Recebi esse link de alguém como "a melhor apresentação do HTML5 da história". Abri e fiquei REALMENTE impressionado (acho que só funciona no Chrome).
Como diria o meu irmão gêmeo, é o futuro, cabra!
21 de abr. de 2010
20 de abr. de 2010
Presença de palco
Dia desses aí pra trás, quando a TAM ainda dava fones de ouvido no Avião, ouvi em um dos canais a música Bohemian Rhapsody, do Queen. Na hora, me veio à cabeça a cena do filme Quanto Mais Idiota Melhor:
Pouco depois, veio o clipe, com as cabeças voando e tudo mais. Aí, voltando pra casa hoje, me deu vontade de ouvir a música novamente, já que a TAM não tinha fones no vôo, pra variar. Entrei no You tube e achei esse video aí embaixo.
Queria o clipe ou algo gravado em estudio, com aquelas montagens toscas de capa de CD, fotos da banda, mas como não achei, fiquei com o video acima. Essa apresentação, no entanto, era como se fosse algo gravado em estudio. Os caras estavam tão bem, que nem fez diferença. Aí pensei: "ah, foi só um show que eles estavam realmente empolgados". e comecei a procurar mais coisa na net. E em todo, TODOS, parecia que era gravação em estudio.
Muito diferente de 99% das bandas que são uma coisa em album de estudio e que, ao vivo, chegam a decepcionar. E mesmo não sendo fã da banda, tenho que tirar o chapéu. Eles sabiam fazer show.
Pouco depois, veio o clipe, com as cabeças voando e tudo mais. Aí, voltando pra casa hoje, me deu vontade de ouvir a música novamente, já que a TAM não tinha fones no vôo, pra variar. Entrei no You tube e achei esse video aí embaixo.
Queria o clipe ou algo gravado em estudio, com aquelas montagens toscas de capa de CD, fotos da banda, mas como não achei, fiquei com o video acima. Essa apresentação, no entanto, era como se fosse algo gravado em estudio. Os caras estavam tão bem, que nem fez diferença. Aí pensei: "ah, foi só um show que eles estavam realmente empolgados". e comecei a procurar mais coisa na net. E em todo, TODOS, parecia que era gravação em estudio.
Muito diferente de 99% das bandas que são uma coisa em album de estudio e que, ao vivo, chegam a decepcionar. E mesmo não sendo fã da banda, tenho que tirar o chapéu. Eles sabiam fazer show.
19 de abr. de 2010
A saga da passagem de metro
Semana passada, estava eu no Rio quando minha avó me chama para comer uma pizza. Mesmo precisando estudar, lá fui eu, afinal, ela quase não me vê. Calcei meu pisante e lá fui eu para o Metro (estação Siqueira Campos). A idéia era simples: pegar o metro no sentido zona sul, descer na estação de General Osório (Ipanema) e lá pegar o metro de superfície (também conhecido como Busão de Integração).
Olhei os preços e era a mesma coisa o metro e o metro de superfície. QUALQUER pessoa inteligente imaginaria que é a mesma coisa, certo? Fui lá e pedi "me dá uma". Fui até a catraca e botei o coloquei o cartão perto do leitor (RFID, mano!). Aí apareceu uma mensagem no visor "Insira o cartão no local indicado" e uma luz vermelha piscava em um buraco. Vendo que não ia liberar a minha passagem enquanto se eu não enfiasse o cartão lá, xuxei o cartão no buraco, esperando que ele saísse do outro lado (como nas catracas do mineirão).
Fui para o outro lado e...nada. "Putaquepariu me fudi. Vou ter que comprar outra passagem, pensei". Tentei achar alguém do metro do lado de dentro, mas só tinha um cara, do lado de fora. Aí chamei ele e expliquei a situação. O cara viu a minha situação e ficou conscientizado com a minha "burrice". Mas disse que achava que não tinha como. Foi "lá dentro" e perguntou pra um outro cara, que veio entender o problema. Realmente não tinha jeito.
- São 2 cartões diferentes: um só para o metro e outro para o metro + superfície.
- Mas é o mesmo preço, tentei argumentar.
- É, mas são diferentes.
- E comé que eu faço??
- Ah, tenta achar alguém lá na outra estação que não vá usar o cartão no ônibus.
Porra, se são 2 cartões e as pessoas SABEM disso, LÓGICO que não teria cartão sobrando! Mas vi que não ia adiantar ficar argumentando e fui pegar o metro que estava chegando. Lógico que não deu tempo e tive que esperar o próximo...
Chegando em ipanema, tentei perguntar para um segurança se tinha como me ajudar. O cara devia ser do BOPE, porque seguia direitinho os ensinamentos do Capitão Nascimento "faz cara de mau!". Nem olhava pra mim enquanto eu falava. Só falou um "não tem como", sem nem pensar.
Fiu atá a catraca e chamei um outro segurança. Ele estava batendo papo e não me viu. "Se eu sair o cara não vai querer me ajudar MESMO, achando que quero dar o tomé.". Mas o cara não olhava então tive que sair, já aceitando ter que gastar mais R$ 2,80 para andar alguns poucos quarteirões de ônibus (não, não sabia ir a pé).
Cheguei até o cara, expliquei a situação e o sujeito viu minha cara de "fiz merda". Ficou com pena e falou que ia tentar resolver: foi até a bilheteria e convenceu um cara que ia pegar só o metro a pedir a integração. Aí o cara passou e me deu o cartão. Fiquei felizão, agradeci o cara e fui pegar o metro.
Encontrei com a minha avó, comemos e, na volta, quando fui pegar o dinheiro que já tinha separado para o busão, vi que todo o meu esforço tinha sido em vão: a nota de R$ 2 que estava no meu bolso tinha caído em algum lugar e eu não vi. Fiquei mais puto ainda, porque se eu tivesse pago o busão por ter feito cagada, pelo menos teria USADO o serviço....
Olhei os preços e era a mesma coisa o metro e o metro de superfície. QUALQUER pessoa inteligente imaginaria que é a mesma coisa, certo? Fui lá e pedi "me dá uma". Fui até a catraca e botei o coloquei o cartão perto do leitor (RFID, mano!). Aí apareceu uma mensagem no visor "Insira o cartão no local indicado" e uma luz vermelha piscava em um buraco. Vendo que não ia liberar a minha passagem enquanto se eu não enfiasse o cartão lá, xuxei o cartão no buraco, esperando que ele saísse do outro lado (como nas catracas do mineirão).
Fui para o outro lado e...nada. "Putaquepariu me fudi. Vou ter que comprar outra passagem, pensei". Tentei achar alguém do metro do lado de dentro, mas só tinha um cara, do lado de fora. Aí chamei ele e expliquei a situação. O cara viu a minha situação e ficou conscientizado com a minha "burrice". Mas disse que achava que não tinha como. Foi "lá dentro" e perguntou pra um outro cara, que veio entender o problema. Realmente não tinha jeito.
- São 2 cartões diferentes: um só para o metro e outro para o metro + superfície.
- Mas é o mesmo preço, tentei argumentar.
- É, mas são diferentes.
- E comé que eu faço??
- Ah, tenta achar alguém lá na outra estação que não vá usar o cartão no ônibus.
Porra, se são 2 cartões e as pessoas SABEM disso, LÓGICO que não teria cartão sobrando! Mas vi que não ia adiantar ficar argumentando e fui pegar o metro que estava chegando. Lógico que não deu tempo e tive que esperar o próximo...
Chegando em ipanema, tentei perguntar para um segurança se tinha como me ajudar. O cara devia ser do BOPE, porque seguia direitinho os ensinamentos do Capitão Nascimento "faz cara de mau!". Nem olhava pra mim enquanto eu falava. Só falou um "não tem como", sem nem pensar.
Fiu atá a catraca e chamei um outro segurança. Ele estava batendo papo e não me viu. "Se eu sair o cara não vai querer me ajudar MESMO, achando que quero dar o tomé.". Mas o cara não olhava então tive que sair, já aceitando ter que gastar mais R$ 2,80 para andar alguns poucos quarteirões de ônibus (não, não sabia ir a pé).
Cheguei até o cara, expliquei a situação e o sujeito viu minha cara de "fiz merda". Ficou com pena e falou que ia tentar resolver: foi até a bilheteria e convenceu um cara que ia pegar só o metro a pedir a integração. Aí o cara passou e me deu o cartão. Fiquei felizão, agradeci o cara e fui pegar o metro.
Encontrei com a minha avó, comemos e, na volta, quando fui pegar o dinheiro que já tinha separado para o busão, vi que todo o meu esforço tinha sido em vão: a nota de R$ 2 que estava no meu bolso tinha caído em algum lugar e eu não vi. Fiquei mais puto ainda, porque se eu tivesse pago o busão por ter feito cagada, pelo menos teria USADO o serviço....
17 de abr. de 2010
Vivo...
Sim, queridos leitores estou vivo. É que essa semana fiquei no Mirador, que não tem internet. Mas mesmo se tivesse, não daria muito tempo de atualizar o blog, apesar de ter acontecido muita coisa essa semana.
O problema é que minha memória não é das melhores e acabei esquecendo tudo o que eu queria postar por aqui, então continua sem assunto pra posts, hehe. Mas vamos com algumas rapidinhas:
- O prédio da minha rua ainda não caiu. E como o Véio viajou, não sei se decidiram implodir, demolir ou tentar recuperar (o que, pra mim, é impossível);
- Eu já tenho, em um ano, quase 20.000 pontos da TAM acumulados em viagens. Mas por algum motivo que desconheço eles me rebaixaram pra branco e aí fica "pontos para mudar de categoria: 0";
- Aliás, esse sistema novo da TAM tá uma bosta. Tá demorando quase um mês pra cadastrarem os pontos de viagens. Nesse mês já voei 5 vezes e não caiu NENHUM ponto. Mas os pontos de parceiros (hotéis), estão caindo rapidinho;
- Outra coisa que tem me deixado puto é que eles não tem mais disponibilizado fones de ouvido e aí não dá mais pra escutar música durante o vôo;
- Para solucionar o problema acima voltei a levar meu iPod Shuffle nos vôos. Só que na segunda dessa semana ele começou a piscar verde e laranja e descobri que isso quer dizer que ele morreu e que tenho que levar para assistência;
- Uma coisa que resolvi fazer para aproveitar as horas de aeroporto é levar os documentos que tenho que comentar a tiracolo. Aí, no longo caminho Casa-Aeroporto, na espera do vôo e durante o vôo eu fico rabiscando os papéis frenéticamente. Isso evita que eu tenha que trabalhar no hotel;
- Meus estudos para a prova vão indo bem. Faltam só 2 capítulos do livro da Rita na primeira leitura dele por completo (já comecei e parei de ler umas 5 vezes). O problema é que esses 2 capítulos são os maiores;
- Estar no Rio implica em ver a familia. E isso tem me tomados horas preciosas de estudo. Pelo menos semana que vem tem feriados (sim, no plural);
- Estar no Rio é aproveitar os 250 feriados por ano. É impressionante como aquela cidade tem feriado. Tem uns 2 por mês, no mínimo. Semana que vem tem no dia 21 (quarta) e dia 23 (sexta), que não faço idéia do que seja. Adivinha se ALGUÉM vai trabalhar na quinta;
- Antes que falem "Se deu bem, hein!", já vou avisando que eu VOU trabalhar, porque estarei em BH;
- Aliás, não poderia ficar sem Murphy ao meu lado, dessa vez no Metro. Mas isso merece um post;
- Meu andar de trabalho no Rio está em reforma. Isso significa silêncio durante o dia (só tem umas 15 pessoas agora) e MUITO barulho depois das 6;
- Essa semana meu quarto do hotel não tinha controle da TV. Reclamei e o cara falou que tinha estragado e que não tinha outro. Aí perguntei se teria que levantar toda hora que quisesse aumentar/abaixar o volume e desligar a TV. A resposta do cara foi "é". Só de sacanagem deixei a TV ligada a semana inteira. Acho que o que eles pagaram de luz é mais caro que um controle novo;
- Aliás, o recepcionista do Hotel (mirador) fez a MESMA piadinha da outra vez que fiquei lá. Não aguentei e perguntei se ele só sabia aquela piada. Ele ficou sem graça e ficou calado;
- O Véio viajou. E eu também vou viajar. Os dias de liberdade não tem mais a mesma graça;
- Com relação ao trabalho, tá tudo na mesma. Ninguém define nada e vão me deixando lá indefinidamente. Eles não sabem com quem estão brincando... Mas isso deve render um post em breve.
Não consigo lembrar de mais nada, mas certamente tem mais coisa pra contar...
O problema é que minha memória não é das melhores e acabei esquecendo tudo o que eu queria postar por aqui, então continua sem assunto pra posts, hehe. Mas vamos com algumas rapidinhas:
- O prédio da minha rua ainda não caiu. E como o Véio viajou, não sei se decidiram implodir, demolir ou tentar recuperar (o que, pra mim, é impossível);
- Eu já tenho, em um ano, quase 20.000 pontos da TAM acumulados em viagens. Mas por algum motivo que desconheço eles me rebaixaram pra branco e aí fica "pontos para mudar de categoria: 0";
- Aliás, esse sistema novo da TAM tá uma bosta. Tá demorando quase um mês pra cadastrarem os pontos de viagens. Nesse mês já voei 5 vezes e não caiu NENHUM ponto. Mas os pontos de parceiros (hotéis), estão caindo rapidinho;
- Outra coisa que tem me deixado puto é que eles não tem mais disponibilizado fones de ouvido e aí não dá mais pra escutar música durante o vôo;
- Para solucionar o problema acima voltei a levar meu iPod Shuffle nos vôos. Só que na segunda dessa semana ele começou a piscar verde e laranja e descobri que isso quer dizer que ele morreu e que tenho que levar para assistência;
- Uma coisa que resolvi fazer para aproveitar as horas de aeroporto é levar os documentos que tenho que comentar a tiracolo. Aí, no longo caminho Casa-Aeroporto, na espera do vôo e durante o vôo eu fico rabiscando os papéis frenéticamente. Isso evita que eu tenha que trabalhar no hotel;
- Meus estudos para a prova vão indo bem. Faltam só 2 capítulos do livro da Rita na primeira leitura dele por completo (já comecei e parei de ler umas 5 vezes). O problema é que esses 2 capítulos são os maiores;
- Estar no Rio implica em ver a familia. E isso tem me tomados horas preciosas de estudo. Pelo menos semana que vem tem feriados (sim, no plural);
- Estar no Rio é aproveitar os 250 feriados por ano. É impressionante como aquela cidade tem feriado. Tem uns 2 por mês, no mínimo. Semana que vem tem no dia 21 (quarta) e dia 23 (sexta), que não faço idéia do que seja. Adivinha se ALGUÉM vai trabalhar na quinta;
- Antes que falem "Se deu bem, hein!", já vou avisando que eu VOU trabalhar, porque estarei em BH;
- Aliás, não poderia ficar sem Murphy ao meu lado, dessa vez no Metro. Mas isso merece um post;
- Meu andar de trabalho no Rio está em reforma. Isso significa silêncio durante o dia (só tem umas 15 pessoas agora) e MUITO barulho depois das 6;
- Essa semana meu quarto do hotel não tinha controle da TV. Reclamei e o cara falou que tinha estragado e que não tinha outro. Aí perguntei se teria que levantar toda hora que quisesse aumentar/abaixar o volume e desligar a TV. A resposta do cara foi "é". Só de sacanagem deixei a TV ligada a semana inteira. Acho que o que eles pagaram de luz é mais caro que um controle novo;
- Aliás, o recepcionista do Hotel (mirador) fez a MESMA piadinha da outra vez que fiquei lá. Não aguentei e perguntei se ele só sabia aquela piada. Ele ficou sem graça e ficou calado;
- O Véio viajou. E eu também vou viajar. Os dias de liberdade não tem mais a mesma graça;
- Com relação ao trabalho, tá tudo na mesma. Ninguém define nada e vão me deixando lá indefinidamente. Eles não sabem com quem estão brincando... Mas isso deve render um post em breve.
Não consigo lembrar de mais nada, mas certamente tem mais coisa pra contar...
9 de abr. de 2010
Mirador Rio Hotel (Rio de Janeiro, RJ)
Duas semanas atrás fiquei hospedado no Mirador Rio Hotel, que fica em Copacabana, no Rio de Janeiro. O hotel, 4 asteriscos, é bastante grande e a primeira impressão é muito boa. Não sei se foi azar meu, mas logo que encostei no balcão essa impressão passou. O atendente fez piadinhas extremamente sem graça e se eu fosse homofóbico teria causado problemas para ele.
O hall de entrada é bastante grande, assim como o local de café da manhã, que não tirei fotos, mas é lááá no fundo da foto:

Os quartos são espaçosos, mas achei bastante estranha a localização da bancada de trabalho: logo na entrada, separada do resto do quarto. Se quiser usar a internet vendo TV, esqueça (na segunda foto, perto daquelas duas portas lá no fundo):

O banheiro é meio pequeno, mas nada que atrapalhe. A água do chuveiro é bem quente e sai em boa quantidade.


O armário é gigante e cabe roupa pra um mês. Fica entre a bancada de trabalho e o quarto propriamente dito.

A sala de ginástica é bem modesta e o fato de ter apenas uma esteira é um problema. Pelo menos os equipamentos são novos e a sala tem ar condicionado. Ao lado da academia fica um bar, com mesinhas e vista para as pedras de copacabana.


Do outro lado do andar fica a piscina, que não dá pra dar braçadas, mas tem um tamanho bom. A vista da piscina não é das mais bonitas, mas podia ser bem pior...


Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).
O hall de entrada é bastante grande, assim como o local de café da manhã, que não tirei fotos, mas é lááá no fundo da foto:

Os quartos são espaçosos, mas achei bastante estranha a localização da bancada de trabalho: logo na entrada, separada do resto do quarto. Se quiser usar a internet vendo TV, esqueça (na segunda foto, perto daquelas duas portas lá no fundo):

O banheiro é meio pequeno, mas nada que atrapalhe. A água do chuveiro é bem quente e sai em boa quantidade.


O armário é gigante e cabe roupa pra um mês. Fica entre a bancada de trabalho e o quarto propriamente dito.

A sala de ginástica é bem modesta e o fato de ter apenas uma esteira é um problema. Pelo menos os equipamentos são novos e a sala tem ar condicionado. Ao lado da academia fica um bar, com mesinhas e vista para as pedras de copacabana.


Do outro lado do andar fica a piscina, que não dá pra dar braçadas, mas tem um tamanho bom. A vista da piscina não é das mais bonitas, mas podia ser bem pior...


Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).
8 de abr. de 2010
Puto da vida
Lembra que logo que eu vim pro Rio, para ficar um mês, me informaram em plena reunião que eu ficaria mais um mês, para cobrir as férias de um cara? Pois é, aconteceu novamente. Estava eu em uma reunião, definindo junto com o gerente do projeto quem ia ser alocado em algumas tarefas e o cara mandou um "ué, mas quem vai cobrir as férias de fulado é o Meu_Nome". Fiz aquela cara de "Que porra é essa???" e antes que eu falasse qualquer coisa, ele já explicou: "pelo menos foi o que o gerente me falou hoje de manhã".
Eu fiquei puto. Porra, comé que o cara vende a minha alma SABENDO que eu não poderia ficar no Rio em Maio? Vim para o hotel já pensando em mandar todo mundo tomar no cu e mandei um email para o meu gerente falando que era um absurdo o que o cara fez, que já é a segunda vez que o cara faz isso e que estava com medo disso tudo dar merda. E que coisas com essas que me fazem ficar cada vez mais insatisfeito com a empresa.
Cinco minutos depois o meu gerente me liga tentando entender o problema. Expliquei e falei que aquilo era um absurdo, que não podia prometer as pessoas sem saber se elas querem/podem ficar e que eu já tinha deixado claro que não poderia ficar além do mês de abril. Ele falou que ia ver e me avisava.
Passados uns 40 minutos ele me liga de volta (já era umas 9:20 da noite). Falou que ligou para o cara e que ele alegou que ia conversar comigo, mas que estava todo fudido e blábláblá. Balela. O cara teve uma reunião com o meu lider hoje. Porra, o cara tem tempo pra isso, mas não tem tempo de conversar comigo?
O meu gerente viu que eu continuava puto e que aquele papinho não ia resolver a minha raiva. E aí falou que ia dar um jeito de me levar de volta para tocar um projeto, mas que eu teria que viajar. Falei que não tinha problema nenhum em viajar esporadicamente. O que não quero é ficar viajando direto. Porra, se é pra morar fora de BH, eu volto pra vida de consultoria, que pelo menos ganho (muito) mais e é um trabalho que eu também gosto.
Depois de muita conversa, o cara viu que já estou chegando no limite e senti que ele vai fazer o possível e o impossível para me ajudar. O problema é que a ajuda pode vir tarde demais....
Alguém quer me contratar aí?
Eu fiquei puto. Porra, comé que o cara vende a minha alma SABENDO que eu não poderia ficar no Rio em Maio? Vim para o hotel já pensando em mandar todo mundo tomar no cu e mandei um email para o meu gerente falando que era um absurdo o que o cara fez, que já é a segunda vez que o cara faz isso e que estava com medo disso tudo dar merda. E que coisas com essas que me fazem ficar cada vez mais insatisfeito com a empresa.
Cinco minutos depois o meu gerente me liga tentando entender o problema. Expliquei e falei que aquilo era um absurdo, que não podia prometer as pessoas sem saber se elas querem/podem ficar e que eu já tinha deixado claro que não poderia ficar além do mês de abril. Ele falou que ia ver e me avisava.
Passados uns 40 minutos ele me liga de volta (já era umas 9:20 da noite). Falou que ligou para o cara e que ele alegou que ia conversar comigo, mas que estava todo fudido e blábláblá. Balela. O cara teve uma reunião com o meu lider hoje. Porra, o cara tem tempo pra isso, mas não tem tempo de conversar comigo?
O meu gerente viu que eu continuava puto e que aquele papinho não ia resolver a minha raiva. E aí falou que ia dar um jeito de me levar de volta para tocar um projeto, mas que eu teria que viajar. Falei que não tinha problema nenhum em viajar esporadicamente. O que não quero é ficar viajando direto. Porra, se é pra morar fora de BH, eu volto pra vida de consultoria, que pelo menos ganho (muito) mais e é um trabalho que eu também gosto.
Depois de muita conversa, o cara viu que já estou chegando no limite e senti que ele vai fazer o possível e o impossível para me ajudar. O problema é que a ajuda pode vir tarde demais....
Alguém quer me contratar aí?
7 de abr. de 2010
Foinc
Ontem, quando desci para a minha sessão de masoquismo noturno na academia do hotel, vi alguns japoneses/chineses/coreanos na academia. Esse povo está no hotel há muito tempo e já são "de casa", assim como eu. Cumprimentei com a cabeça e fui para a bicicleta (uma das esteiras estragou e a outra estava sendo usada por um dos olhos puxados).
Enquanto pedalava, reparava nos japas conversando e vi que eles tem têm mau gosto para se vestir. Um deles (o da esteira), corria apenas usando um shortinho tipo o do Axl Rose nos anos 80. O outro, pedalava na bicicleta descalço. Um terceiro, de camiseta, calça social e rider. Uma cena horrorosa.
Depois de uns 15 minutos o japinha da esteira terminou sua jornada e foi fazer uns alongamentos bem na minha frente. Estica de um lado, puxa do outro, abaixa e...FOINC. Olhei para os lados, para ver se eu estava escutando demais, mas o cara nem fez cara de "ops". Os amigos dele também não zuaram nem xingaram. "Devo estar escutando demais", pensei.
Passados mais alguns minutos, o cara abaixa novamente e manda outro barulhento. Dessa vez eu tinha certeza: o cara estava realmente peidando. A reação de todo mundo foi a mais normal do mundo, como se aquilo fosse comum. Não quis falar nada, mas, pô, não dava pra ficar bem na direção das bufas.
Mudei de equipamento e fingi que nada tivesse acontecido...
Enquanto pedalava, reparava nos japas conversando e vi que eles tem têm mau gosto para se vestir. Um deles (o da esteira), corria apenas usando um shortinho tipo o do Axl Rose nos anos 80. O outro, pedalava na bicicleta descalço. Um terceiro, de camiseta, calça social e rider. Uma cena horrorosa.
Depois de uns 15 minutos o japinha da esteira terminou sua jornada e foi fazer uns alongamentos bem na minha frente. Estica de um lado, puxa do outro, abaixa e...FOINC. Olhei para os lados, para ver se eu estava escutando demais, mas o cara nem fez cara de "ops". Os amigos dele também não zuaram nem xingaram. "Devo estar escutando demais", pensei.
Passados mais alguns minutos, o cara abaixa novamente e manda outro barulhento. Dessa vez eu tinha certeza: o cara estava realmente peidando. A reação de todo mundo foi a mais normal do mundo, como se aquilo fosse comum. Não quis falar nada, mas, pô, não dava pra ficar bem na direção das bufas.
Mudei de equipamento e fingi que nada tivesse acontecido...
6 de abr. de 2010
Desperdício de espaço
Eu sempre fiquei curioso de ir no terraço de observação do Aeroporto de Confins. Como sempre que vou lá chego mais ou menos em cima da hora, nunca tive oportunidade. Nesse feriado fui levar minha irmã lá e aproveitei para subir. Fiquei espantado com o desperdício de espaço. Olha só:

Esse espação todo não tem uma cadeira para sentar. Se tivesse, não adiantaria muito, porque os vidros refletem e não se vê absolutamente nada do lado de fora. Dos três espaços para restaurante que existem, só um está ocupado (o do restaurante executivo). Mesmo assim, estava fechado ontem.
Láááááá do outro lado (nem dá pra ver) tem uma salinha com um tatame de judô. Não sei se é para exibição, se é algo permanente, se é aberto pra qualquer um... Só sei que também estava fechado.
É uma pena uma estrutura tão grande como a de confins estar jogada às traças. Tá certo que de manhã ele fica lotado e só com uma expansão que fizeram na sala de embarque dá pra sentar. Expansão essa bem burrinha: reduziram a sala de embarque internacional, que não cabe nem todas as pessoas de UM vôo.
Aliás, uma informação que vai explodir a mente de quem viaja muito: você já reparou que o Santos Dumont, com todo o seu problema de falta de espaço, é MAIOR que Confins? Ambos tem 9 fingers e 3 portões para embarque remoto, mas o espaço de check in e a sala de embarque de SDU é MUITO maior que a de Confins. A única coisa boa de Confins é o pátio de aeronaves (que nem é tão grande assim) e o estacionamento, que está sempre lotado...

Esse espação todo não tem uma cadeira para sentar. Se tivesse, não adiantaria muito, porque os vidros refletem e não se vê absolutamente nada do lado de fora. Dos três espaços para restaurante que existem, só um está ocupado (o do restaurante executivo). Mesmo assim, estava fechado ontem.
Láááááá do outro lado (nem dá pra ver) tem uma salinha com um tatame de judô. Não sei se é para exibição, se é algo permanente, se é aberto pra qualquer um... Só sei que também estava fechado.
É uma pena uma estrutura tão grande como a de confins estar jogada às traças. Tá certo que de manhã ele fica lotado e só com uma expansão que fizeram na sala de embarque dá pra sentar. Expansão essa bem burrinha: reduziram a sala de embarque internacional, que não cabe nem todas as pessoas de UM vôo.
Aliás, uma informação que vai explodir a mente de quem viaja muito: você já reparou que o Santos Dumont, com todo o seu problema de falta de espaço, é MAIOR que Confins? Ambos tem 9 fingers e 3 portões para embarque remoto, mas o espaço de check in e a sala de embarque de SDU é MUITO maior que a de Confins. A única coisa boa de Confins é o pátio de aeronaves (que nem é tão grande assim) e o estacionamento, que está sempre lotado...
5 de abr. de 2010
Esparroman NÃO Recomenda: La Pasta Gialla
Na sexta-feira da paixão estava, milagrosamente, a família inteira reunida: a minha irmã e o cunhado vieram da Suíça, a Véia veio do Rio, minha avó veio de sei lá onde ela estava viajando (acho que era itália) e eu e Xuxu estávamos em BH. Para comemorar este feito, fomos almoçar juntos.
Como aqui em casa não tem essa frescura de não comer carne nesta data, nossa primeira opção era o Dona Lucinha, porque tanto minha avó quanto meu cunhado adoram comida mineira. Obviamente estava fechado. A segunda opção foi o Dona Derna, que também estava fechado. Aí ficamos procurando um restaurante ali por perto e acabamos encontrando o La Pasta Gialla, essa casinha bonitinha aí embaixo:

Os preços não eram dos mais convidativos, mas o pessoal gostou da cara do local (e estava com muita fome), então entramos.
Junto conosco chegou uma outra família de 6 pessoas, que acabou sentando antes da gente. Apesar de o lugar estar vazio, nós ficamos esperando uma mesa redonda para 8 pessoas vagar. Tinha mesa pra juntar e colocar todo mundo, mas o gentente (ou dono, sei lá) devia estar esperando mais pessoas. Uns 15 minutos depois nos sentamos.
A garçonete deixou os cardápios, anotou os pedidos de bebida e foi buscar. Eu pedi guaraná zero, mas ela trouxe um comum. Antes que eu pudesse avisar que estava errado ela já tinha aberto o treco, então acabei tomando ele mesmo. Aí, enquanto escolhíamos o prato a mulher sumiu. Custamos a conseguir chamá-la para fazer os pedidos. E olha que nessa hora devia ter só umas 4 mesas ocupadas!
Fizemos os pedidos depois de um tempo tentando "pescar" a mulher e começamos a conversar. Uma hora depois e nada do prato chegar. Isso porque nessa hora eram só três mesas para serem atendidas. Eu já estava falando pra gente levantar e ir a um Mc Donalds, porque a fome já estava gigante, afinal eram quase 4 horas (lembrem-se: neste dai eu acordei 5 da manhã e não tinha comido quase nada até então). O povo resolveu esperar.
Mais uns 15 minutos e resolveram perguntar pra garçonete se não estava pronto. Mas quem disse que a mulher aparecia pra gente pedir qualquer coisa? A minha mãe já estava há uma meia hora tentando pedir uma cerveja e não conseguia. Depois de uns 5 minutos conseguimos perguntar pra mulher e ela foi ver. UM MINUTO DEPOIS os pratos mágicamente ficaram prontos e chegaram à nossa mesa...FRIOS.
Não vou nem falar da quantidade, afinal, lugar chique vem pouca comida mesmo. Mas quem pediu risoto estava sofrendo para comer. Além de muito mais duro que o normal, estava massudo e grudento. A gente até brincou que se jogasse na parede não desgrudava mais. E o pessoal reclamou que estava sem gosto também.
Quando acabamos de comer (uns 15 minutos depois, dado que estávamos famintos e a comida era pouca), o gerente/dono vei perguntar se estava tudo bem e se estávamos satisfeito. A minha irmã e a minha mãe "descascaram educadamente" o cara que, pediu desculpas e falou que isso foi causado porque UMA garçonete faltou.
A minha opção era não pagar os 10%. Minha mãe também não queria pagar, mas minha irmã falou que era um absurdo não pagar e blábláblá. No fim, acabamos pagando, mas com a certeza de nunca mais pisar naquele lugar.
Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).
Como aqui em casa não tem essa frescura de não comer carne nesta data, nossa primeira opção era o Dona Lucinha, porque tanto minha avó quanto meu cunhado adoram comida mineira. Obviamente estava fechado. A segunda opção foi o Dona Derna, que também estava fechado. Aí ficamos procurando um restaurante ali por perto e acabamos encontrando o La Pasta Gialla, essa casinha bonitinha aí embaixo:

Os preços não eram dos mais convidativos, mas o pessoal gostou da cara do local (e estava com muita fome), então entramos.
Junto conosco chegou uma outra família de 6 pessoas, que acabou sentando antes da gente. Apesar de o lugar estar vazio, nós ficamos esperando uma mesa redonda para 8 pessoas vagar. Tinha mesa pra juntar e colocar todo mundo, mas o gentente (ou dono, sei lá) devia estar esperando mais pessoas. Uns 15 minutos depois nos sentamos.
A garçonete deixou os cardápios, anotou os pedidos de bebida e foi buscar. Eu pedi guaraná zero, mas ela trouxe um comum. Antes que eu pudesse avisar que estava errado ela já tinha aberto o treco, então acabei tomando ele mesmo. Aí, enquanto escolhíamos o prato a mulher sumiu. Custamos a conseguir chamá-la para fazer os pedidos. E olha que nessa hora devia ter só umas 4 mesas ocupadas!
Fizemos os pedidos depois de um tempo tentando "pescar" a mulher e começamos a conversar. Uma hora depois e nada do prato chegar. Isso porque nessa hora eram só três mesas para serem atendidas. Eu já estava falando pra gente levantar e ir a um Mc Donalds, porque a fome já estava gigante, afinal eram quase 4 horas (lembrem-se: neste dai eu acordei 5 da manhã e não tinha comido quase nada até então). O povo resolveu esperar.
Mais uns 15 minutos e resolveram perguntar pra garçonete se não estava pronto. Mas quem disse que a mulher aparecia pra gente pedir qualquer coisa? A minha mãe já estava há uma meia hora tentando pedir uma cerveja e não conseguia. Depois de uns 5 minutos conseguimos perguntar pra mulher e ela foi ver. UM MINUTO DEPOIS os pratos mágicamente ficaram prontos e chegaram à nossa mesa...FRIOS.
Não vou nem falar da quantidade, afinal, lugar chique vem pouca comida mesmo. Mas quem pediu risoto estava sofrendo para comer. Além de muito mais duro que o normal, estava massudo e grudento. A gente até brincou que se jogasse na parede não desgrudava mais. E o pessoal reclamou que estava sem gosto também.
Quando acabamos de comer (uns 15 minutos depois, dado que estávamos famintos e a comida era pouca), o gerente/dono vei perguntar se estava tudo bem e se estávamos satisfeito. A minha irmã e a minha mãe "descascaram educadamente" o cara que, pediu desculpas e falou que isso foi causado porque UMA garçonete faltou.
A minha opção era não pagar os 10%. Minha mãe também não queria pagar, mas minha irmã falou que era um absurdo não pagar e blábláblá. No fim, acabamos pagando, mas com a certeza de nunca mais pisar naquele lugar.
Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).
2 de abr. de 2010
Ôô o Prédio Caiu...*
Sexta-feira da paixão. 5 e tantos da matina. Um barulho muito alto. Minutos depois, correria e seguida de uma gritaria "Sai! Sai! Sai todo mundo!". Ainda com sono, ignoro tudo isso. "Deve ser briga por conta de batida". A gritaria continua, agora com um falatório incessante.
Já acordado, vejo Xuxu levantar e conversar com o Véio "caiu o prédio e evacuou o do lado". Essas palavras me fizeram levantar. Olhei pra baixo e vi um monte de gente na rua. O véio desceu e apurou as informações (acompanhe pela foto abaixo): lembra do shopping maldito que estavam construindo aqui perto de casa? Pois bem, durante a construção fizeram alguma cagada e a estrutura do prédio marrom (marcado em vermelho na foto) foi abalada. Fizeram um calço pro prédio não desmoronar e tiraram todo mundo do prédio.

Hoje de manhã o calço cedeu e junto com ele foi toda a parte de trás do prédio (muro, garagem e outras coisas - veja fotos aqui). Para evitar maiores perdas, mandaram evacuar os dois prédios do lado, marcados de amarelo e azul.
Demorou pouco para chegar Globo, Record, Itatiaia e os populares, lógico. Todo mundo veio ver o que tinha acontecido. Agora o povaréu já foi embora e os moradores estão voltando para os seus apartamentos para retirar algumas coisas. E por conta disso o pau tá comendo, porque os responsáveis pela obra não querem deixar ninguém entrar. Xuxu está fazendo uma cobertura jornalística e daqui a pouco deve ter alguma novidade.
Update
A Raquel Camargo tirou umas fotos muito boas do local. Pelo jeito, o prédio marrom já foi e o branco do lado também já tá pra cair. Uma pena. Aperta no play pra ver as fotos.
Fim do Update
Por enquanto todo mundo que foi "desalocado" está indo para um hotel. Bela forma de comemorar a páscoa...
*Para fazer sentido, veja isso e cante a frase no ritmo da música.
Já acordado, vejo Xuxu levantar e conversar com o Véio "caiu o prédio e evacuou o do lado". Essas palavras me fizeram levantar. Olhei pra baixo e vi um monte de gente na rua. O véio desceu e apurou as informações (acompanhe pela foto abaixo): lembra do shopping maldito que estavam construindo aqui perto de casa? Pois bem, durante a construção fizeram alguma cagada e a estrutura do prédio marrom (marcado em vermelho na foto) foi abalada. Fizeram um calço pro prédio não desmoronar e tiraram todo mundo do prédio.

Hoje de manhã o calço cedeu e junto com ele foi toda a parte de trás do prédio (muro, garagem e outras coisas - veja fotos aqui). Para evitar maiores perdas, mandaram evacuar os dois prédios do lado, marcados de amarelo e azul.
Demorou pouco para chegar Globo, Record, Itatiaia e os populares, lógico. Todo mundo veio ver o que tinha acontecido. Agora o povaréu já foi embora e os moradores estão voltando para os seus apartamentos para retirar algumas coisas. E por conta disso o pau tá comendo, porque os responsáveis pela obra não querem deixar ninguém entrar. Xuxu está fazendo uma cobertura jornalística e daqui a pouco deve ter alguma novidade.
Update
A Raquel Camargo tirou umas fotos muito boas do local. Pelo jeito, o prédio marrom já foi e o branco do lado também já tá pra cair. Uma pena. Aperta no play pra ver as fotos.
Fim do Update
Por enquanto todo mundo que foi "desalocado" está indo para um hotel. Bela forma de comemorar a páscoa...
*Para fazer sentido, veja isso e cante a frase no ritmo da música.
1 de abr. de 2010
Dia de saídas
Ontem foi um dia atípico na empresa. Os diretores e presidente se despediram e fizeram propaganda da empresa nova que estão abrindo (o que achei uma palhaçada). Já definiram os substitutos, que tomarão posse na semana que vem.
Além deles mais 4 pessoas do escritório de BH mandaram emails se despedindo (estão saindo, mas não é para a empresa dos ex-diretores).
Para compensar, deram caixas de bombom para cada funcionário, para comemorar a páscoa e adoçar um pouco esse momento difícil. Como estou fora da empresa, tive que ir buscar no escritório (quem estava lá recebeu na mesa). Aí, quando voltei pro cliente sentei na minha cadeira e logo depois me entregaram OUTRA caixa. Parece que alguém foi lá no escritório e buscou pra todo mundo. Fiquei felizão.
Além dos bombons, aproveitei que estava no escritório e peguei o livro de 20 anos da empresa. O livro é bonitão e deve ter sido bem caro: é daqueles de capa dura, com páginas de papel especial, cheio de frescuradas.
Antes que perguntes: não sei qual será o nosso futuro na empresa. Acho que até setembro, quando encerra o ano fiscal, nada muda. Depois disso, acho que vai ter muita mudança.
Só espero ser promovido antes disso...
Além deles mais 4 pessoas do escritório de BH mandaram emails se despedindo (estão saindo, mas não é para a empresa dos ex-diretores).
Para compensar, deram caixas de bombom para cada funcionário, para comemorar a páscoa e adoçar um pouco esse momento difícil. Como estou fora da empresa, tive que ir buscar no escritório (quem estava lá recebeu na mesa). Aí, quando voltei pro cliente sentei na minha cadeira e logo depois me entregaram OUTRA caixa. Parece que alguém foi lá no escritório e buscou pra todo mundo. Fiquei felizão.
Além dos bombons, aproveitei que estava no escritório e peguei o livro de 20 anos da empresa. O livro é bonitão e deve ter sido bem caro: é daqueles de capa dura, com páginas de papel especial, cheio de frescuradas.
Antes que perguntes: não sei qual será o nosso futuro na empresa. Acho que até setembro, quando encerra o ano fiscal, nada muda. Depois disso, acho que vai ter muita mudança.
Só espero ser promovido antes disso...
31 de mar. de 2010
Esparroman RECOMENDA: Big Bi
Nessa nova fase de redução de calorias, encontrei aqui no Rio uma casa de sucos e sanduiches que é fantástica: a Big Bi. Pelo menos em Copacabana e igual praga: tem em toda esquina. Sério: só na Barata Ribeiro eu CONTEI 7 (e olha que nem andei muito).
Pelo que pude perceber, as lojas são de donos diferentes, porque os valores variam (pouco), cada notinha tem um nome diferente e nem todas aceitam todos os cartões. Apesar disso, o cardápio é padronizado e a preparação parece ser igual em todas as lojas (já comi em 4 diferentes).
Os sanduíches não são tão baratos assim, mas são grandes e muito bem preparados (e gostosos). E tem sanduba de tudo quanto é jeito: saudável, gorduroso, frio, quente, com mato, sem mato... Os sucos são até baratos (3,50 o de 300 ml e 5,50 o de 500 ml) e são MUITO bons. Não são aguados, tem gosto de fruta de verdade e nem precisa de colocar açucar.
Mesmo estando sempre cheio, os pedidos saem muito rápido e os atendentes são todos bem humorados. Uma dica: se os sucos são todos adoçados. Se você não quiser açúcar, tem que pedir pros atendentes.
Uma única coisa me incomoda: poucos são os que tem mesa pra sentar. A maioria é no balcão, em cadeiras não muito confortáveis. A solução que encontrei foi pedir para viagem. Os sandubas são colocados em embalagens de isopor e os sucos ganham tampa. E o melhor é que não cobram pelas embalagens.
Dos que eu já comi, recomendo fortemente o sanduba de filé com queijo e ovo (só comi uma vez, porque é meio gorduroso) e o meu de todo dia: o de peito de peru com queijo minas. Já os sucos, o meu preferido é o de morango com leite.
Se passar pelo Rio e estiver afim de um sanduba bom, passe num Big Bi. Eu recomendo!
Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).
Pelo que pude perceber, as lojas são de donos diferentes, porque os valores variam (pouco), cada notinha tem um nome diferente e nem todas aceitam todos os cartões. Apesar disso, o cardápio é padronizado e a preparação parece ser igual em todas as lojas (já comi em 4 diferentes).
Os sanduíches não são tão baratos assim, mas são grandes e muito bem preparados (e gostosos). E tem sanduba de tudo quanto é jeito: saudável, gorduroso, frio, quente, com mato, sem mato... Os sucos são até baratos (3,50 o de 300 ml e 5,50 o de 500 ml) e são MUITO bons. Não são aguados, tem gosto de fruta de verdade e nem precisa de colocar açucar.
Mesmo estando sempre cheio, os pedidos saem muito rápido e os atendentes são todos bem humorados. Uma dica: se os sucos são todos adoçados. Se você não quiser açúcar, tem que pedir pros atendentes.
Uma única coisa me incomoda: poucos são os que tem mesa pra sentar. A maioria é no balcão, em cadeiras não muito confortáveis. A solução que encontrei foi pedir para viagem. Os sandubas são colocados em embalagens de isopor e os sucos ganham tampa. E o melhor é que não cobram pelas embalagens.
Dos que eu já comi, recomendo fortemente o sanduba de filé com queijo e ovo (só comi uma vez, porque é meio gorduroso) e o meu de todo dia: o de peito de peru com queijo minas. Já os sucos, o meu preferido é o de morango com leite.
Se passar pelo Rio e estiver afim de um sanduba bom, passe num Big Bi. Eu recomendo!
Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).
27 de mar. de 2010
Taxistas Cariocas
Os taxistas são, sem dúvida, a classe mais odiada do mundo. Pelo menos não conheço uma pessoa que goste deles. Os taxistas do Rio juntam todos os problemas normais de taxistas e ainda tem um "tempero" especial: são cariocas (malandros, marrentos, espertos, etc). Nesse meu primeiro mês no rio já coleciono histórias boas deles....
O espertão
Quando minha irmã chegou ao Rio, minha mãe encheu o saco para que eu encontrasse com elas. Elas estavam no Garota de Ipanema (o bar/restaurante mais famoso do Rio) junto com a gringaiada que veio com minha irmã. Peguei um taxi e falei "toca pro garota de ipanema, na Prudente de Morais".
O taxista se fez de bobo e foi pela lagoa, o que aumentou em muito o caminho. Eu não sabia o melhor caminho, então fiquei quieto. Quando chegou perto do lugar, ainda soltou um "não estou bem lembrado, é Prudente de Morais em que altura?". Isso eu não sabia. Aí o cara deu uma volta tremenda e chegou no lugar só porque falei "Pô, deve ser esquina com Vinícius de Morais" (dã!). A corrida normal daria 10 ronaldos. O cara conseguiu fazer virar 15. O pior: o taxista era de cooperativa! Mais: da cooperativa que pego TODO DIA!
O sem noção
Estávamos indo para o trabalho e o taxista pega um desses jornalecos que dão na rua. Olha o anúncio de um supermercado e reclama do preço do Papel Higiênico:
- Porra, 6 reais o papel pra limpar a bunda? É por isso que eu lavo, é mais barato.
"Informação demais", pensei. Não satisfeito, o cara continuou:
- Lá em casa o rolo de papel dura 3 meses. Limpar a bunda com papel é muito porco, você só espalha a merda
Para nossa sorte nós chegamos logo depois disso.
O tiradinho
Quando você pede um taxi no Rio eles perguntam com que roupa você está, para facilitar a identificação. Um dia desses um cara da equipe falou que estava de blusa roxa. Quando o taxista chegou, soltou a seguinte frase:
- Roxo? Porra, tá maluco? Essa porra aí é azul! Num ia encontrar vocês nunca, porra.
Tá certo que a camisa do cara era realmente azul, mas quem é o taxista pra ficar tirando o cliente?
O tarado
Chegando no Rio, um taxista pergunta de onde nós somos. Falamos que de BH. Ai ele solta:
- Porra, então vocês vão fazer a festa aqui no Rio. Só tem gostosa aqui. (interlúdio: ele não conhece as mineiras). Vocês tem que ir na 4 por 4. Só tem deusa lá. É muita mulher gostosa num lugar só.
Pouco depois ele pára em um sinal e passa uma mulher muito feia e meio caída. Ai ele solta:
- Olha que delícia. Fala que tem isso lá em BH.
Eu TIVE que responder:
- É, ISSO aí num tem não. Lá tem mulher bonita.
E fiquei imaginando o nível das mulheres da 4 por 4....
Tem mais, mas não me lembro agora.
O espertão
Quando minha irmã chegou ao Rio, minha mãe encheu o saco para que eu encontrasse com elas. Elas estavam no Garota de Ipanema (o bar/restaurante mais famoso do Rio) junto com a gringaiada que veio com minha irmã. Peguei um taxi e falei "toca pro garota de ipanema, na Prudente de Morais".
O taxista se fez de bobo e foi pela lagoa, o que aumentou em muito o caminho. Eu não sabia o melhor caminho, então fiquei quieto. Quando chegou perto do lugar, ainda soltou um "não estou bem lembrado, é Prudente de Morais em que altura?". Isso eu não sabia. Aí o cara deu uma volta tremenda e chegou no lugar só porque falei "Pô, deve ser esquina com Vinícius de Morais" (dã!). A corrida normal daria 10 ronaldos. O cara conseguiu fazer virar 15. O pior: o taxista era de cooperativa! Mais: da cooperativa que pego TODO DIA!
O sem noção
Estávamos indo para o trabalho e o taxista pega um desses jornalecos que dão na rua. Olha o anúncio de um supermercado e reclama do preço do Papel Higiênico:
- Porra, 6 reais o papel pra limpar a bunda? É por isso que eu lavo, é mais barato.
"Informação demais", pensei. Não satisfeito, o cara continuou:
- Lá em casa o rolo de papel dura 3 meses. Limpar a bunda com papel é muito porco, você só espalha a merda
Para nossa sorte nós chegamos logo depois disso.
O tiradinho
Quando você pede um taxi no Rio eles perguntam com que roupa você está, para facilitar a identificação. Um dia desses um cara da equipe falou que estava de blusa roxa. Quando o taxista chegou, soltou a seguinte frase:
- Roxo? Porra, tá maluco? Essa porra aí é azul! Num ia encontrar vocês nunca, porra.
Tá certo que a camisa do cara era realmente azul, mas quem é o taxista pra ficar tirando o cliente?
O tarado
Chegando no Rio, um taxista pergunta de onde nós somos. Falamos que de BH. Ai ele solta:
- Porra, então vocês vão fazer a festa aqui no Rio. Só tem gostosa aqui. (interlúdio: ele não conhece as mineiras). Vocês tem que ir na 4 por 4. Só tem deusa lá. É muita mulher gostosa num lugar só.
Pouco depois ele pára em um sinal e passa uma mulher muito feia e meio caída. Ai ele solta:
- Olha que delícia. Fala que tem isso lá em BH.
Eu TIVE que responder:
- É, ISSO aí num tem não. Lá tem mulher bonita.
E fiquei imaginando o nível das mulheres da 4 por 4....
Tem mais, mas não me lembro agora.
25 de mar. de 2010
Coelhadas
Muita coisa pra fazer, então vamos de coelhadas...
- Ganhei mais uns dias na agenda aqui no Rio. Fico mais um mês (apesar de ainda não terem me avisado oficialmente);
- Marquei meu exame de PMP. Na segunda tinha dado mau no cartão de crédito, mas hoje funcionou depois que liberei compras internacionais. Agora é enfiar a cara nos livros;
- Meu projeto de BH FIBALMENTE acabou. Foram 15 meses de projeto (era pra ser em 8), mas o cliente ficou extremamente satisfeito. Espero que isso conte para a minha sonhada promoção;
- Falando em promoção, por conta da saída da alta direção da minha empresa tá rolando altas movimentações. Já definiram os novos diretores e presidentes;
- Aliás, vão ter arrumar mais alguém, porque mais um gerente sênior saiu hoje (e diz que semana que vem sai mais um);
- O escritório de BH também vai ter muitas movimentações, o que me alegrou;
- Essa semana finalmente consegui chegar a 5.000 pontos no cartão do banco e consegui transferir para a TAM (faz uns 2 anos que estou correndo atrás do rabo, porque vence 400 pontos todo mês e não consigo chegar nos 5.0000 mínimos);
- Essa vida de viajante está pelo menos rendendo milhas. Já cheguei às 15.000, coisa que suei para conseguir quando era consultor (e viajava toda semana);
- Essa semana fui saudável como nunca fui na minha vida: além de comer mato (e só mato) 2 dias, nos outros comi light e ainda malhei na pseudo academia do hotel;
- Falando em hotel, essa semana fiquei no 3º hotel diferente em 4 semanas. O melhor ainda é o primeiro que, além de ser o mais espaçoso e confortável, tem internet grátis e dá pontos na TAM e no SMILES. Semana que vem a gente volta a ficar nele;
- Minha irmã está visitando o país. Trouxe uma caneca bonitona para a minha coleção e uma taça da Erdinger que ela ROUBOU. Só que é daquelas taças de Weissbier gigantes;
- Comprei um Chip do Rio. Já é o 3 ou 4 chip da TIM de DDD diferente que eu tenho;
- No trabalho, estou bem apertado. O cliente quer que eu fique, mas estou tentando fugir de qualquer maneira. Evito encontrar com os gerentes de qualquer maneira, mandando o menino que vai ficar no projeto validar tudo com eles, para não mostrar serviço;
- Mesmo estando aqui há quase um mês, todo dia fico babando com a paisagem da minha janela de trabalho. O problema é que na outra janela, lateral, é uma favela que eu vejo;
- Agora deixa eu voltar para a labuta...
24 de mar. de 2010
Apavorado
Na segunda, vindo pro Rio, o avião estava bem lotado. Ao meu lado, um cara gordinho que parecia bem ansioso: ficava se mexendo, ligava pra meio mundo, pedia coisas pro aeromoço... Tudo isso antes de o avião sair do lugar (e olha que demorou pra caramba pra levantar vôo).
No momento de decolar, o cara fez o sinal da cruz umas 3 vezes e fechou o olho. E logo que apagou a luzinha de atar os cintos o cara abriu a mesinha e agarrou-se nela. Não satisfeito, começou a conversar com o cara do outro lado (afinal, estava com meus fones de ouvido). Na hora que chegou o café da manhã, ele acalmou um pouco e foi comer.
Recolhido o lixo, o cara voltou a ficar nervoso. Na hora que o comandante soltou o "Preparar para o pouso", ele não se conteve e começou a conversar comigo. Falou que existem 4 pontos de alegria dele: "Preparar para o pouso", trem de pouso descendo, "Pouso autorizado" e reverso ligando.
Perguntei se ele não gostava de voar e ele disse: "depois que caiu a máscara de oxigênio e o avião desceu de 29.000 pés para 10.000 pés em 1 minuto, não mais". Nesse momento lembrei de uma foto que a consultora me mostrou de todas as máscaras de oxigênio caídas em um vôo que ela fez. E pensei que ela não ficou traumatizada como o cara.
Aí o trem de pouso desceu e ele mandou um "2 de 4!". Papo vai, papo vem, o cara fala que é engenheiro de telecom. Pô, se o cara é engenheiro, ele deveria saber que avião é a fonte mais segura de transporte. Mas como ele me disse: "pode até ser, mas quando acontece uma coisa dessas você esquece a estatística".
Veio o "Pouso autorizado" e ele falou o "3 de 4!" e aí ficou calado. Dava pra ver a cara de pânico dele. Ele se agarrou na mesinha, que estava travada, e parecia que ia arrancar o treco da poltrona. Eu não aguentei ver aquilo. O desespero dele chegava a ser cômico e fiquei com um mega sorriso na cara.
Quando abriu o reverso ele soltou o "4 de 4!" e me mostrou a mão dele. "Olha só.". Sério, dava pra afogar um periquito na poça de suor que estava na mão dele. Muito nojeto.
Enquanto esperávamos para sair, ele comentou que ia viajar para Portugal na semana que vem. Perguntei como ele aguentaria 10 horas de vôo. A resposta foi simples: "remédio. mas um pra apagar e não ver nem decolar". Só se for assim mesmo...
No momento de decolar, o cara fez o sinal da cruz umas 3 vezes e fechou o olho. E logo que apagou a luzinha de atar os cintos o cara abriu a mesinha e agarrou-se nela. Não satisfeito, começou a conversar com o cara do outro lado (afinal, estava com meus fones de ouvido). Na hora que chegou o café da manhã, ele acalmou um pouco e foi comer.
Recolhido o lixo, o cara voltou a ficar nervoso. Na hora que o comandante soltou o "Preparar para o pouso", ele não se conteve e começou a conversar comigo. Falou que existem 4 pontos de alegria dele: "Preparar para o pouso", trem de pouso descendo, "Pouso autorizado" e reverso ligando.
Perguntei se ele não gostava de voar e ele disse: "depois que caiu a máscara de oxigênio e o avião desceu de 29.000 pés para 10.000 pés em 1 minuto, não mais". Nesse momento lembrei de uma foto que a consultora me mostrou de todas as máscaras de oxigênio caídas em um vôo que ela fez. E pensei que ela não ficou traumatizada como o cara.
Aí o trem de pouso desceu e ele mandou um "2 de 4!". Papo vai, papo vem, o cara fala que é engenheiro de telecom. Pô, se o cara é engenheiro, ele deveria saber que avião é a fonte mais segura de transporte. Mas como ele me disse: "pode até ser, mas quando acontece uma coisa dessas você esquece a estatística".
Veio o "Pouso autorizado" e ele falou o "3 de 4!" e aí ficou calado. Dava pra ver a cara de pânico dele. Ele se agarrou na mesinha, que estava travada, e parecia que ia arrancar o treco da poltrona. Eu não aguentei ver aquilo. O desespero dele chegava a ser cômico e fiquei com um mega sorriso na cara.
Quando abriu o reverso ele soltou o "4 de 4!" e me mostrou a mão dele. "Olha só.". Sério, dava pra afogar um periquito na poça de suor que estava na mão dele. Muito nojeto.
Enquanto esperávamos para sair, ele comentou que ia viajar para Portugal na semana que vem. Perguntei como ele aguentaria 10 horas de vôo. A resposta foi simples: "remédio. mas um pra apagar e não ver nem decolar". Só se for assim mesmo...
21 de mar. de 2010
Majestic Palace Hotel (Rio de Janeiro, RJ)
Essa semana me colocaram em um hotel diferente, porque o outro estava lotado. O Majestic parecia promissor pelas fotos do site. A localização é meio sinistra (a rua é paralela à Barata Ribeiro, em Copacabana, mas é bem escura e pouco movimentada), mas não saí à noite porque choveu muito durante a semana. E quando cheguei na porta do hotel achei meio estranha a classificação dele (três asteriscos e um grilo):

A recepção é bem pequena e no dia que eu cheguei tinha um grupo grande de chicanos fazendo check out, então foi bem caótico conseguir a chave do quarto. Peguei a chave e quando entrei no quarto fiquei uns 2 minutos tentando entender o que eu via:

Sim, é só isso aí em cima o quarto. A TV vira para os lados, mas se tiver 2 pessoas no quarto ou nenhuma das duas vê a TV ou apenas uma delas é contemplada. O armário é grande, mas a posição é bem estranha. A mesa é pequena e a única tomada do quarto fica no alto, na altura da TV, o que é péssimo, porque a fonte do notebook fica pendurada, forçando os fios. O ponto de rede, que demorei uns bons 15 minutos para achar, fica junto da tomada. A internet é paga (e bem paga: 25 centavos o minuto), então não sei dizer se é boa. A cama é bem boa e o colchão parece ser novo.
O banheiro é pequeno, mas melhor dividido que o quarto:

O chuveiro é MUITO bom. Eu estava no penúltimo andar e ainda assim a pressão era grande. Imagina nos primeiros andares. Mas se você é daqueles que não leva shampoo, ia ficar sem lavar o cabelo, porque eles não dão.
A sala de ginástica é minúscula. Tem 4 aparelhos e no dia que tentei usar tinha 2 pessoas lá, então tive que voltar depois.

A piscina também é pequena, mas deve dar pra divertir.

O grande trunfo do hotel é, sem dúvida nenhuma, o café da manhã. Bem completo, tem muito de tudo (só esqueci de tirar a foto). Me falaram que o jantar também é bom, mas não comi lá. Aliás, me falaram também que os quartos do canto são bons e "normais".
Confesso que não gostei muito do hotel, mas está longe de ser o pior que já fiquei. O que mais fez falta foi a internet, o resto dá pra conviver. Semana que vem vou ficar em outro hotel e espero que seja melhor.
Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).

A recepção é bem pequena e no dia que eu cheguei tinha um grupo grande de chicanos fazendo check out, então foi bem caótico conseguir a chave do quarto. Peguei a chave e quando entrei no quarto fiquei uns 2 minutos tentando entender o que eu via:

Sim, é só isso aí em cima o quarto. A TV vira para os lados, mas se tiver 2 pessoas no quarto ou nenhuma das duas vê a TV ou apenas uma delas é contemplada. O armário é grande, mas a posição é bem estranha. A mesa é pequena e a única tomada do quarto fica no alto, na altura da TV, o que é péssimo, porque a fonte do notebook fica pendurada, forçando os fios. O ponto de rede, que demorei uns bons 15 minutos para achar, fica junto da tomada. A internet é paga (e bem paga: 25 centavos o minuto), então não sei dizer se é boa. A cama é bem boa e o colchão parece ser novo.
O banheiro é pequeno, mas melhor dividido que o quarto:

O chuveiro é MUITO bom. Eu estava no penúltimo andar e ainda assim a pressão era grande. Imagina nos primeiros andares. Mas se você é daqueles que não leva shampoo, ia ficar sem lavar o cabelo, porque eles não dão.
A sala de ginástica é minúscula. Tem 4 aparelhos e no dia que tentei usar tinha 2 pessoas lá, então tive que voltar depois.

A piscina também é pequena, mas deve dar pra divertir.

O grande trunfo do hotel é, sem dúvida nenhuma, o café da manhã. Bem completo, tem muito de tudo (só esqueci de tirar a foto). Me falaram que o jantar também é bom, mas não comi lá. Aliás, me falaram também que os quartos do canto são bons e "normais".
Confesso que não gostei muito do hotel, mas está longe de ser o pior que já fiquei. O que mais fez falta foi a internet, o resto dá pra conviver. Semana que vem vou ficar em outro hotel e espero que seja melhor.
Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).
20 de mar. de 2010
Troféu caquinha
No dia em que entrei no meu novo local de trabalho eu vi esse troféu aí embaixo.

Não consegui parar de pensar porque diabos alguém faz um troféu de uma mão segudando um cocozão....

Não consegui parar de pensar porque diabos alguém faz um troféu de uma mão segudando um cocozão....
19 de mar. de 2010
Vista privilegiada
Eu posso estar sofrendo no Rio, passando calor, com medo de tudo, mas quando estou trabalhando é só levantar a cabeça e ver isso aí embaixo que eu fico mais feliz (ao vivo é MUITO mais bonito - mesmo com a atualização da foto, de um dia com sol):

E quando eu vou escovar o dente, fico vendo isso aí:

Pelo menos algum lado bom tinha que ter.

E quando eu vou escovar o dente, fico vendo isso aí:

Pelo menos algum lado bom tinha que ter.
18 de mar. de 2010
Copacapana Hotel Residência (Rio de Janeiro, RJ)
O Copacabana Hotel Residência fica, como o nome diz, em Copacabana, no Rio. A localização é ótima: na Barata Ribeiro bem ao lado da estação de metro Cardeal Arcoverde. Tem um monte de lugares para comer em volta e parece não ser um lugar dos mais perigosos. O hotel é mais antigo, mas diz um colega de equipe que fizeram uma reforma sinistra nele, o que pode ser percebido pelos quartos, que estão bem cuidados. A recepção não é grande, mas não é um problema. As atendentes são educadas e atenciosas.

O primeiro andar é o restaurante, onde tem o café da manhã (bem completo) e o jantar (que é bem carinho, mas maravilhoso):


O segundo andar é um espação onde tem uma micro sala de ginática, uma banheira de hidromassagem coletiva (na primeira foto, ao fundo) e uma mini piscina. Tem também um espação vazio, que não sei pra que serve.



Os quartos são gigantes. Sério, são maiores que a casa da minha mãe no Rio. São 3 ambientes: cozinha, com direito a tanque, sala e quarto (além do banheiro, óbvio). A sala é grandona, com um sofá e uma mesa para trabalho. A TV é única para a sala e o quarto, com um sistema que gira a TV. Pelo que fiquei sabendo alguns quartos não tem esse sistema, e aí a TV é só na sala. A internet é digna, mas o cabo é meio curto. Tem ar condicionado e um ventilador de teto.

A cozinha é espaçosa, com frigobar, fogão, microondas (alguns quartos), pia, mesa e, lá no fundo, um tanque para lavar roupa (que foi muito útil quando esqueci as meias em BH).


O quarto é grande, tem 2 camas individuais (não sei se tem cama de casal), com ar condicionado independente do da sala e um móvel para guardar as suas roupas. Aliás, o guarda roupa é a única coisa ruim do apartamento: fica fora do quarto (entre o quarto, sala/cozinha e banheiro), é MUITO pequeno e não tem portas. bem chato isso.


O banheiro não é grande, mas o tamanho não incomoda. O chuveiro é bom e aquecido a gás. Confesso que demorei pra conseguir ajustar a temperatura, mas depois que consegui fui feliz.


Meu primeiro quarto era de fundo e era bem silencioso. A vista era essa aí de baixo:

O segundo quarto era de frente e era meio barulhento. Nada que impedisse de dormir, mas para compensar tinha uma varandinha. Acabou que esqueci de tirar foto dela.
Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).

O primeiro andar é o restaurante, onde tem o café da manhã (bem completo) e o jantar (que é bem carinho, mas maravilhoso):


O segundo andar é um espação onde tem uma micro sala de ginática, uma banheira de hidromassagem coletiva (na primeira foto, ao fundo) e uma mini piscina. Tem também um espação vazio, que não sei pra que serve.



Os quartos são gigantes. Sério, são maiores que a casa da minha mãe no Rio. São 3 ambientes: cozinha, com direito a tanque, sala e quarto (além do banheiro, óbvio). A sala é grandona, com um sofá e uma mesa para trabalho. A TV é única para a sala e o quarto, com um sistema que gira a TV. Pelo que fiquei sabendo alguns quartos não tem esse sistema, e aí a TV é só na sala. A internet é digna, mas o cabo é meio curto. Tem ar condicionado e um ventilador de teto.

A cozinha é espaçosa, com frigobar, fogão, microondas (alguns quartos), pia, mesa e, lá no fundo, um tanque para lavar roupa (que foi muito útil quando esqueci as meias em BH).


O quarto é grande, tem 2 camas individuais (não sei se tem cama de casal), com ar condicionado independente do da sala e um móvel para guardar as suas roupas. Aliás, o guarda roupa é a única coisa ruim do apartamento: fica fora do quarto (entre o quarto, sala/cozinha e banheiro), é MUITO pequeno e não tem portas. bem chato isso.


O banheiro não é grande, mas o tamanho não incomoda. O chuveiro é bom e aquecido a gás. Confesso que demorei pra conseguir ajustar a temperatura, mas depois que consegui fui feliz.


Meu primeiro quarto era de fundo e era bem silencioso. A vista era essa aí de baixo:

O segundo quarto era de frente e era meio barulhento. Nada que impedisse de dormir, mas para compensar tinha uma varandinha. Acabou que esqueci de tirar foto dela.
Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).
17 de mar. de 2010
Comido por um urso
Dia desses aí pra trás estava seco por ouvir uma música e não tinha nenhum mp3 por perto. A solução foi mendigar no Last.fm, que tinha usado quando ainda era de graça. Liguei o som, coloquei para tocar e esqueci do treco.
Aí, quando estavam quase acabando as minhas 30 músicas de brinde, fui na página ver como poderia fazer para trocar de usuário e ter mais 30 músicas. Ai vi isso aí embaixo:

MUITO legal. Parece que agora todo mundo quer ser engraçadinho na web e fica inventado essas brincadeiras.
Até desisti de trocar de usuário e desliguei o computador.
Aí, quando estavam quase acabando as minhas 30 músicas de brinde, fui na página ver como poderia fazer para trocar de usuário e ter mais 30 músicas. Ai vi isso aí embaixo:
MUITO legal. Parece que agora todo mundo quer ser engraçadinho na web e fica inventado essas brincadeiras.
Até desisti de trocar de usuário e desliguei o computador.
Assinar:
Postagens (Atom)