Não lembro se foi no primeiro ou no segundo, mas eu cheguei a ganhar um som, depois de uma viagem que fiz com Ex-Xuxu em que tivemos que usar o celular dela para ouvir música (e também depois de eu reclamar de perder os jogos do cruzeiro quando ia deixar ela em casa). Foi esse aqui:

Sim, era um radinho de pilha. Mas que me serviu muito bem por mais de 5 anos. E ainda dava sorte: ouvir jogo nele era sempre vitória do cruzeiro. O problema é que a qualidade do som não era muito boa e sintonizar qualquer rádio era difícil demais.
De qualquer maneira, no ter um som no carro nunca me fez falta. Mas me encheiam tanto o saco que no Esparromóvel III eu acabei colocando (e ainda foi o original da Toyota). E passei a usar todo dia, mesmo quando o trajeto era de 5 minutos. E percebi o quanto é diferente dirigir com música. Por um motivo simples: eu dirigia pelo barulho do motor.
Tá certo que depois de 10 anos com o mesmo modelo de carro, isso é fácil. Vocẽ não precisa olhar para o velocímetro, nem para o conta-giros. Sabe quando mudar a marcha e qual a sua a velocidade só pelo barulho do motor. Só que com o som ligado (e olha que eu coloco a música baixa) isso acaba atrapalhando. Quando vejo, já estou em velocidades que me daria multa. E aí estou tendo que mudar a minha forma de dirigir, olhando para o velocímetro toda hora.
Mas acredito que seja questão de tempo, até acostumar com o carro novo e os barulhos que ele faz (que são bem baixos, por sinal. Ô carro silencioso!).
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