

Essa é uma das poucas fotos que conseguimos tirar com ele parado. 10 segundos depois desta foto ele já estava assim:

E como a boca dele cresceu, ele agora morde mais coisas e coisas maiores. Aquela frase “o cachorro comeu” nunca foi tão verdadeira. Todo dia quando chego na casa dela eu pergunto “o que ele comeu hoje?”. Isso quando não sou recepcionado pelo cão com alguma coisa na boca. Outro dia foi o sifão do tanque de lavar roupa (sério).
E não adianta comprar aquelas coisas de morder para cachorro. Já tentei courinho, corda, osso, bicho de pelúcia, mas ele gosta do que não pode: sapato, chinelo, mangueira, sofá, poltrona e gente. Principalmente gente.
É impossível passar a mão nele sem levar umas mordidinhas (ou mordidonas). Pegar no colo? Certeza de ficar com o braço na boca dele.
Meus braços e mãos estão todas marcadas. O pé também está mordido. Mas essa semana ele superou: abocanhou a minha orelha enquanto eu estava passando remédio. Chegou a fazer um pequeno rasgo (já colei, parece que não vai cair. Mas me senti o Holyfield na luta com o Tyson). Saca só como ficou depois de colado:

Quando ele não está mordendo, está pulando, correndo ou arranhando. Agora descobriu que consegue pular de um sofá para o outro e para a poltrona. E aí fica pulando entre as coisas buscando um braço ou uma mão dando sopa.
O pior é que a bateria do bicho não acaba, assim como a criatividade dele para inventar coisa errada para fazer. É o tempo inteiro fazendo alguma arte e/ou se mexendo. Eu queria mudar o nome dele para Damien, filho de Satã, mas a Ruiva não deixou.
Mas que ele é cachorro do capeta, isso ele é.
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