29 de dez. de 2007

Bem Vindo a Pirapora

Não, eu não havia esquecido de Pirapora. A minha idéia era fazer esse post no fim de semana passado, mas na casa da Véia não tinha banda larga e ficar caçando link de foto na fantástica velocidade de 56 kbps não dá (e ainda é caro). E essa semana, apesar de estar sem nada pra fazer no trabalho (fora ontem), não deu para fazer porque bloquearam o picasa na empresa-cliente.

Já vou avisando (e pedindo desculpas) que a qualidade das fotos está bastante ruim, porque algumas delas foi tirada de dentro do carro, com o mesmo em movimento. E para piorar ainda mais, estava chovendo, logo estava meio escuro... Mas vamos ao que interessa...

Pirapora é uma cidade que fica no norte de Minas Gerais e fica ns margens do Rio São Francisco. Tem muitas indústrias por lá, mas o grande atrativo da cidade é o Velho Chico mesmo. Tanto que o símbolo da cidade é um peixe e a ponte cai-cai. Duvida? Olha só a entrada da cidade:



O rio, que estava barrento por causa da chuva, é até legal, mas é um rio como qualquer outro.




Versão Diurna - Na primeira, lá no fundo, a ponte cai-cai. Na segunda, um pescador


Versão Noturna muito porca, tirada da ponte cai-cai


Mas tem o super adicional das cascatas picaretas que parece que foram construídas. Ó só:



A ponte, o outro atrativo da cidade, foi construída em 1900 e bolachinha. Passava um trem por lá, mas aí ela começou a ficar velha demais para trem e passaram para carro. Aí ela ficou mais velha ainda para carro e hoje só podem passar pessoas e bicicletas. E por sua conta e risco, olha só:


Tá bom, não dá pra ler. Mas tá escrito isso lá. Juro.




Versão Noturna muito porca


Mas vamos à cidade. Pirapora é, definiticamente, uma cidade muito estranha. Geograficamente falando. Nem parece ser Minas Gerais. Ela é absolutamente PLANA. E como não tem prédio, o visual é mais ou menos esse:



A cidade é bem pobre, mas nas ruas principais rolam canteiros centrais, rotatórias e praças arrumadinhas.







O parque de esportes da cidade, que é bem cuidado e tem aulas para a comunidade:



O centro de convenções (ainda em construção)



A praça com uma estátua (que acho que é de São Francisco)



A praça (principal?) da cidade. Como foi a única que encontrei e ela tem um coreto, TEM que ser a principal.



Ainda não entendi essa estátua...



Reparem que o coreto foi muito bem utilizado nessa época de natal



Uma rua com coisas estranhas. E reparem na foto abaixo que o maldito peixe está em todo lugar...





Aqui uma das igrejas da cidade. Ela é bem simples.







Mas tem uma praça em frente...



A estação de trem (desativada, lógico)



A lendária fábrica da antártica, que tinha a melhor cerveja do país (mas que foi fechada porque a água estava muito cara)



E como não poderia deixar de ser, fatos bizarros da cidade...

Os orelhões segem o espírito da cidade e são em forma de peixe


Versão Surubim


Versão PIRANHA


A cidade tem uma pista de bicicross. E como tem 8 "raias" na saída, tem 8 lugares no pódio. Mas veja que o 7º lugar é mais alto que o 6º... E mais bizarro ainda: os moleques vão pra pista com aquelas bicicletas de mãe, com cestinha na frente e tudo mais (INFELISMENTE sem foto)...





O Véio ia muito a Pirapora, para fiscalizar o hospital da cidade. Espero que não tenha sido ele que mandou pintar de cores tão toscas...



E para fechar com chave de ouro, a parte fúnebre da cidade. A funerária O complexo funerário (com um nome super sugestivo)...



... e o cemitério, que fica NA ENTRADA da cidade





O de Ponta Grossa era muito mais legal...

28 de dez. de 2007

Rumo a Brasília

Sim, querida leitora, projeto novo na área. E na capital do país. Ainda não fui comunicado oficialmente, mas os dias já contam na minha agenda. E é aquele projeto que eu tinha comentado antes, com mesmo chefe e subchefe do atual.

Tudo o que eu sei até agora: será o projeto mais longo que peguei: 7 meses. Mais ainda assim será apenas a parte de planejamento (pra variar). Tem DOIS dias em agosto (não me pergunte) e novamente a minha participação no projeto terminará numa segunda-feira (para manter a tradição).

Aliás, em janeiro eu tenho mais dias na agenda que dias úteis no mês (considerando os dois projetos). Ou seja: já começo o projeto trabalhando sábado.

O retorno será quinzenal, terei que usar terno e gravata (aqueles que comprei quando entrei na empresa, nunca usei no trabalho e que provavelmente não cabem mais em mim, lembra?) e provavelmente terei que dividir quarto de hotel, dado que em BSB hotel é caro pra bosta.

Quando eu tiver mais informações, coloco por aqui!

27 de dez. de 2007

Chatísticas

Hoje, como não tinha nada para fazer no trabalho (pra não perder o costume), resolvi fazer uma limpeza nos meus emails. Como eu já disse aqui, tenho três “identidades”: profissional, pessoal e virtual, então teria trabalho para a tarde inteira.

Os emails pessoal e virtual estavam praticamente limpos, pois eu apago praticamente todos, então não deu trabalho quase nenhum. Já o profissional...

Quando entrei na empresa resolvi migrar o email pessoal para o Gmail (antes estava no Yahoo!) e como dizia o slogan do Gmail, eu não apagava NENHUM email recebido. Afinal, sei lá quando podem ser úteis...

Mas de uns tempos pra cá comecei a apagar os emails que considerava inúteis depois de lidos: aviso de que tinha número novo do jornal da empresa, confirmação de vôo e hotel, avisos gerais, etc. Isso já diminuiu um bocado a quantidade de emails da conta.

Hoje, resolvi fazer uma limpeza geral e semi-radical: pegando desde o meu primeiro email, olhar um por um e ir apagando todos os emails que não seriam úteis para nada. Depois a limpeza resolvi fazer uma estatística dos meus labels, que compartilho com vocês:



Explicações gerais

1) Arquivo morto são emails que não se enquadram em projetos e/ou são da minha empresa. Basicamente é a minha monografia (eu achei que não tinha mais), o meu currículo (que está desatualizado, por sinal) e meu imposto de renda de 2005;
2) Cada projeto tem um label e a minha empresa tem um label só pra ela;
3) Como são labels e não pastas, existem emails que estão em mais de um label;
4) Como estamos falando de Gmail, cada email na verdade é uma conversa, que pode ter mais de um email;
5) A ordem dos labels é cronológica, da esquerda para a direita;
6) Existem algumas conversas (11) da empresa no meu email do yahoo, logo não foram contabilizados;
7) Os dias nos projetos são dias trabalhados e na empresa e no arquivo morto são dias úteis (mas contam feriados);
8) Todos os fins de semana e dias sem agenda que trabalhei (principalmente no projeto BH 2 e no Mato Grosso) NÃO estão contabilizados, pois para a minha empresa eles não existem;
9) Os dias na empresa não batem com a soma dos projetos por 4 motivos: contam feriados, tive dias de treinamento (14), dias no encontro (3) e dias sem projeto (88);
10) Eu ia colocar a quantidade de Mb de cada label, mas não consegui descobrir como diabos calcular isso. Mas é exponencial, seguindo a ordem cronológica...

Análise dos dados

1) Querendo ou não a minha empresa me manda muito email que eu julgo ser importante;
2) O projeto de Divinópolis teve emails antes de eu ir pra lá. Lá, nem acesso a email eu tive;
3) Na Megalópole o número de conversas é baixo porque o produto não tinha requeria muitos dados e eu sentava ao lado do cliente;
4) O projeto do Mato Grosso teve a média de 3 conversas por dia porque meu chefe estava na Argentina e eu em BH;
5) O projeto 1 de BH tem uma média mais alta de emails (2,36 conv/dia) porque eu era o homem da base de dados;
6) Já o projeto de PG tem muito email porque meu chefe ficava em outra cidade. Além disso, recebemos MUITAS base de dados;
7) E esse projeto 2 de BH (o meu atual até dia 7 de janeiro) teve um número absurdo de média (4,76) porque eu estava em BH e “meus filhos” estão em outras cidades. E o pessoal aqui não conhece a rede da empresa para transferência dos arquivos, manda tudo por email;
8) Reparem que eu só pego projeto pequeno: o mais longo deles teve 84 dias trabalhados (4 meses). O mais curto, 4 dias. Mas na verdade era uma visita promocional;
9) O total usado na minha conta é 380 Mb. E pensar que há uns 10 anos eu me virava com 2 Mb do hotmail e há 4 com 6 Mb do Yahoo....

Cara, eu preciso arrumar alguma coisa útil para fazer no trabalho.....

Empreendedorismo amador

Minha turma de faculdade foi bastante empreendedora. Dos 20 que formaram (pelo menos acho que foi isso), 6 abriram empresa (que eu sei. Podem ter sido mais). Algumas idéias boas, outras já manjadas e uma totalmente sem sentido.

Destes 6, um está ganhando bastante dinheiro (o da idéia boa), dois fecharam a empresa (desistiram do negócio - a idéia também era boa, mas o retorno seria em longuíssimo prazo) e outros dois faliram (idéia manjada e mercado já dominado).

Os que faliram tinham até me convidado para entrar na empresa, mas como eu sabia que não ia dar em nada, não troquei o meu emprego (na época, de programador) para viver de amor, como eles vivem.

E mesmo depois de terem falido não desistiram de ser donos de negócio, então entraram na empresa de outro cara, o da idéia meio sem sentido. A idéia do cara é um dinheiro virtual (que realmente esqueci o nome). Se não me engano, a idéia é poder até para pagar coisas na internet.

Fato é que hoje só funciona com transferências entre contas em um banco virtual, criado por ele e que tem convênio com um banco real (que também não lembro qual é). Só que para sacar o dinheiro virtual no mundo real, você paga a bagatela de 2 ronaldos. Não importa a quantia que você for sacar. Eu só fiquei com dúvida se é 2 ronaldos por saque ou por transferência que você recebe. Mas isso não vem ao caso.

Fato é que outro dia estávamos em um bar e, curiosamente, os três donos do super negócio estavam na mesa. E além deles, estavam mais uns 2 que tem conta nesse banco virtual. E os três donos disseram estar sem dinheiro, então queriam fazer transferência (pelo celular, olha que chique!) para um dos outros caras que tem conta no banco, para que ele pagasse.

Só que eles queriam passar somente o valor da conta. Um dos caras não aceitou, falou que eles teriam que pagar o valor da conta mais os 2 reais da taxa de saque. E os donos não queriam pagar esse valor.

Pô, pensa comigo: você quer fazer a propaganda do seu negócio. Aproveita uma oportunidade única, em uma mesa gigante, para fazer a propaganda. Aí MOSTRA para os seus possíveis clientes que o seu produto é tão ruim que nem você quer arcar com os valores cobrados. Bola fora total.

O pior é que eles são tão sem noção que fizeram a tal transferência e mandaram o cara parar de reclamar e pagar a conta pra eles. Ou seja, o cara tomou um cano de 6 conto, dado que eram 3 pessoas. E reclamou disso para todo mundo da mesa.

O que deveria ser publicidade positiva acabou virando publicidade negativa. E os possíveis clientes desistiram de virar clientes e ainda falaram mal do serviço para outras pessoas. E eu, que sempre tenho razão, acho que essa idéia deles está fadada ao fracasso. Pelo menos do jeito que está hoje.

E não adianta: engenheiro que acha que pode trabalhar com MKT sempre se dá mal. Ainda mais uns caras como esses que nunca estiveram no mercado e vivem de amor há 3 anos...

26 de dez. de 2007

A volta pra casa

A minha vinda do Rio foi de ônibus. O balaio sairia da rodoviária 22:30. E como ninguém lá da minha família tem carro, tive que ir da casa da Véia para a rodoviária de ônibus (taxi ficaria muito caro).

Lá pras 20:00 eu resolvi tomar um banho, para arrancar todos os resquícios da cidade maravilhosa do meu corpo (entenda: tirar o suor da pele). Quando saí do banho, fui informado que deveria sair mais cedo, porque o trânsito estava caótico nas imediações da rodoviária.

E 8:40 eu já estava dentro do ônibus, rumo à rodoviária. No caminho, absolutamente NINGUÉM entra no ônibus. Só eu e o motorista em um trajeto que atravessou a cidade (e durou 40 minutos).

Lógico que eu tinha esquecido o meu MP3 Player em BH, então tive que ir pensando em músicas e prestando atenção na cidade. No caminho, muitos lugares conhecidos, mas que nunca tinha prestado atenção. Passei até por um lugar que me trouxe más recordações.

Como o trânsito estava absurdamente tranqüilo, teria que esperar quase uma hora pelo maldito ônibus. Para minha surpresa, a rodoviária estava bem tranqüila. Consegui até uma cadeirinha desconfortável para sentar.

O ônibus (velho pra cacete) chegou, eu embarquei, sentei, abaixei a poltrona e comecei a dormir. Mal sabia eu que o motorista faria o trajeto BH-Rio em 5 (sim CINCO) horas. E como não poderia deixar de ser, a cada curva que ele fazia eu era jogado para o lado. Praticamente impossível dormir.

Mas o sono era tanto que consegui cochilar. O problema nem era medo, porque eu não poderia fazer nada a respeito (mais ou menos como na vez que tive que ir de SP para Curita de balaio). O problema era conseguir ficar parado na poltrona.

No fim das contas, cheguei em casa são e salvo. E ainda consegui dar uma dormidinha antes de vir trabalhar...

Semana morta

Já estou em BH. A passagem pelo Rio foi rápida, dado que tenho que “trabalhar” esta semana. As aspas são porque não tenho NADA para fazer até sexta-feira, às 14 horas, quando vou para Seven Lakes.

Sim, marcaram um “toró de parpite” na sexta-feira, véspera de feriadão, último dia útil do ano (dia 31 a empresa-cliente não trabalha. Mas eu trabalho). Isso porque eu estou tentando marcar essa porcaria há quase 3 semanas e o pessoal ficou só enrolando.

O problema não é o fato de viajar na sexta-feira. Como vou ficar em BH no ano novo, não tenho que ficar preocupado com hora. Agora imagina só como vai estar o trânsito tanto para ir quanto para voltar de SL (a rodovia é a BR 040, sentido Brasilia).

E querem apostar quanto que não vai adiantar nada, porque não vai dar tempo de terminar tudo o que tem que ser feito? Sim, porque se nem as coisas que estavam semi-prontas eles entregaram em 3 semanas, imagina fazer tudo em 3 horas, sem NADA pronto?

Enquanto isso eu fico aqui, pensando nas horas de viagem mal-dormidas, na minha cama, na minha casa absurdamente desarrumada, no jantar de ano novo que eu tenho hoje e na sorte do meu chefe, que aproveitou a ida dele para a Bélgica a trabalho para passear e rodar pela oropa nas duas semanas seguintes à de trabalho...

25 de dez. de 2007

Fez todo o sentido

lilithm: :)
Ich: ?? :)
lilithm: !! :*
Ich: o.O
lilithm: o_º
Ich: Amaral é sacanagem... hehehe...
:S
lilithm: iueahiueahieuahieuaheaiuae
>o
Ich: XP
Vou ter que postar essa conversa bizarra...
lilithm: taeiheaiuheaiuheaiuheaiuea
mas fez maior sentido, nao fez?
Ich: claro!
lilithm: mas vc nao precisava ter quebrado o clima
eu queria ter me expressado um pouco mais
Ich: desculpe... ;)
lilithm: =/
=D
Ich: \o/


Obs. Ich, sou eu. É que meu Gmail é em alemão.

Jingle Bell, Jingle Bell, acabou o papel

Eu acho o natal uma coisa muito falsa. Principalmente na família da minha mãe, em quem ninguém é católico. O natal por aqui é só um motivo de festa, comilança e presentes, como em 90% das casas do mundo.

O sentido real do natal, de festejar o nascimento de cristo, muitas vezes nem é lembrado. Tanto que o maior símbolo do natal é o Papai Noel, com suas renas, pinheiros cobertos de neve e enfeites que não fazem o menor sentido num país tropical como o Brasil.

Não vou ficar aqui falando que natal é bobagem, que está tudo errado e nem fazer campanha contra natal. Cada um faz o que bem entender. Se estão comemorando por motivos errados, problema não é meu. Ainda mais porque nem em jesus cristo eu acredito, quanto mais nascimento dele.

Fato é que ontem decidiram que não vai ter mais natal aqui na familia da minha mãe. E com isso só volto ao Rio de Janeiro se tiver um projeto aqui (ou em alguma ocasião MUITO especial).

E a partir de janeiro vou começar a campanha para ver se consigo abolir o natal da casa do Véio também...

24 de dez. de 2007

Cidade calamitosa, da escopeta e do fuzil

É engraçado: eu venho ao Rio de Janeiro desde que nasci (há 26 anos) e nunca pensei no Rio como uma cidade turística. Sempre que venho pra cá, é para visitar a minha família (não, eu não sou carioca). Tanto que eu não conheço nenhuma das atrações turísticas da cidade (quer dizer, conheço o Corcovado).`

Pão de Açúcar, Maracanã, Arcos da Lapa, etc são lugares por onde eu passo mas não presto a menor atenção. É como se fossem um lugar qualquer pra mim. Nem a famosa calçada de Copacabana, que é copiada no mundo inteiro eu nunca prestei atenção...

E o mais estranho de tudo é que eu sou um turista nato. Qualquer cidade que eu vou (qualquer MESMO) eu saio explorando, procurando algum coisa diferente, pontos turísticos... Basta ver o "Bem Vindo A". Aqui no Rio, nem passou pela minha cabeça fazer algo do tipo (e não vai ter mesmo, ok?).

Muito disso é porque eu não gosto da cidade. Não acho Maravilhosa, não vejo nada de legal e ainda acho MUITO quente (e úmida) e absurdamente perigosa. De uns tempos pra cá (nos últimos 12 anos), tenho evitado ao máximo vir para o Rio. É no natal e olhe lá. E como natal com a família de cá é a cada dois anos, só venho para o Rio nos anos ímpares. Meu recorde são 4 anos...

Existem casos extraordinarios, como o maldito dia que tive que tirar o maldito visto mexicano, mas como era pra trabalho, não tinha muito como não poder vir. Pelo menos foi só um dia (vim, tirei o visto - depois de uma luta - e voltei pra BH).

E quando realmente tenho que vir pra essa cidade, eu fico paranóico. Ando na rua olhando para os lados, qualquer barulho diferente eu já acho que é tiroteio... Isso porque as minhas estadias (casa da Véia, da minha avó e da minha tia) são em lugares considerados nobres (Ipanema, Leblon e Barra, respectivamente). Mas ainda assim fico cabreiro.

Seria isso loucura? Ou algum trauma de infância? Não sei... Fato é que não gosto de calor, praia e sol, tudo o que sobra no Rio...

23 de dez. de 2007

Tô num blog

Cacete, estou numa lista de links de um blog. E embaixo do seguinte escrito: "Gente que eu admiro". Mais: no texto do link, está: "Um cara bacana, mas que eu não conheço. Mas tem o aval do outro cara.". Obviamente "o outro cara" é o Primo.

Gente, o que que é isso. Eu nem sabia que o cara lia meu blog e descubro que estou no blog dele. O mais bizarro é que descobri o blog fazendo a super pesquisa do meu pseudônimo no google (coisa de gente maluca e semi-paranóica).

Essa tal de internet é uma coisa muito estranha... Mas bem vindo à Blogosfera, Felipe!

Distante, numa praia deserta...

Carai... Quase 10 dias depois eu vi que o norberto me indicou para o meme da praia deserta. Vamos lá então...

Você vai passar exatamente um ano em uma ilha deserta, onde existe uma certa infra-estrutura, mas ela é limitada. Além de você não haverá mais ninguém na ilha, mas você terá acesso a alguns privilégios limitados. Com isso em mente, seguem as perguntas:

1. Na ilha você terá água à vontade e frutas nativas. Se souber pescar, com sorte vai poder comer um peixe de vez em quando. Fora isso, você terá que escolher apenas um tipo de comida salgada e um tipo de comida doce para comer todos os dias, o ano inteiro (podem ser cruas ou cozidas). Quais você escolhe?

Comida salgada: carne (se fosse prato, seria fettutine al paiard, que tem carne e massa). Doce? Hum... difícil... O pavê que minha avó faz é algo divino.

2. Além da água (e, também com sorte, água de côco se você estiver disposto(a) a subir no coqueiro) não há nenhuma outra bebida na ilha, mas você pode também escolher um único tipo de bebiba, fria ou quente, alcoólica ou não, para ter à sua disposição ao longo do ano. Qual você escolhe?

Cerveja, LÓGICO!

3. Para manter a tradição, você pode também levar um único livro. Que livro você leva?

Anjos e Demônios. Fantástico livro, muito melhor que Código daVinci.

4. Igualmente, você poderá levar um único filme para assistir. Que filme você leva?

Contato. Um filme baseado no livro do Carl Sagan.

5. Você terá um notebook à sua disposição, mas com um único programa instalado. Mas você não pode usar um programa de comunicação (como email ou mensagens instantâneas). Qual programa teria mais utilidade para você e por que?

Eu ia falar WinAmp, mas como poderei ouvir só uma música, levaria algum player qualquer, para ver as minhas séries preferidas. Mas se não puder isso, colocaria o Visual Studio 2005, para programar qualquer coisa e manter a cabeça boa.

6. Você poderá acessar a internet, mas este acesso é limitado a um único site, o ano todo. (Se você escolher o Google, por exemplo, não poderá navegar para os links dos resultados da sua busca, que estão fora do Google). Também não pode ser seu webmail, Meebo e afins ou sites de notícias (o que elimina os portais). Fora isso, não há restrição nenhuma ao tipo de site, inclusive os que permitem comunicação de outros tipos. A qual site você quer ter acesso por um ano e por que?

Pode ser o blogger? Para poder reclamar da vida na ilha, lógico...

7. Você também poderá ouvir música. Mas, claro, você terá que ouvir a mesma música o ano todo, pois só pode escolher uma. Qual você leva? E se fosse um CD?

Uma música... Se fosse hoje, seria Highway Song, do System of a Down. Ela está grudada na minha cabeça há umas duas semanas. Um CD: Issues, do Korn.

8. Você poderá escolher um dia do ano para fazer uma única ligação para uma única pessoa, com quem poderá falar por 10 minutos. Para quem você vai ligar, quando e por que?

Eu não sou muito de telefone... Provavelmente ligaria para a Bebinha, que fala muito, rápido e sabe das notícias de muita gente que conheço. O dia tanto faz. Só não pode ser fim de semana, senão ela estaria bêbada e eu não entenderia o que ela estivesse falando...

9. Você poderá escolher um programa de TV para assistir ao longo deste ano na ilha - limitado à freqüência de uma vez por semana. Você só não poderá assistir nenhum tipo de noticiário, fora isso não há restrições. Que programa você quer assistir?

South Park!!! Diversão garantida ou seu dinheiro de volta!

10. Quando for seu aniversário, você terá direito a receber uma carta de um(a) amigo(a) ou familiar que tenha uma novidade para contar (sobre si próprio ou não). De quem você gostaria de receber a carta e com qual notícia?

Bom, como a Bebinha já me falaria de meio mundo, escolheria o meu pai, falando que está tudo bem na minha família.

11. Como não queremos que você transforme uma bola de vôlei no seu melhor amigo imaginário e a única pessoa na ilha será você, você terá direito a levar um animal de estimação para lhe fazer companhia (veja como estou facilitando sua vida!). Que tipo de animal você escolhe e por que? É um animal que você já tenha?

Um cachorro, de preferência um labrador (bobão que nem eu). Não, nunca tive um labrador.

12. Do que você acha que sentirá mais falta? (Contato com as pessoas? Tecnologia? Não saber o que está acontecendo no mundo? Etc…)

Tecnologia, porque ela permite contato com pessoas (mesmo que virtualmente).

13. Por outro lado, o que você acha que será positivo, proveitoso ou benéfico na experiência? Ou divertido?

Cara, a gente sempre aprende muito em situações difíceis. E eu gosto muito de um tempo sozinho de vez em quando. E normalmente vou para o meio do mato para ter este tempo sozinho. É bom para pensar na vida, rever conceitos e pensar em decisões tomadas...

14. Por fim, você tem direito a levar 3 outros ítens à sua escolha que:
a) não entrem em contradição com nenhuma das perguntas anteriores
b) não seja algo que você vá usar para sair da ilha, como um barco, por exemplo.
O que você vai levar e por que?

Um canivete 450 mil funções, muito afiado; remédios (principalmente para enxaqueca) e uma bicicleta para dar uns rolés pela ilha.

Não vou indicar ninguém para continuar, mas se quiser, fique a vontade!

Coelhadas

  • Sexta, meu carro ganhou um nome: Esparromóvel;
  • Ainda sexta, uma amiga minha em quem apliquei o blog do primo, me ligou. Pedi para ele falar: "aqui é o primo". Ele não entendeu nada. Ela também não;
  • É tão estranho ouvir alguém falar no telefone "o esparroman, o primo e o apocalypse estão aqui" e achar normal;
  • Estou numa sorte absurda com motoristas. Ontem, achei que fosse deslocar a coluna na hora que passava nos quebra-molas;
  • Da rodoviária até a casa da Véia, TODOS os sinais desligados. À noite descobri porque: acabou a luz em meio Rio de Janeiro;
  • O Rio de Janeiro continua quente. Mesmo quando não tem sol;
  • Ontem a noite, entre uma dormida e outra, fui obrigado a ver Zorra Total. Pensei em suicidar;
  • Aliás, você sabia que existe Zorra Total há 9 (sim, NOVE) anos? E todos eles com as mesmas piadas;
  • Momento nostalgia: barulho do MODEM para entrar na internet. Num notebook que já foi meu;
  • A casa da Véia é MUITO barulhenta;
  • Falando na casa da Véia, é menor que o quarto do melhor hotel que já fiquei (não, eu não conhecia aqui, mesmo ela já morando aqui há uns 2 anos);
  • Que saudade do meu colchão novo...

Esparroman Minas Gerais Tour - S02D05.5 - Conhecendo Contagem

Na sexta-feira, dia em que eu estava em BH, sem porra nenhuma para fazer no trabalho, o Apocalypse e a Raquel estavam com crise de abstinência de café, porque a máquina de expresso do trabalho deles estava quebrada. Eles até criaram uma tag no twitter e a cada estágio da abstinência eles listavam no twitter.

A loucura já estava em níveis altíssimos, então eles combinaram de ir tomar café no kahlula (ou algo parecido) e chamaram o resto da twittosfera para acompanhá-los. O Primo e o Bressane falaram que iam.
Eu tinha um aniversário/degustação de cerveja para ir, mas como não sabia chegar no lugar, tinha que esperar o Joselito para poder segui-lo.

Sendo assim, ia passar antes no Kahlula e depois ir para o tal aniversário/degustação. Essa era a idéia inicial. Mas como tudo o que eu planejo que inclui álcool muda em cima da hora, não foi o que aconteceu...

Depois de enfrentar um trânsito do cão para chegar próximo ao café e dar algumas voltas em quarteirões para achar uma vaga, consegui chegar no lugar. Dessa vez, eu já conhecia as pessoas, então não corria o risco de fazer papel de bobo.

Entrei no lugar e encontrei a Raquel, o Apocalypse e uma terceira pessoa. Não era o Bressane, que eu já conhecia, então devia ser o Primo. O que se confirmou quando ele disse: "finalmente a gente se conheceu, hein?".

Logo que cheguei, a Bebinha ligou e falou que o Joselito ia demorar, porque o trânsito estava horroroso. Disse que ligaria quando estivessem mais próximos. Então relaxei e comecei a beber.

Mais ou menos às 21:00 o Joselito ligou falando que tinha conseguido chegar na casa da Bebinha e me aconselhou a não ir para os lados da festa (perto da casa da Bebinha) naquela hora, porque o trânsito ainda estava horroroso. "Ok, vou fazer mais uma hora aqui e depois eu vou", respondi.

O café fechou e a idéia era ir para outro lugar. Mas a Raquel tinha que ir embora, porque "os portais de Contagem fecham cedo". Aí me ofereceram para leva-la em casa e ela concordou em ir beber com a gente. E neste momento o aniersário/degustação subiu no telhado.

Que fique bem claro: não estou reclamando de ter perdido o outro evento. Quer dizer, perder cerveja grátis sempre é ruim (ainda mais quando é cerveja importada), mas os momentos que viriam depois daquela decisão valeram cada gole perdido.

Fomos parar no Frei Tuck, que tem wi-fi liberado. E no alto das nossas risadas e cervejas, o Primo resolveu abrir o notebook, porque o apocalypse estava apanhando do Palm dele para twittar. E nesse momento, cada bobagem dita ia parar no twitter. O pior de tudo é que a Garota Kunami (Kunome, como disse o apocalypse) também estava online e interagiu com a gente. Pouco, mas interagiu.

E aí chegou a hora de ir embora. Eu, bom samaritano que sou, resolvi levat todo mundo em casa. A situação era a seguinte: estava a uns 7 ou 8 quarteirões de casa e teria que levar um no Nova Granada, um na Cidade Nova e uma em Contagem. Basicamente uma casa em cada ponta de BH. Fora Contagem. Sorte que o Primo conseguiu pensar em um caminho otimizado e tive que rodar só uns 50 km...

Deixar o Primo e a Raquel em casa foi simples. Afinal, eles sabiam o caminho. Só que a Raquel mora em contagem e nem eu nem o Apocalyse conhecemos Contagem. E eram 3 e pouco da madrugada, logo não tinha NINGUÉM na rua. Se nos perdessemos, um abraço.

A cada esquina, vinha aquela dúvida: "será que é por aqui mesmo?". E foram algumas vezes que pensei "putz, não lembro daqui". Mas no fim, deu tudo certo. Deixei o Apocalypse em casa e atravessei a cidade mais uma vez para chegar no Habitáculo.

Eram 4:16 quando consegui entrar em casa. E aí surgiu a dúvida: durmo ou não durmo? Teria que acordar 6 da matina, para pegar o balaio para o Rio. Se eu dormisse, corria o risco de não acordar. Se não dormisse, coria o risco de dormir na cadeira e não ter despertador para acordar. Resolvi dormir, mas coloquei 2 despertadores para tocar.

Acordei no toque do primeiro despertador. Acho que foi porque em 1,5 hora não atingi o sono profundo. Se tivessem sido umas 4 horas de sono, não acordaria de jeito nenhum...

Lado bom: peguei o Ônibus. Mesmo com a confusão fudida que estava na Rodoviária. E dormi a viajem inteira. E o meu balaio tinha ar condicionado, mesmo sem eu ter pago por ele.

Lado ruim: viajei meio de ressaca, com fome, sede e dor de cabeça.

Lado pior ainda: Estou no Rio de Janeiro...

Obs. O 5.5 é porque já era de madrugada quando fui até contagem.

22 de dez. de 2007

Notas mentais

- Não viajar mais de ressaca;
- Não inventar de dormir só 1,5 hora numa "noite";
- Não viajar mais 8 da matina de começo de feriadão de natal;
- Não pegar ônibus no Rio;
- Não sair para almoçar com a minha mãe qando ela já estiver bêbada.

Deve ter mais, mas eu não lembro....

21 de dez. de 2007

Bem Vindo a Buritizeiro

Verdade seja dita: eu só descobri que Buritizeiro não era Pirapora na hora de voltar para o outro lado do rio. Até então, eu acreditava que Pira era dividida pelo velho Chico. O que me ensinou geografia foi esse treco aí embaixo:


Mais especificamente esta plaquinha:


Mas voltando ao começo da história... Na quarta-feira eu fui desbravar Pirapora e, mesmo cagando de medo de perder meu telefone/câmera na maldita ponte interditada caindo aos pedaços resolvi atravessá-la. Sabe como é, tem que ver o que que tem do lado de lá do rio...

Chegando do outro lado do rio, essa pracinha de excepcional gosto nos espera


Lá no fundo é a tal ponte caindo aos pedaços

Aqui a outra metade da praça, com direito a loja e tudo mais. Não me pergunte porque eu não fiz uma panorâmica...


A cidade, em si, eu não conheci. Minha idéia era apenas tirar fotos do rio pelo outro lado, mas até que encontrei coisas estranhas, como essa fantástica clínica odontológica, muito bem conservada:


E essa pracinha, tão bem conservada quanto a clínica odontológica:


E como eu fui pra tirar fotos do Rio, seguem as fotos do barrento!


Plaquinha para preservar o rio, com direito a mini-cascata logo abaixo e Pirapora ao fundo


A mini-cascata picareta vista de outro ângulo (reparem na mureta que construíram no rio), a ponte cai-cai e láááá do outro lado, Pirapora (Hotel Canoeiros, para ser mais exato)

Hotel Canoeiros (Pirapora, MG)

O Hotel Canoeiros é considerado o melhor hotel de Pirapora. Ele é meio engana trouxa (bonito até entrar no quarto), mas tudo bem.

Ele é grande, considerando o tamanho da cidade. São dois andares, cada um com uns 40 apartamentos, mais ou menos. Ó o bichão aí:


Versão com chuva, dentro do carro


Versão noturna, quase sem chuva e a pé


”Placa” de entrada tirada na primeira ida a Pirapora


”Placa” de entrada tirada na segunda ida a Pirapora (uma semana depois)


Carranca na entrada, para espantar os maus espíritos


A entrada e os halls dos andares são bem arrumados, com mobília legal e áreas de descanso.


Hall de entrada


Hall do andar


Eu não tinha entendido a necessidade disso tudo, até entrar no quarto... Pra começar, a chave não queria sair da porta. Tive que descer para pedir ajuda. E o cara me deu a dica de como tirar a chave. Pô, se sabe que está com problema, troca a merda da fechadura!

O apartamento é meio estranho. Você entra e tem um corredorzinho, com uma micro mesa. Essa aí de baixo:


Essa mesa é tudo o que se tem próximo de lugar para trabalhar. Só que não tem cadeiras (tem um banquinho porco, que ainda é capenga) e NÃO TEM TOMADA PERTO. Como diabos as pessoas querem que eu trabalhe em um lugar sem tomadas e sem cadeiras?? Sem contar que se tiver alguém sentado na mesa não passa ninguém.

E ao lado do corredorzinho fica o banheiro. Repare que o Box não tem porta e ao sair do banho está tudo molhado. O chuveiro, pelo menos, é bom.



Eu não tinha visto o papel higiênico sobressalente, mas depois de uns 5 minutos procurando eu achei. Fica em cima do espelho, pendurado em uma torneira. Pessoas de baixa estatura, como eu, não conseguem pegar o papel nem a porrete. Só com o banquinho capenga. E se você tiver começado a utilizar o vaso antes de perceber que não tem papel, deve fazer uma sujeira danada...

O quarto propriamente dito é até razoável. Tem uma varandinha, uma janela , uma cama de casal, TV, frigobar, ar condicionado e um armário.


Mas vamos aos problemas. A porta da varandinha não abria. Estava emperrada. O frigobar fica desligado e vazio. Se você quiser colocar alguma coisa para gelar, boa sorte. O ar condicionado não tem controle de temperatura. E para regular, tem que colocar o banquinho em cima da cama, o que não é recomendado.

A cama de casal, na verdade eram duas camas de solteiro. E isso é horroroso, porque não dá pata aproveitar a cama toda. Você acaba escolhendo um dos lados e o outro fica lá, sem nenhuma utilidade. Nem para colocar as tralhas em cima serve (vai que você rola durante a noite?).

Aliás, outro problema do quarto: como não tem mesa de gente, tem que colocar tudo no chão. Falha feia. Quer jogar alguma coisa no lixo? Boa sorte. Não tem lixeira no quarto (só no banheiro).

Mas vamos às outras partes do hotel... A vista é realmente muito bacana. O Velho Chico está lá, coladinho no hotel. Mas se você quer vista para o rio, tem que pagar mais caro...


A parte de diversão realmente é muito boa. Quadras de vôlei, futebol, tênis, piscina com micro-escorregador, lugar para churrasco, mesa de ping-pong, totó e cama elástica (que molham se chover, mas tudo bem). Tentei fazer uma panorâmica, mas não deu muito certo...




O restaurante é espaçoso e a comida é boa e bem servida. E ainda tem um espaço para os melequentos brincarem e não encherem o saco. Ponto pro hotel.


O café da manhã é até bom, mas as comidas ficam expostas a moscas, mosquitos e tudo mais o que voa. E olha que não era pouco bicho pousando nas comidas não... Eu, que não sou fresco com essas coisas, fiquei meio ressabiado. Mas só porque ia viajar no dia, hehe.

O elevador, “obviamente”, estava quebrado na minha primeira ida ao hotel. Mas na segunda vez já estava funcionando. E é até bacana.



O preço é meio salgado, considerando os quartos do hotel. Mas como não tem nada melhor por lá, está sempre cheio...

Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).

Bem Vindo a Buraco

Buraco é uma cidadezinha no interior de Minas Gerais. A cidade parou o tempo e esqueceu de crescer e evoluir. Mais ou menos como Pains. Típica cidade do interior de Minas, as pessoas todas se conhecem e marcam para tomar um café no fim da tarde.

Infelizmente não tive oportunidade de andar pela cidade, só passei de carro mesmo, então as fotos estão meio ruins. Mas dá para ter uma idéia da cidade...

Pouco depois da entrada da cidade, ainda distante da civilização, uma igreja. E é bem pequenininha. Deve ser só para o pessoal que mora um pouco mais distante do centro.


Chegando à cidade propriamente dita, uma praça. E como não poderia deixar de ser, tem um coreto. O que eu achei estranho é que não tinha outra igreja na frente.


Maaas tem uma igreja um pouco mais na frente, mais perto do centro da cidade (e com direito a pracinha e tudo mais)... A igreja, alias, está em reforma. E não reparem no coco de passarinho no vidro do carro...


E ligando a praça do coreto à igreja tem uma avenida. Fala que não é a cara de cidade do interior.


O centro da cidade, na verdade, é nessa pracinha aí embaixo.


Lá no fundo, tem uma casa de cultura. Reza a lenda que muuuuuito antes de ser casa de cultura era um cinema.


E ao lado da pracinha fica o ÚNICO restaurante da cidade. Deu para ter uma idéia do tamanho da cidade, né? Foi aí que eu almocei...


O cara do lado direito estava olhando para uma TV 29”, que estava passando Globo esporte.

Agora o fato bizarro: ao lado do restaurante (não, não era na casa de cultura, era no salão ao lado do restaurante mesmo) tava rolando uma exposição de quadros de pessoas da região. Alguns quadros eram bem bacanas. Mas devem estar impregnados de gordura...

Decepcionado

Ontem descobri que o meu cunhado tem o meu gadget de desejo. Ele comprou na terra dele (suiça) pagando a bagatela de 700 francos suiços (algo como 1500 ronaldos). E como ele está aqui na terrinha, consegui mexer um pouco no bicho.

Sinceridade? Não é nada do que eu imaginava. Os movimentos não são muito bem captados pela tela, você tem que fazer uma certa força para os comandos funcionarem e ele é MUITO lerdo. O processador de 200 MHz definitivamente MATOU o aparelho.

Eu trabalhei durante 2,5 anos com programação para dispositivos móveis e NUNCA tinha visto um aparelho tão lerdo. E olha que eu trabalhava com uns PDA muito velhos, da época da tela P&B e memória interna de 8 Mb.

Espero que essa lerdeza seja somente na primeira versão do aparelho (caso do dele) e que tenha melhorado nas versões mais atuais (como a que veio para o Brasil).

Como eu também já mexi no iPhone, posso dizer que o brinquedinho do Tio Steve é MUITO melhor (como aparelho). É rápido, os comandos da tela são bem precisos e a tela é sensível (não precisa fazer força). Fora que o teclado é de gente e não aquela porcaria do Windows Mobile. O problema é que não tem software desenvolvido para ele e para o Touch tem milhares (afinal, ele é PPC).

O meu cunhado também reclamou da lerdeza e do teclado. Da lerdeza não dá para fazer muita coisa, mas eu dei umas dicas de como usar o teclado (mesmo sendo a porcaria do WM6). Habilidades que eu desenvolvi no meu tempo de programador e usuário de programas para PPC...