta e botina de segurança. Barba domingo a noite e quarta de manhã. Aí começou o projeto 1 de BH. E com ele, calça "semi-social" e camisa social, de manga comprida. E sapato, lógico. Barba segunda, quarta e, de vez em quando, sábado.

No projeto de PG, calça social, camisa social e sapatos. Barba segunda, quarta e sexta. Sempre. E assim foi no projeto 2 de BH (para roupa e barba).

Agora, estou aqui, suando igual um porco, de terno, sapato e esse pedaço de pano inútil pendurado no pescoço e me enforcando. Barba? Todo dia.

É... Virei "homenzinho"...

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