17 de mai. de 2008

E não é que agora o Pastel aceita cartão de débito E visa vale? Ontem já usei o meu cartão lá...

Freedoooooooommmmm

É, estou mais uma vez sem pais em casa para me apurrinhar. O Véio foi pra um casório (ou algo parecido) em sampa (levando toda a trupe) e a Véia tá no Rio (como sempre). Mas embarcando pras oropa visitar a minha irmã.

Lado bom: fim de semana sem apurrinhação.

Lado ruim: virei office boy e house boy. Estou tendo que fazer TUDO o que se faz em uma semana em 1/2 dia, dado que o comércio só fica aberto sábado de manhã nos fins de semana...

Lado pior ainda: além das coisas deles, estou CHEIO de coisas minhas pra resolver. E para conseguir fazer tudo, montei um plano de ação/"cornograma" com hora marcada pra cada uma das coisas.

Tava tão apertado que tive que colocar "almoçar" como uma das tarefa, senão ia acabar esquecendo....

Vivo

Sim, sim, queridos leitores, eu estou vivo. Quase uma semana sem postar, mas por motivos de força maior. O que não quer dizer que eu não tenha escrito. Só não publiquei....

Dêem uma olhada aí pra baixo que eu coloquei todos os posts nos respectivos dias em que foram escritos.

Hoje Estou...

Acordado desde 5:30 (fui dormir mais ou menos uma da madrugada), em pé desde as 8 e correndo contra o tempo pra resolver tudo o que preciso...

16 de mai. de 2008

Sem pastas, sem organização

Olho para a tela de meus colegas de trabalho enquanto estão lendo um email no webmail da emprase e vejo que NENHUM deles usa pastas. Ficam TODOS os emails no inbox.

Como será que eles conseguem viver assim? Se tem mais de 5 emails no meu inbox eu fico maluco. Mesmo com os labels do gmail antes do assunto (que já é uma certa organização), eu sinto que tem coisas pendentes pra eu arrumar. E enquanto isso eles não tem nada, porque no webmail da empresa são só pastas, nada de labels.

Sério, acho isso uma certa desorganização. Mas isso é o que eu acho. Eles devem se entender bem com o inbox cheio....

15 de mai. de 2008

Exercício no seco

Falando em pedalar, essa semana estou passando por uma situação nova: praticar esporte em um tempo seco. Tá, ainda não está putaqueparilmente seco como dizem que BSB fica, mas já percebe-se que o tempo está mais seco (e frio também).

O frio, eu enfrentei, "excrusive" na época que rolava masoquismo noturno (quando eu corria nas noites geladas de BH, às 9, 9:30 da noite. Estranhamente não achei link disso). Mas o ar seco...

Sério, é muito estranho. Parece que você puxa o ar e ele não vem. O que piora bastante considerando a minha condição "sedentário-preguiçoso-tentando-voltar-a-ser-esportista".

Fico imaginando como será quando o ar estiver realmente seco (15, 20% de umidade). Espero que até lá eu já tenha acostumado e estaja mais em forma. E tenha comprado uma garrafa de água com suporte pra bike, dado que no parque existem 3 (sim, TRÊS) bebedouros numa pista de 10 km. E de água quente, pra piorar.

Mas o mais estranho mesmo é que mesmo com essa secura toda no ar eu tenho suado um bocado, coisa que não acontecia antes. O suor não deveria evaporar mais rápido?

Esparroman x Bicicleta Vagabunda - Parte perdiascontas

Não adianta. Não consigo ficar 15 dias sem ter problemas na bicicleta que comprei. Mas tirando o pneu furado, todos os outros problemas foram culpa minha. E todos porque eu resolvi montar a magrela sozinho. Desta vez, o problema foi no pedal direito, que quebrou. Mas vamos de historinha...

Na semana passada (ou na anterior, não lembro), enquanto eu pedalava no parque, ouvi um "crec" quando dei uma pedalada mais forte para vencer um morrinho ridículo do parque (na verdade era uma ponte). Dei uma olhada geral na bike, pedalando mesmo, e não vi nada diferente, então continuei pedalando normalmente.

Passado mais um tempo, em outra pedalada mais forte (desta vez no plano, para dar uma animada, já que estava morrendo), outro "crec". Olhei mais uma vez rapidamente e não vi nada. "Chegando no hotel eu dou uma olhada melhor, na luz", pensei. Afinal, aquele parque a noite é mais escuro que cemitério nas partes "não pista de 4 km".

Cheguei no hotel e dei uma olhada. Vi que o pedal tinha rachado em um lugar perto da porca de fixação, na parte mais extrema do bicho. Tipo o desenho abaixo (seja criativo e imagine que é um pedal). As partes vermelhas são os rachados.


Como tava pequeno, deixei quieto. "Quando quebrar de vez eu troco", pensei. Mas fiquei pensando como o bicho quebrou. Tá certo que eu tô goidinho mas não a ponto de quebrar um pedal. E nem tenho força suficiente pra isso (pelo menos pedalando). Mais: se fosse pra quebrar por causa de um desses motivos, deveria ter quebrado os dois.

E mais uma vez o meu lado consultor que quer achar a causa de tudo entrou em ação. Comecei a me perguntar o que tinha feito de diferente e o que poderia ter causado aquele problema. Afinal, isso definiria o tipo de pedal que compraria quando ele quebrasse de vez e eu colocaria a causa na minha lista de "não fazer".

Pensei, pensei, pensei e...lembrei. O pedal é o oposto ao que soltou outro dia. E se voces lembram (ou leram hoje), eu dei uns chutes no bicho pra colocar no lugar. E nos chutes, lógico, a bike estava apoiada exatamente no pedal que quebrou.

Resumindo a história: quando eu montei o camelo, esqueci de apertar todos os parafusos. Isso fez com que o "pé de vela" soltasse. Para colocar no lugar e conseguir voltar para o hotel, chutei o maldito e com isso forçou o pedal, que certamente trincou e, ao sofrer uma força maior, terminou de rachar.

Mas voltando a história... Continuei usando a bicicleta normalmente, esperando o pedal quebrar. Já tinha até achado uma posição em que fazia menos "crec". Mas ontem, não teve jeito. O pedal praticamente se desfez quando eu estava CHEGANDO NO HOTEL. É, porque o hotel fica ao lado do eixo monumental e para atravessá-lo, tive que pedalar forte muitas vezes e o bichinho não aguentou.

Ainda tem um pedaço dele preso ao pino central (sei lá como chama), então ainda dá pra enrolar um pouco e fazer umas pesquisas de preço até a compra do novo pedal.

Que será o mais barato possível, lógico...

14 de mai. de 2008

Dupla definida

Na nova fase do nosso projeto ficou definido que cada consultor irá para uma "divisão" da empresa. E junto com ele irá uma das pessoas do G8. E a cada "célula" dessas serão agrupados mais alguns manés funcionários da "divisão" em questão.

Cada uma das "células" será responsável por análises de um grupo de, ahn, coisas (sigilo é foda. Tá dificultando a explicação). E quando foi feita a divisão das "coisas", fiquei com "coisas" relacionadas à minha formação. E neste momento SOUBE que Cascão seria a minha dupla. Não, a divisão nãoseria feita por nós. Mas o cara tem a formação parecida com a minha e certamente a escolheria para trabalhar.

Hoje, finalmente rolou a reunião em que seriam definidas as duplas. E meu pressentimento estava correto. Cascão SERÁ a minha dupla. O fato dele não trabalhar, ser discrente com o nosso projeto, etc não me importa muito. Ou ele trabalha ou ele será substituido. O maior problema é o cheiro.

Sério, ou ele tem algum problema gandular ou ele não toma banho/lava a roupa. Ou os dois. Mas o fato é que ele fede. E pelo jeito não faz nada a respeito.

Agora deixa eu ir ali comprar um prendedor de roupa pra colocar no nariz....

Comprada

Correm boatos que a empresa que eu trabalhava foi comprada por uma outra empresa gigante. O valor que corre na boca pequena é de mais ou menos 100 mião de ronaldos.

Meus amigos que ainda estão lá estão com medo de rolar corte de cabeças geral. Eu já queria estar na empresa, pois o ramo da empresa que comprou é MUITO bacana.

Mas deve ser ruim essa sensação de não saber se vai ter emprego daqui um mês...

Agora a minha maior preocupação é: vai ter festa junina esse ano par eu poder bicar?

Desfalcados

Minha equipe diminuiu desde sexta passada. O Falador não está mais entre nós (não, ele não morreu). E até que outra pessoa venha para o lugar dele, Itajubá está dormindo sozinho. E correm boatos que virá uma menina, o que fará com que tenhamos um quarto duplo e um single masculino e um duplo e um single masculino.

O mais esperto falaria: "rodízio! Uma quinzena dormindo sozinho!". E eu concordaria, não fosse o ronco estrondoso do Itajubá. Ficar 15 dias sem dormir, pra poder ficar 15 sozinho (e 15 com o roomie atual). Essa decisão terá que ser tomada assim que decidirem quem vem pra cá.

E ainda estou pensando se vale a pena ou não. Na atual circunstância, não vale não...

Eutanásia

Ontem a noite fui no técnico ara ter notícias do meu telefone. Cheguei na loja e...o cara não tinha testado. Abriu, trocou o microfone (que era onde ele estava apostando todas as fichas), isolou uma parte que estava encostando não sei onde, ligou e...não resolveu.

Nesta hora eu já estava dentro da loja, na parte onde são feitos os reparos. Aí comecei a palpitar e fazer um "toró de parpite" com o cara. Afinal, questionar, perguntar "por que?" diversas vezes e dar opinião até achar a causa raiz é o meu trabalho. Mas o cara não estava muito paciente.

Na verdade acho que ele estava era sem saco de procurar o defeito. Nem um multímetro ele usou. Simplesmente falou que era um "defeito aleatório" e que esse tipo de defeito é impossível de achar.

Pedi pra ele montar de volta e saí de lá já procurando outras assistências técnicas. A solução será deixar na especializada da Sony aqui de BSB mesmo. Sõ não sei quando, porque fica longe do trabalho e eu não tem como deixar na hora do almoço...

Fato é que já estou com a idéia de ter que matar meu telefone na cabeça. E já estou olhando outros, mesmo não querendo, porque o 3G ainda tá chegando e em breve "quererei" comprar um telefone mais, hum, potente.

Mas acho que vou aproveitar que a Véia tá indo visitar a minha irmã e pedir um telefone qualquer baratinho de "lembrança" da europa....

13 de mai. de 2008

Air x Lenovo

Muito louco. às vezes é melhor um "goidinho" completo que um magrelo capenga.

Dica de alguém no twitter (não lembro quem)

Celular na UTI - desta vez fazendo barulho

Meu celular está com problema já faz algum tempo. Eu mandei arrumar, mas o cara não achou o problema. O que não quer dizer que o problema tenha parado. Mas toda vez que eu ia até a loja o diabo do chiado parava. Até passei vergonha quando fui mostrar pro técnico o problema.

Aí ontem, estava decidido a não sair da loja enquanto o telefone não chiasse. Testei antes de ir pra loja (lógico) e estava chiando. Aí fui andando até lá com o telefone ligado, pra não correr riscos. Mas quando eu estava QUASE na loja....parou o chiado. Fiz aquela piadinha básica (tava chiando até dois metros atrás), mas não desisti. FIquei lá apertando, torcendo, esticando o aparelho até que ele...chiou!

Mostrei para o cara e ele viu que estava realmente chiando. E então disse: "é. Tá chiando mesmo. Agora sim eu vi.". E aí falou que deve ser o microfone e que vai trocar pra ver se continua o problema.

Ainda não sei quanto vai ficar, mas pelo menos agora vai arrumar essa porcaria. E o melhor de tudo: eu não estou ficando maluco. O telefone estava com problema mesmo.

11 de mai. de 2008

Street Fighter the later years

A saga do Street Fighter the later years chegou ao fim. Veja todos os episodios aqui.

Comece no 1, lógico...

Encontro do BlogsDF

Ontem a tarde fui ao encontro do pessoal blogueiro aqui do DF, o BlogsDF. Já aconteceram uns 2 ou 3 encontros deles desde que cheguei aqui, mas em TODOS eram dias de retorno pra BH ou eu tinha alguma coisa pra resolver. Logo não conhecia ninguém além da Lu Monte, que conheci no BlogCampMG.

Pensando nisso, resolvi chegar meia hora mais tarde. E para chegar no lugar combinado, o Outback, decidi ir de Metrô. O Metrô aqui do DF é tipo o de BH: só cobre metade da cidade. Aqui, no caso, é do centro para as cidades satélites do sul (Ceilândia e Samambaia).

O problema é que eu nunca tinha andado de metrô aqui em BSB. E nem ido ao Outback, que fica no ParkShopping. Tudo o que eu sabia é que pegava na rodoviária e que tinha uma estação no shops. Mais nada. Ah, e que no fim de semana é 1 real a passagem.

Fui caminhando até a rodoviária e lá perguntei onde eu pegava o Metrô. O cara me falou e lá fui eu em busca da entrada. Comprei a passagem e fui para a plataforma. Só que eu não sabia qual trem pegar, nem o sentido. Mas como diz o ditado, quem tem boca vai a Roma, então descobri que qualquer linha servia.

Demorou um pouco, mas o trem passou. E eu peguei, e ainda consegui sentar na "janela", ó só:



Cheguei no shops e, mais uma vez, usei o dom da fala para achar o Outback. Entrei e rodei, rodei, rodei... e não achei a Lu. Solução: ligar pra ela. Liguei e descobri que ela estava presa no trânsito (culpa das obras da EPIA). Aí ela me passou o telefone da Bia, mas o espertão aqui anotou errado. E para não ligar novamente, usei o dom da fala mais uma vez.

Procurei as pessoas mais nerds do local, com mais gadgets em cima da mesa e perguntei: "BlogsDF?". Por sorte, era o pessoal. Senão ia ficar muito sem-graça. E de cara, já me mandaram pedir um "dos grandes", que é isso aqui:


Tomei dois desse aí. E cada um custa 10 ronaldos....

A tarde foi bem bacana. O pessoal é gente boa, tem papo bacana e rendeu bastante conversa. Me zuaram um pouco bocado por causa da minha "bicho-de-matisse", que me faz falar pouco quando estou com pessoas que não conheço direito. Mas tudo bem...

Na hora de ir embora, tinha que correr um pouco, por causa do horário do Metrô (agora entendo o que a Raquel quer dizer com "fechar os portões de Contagem"), mas consegui entrar a tempo na estação.

O próblema é que NA HORA que eu cheguei na plataforma tinha um trem saindo, então tive que esperar mais uns 10 minutos até o próximo passar. Mas foi legal, porque consegui tirar uma foto da estação, ó só:


Sim, essa estação é pra cima da terra

O que eu achei estranho é que os motoristas do metrô são meio roda-dura. Não rola uma velocidade de cruzeiro. Eles vão acelerando e freiando ENTRE as estações. Tipo quem quer economizar gasolina....

Dia das mães

Veja como são as coisas.... Eu sou de BH, mas estou passando dia das mães em BSB, porque não é meu fim de semana de retorno pra BH. Mas mesmo se tivesse retornado, não econtraria a Véia, porque ela está no Rio.

E nem adianta eu fazer um post especial pra ela, porque ela nem sabe da existência deste blog.

O que me resta é desejar a vocês, queridos leitores, um bom (feliz? Sei lá!) dia das mães. Dêem um abraço nas mães de vocês (dá um abraço na Sogrona e na Avó Sogrona por mim, Xuxu!).

E se não for possível, seja pela distância ou por ela não estar mais entre nós, que seja como eu, pelo pensamento (ou telefone, email, skype, telegrama, etc).

O Google também fez a sua homenagem, ó só:

Maldita internet do hotel. Me fez perder um post ontem. Só vi hoje de manhã. Tá ali, dois posts abaixo desse.

Hoje Estou...

Trabalhando... É...

Pelo menos não estou em BH.

10 de mai. de 2008

Deprimente

Hoje fui a mais um restaurante comer de graça (graças ao festival "Brasil Sabor"). O escohido da vez foi o Mitsubá, que fica perto do hotel. O prato de lá, muito bom, por sinal, veio mais farto do que da primeira vez que fui. Isso porque eu não pagaria por ele. Vai entender.

Fui sozinho e, quando cheguei lá, só tinha eu no restaurante. Pior: ainda sentei láááááááá no cantão, então deu uma sensação de "vazio" muito maior do que se eu tivesse sentado na meiuca.

Mas o pior mesmo é comer com todos os garçons olhando pra você, pra ver se você precisa de alguma coisa....

Esparroman NÃO Recomenda: Cinema do Brasília Shopping

Acabou que eu não comentei da minha ida ao cinema aqui em BSB. O filme escolhido foi Ironman e junto comigo estava O Primo, o amigo do primo e o Itajubá. O cinema foi o do Brasília Shops, basicamente porque é perto do hotel.

O ingresso, como tudo em BSB, é cara pra cacete. 15zão numa terça feira. E o cinema.....sem comentários. Praticamente plano, cadeiras sujas, desconfortáveis... Pelo preço, teria que ser algo fantástico, em arquibancada, cadeiras confortáveis e tal.

A minha sorte, que sou baixinho, é que a sessão estava vazia e não tinha ninguém nas três fileiras na minha frente. Senão não teria visto NADA.

Além das cadeiras duras e "fixas", ainda tinha um ponto branco no meio da tela, que demorou um pouco até sair de lá.

Como o filme foi bacana, não fiquei muito puto com o cinema. Mas saí de lá sabendo que não volto mais...

Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).