29 de dez. de 2007

Bem Vindo a Pirapora

Não, eu não havia esquecido de Pirapora. A minha idéia era fazer esse post no fim de semana passado, mas na casa da Véia não tinha banda larga e ficar caçando link de foto na fantástica velocidade de 56 kbps não dá (e ainda é caro). E essa semana, apesar de estar sem nada pra fazer no trabalho (fora ontem), não deu para fazer porque bloquearam o picasa na empresa-cliente.

Já vou avisando (e pedindo desculpas) que a qualidade das fotos está bastante ruim, porque algumas delas foi tirada de dentro do carro, com o mesmo em movimento. E para piorar ainda mais, estava chovendo, logo estava meio escuro... Mas vamos ao que interessa...

Pirapora é uma cidade que fica no norte de Minas Gerais e fica ns margens do Rio São Francisco. Tem muitas indústrias por lá, mas o grande atrativo da cidade é o Velho Chico mesmo. Tanto que o símbolo da cidade é um peixe e a ponte cai-cai. Duvida? Olha só a entrada da cidade:



O rio, que estava barrento por causa da chuva, é até legal, mas é um rio como qualquer outro.




Versão Diurna - Na primeira, lá no fundo, a ponte cai-cai. Na segunda, um pescador


Versão Noturna muito porca, tirada da ponte cai-cai


Mas tem o super adicional das cascatas picaretas que parece que foram construídas. Ó só:



A ponte, o outro atrativo da cidade, foi construída em 1900 e bolachinha. Passava um trem por lá, mas aí ela começou a ficar velha demais para trem e passaram para carro. Aí ela ficou mais velha ainda para carro e hoje só podem passar pessoas e bicicletas. E por sua conta e risco, olha só:


Tá bom, não dá pra ler. Mas tá escrito isso lá. Juro.




Versão Noturna muito porca


Mas vamos à cidade. Pirapora é, definiticamente, uma cidade muito estranha. Geograficamente falando. Nem parece ser Minas Gerais. Ela é absolutamente PLANA. E como não tem prédio, o visual é mais ou menos esse:



A cidade é bem pobre, mas nas ruas principais rolam canteiros centrais, rotatórias e praças arrumadinhas.







O parque de esportes da cidade, que é bem cuidado e tem aulas para a comunidade:



O centro de convenções (ainda em construção)



A praça com uma estátua (que acho que é de São Francisco)



A praça (principal?) da cidade. Como foi a única que encontrei e ela tem um coreto, TEM que ser a principal.



Ainda não entendi essa estátua...



Reparem que o coreto foi muito bem utilizado nessa época de natal



Uma rua com coisas estranhas. E reparem na foto abaixo que o maldito peixe está em todo lugar...





Aqui uma das igrejas da cidade. Ela é bem simples.







Mas tem uma praça em frente...



A estação de trem (desativada, lógico)



A lendária fábrica da antártica, que tinha a melhor cerveja do país (mas que foi fechada porque a água estava muito cara)



E como não poderia deixar de ser, fatos bizarros da cidade...

Os orelhões segem o espírito da cidade e são em forma de peixe


Versão Surubim


Versão PIRANHA


A cidade tem uma pista de bicicross. E como tem 8 "raias" na saída, tem 8 lugares no pódio. Mas veja que o 7º lugar é mais alto que o 6º... E mais bizarro ainda: os moleques vão pra pista com aquelas bicicletas de mãe, com cestinha na frente e tudo mais (INFELISMENTE sem foto)...





O Véio ia muito a Pirapora, para fiscalizar o hospital da cidade. Espero que não tenha sido ele que mandou pintar de cores tão toscas...



E para fechar com chave de ouro, a parte fúnebre da cidade. A funerária O complexo funerário (com um nome super sugestivo)...



... e o cemitério, que fica NA ENTRADA da cidade





O de Ponta Grossa era muito mais legal...

28 de dez. de 2007

Rumo a Brasília

Sim, querida leitora, projeto novo na área. E na capital do país. Ainda não fui comunicado oficialmente, mas os dias já contam na minha agenda. E é aquele projeto que eu tinha comentado antes, com mesmo chefe e subchefe do atual.

Tudo o que eu sei até agora: será o projeto mais longo que peguei: 7 meses. Mais ainda assim será apenas a parte de planejamento (pra variar). Tem DOIS dias em agosto (não me pergunte) e novamente a minha participação no projeto terminará numa segunda-feira (para manter a tradição).

Aliás, em janeiro eu tenho mais dias na agenda que dias úteis no mês (considerando os dois projetos). Ou seja: já começo o projeto trabalhando sábado.

O retorno será quinzenal, terei que usar terno e gravata (aqueles que comprei quando entrei na empresa, nunca usei no trabalho e que provavelmente não cabem mais em mim, lembra?) e provavelmente terei que dividir quarto de hotel, dado que em BSB hotel é caro pra bosta.

Quando eu tiver mais informações, coloco por aqui!

27 de dez. de 2007

Chatísticas

Hoje, como não tinha nada para fazer no trabalho (pra não perder o costume), resolvi fazer uma limpeza nos meus emails. Como eu já disse aqui, tenho três “identidades”: profissional, pessoal e virtual, então teria trabalho para a tarde inteira.

Os emails pessoal e virtual estavam praticamente limpos, pois eu apago praticamente todos, então não deu trabalho quase nenhum. Já o profissional...

Quando entrei na empresa resolvi migrar o email pessoal para o Gmail (antes estava no Yahoo!) e como dizia o slogan do Gmail, eu não apagava NENHUM email recebido. Afinal, sei lá quando podem ser úteis...

Mas de uns tempos pra cá comecei a apagar os emails que considerava inúteis depois de lidos: aviso de que tinha número novo do jornal da empresa, confirmação de vôo e hotel, avisos gerais, etc. Isso já diminuiu um bocado a quantidade de emails da conta.

Hoje, resolvi fazer uma limpeza geral e semi-radical: pegando desde o meu primeiro email, olhar um por um e ir apagando todos os emails que não seriam úteis para nada. Depois a limpeza resolvi fazer uma estatística dos meus labels, que compartilho com vocês:



Explicações gerais

1) Arquivo morto são emails que não se enquadram em projetos e/ou são da minha empresa. Basicamente é a minha monografia (eu achei que não tinha mais), o meu currículo (que está desatualizado, por sinal) e meu imposto de renda de 2005;
2) Cada projeto tem um label e a minha empresa tem um label só pra ela;
3) Como são labels e não pastas, existem emails que estão em mais de um label;
4) Como estamos falando de Gmail, cada email na verdade é uma conversa, que pode ter mais de um email;
5) A ordem dos labels é cronológica, da esquerda para a direita;
6) Existem algumas conversas (11) da empresa no meu email do yahoo, logo não foram contabilizados;
7) Os dias nos projetos são dias trabalhados e na empresa e no arquivo morto são dias úteis (mas contam feriados);
8) Todos os fins de semana e dias sem agenda que trabalhei (principalmente no projeto BH 2 e no Mato Grosso) NÃO estão contabilizados, pois para a minha empresa eles não existem;
9) Os dias na empresa não batem com a soma dos projetos por 4 motivos: contam feriados, tive dias de treinamento (14), dias no encontro (3) e dias sem projeto (88);
10) Eu ia colocar a quantidade de Mb de cada label, mas não consegui descobrir como diabos calcular isso. Mas é exponencial, seguindo a ordem cronológica...

Análise dos dados

1) Querendo ou não a minha empresa me manda muito email que eu julgo ser importante;
2) O projeto de Divinópolis teve emails antes de eu ir pra lá. Lá, nem acesso a email eu tive;
3) Na Megalópole o número de conversas é baixo porque o produto não tinha requeria muitos dados e eu sentava ao lado do cliente;
4) O projeto do Mato Grosso teve a média de 3 conversas por dia porque meu chefe estava na Argentina e eu em BH;
5) O projeto 1 de BH tem uma média mais alta de emails (2,36 conv/dia) porque eu era o homem da base de dados;
6) Já o projeto de PG tem muito email porque meu chefe ficava em outra cidade. Além disso, recebemos MUITAS base de dados;
7) E esse projeto 2 de BH (o meu atual até dia 7 de janeiro) teve um número absurdo de média (4,76) porque eu estava em BH e “meus filhos” estão em outras cidades. E o pessoal aqui não conhece a rede da empresa para transferência dos arquivos, manda tudo por email;
8) Reparem que eu só pego projeto pequeno: o mais longo deles teve 84 dias trabalhados (4 meses). O mais curto, 4 dias. Mas na verdade era uma visita promocional;
9) O total usado na minha conta é 380 Mb. E pensar que há uns 10 anos eu me virava com 2 Mb do hotmail e há 4 com 6 Mb do Yahoo....

Cara, eu preciso arrumar alguma coisa útil para fazer no trabalho.....

Empreendedorismo amador

Minha turma de faculdade foi bastante empreendedora. Dos 20 que formaram (pelo menos acho que foi isso), 6 abriram empresa (que eu sei. Podem ter sido mais). Algumas idéias boas, outras já manjadas e uma totalmente sem sentido.

Destes 6, um está ganhando bastante dinheiro (o da idéia boa), dois fecharam a empresa (desistiram do negócio - a idéia também era boa, mas o retorno seria em longuíssimo prazo) e outros dois faliram (idéia manjada e mercado já dominado).

Os que faliram tinham até me convidado para entrar na empresa, mas como eu sabia que não ia dar em nada, não troquei o meu emprego (na época, de programador) para viver de amor, como eles vivem.

E mesmo depois de terem falido não desistiram de ser donos de negócio, então entraram na empresa de outro cara, o da idéia meio sem sentido. A idéia do cara é um dinheiro virtual (que realmente esqueci o nome). Se não me engano, a idéia é poder até para pagar coisas na internet.

Fato é que hoje só funciona com transferências entre contas em um banco virtual, criado por ele e que tem convênio com um banco real (que também não lembro qual é). Só que para sacar o dinheiro virtual no mundo real, você paga a bagatela de 2 ronaldos. Não importa a quantia que você for sacar. Eu só fiquei com dúvida se é 2 ronaldos por saque ou por transferência que você recebe. Mas isso não vem ao caso.

Fato é que outro dia estávamos em um bar e, curiosamente, os três donos do super negócio estavam na mesa. E além deles, estavam mais uns 2 que tem conta nesse banco virtual. E os três donos disseram estar sem dinheiro, então queriam fazer transferência (pelo celular, olha que chique!) para um dos outros caras que tem conta no banco, para que ele pagasse.

Só que eles queriam passar somente o valor da conta. Um dos caras não aceitou, falou que eles teriam que pagar o valor da conta mais os 2 reais da taxa de saque. E os donos não queriam pagar esse valor.

Pô, pensa comigo: você quer fazer a propaganda do seu negócio. Aproveita uma oportunidade única, em uma mesa gigante, para fazer a propaganda. Aí MOSTRA para os seus possíveis clientes que o seu produto é tão ruim que nem você quer arcar com os valores cobrados. Bola fora total.

O pior é que eles são tão sem noção que fizeram a tal transferência e mandaram o cara parar de reclamar e pagar a conta pra eles. Ou seja, o cara tomou um cano de 6 conto, dado que eram 3 pessoas. E reclamou disso para todo mundo da mesa.

O que deveria ser publicidade positiva acabou virando publicidade negativa. E os possíveis clientes desistiram de virar clientes e ainda falaram mal do serviço para outras pessoas. E eu, que sempre tenho razão, acho que essa idéia deles está fadada ao fracasso. Pelo menos do jeito que está hoje.

E não adianta: engenheiro que acha que pode trabalhar com MKT sempre se dá mal. Ainda mais uns caras como esses que nunca estiveram no mercado e vivem de amor há 3 anos...

26 de dez. de 2007

A volta pra casa

A minha vinda do Rio foi de ônibus. O balaio sairia da rodoviária 22:30. E como ninguém lá da minha família tem carro, tive que ir da casa da Véia para a rodoviária de ônibus (taxi ficaria muito caro).

Lá pras 20:00 eu resolvi tomar um banho, para arrancar todos os resquícios da cidade maravilhosa do meu corpo (entenda: tirar o suor da pele). Quando saí do banho, fui informado que deveria sair mais cedo, porque o trânsito estava caótico nas imediações da rodoviária.

E 8:40 eu já estava dentro do ônibus, rumo à rodoviária. No caminho, absolutamente NINGUÉM entra no ônibus. Só eu e o motorista em um trajeto que atravessou a cidade (e durou 40 minutos).

Lógico que eu tinha esquecido o meu MP3 Player em BH, então tive que ir pensando em músicas e prestando atenção na cidade. No caminho, muitos lugares conhecidos, mas que nunca tinha prestado atenção. Passei até por um lugar que me trouxe más recordações.

Como o trânsito estava absurdamente tranqüilo, teria que esperar quase uma hora pelo maldito ônibus. Para minha surpresa, a rodoviária estava bem tranqüila. Consegui até uma cadeirinha desconfortável para sentar.

O ônibus (velho pra cacete) chegou, eu embarquei, sentei, abaixei a poltrona e comecei a dormir. Mal sabia eu que o motorista faria o trajeto BH-Rio em 5 (sim CINCO) horas. E como não poderia deixar de ser, a cada curva que ele fazia eu era jogado para o lado. Praticamente impossível dormir.

Mas o sono era tanto que consegui cochilar. O problema nem era medo, porque eu não poderia fazer nada a respeito (mais ou menos como na vez que tive que ir de SP para Curita de balaio). O problema era conseguir ficar parado na poltrona.

No fim das contas, cheguei em casa são e salvo. E ainda consegui dar uma dormidinha antes de vir trabalhar...

Semana morta

Já estou em BH. A passagem pelo Rio foi rápida, dado que tenho que “trabalhar” esta semana. As aspas são porque não tenho NADA para fazer até sexta-feira, às 14 horas, quando vou para Seven Lakes.

Sim, marcaram um “toró de parpite” na sexta-feira, véspera de feriadão, último dia útil do ano (dia 31 a empresa-cliente não trabalha. Mas eu trabalho). Isso porque eu estou tentando marcar essa porcaria há quase 3 semanas e o pessoal ficou só enrolando.

O problema não é o fato de viajar na sexta-feira. Como vou ficar em BH no ano novo, não tenho que ficar preocupado com hora. Agora imagina só como vai estar o trânsito tanto para ir quanto para voltar de SL (a rodovia é a BR 040, sentido Brasilia).

E querem apostar quanto que não vai adiantar nada, porque não vai dar tempo de terminar tudo o que tem que ser feito? Sim, porque se nem as coisas que estavam semi-prontas eles entregaram em 3 semanas, imagina fazer tudo em 3 horas, sem NADA pronto?

Enquanto isso eu fico aqui, pensando nas horas de viagem mal-dormidas, na minha cama, na minha casa absurdamente desarrumada, no jantar de ano novo que eu tenho hoje e na sorte do meu chefe, que aproveitou a ida dele para a Bélgica a trabalho para passear e rodar pela oropa nas duas semanas seguintes à de trabalho...

25 de dez. de 2007

Fez todo o sentido

lilithm: :)
Ich: ?? :)
lilithm: !! :*
Ich: o.O
lilithm: o_º
Ich: Amaral é sacanagem... hehehe...
:S
lilithm: iueahiueahieuahieuaheaiuae
>o
Ich: XP
Vou ter que postar essa conversa bizarra...
lilithm: taeiheaiuheaiuheaiuheaiuea
mas fez maior sentido, nao fez?
Ich: claro!
lilithm: mas vc nao precisava ter quebrado o clima
eu queria ter me expressado um pouco mais
Ich: desculpe... ;)
lilithm: =/
=D
Ich: \o/


Obs. Ich, sou eu. É que meu Gmail é em alemão.

Jingle Bell, Jingle Bell, acabou o papel

Eu acho o natal uma coisa muito falsa. Principalmente na família da minha mãe, em quem ninguém é católico. O natal por aqui é só um motivo de festa, comilança e presentes, como em 90% das casas do mundo.

O sentido real do natal, de festejar o nascimento de cristo, muitas vezes nem é lembrado. Tanto que o maior símbolo do natal é o Papai Noel, com suas renas, pinheiros cobertos de neve e enfeites que não fazem o menor sentido num país tropical como o Brasil.

Não vou ficar aqui falando que natal é bobagem, que está tudo errado e nem fazer campanha contra natal. Cada um faz o que bem entender. Se estão comemorando por motivos errados, problema não é meu. Ainda mais porque nem em jesus cristo eu acredito, quanto mais nascimento dele.

Fato é que ontem decidiram que não vai ter mais natal aqui na familia da minha mãe. E com isso só volto ao Rio de Janeiro se tiver um projeto aqui (ou em alguma ocasião MUITO especial).

E a partir de janeiro vou começar a campanha para ver se consigo abolir o natal da casa do Véio também...

24 de dez. de 2007

Cidade calamitosa, da escopeta e do fuzil

É engraçado: eu venho ao Rio de Janeiro desde que nasci (há 26 anos) e nunca pensei no Rio como uma cidade turística. Sempre que venho pra cá, é para visitar a minha família (não, eu não sou carioca). Tanto que eu não conheço nenhuma das atrações turísticas da cidade (quer dizer, conheço o Corcovado).`

Pão de Açúcar, Maracanã, Arcos da Lapa, etc são lugares por onde eu passo mas não presto a menor atenção. É como se fossem um lugar qualquer pra mim. Nem a famosa calçada de Copacabana, que é copiada no mundo inteiro eu nunca prestei atenção...

E o mais estranho de tudo é que eu sou um turista nato. Qualquer cidade que eu vou (qualquer MESMO) eu saio explorando, procurando algum coisa diferente, pontos turísticos... Basta ver o "Bem Vindo A". Aqui no Rio, nem passou pela minha cabeça fazer algo do tipo (e não vai ter mesmo, ok?).

Muito disso é porque eu não gosto da cidade. Não acho Maravilhosa, não vejo nada de legal e ainda acho MUITO quente (e úmida) e absurdamente perigosa. De uns tempos pra cá (nos últimos 12 anos), tenho evitado ao máximo vir para o Rio. É no natal e olhe lá. E como natal com a família de cá é a cada dois anos, só venho para o Rio nos anos ímpares. Meu recorde são 4 anos...

Existem casos extraordinarios, como o maldito dia que tive que tirar o maldito visto mexicano, mas como era pra trabalho, não tinha muito como não poder vir. Pelo menos foi só um dia (vim, tirei o visto - depois de uma luta - e voltei pra BH).

E quando realmente tenho que vir pra essa cidade, eu fico paranóico. Ando na rua olhando para os lados, qualquer barulho diferente eu já acho que é tiroteio... Isso porque as minhas estadias (casa da Véia, da minha avó e da minha tia) são em lugares considerados nobres (Ipanema, Leblon e Barra, respectivamente). Mas ainda assim fico cabreiro.

Seria isso loucura? Ou algum trauma de infância? Não sei... Fato é que não gosto de calor, praia e sol, tudo o que sobra no Rio...

23 de dez. de 2007

Tô num blog

Cacete, estou numa lista de links de um blog. E embaixo do seguinte escrito: "Gente que eu admiro". Mais: no texto do link, está: "Um cara bacana, mas que eu não conheço. Mas tem o aval do outro cara.". Obviamente "o outro cara" é o Primo.

Gente, o que que é isso. Eu nem sabia que o cara lia meu blog e descubro que estou no blog dele. O mais bizarro é que descobri o blog fazendo a super pesquisa do meu pseudônimo no google (coisa de gente maluca e semi-paranóica).

Essa tal de internet é uma coisa muito estranha... Mas bem vindo à Blogosfera, Felipe!

Distante, numa praia deserta...

Carai... Quase 10 dias depois eu vi que o norberto me indicou para o meme da praia deserta. Vamos lá então...

Você vai passar exatamente um ano em uma ilha deserta, onde existe uma certa infra-estrutura, mas ela é limitada. Além de você não haverá mais ninguém na ilha, mas você terá acesso a alguns privilégios limitados. Com isso em mente, seguem as perguntas:

1. Na ilha você terá água à vontade e frutas nativas. Se souber pescar, com sorte vai poder comer um peixe de vez em quando. Fora isso, você terá que escolher apenas um tipo de comida salgada e um tipo de comida doce para comer todos os dias, o ano inteiro (podem ser cruas ou cozidas). Quais você escolhe?

Comida salgada: carne (se fosse prato, seria fettutine al paiard, que tem carne e massa). Doce? Hum... difícil... O pavê que minha avó faz é algo divino.

2. Além da água (e, também com sorte, água de côco se você estiver disposto(a) a subir no coqueiro) não há nenhuma outra bebida na ilha, mas você pode também escolher um único tipo de bebiba, fria ou quente, alcoólica ou não, para ter à sua disposição ao longo do ano. Qual você escolhe?

Cerveja, LÓGICO!

3. Para manter a tradição, você pode também levar um único livro. Que livro você leva?

Anjos e Demônios. Fantástico livro, muito melhor que Código daVinci.

4. Igualmente, você poderá levar um único filme para assistir. Que filme você leva?

Contato. Um filme baseado no livro do Carl Sagan.

5. Você terá um notebook à sua disposição, mas com um único programa instalado. Mas você não pode usar um programa de comunicação (como email ou mensagens instantâneas). Qual programa teria mais utilidade para você e por que?

Eu ia falar WinAmp, mas como poderei ouvir só uma música, levaria algum player qualquer, para ver as minhas séries preferidas. Mas se não puder isso, colocaria o Visual Studio 2005, para programar qualquer coisa e manter a cabeça boa.

6. Você poderá acessar a internet, mas este acesso é limitado a um único site, o ano todo. (Se você escolher o Google, por exemplo, não poderá navegar para os links dos resultados da sua busca, que estão fora do Google). Também não pode ser seu webmail, Meebo e afins ou sites de notícias (o que elimina os portais). Fora isso, não há restrição nenhuma ao tipo de site, inclusive os que permitem comunicação de outros tipos. A qual site você quer ter acesso por um ano e por que?

Pode ser o blogger? Para poder reclamar da vida na ilha, lógico...

7. Você também poderá ouvir música. Mas, claro, você terá que ouvir a mesma música o ano todo, pois só pode escolher uma. Qual você leva? E se fosse um CD?

Uma música... Se fosse hoje, seria Highway Song, do System of a Down. Ela está grudada na minha cabeça há umas duas semanas. Um CD: Issues, do Korn.

8. Você poderá escolher um dia do ano para fazer uma única ligação para uma única pessoa, com quem poderá falar por 10 minutos. Para quem você vai ligar, quando e por que?

Eu não sou muito de telefone... Provavelmente ligaria para a Bebinha, que fala muito, rápido e sabe das notícias de muita gente que conheço. O dia tanto faz. Só não pode ser fim de semana, senão ela estaria bêbada e eu não entenderia o que ela estivesse falando...

9. Você poderá escolher um programa de TV para assistir ao longo deste ano na ilha - limitado à freqüência de uma vez por semana. Você só não poderá assistir nenhum tipo de noticiário, fora isso não há restrições. Que programa você quer assistir?

South Park!!! Diversão garantida ou seu dinheiro de volta!

10. Quando for seu aniversário, você terá direito a receber uma carta de um(a) amigo(a) ou familiar que tenha uma novidade para contar (sobre si próprio ou não). De quem você gostaria de receber a carta e com qual notícia?

Bom, como a Bebinha já me falaria de meio mundo, escolheria o meu pai, falando que está tudo bem na minha família.

11. Como não queremos que você transforme uma bola de vôlei no seu melhor amigo imaginário e a única pessoa na ilha será você, você terá direito a levar um animal de estimação para lhe fazer companhia (veja como estou facilitando sua vida!). Que tipo de animal você escolhe e por que? É um animal que você já tenha?

Um cachorro, de preferência um labrador (bobão que nem eu). Não, nunca tive um labrador.

12. Do que você acha que sentirá mais falta? (Contato com as pessoas? Tecnologia? Não saber o que está acontecendo no mundo? Etc…)

Tecnologia, porque ela permite contato com pessoas (mesmo que virtualmente).

13. Por outro lado, o que você acha que será positivo, proveitoso ou benéfico na experiência? Ou divertido?

Cara, a gente sempre aprende muito em situações difíceis. E eu gosto muito de um tempo sozinho de vez em quando. E normalmente vou para o meio do mato para ter este tempo sozinho. É bom para pensar na vida, rever conceitos e pensar em decisões tomadas...

14. Por fim, você tem direito a levar 3 outros ítens à sua escolha que:
a) não entrem em contradição com nenhuma das perguntas anteriores
b) não seja algo que você vá usar para sair da ilha, como um barco, por exemplo.
O que você vai levar e por que?

Um canivete 450 mil funções, muito afiado; remédios (principalmente para enxaqueca) e uma bicicleta para dar uns rolés pela ilha.

Não vou indicar ninguém para continuar, mas se quiser, fique a vontade!

Coelhadas

  • Sexta, meu carro ganhou um nome: Esparromóvel;
  • Ainda sexta, uma amiga minha em quem apliquei o blog do primo, me ligou. Pedi para ele falar: "aqui é o primo". Ele não entendeu nada. Ela também não;
  • É tão estranho ouvir alguém falar no telefone "o esparroman, o primo e o apocalypse estão aqui" e achar normal;
  • Estou numa sorte absurda com motoristas. Ontem, achei que fosse deslocar a coluna na hora que passava nos quebra-molas;
  • Da rodoviária até a casa da Véia, TODOS os sinais desligados. À noite descobri porque: acabou a luz em meio Rio de Janeiro;
  • O Rio de Janeiro continua quente. Mesmo quando não tem sol;
  • Ontem a noite, entre uma dormida e outra, fui obrigado a ver Zorra Total. Pensei em suicidar;
  • Aliás, você sabia que existe Zorra Total há 9 (sim, NOVE) anos? E todos eles com as mesmas piadas;
  • Momento nostalgia: barulho do MODEM para entrar na internet. Num notebook que já foi meu;
  • A casa da Véia é MUITO barulhenta;
  • Falando na casa da Véia, é menor que o quarto do melhor hotel que já fiquei (não, eu não conhecia aqui, mesmo ela já morando aqui há uns 2 anos);
  • Que saudade do meu colchão novo...

Esparroman Minas Gerais Tour - S02D05.5 - Conhecendo Contagem

Na sexta-feira, dia em que eu estava em BH, sem porra nenhuma para fazer no trabalho, o Apocalypse e a Raquel estavam com crise de abstinência de café, porque a máquina de expresso do trabalho deles estava quebrada. Eles até criaram uma tag no twitter e a cada estágio da abstinência eles listavam no twitter.

A loucura já estava em níveis altíssimos, então eles combinaram de ir tomar café no kahlula (ou algo parecido) e chamaram o resto da twittosfera para acompanhá-los. O Primo e o Bressane falaram que iam.
Eu tinha um aniversário/degustação de cerveja para ir, mas como não sabia chegar no lugar, tinha que esperar o Joselito para poder segui-lo.

Sendo assim, ia passar antes no Kahlula e depois ir para o tal aniversário/degustação. Essa era a idéia inicial. Mas como tudo o que eu planejo que inclui álcool muda em cima da hora, não foi o que aconteceu...

Depois de enfrentar um trânsito do cão para chegar próximo ao café e dar algumas voltas em quarteirões para achar uma vaga, consegui chegar no lugar. Dessa vez, eu já conhecia as pessoas, então não corria o risco de fazer papel de bobo.

Entrei no lugar e encontrei a Raquel, o Apocalypse e uma terceira pessoa. Não era o Bressane, que eu já conhecia, então devia ser o Primo. O que se confirmou quando ele disse: "finalmente a gente se conheceu, hein?".

Logo que cheguei, a Bebinha ligou e falou que o Joselito ia demorar, porque o trânsito estava horroroso. Disse que ligaria quando estivessem mais próximos. Então relaxei e comecei a beber.

Mais ou menos às 21:00 o Joselito ligou falando que tinha conseguido chegar na casa da Bebinha e me aconselhou a não ir para os lados da festa (perto da casa da Bebinha) naquela hora, porque o trânsito ainda estava horroroso. "Ok, vou fazer mais uma hora aqui e depois eu vou", respondi.

O café fechou e a idéia era ir para outro lugar. Mas a Raquel tinha que ir embora, porque "os portais de Contagem fecham cedo". Aí me ofereceram para leva-la em casa e ela concordou em ir beber com a gente. E neste momento o aniersário/degustação subiu no telhado.

Que fique bem claro: não estou reclamando de ter perdido o outro evento. Quer dizer, perder cerveja grátis sempre é ruim (ainda mais quando é cerveja importada), mas os momentos que viriam depois daquela decisão valeram cada gole perdido.

Fomos parar no Frei Tuck, que tem wi-fi liberado. E no alto das nossas risadas e cervejas, o Primo resolveu abrir o notebook, porque o apocalypse estava apanhando do Palm dele para twittar. E nesse momento, cada bobagem dita ia parar no twitter. O pior de tudo é que a Garota Kunami (Kunome, como disse o apocalypse) também estava online e interagiu com a gente. Pouco, mas interagiu.

E aí chegou a hora de ir embora. Eu, bom samaritano que sou, resolvi levat todo mundo em casa. A situação era a seguinte: estava a uns 7 ou 8 quarteirões de casa e teria que levar um no Nova Granada, um na Cidade Nova e uma em Contagem. Basicamente uma casa em cada ponta de BH. Fora Contagem. Sorte que o Primo conseguiu pensar em um caminho otimizado e tive que rodar só uns 50 km...

Deixar o Primo e a Raquel em casa foi simples. Afinal, eles sabiam o caminho. Só que a Raquel mora em contagem e nem eu nem o Apocalyse conhecemos Contagem. E eram 3 e pouco da madrugada, logo não tinha NINGUÉM na rua. Se nos perdessemos, um abraço.

A cada esquina, vinha aquela dúvida: "será que é por aqui mesmo?". E foram algumas vezes que pensei "putz, não lembro daqui". Mas no fim, deu tudo certo. Deixei o Apocalypse em casa e atravessei a cidade mais uma vez para chegar no Habitáculo.

Eram 4:16 quando consegui entrar em casa. E aí surgiu a dúvida: durmo ou não durmo? Teria que acordar 6 da matina, para pegar o balaio para o Rio. Se eu dormisse, corria o risco de não acordar. Se não dormisse, coria o risco de dormir na cadeira e não ter despertador para acordar. Resolvi dormir, mas coloquei 2 despertadores para tocar.

Acordei no toque do primeiro despertador. Acho que foi porque em 1,5 hora não atingi o sono profundo. Se tivessem sido umas 4 horas de sono, não acordaria de jeito nenhum...

Lado bom: peguei o Ônibus. Mesmo com a confusão fudida que estava na Rodoviária. E dormi a viajem inteira. E o meu balaio tinha ar condicionado, mesmo sem eu ter pago por ele.

Lado ruim: viajei meio de ressaca, com fome, sede e dor de cabeça.

Lado pior ainda: Estou no Rio de Janeiro...

Obs. O 5.5 é porque já era de madrugada quando fui até contagem.

22 de dez. de 2007

Notas mentais

- Não viajar mais de ressaca;
- Não inventar de dormir só 1,5 hora numa "noite";
- Não viajar mais 8 da matina de começo de feriadão de natal;
- Não pegar ônibus no Rio;
- Não sair para almoçar com a minha mãe qando ela já estiver bêbada.

Deve ter mais, mas eu não lembro....

21 de dez. de 2007

Bem Vindo a Buritizeiro

Verdade seja dita: eu só descobri que Buritizeiro não era Pirapora na hora de voltar para o outro lado do rio. Até então, eu acreditava que Pira era dividida pelo velho Chico. O que me ensinou geografia foi esse treco aí embaixo:


Mais especificamente esta plaquinha:


Mas voltando ao começo da história... Na quarta-feira eu fui desbravar Pirapora e, mesmo cagando de medo de perder meu telefone/câmera na maldita ponte interditada caindo aos pedaços resolvi atravessá-la. Sabe como é, tem que ver o que que tem do lado de lá do rio...

Chegando do outro lado do rio, essa pracinha de excepcional gosto nos espera


Lá no fundo é a tal ponte caindo aos pedaços

Aqui a outra metade da praça, com direito a loja e tudo mais. Não me pergunte porque eu não fiz uma panorâmica...


A cidade, em si, eu não conheci. Minha idéia era apenas tirar fotos do rio pelo outro lado, mas até que encontrei coisas estranhas, como essa fantástica clínica odontológica, muito bem conservada:


E essa pracinha, tão bem conservada quanto a clínica odontológica:


E como eu fui pra tirar fotos do Rio, seguem as fotos do barrento!


Plaquinha para preservar o rio, com direito a mini-cascata logo abaixo e Pirapora ao fundo


A mini-cascata picareta vista de outro ângulo (reparem na mureta que construíram no rio), a ponte cai-cai e láááá do outro lado, Pirapora (Hotel Canoeiros, para ser mais exato)

Hotel Canoeiros (Pirapora, MG)

O Hotel Canoeiros é considerado o melhor hotel de Pirapora. Ele é meio engana trouxa (bonito até entrar no quarto), mas tudo bem.

Ele é grande, considerando o tamanho da cidade. São dois andares, cada um com uns 40 apartamentos, mais ou menos. Ó o bichão aí:


Versão com chuva, dentro do carro


Versão noturna, quase sem chuva e a pé


”Placa” de entrada tirada na primeira ida a Pirapora


”Placa” de entrada tirada na segunda ida a Pirapora (uma semana depois)


Carranca na entrada, para espantar os maus espíritos


A entrada e os halls dos andares são bem arrumados, com mobília legal e áreas de descanso.


Hall de entrada


Hall do andar


Eu não tinha entendido a necessidade disso tudo, até entrar no quarto... Pra começar, a chave não queria sair da porta. Tive que descer para pedir ajuda. E o cara me deu a dica de como tirar a chave. Pô, se sabe que está com problema, troca a merda da fechadura!

O apartamento é meio estranho. Você entra e tem um corredorzinho, com uma micro mesa. Essa aí de baixo:


Essa mesa é tudo o que se tem próximo de lugar para trabalhar. Só que não tem cadeiras (tem um banquinho porco, que ainda é capenga) e NÃO TEM TOMADA PERTO. Como diabos as pessoas querem que eu trabalhe em um lugar sem tomadas e sem cadeiras?? Sem contar que se tiver alguém sentado na mesa não passa ninguém.

E ao lado do corredorzinho fica o banheiro. Repare que o Box não tem porta e ao sair do banho está tudo molhado. O chuveiro, pelo menos, é bom.



Eu não tinha visto o papel higiênico sobressalente, mas depois de uns 5 minutos procurando eu achei. Fica em cima do espelho, pendurado em uma torneira. Pessoas de baixa estatura, como eu, não conseguem pegar o papel nem a porrete. Só com o banquinho capenga. E se você tiver começado a utilizar o vaso antes de perceber que não tem papel, deve fazer uma sujeira danada...

O quarto propriamente dito é até razoável. Tem uma varandinha, uma janela , uma cama de casal, TV, frigobar, ar condicionado e um armário.


Mas vamos aos problemas. A porta da varandinha não abria. Estava emperrada. O frigobar fica desligado e vazio. Se você quiser colocar alguma coisa para gelar, boa sorte. O ar condicionado não tem controle de temperatura. E para regular, tem que colocar o banquinho em cima da cama, o que não é recomendado.

A cama de casal, na verdade eram duas camas de solteiro. E isso é horroroso, porque não dá pata aproveitar a cama toda. Você acaba escolhendo um dos lados e o outro fica lá, sem nenhuma utilidade. Nem para colocar as tralhas em cima serve (vai que você rola durante a noite?).

Aliás, outro problema do quarto: como não tem mesa de gente, tem que colocar tudo no chão. Falha feia. Quer jogar alguma coisa no lixo? Boa sorte. Não tem lixeira no quarto (só no banheiro).

Mas vamos às outras partes do hotel... A vista é realmente muito bacana. O Velho Chico está lá, coladinho no hotel. Mas se você quer vista para o rio, tem que pagar mais caro...


A parte de diversão realmente é muito boa. Quadras de vôlei, futebol, tênis, piscina com micro-escorregador, lugar para churrasco, mesa de ping-pong, totó e cama elástica (que molham se chover, mas tudo bem). Tentei fazer uma panorâmica, mas não deu muito certo...




O restaurante é espaçoso e a comida é boa e bem servida. E ainda tem um espaço para os melequentos brincarem e não encherem o saco. Ponto pro hotel.


O café da manhã é até bom, mas as comidas ficam expostas a moscas, mosquitos e tudo mais o que voa. E olha que não era pouco bicho pousando nas comidas não... Eu, que não sou fresco com essas coisas, fiquei meio ressabiado. Mas só porque ia viajar no dia, hehe.

O elevador, “obviamente”, estava quebrado na minha primeira ida ao hotel. Mas na segunda vez já estava funcionando. E é até bacana.



O preço é meio salgado, considerando os quartos do hotel. Mas como não tem nada melhor por lá, está sempre cheio...

Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).

Bem Vindo a Buraco

Buraco é uma cidadezinha no interior de Minas Gerais. A cidade parou o tempo e esqueceu de crescer e evoluir. Mais ou menos como Pains. Típica cidade do interior de Minas, as pessoas todas se conhecem e marcam para tomar um café no fim da tarde.

Infelizmente não tive oportunidade de andar pela cidade, só passei de carro mesmo, então as fotos estão meio ruins. Mas dá para ter uma idéia da cidade...

Pouco depois da entrada da cidade, ainda distante da civilização, uma igreja. E é bem pequenininha. Deve ser só para o pessoal que mora um pouco mais distante do centro.


Chegando à cidade propriamente dita, uma praça. E como não poderia deixar de ser, tem um coreto. O que eu achei estranho é que não tinha outra igreja na frente.


Maaas tem uma igreja um pouco mais na frente, mais perto do centro da cidade (e com direito a pracinha e tudo mais)... A igreja, alias, está em reforma. E não reparem no coco de passarinho no vidro do carro...


E ligando a praça do coreto à igreja tem uma avenida. Fala que não é a cara de cidade do interior.


O centro da cidade, na verdade, é nessa pracinha aí embaixo.


Lá no fundo, tem uma casa de cultura. Reza a lenda que muuuuuito antes de ser casa de cultura era um cinema.


E ao lado da pracinha fica o ÚNICO restaurante da cidade. Deu para ter uma idéia do tamanho da cidade, né? Foi aí que eu almocei...


O cara do lado direito estava olhando para uma TV 29”, que estava passando Globo esporte.

Agora o fato bizarro: ao lado do restaurante (não, não era na casa de cultura, era no salão ao lado do restaurante mesmo) tava rolando uma exposição de quadros de pessoas da região. Alguns quadros eram bem bacanas. Mas devem estar impregnados de gordura...

Decepcionado

Ontem descobri que o meu cunhado tem o meu gadget de desejo. Ele comprou na terra dele (suiça) pagando a bagatela de 700 francos suiços (algo como 1500 ronaldos). E como ele está aqui na terrinha, consegui mexer um pouco no bicho.

Sinceridade? Não é nada do que eu imaginava. Os movimentos não são muito bem captados pela tela, você tem que fazer uma certa força para os comandos funcionarem e ele é MUITO lerdo. O processador de 200 MHz definitivamente MATOU o aparelho.

Eu trabalhei durante 2,5 anos com programação para dispositivos móveis e NUNCA tinha visto um aparelho tão lerdo. E olha que eu trabalhava com uns PDA muito velhos, da época da tela P&B e memória interna de 8 Mb.

Espero que essa lerdeza seja somente na primeira versão do aparelho (caso do dele) e que tenha melhorado nas versões mais atuais (como a que veio para o Brasil).

Como eu também já mexi no iPhone, posso dizer que o brinquedinho do Tio Steve é MUITO melhor (como aparelho). É rápido, os comandos da tela são bem precisos e a tela é sensível (não precisa fazer força). Fora que o teclado é de gente e não aquela porcaria do Windows Mobile. O problema é que não tem software desenvolvido para ele e para o Touch tem milhares (afinal, ele é PPC).

O meu cunhado também reclamou da lerdeza e do teclado. Da lerdeza não dá para fazer muita coisa, mas eu dei umas dicas de como usar o teclado (mesmo sendo a porcaria do WM6). Habilidades que eu desenvolvi no meu tempo de programador e usuário de programas para PPC...

Esparroman Minas Gerais Tour - S02D04 - O Motorista

Como eu disse aqui antes, o tour é todo feito de carro, dado que as cidades em que vou não tem aeroporto (e são relativamente perto de BH). A empresa-cliente não permite que não-funcionários dirijam os carros da empresa ou alugados por ela. E como eu fui sozinho para Pirapora, a solução foi contratar um motorista.

A empresa já tem 2 motoristas semi-fixos (são PJ) e um terceiro que é contratado em situações especiais (os outros 2 já estarem escalados). Quem me levou foi este terceiro motorista.

Minha mãe sempre me falou "se vai fazer alguma coisa, faça direto. E seja o melhor naquilo que você faz.". A mãe deste cara certamente não falou isso pra ele. O cara é MUITO ruim de roda.

Exemplo: uma rodovia reta, plana, faixa que permite ultrapassagens e um caminhão a 20 km/h na frente. Na faixa contrária, nenhum carro a vista (ou então a uns 5 km de distância). E o cara NÃO ultrapassa o caminhão. TODOS os outros carros passam a gente e o caminhão. E o cara nada.

Outro exemplo: em uma curva, sem nenhuma visibilidade, 2 caminhões juntos e o cara joga o carro pro lado e começa a ultrapassar os dois de uma vez. Ou seja: ele gosta de fortes emoções.

Mas o que me deixou muito, mas MUITO puto foi depois que paramos em Seve Lakes. Na hora de ir embora, ele me pergunta: "você tem preferência por estrada?". Eu nem sabia que existia mais de uma estrada para SL, então falei "Não. A mais rápida para chegar em casa.".

E ele explicou o motivo da pergunta: "é que se nós pegarmos a nova, vou ter que ir até a 040 novamente e pela velha a gente passa por trás da cidade". "Tudo bem", respondi. E fiquei me perguntando por que diabos disse isso durante todo o trajeto SL-BH...

Pense comigo: o que você acha que é mais rápido uma estrada pista dupla, BR, razoavelmente conservada ou uma estradinha véia, pista única, que passa no meio de cidades biboquentas, com trânsito intenso de caminhão carregando Gusa e Minério e motoristas domingueiros? Para mim, a resposta é óbvia... Parece que para ele não.

Para piorar, a estrada velha sai quase no aeroporto de confins. Para quem não conhece BH, o aeroporto fica EM OUTRA CIDADE, a uns 40 km de BH. E ainda chega pela Antônio Carlos ou pela Cristiano Machado, avenidas que estão em reforma. Dá para imaginar o caos que está, né?

Sinceramente, se alguma vez eu for viajar com ele novamente, vou pegar o volante...

Obs. Para quem não acompanha séries, S02 é Semana 02 e D04 é dia 04. Originalmente, "S" é Season e no lugar de "D" é "E", de Episode.

Conversa de bebedouro

Enquanto pego água no bebedouro, escuto o pessoal do Marketing conversando sobre o dia 31 de dezembro:

Homem (que não sei o nome):
- É melhor trabalhar no dia 31 do que não ter emprego.
Mulher 1 (que também não sei o nome):
- Ué, se é assim, é melhor trabalhar no sábado e no domingo do que não ter emprego.
- Mas fim de semana eu não posso.
- Por que não? O que você faz no fim de semana?
- Eu faço neném.

20 de dez. de 2007

Fotos, fotos, MUITAS fotos

Ontem eu consegui dar um rolé por Pirapora. Nada menos que 103 fotos da cidade (umas 20 só do Chico).

O natal vai ser agitado aqui no blog...

Portas de banheiro

Chorei de rir com esse post.

Quando tiver meu lar doce lar, vou pendurar esse aqui na porta:



Acrescentando mais uns dois simbolos de coisas que podem ser feitas no banheiro...

Vi no treta.

19 de dez. de 2007

De Chico Bento...

...para baiano.

Só em Minas mesmo...

Tem coisas que só o "Esparroman Minas Gerais Tour" faz por você!

Resolução maldita

Numa boa: quem ainda usa resolução 800x600? Ainda mais num monitor de 17". Fica tudo gidantesco (ainda mais pra quem está acostumado a usar 1440x900 em um monitor 14.1").

E o pior é que não posso mudar, porque é de ninguém menos que o diretor daqui de Pirapora...

18 de dez. de 2007

Esparroman Minas Gerais Tour - S02D02 - Toró de Parpite

Hoje foi o dia de ir até Buraco. Dessa vez, passei o dia inteiro lá e tive o prazer de almoçar no ÚNICO restaurante da cidade. Obviamente que a comida não era grandes coisas...

Mas o mais legal mesmo foi na hora de fazer um Brainstorming com o pessoal. NADA contra o pessoal da empresa, que é muito bom de serviço por sinal. Só que eles falam igualzinho o Chico Bento (Óia só, parpite, pobrema).

Teve hora que juro que tive que segurar o riso. Mas eu consegui.

E amanhã, Pirapora. Só volto pra BH na sexta, para já ir para o Rio.

Ah, se existisse milhagem de estrada.....

17 de dez. de 2007

Um post por mês

A Nospheratt fez um desafio com 21 tarefas para os últimos 21 dias do ano. Como não tenho saco para fazer metade do que ela propôs, vou fazer esse aqui, bobinho, mas do jeito que eu gosto...

Claro que ainda vai ter uma super retrospectiva no fim do ano, mas esse post vai ser bom para esquentar...

Janeiro

A saga da instalação do Kubuntu - basicamente conto como foi a minha experiência de instalar o kubuntu no meu desktop pau-véio.

Fevereiro

Bem vindo a Pains - simplesmente o post que gastei mais tempo escrevendo da história. Com direito a mapinha "interativo" e tudo mais, é quase um "google street view".

Março


The Super Mothafucking Twix From Hell - Como foi o dia em que fizemos esse fantástico doce.

Abril

Bem Vindo à Aparecida do Norte - Religioso que é religioso conhece Aparecida do Norte no sábado de aleluia. E quem não é religioso (como eu) esquece que é sábado de aleuia e vai lá ver o santuário em dia sagrado. aliás, vale a pena conhecer!

Maio

Wellcome to the Jungle - Fotos e histórias de quando conheci o Mato Grosso. Na verdade, tinha um post para cada cidade (Várzea Grande, Mirasol do Oeste, Paisagens do mato, etc), mas essa é a que eu trabalhei.

Junho

Olha a Chuva... É Mentira... - Como foi a festa junina da minha empresa cliente da época. Não, não acehi nada melhor neste mês...

Julho

Podem ser dois nesse mês? Quebra o galho, vai... Não consegui decidir qual era melhor, Vô, Num Vô, Fui, Num Fui ou 36 Horas Depois... Mas ambos falam da minha luta para conseguir viajar.

Agosto

Apresentação de Fim de Projeto - mostra como a vida de consultor não é fácil.

Setembro

O dia dos casórios - um dos dias mais bizarros da minha vida. Fui a dois casamentos no mesmo dia, no mesmo horário. Sem ter sido convidado para nenhum dos dois!

Outubro

Seven Lakes - O dia em que quase fui morto e quase matei um cliente.

Novembro

BlogCamp MG (mega-post com fotos) - minhas impressões sobre o BlogCamp MG, com historinha e muitas fotos.

Dezembro

Esparroman Minas Gerais Tour - Dia 2 - um dia na vida de um consultor viajante.

É isso aí, pessoal. Dia 31 tem uma retrospectiva completa e gigante...

Em casa

De cabelo cortado, com dor de cabeça, fome e muita, mas MUITA preguiça...

Identificação, por favor

Já perdi as contas de quantas vezes vim para SL. Nunca tinham me pedido nenhum documento para entrar na empresa. Nem mesmo perguntar meu nome, ou para onde eu ia. Eu achava isso até estranho, mas sei lá, cada empresa com sua politica.

Hoje, numa das últimas vezes que eu venho pra cá, o porteiro me parou e perguntou quem eu era, para onde eu ia e quem ia me receber.

Vai entender...

Esparroman NÃO Recomenda: Assacabrasa da Rua da Bahia

Bom, pra começar, eu já estava de muito mau humor por causa da decoração da praça da liberdade. Cheguei no lugar e demorou MEIA HORA para ser atendido e conseguir pedir um refri. Refri esse que demorou mais uns 15 minutos para chegar. ERRADO! Pedi uma soda e chegou uma Pepsi.

Quando resolvemos pedir comida, também foi mais uns 20 minutos para conseguir achar um garçom. Dessa vez, ele não errou (e a comida estava até boa). Mais algum tempo depois, resolvemos pedir a conta. E aí começa a revolta maior.

Pedimos a conta por volta das 10 da noite. 10:20 e nada da conta aparecer. Pedimos para outro garçom. 10:30 e nada da conta aparecer. Pedimos mais uma vez, para outro garçom. Ele foi até o caixa e voltou para a nossa mesa. E o seguinte diálogo aconteceu:

- Pessoal, o que vocês consumiram?
- Hein?
- É que nós olhamos as comandas e só tem uma, com uma cerveja.
- Como assim??
- Pois é. Mas o o que vocês consumiram?

Aí falamos tudo o que tinhamos comido e os refrigerantes que foram tomados. E ele perguntou:

- E quantas cervejas?

Pô, quem vai a bar normalmente não fica contando quantas cervejas tomou. Falamos isso com o cara e ele perguntou:

- Mas num tem nem idéia?

O Tio tinha contado quantas tinham aparecido desde que ele chegou. Somamos mais umas 2 e falamos com o cara.

Mais uns 15 minutos e nada da conta. Tive que levantar, ir até a registradora e pedir novamente a conta, já sendo grosso:

- Olha aqui, já tem mais de 40 minutos que nós pedimos a conta e ela não apareceu. Se ela não aparecer em dois minutos nós vamos embora sem pagar.

Ele olhou e viu que não estava mais lá. Aí um garçom disse:

- Ah, tá aqui ó.

Pagamos, sem os 10% e fomos embora, com toda a certeza de nunca mais voltar lá.

Por ter sido MUITO mal atendido, perderem as comandas e enrolarem para assumir o erro, eu NÃO RECOMENDO o Assacabrasa.

Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).

Retomando o Tour

Hoje começa a segunda rodada do "Esparroman Minas Gerais Tour". Destino de hoje: Seven Lakes (saindo de BH às 13:00).

Amanhã, Buraco e quarta e quinta, Pirapora.

Sexta, se tudo der certo, BH. Pelo menos assim espero.....

Eu sou o Windows XP

Segundo esse teste, eu sou isso aqui:



O que faz muito sentido.

Vi aqui.

16 de dez. de 2007

decoração de natal do inferno

essa maldita decoração de natal da praça da liberdade fez com que eu demorasse mais de meia hora para andar SEIS quarteirões.

será que o povo não tem coisa melhor para fazer além de ir ver luzinhas de natal?

morreu

E a minha tia-avó acabou de morrer. nem deu tempo da minha avó despedir dela.

era disso que eu estava falando mais cedo sobre a vida de viajante...

Liberdade, mas sem comemoração

É, mais um momento de liberdade do ano. Já estava previsto o Véio levar o resto da trupe para SP, mas era para o Natal. Só que ele vai mais cedo, porque uma irmã da minha avó está muito perto da morte. Dizem que não passa de hoje a noite.

Aliás, isso tem acontecido muito nos últimos anos. A minha avó tinha 11 irmãos. Ela era a terceira da fila. Hoje, dos 12 filhos da casa, só 4 estão vivos. E uma está indo encontrar com Deus em muito breve. Um outro fica mais no hospital que em casa e também não deve demorar muito para reencontrar com os irmãos.

A minha avó é a mais velha viva. E tem uma saúde de dar inveja em muita gente nova por aí. Os exames dela (colesterol, glicemia, pressão, etc) são os melhores da família. E isso incluíu eu, minha irmã e meus primos. Sem brincadeira!

Do jeito que está indo, (não só considerando os irmãos dela, mas também a saúde da minha tia e o estilo de vida do meu tio), ela vai enterrar todo mundo. E isso porque ela já não é muito feliz e pede para que Deus a leve logo desde que o meu avô morreu, em 1980.

Eu fico triste por ver a minha avó sofrendo tanto com as mortes de irmãos, primos, etc. Mas no caso desta tia-avó que está no leito de morte, é melhor que ela vá, porque está muito doente e o tratamento seria muito doloroso.

Eles vão para Sampa hoje, só para despedir da ente querida. E sempre que isso acontece, eu fico pensando se essa minha vida de consultor viajante vale a pena, porque posso ter que fazer uma viagem dessas só para despedir a qualquer momento.

Ou então pior: vai que eu estou no Acre e acontece alguma coisa com alguém conhecido. Dependendo do dia, nem dá para chegar a tempo de despedir. Se bobear, nem mesmo para o enterro eu consigo chegar. É triste, mas é verdade.

Vocês já pensaram nisso, queridos leitores consultores viajantes?

14 de dez. de 2007

Rapidinhas

  • Sugestão do chefe para o almoço: rodízio de pizza;
  • Volto do almoço e vejo um email da minha empresa. Presentaço de natal: aumento de 28%! E nem foi por reclassificação;
  • Meu "montinho" de ganhos do projeto aumentou alguns milhões. Tudo graças ao fim da CPMF;
  • Projeto em Brasilia cada vez mais próximo;
  • Semana de comemorações de natal: quarta, jantar da familia do Véio, Quinta, social com o pessoal do projeto e hoje, festa da empresa cliente;
  • Falando em empresa cliente, também ganhei um peru de natal (o dia hoje realmente foi muito bom);
  • Semana que vem tem mais "Esparroman Minas Gerais Tour". Como devo tirar mais fotos, posts só depois do natal;
  • Eu comentei que ganhei um mega-aumento?? :D

Sabotado

Adoro a minha equipe. Eles mudaram um arquivo modelo que eu utilizei e repassei para os meus "filhos" e NÃO ME AVISARAM. Aí eu tenho que mudar tudo, mandar para o pessoal e pedir um milhão de desculpas.

Além disso, eles começaram a fazer um resumo do projeto (historinha de tudo o que aconteceu, problemas que tivemos, etc) e também não me avisaram. Coisa que eu poderia ter feito nos meus vários momentos de ócio no Esparroman Minas Gerais Tour.

E agora, por não ter ficado sabendo desse resumo, ganhei trabalho para o fim de semana.

Eu mereço...

Breaking News

Ontem, na comemoração de fim de ano da equipe do projeto, surgiram notícias fresquinhas sobre a equipe: o SC e C2 vão integrar a equipe do mega projeto de brasilia, que eu comentei semana passada. C1 vai continuar no projeto aqui em BH mesmo, como estava previsto.

E eu... bem, eu estou sem planos. O pessoal vai fazer hoje a proposta de um novo produto para o cliente. Se fechar, eu continuo aqui. Senão, eu POSSO ir para Brasilia (hoje o SC comentou que o CHefe quer me levar pra lá também). Ou então pode mudar tudo e C1 ir para BSB e eu continuar na empresa no resto de 2008.

Dia 7 de janeiro acaba a minha agenda no projeto, então até lá eu fico sabendo...

Esparroman Minas Gerais Tour - Dia 4

Data: 13/12/2007
Origem: BH
Destino: BH
Escala 1: SL
Horário de saída previsto de BH: 08:00
Horário de saída previsto de SL para BH: 17:00
Horário previsto de chegada: 18:30

Historinha:

Hoje de manhã, cheguei na empresa para pegar o carro para SL e tive que subir na nossa sala, para deixar um papel com a C2. C1, que ia comigo, já estava me esperando, mas como o carro ainda não estava pronto, não tinha problema.

Cara, eu estava até sentindo falta do cheiro de mofo da sala. E do sol batendo o dia inteiro também. Mas passou rapidinho... O resto pessoal não estava lá, então deixei o papel em cima da mesa e fui para o carro.

Esse motorista que levou a gente é meio estranho. Logo de cara, quando entrei no carro, enquando C1 guardava alguma coisa no porta-mala, ele perguntou: "Essa menina, C1, é casada?". Tarado total o sujeito!! E olha que ele já é meio velho, casado, com filho... Fora que ele dirige olhando pra trás quando está conversando. Mas tá bom, pelo menos ele não bateu o carro até hoje.

Mas chegando na empresa, fui procurar um dos meus "filhos". O único gerente que não é enrolado. E ao chegar na sala dele descobri que ele vai tirar férias dia 26. Ou seja: tenho que fechar tudo dele até dia 21. "Magavilha"... E enquanto ele passava as coisas dele para outra pessoa da área, eu fui ajudar um outro cara, que estava com dúvidas.

Cheguei na sala dele e ele falou que não entendeu o modelo de plano de ação que mandei para ele. Para quem não conhece, plano de ação são 6 colunas: "O Que", "Quem", "Quando", "Onde", "Por que" e "Como". A única diferença é que o modelo que passei para ele possui colunas de "Quando previsto" e "Quando real", sendo "Quando" quebrado em início e fim. Esperto ele, né?

Expliquei a planilha, como preencher, o que era cada campo, a impotância do PA, etc. Até fiz um exemplo real com ele, para ver se ele realmente tinha entendido.

Voltei para a sala do primeiro gerente e quando cheguei lá o gerente cuzão (aquele que falou que consultor só atrapalha) estava na sala. E aí comentou com o outro gerente: "toda vez que o Esparroman me vê ele fica preocupado. Parece até que eu mordi ele". Que vontade de partir para a agressão física... Mas me contive.

Ele saiu da sala e pude continuar conversando com o gerente em paz. Quer dizer, mais ou menos, dado que os meus outros "filhos" não me deixavam em paz. Um deles, desmarcou a reunião que teríamos à tarde. E nisso meu prazo só diminuindo....

Passei uma hora cultivando o ócio (ja que dependo deles para trabalhar) e fui para a outra reunião que teria no dia (não, não dava para adiantar). A reunião era para ser rápida, só para ver com o pessoal o que eles tinham feito. Mas como sempre suregm outros assuntos e acabou durando um pouco mais do que eu queria.

Quando eram 16:30 todo mundo que ia voltar pra BH já tinha terminado os afazeres, então resolvemos voltar pra casa. Só que eu e C1 ficamos na Companhia do Boi, no Sion, para a comemoração de fim de ano da equipe do projeto (que foi MUITO divertida, por sinal).

12 de dez. de 2007

Esparroman Minas Gerais Tour - Dia 3

Data: 12/12/2007
Origem: BH
Destino: BH
Escala 1: SL
Escala 2: Buraco
Escala 3: SL
Horário de saída previsto de BH: 08:00 (era para ser 7, mas pediram para eu ir às 8, para diminuir custos)
Horário de saída previsto de SL para Buraco: 09:00
Horário de saída previsto de Buraco para SL: 11:30
Horário de saída previsto de SL para BH: 17:00
Horário previsto de chegada: 18:30

Historinha (sem linha de tempo hoje):

A idéia original do "Esparroman Minas Gerais Tour" era dormir em SL de 11 para 12, para poder ir para Buraco hoje bem cedo e passar o dia inteiro lá. Acontece que a empresa cliente não sabe fazer contas e não percebe que uma hora de trabalho minha (cobrada pela minha empresa e não recebida por mim, que fique bem claro) é MUITO mais cara que uma diária de hotel.

Pedi então para ir bem cedo para SL, pegar o gerente da área e ir para Buraco. Entenda como Bem cedo: sair de BH 06:30. Mas mais uma vez o povo da empresa provou que não sabe fazer conta e pediu para eu sair de BH às 08:00, porque já tinha um carro vindo. Por mim, tudo bem.

Só que não teve UM dia que eu saí na hora programada para ir para SL. E hoje, "obóviamente", não foi diferente. Saí de BH 08:36, quase a hora que deveria estar em SL.

Cheguei em SL às 09:30, mais ou menos e até arrumar um carro para ir para Buraco, foi uma luta. Conseguimos sair 10 e pouco., sendo que o pessoal de lá almoça muito cedo (11 da matina).

Buraco é uma cidade do tamanho de Pains e tem uma fiial da empresa cliente. Ela é tão pequena que em 2,5 meses de projeto NINGUÉM da equipe tinha pisado nela. Mas voltemos à vaca fria...

Chegamos em Buraco umas 10:30, mais ou menos e o pessoal de lá não estava no local combinado. Tiveram que deslocar até onde nós estávamos, o que levou mais um tempinho.

Só que enquanto eles se deslocavam, o motorista avisou que teria que voltar para BH por volta de 11:40 e que não daria tempo de nos buscar depois. Ou seja: o nosso dia foi pro saco.

A reunião estava até boa, mas o tempo passou muito rápido e quando vimos, já era quase meio dia e meia. saímos correndo e combinei de voltar a buraco na semana que vem. Pelas minhas contas, vai faltar dia para ir em todos os lugares que preciso na semana que vem...

Chegando em SL descubro que TODO MUNDO que eu precisava conversar estava em uma reunião com o Diretor FDP. Com ele é assim: reunião de 15 minutos demora 3 horas. Logo não tinha outra coisa a fazer a não ser esperar. Ainda mais que estamos numa fase do projeto em que não conseguimos fazer nada sem o pessoal da empresa. Nada MESMO!

Quando chegou mais ou menos na hora de eu ir embora (lembrem: os outros podem atrasar horrores para sair de BH, mas eu não posso ficar nem um minuto a mais na empresa no fim da tarde), acabou a tal reunião. E aí não dava mais tempo para nada...

Voltei pra casa (mas dessa vez porque eu precisava e não porque o pessoal da empresa não sabe fazer conta) e fui para o jantar de natal da familia do Véio (é, ter pais separados tem essas coisas).

Esparroman Minas Gerais Tour - Dia 2

Data: 11/12/2007

Plano Original:

Origem: Pirapora
Destino: Seven Lakes (~300 km de distância) - Para dormir
Horário de saída de Pirapora: 12:30
Horário previsto de chegada: 16:00 (é... trânsito)

Plano realizado:

Origem: Pirapora
Destino: BH (300 e bolachinha km de distância)
Escala: Seven Lakes (uns 300 km de Pirapora)
Horário de saída de Pirapora: 13:00
Horário de saída de SL: 17:30
Horário de chegada: 19:00 (é... trânsito)

Linha de tempo (A.K.A. Historinha):

06:15: Acordar, tomar banho e tomar café. No restaurante, passava Chaves na TV.

07:15: era para ser sair para tirar fotos do rio, mas continuava chovendo. Então virou assistir TV (no quarto, porque chaves é bravo).

07:38: minha pasta (que estava em pé na cama) dá um duplo twist carpado e cai no chão. Sim, o notebook estava dentro dela.

07:38:01: desespero total e testes para ver se estava tudo funcionando;

07:39: Não há pedaços. Bom sinal;

07:42: Sim, estava tudo funcionando. Ufa. (e o povo ainda me zoa que eu protejo o notebook. Onde estão eles agora, para ver tudo inteiro?);

07:45: Saída do hotel;

07:47: parada no posto de gasolina. O preço é mais alto, porque quem vai pagar é a empresa, daqui a 30 dias. E depois não sabem porque estão gastando tanto;

08:03: chegada na empresa. procurando o outro gerente;

08:37: encontrada a sala do outro gerente. "Obóvio" que ele não está lá. Aguardando a chegada dele;

~09:00: chegada do outro gerente. Início da reunião;

~09:05: Descubro que eles TAMBÉM já tem tudo pronto. Mas mesmo assim terei que voltar a Pirapora semana que vem, porque eles têm que ir para um evento e não dá para finalizar tudo hoje;

~09:45: fim da reunião; Início do ócio (depender dos outros é foda) e, consequentemente, início de cópia das fotos para o PC;

~10:30: Volta para a sala do primeiro gerente (que estava em outra reunião). Fim do ócio;

~10:35: pepino gigante aparece. O gerente sai correndo para resolver. Reinício do ócio (e aproveitar para colocar emails em dia);

~11:40: Aviso de que não vai rolar de dormir em SL, porque é mais barato voltar pra BH. Cansaço? Ema, ema ema...

~11:45: Descobrir como voltar de SL para BH. Vai sair uma van, mas vai parar no Ouro Minas (MUITO longe da minha casa). Mando emails e tento ligar, mas o povo já saiu para o almoço;

~12:15: almoço;

~12:50: volta do almoço e colocar coisas no carro;

~13:15: Saída de Pirapora. Muito chão pela frente;

15:52: Momento de medo. O gerente (que estava dirigindo), resolve ultrapassar um caminhão. Tudo correto: local onde é permitida a ultrapassagem, na reta, sem carro à vista. Mas não deveria ser permitido ultrapassar, dado que era o topo de um morro. Quando estavamos emparelhados com o caminhão aparece um carro. Solução: ir para o acostamento da outra pista. SE tivesse acostamento. E lá foi a gente aparar o mato do suposto acostamento;

15:53: voltar para a pista de rolagem correta.

16:40: Deixar um caroneiro em casa. Ele mora ao lado de uma das sete lagoas (agora já conheço 2);

16:50: chegada na empresa. Tentar descobrir de tem algum carro voltando para BH.

16:53: Nâo tem. Tentar arrumar um jeito de pegar a Van;

16:56: O motorista quer cobrar 40 reais a mais. Solução: Balaio;

17:12: Chegada na rodoviária. Advinha qual a empresa que faz SL-BH...


Ééééé. Passaro verde na cabeça! Parece que eu estava adivinhando domingo!

17:30: sai o balaio. E nem é o de linha normal não, é o lotação mesmo (e por conta disso não posso ser reembolsado);

~19:00: Chegada na rodoviária de BH;

~19:45: Chegada em casa.

Esparroman Minas Gerais Tour - Dia 1

Data: 10/12/2007
Origem: BH
Destino: Pirapora (300 e bolachinha km de distância)
Escala: Seven Lakes (uns 70 km de BH, mas só para trocar de carro)
Horário de saída de BH (sede da empresa): 6:30
Horário de saída de SL: 8:00
Horário previsto de chegada: 13:00 (direto na empresa)

Linha de tempo (A.K.A. Historinha):

5:20 da matina: Acordei. Afinal teria que fazer a barba, tomar banho, trocar de roupa e pegar um balaio até a sede da empresa;

06:25: Cheguei na sede da empresa;

07:08: A pessoa com quem eu iria até SL chegou na empresa. Dá para imaginar a minha cara de satisfação de ter perdido quase 40 minutos de sono, né?

08:03: chegamos à SL. Desci do carro, chamei o gerente que vinha comigo até Pirapora e entrei no outro carro. Junto com o gerente veio um outro cara X, que pegaria carona conosco;

08:13: paramos na casa do caroneiro, para pegar a mala dele. Detalhe: ele mora no prédio bizarro que eu tinha tirado foto quando fui na primeira vez para SL. Quase perguntei se ele morava no último andar...

~09:30: conseguimos sair da 040. Apesar de ter sido 1:15 hora, foram apenas 50 km. O trânsito estava uma bosta;

~10:30: Parada para tomar um lanche. O lugar era até bacaninha por fora. Por fora;

~11:00: O gerente (que estava dirigindo) comenta que o carro está puxando um pouco, mas continua tocando o carro;

~12:00: barulhos/cheiros estranhos no carro e o volante tremendo. Encostamos para ver o que era. Pneu furado (e destruído). Aparentemente, algum dos buracos da estrada amassou a roda e o pneu foi esvaziando/descolando aos poucos, até a hora que saiu completamente e começamos a rodar "na calota";

~12:10: Pneu trocado;

~12:45: Chegada à Pirapora;

~1250: início do almoço;

13:20: fim do almoço;

13:25: conhecendo a empresa;

14:00 início da reunião;

14:10: Descubro que o que eu vim fazer já está pronto (legal, né?);

~17:00: fim da reunião.

~17:10: começo a colocar as contas em dia (fim de semana puxado, com várias contas e receitas). Mas só porque o Gerente precisava olhar uns emails e eu não tinha mais nada para fazer.

~17:30: um outro gerente, que fica em SL, me avisa que esta em Pirapora e que quer conversar comigo ainda hoje. No restaurante do hotel. Só para adiantar a conversa que teremos amanhã de manhã na empresa com o resto do pessoal. Melhor pra mim, que, teoricamente, não terei que voltar para Pirapora semana que vem com ele. Mas com isso não poderei fazer reconhecimento da cidade.

~18:30: saída da empresa em direção ao Hotel Canoeiros (post em breve). Chove e faz "frio" (uns 25ºC) em Pirapora (algo raro, segundo disseram). Tento tirar fotos da cidade, mas a chuva e a valocidade que o gerente dirigem não permitem fotos nem mais ou menos (boas a câmera não permite);

~18:45: chegada ao hotel;

~19:00: Entrada no quarto e início de exploração do hotel (fotos mais ou menos, dado que estava meio escuro - chuva, noite, sabe como é);

~19:30: Encontro com o outro gerente. Ele desiste de conversar comigo. Saio em direção ao Chico (o rio);

~19:35: Chegada à ponte que ligava os dois lados do rio. Como estava escuro, as fotos ficaram MUITO ruins. Mesmo com a ajuda do Picasa. E na hora de andar na ponte, um cagaço danado, dado que a ponte é de madeira velha e está toda interditada. Um certo medo de perder o celular pelos buracos no chão (mais ou menos como na Ópera de Arame, em Curitiba);

~20:00: Retorno ao hotel, para rangar. Demora um pouco, mas sou compensado com um prato para uma pessoa que dava para 2 brincando;

~21:00: Volta para o quarto;

~22:00: Cama.

11 de dez. de 2007

9 de dez. de 2007

Hora de fazer as malas

porque amanhã começa o "Esparroman Minas Gerais Tour". Às 6:30 da matina.

Me lembrei dos tempos em que pegava o pássaro verde, às 6 da matina, na rodoviária, para ir para a Megalópole...

Se eu não blogar essa semana, não assustem. Não sei o que me espera. E também não sei se vou conseguir tirar fotos das cidades (bom, uma é Seven Lakes, que já tem "Bem Vindo A").

Mas fotos dos hotéis eu vou tirar...

Saldo final do aniversário

Em 3 dias, foram 2 bebedeiras (tá, a segunda, no dia do meu aniversário, não teve nada relacionado ao meu aniversário), 2 ressacas, 2 almoços de família (pais separados, dá nisso), 2 bolos de chocolate (para cantar parabéns) e uns 5 quilos a mais.

Ontem, foram 4 cervejas diferentes em menos de 8 horas: comecei com Bohemia em casa, com o Joselito e a Bebinha, passei para Original no boteco 1, Bavaria premium no boteco 2 e Heineken também no boteco 2.

Além disso, na sexta foram outras 3 cervejas diferentes (todas no mesmo lugar): começou com brahma, passou para skol e terminou com antartica. Saldo final: 3 cervejas diferentes em mais ou menos 30 horas.

Fora as cervejas importadas que o Véio me deu de presente, que são diferentes de todas essas, mas que ainda não bebi.

O melhor de tudo, no entanto, foi não ter trabalhado NENHUM minuto no fim de semana inteiro!

Do twitter para o blog

Às vezes esqueço que a minha querida leitora não acessa o twitter e não sabe o que rola por lá. Por isso que tem muita coisa repetida na janelinha do twitter aqui na parte principal dos posts (se você lê por feeds, ignore esta frase).

Fato é que no twitter eu escrevo no momento em que acontece e no blog é algo um pouco mais elaborado (até parece). Na verdade muita coisa vem de lá para cá na forma de fatos rápidos, mas de uma forma ou de outra acaba vindo. E isso acaba dando um trabalho danado.

Mas eu não importo. É melhor que reclamo duas vezes, hehe...

Eu quero!

Toda vez que eu "brinco" com um iPhone me dá uma vontade de comprar um...