14 de dez. de 2010

Taj Mahal Continental Hotel (Manaus, AM)

Na penúltima vez que vim pra Manaus (e nesta também) os hotéis que costumamos ficar estavam lotados, então tivemos que ficar em um hotel diferente, no centro de Manaus. O Taj Mahal Continental Hotel é um hotel supostamente 5 estrelas, mas é bastante antigo, então não vi tanto luxo assim. Para se ter uma idéia, não tem ninguém na porta para carregar as suas malas quando você chega.

O hall de entrada é imponente. Bem grande, espaçoso, limpo e razoavelmente silencioso. O razoavelvente é porque em um dos dias, no scotch bar, o barman colocou uns clipes de funk do mais baixo nível para tocar com o volume bem alto. Deve ser porque tinha uns japas por lá.


No hall também tem uma loja de pedras preciosas (que eu só vi vazia) e um lugar com computadores para acesso a internet. As pedras e jóias da loja eram bem caros, mas sinceramente não sei se é o valor normal para uma jóia/pedra. Chuto que não.


A loja de pedras e meu chefe brigando com alguém no telefone


Crococoi de pedra (piada interna)


O quarto é MUITO espaçoso. Mas nada de luxo: móveis velhos, aparelhos velhos e o colchão também não parecia ser dos mais novos, além de ser bem escuro. O engraçado é que parece que teve reforma há pouco tempo, porque o chão é relativamente novo e pouco desgastado. A internet é meio ruim, mas nada que se compare às do Soneca. É de graça, mas você tem que pegar o cabo de rede na recepção. A Tv fica numa posição ruim se o quarto for para 2 pessoas, mas pelo menos ela gira, então dá pra tentar melhorar a visão.


O armário também é bem grande e cabe roupa a vontade. Tem cofre daqueles mais velhos, mas não sei como funciona. O frigobar também é bem velhinho e a porta estava meio emperrada.


O banheiro é ótemo. Espaçoso, bem iluminado, mas não tem shampoo. Se eu não levasse sempre o meu, teria que lavar o cabelo com sabonete. Só achei ruim o serviço de toalhas. Além de serem meio velhas, no primeiro dia não tinha toalha de rosto e no segundo colocaram uma que estava suja de algo que acredito ser sangue. Nem usei.




O chuveiro é um espetáculo. O box é gigante e a pressão da água é muito forte e sai água pra caramba, seja quente, seja fria. Está entre os top 5 da minha vida viajante, sem dúvida. Depois de um dia de viagem ou de trabalho, nada melhor que ser ecologicamente incorreto e ficar alguns bons minutos debaixo da ducha.


Para entretenimento, o hotel só possui uma piscina, no último andar. É até grandinha, mas não tive tempo de usar (e nem de tirar uma foto de dia).


O restaurante do hotel é muito brega: ele é giratório. Sério. Você senta, pede sua comida (cara e pouco farta) e enquanto espera fica olhando a cidade. Durante a noite só dá pra ver o teatro amazonas (que, aliás, é bem perto do hotel. Um quarteirão, acho). Mas durante o dia também naõ teria mais muita coisa pra ver...


O café da manhã é bonzão. Tem bastante variedade e fartura. Só esqueci de tirar a foto do lugar, mas é no mezanino (na primeira foto, do Hall de entrada, dá pra ver). É espaçoso e você não tem que ficar disputando as coisas.

No geral, o hotel é bom. Tinha tudo para ser o melhor da cidade, mas tem que investir em uma repaginada nos móveis e equipamentos, além de treinar o pessoal da recepção.

Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).

2 Palpites:

Leandro disse...

Que novidade é essa de "o texto acima ampara-se... e tralálá."
Tão querendo de processar pelas opniões??? =/

Esparroman disse...

Na verdade e so um "save ass", para evitar futuros problemas.

Nao tive nada ainda.

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