7 de out. de 2007

A fantástica cozinha experimental do Esparroman

Uma das desvantagens da liberdade é ter que enfrentar o fogão. Não é que eu não goste de cozinhar, até me divirto com as panelas, mas é que aqui em casa não tem "insumos" para fazer algo que preste. E aí a solução é usar o que tem para fazer a bóia.

Hoje, abri a geladeira e só tinha 11 garrafas de cerveja, do dia que o pessoal veio aqui em casa para uma jogatina. Na verdade, 10 eram desse dia e uma era do dia do
Super Mothafucking Twix From Hell.

Abri os armários e encontrei quatro coisas: arroz, feijão, farinha e uma latinha de atum (fora creme de leite, molho de tomate, coisas do tipo). Feijão não está na lista de coisas que sei fazer. Farinha, não tem graça. O almoço estava definido: arroz com atum.

Como sempre, resolvi tomar uma breja enquanto cozinhava. Peguei a mais antiga delas (a do Twix) e abri. Coloquei no copo, tomei um gole e cuspi. Estava choca. Olhei a data de validade: venceu há dois meses.

Como aqui em casa nada se perde, nada se cria, tudo se transforma, surgiu a lâmpada na minha cabeça: arroz com cerveja. Coloquei a cerva em uma leitera, para ferver e preparei o arroz (lavar, fritar, etc).

Como não tinha cebola e fiquei com medo de colocar sal na cerveja, o arroz ficou meio sem gosto. Dá para sentir o cheiro da cerveja e um leve gosto de suco de cevada, mas não ficou saboroso. Já a consistência, ficou perfeita: soltinho, no ponto ideal de cozimento, perfeito.

Até pensei em misturar o atum no arroz, para fazer um "arroz carreteiro dos mares", mas acabei desistindo.

Mas no fim, meu almoço foi até bom...

2 Palpites:

Anônimo disse...

Deve ter ficado pavoroso!!!

Esparroman disse...

Que nada. Só o cheiro já valeu cada garfada...

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