21 de mar. de 2010

Majestic Palace Hotel (Rio de Janeiro, RJ)

Essa semana me colocaram em um hotel diferente, porque o outro estava lotado. O Majestic parecia promissor pelas fotos do site. A localização é meio sinistra (a rua é paralela à Barata Ribeiro, em Copacabana, mas é bem escura e pouco movimentada), mas não saí à noite porque choveu muito durante a semana. E quando cheguei na porta do hotel achei meio estranha a classificação dele (três asteriscos e um grilo):


A recepção é bem pequena e no dia que eu cheguei tinha um grupo grande de chicanos fazendo check out, então foi bem caótico conseguir a chave do quarto. Peguei a chave e quando entrei no quarto fiquei uns 2 minutos tentando entender o que eu via:


Sim, é só isso aí em cima o quarto. A TV vira para os lados, mas se tiver 2 pessoas no quarto ou nenhuma das duas vê a TV ou apenas uma delas é contemplada. O armário é grande, mas a posição é bem estranha. A mesa é pequena e a única tomada do quarto fica no alto, na altura da TV, o que é péssimo, porque a fonte do notebook fica pendurada, forçando os fios. O ponto de rede, que demorei uns bons 15 minutos para achar, fica junto da tomada. A internet é paga (e bem paga: 25 centavos o minuto), então não sei dizer se é boa. A cama é bem boa e o colchão parece ser novo.

O banheiro é pequeno, mas melhor dividido que o quarto:




O chuveiro é MUITO bom. Eu estava no penúltimo andar e ainda assim a pressão era grande. Imagina nos primeiros andares. Mas se você é daqueles que não leva shampoo, ia ficar sem lavar o cabelo, porque eles não dão.

A sala de ginástica é minúscula. Tem 4 aparelhos e no dia que tentei usar tinha 2 pessoas lá, então tive que voltar depois.


A piscina também é pequena, mas deve dar pra divertir.


O grande trunfo do hotel é, sem dúvida nenhuma, o café da manhã. Bem completo, tem muito de tudo (só esqueci de tirar a foto). Me falaram que o jantar também é bom, mas não comi lá. Aliás, me falaram também que os quartos do canto são bons e "normais".

Confesso que não gostei muito do hotel, mas está longe de ser o pior que já fiquei. O que mais fez falta foi a internet, o resto dá pra conviver. Semana que vem vou ficar em outro hotel e espero que seja melhor.

Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).

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