22 de out. de 2006

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Ontem a noite fui jantar com o N3 Gente Boa. Aproveitei para perguntar para ele o que ele estava achando do meu trabalho. E a resposta me agradou um pouco mais do que o que o Mané tinha me falado. E pelo fato de que estou trabalhando só com ele, fiquei mais tranquilo.

Ele começou falando que tecnicamente não tem nada a reclamar do meu trabalho, que "excrusive" eu estava respondendo melhor do que ele esperava, porque eu sempre buscava mais de uma alternativa para mostrar os dados e isso facilitava a análise.

Falou também que eu pego as coisas fácil, que sou muito comprometido e que não precisa falar mais de uma vez para que eu faça as coisas (nem ficar cobrando pra saber se estou fazendo ou não).

Falou também que achou legal que eu entendi que o meu tecladão não era uma boa e que eu tinha me adaptado a não usá-lo mais. Segundo ele isso mostra que não sou averso a mudanças e isso "conta muito".

Mas (tem sempre um mas) ele também reclamou que eu sou muito caladão e introspectivo. Falou que eu tenho que opinar mais, dar minha opinião (mesmo que não faça muito sentido ou seja errada), fazer mais perguntas, questionar mais. Ok, nisso eu concordo.

No fim, ele falou que eu poderia ser um pouco mais pró-ativo. Falou que tem momentos que sou pró-ativo e momentos em que não sou pró-ativo. Não engoli essa de primeira, mas depois parei para pensar e entendí o que ele quis dizer. E acabei concordando e vendo "oportunidades de melhoria".

Não foi 100% o que eu queria escutar, mas pelo menos foi BEM melhor do que a conversa com o Mané. E para mim foi mais real, porque como já disse, o Gente Boa é o cara que está me supervisionando. O problema é que quem me avalia é o Mané...

1 Palpites:

Anônimo disse...

Aê!!!

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