24 de dez. de 2010

Então é Natal...

Hoje, 24 de Dezembro, véspera de Natal, 18:30, todo mundo já está em clima de festa. O peru já está recheado, pronto para ir para o forno. Os presentes já estão no pé da árvore. As pessoas já estão se arrumando para a ceia de Natal (e as festas "Depois da Ceia"). As crianças correndo na sala. O tio gordo se preparando para vestir a roupa de papai noel. A Simone cantando em alguma emissora de TV.

E eu aqui, escrevendo este post para vocês, queridos leitores. Não, não é um sofrimento para mim. Escrever neste blog é algo que eu realmente gosto e que já faço há mais de quatro anos. A vocês, queridos e fiéis leitores e leitoras, que me aguentam há tanto tempo, reclamando todo dia, com texto gigantes e muitas vezes mal escritos, pela pressa ou pela preguiça, um excelente natal.

Aproveitem este clima que se cria nessa época do ano e fiquem junto da sua família, suas companheiras e companheiros e amigos queridos e esqueçam um pouco os presentes. Aproveitem estes dias para ficar com quem realmente importa.

Não trabalhem. Não leiam emails de trabalho. Não pensem em trabalho. Aproveitem estes 3 dias para descansar, refletir na vida e curtir o feriadão.

Feliz natal a todos e até semana que vem, que eu vou ali me entupir de comida.

23 de dez. de 2010

Esparroman RECOMENDA: Costela de Tambaqui

Na primeira vez que vim para Manaus, há mais de 6 meses, num dia comum de almoço no bandeijão do cliente, tinha peixe. Como eu tinha andado no sol a manhã inteira, estava morrendo de fome, aí coloquei 2 pedaços. Sentei para comer e quando fui partir o peixe vi que tinha uma espinha. Comecei a tirar a espinha e fui tirando, tirando, tirando. Quando vi, era mais ou menos DO TAMANHO DA FACA. Achei estranho, mas deixei pra lá.

Comecei a comer o peixe e, putz, era MUITO bom. Muito MESMO. Nem precisava de faca para comer, de tão macio. Desfazia na boca, uma textura e um gosto sem igual. Isso porque estava comendo NUM BANDEIJÃO. Apaixonado com aquele peixe, resolvi perguntar o que era aquilo para um cara do cliente. "Costela de Tambqui", disse ele.

Resolvi que tinha que comer aquele peixe em um restaurante de verdade. Fui lá, comi, e putamerda, era melhor ainda. Não imaginei que fosse possível, mas era mais gostoso ainda.

Desde então, toda vez que venho a Manaus me entupo de costela de tambaqui. Nessa última vinda, fui num lugar que tinha um empalhado. Uma das meninas da minha equipe resolveu tirar foto ao lado dele. O dono do restaurante, vendo aquilo, falou "vem cá que você vai tirar foto do lado de um tambaqui de verdade". E aí eu vi o tamanho da criança pela primeira vez:


Trinta e cinco quilos de peixe. Simplesmente sensacional.

Se tiver chance, coma costela de tambaqui. Eu garanto que você não vai se arrepender.


Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).

22 de dez. de 2010

A chuva de Manaus

Da janela do meu quarto do hotel, eu vejo normalmente isso:


Quando cai a real chuva de Manaus, como um dia desses pra trás, eu vejo isso:


E você acha que já viu chuva na vida....

21 de dez. de 2010

Bem Vindo a Natal - Parte II - O Litoral Norte

O passeio para o litoral norte toma quase um dia inteiro. Um Buggy te pega no hotel bem cedo (tipo 8 da matina), faz o passeio todo e depois deixa no hotel mais ou menos 4 da tarde. Já vou mandar a primeira dica: NÃO procure os buggys de hotel, agências ou coisa parecida. Eles vão cobrar mais caro e no fim das contas vão chamar algum dos malucos que ficam na praia. No nosso caso, fomos numa agência qualquer e o cara cobrou 80 conto por cabeça, sendo que o casal que foi com a gente procurou na praia pagou 65.

Dentro da cidade as pessoas tem que ir sentadas no banco e como o casal que foi com a gente era meio gordinho (como eu), foi meio apertado. Nessa eu me dei bem, porque fui no banco da frente, com cinto e tudo mais.

No caminho para as praias passamos por uma cidade onde ocorre o festival do caju. E pra celebrar isso eles fizeram essa escultura aí embaixo.


O caminho é quase todo feito na beira da praia e o vento é muito forte, então vá com um óculos de sol para proteger os olhos. Dê preferência para aquele seu óculos velho, porque o vento com a areia acaba com qualquer lente.






De vez em quando tem que passar no meio de casas e pseudo ruas...


Umas delas, que ficavam na cara da duna, foram invadidas pela areia e tiveram que ser abandonadas. Uma pena.


As dunas são sensacionais. Ainda mais quando você está com um bugueiro doidão como o nosso. A chance de dar merda era grande, por isso nem tirei o cinto de segurança. Uma coisa legal é que mesmo sem vento (o que é raro) os coqueiros ficam com pose para foto:


A primeira parada é a lagoa de Jenipabu, que é simplesmente foda. E olha que eu não gosto de mato! Não sei se pode descer e nadar.








Mas o legal era essa placa aí embaixo e o jegue pra tirar foto.




Enquanto a gente torra no sol nosso bugueiro ficava na sombra


Mais alguns bons minutos fazendo estripulias nas dunas até chegar no próximo local. Mas a vista era muito legal.




Nesse outro lugar (que não lembro o nome) tinha dromedários, para dar uma voltinha e tirar umas fotos. 15 minutos de dromedário = 60 ronaldos...








Mais um pedaço de areia, dunas, sustos e paisagens legais até o próximo ponto.














No meio do caminho tinha um rio. Tinha um rio no meio do caminho. E para atravessar, balsas com motor humano (cornojob sinistro).








A próxima parada era a lagoa de pitangui. Um lugar legal, mas os peixinhos te mordendo incomodam um pouco...








No caminho para a próxima atração passamos por um lugar que foi usado para gravar o capítulo final da novela "O Clone". A areia é mais escura por lá.








Mais algumas dunas sinistras e chagamos no lugar.
















Essa parte do passeio é a mais legal: o skibunda e o aerobunda. É meio carinho, mas é MUITO legal.




Depois da diversão vem a pegadinha: o cara leva o pessoal para almoçar em um restaurante que é caro pra caramba. Tem buffet livre (não lembro o preço, mas era algo em torno de 40 conto por cabeça). Pelo menos a comida é boa e tem bastante variedade.

A volta pra casa é toda feita pela praia, porque é mais rápido. Mas não deixa de ser bonito.








No geral, o passeio é muito bom. Passamos alguns cagaços, mas vale a pena.

Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).