Eu acho o natal uma coisa muito falsa. Principalmente na família da minha mãe, em quem ninguém é católico. O natal por aqui é só um motivo de festa, comilança e presentes, como em 90% das casas do mundo.
O sentido real do natal, de festejar o nascimento de cristo, muitas vezes nem é lembrado. Tanto que o maior símbolo do natal é o Papai Noel, com suas renas, pinheiros cobertos de neve e enfeites que não fazem o menor sentido num país tropical como o Brasil.
Não vou ficar aqui falando que natal é bobagem, que está tudo errado e nem fazer campanha contra natal. Cada um faz o que bem entender. Se estão comemorando por motivos errados, problema não é meu. Ainda mais porque nem em jesus cristo eu acredito, quanto mais nascimento dele.
Fato é que ontem decidiram que não vai ter mais natal aqui na familia da minha mãe. E com isso só volto ao Rio de Janeiro se tiver um projeto aqui (ou em alguma ocasião MUITO especial).
E a partir de janeiro vou começar a campanha para ver se consigo abolir o natal da casa do Véio também...
25 de dez. de 2007
24 de dez. de 2007
Cidade calamitosa, da escopeta e do fuzil
É engraçado: eu venho ao Rio de Janeiro desde que nasci (há 26 anos) e nunca pensei no Rio como uma cidade turística. Sempre que venho pra cá, é para visitar a minha família (não, eu não sou carioca). Tanto que eu não conheço nenhuma das atrações turísticas da cidade (quer dizer, conheço o Corcovado).`
Pão de Açúcar, Maracanã, Arcos da Lapa, etc são lugares por onde eu passo mas não presto a menor atenção. É como se fossem um lugar qualquer pra mim. Nem a famosa calçada de Copacabana, que é copiada no mundo inteiro eu nunca prestei atenção...
E o mais estranho de tudo é que eu sou um turista nato. Qualquer cidade que eu vou (qualquer MESMO) eu saio explorando, procurando algum coisa diferente, pontos turísticos... Basta ver o "Bem Vindo A". Aqui no Rio, nem passou pela minha cabeça fazer algo do tipo (e não vai ter mesmo, ok?).
Muito disso é porque eu não gosto da cidade. Não acho Maravilhosa, não vejo nada de legal e ainda acho MUITO quente (e úmida) e absurdamente perigosa. De uns tempos pra cá (nos últimos 12 anos), tenho evitado ao máximo vir para o Rio. É no natal e olhe lá. E como natal com a família de cá é a cada dois anos, só venho para o Rio nos anos ímpares. Meu recorde são 4 anos...
Existem casos extraordinarios, como o maldito dia que tive que tirar o maldito visto mexicano, mas como era pra trabalho, não tinha muito como não poder vir. Pelo menos foi só um dia (vim, tirei o visto - depois de uma luta - e voltei pra BH).
E quando realmente tenho que vir pra essa cidade, eu fico paranóico. Ando na rua olhando para os lados, qualquer barulho diferente eu já acho que é tiroteio... Isso porque as minhas estadias (casa da Véia, da minha avó e da minha tia) são em lugares considerados nobres (Ipanema, Leblon e Barra, respectivamente). Mas ainda assim fico cabreiro.
Seria isso loucura? Ou algum trauma de infância? Não sei... Fato é que não gosto de calor, praia e sol, tudo o que sobra no Rio...
Pão de Açúcar, Maracanã, Arcos da Lapa, etc são lugares por onde eu passo mas não presto a menor atenção. É como se fossem um lugar qualquer pra mim. Nem a famosa calçada de Copacabana, que é copiada no mundo inteiro eu nunca prestei atenção...
E o mais estranho de tudo é que eu sou um turista nato. Qualquer cidade que eu vou (qualquer MESMO) eu saio explorando, procurando algum coisa diferente, pontos turísticos... Basta ver o "Bem Vindo A". Aqui no Rio, nem passou pela minha cabeça fazer algo do tipo (e não vai ter mesmo, ok?).
Muito disso é porque eu não gosto da cidade. Não acho Maravilhosa, não vejo nada de legal e ainda acho MUITO quente (e úmida) e absurdamente perigosa. De uns tempos pra cá (nos últimos 12 anos), tenho evitado ao máximo vir para o Rio. É no natal e olhe lá. E como natal com a família de cá é a cada dois anos, só venho para o Rio nos anos ímpares. Meu recorde são 4 anos...
Existem casos extraordinarios, como o maldito dia que tive que tirar o maldito visto mexicano, mas como era pra trabalho, não tinha muito como não poder vir. Pelo menos foi só um dia (vim, tirei o visto - depois de uma luta - e voltei pra BH).
E quando realmente tenho que vir pra essa cidade, eu fico paranóico. Ando na rua olhando para os lados, qualquer barulho diferente eu já acho que é tiroteio... Isso porque as minhas estadias (casa da Véia, da minha avó e da minha tia) são em lugares considerados nobres (Ipanema, Leblon e Barra, respectivamente). Mas ainda assim fico cabreiro.
Seria isso loucura? Ou algum trauma de infância? Não sei... Fato é que não gosto de calor, praia e sol, tudo o que sobra no Rio...
23 de dez. de 2007
Tô num blog
Cacete, estou numa lista de links de um blog. E embaixo do seguinte escrito: "Gente que eu admiro". Mais: no texto do link, está: "Um cara bacana, mas que eu não conheço. Mas tem o aval do outro cara.". Obviamente "o outro cara" é o Primo.
Gente, o que que é isso. Eu nem sabia que o cara lia meu blog e descubro que estou no blog dele. O mais bizarro é que descobri o blog fazendo a super pesquisa do meu pseudônimo no google (coisa de gente maluca e semi-paranóica).
Essa tal de internet é uma coisa muito estranha... Mas bem vindo à Blogosfera, Felipe!
Gente, o que que é isso. Eu nem sabia que o cara lia meu blog e descubro que estou no blog dele. O mais bizarro é que descobri o blog fazendo a super pesquisa do meu pseudônimo no google (coisa de gente maluca e semi-paranóica).
Essa tal de internet é uma coisa muito estranha... Mas bem vindo à Blogosfera, Felipe!
Distante, numa praia deserta...
Carai... Quase 10 dias depois eu vi que o norberto me indicou para o meme da praia deserta. Vamos lá então...
Você vai passar exatamente um ano em uma ilha deserta, onde existe uma certa infra-estrutura, mas ela é limitada. Além de você não haverá mais ninguém na ilha, mas você terá acesso a alguns privilégios limitados. Com isso em mente, seguem as perguntas:
1. Na ilha você terá água à vontade e frutas nativas. Se souber pescar, com sorte vai poder comer um peixe de vez em quando. Fora isso, você terá que escolher apenas um tipo de comida salgada e um tipo de comida doce para comer todos os dias, o ano inteiro (podem ser cruas ou cozidas). Quais você escolhe?
Comida salgada: carne (se fosse prato, seria fettutine al paiard, que tem carne e massa). Doce? Hum... difícil... O pavê que minha avó faz é algo divino.
2. Além da água (e, também com sorte, água de côco se você estiver disposto(a) a subir no coqueiro) não há nenhuma outra bebida na ilha, mas você pode também escolher um único tipo de bebiba, fria ou quente, alcoólica ou não, para ter à sua disposição ao longo do ano. Qual você escolhe?
Cerveja, LÓGICO!
3. Para manter a tradição, você pode também levar um único livro. Que livro você leva?
Anjos e Demônios. Fantástico livro, muito melhor que Código daVinci.
4. Igualmente, você poderá levar um único filme para assistir. Que filme você leva?
Contato. Um filme baseado no livro do Carl Sagan.
5. Você terá um notebook à sua disposição, mas com um único programa instalado. Mas você não pode usar um programa de comunicação (como email ou mensagens instantâneas). Qual programa teria mais utilidade para você e por que?
Eu ia falar WinAmp, mas como poderei ouvir só uma música, levaria algum player qualquer, para ver as minhas séries preferidas. Mas se não puder isso, colocaria o Visual Studio 2005, para programar qualquer coisa e manter a cabeça boa.
6. Você poderá acessar a internet, mas este acesso é limitado a um único site, o ano todo. (Se você escolher o Google, por exemplo, não poderá navegar para os links dos resultados da sua busca, que estão fora do Google). Também não pode ser seu webmail, Meebo e afins ou sites de notícias (o que elimina os portais). Fora isso, não há restrição nenhuma ao tipo de site, inclusive os que permitem comunicação de outros tipos. A qual site você quer ter acesso por um ano e por que?
Pode ser o blogger? Para poder reclamar da vida na ilha, lógico...
7. Você também poderá ouvir música. Mas, claro, você terá que ouvir a mesma música o ano todo, pois só pode escolher uma. Qual você leva? E se fosse um CD?
Uma música... Se fosse hoje, seria Highway Song, do System of a Down. Ela está grudada na minha cabeça há umas duas semanas. Um CD: Issues, do Korn.
8. Você poderá escolher um dia do ano para fazer uma única ligação para uma única pessoa, com quem poderá falar por 10 minutos. Para quem você vai ligar, quando e por que?
Eu não sou muito de telefone... Provavelmente ligaria para a Bebinha, que fala muito, rápido e sabe das notícias de muita gente que conheço. O dia tanto faz. Só não pode ser fim de semana, senão ela estaria bêbada e eu não entenderia o que ela estivesse falando...
9. Você poderá escolher um programa de TV para assistir ao longo deste ano na ilha - limitado à freqüência de uma vez por semana. Você só não poderá assistir nenhum tipo de noticiário, fora isso não há restrições. Que programa você quer assistir?
South Park!!! Diversão garantida ou seu dinheiro de volta!
10. Quando for seu aniversário, você terá direito a receber uma carta de um(a) amigo(a) ou familiar que tenha uma novidade para contar (sobre si próprio ou não). De quem você gostaria de receber a carta e com qual notícia?
Bom, como a Bebinha já me falaria de meio mundo, escolheria o meu pai, falando que está tudo bem na minha família.
11. Como não queremos que você transforme uma bola de vôlei no seu melhor amigo imaginário e a única pessoa na ilha será você, você terá direito a levar um animal de estimação para lhe fazer companhia (veja como estou facilitando sua vida!). Que tipo de animal você escolhe e por que? É um animal que você já tenha?
Um cachorro, de preferência um labrador (bobão que nem eu). Não, nunca tive um labrador.
12. Do que você acha que sentirá mais falta? (Contato com as pessoas? Tecnologia? Não saber o que está acontecendo no mundo? Etc…)
Tecnologia, porque ela permite contato com pessoas (mesmo que virtualmente).
13. Por outro lado, o que você acha que será positivo, proveitoso ou benéfico na experiência? Ou divertido?
Cara, a gente sempre aprende muito em situações difíceis. E eu gosto muito de um tempo sozinho de vez em quando. E normalmente vou para o meio do mato para ter este tempo sozinho. É bom para pensar na vida, rever conceitos e pensar em decisões tomadas...
14. Por fim, você tem direito a levar 3 outros ítens à sua escolha que:
a) não entrem em contradição com nenhuma das perguntas anteriores
b) não seja algo que você vá usar para sair da ilha, como um barco, por exemplo.
O que você vai levar e por que?
Um canivete 450 mil funções, muito afiado; remédios (principalmente para enxaqueca) e uma bicicleta para dar uns rolés pela ilha.
Não vou indicar ninguém para continuar, mas se quiser, fique a vontade!
Você vai passar exatamente um ano em uma ilha deserta, onde existe uma certa infra-estrutura, mas ela é limitada. Além de você não haverá mais ninguém na ilha, mas você terá acesso a alguns privilégios limitados. Com isso em mente, seguem as perguntas:
1. Na ilha você terá água à vontade e frutas nativas. Se souber pescar, com sorte vai poder comer um peixe de vez em quando. Fora isso, você terá que escolher apenas um tipo de comida salgada e um tipo de comida doce para comer todos os dias, o ano inteiro (podem ser cruas ou cozidas). Quais você escolhe?
Comida salgada: carne (se fosse prato, seria fettutine al paiard, que tem carne e massa). Doce? Hum... difícil... O pavê que minha avó faz é algo divino.
2. Além da água (e, também com sorte, água de côco se você estiver disposto(a) a subir no coqueiro) não há nenhuma outra bebida na ilha, mas você pode também escolher um único tipo de bebiba, fria ou quente, alcoólica ou não, para ter à sua disposição ao longo do ano. Qual você escolhe?
Cerveja, LÓGICO!
3. Para manter a tradição, você pode também levar um único livro. Que livro você leva?
Anjos e Demônios. Fantástico livro, muito melhor que Código daVinci.
4. Igualmente, você poderá levar um único filme para assistir. Que filme você leva?
Contato. Um filme baseado no livro do Carl Sagan.
5. Você terá um notebook à sua disposição, mas com um único programa instalado. Mas você não pode usar um programa de comunicação (como email ou mensagens instantâneas). Qual programa teria mais utilidade para você e por que?
Eu ia falar WinAmp, mas como poderei ouvir só uma música, levaria algum player qualquer, para ver as minhas séries preferidas. Mas se não puder isso, colocaria o Visual Studio 2005, para programar qualquer coisa e manter a cabeça boa.
6. Você poderá acessar a internet, mas este acesso é limitado a um único site, o ano todo. (Se você escolher o Google, por exemplo, não poderá navegar para os links dos resultados da sua busca, que estão fora do Google). Também não pode ser seu webmail, Meebo e afins ou sites de notícias (o que elimina os portais). Fora isso, não há restrição nenhuma ao tipo de site, inclusive os que permitem comunicação de outros tipos. A qual site você quer ter acesso por um ano e por que?
Pode ser o blogger? Para poder reclamar da vida na ilha, lógico...
7. Você também poderá ouvir música. Mas, claro, você terá que ouvir a mesma música o ano todo, pois só pode escolher uma. Qual você leva? E se fosse um CD?
Uma música... Se fosse hoje, seria Highway Song, do System of a Down. Ela está grudada na minha cabeça há umas duas semanas. Um CD: Issues, do Korn.
8. Você poderá escolher um dia do ano para fazer uma única ligação para uma única pessoa, com quem poderá falar por 10 minutos. Para quem você vai ligar, quando e por que?
Eu não sou muito de telefone... Provavelmente ligaria para a Bebinha, que fala muito, rápido e sabe das notícias de muita gente que conheço. O dia tanto faz. Só não pode ser fim de semana, senão ela estaria bêbada e eu não entenderia o que ela estivesse falando...
9. Você poderá escolher um programa de TV para assistir ao longo deste ano na ilha - limitado à freqüência de uma vez por semana. Você só não poderá assistir nenhum tipo de noticiário, fora isso não há restrições. Que programa você quer assistir?
South Park!!! Diversão garantida ou seu dinheiro de volta!
10. Quando for seu aniversário, você terá direito a receber uma carta de um(a) amigo(a) ou familiar que tenha uma novidade para contar (sobre si próprio ou não). De quem você gostaria de receber a carta e com qual notícia?
Bom, como a Bebinha já me falaria de meio mundo, escolheria o meu pai, falando que está tudo bem na minha família.
11. Como não queremos que você transforme uma bola de vôlei no seu melhor amigo imaginário e a única pessoa na ilha será você, você terá direito a levar um animal de estimação para lhe fazer companhia (veja como estou facilitando sua vida!). Que tipo de animal você escolhe e por que? É um animal que você já tenha?
Um cachorro, de preferência um labrador (bobão que nem eu). Não, nunca tive um labrador.
12. Do que você acha que sentirá mais falta? (Contato com as pessoas? Tecnologia? Não saber o que está acontecendo no mundo? Etc…)
Tecnologia, porque ela permite contato com pessoas (mesmo que virtualmente).
13. Por outro lado, o que você acha que será positivo, proveitoso ou benéfico na experiência? Ou divertido?
Cara, a gente sempre aprende muito em situações difíceis. E eu gosto muito de um tempo sozinho de vez em quando. E normalmente vou para o meio do mato para ter este tempo sozinho. É bom para pensar na vida, rever conceitos e pensar em decisões tomadas...
14. Por fim, você tem direito a levar 3 outros ítens à sua escolha que:
a) não entrem em contradição com nenhuma das perguntas anteriores
b) não seja algo que você vá usar para sair da ilha, como um barco, por exemplo.
O que você vai levar e por que?
Um canivete 450 mil funções, muito afiado; remédios (principalmente para enxaqueca) e uma bicicleta para dar uns rolés pela ilha.
Não vou indicar ninguém para continuar, mas se quiser, fique a vontade!
Coelhadas
- Sexta, meu carro ganhou um nome: Esparromóvel;
- Ainda sexta, uma amiga minha em quem apliquei o blog do primo, me ligou. Pedi para ele falar: "aqui é o primo". Ele não entendeu nada. Ela também não;
- É tão estranho ouvir alguém falar no telefone "o esparroman, o primo e o apocalypse estão aqui" e achar normal;
- Estou numa sorte absurda com motoristas. Ontem, achei que fosse deslocar a coluna na hora que passava nos quebra-molas;
- Da rodoviária até a casa da Véia, TODOS os sinais desligados. À noite descobri porque: acabou a luz em meio Rio de Janeiro;
- O Rio de Janeiro continua quente. Mesmo quando não tem sol;
- Ontem a noite, entre uma dormida e outra, fui obrigado a ver Zorra Total. Pensei em suicidar;
- Aliás, você sabia que existe Zorra Total há 9 (sim, NOVE) anos? E todos eles com as mesmas piadas;
- Momento nostalgia: barulho do MODEM para entrar na internet. Num notebook que já foi meu;
- A casa da Véia é MUITO barulhenta;
- Falando na casa da Véia, é menor que o quarto do melhor hotel que já fiquei (não, eu não conhecia aqui, mesmo ela já morando aqui há uns 2 anos);
- Que saudade do meu colchão novo...
Esparroman Minas Gerais Tour - S02D05.5 - Conhecendo Contagem
Na sexta-feira, dia em que eu estava em BH, sem porra nenhuma para fazer no trabalho, o Apocalypse e a Raquel estavam com crise de abstinência de café, porque a máquina de expresso do trabalho deles estava quebrada. Eles até criaram uma tag no twitter e a cada estágio da abstinência eles listavam no twitter.
A loucura já estava em níveis altíssimos, então eles combinaram de ir tomar café no kahlula (ou algo parecido) e chamaram o resto da twittosfera para acompanhá-los. O Primo e o Bressane falaram que iam.
Eu tinha um aniversário/degustação de cerveja para ir, mas como não sabia chegar no lugar, tinha que esperar o Joselito para poder segui-lo.
Sendo assim, ia passar antes no Kahlula e depois ir para o tal aniversário/degustação. Essa era a idéia inicial. Mas como tudo o que eu planejo que inclui álcool muda em cima da hora, não foi o que aconteceu...
Depois de enfrentar um trânsito do cão para chegar próximo ao café e dar algumas voltas em quarteirões para achar uma vaga, consegui chegar no lugar. Dessa vez, eu já conhecia as pessoas, então não corria o risco de fazer papel de bobo.
Entrei no lugar e encontrei a Raquel, o Apocalypse e uma terceira pessoa. Não era o Bressane, que eu já conhecia, então devia ser o Primo. O que se confirmou quando ele disse: "finalmente a gente se conheceu, hein?".
Logo que cheguei, a Bebinha ligou e falou que o Joselito ia demorar, porque o trânsito estava horroroso. Disse que ligaria quando estivessem mais próximos. Então relaxei e comecei a beber.
Mais ou menos às 21:00 o Joselito ligou falando que tinha conseguido chegar na casa da Bebinha e me aconselhou a não ir para os lados da festa (perto da casa da Bebinha) naquela hora, porque o trânsito ainda estava horroroso. "Ok, vou fazer mais uma hora aqui e depois eu vou", respondi.
O café fechou e a idéia era ir para outro lugar. Mas a Raquel tinha que ir embora, porque "os portais de Contagem fecham cedo". Aí me ofereceram para leva-la em casa e ela concordou em ir beber com a gente. E neste momento o aniersário/degustação subiu no telhado.
Que fique bem claro: não estou reclamando de ter perdido o outro evento. Quer dizer, perder cerveja grátis sempre é ruim (ainda mais quando é cerveja importada), mas os momentos que viriam depois daquela decisão valeram cada gole perdido.
Fomos parar no Frei Tuck, que tem wi-fi liberado. E no alto das nossas risadas e cervejas, o Primo resolveu abrir o notebook, porque o apocalypse estava apanhando do Palm dele para twittar. E nesse momento, cada bobagem dita ia parar no twitter. O pior de tudo é que a Garota Kunami (Kunome, como disse o apocalypse) também estava online e interagiu com a gente. Pouco, mas interagiu.
E aí chegou a hora de ir embora. Eu, bom samaritano que sou, resolvi levat todo mundo em casa. A situação era a seguinte: estava a uns 7 ou 8 quarteirões de casa e teria que levar um no Nova Granada, um na Cidade Nova e uma em Contagem. Basicamente uma casa em cada ponta de BH. Fora Contagem. Sorte que o Primo conseguiu pensar em um caminho otimizado e tive que rodar só uns 50 km...
Deixar o Primo e a Raquel em casa foi simples. Afinal, eles sabiam o caminho. Só que a Raquel mora em contagem e nem eu nem o Apocalyse conhecemos Contagem. E eram 3 e pouco da madrugada, logo não tinha NINGUÉM na rua. Se nos perdessemos, um abraço.
A cada esquina, vinha aquela dúvida: "será que é por aqui mesmo?". E foram algumas vezes que pensei "putz, não lembro daqui". Mas no fim, deu tudo certo. Deixei o Apocalypse em casa e atravessei a cidade mais uma vez para chegar no Habitáculo.
Eram 4:16 quando consegui entrar em casa. E aí surgiu a dúvida: durmo ou não durmo? Teria que acordar 6 da matina, para pegar o balaio para o Rio. Se eu dormisse, corria o risco de não acordar. Se não dormisse, coria o risco de dormir na cadeira e não ter despertador para acordar. Resolvi dormir, mas coloquei 2 despertadores para tocar.
Acordei no toque do primeiro despertador. Acho que foi porque em 1,5 hora não atingi o sono profundo. Se tivessem sido umas 4 horas de sono, não acordaria de jeito nenhum...
Lado bom: peguei o Ônibus. Mesmo com a confusão fudida que estava na Rodoviária. E dormi a viajem inteira. E o meu balaio tinha ar condicionado, mesmo sem eu ter pago por ele.
Lado ruim: viajei meio de ressaca, com fome, sede e dor de cabeça.
Lado pior ainda: Estou no Rio de Janeiro...
Obs. O 5.5 é porque já era de madrugada quando fui até contagem.
A loucura já estava em níveis altíssimos, então eles combinaram de ir tomar café no kahlula (ou algo parecido) e chamaram o resto da twittosfera para acompanhá-los. O Primo e o Bressane falaram que iam.
Eu tinha um aniversário/degustação de cerveja para ir, mas como não sabia chegar no lugar, tinha que esperar o Joselito para poder segui-lo.
Sendo assim, ia passar antes no Kahlula e depois ir para o tal aniversário/degustação. Essa era a idéia inicial. Mas como tudo o que eu planejo que inclui álcool muda em cima da hora, não foi o que aconteceu...
Depois de enfrentar um trânsito do cão para chegar próximo ao café e dar algumas voltas em quarteirões para achar uma vaga, consegui chegar no lugar. Dessa vez, eu já conhecia as pessoas, então não corria o risco de fazer papel de bobo.
Entrei no lugar e encontrei a Raquel, o Apocalypse e uma terceira pessoa. Não era o Bressane, que eu já conhecia, então devia ser o Primo. O que se confirmou quando ele disse: "finalmente a gente se conheceu, hein?".
Logo que cheguei, a Bebinha ligou e falou que o Joselito ia demorar, porque o trânsito estava horroroso. Disse que ligaria quando estivessem mais próximos. Então relaxei e comecei a beber.
Mais ou menos às 21:00 o Joselito ligou falando que tinha conseguido chegar na casa da Bebinha e me aconselhou a não ir para os lados da festa (perto da casa da Bebinha) naquela hora, porque o trânsito ainda estava horroroso. "Ok, vou fazer mais uma hora aqui e depois eu vou", respondi.
O café fechou e a idéia era ir para outro lugar. Mas a Raquel tinha que ir embora, porque "os portais de Contagem fecham cedo". Aí me ofereceram para leva-la em casa e ela concordou em ir beber com a gente. E neste momento o aniersário/degustação subiu no telhado.
Que fique bem claro: não estou reclamando de ter perdido o outro evento. Quer dizer, perder cerveja grátis sempre é ruim (ainda mais quando é cerveja importada), mas os momentos que viriam depois daquela decisão valeram cada gole perdido.
Fomos parar no Frei Tuck, que tem wi-fi liberado. E no alto das nossas risadas e cervejas, o Primo resolveu abrir o notebook, porque o apocalypse estava apanhando do Palm dele para twittar. E nesse momento, cada bobagem dita ia parar no twitter. O pior de tudo é que a Garota Kunami (Kunome, como disse o apocalypse) também estava online e interagiu com a gente. Pouco, mas interagiu.
E aí chegou a hora de ir embora. Eu, bom samaritano que sou, resolvi levat todo mundo em casa. A situação era a seguinte: estava a uns 7 ou 8 quarteirões de casa e teria que levar um no Nova Granada, um na Cidade Nova e uma em Contagem. Basicamente uma casa em cada ponta de BH. Fora Contagem. Sorte que o Primo conseguiu pensar em um caminho otimizado e tive que rodar só uns 50 km...
Deixar o Primo e a Raquel em casa foi simples. Afinal, eles sabiam o caminho. Só que a Raquel mora em contagem e nem eu nem o Apocalyse conhecemos Contagem. E eram 3 e pouco da madrugada, logo não tinha NINGUÉM na rua. Se nos perdessemos, um abraço.
A cada esquina, vinha aquela dúvida: "será que é por aqui mesmo?". E foram algumas vezes que pensei "putz, não lembro daqui". Mas no fim, deu tudo certo. Deixei o Apocalypse em casa e atravessei a cidade mais uma vez para chegar no Habitáculo.
Eram 4:16 quando consegui entrar em casa. E aí surgiu a dúvida: durmo ou não durmo? Teria que acordar 6 da matina, para pegar o balaio para o Rio. Se eu dormisse, corria o risco de não acordar. Se não dormisse, coria o risco de dormir na cadeira e não ter despertador para acordar. Resolvi dormir, mas coloquei 2 despertadores para tocar.
Acordei no toque do primeiro despertador. Acho que foi porque em 1,5 hora não atingi o sono profundo. Se tivessem sido umas 4 horas de sono, não acordaria de jeito nenhum...
Lado bom: peguei o Ônibus. Mesmo com a confusão fudida que estava na Rodoviária. E dormi a viajem inteira. E o meu balaio tinha ar condicionado, mesmo sem eu ter pago por ele.
Lado ruim: viajei meio de ressaca, com fome, sede e dor de cabeça.
Lado pior ainda: Estou no Rio de Janeiro...
Obs. O 5.5 é porque já era de madrugada quando fui até contagem.
22 de dez. de 2007
Notas mentais
- Não viajar mais de ressaca;
- Não inventar de dormir só 1,5 hora numa "noite";
- Não viajar mais 8 da matina de começo de feriadão de natal;
- Não pegar ônibus no Rio;
- Não sair para almoçar com a minha mãe qando ela já estiver bêbada.
Deve ter mais, mas eu não lembro....
- Não inventar de dormir só 1,5 hora numa "noite";
- Não viajar mais 8 da matina de começo de feriadão de natal;
- Não pegar ônibus no Rio;
- Não sair para almoçar com a minha mãe qando ela já estiver bêbada.
Deve ter mais, mas eu não lembro....
21 de dez. de 2007
Bem Vindo a Buritizeiro
Verdade seja dita: eu só descobri que Buritizeiro não era Pirapora na hora de voltar para o outro lado do rio. Até então, eu acreditava que Pira era dividida pelo velho Chico. O que me ensinou geografia foi esse treco aí embaixo:

Mais especificamente esta plaquinha:

Mas voltando ao começo da história... Na quarta-feira eu fui desbravar Pirapora e, mesmo cagando de medo de perder meu telefone/câmera na maldita ponte interditada caindo aos pedaços resolvi atravessá-la. Sabe como é, tem que ver o que que tem do lado de lá do rio...
Chegando do outro lado do rio, essa pracinha de excepcional gosto nos espera

Lá no fundo é a tal ponte caindo aos pedaços

Aqui a outra metade da praça, com direito a loja e tudo mais. Não me pergunte porque eu não fiz uma panorâmica...
A cidade, em si, eu não conheci. Minha idéia era apenas tirar fotos do rio pelo outro lado, mas até que encontrei coisas estranhas, como essa fantástica clínica odontológica, muito bem conservada:

E essa pracinha, tão bem conservada quanto a clínica odontológica:

E como eu fui pra tirar fotos do Rio, seguem as fotos do barrento!

Plaquinha para preservar o rio, com direito a mini-cascata logo abaixo e Pirapora ao fundo

A mini-cascata picareta vista de outro ângulo (reparem na mureta que construíram no rio), a ponte cai-cai e láááá do outro lado, Pirapora (Hotel Canoeiros, para ser mais exato)
Mais especificamente esta plaquinha:
Mas voltando ao começo da história... Na quarta-feira eu fui desbravar Pirapora e, mesmo cagando de medo de perder meu telefone/câmera na maldita ponte interditada caindo aos pedaços resolvi atravessá-la. Sabe como é, tem que ver o que que tem do lado de lá do rio...
Chegando do outro lado do rio, essa pracinha de excepcional gosto nos espera
Lá no fundo é a tal ponte caindo aos pedaços
Aqui a outra metade da praça, com direito a loja e tudo mais. Não me pergunte porque eu não fiz uma panorâmica...
A cidade, em si, eu não conheci. Minha idéia era apenas tirar fotos do rio pelo outro lado, mas até que encontrei coisas estranhas, como essa fantástica clínica odontológica, muito bem conservada:
E essa pracinha, tão bem conservada quanto a clínica odontológica:
E como eu fui pra tirar fotos do Rio, seguem as fotos do barrento!
Plaquinha para preservar o rio, com direito a mini-cascata logo abaixo e Pirapora ao fundo
A mini-cascata picareta vista de outro ângulo (reparem na mureta que construíram no rio), a ponte cai-cai e láááá do outro lado, Pirapora (Hotel Canoeiros, para ser mais exato)
Hotel Canoeiros (Pirapora, MG)
O Hotel Canoeiros é considerado o melhor hotel de Pirapora. Ele é meio engana trouxa (bonito até entrar no quarto), mas tudo bem.
Ele é grande, considerando o tamanho da cidade. São dois andares, cada um com uns 40 apartamentos, mais ou menos. Ó o bichão aí:

Versão com chuva, dentro do carro

Versão noturna, quase sem chuva e a pé

”Placa” de entrada tirada na primeira ida a Pirapora

”Placa” de entrada tirada na segunda ida a Pirapora (uma semana depois)

Carranca na entrada, para espantar os maus espíritos
A entrada e os halls dos andares são bem arrumados, com mobília legal e áreas de descanso.

Hall de entrada

Hall do andar
Eu não tinha entendido a necessidade disso tudo, até entrar no quarto... Pra começar, a chave não queria sair da porta. Tive que descer para pedir ajuda. E o cara me deu a dica de como tirar a chave. Pô, se sabe que está com problema, troca a merda da fechadura!
O apartamento é meio estranho. Você entra e tem um corredorzinho, com uma micro mesa. Essa aí de baixo:

Essa mesa é tudo o que se tem próximo de lugar para trabalhar. Só que não tem cadeiras (tem um banquinho porco, que ainda é capenga) e NÃO TEM TOMADA PERTO. Como diabos as pessoas querem que eu trabalhe em um lugar sem tomadas e sem cadeiras?? Sem contar que se tiver alguém sentado na mesa não passa ninguém.
E ao lado do corredorzinho fica o banheiro. Repare que o Box não tem porta e ao sair do banho está tudo molhado. O chuveiro, pelo menos, é bom.


Eu não tinha visto o papel higiênico sobressalente, mas depois de uns 5 minutos procurando eu achei. Fica em cima do espelho, pendurado em uma torneira. Pessoas de baixa estatura, como eu, não conseguem pegar o papel nem a porrete. Só com o banquinho capenga. E se você tiver começado a utilizar o vaso antes de perceber que não tem papel, deve fazer uma sujeira danada...
O quarto propriamente dito é até razoável. Tem uma varandinha, uma janela , uma cama de casal, TV, frigobar, ar condicionado e um armário.

Mas vamos aos problemas. A porta da varandinha não abria. Estava emperrada. O frigobar fica desligado e vazio. Se você quiser colocar alguma coisa para gelar, boa sorte. O ar condicionado não tem controle de temperatura. E para regular, tem que colocar o banquinho em cima da cama, o que não é recomendado.
A cama de casal, na verdade eram duas camas de solteiro. E isso é horroroso, porque não dá pata aproveitar a cama toda. Você acaba escolhendo um dos lados e o outro fica lá, sem nenhuma utilidade. Nem para colocar as tralhas em cima serve (vai que você rola durante a noite?).
Aliás, outro problema do quarto: como não tem mesa de gente, tem que colocar tudo no chão. Falha feia. Quer jogar alguma coisa no lixo? Boa sorte. Não tem lixeira no quarto (só no banheiro).
Mas vamos às outras partes do hotel... A vista é realmente muito bacana. O Velho Chico está lá, coladinho no hotel. Mas se você quer vista para o rio, tem que pagar mais caro...

A parte de diversão realmente é muito boa. Quadras de vôlei, futebol, tênis, piscina com micro-escorregador, lugar para churrasco, mesa de ping-pong, totó e cama elástica (que molham se chover, mas tudo bem). Tentei fazer uma panorâmica, mas não deu muito certo...



O restaurante é espaçoso e a comida é boa e bem servida. E ainda tem um espaço para os melequentos brincarem e não encherem o saco. Ponto pro hotel.

O café da manhã é até bom, mas as comidas ficam expostas a moscas, mosquitos e tudo mais o que voa. E olha que não era pouco bicho pousando nas comidas não... Eu, que não sou fresco com essas coisas, fiquei meio ressabiado. Mas só porque ia viajar no dia, hehe.
O elevador, “obviamente”, estava quebrado na minha primeira ida ao hotel. Mas na segunda vez já estava funcionando. E é até bacana.


O preço é meio salgado, considerando os quartos do hotel. Mas como não tem nada melhor por lá, está sempre cheio...
Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).
Ele é grande, considerando o tamanho da cidade. São dois andares, cada um com uns 40 apartamentos, mais ou menos. Ó o bichão aí:
Versão com chuva, dentro do carro
Versão noturna, quase sem chuva e a pé
”Placa” de entrada tirada na primeira ida a Pirapora
”Placa” de entrada tirada na segunda ida a Pirapora (uma semana depois)
Carranca na entrada, para espantar os maus espíritos
A entrada e os halls dos andares são bem arrumados, com mobília legal e áreas de descanso.
Hall de entrada
Hall do andar
Eu não tinha entendido a necessidade disso tudo, até entrar no quarto... Pra começar, a chave não queria sair da porta. Tive que descer para pedir ajuda. E o cara me deu a dica de como tirar a chave. Pô, se sabe que está com problema, troca a merda da fechadura!
O apartamento é meio estranho. Você entra e tem um corredorzinho, com uma micro mesa. Essa aí de baixo:
Essa mesa é tudo o que se tem próximo de lugar para trabalhar. Só que não tem cadeiras (tem um banquinho porco, que ainda é capenga) e NÃO TEM TOMADA PERTO. Como diabos as pessoas querem que eu trabalhe em um lugar sem tomadas e sem cadeiras?? Sem contar que se tiver alguém sentado na mesa não passa ninguém.
E ao lado do corredorzinho fica o banheiro. Repare que o Box não tem porta e ao sair do banho está tudo molhado. O chuveiro, pelo menos, é bom.
Eu não tinha visto o papel higiênico sobressalente, mas depois de uns 5 minutos procurando eu achei. Fica em cima do espelho, pendurado em uma torneira. Pessoas de baixa estatura, como eu, não conseguem pegar o papel nem a porrete. Só com o banquinho capenga. E se você tiver começado a utilizar o vaso antes de perceber que não tem papel, deve fazer uma sujeira danada...
O quarto propriamente dito é até razoável. Tem uma varandinha, uma janela , uma cama de casal, TV, frigobar, ar condicionado e um armário.
Mas vamos aos problemas. A porta da varandinha não abria. Estava emperrada. O frigobar fica desligado e vazio. Se você quiser colocar alguma coisa para gelar, boa sorte. O ar condicionado não tem controle de temperatura. E para regular, tem que colocar o banquinho em cima da cama, o que não é recomendado.
A cama de casal, na verdade eram duas camas de solteiro. E isso é horroroso, porque não dá pata aproveitar a cama toda. Você acaba escolhendo um dos lados e o outro fica lá, sem nenhuma utilidade. Nem para colocar as tralhas em cima serve (vai que você rola durante a noite?).
Aliás, outro problema do quarto: como não tem mesa de gente, tem que colocar tudo no chão. Falha feia. Quer jogar alguma coisa no lixo? Boa sorte. Não tem lixeira no quarto (só no banheiro).
Mas vamos às outras partes do hotel... A vista é realmente muito bacana. O Velho Chico está lá, coladinho no hotel. Mas se você quer vista para o rio, tem que pagar mais caro...
A parte de diversão realmente é muito boa. Quadras de vôlei, futebol, tênis, piscina com micro-escorregador, lugar para churrasco, mesa de ping-pong, totó e cama elástica (que molham se chover, mas tudo bem). Tentei fazer uma panorâmica, mas não deu muito certo...
O restaurante é espaçoso e a comida é boa e bem servida. E ainda tem um espaço para os melequentos brincarem e não encherem o saco. Ponto pro hotel.
O café da manhã é até bom, mas as comidas ficam expostas a moscas, mosquitos e tudo mais o que voa. E olha que não era pouco bicho pousando nas comidas não... Eu, que não sou fresco com essas coisas, fiquei meio ressabiado. Mas só porque ia viajar no dia, hehe.
O elevador, “obviamente”, estava quebrado na minha primeira ida ao hotel. Mas na segunda vez já estava funcionando. E é até bacana.
O preço é meio salgado, considerando os quartos do hotel. Mas como não tem nada melhor por lá, está sempre cheio...
Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).
Bem Vindo a Buraco
Buraco é uma cidadezinha no interior de Minas Gerais. A cidade parou o tempo e esqueceu de crescer e evoluir. Mais ou menos como Pains. Típica cidade do interior de Minas, as pessoas todas se conhecem e marcam para tomar um café no fim da tarde.
Infelizmente não tive oportunidade de andar pela cidade, só passei de carro mesmo, então as fotos estão meio ruins. Mas dá para ter uma idéia da cidade...
Pouco depois da entrada da cidade, ainda distante da civilização, uma igreja. E é bem pequenininha. Deve ser só para o pessoal que mora um pouco mais distante do centro.

Chegando à cidade propriamente dita, uma praça. E como não poderia deixar de ser, tem um coreto. O que eu achei estranho é que não tinha outra igreja na frente.

Maaas tem uma igreja um pouco mais na frente, mais perto do centro da cidade (e com direito a pracinha e tudo mais)... A igreja, alias, está em reforma. E não reparem no coco de passarinho no vidro do carro...

E ligando a praça do coreto à igreja tem uma avenida. Fala que não é a cara de cidade do interior.

O centro da cidade, na verdade, é nessa pracinha aí embaixo.

Lá no fundo, tem uma casa de cultura. Reza a lenda que muuuuuito antes de ser casa de cultura era um cinema.

E ao lado da pracinha fica o ÚNICO restaurante da cidade. Deu para ter uma idéia do tamanho da cidade, né? Foi aí que eu almocei...

O cara do lado direito estava olhando para uma TV 29”, que estava passando Globo esporte.
Agora o fato bizarro: ao lado do restaurante (não, não era na casa de cultura, era no salão ao lado do restaurante mesmo) tava rolando uma exposição de quadros de pessoas da região. Alguns quadros eram bem bacanas. Mas devem estar impregnados de gordura...

Infelizmente não tive oportunidade de andar pela cidade, só passei de carro mesmo, então as fotos estão meio ruins. Mas dá para ter uma idéia da cidade...
Pouco depois da entrada da cidade, ainda distante da civilização, uma igreja. E é bem pequenininha. Deve ser só para o pessoal que mora um pouco mais distante do centro.
Chegando à cidade propriamente dita, uma praça. E como não poderia deixar de ser, tem um coreto. O que eu achei estranho é que não tinha outra igreja na frente.
Maaas tem uma igreja um pouco mais na frente, mais perto do centro da cidade (e com direito a pracinha e tudo mais)... A igreja, alias, está em reforma. E não reparem no coco de passarinho no vidro do carro...
E ligando a praça do coreto à igreja tem uma avenida. Fala que não é a cara de cidade do interior.
O centro da cidade, na verdade, é nessa pracinha aí embaixo.
Lá no fundo, tem uma casa de cultura. Reza a lenda que muuuuuito antes de ser casa de cultura era um cinema.
E ao lado da pracinha fica o ÚNICO restaurante da cidade. Deu para ter uma idéia do tamanho da cidade, né? Foi aí que eu almocei...
O cara do lado direito estava olhando para uma TV 29”, que estava passando Globo esporte.
Agora o fato bizarro: ao lado do restaurante (não, não era na casa de cultura, era no salão ao lado do restaurante mesmo) tava rolando uma exposição de quadros de pessoas da região. Alguns quadros eram bem bacanas. Mas devem estar impregnados de gordura...
Decepcionado
Ontem descobri que o meu cunhado tem o meu gadget de desejo. Ele comprou na terra dele (suiça) pagando a bagatela de 700 francos suiços (algo como 1500 ronaldos). E como ele está aqui na terrinha, consegui mexer um pouco no bicho.
Sinceridade? Não é nada do que eu imaginava. Os movimentos não são muito bem captados pela tela, você tem que fazer uma certa força para os comandos funcionarem e ele é MUITO lerdo. O processador de 200 MHz definitivamente MATOU o aparelho.
Eu trabalhei durante 2,5 anos com programação para dispositivos móveis e NUNCA tinha visto um aparelho tão lerdo. E olha que eu trabalhava com uns PDA muito velhos, da época da tela P&B e memória interna de 8 Mb.
Espero que essa lerdeza seja somente na primeira versão do aparelho (caso do dele) e que tenha melhorado nas versões mais atuais (como a que veio para o Brasil).
Como eu também já mexi no iPhone, posso dizer que o brinquedinho do Tio Steve é MUITO melhor (como aparelho). É rápido, os comandos da tela são bem precisos e a tela é sensível (não precisa fazer força). Fora que o teclado é de gente e não aquela porcaria do Windows Mobile. O problema é que não tem software desenvolvido para ele e para o Touch tem milhares (afinal, ele é PPC).
O meu cunhado também reclamou da lerdeza e do teclado. Da lerdeza não dá para fazer muita coisa, mas eu dei umas dicas de como usar o teclado (mesmo sendo a porcaria do WM6). Habilidades que eu desenvolvi no meu tempo de programador e usuário de programas para PPC...
Sinceridade? Não é nada do que eu imaginava. Os movimentos não são muito bem captados pela tela, você tem que fazer uma certa força para os comandos funcionarem e ele é MUITO lerdo. O processador de 200 MHz definitivamente MATOU o aparelho.
Eu trabalhei durante 2,5 anos com programação para dispositivos móveis e NUNCA tinha visto um aparelho tão lerdo. E olha que eu trabalhava com uns PDA muito velhos, da época da tela P&B e memória interna de 8 Mb.
Espero que essa lerdeza seja somente na primeira versão do aparelho (caso do dele) e que tenha melhorado nas versões mais atuais (como a que veio para o Brasil).
Como eu também já mexi no iPhone, posso dizer que o brinquedinho do Tio Steve é MUITO melhor (como aparelho). É rápido, os comandos da tela são bem precisos e a tela é sensível (não precisa fazer força). Fora que o teclado é de gente e não aquela porcaria do Windows Mobile. O problema é que não tem software desenvolvido para ele e para o Touch tem milhares (afinal, ele é PPC).
O meu cunhado também reclamou da lerdeza e do teclado. Da lerdeza não dá para fazer muita coisa, mas eu dei umas dicas de como usar o teclado (mesmo sendo a porcaria do WM6). Habilidades que eu desenvolvi no meu tempo de programador e usuário de programas para PPC...
Esparroman Minas Gerais Tour - S02D04 - O Motorista
Como eu disse aqui antes, o tour é todo feito de carro, dado que as cidades em que vou não tem aeroporto (e são relativamente perto de BH). A empresa-cliente não permite que não-funcionários dirijam os carros da empresa ou alugados por ela. E como eu fui sozinho para Pirapora, a solução foi contratar um motorista.
A empresa já tem 2 motoristas semi-fixos (são PJ) e um terceiro que é contratado em situações especiais (os outros 2 já estarem escalados). Quem me levou foi este terceiro motorista.
Minha mãe sempre me falou "se vai fazer alguma coisa, faça direto. E seja o melhor naquilo que você faz.". A mãe deste cara certamente não falou isso pra ele. O cara é MUITO ruim de roda.
Exemplo: uma rodovia reta, plana, faixa que permite ultrapassagens e um caminhão a 20 km/h na frente. Na faixa contrária, nenhum carro a vista (ou então a uns 5 km de distância). E o cara NÃO ultrapassa o caminhão. TODOS os outros carros passam a gente e o caminhão. E o cara nada.
Outro exemplo: em uma curva, sem nenhuma visibilidade, 2 caminhões juntos e o cara joga o carro pro lado e começa a ultrapassar os dois de uma vez. Ou seja: ele gosta de fortes emoções.
Mas o que me deixou muito, mas MUITO puto foi depois que paramos em Seve Lakes. Na hora de ir embora, ele me pergunta: "você tem preferência por estrada?". Eu nem sabia que existia mais de uma estrada para SL, então falei "Não. A mais rápida para chegar em casa.".
E ele explicou o motivo da pergunta: "é que se nós pegarmos a nova, vou ter que ir até a 040 novamente e pela velha a gente passa por trás da cidade". "Tudo bem", respondi. E fiquei me perguntando por que diabos disse isso durante todo o trajeto SL-BH...
Pense comigo: o que você acha que é mais rápido uma estrada pista dupla, BR, razoavelmente conservada ou uma estradinha véia, pista única, que passa no meio de cidades biboquentas, com trânsito intenso de caminhão carregando Gusa e Minério e motoristas domingueiros? Para mim, a resposta é óbvia... Parece que para ele não.
Para piorar, a estrada velha sai quase no aeroporto de confins. Para quem não conhece BH, o aeroporto fica EM OUTRA CIDADE, a uns 40 km de BH. E ainda chega pela Antônio Carlos ou pela Cristiano Machado, avenidas que estão em reforma. Dá para imaginar o caos que está, né?
Sinceramente, se alguma vez eu for viajar com ele novamente, vou pegar o volante...
Obs. Para quem não acompanha séries, S02 é Semana 02 e D04 é dia 04. Originalmente, "S" é Season e no lugar de "D" é "E", de Episode.
A empresa já tem 2 motoristas semi-fixos (são PJ) e um terceiro que é contratado em situações especiais (os outros 2 já estarem escalados). Quem me levou foi este terceiro motorista.
Minha mãe sempre me falou "se vai fazer alguma coisa, faça direto. E seja o melhor naquilo que você faz.". A mãe deste cara certamente não falou isso pra ele. O cara é MUITO ruim de roda.
Exemplo: uma rodovia reta, plana, faixa que permite ultrapassagens e um caminhão a 20 km/h na frente. Na faixa contrária, nenhum carro a vista (ou então a uns 5 km de distância). E o cara NÃO ultrapassa o caminhão. TODOS os outros carros passam a gente e o caminhão. E o cara nada.
Outro exemplo: em uma curva, sem nenhuma visibilidade, 2 caminhões juntos e o cara joga o carro pro lado e começa a ultrapassar os dois de uma vez. Ou seja: ele gosta de fortes emoções.
Mas o que me deixou muito, mas MUITO puto foi depois que paramos em Seve Lakes. Na hora de ir embora, ele me pergunta: "você tem preferência por estrada?". Eu nem sabia que existia mais de uma estrada para SL, então falei "Não. A mais rápida para chegar em casa.".
E ele explicou o motivo da pergunta: "é que se nós pegarmos a nova, vou ter que ir até a 040 novamente e pela velha a gente passa por trás da cidade". "Tudo bem", respondi. E fiquei me perguntando por que diabos disse isso durante todo o trajeto SL-BH...
Pense comigo: o que você acha que é mais rápido uma estrada pista dupla, BR, razoavelmente conservada ou uma estradinha véia, pista única, que passa no meio de cidades biboquentas, com trânsito intenso de caminhão carregando Gusa e Minério e motoristas domingueiros? Para mim, a resposta é óbvia... Parece que para ele não.
Para piorar, a estrada velha sai quase no aeroporto de confins. Para quem não conhece BH, o aeroporto fica EM OUTRA CIDADE, a uns 40 km de BH. E ainda chega pela Antônio Carlos ou pela Cristiano Machado, avenidas que estão em reforma. Dá para imaginar o caos que está, né?
Sinceramente, se alguma vez eu for viajar com ele novamente, vou pegar o volante...
Obs. Para quem não acompanha séries, S02 é Semana 02 e D04 é dia 04. Originalmente, "S" é Season e no lugar de "D" é "E", de Episode.
Conversa de bebedouro
Enquanto pego água no bebedouro, escuto o pessoal do Marketing conversando sobre o dia 31 de dezembro:
Homem (que não sei o nome):
- É melhor trabalhar no dia 31 do que não ter emprego.
Mulher 1 (que também não sei o nome):
- Ué, se é assim, é melhor trabalhar no sábado e no domingo do que não ter emprego.
- Mas fim de semana eu não posso.
- Por que não? O que você faz no fim de semana?
- Eu faço neném.
Homem (que não sei o nome):
- É melhor trabalhar no dia 31 do que não ter emprego.
Mulher 1 (que também não sei o nome):
- Ué, se é assim, é melhor trabalhar no sábado e no domingo do que não ter emprego.
- Mas fim de semana eu não posso.
- Por que não? O que você faz no fim de semana?
- Eu faço neném.
20 de dez. de 2007
Fotos, fotos, MUITAS fotos
Ontem eu consegui dar um rolé por Pirapora. Nada menos que 103 fotos da cidade (umas 20 só do Chico).
O natal vai ser agitado aqui no blog...
O natal vai ser agitado aqui no blog...
Portas de banheiro
19 de dez. de 2007
De Chico Bento...
...para baiano.
Só em Minas mesmo...
Tem coisas que só o "Esparroman Minas Gerais Tour" faz por você!
Só em Minas mesmo...
Tem coisas que só o "Esparroman Minas Gerais Tour" faz por você!
Resolução maldita
Numa boa: quem ainda usa resolução 800x600? Ainda mais num monitor de 17". Fica tudo gidantesco (ainda mais pra quem está acostumado a usar 1440x900 em um monitor 14.1").
E o pior é que não posso mudar, porque é de ninguém menos que o diretor daqui de Pirapora...
E o pior é que não posso mudar, porque é de ninguém menos que o diretor daqui de Pirapora...
18 de dez. de 2007
Esparroman Minas Gerais Tour - S02D02 - Toró de Parpite
Hoje foi o dia de ir até Buraco. Dessa vez, passei o dia inteiro lá e tive o prazer de almoçar no ÚNICO restaurante da cidade. Obviamente que a comida não era grandes coisas...
Mas o mais legal mesmo foi na hora de fazer um Brainstorming com o pessoal. NADA contra o pessoal da empresa, que é muito bom de serviço por sinal. Só que eles falam igualzinho o Chico Bento (Óia só, parpite, pobrema).
Teve hora que juro que tive que segurar o riso. Mas eu consegui.
E amanhã, Pirapora. Só volto pra BH na sexta, para já ir para o Rio.
Ah, se existisse milhagem de estrada.....
Mas o mais legal mesmo foi na hora de fazer um Brainstorming com o pessoal. NADA contra o pessoal da empresa, que é muito bom de serviço por sinal. Só que eles falam igualzinho o Chico Bento (Óia só, parpite, pobrema).
Teve hora que juro que tive que segurar o riso. Mas eu consegui.
E amanhã, Pirapora. Só volto pra BH na sexta, para já ir para o Rio.
Ah, se existisse milhagem de estrada.....
17 de dez. de 2007
Um post por mês
A Nospheratt fez um desafio com 21 tarefas para os últimos 21 dias do ano. Como não tenho saco para fazer metade do que ela propôs, vou fazer esse aqui, bobinho, mas do jeito que eu gosto...
Claro que ainda vai ter uma super retrospectiva no fim do ano, mas esse post vai ser bom para esquentar...
Janeiro
A saga da instalação do Kubuntu - basicamente conto como foi a minha experiência de instalar o kubuntu no meu desktop pau-véio.
Fevereiro
Bem vindo a Pains - simplesmente o post que gastei mais tempo escrevendo da história. Com direito a mapinha "interativo" e tudo mais, é quase um "google street view".
Março
The Super Mothafucking Twix From Hell - Como foi o dia em que fizemos esse fantástico doce.
Abril
Bem Vindo à Aparecida do Norte - Religioso que é religioso conhece Aparecida do Norte no sábado de aleluia. E quem não é religioso (como eu) esquece que é sábado de aleuia e vai lá ver o santuário em dia sagrado. aliás, vale a pena conhecer!
Maio
Wellcome to the Jungle - Fotos e histórias de quando conheci o Mato Grosso. Na verdade, tinha um post para cada cidade (Várzea Grande, Mirasol do Oeste, Paisagens do mato, etc), mas essa é a que eu trabalhei.
Junho
Olha a Chuva... É Mentira... - Como foi a festa junina da minha empresa cliente da época. Não, não acehi nada melhor neste mês...
Julho
Podem ser dois nesse mês? Quebra o galho, vai... Não consegui decidir qual era melhor, Vô, Num Vô, Fui, Num Fui ou 36 Horas Depois... Mas ambos falam da minha luta para conseguir viajar.
Agosto
Apresentação de Fim de Projeto - mostra como a vida de consultor não é fácil.
Setembro
O dia dos casórios - um dos dias mais bizarros da minha vida. Fui a dois casamentos no mesmo dia, no mesmo horário. Sem ter sido convidado para nenhum dos dois!
Outubro
Seven Lakes - O dia em que quase fui morto e quase matei um cliente.
Novembro
BlogCamp MG (mega-post com fotos) - minhas impressões sobre o BlogCamp MG, com historinha e muitas fotos.
Dezembro
Esparroman Minas Gerais Tour - Dia 2 - um dia na vida de um consultor viajante.
É isso aí, pessoal. Dia 31 tem uma retrospectiva completa e gigante...
Claro que ainda vai ter uma super retrospectiva no fim do ano, mas esse post vai ser bom para esquentar...
Janeiro
A saga da instalação do Kubuntu - basicamente conto como foi a minha experiência de instalar o kubuntu no meu desktop pau-véio.
Fevereiro
Bem vindo a Pains - simplesmente o post que gastei mais tempo escrevendo da história. Com direito a mapinha "interativo" e tudo mais, é quase um "google street view".
Março
The Super Mothafucking Twix From Hell - Como foi o dia em que fizemos esse fantástico doce.
Abril
Bem Vindo à Aparecida do Norte - Religioso que é religioso conhece Aparecida do Norte no sábado de aleluia. E quem não é religioso (como eu) esquece que é sábado de aleuia e vai lá ver o santuário em dia sagrado. aliás, vale a pena conhecer!
Maio
Wellcome to the Jungle - Fotos e histórias de quando conheci o Mato Grosso. Na verdade, tinha um post para cada cidade (Várzea Grande, Mirasol do Oeste, Paisagens do mato, etc), mas essa é a que eu trabalhei.
Junho
Olha a Chuva... É Mentira... - Como foi a festa junina da minha empresa cliente da época. Não, não acehi nada melhor neste mês...
Julho
Podem ser dois nesse mês? Quebra o galho, vai... Não consegui decidir qual era melhor, Vô, Num Vô, Fui, Num Fui ou 36 Horas Depois... Mas ambos falam da minha luta para conseguir viajar.
Agosto
Apresentação de Fim de Projeto - mostra como a vida de consultor não é fácil.
Setembro
O dia dos casórios - um dos dias mais bizarros da minha vida. Fui a dois casamentos no mesmo dia, no mesmo horário. Sem ter sido convidado para nenhum dos dois!
Outubro
Seven Lakes - O dia em que quase fui morto e quase matei um cliente.
Novembro
BlogCamp MG (mega-post com fotos) - minhas impressões sobre o BlogCamp MG, com historinha e muitas fotos.
Dezembro
Esparroman Minas Gerais Tour - Dia 2 - um dia na vida de um consultor viajante.
É isso aí, pessoal. Dia 31 tem uma retrospectiva completa e gigante...
Identificação, por favor
Já perdi as contas de quantas vezes vim para SL. Nunca tinham me pedido nenhum documento para entrar na empresa. Nem mesmo perguntar meu nome, ou para onde eu ia. Eu achava isso até estranho, mas sei lá, cada empresa com sua politica.
Hoje, numa das últimas vezes que eu venho pra cá, o porteiro me parou e perguntou quem eu era, para onde eu ia e quem ia me receber.
Vai entender...
Hoje, numa das últimas vezes que eu venho pra cá, o porteiro me parou e perguntou quem eu era, para onde eu ia e quem ia me receber.
Vai entender...
Esparroman NÃO Recomenda: Assacabrasa da Rua da Bahia
Bom, pra começar, eu já estava de muito mau humor por causa da decoração da praça da liberdade. Cheguei no lugar e demorou MEIA HORA para ser atendido e conseguir pedir um refri. Refri esse que demorou mais uns 15 minutos para chegar. ERRADO! Pedi uma soda e chegou uma Pepsi.
Quando resolvemos pedir comida, também foi mais uns 20 minutos para conseguir achar um garçom. Dessa vez, ele não errou (e a comida estava até boa). Mais algum tempo depois, resolvemos pedir a conta. E aí começa a revolta maior.
Pedimos a conta por volta das 10 da noite. 10:20 e nada da conta aparecer. Pedimos para outro garçom. 10:30 e nada da conta aparecer. Pedimos mais uma vez, para outro garçom. Ele foi até o caixa e voltou para a nossa mesa. E o seguinte diálogo aconteceu:
- Pessoal, o que vocês consumiram?
- Hein?
- É que nós olhamos as comandas e só tem uma, com uma cerveja.
- Como assim??
- Pois é. Mas o o que vocês consumiram?
Aí falamos tudo o que tinhamos comido e os refrigerantes que foram tomados. E ele perguntou:
- E quantas cervejas?
Pô, quem vai a bar normalmente não fica contando quantas cervejas tomou. Falamos isso com o cara e ele perguntou:
- Mas num tem nem idéia?
O Tio tinha contado quantas tinham aparecido desde que ele chegou. Somamos mais umas 2 e falamos com o cara.
Mais uns 15 minutos e nada da conta. Tive que levantar, ir até a registradora e pedir novamente a conta, já sendo grosso:
- Olha aqui, já tem mais de 40 minutos que nós pedimos a conta e ela não apareceu. Se ela não aparecer em dois minutos nós vamos embora sem pagar.
Ele olhou e viu que não estava mais lá. Aí um garçom disse:
- Ah, tá aqui ó.
Pagamos, sem os 10% e fomos embora, com toda a certeza de nunca mais voltar lá.
Por ter sido MUITO mal atendido, perderem as comandas e enrolarem para assumir o erro, eu NÃO RECOMENDO o Assacabrasa.
Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).
Quando resolvemos pedir comida, também foi mais uns 20 minutos para conseguir achar um garçom. Dessa vez, ele não errou (e a comida estava até boa). Mais algum tempo depois, resolvemos pedir a conta. E aí começa a revolta maior.
Pedimos a conta por volta das 10 da noite. 10:20 e nada da conta aparecer. Pedimos para outro garçom. 10:30 e nada da conta aparecer. Pedimos mais uma vez, para outro garçom. Ele foi até o caixa e voltou para a nossa mesa. E o seguinte diálogo aconteceu:
- Pessoal, o que vocês consumiram?
- Hein?
- É que nós olhamos as comandas e só tem uma, com uma cerveja.
- Como assim??
- Pois é. Mas o o que vocês consumiram?
Aí falamos tudo o que tinhamos comido e os refrigerantes que foram tomados. E ele perguntou:
- E quantas cervejas?
Pô, quem vai a bar normalmente não fica contando quantas cervejas tomou. Falamos isso com o cara e ele perguntou:
- Mas num tem nem idéia?
O Tio tinha contado quantas tinham aparecido desde que ele chegou. Somamos mais umas 2 e falamos com o cara.
Mais uns 15 minutos e nada da conta. Tive que levantar, ir até a registradora e pedir novamente a conta, já sendo grosso:
- Olha aqui, já tem mais de 40 minutos que nós pedimos a conta e ela não apareceu. Se ela não aparecer em dois minutos nós vamos embora sem pagar.
Ele olhou e viu que não estava mais lá. Aí um garçom disse:
- Ah, tá aqui ó.
Pagamos, sem os 10% e fomos embora, com toda a certeza de nunca mais voltar lá.
Por ter sido MUITO mal atendido, perderem as comandas e enrolarem para assumir o erro, eu NÃO RECOMENDO o Assacabrasa.
Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).
Retomando o Tour
Hoje começa a segunda rodada do "Esparroman Minas Gerais Tour". Destino de hoje: Seven Lakes (saindo de BH às 13:00).
Amanhã, Buraco e quarta e quinta, Pirapora.
Sexta, se tudo der certo, BH. Pelo menos assim espero.....
Amanhã, Buraco e quarta e quinta, Pirapora.
Sexta, se tudo der certo, BH. Pelo menos assim espero.....
16 de dez. de 2007
decoração de natal do inferno
essa maldita decoração de natal da praça da liberdade fez com que eu demorasse mais de meia hora para andar SEIS quarteirões.
será que o povo não tem coisa melhor para fazer além de ir ver luzinhas de natal?
será que o povo não tem coisa melhor para fazer além de ir ver luzinhas de natal?
morreu
E a minha tia-avó acabou de morrer. nem deu tempo da minha avó despedir dela.
era disso que eu estava falando mais cedo sobre a vida de viajante...
era disso que eu estava falando mais cedo sobre a vida de viajante...
Liberdade, mas sem comemoração
É, mais um momento de liberdade do ano. Já estava previsto o Véio levar o resto da trupe para SP, mas era para o Natal. Só que ele vai mais cedo, porque uma irmã da minha avó está muito perto da morte. Dizem que não passa de hoje a noite.
Aliás, isso tem acontecido muito nos últimos anos. A minha avó tinha 11 irmãos. Ela era a terceira da fila. Hoje, dos 12 filhos da casa, só 4 estão vivos. E uma está indo encontrar com Deus em muito breve. Um outro fica mais no hospital que em casa e também não deve demorar muito para reencontrar com os irmãos.
A minha avó é a mais velha viva. E tem uma saúde de dar inveja em muita gente nova por aí. Os exames dela (colesterol, glicemia, pressão, etc) são os melhores da família. E isso incluíu eu, minha irmã e meus primos. Sem brincadeira!
Do jeito que está indo, (não só considerando os irmãos dela, mas também a saúde da minha tia e o estilo de vida do meu tio), ela vai enterrar todo mundo. E isso porque ela já não é muito feliz e pede para que Deus a leve logo desde que o meu avô morreu, em 1980.
Eu fico triste por ver a minha avó sofrendo tanto com as mortes de irmãos, primos, etc. Mas no caso desta tia-avó que está no leito de morte, é melhor que ela vá, porque está muito doente e o tratamento seria muito doloroso.
Eles vão para Sampa hoje, só para despedir da ente querida. E sempre que isso acontece, eu fico pensando se essa minha vida de consultor viajante vale a pena, porque posso ter que fazer uma viagem dessas só para despedir a qualquer momento.
Ou então pior: vai que eu estou no Acre e acontece alguma coisa com alguém conhecido. Dependendo do dia, nem dá para chegar a tempo de despedir. Se bobear, nem mesmo para o enterro eu consigo chegar. É triste, mas é verdade.
Vocês já pensaram nisso, queridos leitores consultores viajantes?
Aliás, isso tem acontecido muito nos últimos anos. A minha avó tinha 11 irmãos. Ela era a terceira da fila. Hoje, dos 12 filhos da casa, só 4 estão vivos. E uma está indo encontrar com Deus em muito breve. Um outro fica mais no hospital que em casa e também não deve demorar muito para reencontrar com os irmãos.
A minha avó é a mais velha viva. E tem uma saúde de dar inveja em muita gente nova por aí. Os exames dela (colesterol, glicemia, pressão, etc) são os melhores da família. E isso incluíu eu, minha irmã e meus primos. Sem brincadeira!
Do jeito que está indo, (não só considerando os irmãos dela, mas também a saúde da minha tia e o estilo de vida do meu tio), ela vai enterrar todo mundo. E isso porque ela já não é muito feliz e pede para que Deus a leve logo desde que o meu avô morreu, em 1980.
Eu fico triste por ver a minha avó sofrendo tanto com as mortes de irmãos, primos, etc. Mas no caso desta tia-avó que está no leito de morte, é melhor que ela vá, porque está muito doente e o tratamento seria muito doloroso.
Eles vão para Sampa hoje, só para despedir da ente querida. E sempre que isso acontece, eu fico pensando se essa minha vida de consultor viajante vale a pena, porque posso ter que fazer uma viagem dessas só para despedir a qualquer momento.
Ou então pior: vai que eu estou no Acre e acontece alguma coisa com alguém conhecido. Dependendo do dia, nem dá para chegar a tempo de despedir. Se bobear, nem mesmo para o enterro eu consigo chegar. É triste, mas é verdade.
Vocês já pensaram nisso, queridos leitores consultores viajantes?
14 de dez. de 2007
Rapidinhas
- Sugestão do chefe para o almoço: rodízio de pizza;
- Volto do almoço e vejo um email da minha empresa. Presentaço de natal: aumento de 28%! E nem foi por reclassificação;
- Meu "montinho" de ganhos do projeto aumentou alguns milhões. Tudo graças ao fim da CPMF;
- Projeto em Brasilia cada vez mais próximo;
- Semana de comemorações de natal: quarta, jantar da familia do Véio, Quinta, social com o pessoal do projeto e hoje, festa da empresa cliente;
- Falando em empresa cliente, também ganhei um peru de natal (o dia hoje realmente foi muito bom);
- Semana que vem tem mais "Esparroman Minas Gerais Tour". Como devo tirar mais fotos, posts só depois do natal;
- Eu comentei que ganhei um mega-aumento?? :D
Sabotado
Adoro a minha equipe. Eles mudaram um arquivo modelo que eu utilizei e repassei para os meus "filhos" e NÃO ME AVISARAM. Aí eu tenho que mudar tudo, mandar para o pessoal e pedir um milhão de desculpas.
Além disso, eles começaram a fazer um resumo do projeto (historinha de tudo o que aconteceu, problemas que tivemos, etc) e também não me avisaram. Coisa que eu poderia ter feito nos meus vários momentos de ócio no Esparroman Minas Gerais Tour.
E agora, por não ter ficado sabendo desse resumo, ganhei trabalho para o fim de semana.
Eu mereço...
Além disso, eles começaram a fazer um resumo do projeto (historinha de tudo o que aconteceu, problemas que tivemos, etc) e também não me avisaram. Coisa que eu poderia ter feito nos meus vários momentos de ócio no Esparroman Minas Gerais Tour.
E agora, por não ter ficado sabendo desse resumo, ganhei trabalho para o fim de semana.
Eu mereço...
Breaking News
Ontem, na comemoração de fim de ano da equipe do projeto, surgiram notícias fresquinhas sobre a equipe: o SC e C2 vão integrar a equipe do mega projeto de brasilia, que eu comentei semana passada. C1 vai continuar no projeto aqui em BH mesmo, como estava previsto.
E eu... bem, eu estou sem planos. O pessoal vai fazer hoje a proposta de um novo produto para o cliente. Se fechar, eu continuo aqui. Senão, eu POSSO ir para Brasilia (hoje o SC comentou que o CHefe quer me levar pra lá também). Ou então pode mudar tudo e C1 ir para BSB e eu continuar na empresa no resto de 2008.
Dia 7 de janeiro acaba a minha agenda no projeto, então até lá eu fico sabendo...
E eu... bem, eu estou sem planos. O pessoal vai fazer hoje a proposta de um novo produto para o cliente. Se fechar, eu continuo aqui. Senão, eu POSSO ir para Brasilia (hoje o SC comentou que o CHefe quer me levar pra lá também). Ou então pode mudar tudo e C1 ir para BSB e eu continuar na empresa no resto de 2008.
Dia 7 de janeiro acaba a minha agenda no projeto, então até lá eu fico sabendo...
Esparroman Minas Gerais Tour - Dia 4
Data: 13/12/2007
Origem: BH
Destino: BH
Escala 1: SL
Horário de saída previsto de BH: 08:00
Horário de saída previsto de SL para BH: 17:00
Horário previsto de chegada: 18:30
Historinha:
Hoje de manhã, cheguei na empresa para pegar o carro para SL e tive que subir na nossa sala, para deixar um papel com a C2. C1, que ia comigo, já estava me esperando, mas como o carro ainda não estava pronto, não tinha problema.
Cara, eu estava até sentindo falta do cheiro de mofo da sala. E do sol batendo o dia inteiro também. Mas passou rapidinho... O resto pessoal não estava lá, então deixei o papel em cima da mesa e fui para o carro.
Esse motorista que levou a gente é meio estranho. Logo de cara, quando entrei no carro, enquando C1 guardava alguma coisa no porta-mala, ele perguntou: "Essa menina, C1, é casada?". Tarado total o sujeito!! E olha que ele já é meio velho, casado, com filho... Fora que ele dirige olhando pra trás quando está conversando. Mas tá bom, pelo menos ele não bateu o carro até hoje.
Mas chegando na empresa, fui procurar um dos meus "filhos". O único gerente que não é enrolado. E ao chegar na sala dele descobri que ele vai tirar férias dia 26. Ou seja: tenho que fechar tudo dele até dia 21. "Magavilha"... E enquanto ele passava as coisas dele para outra pessoa da área, eu fui ajudar um outro cara, que estava com dúvidas.
Cheguei na sala dele e ele falou que não entendeu o modelo de plano de ação que mandei para ele. Para quem não conhece, plano de ação são 6 colunas: "O Que", "Quem", "Quando", "Onde", "Por que" e "Como". A única diferença é que o modelo que passei para ele possui colunas de "Quando previsto" e "Quando real", sendo "Quando" quebrado em início e fim. Esperto ele, né?
Expliquei a planilha, como preencher, o que era cada campo, a impotância do PA, etc. Até fiz um exemplo real com ele, para ver se ele realmente tinha entendido.
Voltei para a sala do primeiro gerente e quando cheguei lá o gerente cuzão (aquele que falou que consultor só atrapalha) estava na sala. E aí comentou com o outro gerente: "toda vez que o Esparroman me vê ele fica preocupado. Parece até que eu mordi ele". Que vontade de partir para a agressão física... Mas me contive.
Ele saiu da sala e pude continuar conversando com o gerente em paz. Quer dizer, mais ou menos, dado que os meus outros "filhos" não me deixavam em paz. Um deles, desmarcou a reunião que teríamos à tarde. E nisso meu prazo só diminuindo....
Passei uma hora cultivando o ócio (ja que dependo deles para trabalhar) e fui para a outra reunião que teria no dia (não, não dava para adiantar). A reunião era para ser rápida, só para ver com o pessoal o que eles tinham feito. Mas como sempre suregm outros assuntos e acabou durando um pouco mais do que eu queria.
Quando eram 16:30 todo mundo que ia voltar pra BH já tinha terminado os afazeres, então resolvemos voltar pra casa. Só que eu e C1 ficamos na Companhia do Boi, no Sion, para a comemoração de fim de ano da equipe do projeto (que foi MUITO divertida, por sinal).
Origem: BH
Destino: BH
Escala 1: SL
Horário de saída previsto de BH: 08:00
Horário de saída previsto de SL para BH: 17:00
Horário previsto de chegada: 18:30
Historinha:
Hoje de manhã, cheguei na empresa para pegar o carro para SL e tive que subir na nossa sala, para deixar um papel com a C2. C1, que ia comigo, já estava me esperando, mas como o carro ainda não estava pronto, não tinha problema.
Cara, eu estava até sentindo falta do cheiro de mofo da sala. E do sol batendo o dia inteiro também. Mas passou rapidinho... O resto pessoal não estava lá, então deixei o papel em cima da mesa e fui para o carro.
Esse motorista que levou a gente é meio estranho. Logo de cara, quando entrei no carro, enquando C1 guardava alguma coisa no porta-mala, ele perguntou: "Essa menina, C1, é casada?". Tarado total o sujeito!! E olha que ele já é meio velho, casado, com filho... Fora que ele dirige olhando pra trás quando está conversando. Mas tá bom, pelo menos ele não bateu o carro até hoje.
Mas chegando na empresa, fui procurar um dos meus "filhos". O único gerente que não é enrolado. E ao chegar na sala dele descobri que ele vai tirar férias dia 26. Ou seja: tenho que fechar tudo dele até dia 21. "Magavilha"... E enquanto ele passava as coisas dele para outra pessoa da área, eu fui ajudar um outro cara, que estava com dúvidas.
Cheguei na sala dele e ele falou que não entendeu o modelo de plano de ação que mandei para ele. Para quem não conhece, plano de ação são 6 colunas: "O Que", "Quem", "Quando", "Onde", "Por que" e "Como". A única diferença é que o modelo que passei para ele possui colunas de "Quando previsto" e "Quando real", sendo "Quando" quebrado em início e fim. Esperto ele, né?
Expliquei a planilha, como preencher, o que era cada campo, a impotância do PA, etc. Até fiz um exemplo real com ele, para ver se ele realmente tinha entendido.
Voltei para a sala do primeiro gerente e quando cheguei lá o gerente cuzão (aquele que falou que consultor só atrapalha) estava na sala. E aí comentou com o outro gerente: "toda vez que o Esparroman me vê ele fica preocupado. Parece até que eu mordi ele". Que vontade de partir para a agressão física... Mas me contive.
Ele saiu da sala e pude continuar conversando com o gerente em paz. Quer dizer, mais ou menos, dado que os meus outros "filhos" não me deixavam em paz. Um deles, desmarcou a reunião que teríamos à tarde. E nisso meu prazo só diminuindo....
Passei uma hora cultivando o ócio (ja que dependo deles para trabalhar) e fui para a outra reunião que teria no dia (não, não dava para adiantar). A reunião era para ser rápida, só para ver com o pessoal o que eles tinham feito. Mas como sempre suregm outros assuntos e acabou durando um pouco mais do que eu queria.
Quando eram 16:30 todo mundo que ia voltar pra BH já tinha terminado os afazeres, então resolvemos voltar pra casa. Só que eu e C1 ficamos na Companhia do Boi, no Sion, para a comemoração de fim de ano da equipe do projeto (que foi MUITO divertida, por sinal).
12 de dez. de 2007
Esparroman Minas Gerais Tour - Dia 3
Data: 12/12/2007
Origem: BH
Destino: BH
Escala 1: SL
Escala 2: Buraco
Escala 3: SL
Horário de saída previsto de BH: 08:00 (era para ser 7, mas pediram para eu ir às 8, para diminuir custos)
Horário de saída previsto de SL para Buraco: 09:00
Horário de saída previsto de Buraco para SL: 11:30
Horário de saída previsto de SL para BH: 17:00
Horário previsto de chegada: 18:30
Historinha (sem linha de tempo hoje):
A idéia original do "Esparroman Minas Gerais Tour" era dormir em SL de 11 para 12, para poder ir para Buraco hoje bem cedo e passar o dia inteiro lá. Acontece que a empresa cliente não sabe fazer contas e não percebe que uma hora de trabalho minha (cobrada pela minha empresa e não recebida por mim, que fique bem claro) é MUITO mais cara que uma diária de hotel.
Pedi então para ir bem cedo para SL, pegar o gerente da área e ir para Buraco. Entenda como Bem cedo: sair de BH 06:30. Mas mais uma vez o povo da empresa provou que não sabe fazer conta e pediu para eu sair de BH às 08:00, porque já tinha um carro vindo. Por mim, tudo bem.
Só que não teve UM dia que eu saí na hora programada para ir para SL. E hoje, "obóviamente", não foi diferente. Saí de BH 08:36, quase a hora que deveria estar em SL.
Cheguei em SL às 09:30, mais ou menos e até arrumar um carro para ir para Buraco, foi uma luta. Conseguimos sair 10 e pouco., sendo que o pessoal de lá almoça muito cedo (11 da matina).
Buraco é uma cidade do tamanho de Pains e tem uma fiial da empresa cliente. Ela é tão pequena que em 2,5 meses de projeto NINGUÉM da equipe tinha pisado nela. Mas voltemos à vaca fria...
Chegamos em Buraco umas 10:30, mais ou menos e o pessoal de lá não estava no local combinado. Tiveram que deslocar até onde nós estávamos, o que levou mais um tempinho.
Só que enquanto eles se deslocavam, o motorista avisou que teria que voltar para BH por volta de 11:40 e que não daria tempo de nos buscar depois. Ou seja: o nosso dia foi pro saco.
A reunião estava até boa, mas o tempo passou muito rápido e quando vimos, já era quase meio dia e meia. saímos correndo e combinei de voltar a buraco na semana que vem. Pelas minhas contas, vai faltar dia para ir em todos os lugares que preciso na semana que vem...
Chegando em SL descubro que TODO MUNDO que eu precisava conversar estava em uma reunião com o Diretor FDP. Com ele é assim: reunião de 15 minutos demora 3 horas. Logo não tinha outra coisa a fazer a não ser esperar. Ainda mais que estamos numa fase do projeto em que não conseguimos fazer nada sem o pessoal da empresa. Nada MESMO!
Quando chegou mais ou menos na hora de eu ir embora (lembrem: os outros podem atrasar horrores para sair de BH, mas eu não posso ficar nem um minuto a mais na empresa no fim da tarde), acabou a tal reunião. E aí não dava mais tempo para nada...
Voltei pra casa (mas dessa vez porque eu precisava e não porque o pessoal da empresa não sabe fazer conta) e fui para o jantar de natal da familia do Véio (é, ter pais separados tem essas coisas).
Origem: BH
Destino: BH
Escala 1: SL
Escala 2: Buraco
Escala 3: SL
Horário de saída previsto de BH: 08:00 (era para ser 7, mas pediram para eu ir às 8, para diminuir custos)
Horário de saída previsto de SL para Buraco: 09:00
Horário de saída previsto de Buraco para SL: 11:30
Horário de saída previsto de SL para BH: 17:00
Horário previsto de chegada: 18:30
Historinha (sem linha de tempo hoje):
A idéia original do "Esparroman Minas Gerais Tour" era dormir em SL de 11 para 12, para poder ir para Buraco hoje bem cedo e passar o dia inteiro lá. Acontece que a empresa cliente não sabe fazer contas e não percebe que uma hora de trabalho minha (cobrada pela minha empresa e não recebida por mim, que fique bem claro) é MUITO mais cara que uma diária de hotel.
Pedi então para ir bem cedo para SL, pegar o gerente da área e ir para Buraco. Entenda como Bem cedo: sair de BH 06:30. Mas mais uma vez o povo da empresa provou que não sabe fazer conta e pediu para eu sair de BH às 08:00, porque já tinha um carro vindo. Por mim, tudo bem.
Só que não teve UM dia que eu saí na hora programada para ir para SL. E hoje, "obóviamente", não foi diferente. Saí de BH 08:36, quase a hora que deveria estar em SL.
Cheguei em SL às 09:30, mais ou menos e até arrumar um carro para ir para Buraco, foi uma luta. Conseguimos sair 10 e pouco., sendo que o pessoal de lá almoça muito cedo (11 da matina).
Buraco é uma cidade do tamanho de Pains e tem uma fiial da empresa cliente. Ela é tão pequena que em 2,5 meses de projeto NINGUÉM da equipe tinha pisado nela. Mas voltemos à vaca fria...
Chegamos em Buraco umas 10:30, mais ou menos e o pessoal de lá não estava no local combinado. Tiveram que deslocar até onde nós estávamos, o que levou mais um tempinho.
Só que enquanto eles se deslocavam, o motorista avisou que teria que voltar para BH por volta de 11:40 e que não daria tempo de nos buscar depois. Ou seja: o nosso dia foi pro saco.
A reunião estava até boa, mas o tempo passou muito rápido e quando vimos, já era quase meio dia e meia. saímos correndo e combinei de voltar a buraco na semana que vem. Pelas minhas contas, vai faltar dia para ir em todos os lugares que preciso na semana que vem...
Chegando em SL descubro que TODO MUNDO que eu precisava conversar estava em uma reunião com o Diretor FDP. Com ele é assim: reunião de 15 minutos demora 3 horas. Logo não tinha outra coisa a fazer a não ser esperar. Ainda mais que estamos numa fase do projeto em que não conseguimos fazer nada sem o pessoal da empresa. Nada MESMO!
Quando chegou mais ou menos na hora de eu ir embora (lembrem: os outros podem atrasar horrores para sair de BH, mas eu não posso ficar nem um minuto a mais na empresa no fim da tarde), acabou a tal reunião. E aí não dava mais tempo para nada...
Voltei pra casa (mas dessa vez porque eu precisava e não porque o pessoal da empresa não sabe fazer conta) e fui para o jantar de natal da familia do Véio (é, ter pais separados tem essas coisas).
Esparroman Minas Gerais Tour - Dia 2
Data: 11/12/2007
Plano Original:
Origem: Pirapora
Destino: Seven Lakes (~300 km de distância) - Para dormir
Horário de saída de Pirapora: 12:30
Horário previsto de chegada: 16:00 (é... trânsito)
Plano realizado:
Origem: Pirapora
Destino: BH (300 e bolachinha km de distância)
Escala: Seven Lakes (uns 300 km de Pirapora)
Horário de saída de Pirapora: 13:00
Horário de saída de SL: 17:30
Horário de chegada: 19:00 (é... trânsito)
Linha de tempo (A.K.A. Historinha):
06:15: Acordar, tomar banho e tomar café. No restaurante, passava Chaves na TV.
07:15: era para ser sair para tirar fotos do rio, mas continuava chovendo. Então virou assistir TV (no quarto, porque chaves é bravo).
07:38: minha pasta (que estava em pé na cama) dá um duplo twist carpado e cai no chão. Sim, o notebook estava dentro dela.
07:38:01: desespero total e testes para ver se estava tudo funcionando;
07:39: Não há pedaços. Bom sinal;
07:42: Sim, estava tudo funcionando. Ufa. (e o povo ainda me zoa que eu protejo o notebook. Onde estão eles agora, para ver tudo inteiro?);
07:45: Saída do hotel;
07:47: parada no posto de gasolina. O preço é mais alto, porque quem vai pagar é a empresa, daqui a 30 dias. E depois não sabem porque estão gastando tanto;
08:03: chegada na empresa. procurando o outro gerente;
08:37: encontrada a sala do outro gerente. "Obóvio" que ele não está lá. Aguardando a chegada dele;
~09:00: chegada do outro gerente. Início da reunião;
~09:05: Descubro que eles TAMBÉM já tem tudo pronto. Mas mesmo assim terei que voltar a Pirapora semana que vem, porque eles têm que ir para um evento e não dá para finalizar tudo hoje;
~09:45: fim da reunião; Início do ócio (depender dos outros é foda) e, consequentemente, início de cópia das fotos para o PC;
~10:30: Volta para a sala do primeiro gerente (que estava em outra reunião). Fim do ócio;
~10:35: pepino gigante aparece. O gerente sai correndo para resolver. Reinício do ócio (e aproveitar para colocar emails em dia);
~11:40: Aviso de que não vai rolar de dormir em SL, porque é mais barato voltar pra BH. Cansaço? Ema, ema ema...
~11:45: Descobrir como voltar de SL para BH. Vai sair uma van, mas vai parar no Ouro Minas (MUITO longe da minha casa). Mando emails e tento ligar, mas o povo já saiu para o almoço;
~12:15: almoço;
~12:50: volta do almoço e colocar coisas no carro;
~13:15: Saída de Pirapora. Muito chão pela frente;
15:52: Momento de medo. O gerente (que estava dirigindo), resolve ultrapassar um caminhão. Tudo correto: local onde é permitida a ultrapassagem, na reta, sem carro à vista. Mas não deveria ser permitido ultrapassar, dado que era o topo de um morro. Quando estavamos emparelhados com o caminhão aparece um carro. Solução: ir para o acostamento da outra pista. SE tivesse acostamento. E lá foi a gente aparar o mato do suposto acostamento;
15:53: voltar para a pista de rolagem correta.
16:40: Deixar um caroneiro em casa. Ele mora ao lado de uma das sete lagoas (agora já conheço 2);
16:50: chegada na empresa. Tentar descobrir de tem algum carro voltando para BH.
16:53: Nâo tem. Tentar arrumar um jeito de pegar a Van;
16:56: O motorista quer cobrar 40 reais a mais. Solução: Balaio;
17:12: Chegada na rodoviária. Advinha qual a empresa que faz SL-BH...

Ééééé. Passaro verde na cabeça! Parece que eu estava adivinhando domingo!
17:30: sai o balaio. E nem é o de linha normal não, é o lotação mesmo (e por conta disso não posso ser reembolsado);
~19:00: Chegada na rodoviária de BH;
~19:45: Chegada em casa.
Plano Original:
Origem: Pirapora
Destino: Seven Lakes (~300 km de distância) - Para dormir
Horário de saída de Pirapora: 12:30
Horário previsto de chegada: 16:00 (é... trânsito)
Plano realizado:
Origem: Pirapora
Destino: BH (300 e bolachinha km de distância)
Escala: Seven Lakes (uns 300 km de Pirapora)
Horário de saída de Pirapora: 13:00
Horário de saída de SL: 17:30
Horário de chegada: 19:00 (é... trânsito)
Linha de tempo (A.K.A. Historinha):
06:15: Acordar, tomar banho e tomar café. No restaurante, passava Chaves na TV.
07:15: era para ser sair para tirar fotos do rio, mas continuava chovendo. Então virou assistir TV (no quarto, porque chaves é bravo).
07:38: minha pasta (que estava em pé na cama) dá um duplo twist carpado e cai no chão. Sim, o notebook estava dentro dela.
07:38:01: desespero total e testes para ver se estava tudo funcionando;
07:39: Não há pedaços. Bom sinal;
07:42: Sim, estava tudo funcionando. Ufa. (e o povo ainda me zoa que eu protejo o notebook. Onde estão eles agora, para ver tudo inteiro?);
07:45: Saída do hotel;
07:47: parada no posto de gasolina. O preço é mais alto, porque quem vai pagar é a empresa, daqui a 30 dias. E depois não sabem porque estão gastando tanto;
08:03: chegada na empresa. procurando o outro gerente;
08:37: encontrada a sala do outro gerente. "Obóvio" que ele não está lá. Aguardando a chegada dele;
~09:00: chegada do outro gerente. Início da reunião;
~09:05: Descubro que eles TAMBÉM já tem tudo pronto. Mas mesmo assim terei que voltar a Pirapora semana que vem, porque eles têm que ir para um evento e não dá para finalizar tudo hoje;
~09:45: fim da reunião; Início do ócio (depender dos outros é foda) e, consequentemente, início de cópia das fotos para o PC;
~10:30: Volta para a sala do primeiro gerente (que estava em outra reunião). Fim do ócio;
~10:35: pepino gigante aparece. O gerente sai correndo para resolver. Reinício do ócio (e aproveitar para colocar emails em dia);
~11:40: Aviso de que não vai rolar de dormir em SL, porque é mais barato voltar pra BH. Cansaço? Ema, ema ema...
~11:45: Descobrir como voltar de SL para BH. Vai sair uma van, mas vai parar no Ouro Minas (MUITO longe da minha casa). Mando emails e tento ligar, mas o povo já saiu para o almoço;
~12:15: almoço;
~12:50: volta do almoço e colocar coisas no carro;
~13:15: Saída de Pirapora. Muito chão pela frente;
15:52: Momento de medo. O gerente (que estava dirigindo), resolve ultrapassar um caminhão. Tudo correto: local onde é permitida a ultrapassagem, na reta, sem carro à vista. Mas não deveria ser permitido ultrapassar, dado que era o topo de um morro. Quando estavamos emparelhados com o caminhão aparece um carro. Solução: ir para o acostamento da outra pista. SE tivesse acostamento. E lá foi a gente aparar o mato do suposto acostamento;
15:53: voltar para a pista de rolagem correta.
16:40: Deixar um caroneiro em casa. Ele mora ao lado de uma das sete lagoas (agora já conheço 2);
16:50: chegada na empresa. Tentar descobrir de tem algum carro voltando para BH.
16:53: Nâo tem. Tentar arrumar um jeito de pegar a Van;
16:56: O motorista quer cobrar 40 reais a mais. Solução: Balaio;
17:12: Chegada na rodoviária. Advinha qual a empresa que faz SL-BH...
Ééééé. Passaro verde na cabeça! Parece que eu estava adivinhando domingo!
17:30: sai o balaio. E nem é o de linha normal não, é o lotação mesmo (e por conta disso não posso ser reembolsado);
~19:00: Chegada na rodoviária de BH;
~19:45: Chegada em casa.
Esparroman Minas Gerais Tour - Dia 1
Data: 10/12/2007
Origem: BH
Destino: Pirapora (300 e bolachinha km de distância)
Escala: Seven Lakes (uns 70 km de BH, mas só para trocar de carro)
Horário de saída de BH (sede da empresa): 6:30
Horário de saída de SL: 8:00
Horário previsto de chegada: 13:00 (direto na empresa)
Linha de tempo (A.K.A. Historinha):
5:20 da matina: Acordei. Afinal teria que fazer a barba, tomar banho, trocar de roupa e pegar um balaio até a sede da empresa;
06:25: Cheguei na sede da empresa;
07:08: A pessoa com quem eu iria até SL chegou na empresa. Dá para imaginar a minha cara de satisfação de ter perdido quase 40 minutos de sono, né?
08:03: chegamos à SL. Desci do carro, chamei o gerente que vinha comigo até Pirapora e entrei no outro carro. Junto com o gerente veio um outro cara X, que pegaria carona conosco;
08:13: paramos na casa do caroneiro, para pegar a mala dele. Detalhe: ele mora no prédio bizarro que eu tinha tirado foto quando fui na primeira vez para SL. Quase perguntei se ele morava no último andar...
~09:30: conseguimos sair da 040. Apesar de ter sido 1:15 hora, foram apenas 50 km. O trânsito estava uma bosta;
~10:30: Parada para tomar um lanche. O lugar era até bacaninha por fora. Por fora;
~11:00: O gerente (que estava dirigindo) comenta que o carro está puxando um pouco, mas continua tocando o carro;
~12:00: barulhos/cheiros estranhos no carro e o volante tremendo. Encostamos para ver o que era. Pneu furado (e destruído). Aparentemente, algum dos buracos da estrada amassou a roda e o pneu foi esvaziando/descolando aos poucos, até a hora que saiu completamente e começamos a rodar "na calota";
~12:10: Pneu trocado;
~12:45: Chegada à Pirapora;
~1250: início do almoço;
13:20: fim do almoço;
13:25: conhecendo a empresa;
14:00 início da reunião;
14:10: Descubro que o que eu vim fazer já está pronto (legal, né?);
~17:00: fim da reunião.
~17:10: começo a colocar as contas em dia (fim de semana puxado, com várias contas e receitas). Mas só porque o Gerente precisava olhar uns emails e eu não tinha mais nada para fazer.
~17:30: um outro gerente, que fica em SL, me avisa que esta em Pirapora e que quer conversar comigo ainda hoje. No restaurante do hotel. Só para adiantar a conversa que teremos amanhã de manhã na empresa com o resto do pessoal. Melhor pra mim, que, teoricamente, não terei que voltar para Pirapora semana que vem com ele. Mas com isso não poderei fazer reconhecimento da cidade.
~18:30: saída da empresa em direção ao Hotel Canoeiros (post em breve). Chove e faz "frio" (uns 25ºC) em Pirapora (algo raro, segundo disseram). Tento tirar fotos da cidade, mas a chuva e a valocidade que o gerente dirigem não permitem fotos nem mais ou menos (boas a câmera não permite);
~18:45: chegada ao hotel;
~19:00: Entrada no quarto e início de exploração do hotel (fotos mais ou menos, dado que estava meio escuro - chuva, noite, sabe como é);
~19:30: Encontro com o outro gerente. Ele desiste de conversar comigo. Saio em direção ao Chico (o rio);
~19:35: Chegada à ponte que ligava os dois lados do rio. Como estava escuro, as fotos ficaram MUITO ruins. Mesmo com a ajuda do Picasa. E na hora de andar na ponte, um cagaço danado, dado que a ponte é de madeira velha e está toda interditada. Um certo medo de perder o celular pelos buracos no chão (mais ou menos como na Ópera de Arame, em Curitiba);
~20:00: Retorno ao hotel, para rangar. Demora um pouco, mas sou compensado com um prato para uma pessoa que dava para 2 brincando;
~21:00: Volta para o quarto;
~22:00: Cama.
Origem: BH
Destino: Pirapora (300 e bolachinha km de distância)
Escala: Seven Lakes (uns 70 km de BH, mas só para trocar de carro)
Horário de saída de BH (sede da empresa): 6:30
Horário de saída de SL: 8:00
Horário previsto de chegada: 13:00 (direto na empresa)
Linha de tempo (A.K.A. Historinha):
5:20 da matina: Acordei. Afinal teria que fazer a barba, tomar banho, trocar de roupa e pegar um balaio até a sede da empresa;
06:25: Cheguei na sede da empresa;
07:08: A pessoa com quem eu iria até SL chegou na empresa. Dá para imaginar a minha cara de satisfação de ter perdido quase 40 minutos de sono, né?
08:03: chegamos à SL. Desci do carro, chamei o gerente que vinha comigo até Pirapora e entrei no outro carro. Junto com o gerente veio um outro cara X, que pegaria carona conosco;
08:13: paramos na casa do caroneiro, para pegar a mala dele. Detalhe: ele mora no prédio bizarro que eu tinha tirado foto quando fui na primeira vez para SL. Quase perguntei se ele morava no último andar...
~09:30: conseguimos sair da 040. Apesar de ter sido 1:15 hora, foram apenas 50 km. O trânsito estava uma bosta;
~10:30: Parada para tomar um lanche. O lugar era até bacaninha por fora. Por fora;
~11:00: O gerente (que estava dirigindo) comenta que o carro está puxando um pouco, mas continua tocando o carro;
~12:00: barulhos/cheiros estranhos no carro e o volante tremendo. Encostamos para ver o que era. Pneu furado (e destruído). Aparentemente, algum dos buracos da estrada amassou a roda e o pneu foi esvaziando/descolando aos poucos, até a hora que saiu completamente e começamos a rodar "na calota";
~12:10: Pneu trocado;
~12:45: Chegada à Pirapora;
~1250: início do almoço;
13:20: fim do almoço;
13:25: conhecendo a empresa;
14:00 início da reunião;
14:10: Descubro que o que eu vim fazer já está pronto (legal, né?);
~17:00: fim da reunião.
~17:10: começo a colocar as contas em dia (fim de semana puxado, com várias contas e receitas). Mas só porque o Gerente precisava olhar uns emails e eu não tinha mais nada para fazer.
~17:30: um outro gerente, que fica em SL, me avisa que esta em Pirapora e que quer conversar comigo ainda hoje. No restaurante do hotel. Só para adiantar a conversa que teremos amanhã de manhã na empresa com o resto do pessoal. Melhor pra mim, que, teoricamente, não terei que voltar para Pirapora semana que vem com ele. Mas com isso não poderei fazer reconhecimento da cidade.
~18:30: saída da empresa em direção ao Hotel Canoeiros (post em breve). Chove e faz "frio" (uns 25ºC) em Pirapora (algo raro, segundo disseram). Tento tirar fotos da cidade, mas a chuva e a valocidade que o gerente dirigem não permitem fotos nem mais ou menos (boas a câmera não permite);
~18:45: chegada ao hotel;
~19:00: Entrada no quarto e início de exploração do hotel (fotos mais ou menos, dado que estava meio escuro - chuva, noite, sabe como é);
~19:30: Encontro com o outro gerente. Ele desiste de conversar comigo. Saio em direção ao Chico (o rio);
~19:35: Chegada à ponte que ligava os dois lados do rio. Como estava escuro, as fotos ficaram MUITO ruins. Mesmo com a ajuda do Picasa. E na hora de andar na ponte, um cagaço danado, dado que a ponte é de madeira velha e está toda interditada. Um certo medo de perder o celular pelos buracos no chão (mais ou menos como na Ópera de Arame, em Curitiba);
~20:00: Retorno ao hotel, para rangar. Demora um pouco, mas sou compensado com um prato para uma pessoa que dava para 2 brincando;
~21:00: Volta para o quarto;
~22:00: Cama.
11 de dez. de 2007
9 de dez. de 2007
Hora de fazer as malas
porque amanhã começa o "Esparroman Minas Gerais Tour". Às 6:30 da matina.
Me lembrei dos tempos em que pegava o pássaro verde, às 6 da matina, na rodoviária, para ir para a Megalópole...
Se eu não blogar essa semana, não assustem. Não sei o que me espera. E também não sei se vou conseguir tirar fotos das cidades (bom, uma é Seven Lakes, que já tem "Bem Vindo A").
Mas fotos dos hotéis eu vou tirar...
Me lembrei dos tempos em que pegava o pássaro verde, às 6 da matina, na rodoviária, para ir para a Megalópole...
Se eu não blogar essa semana, não assustem. Não sei o que me espera. E também não sei se vou conseguir tirar fotos das cidades (bom, uma é Seven Lakes, que já tem "Bem Vindo A").
Mas fotos dos hotéis eu vou tirar...
Saldo final do aniversário
Em 3 dias, foram 2 bebedeiras (tá, a segunda, no dia do meu aniversário, não teve nada relacionado ao meu aniversário), 2 ressacas, 2 almoços de família (pais separados, dá nisso), 2 bolos de chocolate (para cantar parabéns) e uns 5 quilos a mais.
Ontem, foram 4 cervejas diferentes em menos de 8 horas: comecei com Bohemia em casa, com o Joselito e a Bebinha, passei para Original no boteco 1, Bavaria premium no boteco 2 e Heineken também no boteco 2.
Além disso, na sexta foram outras 3 cervejas diferentes (todas no mesmo lugar): começou com brahma, passou para skol e terminou com antartica. Saldo final: 3 cervejas diferentes em mais ou menos 30 horas.
Fora as cervejas importadas que o Véio me deu de presente, que são diferentes de todas essas, mas que ainda não bebi.
O melhor de tudo, no entanto, foi não ter trabalhado NENHUM minuto no fim de semana inteiro!
Ontem, foram 4 cervejas diferentes em menos de 8 horas: comecei com Bohemia em casa, com o Joselito e a Bebinha, passei para Original no boteco 1, Bavaria premium no boteco 2 e Heineken também no boteco 2.
Além disso, na sexta foram outras 3 cervejas diferentes (todas no mesmo lugar): começou com brahma, passou para skol e terminou com antartica. Saldo final: 3 cervejas diferentes em mais ou menos 30 horas.
Fora as cervejas importadas que o Véio me deu de presente, que são diferentes de todas essas, mas que ainda não bebi.
O melhor de tudo, no entanto, foi não ter trabalhado NENHUM minuto no fim de semana inteiro!
Do twitter para o blog
Às vezes esqueço que a minha querida leitora não acessa o twitter e não sabe o que rola por lá. Por isso que tem muita coisa repetida na janelinha do twitter aqui na parte principal dos posts (se você lê por feeds, ignore esta frase).
Fato é que no twitter eu escrevo no momento em que acontece e no blog é algo um pouco mais elaborado (até parece). Na verdade muita coisa vem de lá para cá na forma de fatos rápidos, mas de uma forma ou de outra acaba vindo. E isso acaba dando um trabalho danado.
Mas eu não importo. É melhor que reclamo duas vezes, hehe...
Fato é que no twitter eu escrevo no momento em que acontece e no blog é algo um pouco mais elaborado (até parece). Na verdade muita coisa vem de lá para cá na forma de fatos rápidos, mas de uma forma ou de outra acaba vindo. E isso acaba dando um trabalho danado.
Mas eu não importo. É melhor que reclamo duas vezes, hehe...
8 de dez. de 2007
Coelhadas
- Ontem, fiquei 1 bloquinho de Ticket mais pobre. Mas paguei feliz (bebemoração do meu aniversário);
- Hoje, fiquei o mesmo valor mais pobre (mas no cartão). E paguei puto (passagem para o Rio);
- Ontem teve até bolo para mim: um pedaço de broa de fubá (que devia estar no buteco desde a inauguração, há uns 15 anos), um sonho de valsa e uma vela mais velha que eu. Por cima, açúcar. E em volta, balas. Presente do Dono do lugar;
- É batata: no meu aniversário chove;
- Ontem acabou a luz de metade da Afonso Pena (a ímpar). Milagrosamente na metade em que eu NÃO estava;
- Ganhei dois presentes de aniversário ontem, dos meus amigos. Fiquei muito sem graça, porque nunca dou presente (nem eu e nem 90% das pessoas);
- A única desvantagem de comemorar com muita gente de mundos diferentes é que você acaba não dando atenção a todo mundo;
- Presente do Véio, hoje, na minha mega-ressaca: 5 garrafas de cerveja importada, diretamente das oropa. Uma delas, feita na Argentina (rolei de rir quando vi);
- Além disso, também ganhei mais uma caneca e porta copos para a minha coleção (também diretamente das oropa);
- Uma das meninas que entrou comigo na empresa me ligou DE FORTALEZA (do celular) para dar os parabéns. Meus amigos de BH que não apareceram ontem, nem email mandaram;
- Esse ano não vai ter mega-post contando o aniversário. Tô com preguiça e tem gente vindo aqui pra casa (sem eu chamar, mas tudo bem!).
Hoje Estou...
Completando mais um ano de vida, de ressaca, com dor de estômago, sono e preguiça, mas MUITO feliz!
7 de dez. de 2007
Esparroman Minas Gerais Tour
O Primo faz "Primo Brazil Tour". Eu faço "Esparroman Minas Gerais Tour". 4 cidades na semana que vem. Todas de carro...
E em direção ao calor do norte de Minas...
E em direção ao calor do norte de Minas...
Brasilia? Nééé
Projeto novo em Brasilia. O Chefe é que vai tocar. Está perguntando quem quer ir. Terno? Calor? Brasilia? Não, obrigado...
Mas como não posso falar não, o que eu disse foi "ué, se me alocarem eu vou".
Mas como não posso falar não, o que eu disse foi "ué, se me alocarem eu vou".
Agenda acabando. Mais BH?
Momentos de tensão: estavam o chefe e o subchefe conversando do lado de fora da sala, se preparando para uma reunião com um dos diretores (o que comprou o projeto). Surge o assunto equipe, dado que minha agenda (e a da C2) acaba dia 7 da janeiro. E a sugestão do chefe é manter a equipe para o resto do projeto (para desafogar C1). OU vender um outro produto (que eles precisam MUITO).
Para isso, teria que fazer um aditivo e "piar o cascaio", coisa que a empresa não quer fazer. Mas, se por algum motivo divino, eles resolverem manter a gente aqui ou até mesmo comprar o outro produto, eu vou ficar mais alguns meses em BH, coisa que não estou afim....
Se bem que assim poderia aproveitar o meu colchão novo....
Para isso, teria que fazer um aditivo e "piar o cascaio", coisa que a empresa não quer fazer. Mas, se por algum motivo divino, eles resolverem manter a gente aqui ou até mesmo comprar o outro produto, eu vou ficar mais alguns meses em BH, coisa que não estou afim....
Se bem que assim poderia aproveitar o meu colchão novo....
Num veio
Parece que o azar com aeroportos e vôos não é so comigo e sim com a minha familia inteira. A minha irmã veio das oropa ontem, com previsão de chegada em BH mais ou menos 11:30 da noite. Meia noite ela liga e fala que vai ter que dormir em Sampa, porque deu problema na conexão. E para completar, a mala dela não estava em Guarulhos. Segundo disseram, estava em BH. Ou seja: ela não conseguiu vir, mas a mala dela sim.
Engraçado, parece que já vi essa história antes...
Engraçado, parece que já vi essa história antes...
6 de dez. de 2007
Mal agradecidos
É foda. Você marca a bebemoração do seu aniversário, avisa que vai pagar DUAS grades de cerveja e neguinho ainda reclama que não é no dia do seu aniversário. Fora nego que reclama que o boteco é copo sujo.
Aliás, se você me conhece e quer bebemorar comigo, me avise.
Aliás, se você me conhece e quer bebemorar comigo, me avise.
De volta à sociedade
Sim, sim, querida leitora, estou de volta à sociedade. A planilha maldita foi entregue às 3 da tarde, hora em que finalmente pude ir almoçar. E para comemorar o fato de voltarmos a ter vida (e desestressar), fomos até tomar sorvete... Mas vamos ao resumo da semana.
Segunda foi um dia meio tenso. Tinha coisas para fazer, mas precisava dos dados que os povo da empresa ia me mandar. Enquanto isso, fiquei pensando numa forma de facilitar os cálculos, dado que teria MUITO pouco tempo para fechar os números.
Na terça, fui para Seven Lakes. Afinal, se os dados não vêm até mim, eu vou até eles. E consegui todos os valores, só que tive que virar a noite fechando os números. Fui dormir MUITO tarde. E no dia em que meu colchão novo havia chegado. Mas consegui. E ainda consegui dormir durante umas 3 ou 4 horas no colchão novo.
[Interlúdio]
Essa história de colchão novo é muito estranha. Eu estava acostumado com um colchão em que você deita e ele afunda. Esse novo você deita e ele não mexe. Na primeira noite (essa que dormi 3 ou 4 horas) acordei todo dolorido. Não sei se foi porque eu estava MUITO cansado e dormi pouco ou se foi porque eu estranhei o colchão novo. Mas na segunda noite já acordei sem dores,
[/Interlúdio]
Na quarta tinha a tal apresentação para a diretoria e presidência. Estava marcada para 3 da tarde e finalizamos a maldita às 4:00. Mas a apresentação já estava rolando e fomos fazendo as alterações em tempo real, usando a técnica do primo. Dá para ter uma idéia do stress da equipe, né?
Terminada a apresentação, o presidente pediu a palavra. E falou mais ou menos assim: "tá tudo muito bom, tudo muito bem feito, mas nós não atingimos os valores que eu quero. Reduzam mais X milhões dos seus números. Não me interessa como vocês vão chegar nesse valor.".
Aí comentaram que o conselho QUER receber estes números no dia 12. E que não daria tempo de rever todos esses números. Resposta do presidente (nas minhas palavras): "Não quero saber se o pato é macho. Eu quero é ovo". Nas palavras dele: Vocês tem 6 dias para rever esses números. Fim de semana, madrugada... Não me interessa como vocês vão chegar nesses valores.
Nessa hora meu sangue gelou. Trabalhar no meu aniversário NÃO era algo que eu estava querendo. Nem eu nem o pessoal da equipe. E nem os gerentes (que também tem trabalhado em alguns fins de semana). A solução: pegas os X milhões e divide pela participação de cada área. Quem gasta mais, diminui mais.
Só que isso foi decidido SEM os gerentes. UM dos diretores decidiu isso. E LÓGICO que as áreas que gastam mais são as minhas. E ÓBVIO que TODOS eles reclamaram. Principalmente aqueles que me deram dor de cabeça no começo do projeto. Mas tudo bem, foi o presidente que mandou... Decidido isso, o próximo passo era trabalhar na maldita planilha de 20 mil linhas.
Mais uma noite mal dormida para fechar a maldita planilha de 20 mil linhas (mas dessa vez consegui dormir um pouco mais), mas pelo menos os números estavam fechados. Isso era o que eu achava...
Os gerentes da C1 ainda não tinham mandado todos os números revisados e ela estava maluca fechando-os. Enquanto isso, eu estava verificando se os valores enviados pelo pessoal batiam com os nossos. E os da C2 não estavam. Falei para ela verificar e ela disse "ema ema ema... O problema é do gerente".
Aí perguntei se valeriam os dela ou os do gerente e ela disse: "não sou eu que vou decidir isso". Falei para ela tomar uma posição, que ela tinha que decidir isso e ligar para os gerentes dela para verificar essa diferença. Tudo o que ela disse foi: "ó, eu não vou nem discutir isso com você".
Nessa hora meu sangue ferveu. E justamente nessa hora o SC não estava na sala. JURO que quis levantar e dar uma porrada nela, mas me contive. Ela se acha a foda, a boazona, a melhor consultora da história, mas não quer responsabilidade. Aí, quando o SC chega na sala ela fica falando tudo o que fez. Falsa filha duma égua. Bem que já haviam me falado que ela era assim....
Fato é que ela percebeu que estava errada e começou a ligar para os gerentes dela, mas só depois que o SC voltou para a sala. Nessa hora também tive vontade de soltar o verbo, mas acabei ficando calado.
A planilha, que deveria ser entregue às 10:30, foi adiada para as 14:00, mas só foi entregue às 15:00. Por que? Por que os caras da empresa não podem atrasra o almoço. Nós podemos ficar sem almoçar, sem dormir, sem feriado, sem fim de semana, mas eles não podem ficar 2 horas sem comer.
Fato é que entregue a planilha, fomos almoçar. E depois tomar sorvete. Voltamos às 4 e de 4 até as 6 ficamos atendendo telefonemas e respondendo a dúvidas dos gerentes. As 6 o SC resolveu dar um treinamento de como fazer um plano de ação. Basicamentefalou o que está escrito na bíblia verde, mas tudo bem...
Agora, estou em casa, ainda sem acreditar que acabou. Pelo menos até resolverem mudar todos os números. A próxima etapa também será puxada, mas não tanto como a que passou. O único problema é que vou ter que ficar viajando pelo interior de Minas (de carro, lógico), para encontrar com os meus queridos "filhos".
E hoje, para comemorar, vou tomar a cerveja Belga que o SC trouxe para mim e dormir no meu novíssimo colchão. E nada de excel!!!
Segunda foi um dia meio tenso. Tinha coisas para fazer, mas precisava dos dados que os povo da empresa ia me mandar. Enquanto isso, fiquei pensando numa forma de facilitar os cálculos, dado que teria MUITO pouco tempo para fechar os números.
Na terça, fui para Seven Lakes. Afinal, se os dados não vêm até mim, eu vou até eles. E consegui todos os valores, só que tive que virar a noite fechando os números. Fui dormir MUITO tarde. E no dia em que meu colchão novo havia chegado. Mas consegui. E ainda consegui dormir durante umas 3 ou 4 horas no colchão novo.
[Interlúdio]
Essa história de colchão novo é muito estranha. Eu estava acostumado com um colchão em que você deita e ele afunda. Esse novo você deita e ele não mexe. Na primeira noite (essa que dormi 3 ou 4 horas) acordei todo dolorido. Não sei se foi porque eu estava MUITO cansado e dormi pouco ou se foi porque eu estranhei o colchão novo. Mas na segunda noite já acordei sem dores,
[/Interlúdio]
Na quarta tinha a tal apresentação para a diretoria e presidência. Estava marcada para 3 da tarde e finalizamos a maldita às 4:00. Mas a apresentação já estava rolando e fomos fazendo as alterações em tempo real, usando a técnica do primo. Dá para ter uma idéia do stress da equipe, né?
Terminada a apresentação, o presidente pediu a palavra. E falou mais ou menos assim: "tá tudo muito bom, tudo muito bem feito, mas nós não atingimos os valores que eu quero. Reduzam mais X milhões dos seus números. Não me interessa como vocês vão chegar nesse valor.".
Aí comentaram que o conselho QUER receber estes números no dia 12. E que não daria tempo de rever todos esses números. Resposta do presidente (nas minhas palavras): "Não quero saber se o pato é macho. Eu quero é ovo". Nas palavras dele: Vocês tem 6 dias para rever esses números. Fim de semana, madrugada... Não me interessa como vocês vão chegar nesses valores.
Nessa hora meu sangue gelou. Trabalhar no meu aniversário NÃO era algo que eu estava querendo. Nem eu nem o pessoal da equipe. E nem os gerentes (que também tem trabalhado em alguns fins de semana). A solução: pegas os X milhões e divide pela participação de cada área. Quem gasta mais, diminui mais.
Só que isso foi decidido SEM os gerentes. UM dos diretores decidiu isso. E LÓGICO que as áreas que gastam mais são as minhas. E ÓBVIO que TODOS eles reclamaram. Principalmente aqueles que me deram dor de cabeça no começo do projeto. Mas tudo bem, foi o presidente que mandou... Decidido isso, o próximo passo era trabalhar na maldita planilha de 20 mil linhas.
Mais uma noite mal dormida para fechar a maldita planilha de 20 mil linhas (mas dessa vez consegui dormir um pouco mais), mas pelo menos os números estavam fechados. Isso era o que eu achava...
Os gerentes da C1 ainda não tinham mandado todos os números revisados e ela estava maluca fechando-os. Enquanto isso, eu estava verificando se os valores enviados pelo pessoal batiam com os nossos. E os da C2 não estavam. Falei para ela verificar e ela disse "ema ema ema... O problema é do gerente".
Aí perguntei se valeriam os dela ou os do gerente e ela disse: "não sou eu que vou decidir isso". Falei para ela tomar uma posição, que ela tinha que decidir isso e ligar para os gerentes dela para verificar essa diferença. Tudo o que ela disse foi: "ó, eu não vou nem discutir isso com você".
Nessa hora meu sangue ferveu. E justamente nessa hora o SC não estava na sala. JURO que quis levantar e dar uma porrada nela, mas me contive. Ela se acha a foda, a boazona, a melhor consultora da história, mas não quer responsabilidade. Aí, quando o SC chega na sala ela fica falando tudo o que fez. Falsa filha duma égua. Bem que já haviam me falado que ela era assim....
Fato é que ela percebeu que estava errada e começou a ligar para os gerentes dela, mas só depois que o SC voltou para a sala. Nessa hora também tive vontade de soltar o verbo, mas acabei ficando calado.
A planilha, que deveria ser entregue às 10:30, foi adiada para as 14:00, mas só foi entregue às 15:00. Por que? Por que os caras da empresa não podem atrasra o almoço. Nós podemos ficar sem almoçar, sem dormir, sem feriado, sem fim de semana, mas eles não podem ficar 2 horas sem comer.
Fato é que entregue a planilha, fomos almoçar. E depois tomar sorvete. Voltamos às 4 e de 4 até as 6 ficamos atendendo telefonemas e respondendo a dúvidas dos gerentes. As 6 o SC resolveu dar um treinamento de como fazer um plano de ação. Basicamentefalou o que está escrito na bíblia verde, mas tudo bem...
Agora, estou em casa, ainda sem acreditar que acabou. Pelo menos até resolverem mudar todos os números. A próxima etapa também será puxada, mas não tanto como a que passou. O único problema é que vou ter que ficar viajando pelo interior de Minas (de carro, lógico), para encontrar com os meus queridos "filhos".
E hoje, para comemorar, vou tomar a cerveja Belga que o SC trouxe para mim e dormir no meu novíssimo colchão. E nada de excel!!!
5 de dez. de 2007
Quase!
Naõ vou ter que trabalhar no meu aniversário. Mas foi por pouco. Em breve conto mais detalhes (agora tenho que voltar para o trabalho, pra variar).
4 de dez. de 2007
Revoltado, MUITO revoltado
Momento de revolta total (e início de pensamentos de liderança sindical): sabe o tal aumento que o pessoal do Rio ganhou e nós de BH não? Pois é, foi de nada menos que R$700,00 (sim, SETECENTOS REAIS).
Pra quem não ganha tanto assim, 700 ronaldos é MUITO dinheiro. Principalmente quando se olha percentualmente....
Hum... acho que a minha empresa não conhece equiparamento (equiparação?) salarial...
Pra quem não ganha tanto assim, 700 ronaldos é MUITO dinheiro. Principalmente quando se olha percentualmente....
Hum... acho que a minha empresa não conhece equiparamento (equiparação?) salarial...
3 de dez. de 2007
Fatos Rápidos
- Tirei uma fatia do meu dedo ontem. E como não achei band-aid, taquei um pedaço de esparadrapo mesmo;
- Adoro fofocas. Principalmente de gente que conheço (sem links para as pessoas que conheço);
- A mãe do meu chefe morreu semana passada. E hoje ele foi trabalhar;
- Ainda bem que eu não trabalhei no fim de semana, senão não teria p**** nenhuma para fazer hoje e ficaria muito puto;
- Adoro o SC. Amanhã ele e C2 vão ajudar C1, que está apertada com UMA área. Já eu, que tenho que fechar TRÊS (por conta dos meus queridos gerentes que não me mandam as coisas), vou ter que aplicar a regra do SV e virar a noite fazendo;
- Amanhã é dia de ir para SL (para tentar pegar os dados com os gerentes);
- Falando em amanhã, amanhã faz dois anos que apresentei meu projeto final de curso (e acabei as minhas matérias na faculdade);
- Amanhã também chega meu presente de aniversário adiantado. Só que não vou poder estreiar (maldito projeto). Quem sabe até o dia 8 (dia do aniversário) eu consigo;
- Hoje estava tão quente, mas tão quente no trabalho que nós ligamos o ar condicionado quebrado (e ficamos 10% mais surdos);
- Minha empresa está organizando atividades de integração no encontro de atibaia. Entre eles estão arvorismo, caminhada ecológica e esportes em grupo. Acho que vou escolher o "não, obrigado";
- Aliás, correm boatos vão dar um palm para cada consultor de presente no encontro. Eu ando pelado na rua se isso acontecer;
- Ah, é. Deram aumento para os consultores da minha empresa. Mas só para os consultores que moram no Rio. Eu moro em BH. E eles ainda se perguntam porque sai tanta gente;
- Eu trocaria o suposto palm por um belo aumento fácil fácil.
Agora deixa eu ir dormir, porque depois de hoje só na sexta (ou domingo, já que sexta e sábado é dia de bebemorar a velhice).
2 de dez. de 2007
Morte ao IE (principalmente o 6)
Ontem, com o acompanhamento do BlogCampPR via twitter, um monte de gente entrou no blog. Quer dizer, um monte de gente considerando o meu número médio de visitas (3, mas 2 são pessoas que chegam aqui pelo NavBar do Blogger).
E ontem, curiosamente, a minha única visitante fiel não entrou. Como eu sei? Simples: não tive nenhum acesso pelo IE 6 (navegador que ela insiste em utilizar). Aliás, não tive NENHUM acesso com IE, qualquer versão que seja.
Isso se explica por um motivo: as únicas pessoas que conhecem este blog (tirando a minha fiel leitora) são blogueiros. E blogueiro é nerd. E nerd usa firefox, opera ou netscape (esse último só os "nerds de raiz", como eu).
Eu já discursei sobre o IE por aqui, então não vou perder tempo (e nem testar a paciência de vocês) escrevendo sobre isso. Mas como disse o Fugita, se for usar o IE (coisa que eu NÃO recomendo), pelo menos use a versão 7! Viu, querida leitora?
Ah! E baixem as atualizações do windows! É bom que o IE7 vem junto...
E ontem, curiosamente, a minha única visitante fiel não entrou. Como eu sei? Simples: não tive nenhum acesso pelo IE 6 (navegador que ela insiste em utilizar). Aliás, não tive NENHUM acesso com IE, qualquer versão que seja.
Isso se explica por um motivo: as únicas pessoas que conhecem este blog (tirando a minha fiel leitora) são blogueiros. E blogueiro é nerd. E nerd usa firefox, opera ou netscape (esse último só os "nerds de raiz", como eu).
Eu já discursei sobre o IE por aqui, então não vou perder tempo (e nem testar a paciência de vocês) escrevendo sobre isso. Mas como disse o Fugita, se for usar o IE (coisa que eu NÃO recomendo), pelo menos use a versão 7! Viu, querida leitora?
Ah! E baixem as atualizações do windows! É bom que o IE7 vem junto...
1 de dez. de 2007
BlogCamp PR (acompanhado via web)
Acabou de acabar o BlogCampPR. Não, eu não para Curitiba, infelizmente. Mas acompanhei via streamming. O audio não estava dos melhores, então tive que colocar fone de ouvido, o que causou algum desconforto, principalmente na hora das palmas e dos gritos.
Ao contrário do que aconteceu no BlogCampMG, pouca gente estava fazendo cobertura online, via twitter. Só que nós, espectadores, estávamos trocando muita mensagem por ele.
Na parte da manhã, começou com monetização. Eu já não aguentava mais esse assunto, então fui almoçar. Na volta, estavam rolando três salas com "cobertura de imprensa" e estava difícil acompanhar, dado que os assuntos estavam MUITO interessantes. Tive que fazer uma mega gambi para conseguir acompanhar tudo.
Só que lá pro meio da tarde, após o coffee break, os assuntos ficaram "menos interessantes". Mas ainda assim estavam bons. Só que o som piorou bastante e estava MUITO difícil de ouvir.
Para finalizar, todo mundo foi para o audório, para uma empresa mostrar o Super Trunfo dos Blogs (que, por sinal, não tem link para o Treta, idealizador da idéia), o calendário da playboy com as blogueiras famosas e sorteio de brindes.
Nessa hora, eu até apareci no telão, quando alguém espetou o notebook no datashow para mostrar o super trunfo. A minha mensagem era a primeira da lista no twitter, e tinha sido colocada 9 horas antes (ou seja, o cara não estava atualizando).
Mas o melhor ainda estava por vir. Na hora do sorteio dos brindes, o cara do sim, viral subiu no palco e começou a imitar o Silvio Santos. A imitação não parecia muito, mas estava MUITO engraçado. Eu estava rolado de rir. E como estava com o fone nos ouvidos, meus visinhos só escutavam as minhas risadas e não o motivo delas. No mínimo pensaram que estava drogado...
Acompanhar um blogcamp pela web não é a mesma coisa que ao vivo. Você não conhece as pessoas, não troca idéias, não conversa. É um mero espectador. Mas é sempre bom, para ver a idéia das outras pessoas, o que elas pensam, etc.
E o BlogCamp PR, neste quesito, deu um show no BlogCamp MG. As discussões foram muito melhores. Pelo menos as oficiais, porque as informais do MG também foram MUITO boas. Principalmente as dos botecos...
Ao contrário do que aconteceu no BlogCampMG, pouca gente estava fazendo cobertura online, via twitter. Só que nós, espectadores, estávamos trocando muita mensagem por ele.
Na parte da manhã, começou com monetização. Eu já não aguentava mais esse assunto, então fui almoçar. Na volta, estavam rolando três salas com "cobertura de imprensa" e estava difícil acompanhar, dado que os assuntos estavam MUITO interessantes. Tive que fazer uma mega gambi para conseguir acompanhar tudo.
Só que lá pro meio da tarde, após o coffee break, os assuntos ficaram "menos interessantes". Mas ainda assim estavam bons. Só que o som piorou bastante e estava MUITO difícil de ouvir.
Para finalizar, todo mundo foi para o audório, para uma empresa mostrar o Super Trunfo dos Blogs (que, por sinal, não tem link para o Treta, idealizador da idéia), o calendário da playboy com as blogueiras famosas e sorteio de brindes.
Nessa hora, eu até apareci no telão, quando alguém espetou o notebook no datashow para mostrar o super trunfo. A minha mensagem era a primeira da lista no twitter, e tinha sido colocada 9 horas antes (ou seja, o cara não estava atualizando).
Mas o melhor ainda estava por vir. Na hora do sorteio dos brindes, o cara do sim, viral subiu no palco e começou a imitar o Silvio Santos. A imitação não parecia muito, mas estava MUITO engraçado. Eu estava rolado de rir. E como estava com o fone nos ouvidos, meus visinhos só escutavam as minhas risadas e não o motivo delas. No mínimo pensaram que estava drogado...
Acompanhar um blogcamp pela web não é a mesma coisa que ao vivo. Você não conhece as pessoas, não troca idéias, não conversa. É um mero espectador. Mas é sempre bom, para ver a idéia das outras pessoas, o que elas pensam, etc.
E o BlogCamp PR, neste quesito, deu um show no BlogCamp MG. As discussões foram muito melhores. Pelo menos as oficiais, porque as informais do MG também foram MUITO boas. Principalmente as dos botecos...
Nerd²
Ao contrário do que aconteceu no blogcampMG, o blogcamp PR teve várias salas de discussão. E em cada sala, uma discussão diferente, uma melhor que a outra. Monetização não foi pauta (pelo menos até agora).
E como a transmissão via web no site não estava funcionando para mim, a solução era abrir no WMP direto. E para acompanhar todas as discussões de uma vez, só assim:
no notebook, sala 1 e este blog. No desktop, auditório e twitter.
E como o som estava baixo, ainda tive que colocar um fone em cada ouvido...
E como a transmissão via web no site não estava funcionando para mim, a solução era abrir no WMP direto. E para acompanhar todas as discussões de uma vez, só assim:
E como o som estava baixo, ainda tive que colocar um fone em cada ouvido...
Absolutamente Nerd
Puta que pariu, eu sou mais nerd que eu pensava. Acompanhando o BlogCampPR via video, na web!
Great Success
Ontem a noite, aproveitando que ia sair com meu carro, resolvi trocar a lanterna traseira que aquela maldita árvore que eu atropelei quebrou.
Se alguém falar que trocar uma lanterna traseira é fácil, não acredite. Quer dizer, a tarefa é bem simples, mas não quando a lanterna está quebrada e um pedaço dela prendeu na parte das lâmpadas.
Sim, porque não era como eu imaginava. Pra mim a lanterna vinha completa, era só tirar, desplugar o fio, plugar o fio na nova e prender no carro novamente. Mas não é bem assim (pelo menos no celta). E nem achei muito ruim ser assim, senão seria mais caro e as lâmpadas estão intactas.
No celta, existe um fio que encaixa numa plaquinha que contém as três lâmpadas (duas se for no lado esquerdo, já que só tem luz de ré do lado direito). A plaquinha encaixa na caixa plástica da lanterna e o conjunto fio + plaquinha + caixa plástica que é fixado no carro através de um parafuso e uma rosca porca de plástico.
O meu problema é que na colisão a plaquinha "entrou" na caixa plástica e não queria sair nem a porrete. Tentei tirar com cuidado, para não quebrar nada e não ter que gastar mais. Não rolou. Tentei girar, para tirar meio de lado. Também não deu. Tentei usar a chave do carro (a única "ferramenta" disponível na hora) como alavanca. Também nada.
Solução: usar a força. Reclocoquei a parte da plaquinha que já tinha descolado da caixa plástica e tentei tirar novamente, desta vez fazendo um pouco mais de força. Saiu. Mas na hora que fez "cleck", fiquei com o tuim na mão. Mas foi só as partes se soltando.
Encaixei a caixa plástica nova na plaquinha (sem maiores problemas) e o conjunto no carro. Simples, fácil e indolor (tirando a hora em que cortei meu dedo).
O único problema é que a árvore estava com muita raiva que eu a tinha atropelado e quando ela bateu no meu carro também amassou um pouco da tampa do porta malas e egora ele está "relando" na lanterna e fazendo um barulhinho bem chato...
Mas hoje eu resolvo isso com "ferramentas apropriadadas".....
Se alguém falar que trocar uma lanterna traseira é fácil, não acredite. Quer dizer, a tarefa é bem simples, mas não quando a lanterna está quebrada e um pedaço dela prendeu na parte das lâmpadas.
Sim, porque não era como eu imaginava. Pra mim a lanterna vinha completa, era só tirar, desplugar o fio, plugar o fio na nova e prender no carro novamente. Mas não é bem assim (pelo menos no celta). E nem achei muito ruim ser assim, senão seria mais caro e as lâmpadas estão intactas.
No celta, existe um fio que encaixa numa plaquinha que contém as três lâmpadas (duas se for no lado esquerdo, já que só tem luz de ré do lado direito). A plaquinha encaixa na caixa plástica da lanterna e o conjunto fio + plaquinha + caixa plástica que é fixado no carro através de um parafuso e uma rosca porca de plástico.
O meu problema é que na colisão a plaquinha "entrou" na caixa plástica e não queria sair nem a porrete. Tentei tirar com cuidado, para não quebrar nada e não ter que gastar mais. Não rolou. Tentei girar, para tirar meio de lado. Também não deu. Tentei usar a chave do carro (a única "ferramenta" disponível na hora) como alavanca. Também nada.
Solução: usar a força. Reclocoquei a parte da plaquinha que já tinha descolado da caixa plástica e tentei tirar novamente, desta vez fazendo um pouco mais de força. Saiu. Mas na hora que fez "cleck", fiquei com o tuim na mão. Mas foi só as partes se soltando.
Encaixei a caixa plástica nova na plaquinha (sem maiores problemas) e o conjunto no carro. Simples, fácil e indolor (tirando a hora em que cortei meu dedo).
O único problema é que a árvore estava com muita raiva que eu a tinha atropelado e quando ela bateu no meu carro também amassou um pouco da tampa do porta malas e egora ele está "relando" na lanterna e fazendo um barulhinho bem chato...
Mas hoje eu resolvo isso com "ferramentas apropriadadas".....
noitesSonhandoComAPlanilhaDe20MilLinhas++
Pela quarta noite consecutiva eu sonhei com a maldita planilha de 20 mil linhas.
Ah, eu tô maluco! Ah, eu tô maluco!
Ah, eu tô maluco! Ah, eu tô maluco!
Hoje Estou...
30 de nov. de 2007
Sexta, 17:37
e chegam os malditos dados que fiquei esperando o dia inteiro.
Aí vou olhá-los e vejo que não tem NADA do que eu preciso. Conversando com o cara que mandou os dados descobri que eles ainda não tem o que eu preciso e segunda-feira não estarão em BH.
Ou seja: na terça que eles vão levantar os dados que eu preciso. Sabe-se lá que horas vão me entregar isso. Isso porque eu "posso" trabalhar no fim de semana e eles não!
Lado bom: vou ter meu fim de semana.
Lado ruim: não vou dormir na terça.
Lado péssimo: vou ter que trabalhar no meu aniversário.
Ei, cliente, VAI TOMAR NO CU! Ei, Murphy, VAI TOMAR NO CU! Ei, empresa, VAI TOMAR NO CU! Sou eu, sou eu...sou eu, Esparroman, sou eu.... ATÉ MORRER!
Aí vou olhá-los e vejo que não tem NADA do que eu preciso. Conversando com o cara que mandou os dados descobri que eles ainda não tem o que eu preciso e segunda-feira não estarão em BH.
Ou seja: na terça que eles vão levantar os dados que eu preciso. Sabe-se lá que horas vão me entregar isso. Isso porque eu "posso" trabalhar no fim de semana e eles não!
Lado bom: vou ter meu fim de semana.
Lado ruim: não vou dormir na terça.
Lado péssimo: vou ter que trabalhar no meu aniversário.
Ei, cliente, VAI TOMAR NO CU! Ei, Murphy, VAI TOMAR NO CU! Ei, empresa, VAI TOMAR NO CU! Sou eu, sou eu...sou eu, Esparroman, sou eu.... ATÉ MORRER!
Nada de dados
Acabo de saber que os tais novos dados não serão enviados hoje.
Não sei se comemoro ou se choro...
Não sei se comemoro ou se choro...
Esparroman, não Superman
Que loucura! Um cara chegou no meu blog procurando por superman.
É cada uma que aparece....
É cada uma que aparece....
Calmaria antes da tempestade
Sexta-feira. 9 da matina. Estou sem p**** nenhuma para fazer. Mas sei que em algumas horas estarei trabalhando como um louco, arrancando os cabelos e xingando deus e o mundo por essa mudança em cima da hora. Mudança essa que fará com que eu refaça TODOS os cálculos que eu já fiz no projeto. Duas vezes. E dessa vez com muito menos tempo para fazer o trabalho.
Aí o aluno pergunta: "então por que você não começa a trabalhar agora e diminui o trabalho do fim de semana?". Simples: os cara da empresa ainda não enviaram os novos valores. Só avisaram que vão mudar.
Funciona mais ou menos assim: a diretoria pede mudanças. Uns dois dias depois, os gerentes fazem as mudanças. Mais dois dias e os subordinados mandam os números dessas mudanças. E só então eu posso começar a trabalhar.
Agora façamos as contas: Na quarta pela manhã um dos diretores falou que tinha uma chance acontecer alterações. Na verdade, ele já sabia que isso iria acontecer, mas não quis falar. Ou seja, a decisão foi na terça.
Ontem a tarde, um dos gerentes falou que os números iriam mudar. Ou seja: na terça o avisaram e ele fez as contas para passar aos subirdinados dele, o que aconteceu ontem a tarde.
Esses subordinados começaram a fazer as contas para saber o quanto ia precisar do que, para enviar para a gente. Essa conta demora uns dois dias, como eu disse. Ou seja: vou receber estes números, sendo MUITO otimista, hoje no fim da tarde. Se não for amanhã.
A reunião com a diretoria (que já estava marcada há muito tempo) é quarta-feira. Ou seja: tem que estar tudo pronto até terça na hora do almoço (incluindo apresentação), para passarmos para os gerentes.
Concluindo: eu terei da hora que eles me entregarem os números (provavelmente amanhã) até terça 8 da matina para fazer todos os cálculos. Cálculos estes que demorei duas semanas para fazer, INCLUINDO fins de semana. E na terça montarei a apresentação.
Lado bom: se essa previsão de reunião se mantiver, não trabalho no meu aniversário.
Lado ruim: estou fudido.......
Aí o aluno pergunta: "então por que você não começa a trabalhar agora e diminui o trabalho do fim de semana?". Simples: os cara da empresa ainda não enviaram os novos valores. Só avisaram que vão mudar.
Funciona mais ou menos assim: a diretoria pede mudanças. Uns dois dias depois, os gerentes fazem as mudanças. Mais dois dias e os subordinados mandam os números dessas mudanças. E só então eu posso começar a trabalhar.
Agora façamos as contas: Na quarta pela manhã um dos diretores falou que tinha uma chance acontecer alterações. Na verdade, ele já sabia que isso iria acontecer, mas não quis falar. Ou seja, a decisão foi na terça.
Ontem a tarde, um dos gerentes falou que os números iriam mudar. Ou seja: na terça o avisaram e ele fez as contas para passar aos subirdinados dele, o que aconteceu ontem a tarde.
Esses subordinados começaram a fazer as contas para saber o quanto ia precisar do que, para enviar para a gente. Essa conta demora uns dois dias, como eu disse. Ou seja: vou receber estes números, sendo MUITO otimista, hoje no fim da tarde. Se não for amanhã.
A reunião com a diretoria (que já estava marcada há muito tempo) é quarta-feira. Ou seja: tem que estar tudo pronto até terça na hora do almoço (incluindo apresentação), para passarmos para os gerentes.
Concluindo: eu terei da hora que eles me entregarem os números (provavelmente amanhã) até terça 8 da matina para fazer todos os cálculos. Cálculos estes que demorei duas semanas para fazer, INCLUINDO fins de semana. E na terça montarei a apresentação.
Lado bom: se essa previsão de reunião se mantiver, não trabalho no meu aniversário.
Lado ruim: estou fudido.......
Sonho (ou seria pesadelo?)
E pela terceira vez esta semana eu sonhei com a planilha de 20 mil linhas...
E acordei às 5 da manhã e não consegui dormir mais, de preocupação... Pelo menos hoje foi as 5. Foda foi terça, que foi as 2...........
E acordei às 5 da manhã e não consegui dormir mais, de preocupação... Pelo menos hoje foi as 5. Foda foi terça, que foi as 2...........
29 de nov. de 2007
Por UM voto
Putz, acabo de ficar sabendo que por UM voto entre os acionistas (ou quem manda) da minha empresa o encontro não será em FLORIANÓPOLIS e sim em Atibaia.
Filosofia sobre o trabalho
"Twittando" agora a pouco com uma pessoa, li a seguinte frase: "a gente nao pára nunca de trabalhar.. temos q mudar isso pelo menos de vez enquando". Ela disse isso quando reclamei do tanto que estou trabalhando, "excrusive" nos fins de semana e feriados.
Eu já vinha pensando nisso há algum tempo. Hoje em dia tem muita gente que virou escravo do trabalho. Sai de casa as 7:30 e só volta às 20:00 (e muitas vezes ainda liga o computador para trabalhar mais). O almoço, que devia ser de duas horas, dura uma (quando não é menos).
Eu mesmo estou caindo nessa rotina, muitas vezes sem preceber. E eu não era assim. Antes, eu ia pra casa e "desligava" do trabalho. Hoje, não estou mais assim. Chego em casa pensando em números, nas coisas que eu tenho que fazer, nas metas não alcançadas...
Esse aumento de trabalho e de preocupação tem alguns motivos (para todo mundo). Dificuldade de arrumar emprego em algumas áreas, prazos muito curtos, ganância das empresas que querem faturar a qualquer custo, sem pensar nos funcionários, clientes que se acham deuses e empresas que aceitam esse tipo de atitude....
Tudo bem, o mercado hoje está muito mais competitivo e um dia que você atrase para implantar um serviço novo é um dia que seu concorrente está ganhando seus clientes. E menos clientes implica menos faturamento. E menos faturamento implica em menos emprego. E se você não quiser fazer, tem gente que faz.
E aí eu me pergunto: será que vale a pena viver esta vida? Trabalhar 12 horas por dia e achar normal, falar com as pessoas que "hoje em dia é assim" e simplesmente aceitar o fato sem nem discutir com o seu empregador?
Se você estiver ganhando hora extra (ou banco de horas), pelo menos o "prejuízo" é menor. Quer dizer, menor mais ou menos, porque muitas vezes você deixa se encontar seus amigos, divertir... Você poderia conhecer a mulher da sua vida nessa "saída" (veja o comentário do Primo).
Mas e no meu caso, que não ganho um centavo pelos fins de semana, feriados e noites em que trabalho?? O prejuízo é muito maior! Além da parte financeira e da parte social, ainda tem a parte profissional. Acho que não é o meu caso, mas tem muito chefe por aí que não leva isso em consideração e muito menos reporta à empresa o sacrifício que nós estamos fazendo.
Sinceramente eu estou muito decepcionado com a vida que estou levando. Tá certo, se eu tivesse banco de horas ou recebesse hora extra, estaria fudido no começo do ano (apesar de que não foi culpa minha ter ficado parado), mas mesmo assim, uma empresa que presa pelo planejamento, como a minha, deveria ser a melhor do mundo em fazer gerenciamento dos próprios projetos.
O que eu estou fazendo nesses últimos 2 meses (lembrando que fiz DUAS vezes) normalmente se faz em três, quatro meses. E tudo porque o cliente comprou o projeto em cima da hora. E como "não dá para negar dinheiro", vem o trouxa aqui virar a noite para fazer um bom trabalho.
Antes que perguntem: eu adoro o meu trabalho. Mas quando é feito da forma correta, com prazos corretos e sem clientes que mudam tudo a toda hora. No meu outro projeto de BH, que era o mesmo produto, estava tudo MUITO bem. Já no de PG, foi tudo corrido, mas nada parecido como esse.
Lá, trabalhei até mais tarde vários dias, mas em NENHUM fim de semana tive que ligar o computador para trabalhar. Chegava no hotel e até ligava o computador, mas na maioria das vezes para entrar na internet.
Eu sei que a vida de consultor é assim. E já sabia quando entrei na empresa. Mas naquela época (sim, eu sei que tem menos de um ano e meio), era tudo diferente. Os salários eram realmente compensadores (apesar de dinheiro não ser tudo na vida), você tinha um espectativa de crescimento muito maior, mais autonomia... E no meio do caminho mudaram as regras do jogo.
Mas tudo bem, pelo menos tem um lado positivo. Estou aprendendo MUITO. Não só na parte profissional, mas também na pessoal. Passei a me controlar mais, pensar antes de falar, tomar cuidado com ações que tomo... Só esse conhecimento gerencial e de mim já valeu a pena.
Não sei se quero isso para o resto da minha vida. E o problema é que já tive experiência em escritório, todo dia no mesmo lugar, com as mesmas pessoas e fazendo a mesma coisa e também não gostei. Foi um dos motivos pelo qual migrei para a consultoria, que cada dia está em um lugar diferente.
Não, não vou sair do meu emprego. Pelo menos não por enquanto (a menos que eu seja "saído" da empresa). Ainda tenho muito o que aprender. E tenho esperança de pegar um projeto melhor, num cliente melhor.
Enquanto isso, vou ralando e reclamando....
Eu já vinha pensando nisso há algum tempo. Hoje em dia tem muita gente que virou escravo do trabalho. Sai de casa as 7:30 e só volta às 20:00 (e muitas vezes ainda liga o computador para trabalhar mais). O almoço, que devia ser de duas horas, dura uma (quando não é menos).
Eu mesmo estou caindo nessa rotina, muitas vezes sem preceber. E eu não era assim. Antes, eu ia pra casa e "desligava" do trabalho. Hoje, não estou mais assim. Chego em casa pensando em números, nas coisas que eu tenho que fazer, nas metas não alcançadas...
Esse aumento de trabalho e de preocupação tem alguns motivos (para todo mundo). Dificuldade de arrumar emprego em algumas áreas, prazos muito curtos, ganância das empresas que querem faturar a qualquer custo, sem pensar nos funcionários, clientes que se acham deuses e empresas que aceitam esse tipo de atitude....
Tudo bem, o mercado hoje está muito mais competitivo e um dia que você atrase para implantar um serviço novo é um dia que seu concorrente está ganhando seus clientes. E menos clientes implica menos faturamento. E menos faturamento implica em menos emprego. E se você não quiser fazer, tem gente que faz.
E aí eu me pergunto: será que vale a pena viver esta vida? Trabalhar 12 horas por dia e achar normal, falar com as pessoas que "hoje em dia é assim" e simplesmente aceitar o fato sem nem discutir com o seu empregador?
Se você estiver ganhando hora extra (ou banco de horas), pelo menos o "prejuízo" é menor. Quer dizer, menor mais ou menos, porque muitas vezes você deixa se encontar seus amigos, divertir... Você poderia conhecer a mulher da sua vida nessa "saída" (veja o comentário do Primo).
Mas e no meu caso, que não ganho um centavo pelos fins de semana, feriados e noites em que trabalho?? O prejuízo é muito maior! Além da parte financeira e da parte social, ainda tem a parte profissional. Acho que não é o meu caso, mas tem muito chefe por aí que não leva isso em consideração e muito menos reporta à empresa o sacrifício que nós estamos fazendo.
Sinceramente eu estou muito decepcionado com a vida que estou levando. Tá certo, se eu tivesse banco de horas ou recebesse hora extra, estaria fudido no começo do ano (apesar de que não foi culpa minha ter ficado parado), mas mesmo assim, uma empresa que presa pelo planejamento, como a minha, deveria ser a melhor do mundo em fazer gerenciamento dos próprios projetos.
O que eu estou fazendo nesses últimos 2 meses (lembrando que fiz DUAS vezes) normalmente se faz em três, quatro meses. E tudo porque o cliente comprou o projeto em cima da hora. E como "não dá para negar dinheiro", vem o trouxa aqui virar a noite para fazer um bom trabalho.
Antes que perguntem: eu adoro o meu trabalho. Mas quando é feito da forma correta, com prazos corretos e sem clientes que mudam tudo a toda hora. No meu outro projeto de BH, que era o mesmo produto, estava tudo MUITO bem. Já no de PG, foi tudo corrido, mas nada parecido como esse.
Lá, trabalhei até mais tarde vários dias, mas em NENHUM fim de semana tive que ligar o computador para trabalhar. Chegava no hotel e até ligava o computador, mas na maioria das vezes para entrar na internet.
Eu sei que a vida de consultor é assim. E já sabia quando entrei na empresa. Mas naquela época (sim, eu sei que tem menos de um ano e meio), era tudo diferente. Os salários eram realmente compensadores (apesar de dinheiro não ser tudo na vida), você tinha um espectativa de crescimento muito maior, mais autonomia... E no meio do caminho mudaram as regras do jogo.
Mas tudo bem, pelo menos tem um lado positivo. Estou aprendendo MUITO. Não só na parte profissional, mas também na pessoal. Passei a me controlar mais, pensar antes de falar, tomar cuidado com ações que tomo... Só esse conhecimento gerencial e de mim já valeu a pena.
Não sei se quero isso para o resto da minha vida. E o problema é que já tive experiência em escritório, todo dia no mesmo lugar, com as mesmas pessoas e fazendo a mesma coisa e também não gostei. Foi um dos motivos pelo qual migrei para a consultoria, que cada dia está em um lugar diferente.
Não, não vou sair do meu emprego. Pelo menos não por enquanto (a menos que eu seja "saído" da empresa). Ainda tenho muito o que aprender. E tenho esperança de pegar um projeto melhor, num cliente melhor.
Enquanto isso, vou ralando e reclamando....
Retrabalho, retrabalho e mais retrabalho
Eu estou muito, mas MUITO perto de mandar alguém aqui da empresa tomar no cu e aprender a fazer previsão de produção.
Já é a TERCEIRA vez que jogo fora o trabalho de duas semanas porque eles mudam a previsão. Em menos de dois meses. Eu tava levando numa boa, mas essa última mudança fará com que eu passe o fim de semana do meu aniversário trabalhando insanamente.
Eu nunca tinha falado isso antes, para nenhuma empresa que trabalhei, mas EU ODEIO ESSE CLIENTE!
Já é a TERCEIRA vez que jogo fora o trabalho de duas semanas porque eles mudam a previsão. Em menos de dois meses. Eu tava levando numa boa, mas essa última mudança fará com que eu passe o fim de semana do meu aniversário trabalhando insanamente.
Eu nunca tinha falado isso antes, para nenhuma empresa que trabalhei, mas EU ODEIO ESSE CLIENTE!
Rapidinhas
Quinta-feira, 10 da matina e eu já estou morto. Esse projeto está me matando... Sem tempo pra quase nada, dormindo pouco e mal... Mas enquanto a maldita planilha de 20 mil linhas e lotada de fórmulas calcula os valores, vou postado aos poucos (via fatos rápidos) muitas coisas que queria falar desde segunda...
- Ontem foi o dia de encontrar pessoas que não via há muito tempo. Vindo para o trabalho, uma menina que trabalhou comigo em outro projeto e um cara que estudou comigo no colégio. A noite, uma ex-namorada de um amigo e mais a noite o pessoal da minha sala da faculdade;
- Um dos caras da facudade, aliás, comprou um iphone. Fiquei brincando com o bicho e gostei bastante. Fora que é MUITO bonito:
- O SC trouxe uma cerveja da bélgica pra gente. Coloquei na geladeira, mas ainda não bebi. Segundo ele, é a melhor que ele já bebeu (mas a graduação alcoólica é "baixa": 4,9%
- Falando em SC, ontem teve agressão gratuita: estava eu trabalhando freneticamente quando ele coloca a mão na frente da minha tela (escondendo das meninas) e me mostra o dedo. Do nada. E sem nenhum motivo. Olhei pra ele e ele começou a rir. Já tá todo mundo maluco na equipe;
- A empresa-cliente tem um jornal interno. O desse mês tem uma reportagem sobre o nosso projeto. E lógico que colocaram foto nossa;
- C2 ganhou mais uns dias no nosso projeto, mas já está escalada para outro projeto. E já sabe onde é. Eu, que saio no mesmo dia que ela, não faço a menor idéia;
- O SC me deu feedback. No geral, positivo, mas ele falou a mesma coisa que eu já tinha ouvido antes: eu sou muito fechado/calado nos primeiros dias. E isso pode atrapalhar a minha carreira;
- Minha irmã vem para o Brasil semana que vem, mas ninguém sabe que dia ela chega;
- Aliás, semana que vem é meu aniversário. Espero não ter que trabalhar no sábado novamente;
- O Twitter é um ótimo passatempo enquanto a maldita planilha calcula os valores (sim, eu desabilitei o cálculo automático);
- Hoje eu vou trocar a minha lanterna quebrada. Vai ser parecido com os filmes do gordo e o magro (ou seria dos três patetas?);
- Eu quero MUITO um fim de semana em estado torpor;
- Definitivamente não sou uma pessoa fashion. Hoje, vindo para o trabalho, vi uma menina na rua. Ela estava com uma blusa roxa com desenhos "tribais", uma calça jeans e havaianas, da mesma cor da blusa e também com desenhos tribais. Tentei tirar uma foto, mas nós dois estávamos e movimento e tudo o que saiu foi isso:
- Trabalhar numa planilha compartilhada é um saco. Toda hora da conflito...
27 de nov. de 2007
Molhou
Ontem eu tomei tanta água que, mesmo com guarda-chuva, a única parte do meu corpo que não molhou foi o topo da cabeça. Da orelha pra baixo molhou TUDO.
Sorte que a minha pasta é a prova d'água, senão meu notebook tinha ido pras cucuias.
Se bem que eu tenho Dell Complete Care...
E hoje, como meu sapato ainda estava ensopado, tive que pegar um outro da época da oitava série (sim, eu tenho mais de um sapato, mas não sou fashion igual meu chefe e não queria vir de calça verde e sapato marrom).
Conclusão que cheguei: eu não cresci um centímetro, mas meu pé cresceu...
Sorte que a minha pasta é a prova d'água, senão meu notebook tinha ido pras cucuias.
Se bem que eu tenho Dell Complete Care...
E hoje, como meu sapato ainda estava ensopado, tive que pegar um outro da época da oitava série (sim, eu tenho mais de um sapato, mas não sou fashion igual meu chefe e não queria vir de calça verde e sapato marrom).
Conclusão que cheguei: eu não cresci um centímetro, mas meu pé cresceu...
90 ronaldos mais pobre...
Por causa dessa merdinha de plástico:

E o meu mecânico queria cobrar 140.
Maldito dia que atropelei aquela árvore...
E o meu mecânico queria cobrar 140.
Maldito dia que atropelei aquela árvore...
25 de nov. de 2007
Multi-identidades
Esse negócio de ter três identidades (profissional, pessoal e virtual) é um problema sério... Só dá trabalho....
Ainda mais que cada identidade tem uma conta no google e outra no yahoo...
Ainda mais que cada identidade tem uma conta no google e outra no yahoo...
Pequenas decisões mudam o rumo da vida
Você já parou para pensar que pequenas decisões mudam completamente o rumo da sua vida? Pode parecer exageiro, mas não é. Eu acho que teve uma propaganda há um tempo atrás que falava exatamente sobre isso.
Por exemplo: sábado a noite e você é chamado por alguns amigo para ir a uma festa. Você fala que está cansado, com preguiça ou qualquer outra coisa e acaba não indo. Só que nessa festa você poderia conhecer a mulher da sua vida. Aquela que viria a ser a mãe dos seus filhos e com quem você passaria o resto da sua vida.
Mas você não foi à festa. E a tal mulher acabou ficando com outro cara e eles começaram a namorar e casaram. Você não será feliz como seria com ela e ela não será feliz como seria com você. E vocês não terão melequentos que poderiam tornar o mundo melhor. Ao invés diso, ela teve um melequento com o outro cara e esse melequento cresceu e virou um traficante.
Outro exemplo: você tem uma reunião e resolve deixar o seu telefone no silencioso, em cima da sua mesa. Seu telefone toca e como está no silencioso, você não escuta. E como a chamada era não identificada, você não tem como ligar de volta. Poderia ser uma empresa te ligando para chamar para uma entrevista de emprego. AQUELE emprego que você sempre quis, ganhando milhões, fazendo o que você gosta, num lugar muito bacana.
Mas nem sempre essas pequenas decisões vão piorar a sua vida. Por exemplo: você sempre passa por um mesmo caminho para ir para o trabalho. Num determinado dia, você resolve ir por outro caminho, para variar um pouco e sair da rotina. E nesse dia um ônibus perde o freio e fura o sinal que você sempre atravessa, no momento em que você estaria atravessando. Várias pessoas se machucam, mas você se safou.
Eu poderia continuar dando exemplos (acredite, eu tenho muitos e vários deles que aconteceram comigo), mas vou poupá-los de mais um post gigante. Fato é que praticamente todo mundo preocupa só com decisões grandes, como mudar de emprego, comprar um apartamento, etc e esquece que as decisões que tomamos todos os dias, a todo momento, que fazem a nossa vida.
As grandes decisões também são importantes, lógico, mas são poucas as vezes que temos que tomá-las. Já as pequenas...
Por exemplo: sábado a noite e você é chamado por alguns amigo para ir a uma festa. Você fala que está cansado, com preguiça ou qualquer outra coisa e acaba não indo. Só que nessa festa você poderia conhecer a mulher da sua vida. Aquela que viria a ser a mãe dos seus filhos e com quem você passaria o resto da sua vida.
Mas você não foi à festa. E a tal mulher acabou ficando com outro cara e eles começaram a namorar e casaram. Você não será feliz como seria com ela e ela não será feliz como seria com você. E vocês não terão melequentos que poderiam tornar o mundo melhor. Ao invés diso, ela teve um melequento com o outro cara e esse melequento cresceu e virou um traficante.
Outro exemplo: você tem uma reunião e resolve deixar o seu telefone no silencioso, em cima da sua mesa. Seu telefone toca e como está no silencioso, você não escuta. E como a chamada era não identificada, você não tem como ligar de volta. Poderia ser uma empresa te ligando para chamar para uma entrevista de emprego. AQUELE emprego que você sempre quis, ganhando milhões, fazendo o que você gosta, num lugar muito bacana.
Mas nem sempre essas pequenas decisões vão piorar a sua vida. Por exemplo: você sempre passa por um mesmo caminho para ir para o trabalho. Num determinado dia, você resolve ir por outro caminho, para variar um pouco e sair da rotina. E nesse dia um ônibus perde o freio e fura o sinal que você sempre atravessa, no momento em que você estaria atravessando. Várias pessoas se machucam, mas você se safou.
Eu poderia continuar dando exemplos (acredite, eu tenho muitos e vários deles que aconteceram comigo), mas vou poupá-los de mais um post gigante. Fato é que praticamente todo mundo preocupa só com decisões grandes, como mudar de emprego, comprar um apartamento, etc e esquece que as decisões que tomamos todos os dias, a todo momento, que fazem a nossa vida.
As grandes decisões também são importantes, lógico, mas são poucas as vezes que temos que tomá-las. Já as pequenas...
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