O município tem até uma área grande, mas a cidade em sí é bem pequena. Basicamente é uma avenida principal que se divide em duas na praça principal e termina em outra praça. O resto da cidade está em volta desta "espinha dorsal"
Abaixo tem um "mapa simplificado" tosco que fiz no Krita. Não coloquei as ruas que não interessam, para não poluir o mapa. As linhas cinza são ruas, sendo as duplas a espinha dorsal e as simples ruas secundárias. Os poligonos pretos são os locais descritos no post.
Para facilitar a "visita" à cidade, clique nos lugares que deseja ver no mapa que você será levado para o local do post que fala do lugar. Se preferir, pode ir lendo o post normalmente, que todos os lugares serão mostrados. No fim, terá a seção bizarrices, CLARO. então se estiver utiliando o mapa, clique aqui para ver as coisas estranhas de lá. Ah, as fotos estão porcas porque tirei com o meu telefone.
Essa aí é a avenida principal da cidade. Para falar a verdade, acho que é a única avenida da cidade. Tem uma "Contorno" lá também, que assim como BH deveria contornar a cidade, mas não contorna. Mas não tenho certeza se é avenida.
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Esse é o estádio da cidade. Tem iluminação (como dá para ver pela foto) e uma arquibancada que deve caber a cidade inteira (mentira, deve caber só uns 2 mil). Infelizmente não consegui tirar foto de dentro.
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Esse aí é um dos dois hoteis da cidade. Esquecí o nome dele (e não dá para ver pela placa). Ele é bem novo (tem menos de um ano) e por fora parece ser bem bacana (melhor que o Palace). A recepção é arrumadinha.
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Esse aí é o hotel Brasil. Diz o Véio que não é dos melhores não (um banheiro por andar, por exemplo). Mas ele existe desde que me entendo por gente. O mais legal é que uma rua e um dos dois postos de gasolina da cidade separam os dois hoteis.
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Essa aí é a incrível delegacia de Pains. Correm boatos que tem duas celas, mas que nunca foram utilizadas para presos "de verdade". De vez em quando colocam uns bêbados que estão fazendo bagunça lá. Mas ouví histórias de tentativa de estupro e alguns roubos na cidade, só que naõ sei se deu em alguma coisa.
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Essa aí é uma das maiores casas de Pains. Tenho o prazer de conhecer o dono. A casa só não é a maior que conheço porque conheço a casa de um dos donos da Sugar. Correm boatos que a casa vale quase 1 milhão. Sem os móveis e eletro-eletrônicos. Por questões de privacidade, tirei fotos só da área de lazer (popularmente conhecida como clube).
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Esta é a igreja grande da cidade. Tem uns 50 anos, mais ou menos. Está sendo reformada (começaram por dentro). Nesse jardim aí da frente (que é maior, mas não coube na foto) rolam uns teatrinhos na semana santa. A igreja tem vitrais muito bacanas, mas estava muito sol e as fotos não pegaram nada.
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Esse é o prédio da cidade. Sim, só tem um prédio. Todo o resto da cidade é formado por edificações de no máximo 3 andares (como os hotéis). Segundo me disseram, não vale a pena construir hotel (mesmo os terrenos valendo MUITO dinheiro) porque o povo de lá não é muito fã. E além disso ainda tem condomínio...
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Finalmente chegamos à praça da cidade. Ela foi totalmente reformada ano passado e antes disso estava caindo aos pedaços. Na reforma ainda cosntruiram um coreto, mas como todo coreto não tem utilidade nenhuma.
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Essa é a nova câmara municipal de Pains. Antes era em um prédio velho alugado. A nova gestão comprou o terreno e construiu essa aí. Tudo isso para 7 vereadores.
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Essa é uma das ruas que "gera" a avenida. Ela é mão única e leva as pessoas à praça. Dá para ver que o meu mapa está errado, porque ela faz uma curva que não é representada no meu mapa.
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Essa é a outra rua que "gera" a avenida. Ela também é mão única e leva as pessoas da praça. Lá no fim dessa rua fica a igrejinha matriz.
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Esse é o grande clube de Pains. O Véio até tem MEIA cota daí, mas não posso entrar, porque é necessário ter uma cota inteira (e pagar a mensalidade).
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Esse é o hospital da cidade. Foi aí que o Véio e a Véia se conheceram. Durante muito tempo eles trabalharam aí e o Véio chegou a ser diretor. O hospital está passando por reforma e está MUITO diferente de antes.
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Essa é uma das casas mais velhas da cidade. Dizem que tem mais de 100 anos. Apesar de estar caindo aos pedaços, tem um belo ar condicionado... À esquerda, tem um pedaço da praça e à direita, o resto da rua da direita da praça principal.
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Esse é o berço de Pains. A cidade teve início nessa praça, que fica em frente à igreja matriz. As primeiras casas foram construídas em volta desta praça (como o casarão acima). Dizem que vão reformá-la em breve, mas não deve mudar muito como a praça principal, para não perder a identidade.
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Essa é a igreja matriz da cidade. Foi construída em 1854 pelo dono da fazenda que virou a cidade. Tem alguns detalhes em ouro e acho que é de estilo barroco. Por ser muito pequena, só tem missas às quartas. Foi a primeira vez que a ví aberta. Já tinha entrado antes, mas pedindo para a mulher que toma conta. As fotos não estão muito boas porque estava tendo missa e não quis atrapalhar.
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Essa é a grande rodoviária da cidade. Ela foi construida atrás da matriz, onde ficava o cemitério da cidade. Dizem que durante a cosntrução acharam várias coisas valiosas, que eram enterradas como pessoal. A rodoviária está praticamente às moscas. Fizeram até um centro de inclusão digital, com computadores e internet, mas acho que não é muito utilizado.
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O que seria de uma cidade pequena se não tivesse suas bizarrices. Vamos a elas...
- A avenida principal transforma-se de uma hora para outra em rua. Duvida? Olha só:
Para piorar, termina numa rua de terra (não tem foto);
- A cidade tem um estádio, como mostrei. Mas não tem time de futebol;
- Lembra que eu falei que estão reformando a igreja grande? é porque ela era toda assim (ainda consegui pegar um mini pedaço na pintura antiga):
Não dá para ver direito, mas eu consegui contar cinco cores diferentes;
- Para evitar que a população destruisse a nova praça, colocaram policiamento 24 horas por dia após a reforma. Não pode sentar na muretinha que construiram (que é da altura da buzanfa da maioria da população), não pode arrancar flor. Se alguma infração for pega pelos guardas, é aplicada uma multa;
- Ainda sobre a praça: colocaram uma lâmpada a cada 2 metros (alternadamente uma alta e uma baixa), para que ela ficasse bem iluminada. Mas a limunação ficou melhor que a do Mineirão (dá para ver nas fotos noturnas, né?);
- Apesar de chamar Pains Tênis Clube, o clube não tem uma quadra sequer de tênis;
- O único Õnibus de BH que vai para Pains não cabe na rodoviária (bate no teto);
- A Newton Paiva tem um convênio com a cidade para ensinar Katarê para a molecada.
Em quatro anos, nunca ví o lugar aberto;
- Essa é clássica: sujeito abre loja que vende coisa específica (colchões, no caso). A venda não vai bem e e ele amplia os negócios. Mas não muda a placa e faz aquela gambí para caber o resto do nome;
- Essa pintura da evolução é mais velha que minha avó... Mas o povo ainda usa.
Detalhe para o nome da loja (lembre-se que é algo que vende tecnologia);
- Como toda cidade do interior, Pains também tem loja de jogos. Essa aí tinha PS2.
E realmente ficava dentro de um trailer (que ficava alí do lado esquerdo), mas acabou falindo;
- O hotel Brasil é bom mesmo, tem até garagem:
Pena que ela só cabe um carro (que pelo plástico que está cobrindo deve ficar lá permanentemente);
- Cidade do interior é tudo igual: tudo tem que ser em inglês, para ser chique (até parece que BH também não é assim). A padaria aí embaixo não é diferente.
O problema é que era quarta-feira de manhã, hora de tomar café da manhã, e a bagaça estava fechada;
- As placas de rua mais antigas tem nome das famílias que mandaram coloca-las (tipo as de BH, só que são de lojas);
- Na praça da matriz tem uns banquinhos da época de guaranã com rolha. E assim como as placas de ruas, também tem o nome das famílias que mandaram colocar (e algumas lojas que não existem mais);
- A cidade tinha um urubu de estimação, chamado "Casemiro". Ele sempre acompanhava as festas e participava dos desfiles (carnaval, semana santa, cavalgada, etc). Quando ele morreu, fizeram um super enterro, com caixão, velório, "carreata" e tudo mais. Saiu até na Folha (sem brincadeira!);
- A cidade é cheia de grutas em volta. Uma vez acharam uma ossada de mastodonte. Quando vieram trazer para BH, os moradores fizeram uma passeata que saiu até no Jornal Nacional (sem brincadeira!);
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