Sabe aqueles dias em que você sabe que não deve sair da cama? Pois é, hoje foi um dia desses. E o pior: o dia começou cedo. 4:40 da matina meu despertador tocou. Acordei e fiquei esperando o despertador do meu celular tocar (5 minutos depois), para levantar. Mas quem disse que ele tocou?
Tá, a culpa foi minha. Eu que coloquei a hora erradade despertar. Mas o fato é que eu dei sorte que não dormi novamente. Se tivesse dormido, estaria na cama até agora...
No aeroporto, mais uma vez a fila da Varig estava gigantesca. Dessa vez, pelo menos, tinha uma fila paralela só para o meu vôo. Mas mesmo assim estava grande e demorada, dado que era só um atendente.
Depois de bons minutos na fila, consegui ser atendido. Entreguei a carteira de motorista pro cara e ele começou a procurar minha reserva. Procura pelo nome e nada. Procura pelo sobrenome e nada. Procura mais uma vez pelo nome e nada. "É... Vou ficar em BH", pensei.
Aí ele comentou que não estava encontrando a minha reserva e perguntou se tinha sido comprada por alguma agência. Falei o nome da agência e o cara pesquisou. Sim, eles tinham feito a reserva. Mas quem disse que me avisaram? Só não fiquei mais puto porque tinha que entrar na fila de qualquer maneira, pois tinha que despachar a mala.
Durante o pouso, fui coçar a perna e descubro que minha calça está com um buraco. Não, não é rasgado, é só descosturado. Mas o buraco é meio grandinho, uns 2 dedos. Sorte que é entre as pernas e não fica tão a vista. Mas como não tenho agulha e linha e nem um grampeador, não dá pra arrumar.
Cheguei na sala nova e nada do que prometeram existia: não tinha tomada, não tinha cabo de rede, não tinha acesso à rede de outro computador... Mas a minha baia estava lá, bonitona, junto com a minha cadeira. E a reunião, que deveria começar 9 da matina, foi remarcada para a tarde.
Na hora do almoço, fui ao restaurante aqui do prédio mesmo. Por motivos de força maior, tive que levar meu paletó e minha mochila com o Notebook. E enquanto estava comendo vi uma sujeirinha, bem pequena, no paletó. Era feijão. Limpei de boa e continuei comendo tranquilo.
Voltei para a sala e ao coloca o paletó na cadeira vi uma mega mancha de feijão no braço. E o pior: já estava seca, então naõ tinha como limpar sem água. E água, só no banheiro. E pra ir ao banheiro, só levando a mochila do notebook. E lá fui eu.
A porcaria do feijão não queria sair de jeito nenhum. Usei muita água, esfreguei com papel, com a mão e nada. Só depois de uns 5 minutos esfregando consegui melhorar a sujeira.
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