O primeiro lugar que eu passei (dentro do ônibus) foi a praça de touros. Imagino que seja onde rolam as touradas.

O segundo lugar que eu passei eu não sei o que era. Chuto que era alguma coisa do governo:

Uma praça que não sei o que é:

Depois de muito andar de ônibus cheguei em Belém. Lá fica o famoso Mosteiro dos Jerônimos, que não entrei porque não daria tempo de ver tudo, mas consegui entrar na igreja:




Também por lá tem o centro cultural....

Uma praça bacana....

O padrão do descobrimento, que tem um mapa em granito no chão logo à frente muito foda, com todas as viagens exploratórias de portugal.







O museu da guerra (ou algo do tipo)
E a famosa torre de belém, que obviamente estava fechada, dado que levei 400 horas para chegar lá. Tinha ACABADO de fechar, por sinal.


Alá a ponte 25 de Abril:

De Belém fomos para a região do baixo chiado. Aqui é a praça do comércio:

A praça do município:

A rua Augusta...
O elevador de Santa justa...
No dia seguinte, continuamos no centro, na região do Rossio. O primeiro lugar foi a praça da Figueira:

Depois a praça que esqueci o nome:

E na praça fica o teatro D. Maria II:

Aí chegamos à praça dos Restauradores:

Aí chegamos na Av. Liberdade e, nessa hora, CAIU O MUNDO. Escondemos em um prédio e perdemos um tempos esperando o temporal acabar. Mas a avenida é legal:

No fim dessa avenida fica a praça do marques de pombal, como parque Eduardo VII ao fundo.

De lá, resolvemos ir para o Castelo de São Jorge. Para chegar lá, passamos antes pelo Largo do Chiado.



Só que lá não era o lugar certo, então fomos para uma outra praça, que não tinha ninguém que falava português (sério!). Só tinha asiático e indiano (ou mouro, sei lá).

Depois de esperar uns 20 minutos, conseguimos pegar um bondinho e finalmente chegamos ao castelo. Chovia e ventava absurdamente, mas não tinha nem onde se esconder, então enfrentamos a chuva. O castelo é, na verdade, ruina. No grande terremoto de sei lá quando ele foi destruído.






Isso aqui é muito legal: tem um periscópio no castelo! Dá pra ver a cidade sem ter que colocar a cabeça pra fora da torre.


O foda é que os DOIS banheiros do castelo estavam fechados. Pior: por falta de água! Com a quantidade de água que estava caindo do céu!
De lá, não deu pra ir a lugar nenhum, mas um lugar que parece ser bacana é o parque das nações, onde teve alguma coisa mundial um tempo atrás. Esse lugar era meio longe e não daria para ir.
Dicas gerais:
- Compre o cartão de transporte e coloque a diária. Custa 4,60 e você pode andar em tudo quanto é transporte público por 24 horas. E o cartão vale por um ano, então se pretende voltar por lá, guarde-o;
- Portugal é bem parecido com o Brasil: o povo é meio mal educado nos transportes públicos. Não respeitam fila e todo mundo entra e sai ao mesmo tempo dos ônibus, bondes e metros;
- Se você gosta de bacalhau, vá ao João do Grão. É bem barato (12 a 15 euros o prato) com o maior bacalhau do mundo (eu não consegui comer tudo. E eu nunca deixo comida no prato). E TODOS os lisboanos (lisbonenses?) falam que é o melhor bacalhau de Lisboa (até eu que não sou muito fã gostei). Ele fica perto da praça do Fiqueira, numa ruazinha escondida. Mas pode perguntar por lá onde é que te indicam;
- O castelo é meio caro e numa pirambeira fudida. Cuidado com pickpockets no bondinho pra lá. Esqueci o nome em português, só lembro do inglês por causa do Assassin's Creed;
- Os portugueses falam muito rápido e é difícil de entender até pra quem é mineiro e está acostumado a ouvir só metade das palavras;
- Em belém, VÁ ao local onde são feitos os pastéis de belém. Fica aqui e são os MELHORES pastéis de nata de Lisboa (e os verdadeiros e únicos pastés de belém). Para melhorar, ainda é barato pra caramba: um euro;
- Segundo meu pai, não deixe de entrar no mosteiro dos Jerônimos;
- Chuto que uns 3 dias em Lisboa é mais que suficiente para ver udo o que tem por lá com calma.
Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).
1 Palpites:
Cuidado com os "batedores de carteiras"... hehe
Abraços,
André.
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