9 de abr. de 2012

Hotel Il Granduca (Florença, Itália)

O Hotel Il Granduca foi o piorzinho de toda a viagem. É um hotel bem velho, com mobília muito velha e equipamentos muito velhos. O atendimento, com um velhinho MUITO simpático e absurdamente atencioso, acaba compensando.

O quarto tem um tamanho normal de hotel (pequeno), e a cama não era das melhores. O colchão, como todo o resto das coisas, era velho. O chão é de "pedra" (não lembro bem o que era, mas lembro que pareciam tijolos) e é bem frio. Quando você acorda de manhã, até achar o chinelo, é dureza. Eu lembro vagamente do armário ter um cheiro meio ruim, mas não vou afirmar.





O banheiro é super limpo, mas é bem pequeno (especialmente o box, que deve ter uns 70x70cm). O problema é tomar banho: o "chuveiro" (não dá pra chamar de chuveiro, veja a segunda imagem abaixo) quase não sai água e, a pouca água que sai é gélida. Sério, foi O PIOR chuveiro de hotel DA HISTÓRIA. Aí você sai do banho e na hora de se enxugar pega uma "toalha" que não enxuga porra nenhuma. Parecia toalha de mesa (dá pra ver na primeira imagem).




O mais bizarro foi, no chuveiro, ter um interruptor e tomadas com proteção IP55. Isso porque para usar a tomada, você tem que ABRIR a capa plástica e a proteção perde totalmente o sentido. Saca só:


O café da manhã é bonzinho. Não tem muita variedade, mas pode-se comer a vontade. A única coisa paga é o café expresso (sei lá porque), mas o café normal é grátis. O elevador é de 1930, chega a dar um pouco de medo. Só usei quando estava com a mala. Falando em mala, após fazer o checkout você pode deixar a mala no hotel, mas não é um quarto fechado: você larga em uma sala que ninguém usa. Não é das coisas mais seguras do mundo, mas não aconteceu nada com a minha mala.

A localização do hotel também não é das melhores: ele fica meio longe do centrão, onde ficam as coisas legais de florença. Mas considerando que a cidade é pequena, não chega a ser um problema sério.

O Véio, que já ficou 3 vezes na cidade, falou que a média dos hotéis de florença é essa mesma: todos são ruins (ou deixa-se um rim para ficar bem hospedado). Já fiquei em hotel muito pior, sem dúvida, mas uma cidade turística como Florença deveria ter coisa melhor.


Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).

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