A entrevista de desligamento com a mulher do RH foi boa. Não dei esparros (pelo menos não que eu tenha reparado), falei algumas coisas que achava errado aqui na empresa (e que ela comentou que não fui o único a falar) mas exaltei que aqui é um bom lugar para trabalhar e que estava saíndo porque queria experimentar uma área nova. A conversa foi bem franca, no fim das contas.
Falei que falta feedback dos chefes com relação ao nosso trabalho; que algumas ferramentas que usamos aqui tornam a programação mais monótona; que tem gente que é mais calada mas é muito boa de serviço que não cresce por causa disso; que tem gente que não recebe aumentos há cinco anos; que as equipes se mantém as mesmas, o que impede que o conhecimento se espalhe; que falta um plano de carreira (e salários); que o ticket alimentação é rídículo; que aqui onde eu sento é uma sauna...
Mas falei também que o ambiente é muito bom; que as pessoas são muito gente boa; que QUASE todo mundo ajuda os outros e que É RARO alguém amarrar informação, mas que acontece (não citei nomes); que os chefes estão sempre disponíveis para conversa... Ou seja, não menti hora nenhuma. Nem para falar mal nem para falar bem.
Falei que já havia comentado com o Diretor que gostaria de viajar mais, ter mais contato com cliente, etc. Ela perguntou se isso tinha acontecido e eu disse que não, sem nem pensar. Nessa hora ela fez uma cara do tipo "Ok, isso foi cagada". E o mais legal foi a cara de surpresa dela quando ficou sabendo que nem Líder de Desenvolvimento eu sou, apesar de fazer tudo o que eles fazem. Aí ela perguntou se alguma coisa poderia ter adiado a minha saída e eu disse que talvez, se eu tivesse viajado mais, ficaria até o fim do ano.
No fim, ela me disse que as portas estão abertas caso eu não goste dessa tal de consultoria. Apesar de saber que ela fala isso com todo mundo, achei bem legal.
Falei que falta feedback dos chefes com relação ao nosso trabalho; que algumas ferramentas que usamos aqui tornam a programação mais monótona; que tem gente que é mais calada mas é muito boa de serviço que não cresce por causa disso; que tem gente que não recebe aumentos há cinco anos; que as equipes se mantém as mesmas, o que impede que o conhecimento se espalhe; que falta um plano de carreira (e salários); que o ticket alimentação é rídículo; que aqui onde eu sento é uma sauna...
Mas falei também que o ambiente é muito bom; que as pessoas são muito gente boa; que QUASE todo mundo ajuda os outros e que É RARO alguém amarrar informação, mas que acontece (não citei nomes); que os chefes estão sempre disponíveis para conversa... Ou seja, não menti hora nenhuma. Nem para falar mal nem para falar bem.
Falei que já havia comentado com o Diretor que gostaria de viajar mais, ter mais contato com cliente, etc. Ela perguntou se isso tinha acontecido e eu disse que não, sem nem pensar. Nessa hora ela fez uma cara do tipo "Ok, isso foi cagada". E o mais legal foi a cara de surpresa dela quando ficou sabendo que nem Líder de Desenvolvimento eu sou, apesar de fazer tudo o que eles fazem. Aí ela perguntou se alguma coisa poderia ter adiado a minha saída e eu disse que talvez, se eu tivesse viajado mais, ficaria até o fim do ano.
No fim, ela me disse que as portas estão abertas caso eu não goste dessa tal de consultoria. Apesar de saber que ela fala isso com todo mundo, achei bem legal.
2 Palpites:
Parabéns! Demos o primeiro passo para uma reunião com gente importante sem esparros! Muito bem! Lembre-se que sempre tem um jeito de falar o que queremos sem paracer grosso (isso val pra mim tbem)!
Também fiquei orgulhoso de mim mesmo. E mais ainda porque por mais que ela fizesse pressão psicológica não falei o nome de ninguém!
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