

Mas vamos aos lugares.
Pisac
A primeira parada é a cidade de Pisac. Confesso que não lembro a razão de viver da cidade, mas acho que era um "fazendão" pra plantar comida. Uma história que eu lembrei que o guia contou é que os incas usavam essa curva de nível aí embaixo para aclimatar as plantas. A cada safra o que estava em baixo subia um nível e o que estava em cima descia um degrau. Assim, você conseguiria plantar qualquer coisa em qualquer nível (o que não acontecia naturalmente).

Dá pra notar que era um lugar de menor importância, porque as construções são do dia a dia, com as pedras empilhadas, sem nenhum tipo de preparação. É basicamente um monte de casa popular.




Isso aqui era uma praça utilizada pra alguma coisa que não lembro. deve ser algum ritual.

No entanto tem uma construção que é mais arrumadinha. Essa certamente era um templo de qualquer coisa, porque são as pedras preparadas. Só não me pergunte o que é....
Uma outra coisa muito legal é que nas montanhas em volta tem alguns cemitérios incas. Os mortos eram enterrados nas montanhas. Só que aí veio o homem branco (sempre ele) e arrancou os restos mortais de lá. Mas saca só o esquema (cada buraquinho na montanha é uma cova):

Depois de ir para as ruinas, você é levado a conhecer a cidade, um povo supostamente ainda inca. Pra mim, tem todo mundo a mesma cara e é uma desculpa pra eles venderem artesanato (sim, tem uma feira lá).




Ollantaytambo
Esse lugar, até onde me lembro, era um "hotel" pra galera que viajava descansar. Tinha alguma coisa a mais, lógico, mas eu não lembro. Só lembro que a escadaria da penha é fichinha comparado a subir essa merda toda aí embaixo a mais de 3.000 metros de altitude.

Na medida que você vai subindo o guia para e dá algumas explicações (sim, porque se ele for direto todo mundo morre). Uma das que ele explicou é que na montanha do outro lado do vale ficava o estoque de comida. Não dá pra ver direito, mas é numa construção que tá lá no meio da pedra, no meio da foto:

Nesse pedaço aí que a galera ficava hospedada. Como as pedras estão bonitinhas, essa deve ser a parte dos ricos e importantes:

No topo da montanha tem uma parte de rituais. A primeira foto mostra pedras cerimoniais. A segunda, mostra uma parede que supostamente tem um puma, uma serpente e um condor. Eu não consegui ver nada disso...


Do outro lado direito era a casa dos pobres:

Como não dava pra ficar buscando comida do outro lado do vale toda hora, tinha um mini-estoque pro pessoal sobreviver. São essas casas aí embaixo:

Láááááááá embaixo fica o resto das casas e tem um templo da água. É realmente impressioannte como esse povo sabia lidar com a água. Eu não vi fonte nenhuma de água por ali (só no rio, que fica num nível mais baixo). A primeira foto foi tirada do meio da montanha:




Chinchero
A última parada da viagem é Chinchero. Antes de rodar pela cidade, você para em um lugar em que é explicado como são feitas as famosas roupas de alpaca e como são feitas as tintas que as colorem. Tudo, lógico, com o intuito de vender umas malhas para os turistas. Mas o esquema é realmente interessante, porque as cores são todas de coisas naturais (semente, terra, etc).



De lá, pode-se passear pelo povoado. No dia que fomos, era final de carnaval pra eles (e para a bahia, já que no sábado seguinte ao carnaval). Aí estava acontecendo um monte de danças e celebrações típicas.





Não podia tirar foto dentro da igreja, mas a gente sempre dá um jeitinho. Não que tenha muita coisa pra ver, porque ela era bem simples.





































