7 de jun. de 2011

Bem Vindo ao Vale Sagrado dos Incas

O vale sagrado dos incas fica numa região próxima a cusco e, como tudo naquela região, muito importante para os incas. O Vale é considerado sagrado porque a terra era muito fértil e dava pra plantar de tudo. O lugar todo é muito bonito, até pra quem não gosta de mato, como eu. Saca só:





Mas vamos aos lugares.

Pisac

A primeira parada é a cidade de Pisac. Confesso que não lembro a razão de viver da cidade, mas acho que era um "fazendão" pra plantar comida. Uma história que eu lembrei que o guia contou é que os incas usavam essa curva de nível aí embaixo para aclimatar as plantas. A cada safra o que estava em baixo subia um nível e o que estava em cima descia um degrau. Assim, você conseguiria plantar qualquer coisa em qualquer nível (o que não acontecia naturalmente).




Dá pra notar que era um lugar de menor importância, porque as construções são do dia a dia, com as pedras empilhadas, sem nenhum tipo de preparação. É basicamente um monte de casa popular.














Isso aqui era uma praça utilizada pra alguma coisa que não lembro. deve ser algum ritual.


No entanto tem uma construção que é mais arrumadinha. Essa certamente era um templo de qualquer coisa, porque são as pedras preparadas. Só não me pergunte o que é....




Uma outra coisa muito legal é que nas montanhas em volta tem alguns cemitérios incas. Os mortos eram enterrados nas montanhas. Só que aí veio o homem branco (sempre ele) e arrancou os restos mortais de lá. Mas saca só o esquema (cada buraquinho na montanha é uma cova):




Depois de ir para as ruinas, você é levado a conhecer a cidade, um povo supostamente ainda inca. Pra mim, tem todo mundo a mesma cara e é uma desculpa pra eles venderem artesanato (sim, tem uma feira lá).













Ollantaytambo

Esse lugar, até onde me lembro, era um "hotel" pra galera que viajava descansar. Tinha alguma coisa a mais, lógico, mas eu não lembro. Só lembro que a escadaria da penha é fichinha comparado a subir essa merda toda aí embaixo a mais de 3.000 metros de altitude.




Na medida que você vai subindo o guia para e dá algumas explicações (sim, porque se ele for direto todo mundo morre). Uma das que ele explicou é que na montanha do outro lado do vale ficava o estoque de comida. Não dá pra ver direito, mas é numa construção que tá lá no meio da pedra, no meio da foto:




Nesse pedaço aí que a galera ficava hospedada. Como as pedras estão bonitinhas, essa deve ser a parte dos ricos e importantes:


No topo da montanha tem uma parte de rituais. A primeira foto mostra pedras cerimoniais. A segunda, mostra uma parede que supostamente tem um puma, uma serpente e um condor. Eu não consegui ver nada disso...




Do outro lado direito era a casa dos pobres:


Como não dava pra ficar buscando comida do outro lado do vale toda hora, tinha um mini-estoque pro pessoal sobreviver. São essas casas aí embaixo:


Láááááááá embaixo fica o resto das casas e tem um templo da água. É realmente impressioannte como esse povo sabia lidar com a água. Eu não vi fonte nenhuma de água por ali (só no rio, que fica num nível mais baixo). A primeira foto foi tirada do meio da montanha:











Chinchero

A última parada da viagem é Chinchero. Antes de rodar pela cidade, você para em um lugar em que é explicado como são feitas as famosas roupas de alpaca e como são feitas as tintas que as colorem. Tudo, lógico, com o intuito de vender umas malhas para os turistas. Mas o esquema é realmente interessante, porque as cores são todas de coisas naturais (semente, terra, etc).






De lá, pode-se passear pelo povoado. No dia que fomos, era final de carnaval pra eles (e para a bahia, já que no sábado seguinte ao carnaval). Aí estava acontecendo um monte de danças e celebrações típicas.












Não podia tirar foto dentro da igreja, mas a gente sempre dá um jeitinho. Não que tenha muita coisa pra ver, porque ela era bem simples.





6 de jun. de 2011

Bem Vindo a Sacsayhuamán, Tambomachay, Qenko e Pukapukara

Nos arredores de Cusco ficam algumas cidades importantes do império Inca. Como eu disse (disse?) no post sobre Cusco, Cusco era a cidade mais importante do império Inca e em volta da cidade ficavam várias localidades importantes. A mais importante delas, era Sacsayhuamán, a cabeça do puma.

Sacsayhuamán

A primeira parada do passeio é o local considerado o ponto mais importante do império Inca. Conhecido como fortaleza de Sacsayhuamán, o local era utilizado para rituais e, pelo que me lembro, era também um local de culto ao sol. Na entrada tem uma foto aérea que mostra a imponência do lugar:


Repararam que tem uma parte que faz ziguezague? POis é, dizem que isso aí era pra representar um raio.

Uma coisa absurdamente impressionante do lugar é o tamanho das pedras e como diabos elas foram parar lá. O pior: elas são perfeitamente encaixadas, saca só:








A pedra maior dessa última foto tem, na parte visivel, 5 metros. Pra baixo tem mais 2. E a penúltima mostra o encaixe perfeito. É muito absurdo.

Tomaí mais um monte de fotos do lugar.

























Tambomachay

Também conhecido como "Banho do Inca", é um templo para cultuar a água. A ligação dos incas com a água é impressionante e a forma como eles lidavam com ela é mais impressionante ainda. Parece que eles tiravam água de pedra. Chega a impressionar os aquedutos que eles criavam, muitos deles subterrâneos e no meio das montanhas. Saca só:










Essa última foto aí mostra um segundo lugar que cuspia água, mas que foi destruído pelos espanhóis (sempre eles).

Qenko

Qenko supostamente é um observatório astrológico. Dá pra ver que era um lugar para a galera mais importante. Diz o guia que lá rolavam altos rituais e em muitos deles tinha sacrifícios. Realmente tem uns altares e uns tronos e na parede da entrada tem uns lugares para colocar as imagens dos "santos". O mais legal é passar no meio das pedras e ver os altares, mas já estava quase de noite e sem flash não deu pra tirar foto de porra nenhuma...

A parte da frente é onde fica o observatório, com o tal lugar pra colocar os "santos" e essa pedra parecendo um símbolo fálico que servia pra alguma coisa que não lembro.









A parte de trás é onde tem os tronos, o altar de sacrifício e a passagem pelo meio das pedras. Achei umas fotos do Véio com flash la de dentro.

















Pukapukara

Não deu tempo da gente ir a Pukapukara. Ficou escuro e não dava pra ver porra nenhuma, então o guia nem entrou. Fiquei puto, porque o cara atrasou pra caralho no começo, mas tudo bem. Basicamente, pelo que ele me explicou quando eu perguntei se a gente não ia lá, era uma fortaleza militar e lugar de passagem para os viajantes. Em vários lugares do império inka existiam pukaras e essa era chamada de puka pela cor das pedras, vermelha.

Consegui tirar uma foto de fora, no dia seguinte, quando fomos para o vale sagrado. Saca só:



5 de jun. de 2011

Cara nova

Sim, sim, queridos leitores. Depois de mais de um ano sem mudanças o blog está de cara nova. As mudanças não foram tão radicais, mas são mudanças (quase coloquei um template preto, mas acho que vocês não iriam gostar).

De quebra tem umas bobeirinhas novas que o blogger disponibilizou: esses botões de compartilhamento e esses aí para classificar o post. Acho que ninguém vai usar essas porcarias, mas tava lá de bobeira, então coloquei, hehe.

Ah! como esse modelo fixa o tamanho das "caixas" com textos, no celular fica uma merda. Aí resolvi usar mais uma funcionalidade do blogger pra resolver este problema: quem estiver no celular vai ter uma interface diferente. Se eu conseguir colocar o tamanho das janelas variáveis volto a versão para celular igual a da web.

Gostaram das mudanças? Salvei o template antigo, caso as reações não sejam boas, hehe.

31 de mai. de 2011

Esparroman Foi: Küd Bier

Estava eu trabalhando loucamente na semana retrasada, tentando fechar tudo o que precisava para ir a Manaus, quando recebo um email Off Topic. Eu raramente leio essas coisas off topic que me mandam, mas o assunto desse email me chamou a atenção: Visita à Küd Bier.

Basicamente era o seguinte: um cara da empresa conhece os donos dessa cerveja artesanal e ia marcar uma visita à "fábrica" para conhecermos o processo de fabricação, ver o maquinário do cara e tirar dúvidas. No fim, o cara ia abrir um barril a preço de custo. Como eu já tinha trabalhado muito durante a semana, resolvi ir.

Não vou contar que fiquei esperando uma hora até o primeiro cara que tinha combinado chegar, nem que o tal dono deu bolo e que ficamos quase duas horas esperando pelo outro sócio. Isso já era esperado, considerando a minha amizade com Murphy. O fato é que quando chegamos ao local (lá pros lados do Jardim Canadá), fomos MUITO bem recebidos.

O lugar é muito legal: essa casa aí embaixo toda decorada no estilo da cerveja. Todos os detalhes foram muito bem pensados: a maçaneta do banheiro é no formato do logo (essa guitarra no alto) e os bonequinhos para indicar banheiro masculino e feminino com a mão do "metal" pra cima |m|.











O outro sócio já esperou a gente com copos na mão. Entregou pra gente, mostrou que bebida tinha em cada tonel e falou: "sirvam-se. é por conta da casa. E hoje é direto da teta da vaca.". Aí todo mundo encheu o copo (erámos uns 10) e ele começou a explicar o processo e contar a história da empresa (que não vou lembrar, lógico).


Meu amigo, minha amiga... o Chopp é MUITO bom. Eu experimentei os 3 sabores disponíveis: pilsen (loira), indian pale ale (ruiva) e uma que esqueci o nome, mas que era a morena. Os nomes, na verdade, são títulos de música roquenrou (só lembro o da Ruiva, que é Kashemir). Depois de experimentar todas elegi a minha favorita (a ruiva) e tomei muitos copos dela.

Infelizmente o lugar ainda não tem alvará para funcionar como bar, então por enquanto ou você compra direto deles ou aluga o lugar e bebe o chopp deles. ACHO que tem pra vender também, só não sei onde. Aliás, lembrei que tem cerveja deles no Frei Tuck.

Já estamos pensando em fazer a festa junina da empresa lá, hehe.

30 de mai. de 2011

Quase tudo pronto

Pois bem, queridos leitores, minha viagem pras oropa em Outubro está praticamente resolvida. Já tenho as passagens de avião (Zurique, Hamburgo, Munique, Berlim e Roma), todos os hotéis, seguros, passaporte e euros (não muitos, mas já tenho). Só faltam agora as passagens de trem da itália, que sabe-se lá porque ainda não pode comprar. Italiano é igual brasileiro, deixa tudo pra última hora...

A brincadeira não está saindo muito barata, mas eu trabalho muito e mereço gastar meu dinheiro pra aproveitar. A minha sorte é que consegui vender as milhas que tinha na Gol (72 mil) e elas pagaram as passagens BH-Zurique-BH, voando TAP. As passagens de avião na europa até que não foram tão caras, mas hotel, meu amigo, foi dureza. Uma bordoada. Pelo menos dividiu em 10 vezes (tô me sentindo aquele povo que vai pra Porto seguro pagando 10 parcelas de 50 reais).

E como não poderia deixar de ser, meu amigo murphy me pregou uma pegadinha. Estava eu trabalhando, em Manaus, quando me liga a mulher de onde comprei as passagens BH-Zurique. Ela fala que deum uma merda e a TAP CANCELOU o meu vôo Lisboa-BH. Antes que eu começasse a xingar meio mundo ela já deu a solução: ou eu voltaria via Rio e passaria o dia inteiro no Galeão, indo pra BH a noite, ou ficaria uma noite a mais em LIsboa, com hotel e translado pagos pela TAP. Adivinha qual que eu escolhi.

Parecia que eu estava prevendo merda quando marquei a volta da viagem numa e não no sábado ou domingo. O lado bom é que terei uma tarde pra conhecer Lisboa. Tá certo que não vai dar pra ver porra nenhuma, mas pelo menos vou poder ir até a torre de Belém tirar umas fotos e comer uns doces.

29 de mai. de 2011

Arte bizarra

Aí eu entro no meu quarto no hotel de Manaus e me deparo com isso:


Olhei rápido e assustei.

Depois que fui ver que era (supostamente) arte indígena.

28 de mai. de 2011

Volta dos Bem Vindos do Peru

Queridos leitores,

Os bem vindos do peru ainda não acabaram. Tem mais umas 3 cidades pra aparecer por aqui, mas o trabalho estava dureza nas últimas semanas e a rede em Manaus não permitiu fazer esses posts que tem muita foto. Mas fiquem tranquilos que um dia sai. Espero que esse dia seja breve.

27 de mai. de 2011

Rapidinhas

Coisas que aconteceram nos últimos tempos, mas que não merecem um post só para elas:

- A mulher que era ruim de serviço pra caralho, mas que só estava na empresa por ser deficiente foi mandada embora. Demorou quase 2 anos essa brincadeira, mas finalmente tomaram vergonha na cara;
- Outro dia o gerente do escritório mandou a real quando eu comecei a reclamar que as coisas estavam todas erradas na empresa: "a empresa está passando por uma fase de mudanças, que vai ser lenta. Quem quiser acompanhar essa mudança vai se dar bem. Quem não quiser, tem que procurar outra coisa". Eu entendi que ele mandou eu procurar outro emprego e parar de encher o saco dele;
- Já o meu chefe imediato começou a ver as coisas que venho martelando na cabeça dele há quase um ano e está reforçando o coro por mudanças rápidas. Pelo menos uma baceça eu consegui mudar;
- Resolvi colocar meus conhecimentos de gestão empresarial à disposição da empresa, para ver se reduzimos os custos. Vamos ver se a diretoria vai curtir a idéia. Meu medo é me mandarem morar no Rio;
- Descobri que tem lider de projetos em BH com DOIS projetos de poucos mil e poucos problemas. Enquanto isso eu tenho QUATRO de muitos mil e MUITOS problemas. Vou pedir uma reforma agrária;
- Atualmente, as únicas pessoas que tem vendido projetos no escritório são eu e meu chefe (muito mais ele do que eu). Aí, num dia desses, quando fui falar pro gerente do escritório que tinhamos fechado mais um, ele apontou o dedo pro pessoal da comercial e falou: "tem uma, duas, três, quatro pessoas na comercial e quem tá vendendo projeto é a equipe de operações. Brincadeira.";
- Ah, eu falei 4 projetos ali em cima, né? Pois é, estamos quase vendendo mais um. Devem virar 5;
- Outro dia um cliente antiiiiigo de Betim, que a gente não houvia falar há muito tempo, ligou pro meu chefe. Na hora, pensei "ih, deu merda em algum projeto". Na verdade o cara quer é comprar mais projeto da gente e sem passar pela concorrência do setor de compras deles. Sucesso total, mas vai ser uma loucura só, ainda mais se ele pedir a mesma equipe que fez os outros projetos pra ele;
- Cada dia que passa estou mais viciado em GTA. Até cantar as musiquinhas da LCHC eu ando cantando (acho que já falei isso aqui antes). Os outros jogos estão parados esperando a vez deles.
- Um cliente de Manaus esteve em BH um dia desses aí pra trás. Levamos ele no mercado central, ele comrpou meio mundo. Aí eu vi como é ridículo quando eu vou a outras cidades e fico cheio de sacola nas mãos;
- Aproveitando que estávamos no MC, almoçamos no Casa Cheia. Que que é aquilo, minha gente? Absurdamente bom (e bem caro também);
- Joguei Angry Birds no Chrome. Minha vida acabou. Sorte que tem "poucas" fases (63 fora as 6 de bônus). Matei tudo em um dia;
- O barulhinho mais legal dos pássaros é o do amarelo: Óióé. Me trouxe lembranças boas.

É isso. Se lembrar de mais alguma coisa eu posto depois.

26 de mai. de 2011

A volta dos que não foram

Segunda foi dia de vir para Manaus. Como de costume, o vôo que me deram foi o da Trip, BH-Mauans non stop e mais barato. Esse vôo é muito bom: além de não fazer escalas, ainda é um Embraer 175, sem poltrona do meio e com cadeiras espaçosas e confortáveis (pelo menos pra mim, que tem 1,60m). Fora que ele sai 9:30 então acorda-se em um horário digno.

Acordei, tomei banho, troquei de roupa e resolvi comer alguma coisa. Apesar do serviço de bordo da Trip ser excelente, o vôo é longo e só consigo almoçar por volta de 2 da tarde de Manaus (3 da tarde no Brasil). Normalmente como só uma banana ou algo assim, mas naquele dia resolvi comer algo mais pesado. Parece que eu adivinhei....

O embarque estava programado para 8:50. 9:10 aparece um "atrasado" nos painéis da Infraero. Quem viaja muito sabe: se o status do vôo é "Confirmado" ele vai atrasar entre 0 e 20 minutos. Se está "previsto" é entre 20 e 40. Se está "check in aberto" é entre 40 e 60. E se está "atrasado", senta que lá vem a história....

Curiosamente, cinco minutos depois chamaram para o embarque e, como o avião é pequeno, acabou que atrasou pouco: uns 15 minutos, no máximo. O comandante mandou travar os slides. A mulher falou que os slides estavam travados. Aí UM MINUTO DEPOIS ele manda destravar os slides e entra um cara que parecia ser da manutenção. Senti que tinha algo errado. Mas o cara saiu rapidinho e levantamos vôo.

Eu já conheço o trajeto pra Manaus quase que de cor. Na hora que o piloto puxou para a direita e depois pra esquerda, vi que tinha coisa errada. O normal era puxar só para a direita. E aí ele começou a fazer vááááááárias curvas, para todos os lados, nos ângulos mais bizarros possíveis. Nessa hora tive CERTEZA que tinha coisa errada. Ele estava queimando combustível.

Depois de meia hora nessa brincadeira ele resolveu falar e avisou que o flap não retornou. Falou que ia tentar mais algumas manobras e que, se não conseguisse, desceria os trens de pouso pra queimar mais compbustível e voltarmos pra BH. Resolvi dormir, porque vi que aquela brincadeira ia demorar. Duas horas depois acordo com o avião batendo no chão...em Confins.

Fiquei puto, mas não adiantava reclamar. Já me bastava a vez que deu merda em um avião que eu estava e uma semana depois caiu o da TAM com o mesmo problema. Eu já tinha aprendido que é melhor ficar um dia no aeroporto, lavar roupa no banheiro de hotel, ficar sem mala e qualquer outra merda que possa acontecer do que brigar para chegar logo ao destino e correr o risco de não chegar.

Todo mundo desembarcou e ficamos mais uma hora em solo. Na hora que eu resolvi ligar o notebook pra trabalhar chamaram a galera pra embarcar de volta. Ficamos mais um tempo esperando, para definirem a nova rota e saímos. Mas saímos quase na hora que deveríamos estar aproximando de Manaus, então a fome estava foda. Sorte que o serviço de bordo é bom e entregaram os lanches logo.

Antes do lanche, na segunda tentativa de decolagem, o comandante levantou vôo e puxou para a esquerda, fazendo uma curva de 270o. "Ih, deu merda novamente", pensei. Para nossa sorte, o que quer que tenha acontecido foi resolvido e seguimos viagem. Mas confesso que sair de um aeroporto, voar duas horas e pousar nele novamente não é nem um pouco legal...

25 de mai. de 2011

A saga dos jogos

Lembra que no início de março eu comprei uns jogos pela amazon, para entregar na casa onde a Raquel estava hospedada e que eles não chegaram a tempo? E que aí depois eles chegaram, mas o cara tinha sumido com os jogos e que não colocava no correio de jeito nenhum? POis é, semana passada ele colocou.

Primeiro ele ficou choramingando e reclamando que as 20 doletas que a Raquel deixou para postar não dava. Falou que seria muito mais caro que isso. Olhei no site dos correios da gringolândia e vi que tinha um método (que demorava anos para chegar, mas quem está compressa?), custava 9 doletas. Dava até pro cara pegar um taxi, postar e ainda sobrava um troco. Avisei pra ele.

Aí o cara falou que estava trabalhando muito e que não estava dando tempo. Entendi perfeitamente, porque eu demorei mais de um mês para cortar o cabelo por causa do trabalho, que tomava meus dias até tarde. Mas vamos combinar que colocar alguma coisa no correio não demora nem 5 minutos... Como o cara estava fazendo um favor, relevei.

Depois o cara passa um sabão na Raquel, falando que ela devia tomar mais cuidado ao comprar coisas na gringa, que devia se planejar melhor e blábláblá. Concordo em partes, porque tudo aconteceu porque ELE deu o endereço errado pra Raquel. Mas tudo bem, o cara estava no direito dele de reclamar.

Semana passada o cara resolve colocar nos correios. Pediu desculpas pela demora, mas é que estava sem grana pra complementar o pagamento do envio. Para compensar o atraso ele COLOCOU MAIS UM JOGO no pacote e enviou. Porra, se o cara tá sem dinheiro para POSTAR os jogos, como diabos ele COMPRA OUTRO? Vai entender. Pior: ainda mandou a porra dos jogos num método caro pra caralho, com aviso de entrega e tudo mais.

Depois que ele colocou no correio mandou um email com o código de postagem para acompanhamento e disse que teve que declararpra alfândega. O esperto me declarou que totalizava CEM DÓLARES! Ou seja, vou pagar imposto de qualquer maneira. Não fiz as contas ainda, mas tenho quase certeza que essa brincadeira vai sair mais caro que comprar aqui no Brasil.

Isso se os jogos chegarem, né? Porque do jeito que eu sou, corre o risco deles sumirem ou chegarem em pedaços, como um CD que manedi para o meu cliente em Manaus no ano passado.

Uma coisa é certa: NUNCA MAIS EU COMPRO NADA NA INTERNET.

24 de mai. de 2011

Nunca mais compro online

Nas últimas vezes que fui pra Manaus voltei com livros muito bem acabados e muito baratos pela qualidade que possuíam. Na última vez, achando aquele preço baixo muito estranho, resolvi procurar os livros na internet, para ver se era alguma coisa de Manaus ou se aquele é o proço normal e eu não sabia.

Olehi no site da Saraiva (onde sempre compro os livros aqui em Manaus) e vi que estavam MAIS BARATOS AINDA. Tipo: ao invés de 42 (preço que eu paguei na promoção), estavam 33. Fiquei meio puto, mas aproveitei para fazer mais compras (era outra promoção, pelo jeito). Escolhi mais 2 livros, paguei e mandei entregar na casa da minha tia, que tem porteiro. Ela estava viajando, mas o porteiro poderia assinar, então tava tranquilo.

A primeira tentativa de entrega foi numa sexta de manhã, véspera do fim de semana do dia das mães. Eu estava no Rio, mas acompanhei pelo site que não tinha ninguém para receber. Aí lembrei que não tem porteiro entre meio dia e uma da tarde, horário que tentaram entregar. Ficou marcado para tentar novamente no dia seguinte pela manhã.

Passado mais um dia, volto a olhar o site. Nada. Nem uma tentativa de entrega. Fiquei muito puto e quase liguei para reclamar. Imagina se eu fico esperando igual um trouxa no sábado pela entrega? Mas deixei pra lá, porque eu não estava em casa mesmo pra receber... No domingo, olho novamente e vejo que não conseguiram entregar mais uma vez. Faz sentido, porque domingo NÃO tem porteiro.

A terceira e última tentativa foi na segunda, 2 da tarde, horário que com certeza tem porteiro. POr algum motivo desconhecido falaram que não conseguiram entregar mais uma vez. Aí os livros iriam voltar pra saraiva e me reembolsariam. Fiquei meio puto, mas fazer o que. Pelo menos eles iriam me reembolsar e era só eu comprar novamente.

Uns 3 dias depois vejo um email com opções para o reembolso no cartão de crédito ou vale-compra. "Ah, já que vou querer os livros de qualquer maneira, vou pegar o vale-compra". Sabendo que murphy é meu amigo, resolvi olhar no site antes de confirmar. Para meu azar, os livros estavam com preço normal, de 42 ronaldos. Desisti de comprar os livros e pedi o reembolso no cartão de crédito.

Saldo da brincadeira: não recebi os livros, só vão me devolver em 60 dias (ou seja: vou pagar por eles) e não vou conseguir comprá-los novamente por um preço bom.

Definitivamente não compro mais nada na internet.

23 de mai. de 2011

Comida de Rabo

Desde que entrei na empresa eu nunca precisei dar sermão em ninguém. As pessoas sabiam do tamanho do problema em que se meteram no início do projeto e, depois de dar os prazos de entrega dos documentos, se viravam para fazer. O máximo que eu precisava fazer era verificar de tempos em tempos como estava a evolução do projeto e levantar novos riscos e problemas. Se tinha alguma demorando mais que o previsto era só lembrar dos prazos que eles tinham me passado e estava tudo resolvido. Nem que tivessem que virar noite eles entregavam, sem eu ter que pedir NADA.

Neste novo contrato, não sei o que aconteceu, mas tudo mudou. O pessoal passa as estimativas na hora de fazer a proposta comercial e, UMA SEMANA DEPOIS, na hora de fazer o cronograma, as estimativas mudam (para mais, lógico). Além disso, estão parecendo funcionários públicos: chegam às 9 e pouco, almoçam em uma hora e saem religiosamente às 18:00 (quando não é um pouco antes). Isso contando que ninguém chega, senta a bunda na cadeira e trabalha inisterruptamente. Sempre bate um papo, olha email pessoal, dá um lida em jornal na internet, e por aí vai.

Eu não tenho nada contra quem checa email pessoal ou lê coisas na internet no trabalho. Eu mesmo faço isso e acho que é impossível alguém render 4 horas seguidas trabalhando (apesar de que as vezes fico semanas sem saber o que está acontecendo no mundo). Também não gosto que ninguém faça hora extra desnecessária. O que eu quero é que TRABALHEM as 8 horas para que são pagas. O povo acha que estar 8 horas na empresa é trabalhar 8 horas. Aí é dureza.

Preocupado com o prazo de entrega, comecei a apertar um pouco mais o pessoal e, em uma reunião, chamei o pessoal em uma sala e pedi empenho e raça. Não adiantou absolutamente nada. Todo mundo continuou chegando as 9 e saindo antes das 18, INCLUSIVE NO DIA QUE EU PEDI RAÇA. Fiquei muito puto. Como eu disse no post anterior, não falei nada para não atrapalhar o rendimento. Só avisei que ninguém sairia naquele dia antes de terminarem.

Aí na segunda seguinte, levantei uns 8 ou 9 pontos a serem "discutidos", mostrei para o meu chefe, e depois que ele aprovou chamei todo mundo pra uma reunião. A sala estava cheia. Não tinha noção do tanto de gente que está trabalhando comigo. Mais de 25 pessoas só em BH, em 4 projetos diferentes (no Rio tem mais uns 7).

Comecei de leve, parabenizando o pessoal do projeto que terminou na sexta, agradecendo o empenho no último dia (e frisei que foi só no último dia) e disse que em breve teria o feedback do projeto. Todo mundo ficou feliz ao saber que ia ter feedback. Mal sabem alguns que eles vão TOMAR feedback, mas tudo bem.

Depois disso, foi só começão de rabo. Contei a historinha de que quase tomamos uma multa no projeto que encerrou na sexta por atraso, que os outros projetos são muito mais críticos e que não podem atrasar de jeito nenhum e que eu esperava muito empenho de todos. Falei o esquema das 8 horas de trabalho e não 8 horas na empresa e que eu não queria que ninguém fizesse hora extra, mas que para isso era preciso que todos estivesse focados enquanto estivessem trabalhando. Uns não fizeram cara boa nessa hora. Acho que para eles o que conta são as horas que estão dentro da empresa. Problema é deles, eu estava respaldado pelo meu chefe nesse ponto.

Também falei que a partir de agora todo mundo teria meta quinzenal de entregas de acordo com as estimativas passadas na época de proposta. Se eles mudaram depois ou se erraram, que se virassem para entregar no prazo. E que esses indicadores seriam usados na avaliação de desempenho deles, para o bem e para o mal. Mais uma vez teve gente que fez cara feia, mas cara feia pra mim é fome.

Dei mais alguns recados de qualidade, formato de documentação e falei que esse tipo de erro também será medido e usado na avaliação de desempenho. E para finalizar eu disse as seguintes palavras:

- Da mesma forma que todo mundo tem flexibilidade para chegar na empresa, também tem que ter flexibilidade para ir embora. Espero que todos entendam que se eu pedir para fazer hora extra é porque PRECISA fazer hora extra. Essas horas vocês compensam depois, emendando feriado, carnaval, entre natal e ano novo...

O que mais me impressionou é que, pora mais que eu tivesse muita vontade, não gritei nenhuma vez, não falei nenhum palavrão e não esmurrei a mesa. Durante toda a reunião falei sério, sem as piadinhas que sempre faço pra manter clima bom. Era pra todo mundo entender que acabou a moleza.

Deu resultado (pelo menos na primeira semana). NINGUÉM saiu antes das 18:30 e os documentos estão saindo no prazo. Teve gente que foi até trabalhar no sábado.

Vamos ver como será esta semana, que estou em Manaus. Tomara que nada mude.

17 de mai. de 2011

Missão dada é missão cumprida

Dia de emissão, para que não trabalha com projetos, é aquele dia em que você tem que emitir os documentos do projeto para poder faturar. Basicamente você entrega tudo o que produziu no mês e o cliente te paga por isso.

Esse meu projeto atual é diferente: o cara paga parcelas mensais e os documentos são emitidos só no final, quando estão todos prontos. Isso é péssimo para quem gerencia o projeto: como não tem marcos mensais definidos (as entregas), há um relaxamento com os prazos e todos os documentos tendem a ficar prontos só no último dia, o que aumenta consideravelmente a chance de atraso.

Eu tinha comentado aqui que o cliente não ia aceitar mais atrasos e que ia mandar a multa no nosso peito se o projeto atrasasse. Falei isso com a equipe e não tinha adiantado. Na noite de quinta para sexta, o dia limite para emissão dos documentos, não dormi nada. Cochilei de meia noite as 3 da manhã e, de 3 até as 7, fiquei rolando na cama, pensando em como iria tratar a equipe mais tarde naquele dia. A única frase que ficava em loop na minha cabeça era "missão dada é missão cumprida".

Aí 8 da manhã cheguei na empresa, já morto de cansaço, catei uma imagem do logotipo do bope a célebre frase, coloquei de fundo de tela e também em um email que enviei para a equipe, em que mandei a real: ninguém ia embora até que todos os documentos estivessem prontos.

Aí fui aquele chefe pentelho: de hora em hora ia nas mesas perguntando como que estava indo. Um cara ameaçou falar que não ia terminar a tempo, mas fiz ele engolir aquelas palavras: "TEM que terminar hoje.", disse.

Eu estava tão cansado, que ao revisar alguns documentos tinha que ler as frases 2 ou 3 vezes. Aí, para me motivar, olhava para o meu monitor e pensava "missão dada é missão cumprida" e continuava a revisão.

Lá pras 4 da tarde, vou até a sala onde meu chefe estava, onde também estavam o gerente do escritório, um cara da comercial e uma outra pessoa da empresa. Ao ver a minha cara, o cara da comercial perguntou:

- Caralho, você não dormiu não?
- Não. - respondi
- Mas ficou aqui na empresa? - perguntou o gerente do escritório
- Não. - respondi
- Então a noite foi boa, com 72 virgens e regada a vinho, né? - ele brincou
- Não. Fiquei acordado por causa do projeto, mas em casa. - respondi

e ninguém falou mais nada.

Lá pras 8 da noite eu pergunto se o pessoal quer uma pizza. Eles falam que não, que já estavam acabando. Nessa hora, perguntei se precisavam de ajuda. Me entregaram um documento para alterar no AutoCad. Eu não sei quase nada de AutoCad. Vi que a situação não estava boa.

Passada uma hora, termino a coisa idiota que tinham me passado (eu falei que não sabia nada de autocad) e pergunto se a galera queria a pizza. Mais uma vez eles estavam acabando. "Só mais uma horinha", disse uma das pessoas da equipe.

Passadas 2 horas, ainda estava esperando o pessoal terminar. Comecei a ficar preocupado com a saúde física e mental do pessoal, mas liguei o foda-se. Eu já ralei muito na minha vida, cansei de virar noite e estou vivo. Um dia que eles ralem muito não vão morrer. Só perguntei mais uma vez se queriam pizza. Aí eles aceitaram. Mas quando eu ia pedir, uma das meninas falou "não é melhor terminar e ir comer depois?". Todo mundo concordou.

Meia hora depois eles terminaram. Faltava emitir. A rede da empresa estava milagrosamente rápida (afinal, não tinha ninguém usando). O problema é que era coisa para caralho - coisa de 200 Mb, para colocar no FTP. Enquanto esperávamos, ficamos decidindo onde comer.

Aí 23:59 o último documento subiu. De verdade. Parecia coisa de filme. Levei o pessoal para comer e depois fui fazer via sacra pela cidade: cada um morava em um canto.

2 da matina, 23 horas depois de eu ter acordado, cheguei em casa. Nessa hora eu já estava com fome de volta, mas o sono era tão grande que deitei, tuitei umas 2 ou 3 coisas e APAGUEI.

Na segunda, mandei um email para o pessoal agradecendo o empenho, a raça dessa equipe fenomenal e todas aquelas frases de motivação que nunca funcionaram comigo, mas que hoje entendo porque eu as recebia. E no mesmo dia a tarde marquei uma reunião para comida de rabo, mas isso é história para outro post...

14 de mai. de 2011

Pau no blogger

Queridos leitores,

O blogger deu um pau sinistro essa semana e posts e comentários que eu tinha escrito e recebido sumiram. Eu lembro de uns 2 comentários que eu fiquei de aprovar que foram para o espaço.

Quem quiser deixar um novo comentário, fique a vontade, mas só quero avisar que não foi culpa minha eles não terem sido publicados.

Em breve voltarei à programação normal.

11 de mai. de 2011

As loucuras do fuso horário

Meu chefe está em Moçambique por conta de um outro projeto (que ainda bem que não está comigo) e eu precisei falar com ele. Como nunca fui dos melhores em Geografia, resolvi procurar quantas horas de diferença tem entre o Brasil e o lugar onde ele está. Abri o google, procurei timezones e cliquei aqui. Desconri que são 6 horas e aí fiquei uns 5 minutos olhando para a tela.

Eu NUNCA entendi essa divisão de fuso e sempre que vejo um mapa dos fusos perco um tempão analisando as bizarrices que existe. Para você que nunca viu um coloridão e fácil de ver as loucuras, olha esse aqui, do site que linkei:


É MUITO sinistro o esquema. Enquanto você tem países de merda divididos em 2 ou 3 fusos, a China INTEIRA está em um único fuso. Quer mais? A Austrália tem um pedaço em que o fuso é de MEIA HORA.

Tem coisa pior. Na américa do Sul, a Argentina INTEIRA está no fuso -4, mas adora o horário de Brasília. O Chile é a mesma coisa, só que é -4 ao invés de -5. Dá uma olhada na parte leste da África. Num mesmo fuso tem +2, +3, volta a ser +2 e subindo um pouco pra Rússia é +4! Tipo que a galera do leste europeu (Ucrânia, Estônia) atravessa a fronteira do país em direção à Russia e avança DUAS HORAS. A Finlândia é a mesma coisa.

Mas pra mim, o mais bizarro MESMO é o Nepal. Ele é todo estragado, a começar pela sua bandeira, que nem retangular é. Aí você olha para o fuso horário dos caras e é +4,75. Sim, QUATRO HORAS E QUARENTA E CINCO MINUTOS.

Se você consegue entender essa geografia, por favor me explique, porque eu não sou capaz.

10 de mai. de 2011

Mais um

Quando eu achei que não teria que dar meus pêsames para alguém da minha equipe este ano sou surpeendido com uma ligação de um cara, falando que o cara que ele divide apartamento sofreu um acidente de carro e morreu. Dessa vez foi pelo telefone, então foi "menos difícil", mas com certeza quando o cara for trabalhar amanhã eu travarei sem saber o que fazer.

A bruxa tá solta...

9 de mai. de 2011

Falta de compromisso

Um dos meus projetos atrasou por milhoes de indefinicoes do cliente (e tambem por desorganizacao interna) e, por conta do atraso, o cliente ameacou aplicar uma multa.

Antes do meu chefe ligar para o cliente para explicar que o atraso era boa parte por culpa deles, chamei a equipe para conversar e pedir pro pessoal dar um gas (entenda: fazer hora extra). Eu nao gosto que o pessoal trabalhe a mais, mas como o bicho esta pegando, nao teve muito jeito.

Pedi desculpas, falei que eles poderiam compensar depois, mas que a situacao estava feia. Achei que todo mundo tinha entendido. Estava enganado. Pelo menos eu prefiro pensar assim, porque no dia seguinte SEIS DA TARDE ja nao tinha mais ninguem da equipe. Isso considerando que ninguem chega antes de 9 da manha.

Serio, meu sangue subiu. Fiquei MUITO puto. Na minha epoca de estagiario todo mundo que trabalhava comigo tinha nocao de prazos e tinha responsabilidade. Nem precisava pro meu chefe pedir para fazer hora extra. A gente sabia que data de entrega e data cumprida. Nem que custasse noites comendo pizza, fins de semana na empresa...

Pior e que eu sei que a culpa e minha. Eu que deveria ter sido mais firme desde o inicio do projeto. Agora, que todo mundo acostumou, nao adianta tentar mudar. Mas eu juro que esperava mais do pessoal. Achei que, nesta semana que passou todo mundo fosse virar noite.

Mas tudo bem. Sendo bonzinho nao funcionou, entao essa semana vou descer a chibanca no pessoal. Ai quero ver se essa porra nao vai sair...