20 de out. de 2012

Ressuscitando o notebook

Pois bem, amiguinhos. Faz muuuuuuito tempo que eu não passo por aqui, mas é que a vida não tá fácil. Tenho trabalhado pra caralho, viajado pra caralho e no fim de semana nem lembro deste humilde blog. Quer dizer, até lembro, mas não tenho tido muita coisa para escrever por aqui, já que minha vida ultimamente é só trabalho e avião.

É tanto tempo sem postar e tão pouco post esse ano que nem sei se já contei por aqui a história do meu notebook. Então como ela chegou a um fim hoje, resolvi contar tudo....

Tudo começou em...2007, acho. Talvez 2008. Pouco importa. Fato é que em 2006 minha irmã resolveu casar com um gringo e desde então todo ano vai alguém da minha família visitá-la na suíça. E em 2007 (ou 2008), a véia foi para lá e trouxe um notebook daqueles supermóveis, precursor do netbook. O bicho tem 12", pesa pouco mais de 1,5 kg (com a bateria de 6 células), mas tem uma configuração animal (tirando o processador). Até hoje é de dar inveja a muito notebook por aí. Para os cusiorsos, é esse aqui. Considerando que ele tem quase 5 anos e que sobreviveu 4 deles com a minha mãe, o bicho é um guerreiro (ao contrário da maioria dos HPs).

Pois bem. Na última visita da véia à minha irmã, em junho, ela comprou um notebook novo e resolveu me dar o pequenino guereiro. "Só tá fazendo um barulho esquisito", disse ela ao me entregar. Fiquei felizão, mesmo apanhando horrores da merda do teclado em alemão.

DOIS MESES depois aconteceu isso aqui:


Morreu. Simples assim. Não ligava mais. Meus conhecimentos de informática me diziam que era o HD que tinha ido pro saco. Mas como o computador é muito bom, considerando tamanho/especificações, achei que valia a pena ver o quanto custaria para salvá-lo.

Dei uma procurada na internet por um HD novo e vi que era maromeno umas 100 doleras na gringa. "Ah, uns 250 conto eu pago feliz", pensei. Levei numa loja perto do trabalho e o cara só falou assim: "putz, é mini-HD. Vai ser umas 650, 700 pratas". Assutei e resolvi pedir uma segunda opinião. Mesma coisa.

Não aceitando a derrota, comecei a caçar o tal mini-HD aqui no Brasil. E ele simplesmente NÃO EXISTE. Basicamente saiu de linha no mundo inteiro. Uma merda. Pensei em comprar um HD externo, mas não serviria de nada ter um notebook pequeno e ter que usar um HD externo.

Aí pensei que poderia comprar um pen drive razoavelmente grande e instalar linux nele. Se precisasse de armazenamento duradouro, só usar o HD exteno de 1 Tb que eu tenho. Mas antes de sair gastando grana, queria fazer um teste para ver a performance. Catei um pendrive de 8gb do Véio e instalei o lubuntu. O resultado? Esse aqui:


Sabendo que funcionaria, resolvi comprar um pendrive pequeno, o menor possível de 64Gb. Seria mais que suficiente para sobreviver. O problema é que a maior capacidade que eu achei no tamanho que eu queria era 32Gb. Fazer o que, era o que tinha disponível. Não foi tão caro (uns 50 ronaldos), só que vinha da china, então demorou uma eternidade para chegar. Mas sexta (popularmente conhecida como ontem) chegou. Saca o tamanho do treco (a moeda de 1 ronaldo é apenas para fins comparativos):


Como eu estava morto e saí muito tarde do trabalho, resolvi que não iria render muito se fosse sair. Comprei umas 2 cervejas e instalei ontem mesmo o Lubuntu 12.10. Funcionou que foi uma beleza. Muito rápido e tem tudo o que eu uso no dia a dia (tive que instalar alguns programas, lógico). E o melhor: ainda diminuiu o peso, já que troquei o HD por essa coisinha aí do lado quase imperceptível (o mais à frente, na altura do TAB. Atrás dele é o conector da fonte).


Fiquei felizão com a volta à vida do pequenino. E só me vinha à cabeça essa cena:

2 Palpites:

alexandre disse...

mto boa a história do note, único detalhe é q o certo é ressuscitando... [ ]s

Esparroman disse...

Blogueiro burro, não sabe mais escrever (se é que algum dia soube).

Já arrumei.

[]'s

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